Eduardo Suplicy

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Eduardo Suplicy
Eduardo Suplicy
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
Deputado Estadual de São Paulo
Período 15 de março de 2023
até atualidade
Período 15 de março de 1979
até 31 de janeiro de 1983
Vereador de São Paulo
Período 1º de janeiro de 2017
até 14 de março de 2023
Período 1º de janeiro de 1989
até 31 de março de 1990
Secretário Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo
Período 2 de fevereiro de 2015
até 2 de abril de 2016
Senador por São Paulo
Período 1º de fevereiro de 1991
até 31 de janeiro de 2015
1.° Primeiro-cavalheiro de São Paulo
Período 1º de janeiro de 2001 até 16 de abril de 2001
Prefeita Marta Suplicy
Antecessor(a) Nicéia Pitta (como primeira-dama)
Sucessor(a) Luis Favre
Deputado Federal por São Paulo
Período 1º de fevereiro de 1983
até 1º de fevereiro de 1987
Dados pessoais
Nome completo Eduardo Matarazzo Suplicy
Nascimento 21 de junho de 1941 (82 anos)
São Paulo, São Paulo, Brasil
Progenitores Mãe: Filomena Matarazzo
Pai: Paulo Cochrane Suplicy
Alma mater Universidade Estadual de Michigan
Fundação Getúlio Vargas
Prêmio(s) Ordem do Mérito Militar[1]
Cônjuge Marta Suplicy (1964–2001)
Filhos(as) Eduardo Suplicy
João Suplicy
André Suplicy
Partido MDB (1978–1979)
PT (1980–presente)
Profissão Professor universitário, administrador de empresas e economista
Website www.eduardosuplicy.com.br

Eduardo Matarazzo Suplicy GOOMM (São Paulo, 21 de junho de 1941), mais conhecido como Eduardo Suplicy ou apenas Suplicy, é um economista, professor universitário, administrador de empresas e político brasileiro filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT), do qual é um dos fundadores. Atualmente é deputado estadual de São Paulo. Foi Senador pelo Estado de São Paulo durante 24 anos.[2]

Membro do ramo ítalo-brasileiro da família Matarazzo, é bisneto do conde Francesco Matarazzo, sendo o oitavo dos onze filhos de Filomena Matarazzo (1908-2013), neta do conde, e do corretor de café Paulo Cochrane Suplicy (1896-1977).[3][4]

É formado em administração de empresas pela Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e em economia pela Universidade Estadual de Michigan (Estados Unidos), onde também concluiu seu mestrado e doutorado (PhD). Em 2 de fevereiro de 2016, recebeu também o título de Doutor Honoris Causa da Université Catholique de Louvain (UCL/Bélgica).[5]

Início de vida[editar | editar código-fonte]

Eduardo Matarazzo Suplicy nasceu em São Paulo, 21 de junho de 1941, filho de Paulo Cochrane Suplicy e de Filomena Matarazzo Suplicy.[6] Filomena teve seu primeiro casamento com Anésio Lara Campos, com quem teve dois filhos e, uma vez viúva, casou-se com Paulo Suplicy, com quem teve mais nove filhos: Besita, Vera, Paulo, Eduardo, Roberto, Marina, Ana Maria, Rony e Luís.[6]

Trajetória profissional e acadêmica[editar | editar código-fonte]

Ainda como estudante, Suplicy atuou como pesquisador do Centro de Pesquisa e Publicações na Escola de Administração de Empresas da Fundação Getulio Vargas (EAESP/FGV). Foi também estagiário da Companhia Siderúrgica Paulista (COSIPA). Depois de graduado, em 1964, trabalhou com seu pai no escritório Suplicy de corretagem, com responsabilidade sobre o setor de exportação de manufaturados.[7]

Em 1966, prestou concurso para professor de economia na EAESP/FGV e foi aprovado. Manteve-se como professor titular desta instituição até dezembro de 2012, quando se aposentou. Ao longo do tempo como professor, não deixou de ministrar aulas nos períodos em que exerceu mandatos parlamentares.[8]

Também em 1966, seguiu para os EUA para realizar seu mestrado em economia pela Michigan State University até 1968. De volta ao Brasil, lecionou novamente em tempo integral até 1970. Em agosto de 70 voltou aos EUA para fazer seu doutorado em economia, outra vez em Michigan. Contou neste período com o vínculo de um ano em Stanford. Defendeu sua tese em 1973 sob o título "Os efeitos da minidesvalorização na economia brasileira", que foi publicada pela FGV em 1976.

Contribuiu com artigos para diversos veículos de imprensa ao longo de sua carreira, como o jornal Última Hora e Jornal da Tarde. Em 1975, foi editor de economia da Revista Visão, onde trabalhou com Vladimir Herzog. De 1976 a 1980 foi redator de artigos de economia para a Folha de S.Paulo. Foi neste período que, convidado para realizar palestras em universidades, conheceu o então líder sindical Luiz Inácio Lula da Silva,[9] que fora convidado para acompanhar uma das palestras de Suplicy na Fundação Santo André.

Suplicy ainda voltaria a ser professor em tempo integral em 1987 e parte de 1988, quando esteve desvinculado de cargos parlamentares. Foi neste período que publicou seu livro “Da Distribuição da Renda e dos Direitos à Cidadania”, em que aborda as diferentes formas que cada setor da sociedade brasileira tem para influenciar a política econômica.

A trajetória de Eduardo Suplicy foi demonstrada em diferentes suportes bibliográficos, embora somente em tempos recentes foi publicado um artigo acadêmico derivado de pesquisa científica no campo da história oral de vida política. O artigo "Eduardo Matarazzo Suplicy: história oral de vida política - highlights de memória", publicado na Revista Tempo & Argumento, traz a lume o percurso político de Suplicy a partir de uma longa entrevista concedida ao historiador Leandro Seawright.[10]

Trajetória política[editar | editar código-fonte]

Em 1978, Eduardo Suplicy foi eleito deputado estadual pelo antigo MDB. Em 1982, foi eleito deputado federal pelo então recém-criado PT, tendo ajudado a fundar o novo partido. Candidatou-se a prefeito de São Paulo em 1985 (perdeu para Jânio Quadros) e em 1992 (vencido por Paulo Maluf) e a governador em 1986 (superado por Orestes Quércia). Foi o mais votado vereador de São Paulo nas eleições de 1988, tendo cinco vezes mais votos do que o segundo vereador mais votado,[11] ocupando o cargo de presidente da Câmara Municipal no biênio 1989-1990.

O senador Eduardo Suplicy mostra, em plenário, um cartão vermelho, dirigido simbolicamente ao presidente do Senado, José Sarney, pedindo seu afastamento.

Em outubro de 1990 foi eleito pela primeira vez ao Senado, obtendo 4 229 867 votos (35,4%) vencendo nomes consagrados como o jornalista Ferreira Netto (PRN), o ex-governador Franco Montoro (PSDB) e o empresário Guilherme Afif Domingos (PL).

No início de seu primeiro mandato, defendeu a implementação de um programa de transferência de renda chamado Programa de Garantia de Renda Mínima, que apresentou como proposta em abril de 1991 por meio do Projeto de Lei do Senado 80/1991.[12] A proposta se organizava na forma de um imposto de renda negativo. No projeto original estava previsto que os cidadãos que recebessem até dois salários mínimos poderiam obter uma complementação de 30% da diferença entre sua renda e o próprio valor de dois salários mínimos.[13] Apesar de aprovado pelo Senado Federal o projeto nunca chegou a ser apreciado pela Câmara dos Deputados.[14] Em 2001, Suplicy apresentou um novo projeto para instituir a Renda Básica de Cidadania que garantiria a todos os cidadãos o direito a uma renda incondicional paga em igual valor a todos os habitantes do país.[15] Esta renda teria como objetivo garantir as necessidades básicas de todos os cidadãos. Aprovado em 2003, o projeto deu origem à Lei N° 10 835,[16] sancionada por Luiz Inácio Lula da Silva, em 8 de Janeiro daquele ano. A lei contém um parágrafo que determina que seu alcance deve se dar em etapas. Em seu livro intitulado Renda de Cidadania - A saída é pela porta, Suplicy relata sua trajetória política junto ao PT e demonstra como a Renda Básica de Cidadania apresenta vantagens diante todos os programas de transferência de renda.

Em 1998 foi reeleito para seu segundo mandato, com 6 718 463 votos (43,1%) vencendo Oscar Schmidt (PPB), ex-jogador de basquete apoiado por Paulo Maluf.

Em 2002, disputou as prévias internas do PT, com Luiz Inácio Lula da Silva, para ser o candidato do partido à Presidência da República, alcançando 15,6%.[17] No entanto, desde as primeiras eleições diretas desde a redemocratização do país, esta era a primeira vez que Lula precisou disputar prévias para sair candidato pela legenda.

Em 2003, quando um grupo de deputados federais e senadores do PT (a maioria fundadores do partido), liderados pela senadora do estado de Alagoas, Heloísa Helena, e composto pelos deputados Babá e Luciana Genro, estes foram expulsos do partido, por serem contrários aos caminhos por ele tomados, Suplicy foi um dos seus poucos filiados notórios que defendeu publicamente os dissidentes, o que provocou a ira de outros dirigentes do PT, como José Dirceu, e o risco de não ser mais candidato ao Senado numa próxima legislatura. Este grupo de dissidentes viria mais tarde a fundar o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL).

Em 2004, como senador, Suplicy foi admitido pelo presidente Lula ao grau de Grande-Oficial especial da Ordem do Mérito Militar.[1]

Em outubro de 2006 foi reeleito para seu terceiro mandato como senador por São Paulo, com 8 986 803 votos (47,82%) numa votação mais apertada que as demais, em que disputou novamente com Guilherme Afif Domingos (43,7%), do PFL, e que era apoiado pelo PSDB.[18]

Em 2009, diante da crise que ocupou o Senado com o arquivamento das onze denúncias contra José Sarney, o senador Eduardo Suplicy - depois de receber centenas de e-mails de seus eleitores pedindo uma atitude - chegou a pedir explicação do presidente da casa em plenário e, mostrando a ele um cartão vermelho simbólico, pediu sua expulsão.

Em 2014 completou vinte e quatro anos de legislatura, posto pelo qual ele é mais conhecido e com o qual normalmente ele é mais identificado. Tentou seu quarto mandato, mas acabou ficando em segundo lugar, com 6 176 499 votos (32,5%) sendo derrotado pelo candidato do PSDB, José Serra, que obteve 58,49% dos votos.[19]

Suplicy é detido durante reintegração de posse na Cidade Educandário, próximo à Raposo Tavares, no dia 25 de Julho de 2016, após manifestação de moradores contrários à ação da Polícia Militar.[20]

No dia 2 de fevereiro de 2015, foi empossado como Secretário Municipal de Direitos Humanos e Cidadania da cidade de São Paulo pelo prefeito Fernando Haddad.[21]

Em 2 de abril de 2016, pediu exoneração do cargo de secretário para, assim, tornar-se elegível ao cargo de vereador nas eleições de 2016.[22][23]

Em 25 de julho de 2016, Suplicy foi detido por três horas no 75º Distrito Policial pela Polícia Civil de São Paulo por desobediência civil ao ter-se deitado na rua durante um protesto contra uma reintegração de posse na Zona Oeste de São Paulo.[24]

Foi o mais votado vereador de São Paulo nas eleições de 2016 com 301 446[25] votos (5,62% dos votos validos), tendo quase três vezes mais votos do que o segundo vereador mais votado.[26] Foi o vereador mais bem votado da história da cidade de São Paulo.[27][28]

Nas eleições de 2018, foi candidato a senador de São Paulo pela quinta vez,[29] ficando em terceiro lugar com 4 667 565 votos (13,3%),[30] sendo derrotado por Major Olímpio do PSL (25,8%) e Mara Gabrilli do PSDB (18,6%).[31][32]

Nas eleições de 2020, Eduardo Suplicy era pré-candidato do PT à Prefeitura de São Paulo.[33][34] Porém, abriu mão de concorrer nas prévias, anunciando apoio ao ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha.[35] O candidato final do PT à prefeitura foi Tatto, e Eduardo Suplicy foi reeleito como o vereador mais votado no país no ano de 2020, com quase 170 mil votos.[36]

Nas eleições de 2022, foi eleito com 807.015 votos para o cargo de deputado estadual, sendo o campeão de votos, assim retornando à Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo após 40 anos.[37][38]

Projetos[editar | editar código-fonte]

Suplicy foi uma figura importante para a implementação do Dia Nacional de Doenças Raras.[39] O Projeto de Lei foi proposto oficialmente por Romário em 2015[40] e aceito durante o governo de Michel Temer em 2018.[41]

Obras[editar | editar código-fonte]

  • The Effects of Minidesvaluations on the brazilian economy, Michigan State University, Michigan, 1973.
  • Compromisso, Brasiliense, 1978.
  • Efeitos das Minidesvalorizações na Economia Brasileira, FGV, Rio de Janeiro, 2ª edição, 1979.
  • Política Econômica Brasileira e Internacional, Vozes, Petrópolis, 2ª edição, 1979.
  • Investigando o Caso Coroa-Brastel, Câmara dos Deputados, Brasília, 1984.
  • Da distribuição da renda e dos direitos à cidadania, Brasiliense, 1988.
  • Programa de Garantia de Renda Mínima, Brasília, Senado Federal, 1992.
  • Atuação Parlamentar: projetos apresentados jan91/abr98, Brasília, Senado Federal, 1998.
  • Renda Mínima: discussões e Experiências, Brasília, Senado Federal, 1998.
  • Documentação do DEOPS-SP: Fotografias, legendas, Secretaria do Estado e da Cultura, 1999
  • Renda de Cidadania: A Saída é pela Porta, Cortez Editora, 2001 e 7ª edição em 2013
  • Atuação Parlamentar, Principais discursos 1999 a 2006, Brasília, Senado Federal, 2006.
  • Renda Básica de Cidadania: a resposta dada pelo vento, L&PM, Porto Alegre, 2002 e 4ª edição em 2006.
  • Um Notável Aprendizado: a busca da verdade e da justiça- do boxe ao senado, Futura, 2007.

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

Amante do esporte, Suplicy pratica corrida e já foi pugilista.

Em 1964 Suplicy casou-se com Marta Teresa Smith de Vasconcelos, mais conhecida como Marta Suplicy, bisneta e trineta dos barões de Vasconcelos, e teve com ela três filhos: Eduardo (Supla), André e João. Em 2001 o casal se divorciou. Teve um relacionamento com a jornalista Mônica Dallari até o ano de 2017.

Em 1979, Suplicy, então deputado estadual pelo MDB, se sensibilizou pela história do jovem transexual Anderson Herzer, interno da FEBEM e, atuando como seu guardião, deu-lhe uma oportunidade de trabalho em seu gabinete e uma vida livre, fora dos muros da instituição.[42] Apesar do auxílio recebido, Herzer se suicidou aos 20 anos de idade, em 1982, atirando-se do Viaduto 23 de Maio, localizado no centro da cidade de São Paulo.[43] No mesmo ano, foi publicado o seu livro A Queda para o alto, que conta com poemas e textos autobiográficos. A vida de Herzer foi adaptada para o cinema no filme Vera, no qual o papel correspondente a Suplicy foi interpretado por Raul Cortez.

No ano de 1996, em reunião no diretório do PT, disse que: "se nós quisermos compreender bem o que hoje estão pensando os jovens nos bairros populares mais periféricos de São Paulo, precisamos ouvir o que dizem as letras dos Racionais MC's. E é impressionante a energia que despertam”.

No final de 2022, foi diagnosticado com doença de Parkinson, em estágio inicial, passando a realizar tratamento para doença com canábis medicinal.[44]

Referências

  1. a b BRASIL, Decreto de 8 de abril de 2004.
  2. Gorczeski, Vinicius (29 de julho de 2016). «Eduardo Suplicy: Da lona ao nocaute». Época. Consultado em 18 de novembro de 2021 
  3. «Folha Online - Ilustrada - Saiba o que pensa Filomena Matarazzo Suplicy, avó de Supla - 04/12/2001». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 10 de junho de 2017 
  4. «Morre a matriarca da família Matarazzo Suplicy, Dona Filomena | Da Redação | VEJA SÃO PAULO». VEJA SÃO PAULO. 8 de dezembro de 2013 
  5. «Eduardo Matarazzo Suplicy Docteur Honoris Causa UCL». www.youtube.com  no You Tube
  6. a b «Morre a matriarca da família Matarazzo Suplicy, Dona Filomena». VEJA SÃO PAULO. Consultado em 10 de junho de 2019 
  7. Brasil, CPDOC - Centro de Pesquisa e Documentação História Contemporânea do. «EDUARDO MATARAZZO SUPLICY | CPDOC - Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil». CPDOC - Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil. Consultado em 18 de fevereiro de 2018 
  8. «Biografia». Eduardo Suplicy. Consultado em 18 de fevereiro de 2018 
  9. «O Quixote da renda mínima». Valor Econômico 
  10. Leandro Seawright (www.leandroseawright.com.br). «Eduardo Matarazzo Suplicy: história oral de vida política – highlights de memória.». Revista Tempo & Argumento: https://orcid.org/0000-0001-9561-6390 
  11. «Vereadores Eleitos em 1988 na cidade de São Paulo» 
  12. «Projeto de Lei do Senado n° 80, de 1991 - Pesquisas - Senado Federal». www25.senado.leg.br. Consultado em 17 de fevereiro de 2018 
  13. Ramos, Carlos Alberto (novembro de 1994). «TD 0357 - O Programa de Renda Mínima» (PDF). Brasília: IPEA. Consultado em 17 de Fevereiro de 2018 
  14. «camara.gov.br». www.camara.gov.br. Consultado em 17 de fevereiro de 2018 
  15. «Projeto de Lei do Senado n° 266, de 2001 - Pesquisas - Senado Federal». www25.senado.leg.br. Consultado em 17 de fevereiro de 2018 
  16. «L10835». www.planalto.gov.br. Consultado em 17 de fevereiro de 2018 
  17. «UOL Últimas Notícias - Lula vence prévia com folga e campanha do PT deve ganha fôlego 20/03/2002 - 18h10». noticias.uol.com.br. Consultado em 20 de junho de 2021 
  18. «Folha Online - Especial - 2006 - Eleições - Apuração - São Paulo - Senador». eleicoes.folha.uol.com.br. Consultado em 5 de junho de 2018 
  19. «Senador e deputados federais/estaduais eleitos: Apuração e resultado das Eleições 2014 SP (Fonte: TSE) - UOL Eleições 2014». UOL Eleições 2014. Consultado em 5 de junho de 2018 
  20. «Suplicy é detido durante reintegração de posse na zona oeste - São Paulo - Estadão». Estadão 
  21. «Eduardo Suplicy toma posse como novo secretário municipal de Direitos Humanos e Cidadania». Prefeitura de São Paulo. Consultado em 2 de fevereiro de 2015 
  22. «Suplicy deixa secretaria para se candidatar a vereador de São Paulo - Jornal Opção». Jornal Opção. Consultado em 2 de abril de 2016 
  23. «Suplicy confirma pré-candidatura a vereador em SP». Portal Fórum. Consultado em 2 de abril de 2016 
  24. «Suplicy é detido em protesto contra reintegração e liberado após 3 horas». 25 de julho de 2016. Consultado em 26 de julho de 2016 
  25. «Câmara Municipal de São Paulo Eduardo Suplicy». Câmara Municipal de São Paulo. Consultado em 5 de março de 2017 
  26. G1 São Paulo (3 de outubro de 2016). «Veja os 55 vereadores eleitos em SP». G1. Consultado em 3 de outubro de 2016 
  27. «Eduardo Suplicy bate recorde histórico de votos em São Paulo». IstoÉ. 3 de outubro de 2016. Consultado em 20 de maio de 2020 
  28. Aragão, Alexandre (2 de outubro de 2016). «Suplicy foi vereador mais votado da história, mas Doria controlará Câmara». Buzzfeed News. Consultado em 20 de maio de 2020 
  29. «Candidatos ao Senado por São Paulo nas eleições 2018: veja a lista». G1. 7 de agosto de 2018. Consultado em 12 de setembro de 2018 
  30. «Senadores e deputados federais/estaduais eleitos: Apuração e resultado das Eleições 2018 SP - BOL Eleições 2018». BOL Eleições 2018. Consultado em 8 de outubro de 2018 
  31. «Apuração e resultados para governador, senadores e deputados em São Paulo | 1º turno | Eleições 2018». Folha de S.Paulo. 7 de outubro de 2018. Consultado em 7 de outubro de 2018 
  32. «Suplicy sofre segunda derrota no Senado e perde vaga para Mara e Olimpio». UOL. 7 de outubro de 2018. Consultado em 7 de outubro de 2018 
  33. Alexandre Putti (20 de dezembro de 2019). «Eduardo Suplicy anuncia pré-candidatura à Prefeitura de São Paulo». CartaCapital. Consultado em 22 de dezembro de 2019 
  34. «Eduardo Suplicy anuncia pré-candidatura à prefeitura da São Paulo». Revista Fórum. 19 de dezembro de 2019. Consultado em 22 de dezembro de 2019 
  35. «Mônica Bergamo: Padilha e Tatto disputarão prévias do PT em São Paulo». 13 de maio de 2020 
  36. «Eduardo Suplicy é o vereador mais votado do país, com mais de 167 mil votos». g1. 16 de novembro de 2020 
  37. «Aos 81 anos, Suplicy é o deputado estadual mais votado em SP». Metrópoles. 3 de outubro de 2022 
  38. «Veja os candidatos a deputado estadual mais votados em São Paulo». g1. 2 de outubro de 2022 
  39. Celso Cavalcanti (14 de abril de 2011). «Suplicy quer instituir Dia Nacional de Doenças Raras». Rádio Senado. Consultado em 5 de fevereiro de 2023. Cópia arquivada em 6 de fevereiro de 2023 
  40. «Portal da Câmara dos Deputados». Câmara dos Deputados. Consultado em 5 de fevereiro de 2023. Cópia arquivada em 6 de fevereiro de 2023 
  41. Michel Temer, Gilberto Magalhães Occhi e Gustavo do Vale Rocha. «Lei nº 13.693, de 10 de julho de 2018». Presidência da República. Consultado em 6 de fevereiro de 2023 
  42. Suplicy, Eduardo. "O Direito Inalienável a Uma Renda Básica no Século XXI". Palestra. Porto Alegre: Forum Social Mundial.
  43. Suplicy, Eduardo. "A queda para o alto" Arquivado em 22 de julho de 2012, no Wayback Machine.. Jornal do Brasil. Senado Federal.
  44. Mônica Bergamo (19 de setembro de 2023). «Mônica Bergamo: Suplicy é diagnosticado com Parkinson e revela que se trata com Cannabis medicinal». Folha de S.Paulo. Consultado em 19 de setembro de 2023. Cópia arquivada em 19 de setembro de 2023 

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