Ricardo Nunes

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Disambig grey.svg Nota: Não confundir com Ricardo Luis Reis Nunes, vereador e candidato a vice-prefeito em São Paulo.
Ricardo Nunes
Ricardo Nunes durante palestra em 2014
Nascimento 1970 (50 anos)
Divinópolis, Minas Gerais
Nacionalidade Brasileira
Ocupação Empresário

Ricardo Nunes[1], empresário brasileiro, nasceu em Divinópolis, Minas Gerais. Fundou a varejista Ricardo Eletro e atualmente é proprietário de 72% da também varejista Máquina de Vendas, originada com a fusão de sua empresa com a Insinuante, em Março de 2010.[2]

Carreira[editar | editar código-fonte]

Iniciou sua carreira como vendedor após a morte de seu pai, aos 12 anos de idade, vendendo mexericas na rua. Aos 18 anos passou a transportar bichos de pelúcia de São Paulo para vender em sua cidade natal. Em 1989 abriu com a família sua primeira loja, chamada Ricardo Eletro, com apenas 20m², que apesar do nome vendia apenas pelúcias, passando a vender eletrodomésticos posteriormente.

Sua loja cresceu exponencialmente ao longo dos anos até que, no início de 2010, quando detinha a terceira colocação entre as varejistas de móveis e eletrodomésticos em todo o país, anunciou sua fusão com a baiana Insinuante, líder no Nordeste do país. A operação formou a Máquina de Vendas, nova segunda colocada no ranking nacional, atrás apenas do Grupo Pão de Açúcar, proprietário das redes Casas Bahia, Ponto Frio e Extra Hipermercados.

Em 2011 foi condenado à prisão por corrupção ativa, depois de uma denúncia da Procuradoria da República, por ter pago propina a um auditor fiscal da Receita para que a Ricardo Eletro não fosse autuada; o empresário recorreu ao Tribunal Regional Federal e a ação corre sob segredo de Justiça.[1]

Prisão[editar | editar código-fonte]

Em julho de 2020, Ricardo e sua filha Laura Nunes foram presos na operação "Direto com o Dono", sob a acusação de sonegarem aproximadamente R$400 milhões em impostos ao longo de mais de 5 anos. De acordo com o Ministério Público do Estado de Minas Gerais, a rede de varejo Ricardo Eletro cobrava dos consumidores, embutido no preço dos produtos, o valor correspondente aos impostos, mas não fazia o repasse.[3]

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Referências

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