Santo Antônio (Rio Grande do Norte)

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Disambig grey.svg Nota: Para outros significados de Santo Antônio, veja Santo António.
Município de Santo Antônio do Salto da Onça
"Princesa do Agreste"
Bandeira de Santo Antônio do Salto da Onça
Brasão de Santo Antônio do Salto da Onça
Bandeira Brasão
Hino
Aniversário 5 de Julho de 1890
Fundação 8 de Janeiro de 1892
Gentílico santo-antoniense
Prefeito(a) Josimar Ferreira (Partido Trabalhista Nacional - PTN)
Localização
Localização de Santo Antônio do Salto da Onça
Localização de Santo Antônio do Salto da Onça no/em Rio Grande do Norte
Santo Antônio do Salto da Onça está localizado em: Brasil
Santo Antônio do Salto da Onça
Localização de Santo Antônio do Salto da Onça no Brasil
06° 18' 39" S 35° 28' 44" O06° 18' 39" S 35° 28' 44" O
Unidade federativa Rio Grande do Norte
Mesorregião Agreste Potiguar IBGE/2008[1]
Microrregião Agreste Potiguar IBGE/2008[1]
Municípios limítrofes São José do Campestre, Serrinha, Lagoa de Pedras, Passagem, Brejinho, Várzea, Nova Cruz e Lagoa d'Anta
Distância até a capital 70 km[2]
Características geográficas
Área 301,082 km² http://cod.ibge.gov.br/11AQ
População 24,045 hab. ([[1]]) –  IBGE/2016[3]
Densidade 0,08 hab./km²
Altitude 92 m
Clima Tropical Semi-Árido Tsa
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,620 (RN: 59°) – médio PNUD/2010[4]
PIB R$ 81 444,179 mil IBGE/2008[5]
PIB per capita R$ 7,013 77 IBGE/2008[5]
Página oficial
Prefeitura www.santoantonio.rn.gov.br

História[editar | editar código-fonte]

No final do século XVIII, o núcleo começou com plantação de algodão e criação de gado. 

Em 1850, Ana Joaquina de Pontes, fundadora do povoado, comprou um sítio entre os rios Jacu e Jacuzinho, local onde hoje está a Sede Municipal. Estabelecida com sua família, construiu casas, desenvolveu a agricultura e doou terras para a construção da Capela de Nossa Senhora da Conceição. 

No século XIX, a povoação de Salto da Onça, ganhou o nome de Santo Antonio dado pelo vigário de Goianinha, Padre Manoel Ferreira Borges, quando ali rezou a 1.ª missa. Surgiu a denominação popular de "Santo Antonio do Salto da Onça", mas prevaleceu o nome dado pelo Padre. 

Formação Administrativa[editar | editar código-fonte]

Distrito criado com a denominação de Santo Antônio, pela lei provincial, nº 972 de 01-06-1886.

Elevado à categoria de vila com a denominação de Santo Antônio, pelo decreto nº 32, de 05-071890, desmembrado do município de Goianinha. Sede no antigo distrito de Santo Antônio ex-povoado. Constituído do distrito sede.

Pelo decreto estadual nº 102, de 31-03-1891, a vila é extinta, sendo sem território anexado ao município de Goianinha.

Elevado novamente à categoria de município com a denominação de Santo Antônio, pela lei nº 6, de 08-01-1892, desmembrado de Goianinha.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído do distrito sede.

Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XX-1936 e 31-XII-1937.

Pelo decreto-lei estadual nº 268, de 30-12-1943, o município de Santo Antônio passou a denominar-se Padre Miguelinho.

No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município já denominado Padre Miguelinho é constituído do distrito sede.

Pela lei estadual nº 146, de 23-12-1948, o município de Padre Miguelinho voltou a denominar-se Santo Antônio.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município de Santo Antônio ex-padre Miguelinho é constituído do distrito sede.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007. 

Alterações toponímicas municipais [editar | editar código-fonte]

Santo Antônio para Padre Miguelinho alterado, pelo decreto-lei estadual nº 268, de 30-12-1943. Padre Miguelinho para Santo Antônio alterado, pela lei estadual nº 146, de 23-12-1948.[6]

Geografia[editar | editar código-fonte]

Santo Antônio e municípios limítrofes .png

Santo Antônio é um município brasileiro localizado no interior do estado do Rio Grande do Norte, na Mesorregião do Agreste Potiguar. De acordo com a estimativa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística no ano de 2016, sua população era de 24.045 habitantes, sendo o vigésimo quarto município mais populoso do estado. O município possui uma área territorial de 301,082 km².[7]

Santo Antônio está distante 70 quilômetros da capital estadual, Natal e se limita com os municípios de São José do Campestre, Serrinha, Lagoa de Pedras, Brejinho, Passagem , Várzea , Nova Cruz e Lagoa d'Anta.

IDH[editar | editar código-fonte]

Índice de Desenvolvimento Humano de Santo Antônio.png

O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) - Santo Antônio é 0,620, em 2010, o que situa esse município na faixa de Desenvolvimento Humano Médio (IDHM entre 0,600 e 0,699). A dimensão que mais contribui para o IDHM do município é Longevidade, com índice de 0,782, seguida de Renda, com índice de 0,595, e de Educação, com índice de 0,512.

Evolução[editar | editar código-fonte]

Evolução do IDH de Santo Antônio.png

Entre 2000 e 2010

O IDHM passou de 0,483 em 2000 para 0,620 em 2010 - uma taxa de crescimento de 28,36%. O hiato de desenvolvimento humano, ou seja, a distância entre o IDHM do município e o limite máximo do índice, que é 1, foi reduzido em 73,50% entre 2000 e 2010. Nesse período, a dimensão cujo índice mais cresceu em termos absolutos foi Educação (com crescimento de 0,223), seguida por Renda e por Longevidade.

Entre 1991 e 2000

O IDHM passou de 0,356 em 1991 para 0,483 em 2000 - uma taxa de crescimento de 35,67%. O hiato de desenvolvimento humano foi reduzido em 80,28% entre 1991 e 2000. Nesse período, a dimensão cujo índice mais cresceu em termos absolutos foi Educação (com crescimento de 0,131), seguida por Longevidade e por Renda.

Entre 1991 e 2010

De 1991 a 2010, o IDHM do município passou de 0,356, em 1991, para 0,620, em 2010, enquanto o IDHM da Unidade Federativa (UF) passou de 0,493 para 0,727. Isso implica em uma taxa de crescimento de 74,16% para o município e 47% para a UF; e em uma taxa de redução do hiato de desenvolvimento humano de 59,01% para o município e 53,85% para a UF. No município, a dimensão cujo índice mais cresceu em termos absolutos foi Educação (com crescimento de 0,354), seguida por Longevidade e por Renda. Na UF, por sua vez, a dimensão cujo índice mais cresceu em termos absolutos foi Educação (com crescimento de 0,358), seguida por Longevidade e por Renda. Santo Antônio ocupa a 3702ª posição entre os 5.565 municípios brasileiros segundo o IDHM. O maior IDHM é 0,862 (São Caetano do Sul) e o menor é 0,418 (Melgaço).

Demografia[editar | editar código-fonte]

Evolução Populacional.png

Entre 2000 e 2010, a população de Santo Antônio cresceu a uma taxa média anual de 1,00%, enquanto no Brasil foi de 1,17%, no mesmo período. Nesta década, a taxa de urbanização do município passou de 59,94% para 64,28%. Em 2010 viviam, no município, 22.216 pessoas.

Entre 1991 e 2000, a população do município cresceu a uma taxa média anual de 0,50%. Na UF, esta taxa foi de 1,56%, enquanto no Brasil foi de 1,63%, no mesmo período. Na década, a taxa de urbanização do município passou de 50,97% para 59,94%.

Estrutura Etária[editar | editar código-fonte]

Evolução Populacional - 2010.png

Entre 2000 e 2010, a razão de dependência no município passou de 71,80% para 55,59% e a taxa de envelhecimento, de 7,76% para 8,98%. Em 1991, esses dois indicadores eram, respectivamente, 90,87% e 7,86%. Já na UF, a razão de dependência passou de 65,43% em 1991, para 54,94% em 2000 e 45,92% em 2010; enquanto a taxa de envelhecimento passou de 4,83%, para 5,83% e para 7,36%, respectivamente.

Longevidade, mortalidade e fecundidade[editar | editar código-fonte]

Longevidade, Mortalidade e Fecundidade Municipal.png

A mortalidade infantil (mortalidade de crianças com menos de um ano de idade) no município passou de 34,6 óbitos por mil nascidos vivos, em 2000, para 21,2 óbitos por mil nascidos vivos, em 2010. Em 1991, a taxa era de 60,6. Já na UF, a taxa era de 19,7, em 2010, de 43,3, em 2000 e 67,9, em 1991. Entre 2000 e 2010, a taxa de mortalidade infantil no país caiu de 30,6 óbitos por mil nascidos vivos para 16,7 óbitos por mil nascidos vivos. Em 1991, essa taxa era de 44,7 óbitos por mil nascidos vivos.

Com a taxa observada em 2010, o Brasil cumpre uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio das Nações Unidas, segundo a qual a mortalidade infantil no país deve estar abaixo de 17,9 óbitos por mil em 2015.

Educação[editar | editar código-fonte]

Fluxo Escolar 2010.png

Proporções de crianças e jovens frequentando ou tendo completado determinados ciclos indica a situação da educação entre a população em idade escolar do estado e compõe o IDHM Educação. No município, a proporção de crianças de 5 a 6 anos na escola é de 93,06%, em 2010. No mesmo ano, a proporção de crianças de 11 a 13 anos frequentando os anos finais do ensino fundamental é de 87,58%; a proporção de jovens de 15 a 17 anos com ensino fundamental completo é de 44,53%; e a proporção de jovens de 18 a 20 anos com ensino médio completo é de 26,13%. Entre 1991 e 2010, essas proporções aumentaram, respectivamente, em 58,05 pontos percentuais, 68,44 pontos percentuais, 35,79 pontos percentuais e 17,26 pontos percentuais.

Em 2010, 74,94% da população de 6 a 17 anos do município estavam cursando o ensino básico regular com até dois anos de defasagem idade-série. Em 2000 eram 65,78% e, em 1991, 68,02%.

Dos jovens adultos de 18 a 24 anos, 5,83% estavam cursando o ensino superior em 2010. Em 2000 eram 0,56% e, em 1991, 0,35%.

Expectativa de Anos de Estudo[editar | editar código-fonte]

O indicador Expectativa de Anos de Estudo também sintetiza a frequência escolar da população em idade escolar. Mais precisamente, indica o número de anos de estudo que uma criança que inicia a vida escolar no ano de referência deverá completar ao atingir a idade de 18 anos. Entre 2000 e 2010, ela passou de 7,63 anos para 9,29 anos, no município, enquanto na UF passou de 8,56 anos para 9,54 anos. Em 1991, a expectativa de anos de estudo era de 6,32 anos, no município, e de 7,51 anos, na UF.

População Adulta[editar | editar código-fonte]

Também compõe o IDHM Educação um indicador de escolaridade da população adulta, o percentual da população de 18 anos ou mais com o ensino fundamental completo. Esse indicador carrega uma grande inércia, em função do peso das gerações mais antigas, de menor escolaridade. Entre 2000 e 2010, esse percentual passou de 20,06% para 34,05%, no município, e de 39,76% para 54,92%, na UF. Em 1991, os percentuais eram de 12,32% ,no município, e 30,09%, na UF. Em 2010, considerando-se a população municipal de 25 anos ou mais de idade, 38,97% eram analfabetos, 27,69% tinham o ensino fundamental completo, 18,26% possuíam o ensino médio completo e 2,52%, o superior completo. No Brasil, esses percentuais são, respectivamente, 11,82%, 50,75%, 35,83% e 11,27%.

Nível Por Escolaridade.png

Hierarquia Urbana[editar | editar código-fonte]

estado do Rio Grande do Norte possuí seus municípios inseridos em algum nível da Hierarquia urbana do Brasil.

Hierarquia urbana do Rio Grande do Norte

Legenda:

Metrópole global (não há)

Metrópole nacional (não há)

Metrópole regional (não há)

Capital regional A (Natal)

Capital regional B (não há)

Capital regional C (Mossoró)

Centro sub-regional A (CaicóPau dos Ferros)

Centro sub-regional B (AssuCurrais Novos)

Centro de zona A (João CâmaraMacau)

Centro de zona B (ApodiAlexandriaCanguaretamaParelhasPassa-e-FicaPatuSanta CruzSanto AntônioSão MiguelSão Paulo do PotengiUmarizal)

Veículos[editar | editar código-fonte]

O município de Santo Antônio no primeiro trimestre do ano de 2016, possuía uma frota total de 6.044 veículos. Estão distribuídos na seguinte forma:

Santo Antônio
Ciclomotor 7
Motoneta 146
motocicleta 2.995
Triciclo 1
Automóvel 2.167
Micro-ônibus 55
Ônibus 37
Reboque 26
Semi-reboque 2
Camioneta 136
Caminhão 141
Caminhão Trator 1
Caminhonete 320
Utilitário 10
Total 6.044

Cultura[editar | editar código-fonte]

Quadrantes Culturais[editar | editar código-fonte]

Santo Antônio tem a não ser a apuração dos recortes culturais da cidade. Mas pela congruência entre os afazeres foram possíveis alguns registros, imagens e histórias dignas de relato. E se a antropologia desmistifica o fato de uma cultura ser maior do que outra, há na figura do poeta popular Xexéu e na memória do escultor Chico Santeiro, as maiores relevâncias da cultura santo-antoniense, que viu nascer também o cordelista Crispiniano Neto. Mas Santo Antônio tem mais:

Mestres de Bois de Reis[editar | editar código-fonte]

O Boi de Reis mora na memória de Jaime do Nascimento, 69, desde a infância. Ele sequer lembra com quantos anos aprendeu. Nasceu junto com ele nas ruas do distrito de Redenção, a poucos quilômetros do centro de Santo Antônio. Na época, o povoado ainda se chamava Gangorra e a brincadeira do Boi era comum por lá. Hoje, está confinada na memória do mestre, já combalida após três AVC’s, ou na dos dois filhos, Hugo e Higor, de 20 e 16 anos. Ainda mantém a atividade do grupo, composto por doze integrantes, entre novos e velhos. “É difícil reunir todo mundo. O pessoal mora longe. Daqui mesmo, só meus filhos. O contramestre é de Santa Fé, outros dois são de Várzea…”. Jaime lembra poucas cantorias; duas ou três. E o grupo é prejudicado ainda pelo pouco incentivo. A última apresentação do grupo foi em São José do Campestre, ano passado.

Mestre Tião”, 72, mora na comunidade de Cajazeiras – uma comunidade quilombola distante 6 ou 7 km do centro de Santo Antônio. Ele comanda o tradicional Boi de Reis. Tradição que ficou estagnada no tempo por 40 anos. E em Cajazeiras, a tradição recai também na festa da queima do Boi (o pano, as vestimentas, mas não a carcaça). Acontece sempre em janeiro. Nasceu com a superstição de que se não queimam o boi, alguém do grupo morre naquele ano – e o grupo é formado todo ele por parentes. Foi o que mestre Tião aprendeu com seu pai, Joaquim Inácio de Oliveira.

Escultora[editar | editar código-fonte]

Dona Josefa, 74 pouco ouviu falar de Chico Santeiro. Nem segue o trabalho do maior escultor de maior projeção do Rio Grande do Norte. Sua atividade é com barro, mas relacionado à louçaria. Conjuntos para feijoada, pratos, cumbucas, vasos e toda a sorte de peças utilitárias. A produção é intensa. Segundo ela, uma média de 20 peças ao dia. O material – o barro – ela busca perto do rio, na propriedade de Manoel Emídio. E para moldar, tornear e finalizar o acabamento, usa as mãos e ferramentas rudimentares: uma pedra sabão e uma faca bastante gasta. De resto, é a queima para do produto para por à venda em feiras livres do município.

Casa da Pedra[editar | editar código-fonte]

A Casa de Pedra está situada à margem da RN-003, em terras da comunidade Jucá dos Clementes. Diz-se que a casa foi construída toda ela de pedras aparentemente de granito há 250 anos. As informações são poucas a respeito. Apenas que o construtor comprou a área a um pequeno proprietário de nome Luiz Paixão. Hoje, a casa está em ruínas, mas com a fachada em razoável conservação.

Xexéu[editar | editar código-fonte]

José Gomes Sobrinho, o Xexéu. Para integrá-lo ao conjunto de quadrantes, segue outra breve descrição: Xexeu nasceu e vive na comunidade de Lajes. O caminho até sua casa de taipa, construída por ele há 33 anos é uma sucessão de lombadas pela estrada de terra. O acesso é complicado. Por lá ele escreve e ainda trabalha na roça – atividade desde criança. Além de versos que compõem mais de 400 cordéis, também toca rabeca e viola. Conheceu os maiores nomes da cultura nordestina: Patativa do Assaré, Luiz Gonzaga e Ariano Suassuna. Este último se declara fã do poeta popular. Xexéu fuma e bebe, e aos 75 anos tem filhos com menos de 5 anos, feitos “já com água por cima da boca”. Foram 20 ao todo, mas nove já morreram. Diz não ter feito “a matemática” de quantos netos tem. Mas guarda na memória versos de dezenas de estrofes. E ainda se emociona ao recitá-los.

Pedra da Onça[editar | editar código-fonte]

Nas redondezas da região agreste do Estado, existia uma pedra rachada ao meio, com uma fenda medindo aproximadamente três metros. Contam os mais antigos que uma onça foi ferida mortalmente em pleno salto por um caçador, surgindo assim a denominação Salto da Onça, que por muito tempo denominou o povoado.

A pernambucana Ana Joaquina de Pontes comprou propriedade por lá e se estabeleceu com a família, dando início ao povoamento, em 1850. O túmulo da fundadora do município, no entanto, está encoberto por matagal próximo à fenda onde a onça teria dado o salto – hoje um terminal turístico pouco usado pela população da cidade.

Por ocasião da primeira missa do povoado, o Vigário de Goianinha (município do qual Santo Antônio foi desmembrado), Manoel Ferreira Borges, mudou o povoado para Santo Antônio. O acréscimo de Santo da Onça perseverou por força popular, unindo história e religiosidade. Mas oficialmente, o município se chama apenas Santo Antônio.[8]

Referências

  1. a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  2. FEMURN. «Distâncias dos Municípios do Rio Grande do Norte a Natal-RN». Consultado em 31 de outubro de 2010 
  3. «ESTIMATIVAS DA POPULAÇÃO RESIDENTE NOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS COM DATA DE REFERÊNCIA EM 1º DE JULHO DE 2012» (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 30 de agosto de 2011. Consultado em 31 de agosto de 2012 
  4. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 4 de setembro de 2013 
  5. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 dez. 2010 
  6. «IBGE | Cidades | Rio Grande do Norte | Santo Antônio | Histórico». cod.ibge.gov.br. Consultado em 8 de dezembro de 2015 
  7. «IBGE | Cidades | Rio Grande do Norte | Santo Antônio». cod.ibge.gov.br. Consultado em 8 de dezembro de 2015 
  8. «A poesia de Xexéu e quadrantes culturais de Santo Antônio do Salto da Onça - Portal No Ar». portalnoar.com. Consultado em 7 de setembro de 2016 
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