Apodi

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Município de Apodi
"Terra dos Índios Tapuias Paiacus" "Terra do Lajedo de Soledade" "Terra da água mineral"
Vista parcial do centro da cidade de Apodi

Vista parcial do centro da cidade de Apodi
Bandeira de Apodi
Brasão de Apodi
Bandeira Brasão
Hino
Fundação 19 de abril de 1680 (337 anos)[1]
Emancipação 23 de março de 1835 (182 anos)[1]
Gentílico apodiense
Lema "Poty, Pody, Apodi"
Padroeiro(a) Nossa Senhora da Conceição e São João Batista
Prefeito(a) Alan Silveira (PMDB)
(2017–2020)
Localização
Localização de Apodi
Localização de Apodi no Rio Grande do Norte
Apodi está localizado em: Brasil
Apodi
Localização de Apodi no Brasil
05° 39' 50" S 37° 47' 56" O05° 39' 50" S 37° 47' 56" O
Unidade federativa  Rio Grande do Norte
Mesorregião Oeste Potiguar IBGE/2008[2]
Microrregião Chapada do Apodi IBGE/2008[2]
Municípios limítrofes Governador Dix-Sept Rosado (ao norte), Felipe Guerra e Caraúbas (a leste), Umarizal e Riacho da Cruz (ao sul), Tabuleiro do Norte, Alto Santo e Potiretama (a oeste), Itaú e Severiano Melo (ao sudoeste)
Distância até a capital 342 km[3]
Características geográficas
Área 1,602 477 km² (RN: 2º)[4]
Distritos Soledade, Melancias e Córrego
População 36,323 hab. (RN: 13º) –  2017
Densidade O denominador (divisor) tem que ser um número! hab./km²
Altitude 67 m[5]
Clima Semiárido Bsh
Fuso horário [[UTC
Indicadores
IDH-M 0,639 (RN: 32°) – médio PNUD/2010[6]
PIB R$ 251 686,045 mil IBGE/2008[7]
PIB per capita R$ 14,630 58 2014/IBGE
Página oficial
Prefeitura www.prefeituradeapodi.com.br
Câmara www.camaraapodi.com

Apodi é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Norte, localizado na microrregião da Chapada do Apodi, na mesorregião do Oeste Potiguar e no Polo Costa Branca. De acordo com a estimativa realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em 2017, sua população é de 36.323 habitantes. Área territorial de 1 602,477 km². Apodi foi emancipado de Portalegre através da Resolução do Conselho Geral da Província do Rio Grande em 11 de abril de 1833.

Etimologia[editar | editar código-fonte]

Segundo o historiador e folclorista Luís da Câmara Cascudo, o nome Apodi é uma palavra de origem indígena, que teria se originado devido à Chapada do Apodi. Outros historiadores afirmam que o nome significa "coisa firme, altura unida, um planalto, uma chapada".[8]

História[editar | editar código-fonte]

Os primeiros habitantes do Apodi foram os índios Tapuias Paiacus, pertencentes ao grupo étnico cultural TARAIRIÚ. Seguido por Alonso de Hojeda, almirante de Espanha, e seus companheiros de viagem: João de la Cosa e Américo Vespúcio, que chegaram à desembocadura do rio Apodi no dia 24 de junho de 1499, tomando estas terras o nome de Missão de São João do Apodi. Por mais de século e meio ficaram estas terras abandonadas. A colonização na "Ribeira do Apodi" tivera início, com a concessão de sesmarias, em 19 de abril de 1680, aos irmãos Manoel Nogueira e sua mulher D. Maria de Oliveira Correia e seu irmão Baltazar Nogueira, que ali se estabeleceram com fazendas agropecuárias. 

Na vigência da "Sublevação Geral" dos índios potiguares e tapuias (1687-96), os irmãos Nogueira e seus familiares foram obrigados ao abandono de suas propriedades, só regressando anos depois, sendo Manoel Nogueira nomeado capitão-mor. As terras do Apodi foram bem exploradas e o local experimentou vivo surto de desenvolvimento, devido à catequese dos índios paiacus, aldeados na "Aldeia do Apodi", que foi núcleo originário da atual cidade. Em 1761, foi extinta a Missão do Apodi, transferidos os índios, criada a Freguesia das Várzeas do Apodi, com sede na antiga missão. O Município surgiu em 1833, desmembrado do de Portalegre. 

A criação do Distrito data de 1766. O Município, criou-o, com território desmembrado de Portalegre, a Resolução do Conselho do Governo da Província, de 11 de abril de 1833, confirmada pela Lei provincial n.° 18, de 23 de março de 1835. Apodi obteve foros de Cidade pela Lei provincial n.° 988, de 5 de março de 1887. É sede de Comarca, de segunda entrância com 4 termos: Felipe Guerra, Severiano Melo; Rodolfo Fernandes e Itaú. 

Geografia[editar | editar código-fonte]

Município de Apodi, em vermelho, e vizinhos, em azul (Rio Grande do Norte) e verde (Ceará).

O município de Apodi está localizado na microrregião da Chapada do Apodi e mesorregião do Oeste Potiguar, no estado do Rio Grande do Norte, Região Nordeste do Brasil,[2] distante 342 km de Natal, capital estadual,[3] e 1 940 km de Brasília, capital federal.[9] Ocupa uma área de 1 602,477 km²,[4] sendo o segundo maior município do estado em tamanho territorial, atrás apenas de Mossoró. Limita-se com os municípios de Governador Dix-Sept Rosado e Felipe Guerra ao norte; Umarizal, Itaú e Severiano Melo ao sul; Caraúbas e Felipe Guerra a leste; Severiano Melo, Itaú e o estado do Ceará (Tabuleiro do Norte, Alto Santo e Potiretama) a oeste.[10]

O relevo do município, com altitudes inferiores a cem metros, está inserido na Chapada do Apodi, que abrange terras planas com tendência ligeira à elevação, formadas por sedimentos cortados pelo rio Apodi/Mossoró, e na Depressão Sertaneja-São Francisco, que compreende uma série terrenos de menor altitude, de transição entre o Planalto da Borborema e a Chapada do Apodi. Apodi está situado em uma área de abrangência de terrenos da Bacia Potiguar e do embasamento cristalino. Na sede encontram-se rochas da Formação Açu, formadas durante a Idade Cretácea Inferior, há cerca de 120 milhões de anos. Nos vales dos leitos dos Rios Apodi e Umari encontram-se as planícies fluviais, formadas por depósitos aluvionares compostos de areias e cascalhos e sujeitas a inundações. No norte do município encontram-se rochas sedimentares formadas por calcário, com idade aproximadamente de oitenta milhões de anos, formadas durante a Idade Cretácea Superior. No sul localizam-se as rochas do embasamento cristalino, formadas na Idade Pré-Cambriana, há aproximadamente um bilhão de anos.[10]

O município abriga o Sítio Arqueológico do Lajedo de Soledade, que abrange um conjunto de cavernas e fendas com pinturas rupestres. Outros sítios arqueológicos são Lajerim dos Porcos, Mendonça, Ponta Lage e Tanque do Gado.[10]

Solos[editar | editar código-fonte]

Os tipos de solo predominantes são o cambissolo eutrófico, característico de terrenos planos, apresentando textura formada por argila, alto nível de fertilidade e drenagem entre boa e moderada; o podzólico vermelho amarelo equivalente eutrófico, em áreas de relevo suave e ondulada, com fertilidade entre média a alta, textura média e drenagem entre boa e moderada; e a rendzina, altamente fértil, argiloso e nível de drenagem entre imperfeito e moderada.[10] Também existem os solos aluvionais, o luvissolo ou bruno não cálcico, o regossolo e o vertissolo.[11]

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

Parede do sangradouro da Barragem de Santa Cruz, o segundo maior reservatório do Rio Grande do Norte.

Apodi possui todo o seu território inserido na bacias hidrográficas do rio Apodi-Mossoró, que banha o município. O Rio Umari, afluente do Rio Apodi, também corta o município. Os principais riachos são: da Barra, João Dias e Melancias.[10] O principal reservatório é a Barragem Governador Aluizio Alves, tamém conhecida como Barragem de Santa Cruz, com capacidade para 599 712 000 de metros cúbicos de água (m³) e o segundo maior do Rio Grande do Norte, atrás apenas da Barragem Armando Ribeiro Gonçalves, em Assu. Foi construído entre 1999 e 2002, sendo que sua bacia hidrográfica cobre uma área de 4 264 km².[12][13] Outros reservatórios, com capacidade igual ou superior a 100 000 m³, são Melancias (1 000 000 m³), Arção (800 000 m³), Lagoa Rasa (500 000 m³), Carnaúba Seca (116 000 m³), Mulungu (100 000 m³) e Boa Vista (100 000 m³).[10]

Fauna[editar | editar código-fonte]

A vegetação é formada pela caatinga hiperxerófila, com espécies de plantas de pequeno porte adaptadas a longos períodos secos, como o facheiro, o faveleiro, a jurema-preta, o marmeleiro, o mufumbo e o xique-xique, além de cactáceas. Há também o carnaubal, cuja espécie predominante é a carnaúba. O município possui ainda três áreas de conservação ambiental, sendo que a maior delas é Soledade, com área de 1 081 ha, seguida pela Aurora da Serra (362 ha) e pela Lagoa do Clementino (253,7 ha).[10]

Clima[editar | editar código-fonte]

O clima de Apodi é semiárido, do tipo Bsh na classificação climática de Köppen-Geiger, cujas principais características são a baixa nebulosidade, a forte insolação e as elevadas temperaturas, o que ocasiona em elevados índices de evaporação e grande déficit hídrico. As chuvas se encontram em um curto período de tempo, de maneira bastante irregular.[14][15][16]

Maiores acumulados de precipitação em 24 horas
registrados em Apodi por meses (INMET)[17]
Mês Acumulado Data Mês Acumulado Data
Janeiro 97,6 mm 15/01/1987 Julho 76,2 mm 07/07/1988
Fevereiro 102 mm 18/02/2017 Agosto 66,9 mm 02/08/2000
Março 107,6 mm 27/03/1987 Setembro 24,9 mm 05/09/1978
Abril 126,2 mm 26/04/1979 Outubro 26,4 mm 20/10/2011
Maio 152,8 mm 05/05/1975 Novembro 19,2 mm 04/11/2013
Junho 61 mm 22/06/2013 Dezembro 67,6 mm 29/12/1967
Período: 1963 a 1970, 1973 a 1990 e a partir de 1997.

A temperatura média compensada anual é de 27 °C,[18] sendo a mínima média de 24 °C[19] e a máxima média de 34 ºC.[20] Com média de precipitação é de 893 milímetros (mm), novembro é o mês mais seco (3 mm) e março o mês mais chuvoso (238 mm).[21] A umidade relativa do ar é de 67 %,[22] e o tempo de insolação de aproximadamente 3 040 horas por ano, um dos mais altos do Brasil.[23]

Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), referentes ao período de 1963 a 1970, 1973 a 1990 e a partir de 1997, a menor temperatura já registrada em Apodi foi de 15,2 ºC em 1° de setembro de 1975 e a maior atingiu os 40 ºC em 7 de dezembro de 1966.[24] O maior acumulado de precipitação em 24 horas foi de 152,8 mm em 5 de maio de 1975. Outros grandes acumulados foram 126,2 mm em 26 de abril de 1979, 118,3 mm em 26 de abril de 1985, 107,6 mm nos dias 27 de março de 1987 e 8 de março de 2006, 105,4 mm em 15 de abril de 2000, 102 mm em 18 de fevereiro de 2017, 101,4 mm milímetros em 9 de fevereiro de 1966, 101,3 mm em 23 de abril de 2009, 100,2 mm em 28 de fevereiro de 2011 e 100 mm em 5 de março de 2002.[17] Em abril de 1985 foi registrado o maior acumulado total de precipitação em um mês, de 501,3 mm.[25] O menor índice de umidade relativa do ar foi de 12%, na tarde de 11 de setembro de 2002.[26]

Dados climatológicos para Apodi
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima absoluta (°C) 39,4 38,5 38,4 37,2 36,7 36,1 36,6 37,5 38,2 39,3 39 40 40
Temperatura máxima média (°C) 35,4 34,4 33,1 32,3 32,2 32,1 32,2 33,8 35,3 36,1 36,1 35,9 34,1
Temperatura média compensada (°C) 28,1 27,3 26,4 26,8 26,3 26,2 26 26,7 27,3 27,9 28 27,9 27,1
Temperatura mínima média (°C) 23,6 23,5 23,5 23,6 23,1 22,3 21,9 21,5 22,1 22,5 22,8 23,2 22,8
Temperatura mínima absoluta (°C) 19,9 19,3 20,4 20,4 19,7 17,7 17,2 17,4 15,2 17,2 18,6 19,6 15,2
Precipitação (mm) 61,4 110,2 238 201,5 121,7 64,8 54,3 6,4 4,4 3,5 3,1 23,7 893
Dias com precipitação (≥ 1 mm) 5 9 15 15 11 7 5 1 1 1 1 2 73
Umidade relativa compensada (%) 64 69 75 77 75 72 67 63 60 58 59 62 66,8
Horas de sol 245,9 212,2 222,1 212,5 243 237,6 247,6 283,2 283,5 302,5 283,6 267,4 3 041,1
Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (normal climatológica de 1961-1990;[18][20][19][21][27][23][22] recordes de temperatura de 1963 a 1970, 1973 a 1990 e a partir de 1997).[24]

Economia[editar | editar código-fonte]

De acordo com dados do IPEA do ano de 1996, o PIB era estimado em R$ 17,44 milhões, sendo que 37,8% correspondia às atividades baseadas na agricultura e na pecuária, 3,1% à indústria e 59,0% ao setor de serviços. O PIB per capita era de R$ 573,43.

Em 2002, conforme estimativas do IBGE, o PIB havia evoluído para R$ 132,34 milhões e o PIB per capita para R$ 3.777,00.

Produção agrícola[editar | editar código-fonte]

IBGE (2002)
Lavoura Quantidade produzida (ton.) Valor da produção (R$ mil) Área plantada (ha.) Área colhida (ha.) Rendimento médio (kg/ha.)
Algodão herbáceo (em caroço) 6.437 1.608 4.000 4.000 600
Arroz (em casca) 2.844 1.991 800 800 3.555
Banana 1.295 70 70 18.500
Cana-de-açúcar 300 60 12 12 25.000
Coco-da-baía 86 (mil frutos) 30 20 20 4.300 frutos/ha.
Feijão (em grão) 1.401 1.009 4.400 3.080 454
Limão 10 3 1 1 10.000
Mamão 600 108 10 10 60.000
Manga 600 240 50 50 12.000
Milho (em grão) 3.000 1.200 4.000 4.000 750

Pecuária[editar | editar código-fonte]

IBGE (2002)
Rebanho Efetivo (cabeças)
Bovino 13.090
Suíno 4.287
Eqüinos 1.850
Asininos (jumentos) 2.950
Muares (mulas) 790
Ovinos 12.300
Galinhas 26.599
Galos, frangas, frangos e pintos 27.070
Caprinos 33.395
Vacas ordenhadas 2.600
IBGE (2002)
Gênero Produção
Leite de vaca 1.520 (mil litros)
Ovos de galinha 115 (mil dúzias)
Mel de abelha 86.350 kg

Turismo[editar | editar código-fonte]

Lajedo de Soledade, um dos sítios arqueológicos mais importantes do Brasil.

O Sítio Arqueológico do Lajedo de Soledade, um dos sítios arqueológicos mais importantes do Brasil, está localizado na Chapada do Apodi região Oeste do Rio Grande do Norte, em Apodi, a 80 km de Mossoró. Já foi tema de documentário na BBC de Londres, Reino Unido. Ocupou páginas de revistas e jornais de circulação nacional e internacional. Foi tema de inúmeras reportagens na TV e em vários outros veículos de comunicação do Brasil. 

De acordo com a Fundação dos Amigos do Lajedo de Soledade (Fals), entidade que mantém o local, o lugar chega a receber cerca de 7 mil visitantes por ano, onde dos quais a maioria são estudantes, professores, pesquisadores e cientistas. O sítio arqueológico por milhões de anos já foi mar e, por isso, é possível encontrar animais marinhos fossilizados na região do Lajedo, como ostras, caramujos, estrelas e ouriços-do-mar, de 90 milhões de anos. Segundo pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), foram encontrados fósseis de animais pré-históricos, como o bicho-preguiça, tatus gigantes, mastodontes e tigres-de-dente-desabre que viviam no Nordeste no período Glacial, além de pinturas rupestres. O Lajedo conta com um museu, o acervo é composto por painéis fotográficos, maquetes e utensílios de pedras usados pelos índios que habitavam a região.

Religião[editar | editar código-fonte]

Igreja Matriz de e Nossa Senhora da Conceição e São João Batista.

Na Igreja Católica, as festas religiosas tradicionais em Apodi são: a de São João Batista, realizada em 24 de junho, e a de Nossa Senhora da Conceição, celebrada no dia 08 de dezembro. Apodi apresenta, desse modo, particularidade de possuir dois padroeiros. Além da religião católica, o município possui várias Igrejas Evangélicas, ainda conta também com o Centro Espírita Nova Vida.

Espetáculo "O Auto de São João Batista".

Eventos

Durante a programação dos festejos alusivos ao padroeiro São João Batista, destaca-se o espetáculo "O Auto de São João Batista", um dos maiores espetáculos a céu aberto do Estado. O auto é uma apresentação teatral que aborda como temática o martírio: vida e morte do santo padroeiro da paróquia de Apodi, São João Batista. O elenco é formado por artistas apodienses da Associação Raimunda Dantas (ARD) e, ocorre anualmente entre os dias 19 e 20 de junho, no adro da igreja matriz de Apodi.

Dados estatísticos[editar | editar código-fonte]

Educação[editar | editar código-fonte]

IBGE (2003)
Ensino Alunos matriculados Professores
Fundamental 6.942 361
Médio 1.847 92
  • Analfabetos com mais de quinze anos: 33,16% (IBGE, Censo 2000).

IDH[editar | editar código-fonte]

PNUD (2000)
IDH 1991 2000
Renda 0,486 0,520
Longevidade 0,579 0,717
Educação 0,570 0,724
Total 0,545 0,654

Saneamento urbano[editar | editar código-fonte]

IBGE (2000)
Serviço Domicílios (%)
Água 84,1%
Esgoto sanitário 0,8%
Coleta de lixo 96,0%

Saúde[editar | editar código-fonte]

Bairros[editar | editar código-fonte]

  • Centro
  • Baixa do CAIC
  • Bacural I
  • Bacural II
  • Betel
  • Bicentenário
  • Bico Torto
  • Cruz de Almas
  • Cohab
  • Garilândia
  • Independência
  • IPE
  • Lagoa Seca
  • Malvinas
  • Portal da Chapada
  • Pody dos Encantos
  • São João
  • São José
  • São Sebastião
  • São Vicente
  • Timbaúba do Campo
  • Teimosos

Museus[editar | editar código-fonte]

  • Museu Rural do Lajedo de Soledade
  • Museu do Índio Luiza Cantofa

Comunidades Rurais e Distritos[editar | editar código-fonte]

Atualmente existe dois(3) distritos em Apodi: os distritos de Soledade[28] e Melancias[29], criados no ano de 1997, e o Distrito de Córrego[30] criado no dia 09 de maio de 2017.

Outras comunidades de destaque em Apodi são:

  • Sítio do Góis
  • Sitio Santa Cruz
  • Sitio Santa Rosa

Referências

  1. a b Dados gerais do município de Apodi
  2. a b c «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  3. a b «Distância entre Natal e Apodi». Consultado em 2 de setembro de 2014 
  4. a b «Área Territorial Brasileira - Consulta por Município». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 15 de janeiro de 2014. Consultado em 2 de setembro de 2014 
  5. Embrapa Monitoramento por Satélite. «Rio Grande do Norte». Consultado em 27 de julho de 2011. Cópia arquivada em 27 de fevereiro de 2011 
  6. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 31 de agosto de 2013 
  7. «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 dez. 2010 
  8. Caubi (18 de abril de 2014). «Dados históricos de Apodi». Prefeitura de Apodi. Consultado em 2 de setembro de 2014. [http://archive.is/9JSPX Cópia arquivada em 2 de setembro de 2014] Verifique valor |arquivourl= (ajuda) 
  9. «Distância entre Brasília e Apodi». Consultado em 2 de setembro de 2014 
  10. a b c d e f g «APODI» (PDF). Instituto de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente. 2008. Consultado em 2 de setembro de 2014. Cópia arquivada em 2 de setembro de 2014 
  11. «Mapa Exploratório-Reconhecimento de solos do município de Apodi, RN» (PDF). Levantamento Exploratório - Reconhecimento de Solos do Estado do Rio Grande do Norte. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. 1971. Consultado em 2 de setembro de 2014. Cópia arquivada em 2 de setembro de 2014 
  12. «Situação Volumétrica - Todo o Estado». Secretaria do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos. Consultado em 2 de setembro de 2014 
  13. «Ficha Técnica do Reservatório Santa Cruz do Apodi». Secretaria do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos. Consultado em 2 de setembro de 2014. [http://archive.is/5Usaa Cópia arquivada em 2 de setembro de 2014] Verifique valor |arquivourl= (ajuda) 
  14. «Municípios localizados no Semi-árido». Banco do Brasil. Consultado em 22 de agosto de 2014 
  15. «Clima». Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Consultado em 22 de junho de 2014. Cópia arquivada em 1 de novembro de 2014 
  16. «O Semiárido». Consultado em 22 de agosto de 2014 
  17. a b «BDMEP - Série Histórica - Dados Diários - Precipitação (mm) - Apodi». Banco de Dados Meteorológicos para Ensino e Pesquisa. Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 22 de agosto de 2014 
  18. a b «Temperatura Média Compensada (°C)». Instituto Nacional de Meteorologia. 1961–1990. Consultado em 9 de maio de 2014. Cópia arquivada em 4 de maio de 2014 
  19. a b «Temperatura Mínima (°C)». Instituto Nacional de Meteorologia. 1961–1990. Consultado em 9 de maio de 2014. Cópia arquivada em 4 de maio de 2014 
  20. a b «Temperatura Máxima (°C)». Instituto Nacional de Meteorologia. 1961–1990. Consultado em 9 de maio de 2014. Cópia arquivada em 4 de maio de 2014 
  21. a b «Precipitação Acumulada Mensal e Anual (mm)». Instituto Nacional de Meteorologia. 1961–1990. Consultado em 9 de maio de 2014. Cópia arquivada em 4 de maio de 2014 
  22. a b «Umidade Relativa do Ar Média Compensada (%)». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 9 de maio de 2014. Cópia arquivada em 4 de maio de 2014 
  23. a b «Insolação Total (horas)». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 9 de maio de 2014. Cópia arquivada em 4 de maio de 2014 
  24. a b «BDMEP - Série Histórica - Dados Diários - Temperatura Máxima (°C) e Temperatura Mínima (°C) - Apodi». Banco de Dados Meteorológicos para Ensino e Pesquisa. Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 22 de agosto de 2014 
  25. «BDMEP - Série Histórica - Dados Mensais - Precipitação Total (mm) - Apodi». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 22 de agosto de 2014 
  26. «BDMEP - Série Histórica - Dados Horários - Umidade Relativa (%) - Apodi». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 22 de agosto de 2014 
  27. «Número de Dias com Precipitação Maior ou Igual a 1 mm (dias)». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 9 de maio de 2014. Cópia arquivada em 4 de maio de 2014 
  28. «Lei nº 284/97 — Camara Municipal de Apodi - RN» (PDF). www.cmapodi.rn.gov.br. Consultado em 15 de janeiro de 2017 
  29. «Lei nº 275/97 — Camara Municipal de Apodi - RN» (PDF). www.cmapodi.rn.gov.br. Consultado em 15 de janeiro de 2017 
  30. «Prefeitura Municipal de Apodi». www.diariomunicipal.com.br. Consultado em 5 de junho de 2017 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]