Macau (Rio Grande do Norte)

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Macau
  Município do Brasil  
Símbolos
Bandeira de Macau
Bandeira
Brasão de armas de Macau
Brasão de armas
Hino
Apelido(s) "Terra do Sal"
Gentílico macauense
Localização
Macau está localizado em: Brasil
Macau
Localização de Macau no Brasil
Mapa de Macau
Coordenadas 5° 06' 54" S 36° 38' 02" O
País Brasil
Unidade federativa Rio Grande do Norte
Região intermediária[1] Mossoró
Região imediata[1] Açu
Municípios limítrofes Guamaré (L), Porto do Mangue (NO), Afonso Bezerra (SO), Pedro Avelino (SE), Pendências (O)
Distância até a capital 182 km
História
Fundação 1875 (147 anos)
Aniversário 9 de setembro
Administração
Prefeito(a) José Antônio de Menezes Sousa (DEM, 2021 – 2024)
Características geográficas
Área total [2] 775,302 km²
População total (est. IBGE/2021[2]) 32 260 hab.
 • Posição RN: 17º
Densidade 41,6 hab./km²
Clima Semiárido (Bsh)
Fuso horário Hora de Brasília (UTC−3)
Indicadores
IDH (PNUD/2010[3]) 0,665 médio
 • Posição RN: 13°
PIB (IBGE/2018[4]) R$ 759 120,34 mil
PIB per capita (IBGE/2018[4]) R$ 24 034,97

Macau é um município brasileiro no estado do Rio Grande do Norte, localizado no Polo Costa Branca. De acordo com o IBGE, no ano 2021 sua população era estimada em 32.260 habitantes. Macau possui uma área territorial de 775.302 km² e está localizada a 175 km da capital do estado, Natal.

Suas origens remontam ao início do século XIX, quando ainda era conhecida por ilha de Manoel Gonçalves — região já colonizada para a produção de sal. O município está numa região produtora de sal marinho (uma das principais do Brasil), petróleo e de pescados, sendo um dos maiores produtores nacionais de sardinha. Macau é bastante conhecida na região por seu carnaval, o que atrai visitantes de quase todo o estado do Rio Grande do Norte.

Topônimo[editar | editar código-fonte]

Seu nome atual deriva de A-man-gao ("baía de Ama"), expressão chinesa que deu o nome à então colônia Portuguesa de Macau, hoje parte da China. Segundo Câmara Cascudo, Macau, no Rio Grande do Norte, tem este nome em razão das semelhanças geográficas com a ex-colônia portuguesa na China. Entretanto, há uma controvérsia em realização à origem do topônimo. Segundo Getúlio Moura, em seu livro "Um Rio Grande e Macau", o nome Macau tem origem nas araras vermelhas que habitavam a região do Vale do Açu, cujos habitantes indígenas chamavam de "Macaw". No livro de Getúlio Moura há mapas da região com figuras das citadas araras que originaram o nome atual do município.

Geografia[editar | editar código-fonte]

De acordo com a divisão do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) vigente desde 2017,[5] Macau pertence à região geográfica intermediária de Mossoró e à região imediata de Açu.[1] Até então, com a vigência das divisões em microrregiões e mesorregiões, fazia parte da microrregião de Macau, que por sua vez estava incluída na mesorregião Central Potiguar.[6] Está a 182 km de Natal, capital estadual,[7] e a 2 351 km quilômetros de Brasília, capital federal.[8]

Banhado pelo Oceano Atlântico a norte, Macau possui a maior costa litorânea dentre os municípios potiguares, com 39,77 km de praias.[9] Limita-se com Afonso Bezerra, Pendências e Pedro Avelino a sul; Guamaré e novamente Pedro Avelino a leste e a oeste Carnaubais, Porto do Mangue e Pendências.[10] Ocupa uma área territorial de 775,302 km²[2] (1,4681% da superfície estadual), dos quais 2,886 km² em área urbana.[11]

O relevo do município, com altitudes inferiores a cem metros, é formado pela planície costeira, caracterizada pela presença de dunas de areia e quartzo modeladas pela ação eólica, e sucedida pelos tabuleiros costeiros ou planaltos rebaixados. A maior parte de Macau, incluindo a área costeira, está inserido no Grupo Barreiras, constituído por arenitos intercalados por argila, provenientes do período Terciário, há cerca de trinta milhões de anos. No estuário do rio Piranhas-Açu está a planície fluviomarinha, constituída pelos aluviões, onde estão as áreas de extração de sal. Na parte sul do município encontram-se tanto as rochas calcárias da formação Jandaíra quanto os arenitos da Formação Tibau.[10]

A maior parte dos solos de Macau são arenosos, pouco férteis e bastante drenados, caracterizando as areias quartzosas ou neossolos. Por outro lado, no estuário do rio Piranhas-Açu estão os gleissolos ou solochak solonétzicos, altamente salinos e bastante mal drenados, cobertos por manguezais e espécies herbáceas e rasteiras (halóficas), adaptadas à salinidade.[10] Além destes, existem também áreas menores de cambissolo, latossolo (do tipo vermelho amarelo equivalente eutrófico) e luvissolo,[12] este último chamado de podzólico vermelho amarelo equivalente eutrófico na antiga classificação brasileira de solos.[13]

Com exceção da costa, onde estão as restingas, e dos gleissolos, o solo macauense é coberto por uma vegetação xerófila de pequeno porte, a caatinga, que perde suas folhas na estação seca, existindo também áreas de carnaubeira, de porte maior.[10] Parte do município está inserido na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Estadual Ponta do Tubarão, criada em 18 de julho de 2003 pela lei estadual nº 8 349,[14] cobrindo uma área de cerca de treze mil hectares em Macau e Guamaré.[15]

Macau possui parte seu território na faixa litorânea norte de escoamento difuso e o restante na bacia hidrográfica do Rio Piranhas–Açu,[16] cuja foz se localiza próximo à cidade.[17] Os outros rios que passam pelo município são Amargoso, Camurupim e dos Cavalos, além dos riachos Baixa do Tamanduá, Manoel Casado, Pau-Florado e da Oiticica.[18]

Clima[editar | editar código-fonte]

Maiores acumulados de precipitação em 24 horas
registrados em Macau por meses (INMET)[19][20]
Mês Acumulado Data Mês Acumulado Data
Janeiro 104 mm 22/01/2016 Julho 54 mm 16/07/2011
Fevereiro 86,6 mm 11/02/1985 Agosto 29 mm 19/08/1969
Março 112,7 mm 16/03/1982 Setembro 20,6 mm 18/09/1974
Abril 148,3 mm 05/04/1985 Outubro 5,4 mm 19/10/1965
Maio 63,1 mm 23/05/1985 Novembro 25,6 mm 30/11/1978
Junho 70 mm 19/06/1965 Dezembro 53,7 mm 30/12/1967
Período: 1961 a 1970, 1973 a 1985 e 1994 a 2018

Mesmo localizado no litoral, o clima de Macau é semiárido, do tipo Bsh na classificação climática de Köppen-Geiger,[10] com temperaturas médias mensais em torno dos 28 °C e índice pluviométrico de pouco mais de 500 milímetros (mm) anuais, um dos mais baixos do país, concentrados em poucos meses, sendo o pico observado em março e abril. O tempo de insolação é de aproximadamente 2 600 horas/ano.[21]

Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), referentes ao período de 1961 a 1970, 1973 a 1985 e 1994 a 2018, a menor temperatura registrada em Macau foi de 17,3 °C em julho de 1964, nos dias 16 e 17, e a maior atingiu 38,9 °C em 3 de março de 2013.[19][22] O maior acumulado de precipitação em 24 horas chegou a 148,3 mm em 5 de abril de 1985. Outros acumulados iguais ou superiores a 100 mm foram: 125 mm em 9 de abril de 1985, 124,4 mm em 17 de abril de 1985, 113,5 mm em 3 de abril de 2008, 112,7 mm em 16 de março de 1982, 105,8 mm em 31 de março de 1967, 104 mm em 22 de janeiro de 2016 e 100,8 mm em 13 de abril de 1964. O mês mais chuvoso da série histórica foi abril de 1985, com 622,5 mm. O ano de 1985 também foi o ano mais chuvoso, com 1 780,6 mm.[19][20]

Dados climatológicos para Macau
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima recorde (°C) 37 37,9 38,9 36,8 37,1 36,9 36,3 37 37,8 37,8 38 37,9 38,9
Temperatura máxima média (°C) 31,8 32,1 32 32,2 32,3 32 32,1 32,8 33,1 32,6 32,3 32 32,3
Temperatura mínima média (°C) 24,7 24,9 25 24,7 24,5 23,4 22,8 22,6 23,1 23,6 24,2 24,4 24
Temperatura mínima recorde (°C) 19,3 18 19,8 20,1 19,2 18 17,3 18 17,9 18,2 18,5 19,4 17,3
Precipitação (mm) 44,6 58,6 126,5 135,9 73,2 34,6 22,9 10,4 2,2 0,9 2,2 6,4 518,4
Dias com precipitação (≥ 1 mm) 4 5 10 11 7 6 3 2 1 1 0 1 51
Umidade relativa compensada (%) 73,3 75,5 77,2 78,5 75,2 73,6 68,9 67,5 66,7 67,4 69,8 70,9 72
Horas de sol 221,3 187,2 189,3 178,6 177,5 175,7 183,5 229,8 251,6 271,4 273,6 243,9 2 583,4
Fonte: INMET (normal climatológica de 1981-2010;[21] recordes de temperatura: 01/01/1961 a 31/12/1970, 01/05/1973 a 31/12/1984 e 01/01/1994 a 31/12/2018)[19][22]

Demografia[editar | editar código-fonte]

Crescimento populacional
Censo Pop.
18723 941
19008 139
192014 67080,2%
194019 64433,9%
195023 55319,9%
196018 147−23,0%
197025 80042,2%
198024 078−6,7%
199125 9857,9%
200025 700−1,1%
201028 95412,7%
Est. 202132 260[2]11,4%
Fonte: IBGE[23]

No último censo demográfico, Macau era o décimo-sétimo município mais populoso do Rio Grande do Norte e a 1 093ª colocação no Brasil, com uma população de 28 594 habitantes,[2] a maior parte urbana (75,87%),[24] com uma densidade demográfica de 36,74 hab/km².[2] Da população total, 51,02% eram do sexo feminino e 48,36% do sexo masculino,[24] resultando em uma razão de 96 homens para cada cem mulheres.[25] Quanto à faixa etária, 68,16% tinham entre 15 e 64 anos, 23,98% abaixo de quinze anos e 7,86% 65 anos ou mais.[26]

Na pesquisa de autodeclaração do censo, 55,45% dos moradores eram pardos, 30,06% brancos, 13,13% pretos e 1,37% amarelos.[27] Quanto à nacionalidade, todos os habitantes eram brasileiros natos,[28] dos quais 67,79% naturais do município (dos 94,72% nascidos no estado).[29] Dentre os brasileiros naturais de outras unidades da federação, os estados com o maior percentual de residentes eram o Ceará (1,03%), a Paraíba (0,81%) e a Bahia (0,69%), havendo também nascidos em outros quinze estados.[30]

Ainda segundo o mesmo censo, 72,72% dos residentes eram católicos apostólicos romanos, 16,08% evangélicos e 8,47% não tinham religião; outros 0,04% não sabiam sua preferência religiosa e as demais denominações somavam 2,69%.[31] Na Igreja Católica, a padroeira de Macau é Nossa Senhora da Conceição, cuja paróquia foi criada em 19 de agosto de 1854.[32] Também existem alguns credos protestantes ou reformados, sendo a Assembleia de Deus e a Igreja Batista as principais denominações.[31]

O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M) do município é considerado médio, de acordo com dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Segundo dados do relatório de 2010, divulgados em 2013, seu valor era 0,665, estando na décima-terceira posição a nível estadual e na 2 776ª colocação a nível nacional. Considerando-se apenas o índice de longevidade, seu valor é 0,792, o valor do índice de renda é 0,650 e o de educação 0,572. No mesmo ano, 80,41% da população viviam acima da linha de pobreza, 10,93% entre as linhas de indigência e de pobreza e 8,66% abaixo da linha de indigência. No mesmo ano, os 20% mais ricos detinham 53,76% do rendimento total municipal, enquanto os 20% mais pobres apenas 3,6%, sendo o índice de Gini, que mede a desigualdade social, igual a 0,508.[33][34]

Política e administração[editar | editar código-fonte]

Quando se tornou município, em 1847, Macau teve o coronel Jerônimo Cabral como o primeiro intendente municipal.[35] O primeiro prefeito, após a criação do cargo em 1928, foi Armando China, que desde 1923 era intendente municipal, governando o município até 1930.[36] O atual é José Antônio de Menezes Sousa, do Democratas (DEM), eleito em novembro de 2020 com 56,54% dos votos válidos[37] e empossado em 1° de janeiro de 2021.[38] A sede da prefeitura de Macau é o Palácio João Melo.[39]

O prefeito exerce o poder executivo e é auxiliado pelos secretários municipais. A administração do município também se dá pelo poder legislativo, representado pela câmara municipal, formada por treze vereadores. Cabe à casa legislativa, dentre suas atribuições, elaborar e votar leis fundamentais à administração e ao executivo, especialmente o orçamento municipal. Tanto o prefeito quanto os vereadores são eleitos pelo voto direto para mandatos de quatro anos. O município se rege por lei orgânica, promulgada em 3 de abril de 1990 e atualizada por emendas posteriores, a primeira em 1991.[40]

Existem também alguns conselhos municipais em atividade, sendo alguns deles: Alimentação Escolar, Assistência Social, Cultura, Direitos da Criança e do Adolescente, Educação, FUNDEB, Habitação, Meio Ambiente, Saúde e Tutelar.[41][42][43] Macau possui uma comarca do poder judiciário estadual, de entrância intermediária, cujos termos são Galinhos e Guamaré.[44] Pertence à trigésima zona eleitoral do Rio Grande do Norte, possuindo, em dezembro de 2020, 22 040 eleitores, de acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), equivalente a 0,904% do eleitorado potiguar.[45]

Feriados municipais[editar | editar código-fonte]

Os seguintes dias são feriados no município de Macau[46]:

  • 15 de Agosto – Dia de N. S. dos Navegantes
  • 09 de Setembro – Emancipação Política do Município Cível
  • 08 de Dezembro – Padroeira Nossa Sra. da Conceição

Referências

  1. a b c Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2017). «Base de dados por municípios das Regiões Geográficas Imediatas e Intermediárias do Brasil». Consultado em 10 de fevereiro de 2018 
  2. a b c d e f IBGE. «Brasil / Rio Grande do Norte / Macau». Consultado em 15 de julho de 2021 
  3. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2010). «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil» (PDF). Atlas do Desenvolvimento Humano do Brasil. Consultado em 6 de agosto de 2013 
  4. a b IBGE. «Produto Interno Bruto dos Municípios 2018». Consultado em 3 de janeiro de 2021 
  5. IBGE (2017). «Divisão Regional do Brasil». Consultado em 29 de março de 2019. Cópia arquivada em 19 de setembro de 2017 
  6. IBGE (2016). «Divisão Territorial Brasileira 2016». Consultado em 29 de março de 2019 
  7. «Distância de Macau a Natal». Consultado em 13 de junho de 2014 
  8. «Distância de Macau a Brasília». Consultado em 13 de junho de 2014 
  9. IBGE (2020). «Anuário Estatístico do Brasil» (PDF). Consultado em 16 de julho de 2021. Cópia arquivada (PDF) em 6 de julho de 2021 
  10. a b c d e Instituto de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente (IDEMA-RN) (2008). «Macau» (PDF). Consultado em 13 de junho de 2014. Cópia arquivada (PDF) em 3 de março de 2016 
  11. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) (2015). «Áreas Urbanas no Brasil em 2015». Consultado em 16 de julho de 2021 
  12. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) (1971). «Mapa Exploratório-Reconhecimento de solos do município de Macau, RN» (PDF). Consultado em 16 de julho de 2021. Cópia arquivada (PDF) em 16 de julho de 2021 
  13. JACOMINE, 2008, p. 177.[1]
  14. «Lei 8.349 de 18 de julho de 2003» (PDF). Consultado em 16 de julho de 2021 
  15. «Reserva de Desenvolvimento Sustentável Estadual Ponta do Tubarão». 26 de janeiro de 2017. Consultado em 16 de julho de 2021 
  16. «Bacias hidrográficas». Consultado em 13 de junho de 2014. Cópia arquivada em 8 de março de 2014 
  17. «A bacia». Consultado em 16 de julho de 2021. Cópia arquivada em 7 de março de 2021 
  18. Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (2005). «Diagnóstico do município de Macau» (PDF). Consultado em 16 de julho de 2021. Cópia arquivada (PDF) em 16 de julho de 2021 
  19. a b c d INMET. «Banco de Dados Meteorológicos». Consultado em 15 de julho de 2020 
  20. a b Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN). «Código da Estação: 00536004». Agência Nacional de Águas (ANA). Consultado em 16 de julho de 2021 
  21. a b INMET. «NORMAIS CLIMATOLÓGICAS DO BRASIL». Consultado em 24 de março de 2018 
  22. a b INMET. «Estação: MACAU (A317)». Consultado em 15 de julho de 2020 
  23. IBGE. «Evolução da população, segundo os municípios» (PDF). Consultado em 15 de julho de 2021 
  24. a b IBGE (2010). «Tabela 608 - População residente, por situação do domicílio e sexo - Sinopse». Consultado em 15 de julho de 2021 
  25. IBGE (2010). «Razão de sexo, população de homens e mulheres, segundo os municípios – 2010». Consultado em 15 de julho de 2021 
  26. «Macau, RN». Consultado em 15 de julho de 2021 
  27. IBGE (2010). «Tabela 2093 - População residente por cor ou raça, sexo, situação do domicílio e grupos de idade - Características Gerais da População». Consultado em 15 de julho de 2021 
  28. IBGE (2010). «Tabela 1497: População residente, por nacionalidade». Consultado em 15 de julho de 2021 
  29. IBGE (2010). «Tabela 1505 - População residente, por naturalidade em relação ao município e à unidade da federação». Consultado em 15 de julho de 2021 
  30. IBGE (2010). «Tabela 631 - População residente, por sexo e lugar de nascimento». Consultado em 15 de julho de 2021 
  31. a b IBGE (2010). «Tabela 2094 - População residente por cor ou raça e religião». Consultado em 15 de julho de 2021 
  32. «Paróquia de N. Sra. da Conceição- Macau/RN». Consultado em 15 de julho de 2021 
  33. «ODS 01 Erradicação da pobreza». Consultado em 15 de julho de 2021 
  34. «ODS 10 Redução de desigualdades». Consultado em 15 de julho de 2021 
  35. «Intendentes e prefeitos de Macau, do livro do Dr. Amaury». 13 de novembro de 2012. Consultado em 15 de julho de 2021. Cópia arquivada em 15 de fevereiro de 2014 
  36. «Nestor Lima». 19 de novembro de 2014. Consultado em 15 de julho de 2021. Cópia arquivada em 2 de maio de 2019 
  37. «Dr Zé Antônio, do DEM, é eleito prefeito de Macau». G1. 16 de novembro de 2020. Consultado em 15 de julho de 2021 
  38. «Prefeito e vereadores de Macau tomam posse». G1. 1 de janeiro de 2021. Consultado em 15 de julho de 2021 
  39. «Palácio João Melo». Consultado em 15 de julho de 2021. Cópia arquivada em 31 de janeiro de 2021 
  40. «Lei orgânica do município de Macau». Consultado em 15 de julho de 2021 
  41. IBGE. «MUNIC - Perfil dos Municípios Brasileiros 2017». Consultado em 15 de julho de 2021 
  42. IBGE. «MUNIC - Perfil dos Municípios Brasileiros 2018». Consultado em 15 de julho de 2021 
  43. IBGE. «MUNIC - Perfil dos Municípios Brasileiros 2019». Consultado em 15 de julho de 2021 
  44. «LEI COMPLEMENTAR Nº 643, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2018». Consultado em 15 de julho de 2021 
  45. Tribunal Superior Eleitoral (TSE). «Estatísticas do eleitorado – Consulta por município/zona eleitoral». Consultado em 15 de julho de 2021 
  46. Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Norte (TJRN). «Feriados municipais das comaras do RN». Consultado em 24 de junho de 2015 

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

AVELINO, Gilberto, SEREJO, Vicente. Poetas de Macau. Academia Norte-Riograndense de Letras
MOURA, Getúlio. Um Rio Grande e Macau: cronologia da História Geral. Fundação José Augusto (RN).
JACOMINE, Paulo Klinger Tito. A nova classificação brasileira de solos. Anais da Academia Pernambucana de Ciência Agronômica, v. 5, p. 161-179, 2008.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]