Lobão Filho

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Edison Lobão Filho
Senador pelo  Maranhão
Período 2 de fevereiro de 2011
até 31 de dezembro de 2014
Vida
Nascimento 17 de setembro de 1964 (52 anos)
Brasília, Distrito Federal
Dados pessoais
Esposa Paula Studart Quintas Lobão
Partido PMDB
Profissão empresário

Edison Lobão Filho, mais conhecido como Lobão Filho (Brasília, DF, 17 de setembro de 1964) é um político e empresário brasileiro, filiado ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB).

Formado em Engenharia Civil pela Universidade de Brasília e Economia pela UniCEUB, é filho e primeiro suplente do senador Edison Lobão e da deputada federal Nice Lobão. Assumiu a vaga no Senado Federal temporariamente a partir de 30 de janeiro de 2008, após seu pai licenciar-se para assumir o Ministério de Minas e Energia. Com a volta de Lobão ao Ministério em 2011, Lobão Filho reassume o mandato.

'Edinho', como também é conhecido, é um dos proprietários do Sistema Difusora de Comunicação, afiliada do SBT no estado do Maranhão.

Polêmicas[editar | editar código-fonte]

Empréstimo no Banco do Nordeste[editar | editar código-fonte]

Desde 2002, o Banco do Nordeste tem tentado penhorar os bens de Lobão Filho, por este ter sido avalista de um empréstimo feito e não quitado com a instituição financeira. O empréstimo teria sido realizado em 1997 pela Bemar Distribuidora de Bebidas na qual deveria ser quitado em trinta parcelas. Além de Lobão, aparecem como fiadores, a sua esposa Paula e as sócias da distribuidora maranhense, Maria Luiza Thiago de Almeida e Ana Maria dos Santos. A empresa de bebidas maranhense não pagou a dívida e, desde então o banco tenta penhorar os bens do então senador e dos demais avalistas. No início da ação a dívida era de R$ 5,5 milhões. Teria sido oferecida como garantia para o pagamento da dívida, uma fazenda de 20 mil hectares em Sento Sé, na Bahia, avaliada, segundo informava a empresa, em R$ 4,5 milhões. O Banco do Nordeste constatou que a propriedade que a distribuidora de bebidas ofereceu como garantia ao pagamento não existia e ao mesmo tempo a empresa tentava excluir Lobão e os demais ex-sócios da condição de fiadores. No ano de 2009, o processo contra os envolvidos foi arquivado sem justificativa. Após o reconhecimento do erro, a instituição financeira solicitou o desarquivamento do processo, porém desde agosto de 2011, apesar de conclusa a ação na justiça, esta continuava arquivada até janeiro de 2013. O juiz responsável pelo processo, José de Arimatéia Correia Silva, da 5ª Vara cível de São Luís, foi aposentado involuntariamente pelo Conselho Nacional de Justiça, por ter sido acusado de agir com preferência injusta em diversas ações. [1]

Emissora clandestina e sociedade oculta em distribuidora de bebidas[editar | editar código-fonte]

Prestes a tomar posse como senador suplente no lugar de seu pai, em janeiro de 2008, Lobão Filho respondia a processo por ter mantido em funcionamento, uma emissora clandestina de TV no interior maranhense, no ano de 1999. Em 2008, Edinho também foi apontado como sendo sócio oculto participativo na distribuidora de bebidas maranhense Itumar, e sonegar R$ 42 milhões entre 2000 e 2008.[2]

Eleição para Governador do Maranhão[editar | editar código-fonte]

Compra de provas contra opositor[editar | editar código-fonte]

Em meio à corrida pelo cargo de governador do Maranhão em 2014, Edison Lobão Filho numa entrevista em um programa da Rádio Mirante, teria oferecido R$ 28 mil para quem pudesse denunciar e apresentar provas que incriminassem o seu principal opositor na eleição Flávio Dino (PCdoB) de crimes como: improbidade administrativa, corrupção e furto durante a sua gestão como presidente da Embratur, segundo ele ainda, palavras de baixo calão foram utilizadas durante a entrevista pelo então pré-candidato comparando até mesmo a sua família ao de seu concorrente. O acusado preferiu não responder aos comentários, no entanto o presidente do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) no estado, Márcio Jerry declarou: "— Os maranhenses esperam uma campanha limpa, com debates e não com mentiras e agressões. O PCdoB continuará debatendo propostas para o Maranhão, um estado rico porém empobrecido pela má política." [3] [4]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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