Eleições estaduais no Maranhão em 2010

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Eleições estaduais no  Maranhão em 2010
3 de outubro de 2010
(Primeiro turno)
Roseane Sarney 2007.jpg Flavio dino.jpg Jackson Lago 2008.jpg
Candidato Roseana Sarney Flávio Dino Jackson Lago
Partido PMDB PCdoB PDT
Natural de São Luís, MA São Luís, MA Pedreiras, MA
Vice Washington Luiz de Oliveira Miosótis Gomes Luís Carlos Porto
Votos 1.459.792 859.402 569.412
Porcentagem 50,08% 29,49% 19,54%


Brasão do Maranhão.png
Governador do Maranhão

As eleições estaduais no Maranhão em 2010 aconteceram no dia 3 de outubro, como parte das eleições gerais no Brasil. Na ocasião, os mais de quatro milhões de cidadãos maranhenses aptos a votar[2] elegeram o Presidente da República, o Governador e dois Senadores, além de seus representantes na Câmara dos Deputados e na Assembleia Legislativa. Como nenhum dos candidatos à presidência e em alguns estados (que não foi o caso do Maranhão) obtiveram mais da metade do votos válidos, um segundo turno foi realizado no dia 31 de outubro. Na eleição presidencial o segundo turno foi entre Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB), com a vitória de Dilma.

Segundo a Constituição Federal, o Presidente e os Governadores são eleitos diretamente para um mandato de quatro anos, com um limite de dois mandatos. O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não pode ser reeleito, uma vez que se elegeu duas vezes, em 2002 e 2006. Ao contrário, a governadora Roseana Sarney, do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), que foi declarada vitoriosa no pleito passado pela Justiça, pôde concorrer à reeleição.

Os principais candidatos ao governo do Maranhão foram, além de já citada Roseana Sarney, o deputado federal Flávio Dino (PCdoB) e o ex-governador Jackson Lago (PDT), que foi eleito em 2006, mas perdeu o cargo na Justiça para Roseana Sarney.

Para um total de 4 320 748 eleitores, foram 2 914 707 votos válidos (67,46 %), 282 497 nulos (6,54 %), 87 896 em branco (2,03 %) e 1 035 648 abstenções (23,97 %).[1]

Campanha[editar | editar código-fonte]

Insegurança jurídica[editar | editar código-fonte]

A eleição no Maranhão está marcada pela insegurança jurídica das candidaturas de ambos Roseana Sarney e Jackson Lago. A promulgação da Lei da Ficha Limpa, meses antes do pleito, colocou em cheque a candidatura deles, uma vez que a lei veta a candidatura de políticos condenados em tribunal colegiado. Roseana foi condenada em 20 mil reais por propaganda eleitoral antecipada, comparando obras de sua administração com a do ex-aliado José Reinaldo Tavares.[3] Já Lago foi condenado no Tribunal Superior Eleitoral por abuso de poder econômico e compra de votos.[3] Teve como pena a cassação do mandato de governador, o que deveria torná-lo inelegível por oito anos de acordo com a nova lei.[3]

Apesar disso, eles tiveram o registro liberado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão.[3] O Ministério Publico Eleitoral (MPE) do estado pediu a impugnação da candidatura de Lago, enquanto o candidato a deputado estadual Aderson Lago (PSDB) pediu a impugnação da candidatura de Roseana.[3] Em 1 de setembro, o ministro do TSE Hamilton Carvalhido arquivou o recurso que contestava a candidatura de Roseana.[4] O recurso contra Lago ainda aguarda julgamento.[5] Diante da insegurança jurídicas das outras camapanhas, Flávio Dino chegou a brincar que era "o único que não será cassado".[5] Na última semana de campanha no rádio e na televisão, passou a utilizar o bordão "esse ninguém cassa" em suas propagandas, irritando a coordenação de campanha de Lago.[6]

Além de Roseana ter sido condenada por propaganda eleitoral antecipada, a coligação de Flávio Dino entrou com duas representações no MPE contra a candidata por abuso de poder político e econômico.[7] De acordo com o advogado da coligação, Carlos Eduardo Lula, há indícios de que Roseana teria contratado os serviços do publicitário Duda Mendonça antes mesmo do início do período eleitoral.[7] Para Lula, "existem fatos que são suficientes, até mesmo, para a cassação do registro de candidatura de Roseana".[7] A intenção da coligação de Dino é provocar uma investigação do MPE que suscite possível ação contra a liberação do registro de candidatura ou contra a expedição de diploma, caso Roseana seja eleita.[7]

Cassação do mandato de Jackson[editar | editar código-fonte]

Após sua eleição colocar um fim aos 40 anos de domínio de Sarney no estado, Lago foi acusado pela campanha da candidata adversária, já no final de 2007, de cometer irregularidades eleitorais como abuso de poder e compra de votos.[8]

Em 2 de março de 2009, o TSE julgou ação movida pela coligação da candidata derrotada Roseana Sarney e decidiu, em votação apertada, anular os votos de Lago e de seu vice, Luís Carlos Porto, do PPS. Em razão disso, Roseana Sarney passou a ter mais da metade dos votos válidos (60%), fazendo com que o TSE então a declarasse eleita e determinasse que ela tomasse posse. Jackson e Porto continuaram em seus cargos até o fim do julgamento de recursos.

Em 16 de abril de 2009, o TSE confirmou a cassação do mandato de Lago e Porto e ordenou a diplomação da segunda colocada no pleito. Entretanto, Lago se recusou a abandonar o Palácio dos Leões, sede do governo. O movimento de resistência ao novo governo recebeu o nome de "balaiada" (em alusão à revolta que ocorreu no estado entre 1838 e 1841) e recebeu apoio do MST, da Via Campesina, do deputado federal Domingos Dutra (PT) e do deputado estadual Valdinar Barros, Olívio Dutra e Beth Carvalho. Após a saída do Palácio dos Leões, Jackson prometeu continuar sua vida política em discurso no diretório estadual do PDT.

A cassação de Jackson Lago rendeu um artigo do músico Zeca Baleiro na revista Istoé com duras críticas à família Sarney.[9] Para o músico, nascido em São Luís no mesmo ano em que José Sarney tomou posse como governador, a medida foi tomada "por meio de manobras politicamente engenhosas e juridicamente questionáveis".[9] Por outro lado, a cantora Alcione apoiou publicamente a volta de Roseana Sarney ao governo do estado.[10]

O apoio do PT[editar | editar código-fonte]

O Partido dos Trabalhadores (PT), havia decidido meses antes da eleição, através de votação interna, apoiar a candidatura de Flávio Dino ao governo do estado. O Diretório Nacional do partido, entretanto, obrigou a executiva estadual a desfazer a coligação com o PCdoB e apoiar Roseana Sarney, que havia sido líder do governo Lula no Senado Federal.[11] Foi revelado na época, em reportagem publicada pela revista Veja, que emissários da família Sarney tentaram comprar os votos de delegados petistas para que estes apoiassem a coligação com o PMDB, por valores que variaram de R$ 20 mil a R$ 40 mil.[12]

Após ter perdido o apoio do PT, Dino cogitou formar aliança com Lago, mas desistiu a partir da relutância do ex-governador em abrir mão da candidatura própria a favor da aliança com o PCdoB.[13] Apesar de ter perdido o apoio do PT, Dino contou com o apoio de figuras célebres do governo em sua campanha, como o Ministro dos Esportes Orlando Silva, o ministro das Relações Institucionais Alexandre Padilha[14] e o ministro da Justiça Luiz Paulo Barreto, além do líder do governo Lula na Câmara dos Deputados, Cândido Vaccarezza.[15] Também é notória a participação da militância petista em sua campanha.[16] Lideranças petistas pró-Dino garantiram a livre participação de membros do partido na campanha do candidato comunista como condição para encerrar uma greve de fome.[17]

Dino disputa com Roseana na Justiça o uso da imagem da presidenciável Dilma Rousseff em sua campanha.[18] Ao contrário de Roseana, a única imagem de apoio de Dilma que o candidato comunista conseguiu exibir em seu programa eleitoral na televisão é datada de 2008, quando a então ministra-chefe da Casa Civil havia participado de comício em apoio a Dino, à época candidato à Prefeitura de São Luís.[18] O juiz do TRE Nelson Loureiro dos Santos acatou processo da coligação de Roseana e determinou que Dino retirasse o vídeo de sua propaganda eleitoral, sob risco de ser multado em 5 mil reais por descumprimento de decisão judicial.[19] Os advogados da campanha de Dino anunciaram que iriam recorrer da decisão.[19]

Movimento "Fora Roseana Sarney"[editar | editar código-fonte]

Na última semana de agosto de 2010, ganhou força na internet um movimento intitulado "Fora Roseana Sarney".[20] A campanha, que foi iniciada com a hashtag #ForaRoseanaSarney no Twitter,[20] rendeu até jingle próprio, postado no YouTube. Cerca de 12 mil pessoas reproduziram a hashtag na rede de microblogs, incluindo o apresentador de televisão Marcelo Tas, que já havia gravado vídeo contra a reeleição da governadora.[20] A hashtag chegaria ao terceiro lugar no ranking nacional de tópicos mais comentados.[21]

A propaganda eleitoral de Roseana Sarney na televisão tratou o movimento como se fosse uma campanha negativa de usuários de outros estados contra o Maranhão.[22] Em seu programa eleitoral, Dino criticou a reação da campanha de Roseana, dizendo que "culpar os internautas pela má imagem do estado é esconder a realidade".[22]

Em 21 de setembro, cerca de 5 mil estudantes ligados ao Movimento participaram de passeata, – que foi da Praça da Bíblia até o Palácio dos Leões –, contra a candidatura de Roseana Sarney.[23] Parte do protesto foi transmitido ao vivo via Twitter.[23]

Monitoramento pelas tropas federais[editar | editar código-fonte]

Tropas federais vão atuar em sete municípios maranhenses (Benedito Leite, Barreirinhas, Bacabal, Bom Lugar, Pastos Bons, São Mateus e Santa Luzia do Tide) durante as eleições.[24] A maioria delas enfrentou problema durante as eleições municipais de 2008.[24]

Em Bom Lugar, três pessoas morreram no dia das eleições durante um tiroteio por causa de uma confusão entre grupos opostos.[24] Em São Mateus, os manifestantes se revoltaram com o resultado do pleito e destruíram os prédios da câmara e da prefeitura.[24] O caso mais grave, entretanto, ocorreu em Benedito Leite, onde manifestantes atearam fogo nas urnas eletrônicas, em um carro da polícia e destruíram completamente o prédio do cartório eleitoral.[24] O juiz da cidade teve que ser resgatado pelo Exército para não ser morto.[24] Sem as urnas, não houve condições de fazer a apuração dos votos e as eleições foram canceladas.[24] O TSE considerou este "o fato mais lamentável das eleições de 2008".[24]

Candidatos ao Governo de Estado e ao Senado com resultados[editar | editar código-fonte]

O candidato ao senado Zé Reinaldo do PSB não foi eleito.
O candidato ao senado Edison Lobão do PMDB foi eleito juntamente com seu colega de chapa, João Alberto.

[1] [25]

Coligação Muda Maranhão
(PCdoB/PPS/PSB)
Cargo Partido Número Nome Votos Porcentagem
Governador PCdoB 65 Flávio Dino 859.402 29,49%
Vice-Governador PPS - Miosótis Gomes - -
Senador PSB 400 Zé Reinaldo 727.602 13,99%
Primeiro suplente PPS - Sérgio Matos - -
Segunda suplente PSB - Socorro Nascimento - -
Senador PCdoB 651 Prof. Adonilson 0 0,00%
Primeiro suplente PCdoB - Félix Resplandes - -
Segundo suplente PCdoB - Jorge Antônio - -
Coligação O Povo é Maior
(PDT/PSDB/PTC)
Cargo Partido Número Nome Votos Porcentagem
Governador PDT 12 Jackson Lago 569.412 19,54%
Vice-Governador PSDB - Luís Carlos Porto - -
Senador PSDB 455 Vidigal 502.600 9,67%
Primeiro suplente PDT - Léo Costa - -
Segundo suplente PSDB - Lula Almeida - -
Senador PSDB 456 Roberto Rocha 642.853 12,36%
Primeiro suplente PSDB - Pedro Maranhão - -
Segundo suplente PSDB - José Joaquim - -
Chapa do PCB
Cargo Partido Número Nome Votos Porcentagem
Governador PCB 21 Josivaldo Corrêa 2.518 0,09%
Vice-Governadora PCB - Joselita Damacena - -
Senador PCB 212 Charles Vieira 18.654 0,36%
Primeira suplente PCB - Aneri Tavares - -
Segundo suplente PCB - Antonio Moreira - -
Chapa do PSTU
Cargo Partido Número Nome Votos Porcentagem
Governador PSTU 16 Marcos Silva 14.685 0,5%
Vice-Governador PSTU - Hertz Dias - -
Senadora PSTU 161 Claudicea Durans 21.944 0,42%
Primeira suplente PSTU - Janilde Sousa - -
Segundo suplente PSTU - Valdelino Ferreira - -
Senador PSTU 163 Noleto 17.818 0,34%
Primeira suplente PSTU - Maria do Carmo - -
Segunda suplente PSTU - Maria Sales - -
Coligação O Maranhão Não Pode Parar
(PMDB/PT/DEM/PP/PV/PTB/PSL/PTN/PSC/PR/PRTB/PMN/PRP/PTdoB/PHS)
Cargo Partido Número Nome Votos Porcentagem
Governadora PMDB 15 Roseana Sarney 1.459.792 50,08%
Vice-Governador PT - Washington Luiz de Oliveira - -
Senador PMDB 151 Edison Lobão 1.702.085 32,74%
Primeiro suplente PMDB - Lobão Filho - -
Segundo suplente PMDB - Pastor Bel - -
Senador PMDB 152 João Alberto 1.546.298 29,74%
Primeiro suplente DEM - Clóvis Fecury - -
Segunda suplente DEM - Mauro Fecury - -
Chapa do PSOL
Cargo Partido Número Nome Votos Porcentagem
Governador PSOL 50 Saulo Arcangeli 8.898 0,31%
Vice-Governador PSOL - Cleumir Leal - -
Senador PSOL 500 Paulo Rios 19.495 0,37%
Primeiro suplente PSOL - Sartunino Moreira - -
Segundo suplente PSOL - Emanuel Chaves - -
Senador PSOL 501 Professora Socorro 0 0,00%
Primeiro suplente PSOL - Regivlado Marques - -
Segunda suplente PSOL - Ida Machado - -
  Eleito(a)

Pesquisas de opinião[editar | editar código-fonte]

Apesar de matéria no jornal O Estado de S. Paulo em 29 de agosto de 2010 ter caracterizado Dino e Lago como sendo "rivais sem dinheiro nem ânimo",[18] o candidato conseguiu aumentar em quase 50% sua intenção de voto num período de três semanas, de acordo com as sondagens do IBOPE no estado.[26] Tendo elevado suas intenções de voto de 13% para 21%, ele aparece agora empatado com Lago em segundo lugar.[26] Roseana caiu um ponto, de 47% para 46%, e Lago caiu quatro, de 25% para 21%. Marcos Silva, do PSTU permaneceu com 1%, enquanto os outros candidatos não pontuaram.[26] Jackson contestou o resultado da pesquisa, apontando que o instituto de pesquisa estaria favorecendo Roseana Sarney.[27]

Data Instituto Candidato
Roseana Sarney (PMDB) Jackson Lago (PDT) Flávio Dino (PCdoB) Saulo Arcangeli (PSOL) Josivaldo Correa (PCB) Marcos Silva (PSTU)
10 de Outubro de 2009 Datafolha[28] 42% 25% 10% 0% 0% 0%
12-16 de dezembro de 2009 Sensus[28] 49,8% 24,6% 10,1% 0% 0% 0%
12 de fevereiro de 2010 Escutec[28] 59% 21% 20% 0% 0% 0%
15 de março de 2010 Ibope[28] 52% 23% 25% 0% 0% 0%
23 de abril de 2010 Methodus[28] 50% 27% 23% 0% 0% 0%
30 de maio de 2010 Datafolha[28] 46% 26% 28% 0% 0% 0%
25 de junho de 2010 Datafolha[28] 48% 29% 23% 0% 0% 0%
19-22 de julho de 2010 Escutec 50,4% 25,8% 16,8% 0,4% 0,4% 0,2%
26-28 de julho de 2010 Datafolha[29] 48,46% 22,85% 17,08% 0,23% 1,23% 0,31%
11-13 de agosto de 2010 Escutec 49,6% 23,7% 18,2% 0,5% 0,4% 0,2%
24-26 de agosto de 2010 Ibope 47% 25% 13% 0% 0% 0%
1-3 de setembro de 2010 Escutec 48,7% 25,7% 15,7% 1% 0% 0%
18-21 de setembro de 2010 Escutec 47,4% 24,2% 20,9% 0,3% 0,2% 1%
23-26 de setembro de 2010 Constat 39% 20% 25% 0% 0% 1%
27-29 de setembro de 2010 Ibope 47% 18% 23% 1% 0% 1%

Deputados federais eleitos[editar | editar código-fonte]

Deputados estaduais eleitos[editar | editar código-fonte]

No Maranhão foram eleitos quarenta e dois (42) deputados estaduais.[25][31]

Candidato (a) Coligação Votos %
Ricardo Murad (PMDB) 15333
O Maranhão Não Pode Parar (E1)
PTB / PMDB / DEM / PV
76.265 2,51%
Raimundo Cutrim (DEM) 25678
O Maranhão Não Pode Parar (E1)
PTB / PMDB / DEM / PV
73.186 2,40%
Max Barros (DEM) 25800
O Maranhão Não Pode Parar (E1)
PTB / PMDB / DEM / PV
64.969 2,13%
Vianey Bringel (PMDB) 15015
O Maranhão Não Pode Parar (E1)
PTB / PMDB / DEM / PV
61.769 2,03%
Gardênia Castelo (PSDB) 45555
O Povo É Maior
PDT / PTC / PSDB
60.851 2,00%
Edilázio Júnior (PV) 43333
O Maranhão Não Pode Parar (E1)
PTB / PMDB / DEM / PV
58.191 1,91%
Victor Mendes (PV) 43456
O Maranhão Não Pode Parar (E1)
PTB / PMDB / DEM / PV
52.842 1,74%
César Pires (DEM) 25802
O Maranhão Não Pode Parar (E1)
PTB / PMDB / DEM / PV
52.450 1,72%
Cleide Coutinho (PSB) 40888
Muda Maranhão
PPS / PSB / PCdoB
49.159 1,61%
Edson Araújo (PSL) 17888
O Maranhão Não Pode Parar (E2)
PRB / PSL / PHS / PMN
47.914 1,57%
Rigo Teles (PV) 43200
O Maranhão Não Pode Parar (E1)
PTB / PMDB / DEM / PV
46.598 1,53%
Neto Evangelista (PSDB) 45678
O Povo É Maior
PDT / PTC / PSDB
46.269 1,52%
Roberto Costa (PMDB) 15789
O Maranhão Não Pode Parar (E1)
PTB / PMDB / DEM / PV
45.257 1,49%
Stênio Rezende (PMDB) 15215
O Maranhão Não Pode Parar (E1)
PTB / PMDB / DEM / PV
43.964 1,44%
Afonso Manoel (PMDB) 15369
O Maranhão Não Pode Parar (E1)
PTB / PMDB / DEM / PV
43.316 1,42%
Hélio Soares (PP) 11111
O Maranhão Não Pode Parar (E4)
PP / PTN / PSC
41.673 1,37%
Luciano Leitoa (PSB) 40212
Muda Maranhão
PPS / PSB / PCdoB
40.739 1,34%
Marcelo Tavares (PSB) 40123
Muda Maranhão
PPS / PSB / PCdoB
40.439 1,33%
Arnaldo Melo (PMDB) 15222
O Maranhão Não Pode Parar (E1)
PTB / PMDB / DEM / PV
39.624 1,30%
Manoel Ribeiro (PTB) 14266
O Maranhão Não Pode Parar (E1)
PTB / PMDB / DEM / PV
38.946 1,28%
Hemetério Weba (PV) 43000
O Maranhão Não Pode Parar (E1)
PTB / PMDB / DEM / PV
38.375 1,26%
Eliziane Gama (PPS) 23000
Muda Maranhão
PPS / PSB / PCdoB
37.067 1,22%
Carlos Filho (PV) 43123
O Maranhão Não Pode Parar (E1)
PTB / PMDB / DEM / PV
36.857 1,21%
Antônio Pereira (DEM) 25333
O Maranhão Não Pode Parar (E1)
PTB / PMDB / DEM / PV
36.303 1,19%
Tatá Milhomem (DEM) 25113
O Maranhão Não Pode Parar (E1)
PTB / PMDB / DEM / PV
35.741 1,17%
Carlinhos Florêncio (PHS) 31111
O Maranhão Não Pode Parar (E2)
PRB / PSL / PHS / PMN
33.493 1,10%
Valéria Macedo (PDT) 12222
O Povo É Maior
PDT / PTC / PSDB
33.362 1,10%
André Fufuca (PSDB) 45000
O Povo É Maior
PDT / PTC / PSDB
32.628 1,07%
Rubens Pereira Júnior (PCdoB) 65065
Muda Maranhão
PPS / PSB / PCdoB
30.301 1,00%
Francisca Primo (PT) 13888
Sem coligação
30.192 0,99%
Camilo Figueiredo (PDT) 12580
O Povo É Maior
PDT / PTC / PSDB
30.073 0,99%
Graça Paz (PDT) 12121
O Povo É Maior
PDT / PTC / PSDB
29.380 0,97%
Rogério Cafeteira (PMN) 33789
O Maranhão Não Pode Parar (E2)
PRB / PSL / PHS / PMN
29.244 0,96%
Marcos Caldas (PRB) 10000
O Maranhão Não Pode Parar (E2)
PRB / PSL / PHS / PMN
27.508 0,90%
Carlinhos Amorim (PDT) 12123
O Povo É Maior
PDT / PTC / PSDB
27.458 0,90%
Zé Carlos (PT) 13222
Sem coligação
27.232 0,89%
Eduardo Braide (PMN) 33123
O Maranhão Não Pode Parar (E2)
PRB / PSL / PHS / PMN
26.792 0,88%
Bira (PT) 13100
Sem coligação
23.054 0,76%
Jota Pinto (PR) 22123
Unidos pelo Maranhão
PR / PRTB / PRP / PTdoB
22.548 0,74%
Léo Cunha (PSC) 20020
O Maranhão Não Pode Parar (E4)
PP / PTN / PSC
21.956 0,72%
Dr. Pádua (PP) 11110
O Maranhão Não Pode Parar (E4)
PP / PTN / PSC
19.809 0,65%
Alexandre Almeida (PTdoB) 70212
Unidos pelo Maranhão
PR / PRTB / PRP / PTdoB
18.344 0,60%

Referências

  1. a b c d Placar Eleições UOL. Resultados das eleições no Maranhão. Acessado em 4 de outubro de 2010
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  3. a b c d e Cardoso, Luís. "TSE decide nesta semana o destino de Roseana Sarney, Jackson Lago, João Alberto, Sarney Filho e Cléber Verde". Blog de Luís Cardoso. 31 de agosto de 2010.
  4. Abreu, Diego. "TSE barra a candidatura de Jader Barbalho e libera Roseana Sarney". Correio Braziliense. 2 de setembro de 2010.
  5. a b Lima, Wilson. "Sou o único que não será cassado, afirma Dino em campanha". Último Segundo. 15 de setembro de 2010.
  6. Lima, Wilson. "Disputa pelo 2° turno divide oposição no MA". Último Segundo. 28 de setembro de 2010.
  7. a b c d Lima, Wilson. "Coligação Muda Maranhão entra com representações contra Roseana". Último Segundo. 17 de setembro de 2010.
  8. Abreu, Diego. Portal G1. (16 de abril de 2009.). «"TSE nega recursos e confirma cassação do governador do Maranhão"». Cópia arquivada em 19 de abril de 2009  Verifique data em: |data= (ajuda)
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  10. Santos, Ricardo. "O Maranhão não precisa de Sarney, Roseana e muito menos de Alcione!!!". Jornal Pequeno. 22 de dezembro de 2008.
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