Partido Comunista do Brasil

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Partido Comunista do Brasil
Número eleitoral 65[1]
Presidente Luciana Santos[2][1]
Fundação 18 de fevereiro de 1962 (57 anos)[3]
Registro 23 de junho de 1988 (30 anos)[4]
Sede São Paulo e Brasília[2][1]
Ideologia Comunismo
Desenvolvimentismo
Marxismo-Leninismo[5]
Espectro político Extrema-esquerda
Ala jovem União da Juventude Socialista (UJS)
Membros  (2016) 379,841 filiados[6]
Afiliação internacional Foro de São Paulo
Governadores (2018)
1 / 27
Prefeitos (2016)
80 / 5 568
Senadores (2018)
0 / 81
Deputados federais (2018)
9 / 513
Deputados estaduais (2018)[7]
21 / 1 024
Vereadores (2016)
998 / 56 810
Cores      Vermelho

     Amarelo

Bandeira do partido
PCdoB flag.svg
Página oficial
Página oficial do PCdoB
Portal Vermelho
Blog do Renato
Política do Brasil

Partidos políticos

Eleições

O Partido Comunista do Brasil (PCdoB) é um partido político brasileiro de esquerda, baseado ideologicamente nos princípios do marxismo, com expressão nacional e forte penetração nos meios sindicais e estudantis. Sua sede é em Brasília.

Foi criado em 1958[8] como uma dissidência alinhada ao stalinismo dentro do Partido Comunista Brasileiro (PCB), que, àquela época, apoiava as reformas defendidas por Nikita Khrushchov durante o XX Congresso do Partido Comunista da União Soviética em 1956 e que, mais tarde, ficaram conhecidas como desestalinização. A dissidência era liderada por Mauricio Grabois, João Amazonas e Pedro Pomar e resolveu se separar do partido após o documento Carta dos Cem (assinada por cem militantes, em quatro Estados do País) ter sido rejeitado no V Congresso do PCB.[9] Logo após, em 1962, é fundado por essa dissidência o Partido Comunista do Brasil (PCdoB).[3]

Desde o seu surgimento, o PCdoB seguiu diversas linhas políticas baseadas em distintas experiências comunistas pelo mundo. Surgiu sendo contrário à linha adotada por Nikita Khrushchov na antiga União Soviética e reivindicando o legado de Josef Stalin.[10] Nos anos 1960, adotou a linha maoista (alinhando-se com o Partido Comunista Chinês) e passa a praticar a tática de guerrilhas (o PCdoB é famoso pela atuação na Guerrilha do Araguaia). Em 1978, passou a reivindicar o comunismo da Albânia (Hoxhaísmo).[11]

Edita o jornal A Classe Operária[12] e a revista Princípios e, internacionalmente, é membro do Foro de São Paulo.[13] No movimento estudantil, organiza-se na União da Juventude Socialista (UJS)[14] e, no movimento sindical, organiza-se pela Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB).[15] O partido conta com mais de 350 mil filiados.[16]

História

A foice e martelo, símbolo da união do campesinato com o proletariado urbano, é o símbolo oficial do PCdoB, bem como do Movimento Comunista Internacional.

O nome Partido Comunista do Brasil havia sido usado primeiramente pelo antigo PCB, fundado em 25 de março de 1922. Posteriormente o PCB alterou seu nome para Partido Comunista Brasileiro. Quando ocorreu a cisão internacional no movimento comunista, a partir do XX Congresso do Partido Comunista da União Soviética, em 1956, no PCB houve também uma ruptura no V Congresso, em 1960, sendo que esta ruptura atingiu a direção que reconstruíra o Partido dos golpes sofridos pelo Estado Novo de Vargas, surgida na Conferência da Mantiqueira, em 1943, contando com Maurício Grabois, Pedro Pomar, Diógenes Arruda Câmara e João Amazonas, entre outros.[carece de fontes?] Essa cisão levou à criação do PC do B, que adotou o nome primitivo do PCB: Partido Comunista do Brasil. O PC do B, apesar de ser uma dissidência, sempre reivindicou ser a continuidade natural do PCB original, razão pela qual utiliza a data de fundação daquele como sendo sua, e afirma ser o partido mais antigo do Brasil. Seu primeiro congresso, realizado em 1960, foi chamado de 5.º Congresso, de forma a continuar a cronologia do partido do qual se originou.

João Amazonas, o mais famoso militante do PCdoB e presidente do partido por 40 anos (de 1962 até sua morte, em 2002)

Os marxistas-leninistas romperam com a dissidência de Prestes e realizaram a V Conferência Nacional Extraordinária do Partido Comunista do Brasil em 18 de fevereiro de 1962, em São Paulo. Reorganizaram o Partido, adotaram a sigla PCdoB, e proclamaram-se os legítimos herdeiros e sucessores do Partido Comunista - Seção Brasileira da Internacional Comunista (PC-SBIC), que, popularmente, era conhecida pela sigla PCB. Desse modo, dataram sua fundação em 25 de março de 1922. Com a participação de delegados da Guanabara, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Espírito Santo. Esta Conferência, que teve a importância de um Congresso pelas questões que resolveu, marcou a completa ruptura dos marxistas-leninistas com o grupo revisionista de Prestes que havia usurpado a direção partidária e transformado o Partido em uma organização kruschevista. Em oposição à linha revisionista do V Congresso, a Conferência aprovou o Manifesto-Programa, que traçou uma linha revolucionária para o Partido; reintroduziu o Estatuto aprovado no IV Congresso; aprovou uma resolução sobre a unidade dos comunistas, firmando o princípio de que em cada país só pode existir um único partido marxista-leninista; decidiu reeditar A Classe Operária, antigo órgão central do Partido; aprovou o rompimento com a União Soviética; e, finalmente, elegeu um novo Comitê Central. Estas históricas resoluções marcaram não apenas a ruptura completa e decisiva com os revisionistas mas, também, o propósito de reorganizar a verdadeira vanguarda marxista-leninista no Brasil. Participaram, dessa Conferência, João Amazonas, Maurício Grabois, Câmara Ferreira, Mário Alves, Jacob Gorender, Miguel Batista e Apolônio de Carvalho.

A incorporação da Ação Popular Marxista Leninista - APML (1975)

Após duros golpes da repressão e as inúmeras perdas na Guerrilha do Araguaia, o PCdoB perdeu vários quadros importantes. Nesse período maoista, o partido recebeu a adesão da maioria da Ação Popular (esquerda cristã), um grupo sucessor da esquerda católica, que tinha aderido ao socialismo Chinês. Depois de grandes debates internos, essa organização decidiu por se incorporar ao PCdoB, reconstituindo vários espaços deixados pelas perdas de grandes quadros.

A diretriz maoista (1962-1969)

Enquanto o PCB abandonava definitivamente a figura de Stálin, o PCdoB manteve o ex-líder soviético como uma de suas referências teóricas (ao lado de Marx, Engels e Lênin). Na mesma época, a crise entre a União Soviética e a China atingiu o seu auge, quando o líder chinês Mao Tse Tung criticou o processo de desestalinização em curso na União Soviética, e acusou Khruschev de desvios "oportunistas" e "reformistas".

Como a direção do PCB mantinha-se rigidamente fiel a Moscou, a cisão de Mao com o restante do movimento comunista atraiu a simpatia do PCdoB, que enviou emissários a Beijing para formalizar a vinculação ideológica com as novas diretrizes ideológicas do Partido Comunista da China. Dentre esses emissários, estava o então presidente exilado do partido, João Amazonas, que foi recebido pelo próprio Mao Tsé Tung. A partir de então, o partido passou a aproximar-se progressivamente dos postulados maoistas, considerando apenas a China Popular e a Albânia como países comunistas, e que os demais tinham retrocedido a uma diretriz revisionista e não mais revolucionária.

Porém, a adesão ao maoismo incluiu uma mudança nas estratégias seguidas pelo PCdoB. Seguindo o princípio da Guerra Popular Prolongada, o PCdoB assumiu o compromisso de transferir seus quadros para o campo, iniciando a formação de um exército camponês. Essa concepção de luta revolucionária contrastava tanto com as táticas tradicionais do PCB (que, fiel ao "caminho pacífico, se opôs à luta armada contra a Ditadura) quanto com o foquismo de novas forças como a Ação Libertadora Nacional (ALN) e o Movimento Revolucionário Oito de Outubro (MR-8), que priorizavam a guerrilha urbana e o foco como forma de combater o governo militar estabelecido em 1964.

A adesão definitiva do PCdoB ao maoismo deu-se em 1966, em seu 6.º Congresso. No ano seguinte, o partido elaborou uma declaração de apoio à Revolução Cultural em curso na China. Em 1966, o PCdoB sofreu duas cisões internas: a Ala Vermelha do PCdoB (favorável à tática foquista) e o Partido Comunista Revolucionário (PCR).

A Guerrilha do Araguaia (1969-1976)

Ver artigo principal: Guerrilha do Araguaia
Maurício Grabois foi um importante militante do PCdoB e líder da Guerrilha do Araguaia até ser morto em 1973

Desde 1966, o PCdoB buscava a formação de um núcleo de guerrilha no campo. A área escolhida para a irradiação do futuro exército camponês (seguindo as linhas maoistas) foi a região sul do Pará, próximo à divisa com Tocantins. Estima-se que o partido reuniu de 70 a 80 guerrilheiros na área, sob o comando militar do ex-militar Osvaldo Orlando da Costa (Osvaldão) e sob o comando máximo de Maurício Grabois (então comandante em chefe da guerrilha).

A maior parte dos efetivos da coluna guerrilheira do PCdoB (sob o nome de "Força Guerrilheira do Araguaia") era composta por estudantes secundaristas ou universitários, organizados em torno da União da Juventude Patriótica (UJP, braço juvenil do partido), profissionais liberais e operários vindos principalmente de São Paulo e Minas Gerais. Como era pequena a adesão entre os habitantes locais, o partido criou a União pela Liberdade e pelos Direitos do Povo (ULDP), cujo manifesto continha a base programática da guerrilha.

Em 1971, unidades do Exército descobriram a localização do núcleo guerrilheiro e foram mobilizadas a fim de isolar a área, impedindo que sua atuação se alastrasse em direção ao norte da Amazônia. As operações de repressão à guerrilha tiveram início em 1972, com três expedições militares que mobilizaram 25 mil soldados. Sendo repelidas as duas primeiras, a terceira expedição derrotou os últimos focos de resistência. A maior parte dos guerrilheiros morreu em choque com as forças do Exército, incluindo Osvaldão e Maurício Grabois, que morreu em confronto com o Exército em 25 de dezembro de 1973. A derrota do Araguaia comprometeu a organização partidária, mas consagrou o mito da guerrilha, reconhecida como a mais efetiva experiência de luta armada à Ditadura. A maior parte dos mortos na repressão do regime militar entre 1964 e 1979 foi de militantes do PCdoB.

O abandono do maoismo (1976-1979)

Desde o final da década de 1960, a Ação Popular Marxista-Leninista (APML), um grupo oriundo da esquerda católica, tinha adotado a ideologia maoista e se aproximado do PCdoB. A fusão dos dois grupos foi realizada em 1975, após o fim da luta armada. O PCdoB também atraiu egressos do Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR) e Movimento Revolucionário Oito de Outubro (MR-8).

Em 16 de dezembro de 1976, o DOI-Codi-SP invadiu uma casa na rua Pio XI, São Paulo, assassinou, no local, Pedro Pomar e Ângelo Arroio, matou, na tortura, João Batista Drumond, e manteve, presos até a Anistia, Wladimir Pomar (filho de Pedro), Aldo Arantes, Haroldo Lima e Elza Monnerat (os dois, egressos da AP), no episódio conhecido como o Massacre ou Chacina da Lapa. Num clima onde a oposição começava a ganhar força, a imprensa noticiou o crime, que chocou e comoveu, dentro e fora do Brasil. A direção do Partido, duramente atingida, funcionou até a Anistia com base num núcleo no exílio.

Anos mais tarde, descobriu-se que a operação contara com a ajuda de um delator preso naquele ano, o dirigente do PCdoB Manoel Jover Teles (ex-membro do CC do PCB e ex-PCBR), que foi expulso do partido em 1983.

Desfalcado de seus principais quadros, o PCdoB começou a se reorganizar com quadros vindos da AP e a liderança pessoal de João Amazonas, que junto com Diógenes Arruda eram os últimos remanescentes do grupo que reconstruiu do Partido em 1943 na Conferência da Mantiqueira, em pleno Estado Novo, e em 1962. A morte de Arruda (em 1979) deixou Amazonas como a liderança máxima do PCdoB até sua morte.

O fracasso da guerrilha camponesa e a nova política adotada pela China a partir da morte de Mao, em 1976, levaram o PCdoB a romper totalmente com o maoismo. Em 1978, o partido acompanhou Enver Hoxha na sua crítica aos dirigentes chineses e passou a considerar apenas a Albânia como país socialista, na condição de último baluarte do stalinismo.

Nesse período, uma cisão interna do PCdoB deu origem ao Partido Revolucionário Comunista (PRC), liderado por José Genoíno e Tarso Genro, e que mais tarde se juntaria ao Partido dos Trabalhadores (PT), ao lado da Ala Vermelha.

O caminho para a legalização partidária (1979-1987)

A adoção da linha albanesa não significou a radicalização da política do PCdoB. Em 1978, toda a esquerda tinha ação institucional através do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), de oposição moderada ao governo militar. O PCdoB retomou seu espaço parlamentar e elegeu seus primeiros deputados sob a clandestinidade.

Em 1979, com a Abertura política e a concessão da Anistia, o PCdoB encontrou um ambiente favorável à sua penetração no sindicalismo e nas organizações estudantis. João Amazonas regressou do exílio em 1979, e Diógenes Arruda faleceu de infarto no carro, a caminho de um ato político. A refundação da UNE (1979), com Aldo Rebelo, marcou o início da hegemonia do partido na entidade universitária (que se mantém desde então, salvo no biênio 1987-1988). Em 1984, o PCdoB fundou a União da Juventude Socialista (UJS), seu braço juvenil.

Em 1980, Prestes rompeu com o PCB defendendo "a reorganização do movimento comunista do Partido Comunista" na célebre Carta aos Comunistas. Abandonado à própria sorte em idade avançada, dependerá de amigos como Oscar Niemeyer para sobreviver.

No sindicalismo, o PCdoB adotou inicialmente uma política de aliança com os sindicalistas ligados ao PCB, aderindo em 1983 à Conclat, que incluía também moderados e não marxistas. Dessa forma, o partido se opôs à Central Única dos Trabalhadores (braço sindical do PT). Em 1984, o PCdoB integrou-se ao movimento das Diretas Já (formado por todos os partidos de oposição), e no ano seguinte, com a derrota da emenda Dante de Oliveira, procurou Tancredo Neves buscando convencê-lo a lançar-se candidato no Colégio Eleitoral, no que coincidiam com o PCB e o MR8, que consideravam a candidatura decisiva para a redemocratização e a legalização dos partidos de esquerda em 1985. O PT se legalizou já em 1980.

Nas eleições para a Assembleia Nacional Constituinte de 1987, o PCdoB elegeu seis deputados federais, incluindo Haroldo Lima e Aldo Arantes. Destes, três foram originalmente eleitos pela legenda do PMDB, com o qual permanecia aliado, fazendo parte da base de sustentação do governo José Sarney.

De 1987 ao Programa Socialista de 1995

A crise social e econômica que se seguiu ao Plano Cruzado (1987) levou o PCdoB a romper com o PMDB. Em seu lugar, buscou uma aproximação cada vez maior com o PT e o PSB. Em 1988, os sindicalistas do PCdoB romperam com a CGT e formaram a Corrente Sindical Classista, que em seguida integrou-se à Central Única dos Trabalhadores, estando atualmente ligado à CTB (ver Eventos recentes).

Em 1989, junto com o Partido Socialista Brasileiro (PSB), o PCdoB apoiou a candidatura de Lula à presidência. A aliança com o PT para as eleições presidenciais se repetiu nos pleitos de 1994, 1998, 2002 e 2006, obtendo êxito nos dois últimos, com o vice-presidente da chapa, o político e empresário têxtil José Alencar, indicado pelo PL.

Junto com o PT, o PCdoB também fez oposição acirrada ao governo Fernando Collor. O PCdoB defendeu, já em 1991, o seu afastamento, que ocorreria em setembro de 1992 com grandes mobilizações estudantis e participação da UJS, à frente juntamente da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) e da União Nacional dos Estudantes (UNE). Nessa ocasião, destacou-se a liderança pessoal de Lindberg Farias, então presidente da UNE e militante do PCdoB.

Paralelamente à adoção de uma postura mais radical internamente, o PCdoB começou a perder suas referências externas. Em 1990, um ano após a queda do Muro de Berlim, também o regime albanês desmoronou e com ele o stalinismo entrou em crise. O principal reflexo dessas mudanças foi a decisão do PCdoB, no seu 8.º congresso, em 1992, com o lema O Socialismo Vive, de deixar de citar Stalin como um dos "clássicos" do marxismo.

Essa decisão abriu ideologicamente o partido e permitiu a incorporação de novos militantes. O PCdoB retomou os vínculos com Cuba. Em 1995, na sua 8ª conferência, o partido aprovou seu Programa Socialista. Vários intelectuais comunistas anteriormente ligados ao PCB (como Nelson Werneck Sodré e Edgard Carone) aproximaram-se do PCdoB.

Nesse período, com a queda do campo socialista no leste europeu, o PCdoB passou a considerar a vigência de uma fase "defensiva estratégica", ou seja, um período de retração das ideias socialistas e de necessidade de acumulação de forças para avançar a uma etapa de ofensiva.

O Programa Socialista de 2009

Em seu 12.º Congresso Nacional, o Partido Comunista do Brasil (PCdoB) aprovou o novo Programa Socialista para o Brasil intitulado de "O fortalecimento da Nação é o caminho, o socialismo é o rumo", onde o partido apresentou o "Novo Programa Nacional de Desenvolvimento" (NPND)' para o Brasil. Neste programa, apresentou as reformas necessárias para a transição de um Brasil capitalista para um Brasil socialista, rumo a uma sociedade comunista.

Da defensiva estratégica ao Partido Comunista de massas

O PCdoB, desde o princípio, defendeu a formação de uma frente de esquerda para lançar Lula, candidato à Presidência da República, tendo apoiado o PT nas eleições de 1989, 1994, 1998, 2002 e 2006. Aliado ao PT nacionalmente e na maioria dos estados, o PCdoB registrou um aumento tímido de sua representação política, mas o suficiente para manter uma bancada permanente na Câmara dos Deputados (5 representantes em 1990; 10 em 1994; 7 em 1998; 12 em 2002; 13 em 2006). Em 2000, o PCdoB elegeu a sua primeira prefeita, Luciana Santos, em Olinda (Pernambuco). Desde 2001, o partido passou a ser presidido por Renato Rabelo (ex-militante da AP), que sucedeu a João Amazonas, falecido no ano seguinte, aos 90 anos.

Com a vitória de Lula em 2002, o PCdoB, pela primeira vez, passou a fazer parte do governo federal, ocupando a pasta dos Esportes com Agnelo Queiroz. Essa participação foi ampliada em 2004, com a indicação de outro deputado, Aldo Rebelo, para a Coordenação Política do governo (que deixaria no ano seguinte para voltar ao Congresso e ser eleito presidente da Câmara dos Deputados). O PCdoB também conseguiu obter participação no Senado, com a filiação, por um breve período, do senador Leomar Quintanilha (ex-PMDB). Em 2005 o partido obtém a Presidência da Câmara Federal com o deputado Aldo Rebelo, após a renuncia de Severino Cavalcanti (PP-PE). Em 16 de novembro de 2002, Aldo Rebelo assumiu por um dia a Presidência da República.

Em 2006, Inácio Arruda foi eleito senador pelo Ceará com quase dois milhões de votos. O primeiro senador comunista depois de Luis Carlos Prestes, em 1946.

Apesar de crítico da política econômica do governo Lula, o PCdoB manteve seu apoio ao PT. Em 2006, o PCdoB formalizou sua participação da aliança pela reeleição do presidente Lula.

Abandonou a Central Única dos Trabalhadores no final de 2007 para, junto com o Partido Socialista Brasileiro (PSB) e outras correntes independentes no movimento sindical, fundarem a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil - CTB.

O PCdoB foi anfitrião do 10º Encontro Internacional de Partidos Comunistas e Operários, de 21 a 23 de novembro de 2008, reunindo 65 partidos comunistas e operários de todo o mundo, evento até então inédito na América Latina.

Também neste ano tem a sua maior ampliação nas eleições municipais, elegendo 40 prefeitos(as), entre os quais Edvaldo Nogueira, em Aracaju, e outras cidades como Olinda (PE), Juazeiro da Bahia e Maranguape (CE).

Em 2005, realiza seu XI Congresso e reformula seu estatuto, entre outras inovações admitindo pela primeira vez a distinção entre "filiado" e "militante" - este seria apenas o filiado que contribui para as finanças do Partido e cumpre suas obrigações partidárias. Esse movimento é visto como um passo para a massificação do Partido Comunista do Brasil.

Luciana Santos, atual presidente do PCdoB

Em 2009, no XII Congresso, o PCdoB adotou um novo Programa Socialista,[17] intitulado O fortalecimento da Nação é o caminho, o socialismo é o rumo!, que trata apenas da fase inicial da transição ao socialismo, determinando ao coletivo partidário alguns temas para ação imediata ou a médio prazo.

Em 2015, durante a X Conferência Nacional, a deputada Luciana Santos foi eleita presidente do partido.

Presidentes Nacionais do PCdoB

Foto Nome Mandato Ascensão e referências
Início Fim
Joaoamazonas.jpg João Amazonas 1962 2001
  • 1.º Presidente do PCdoB.
  • Presidiu o partido desde sua fundação até sua morte somando 40 anos.
Renato Rabelo.JPG Renato Rabelo 2001 2015
  • 2.º Presidente do PCdoB.
  • Eleito presidente durante o 10.º Congresso do partido.
Luciana Santos Posse Presidencia PCdoB cropped.png Luciana Santos 2015 atual
  • 3.º Presidente do PCdoB.
  • Primeira mulher a assumir a presidência do partido. Acabou reconduzida ao posto durante o 14.º Congresso do PCdoB.

Os Congressos do Partido Comunista do Brasil

O V Congresso

O V Congresso do Partido Comunista do Brasil realizou-se em setembro de 1960 sob influência da maré revisionista mundial aprovada no XX Congresso do Partido Comunista da União Soviética em 1956 em Moscou e apoiada na famosa Declaração de Março publicada em 1958 pelo Comitê Central, duramente criticada por Maurício Grabois e João Amazonas. Profunda luta ideológica se travou entre os marxistas-leninistas e os revisionistas, antes e durante o Congresso. Apesar da tenaz resistência oposta pelos marxistas-leninistas, o Congresso aprovou uma Resolução Política sancionando a linha oportunista de direita expressa na Declaração de Março de 1958. Foram afastados, dos postos de direção, quase todos os revolucionários proletários e eleito um novo Comitê Central composto, em sua esmagadora maioria, por notórios revisionistas.

O VI Congresso

Realizado em 1983, logo após a conquista da anistia, numa conjuntura de luta pela democratização do país. Aconteceu na semiclandestinidade. O Congresso analisou as mudanças estruturais e políticas ocorridas na sociedade brasileira nas últimas décadas. Fez o balanço da atividade comunista durante a ditadura militar – incluindo a análise da experiência da Guerrilha do Araguaia e da luta pelas bandeiras da "Anistia ampla, geral e irrestrita", "Fim dos atos e leis de exceção" e "Convocação da Constituinte democrática, livre e soberana". E preparou o Partido para a retomada da legalidade e da legitimidade.

O VII Congresso

Ocorreu em maio de 1988 em São Paulo. O Partido, legal desde 1985, estava em expansão e crescimento. No plano mundial, começava o fim da União Soviética. Foi examinada a reestruturação partidária na vida legal e desmascarados os objetivos anticomunistas da Perestroika russa e o papel de Mikhail Gorbatchev. No âmbito nacional, explicitou que o Brasil estava sob uma encruzilhada histórica: ou trilhava por um caminho de soberania e desenvolvimento nacional, ou se aprofundaria na lama da submissão e da dependência. Seus documentos e resoluções estão no livro "A política revolucionária do PCdoB".

O VIII Congresso

Reuniu-se de 3 a 8 de fevereiro de 1992 em Brasília, numa conjuntura de crise profunda do socialismo e da teoria marxista-leninista, com partidos comunistas de vários países chegando à autodissolução. O PCdoB analisou a experiência soviética e voltou-se mais para a realidade e as especificidades brasileiras. Foi adotada resolução política apontando o socialismo como o objetivo da luta dos comunistas no Brasil. O país vivia o começo da aplicação do neoliberalismo, iniciada pelo governo Fernando Collor e depois retomada e desenvolvida pelo governo Fernando Henrique Cardoso. Ver o livro "O socialismo vive: documentos e resoluções do 8.º Congresso do PCdoB". Em 1995, o Partido realizou sua 8.ª Conferência, quando aprovou o Programa Socialista para o Brasil.

O IX Congresso

Aconteceu de 13 a 15 de outubro de 1997 em São Paulo, no apogeu da globalização neoliberal. Os comunistas concentraram-se na construção de uma ampla frente visando a derrotar o neoliberalismo – enfrentar a escalada neoliberal construindo ampla frente oposicionista nacional, democrática e popular – e abrir caminho para o socialismo. Teve início a definição do tipo de partido revolucionário que é preciso construir, de princípios e feição moderna. Do Congresso, saiu o livro "União do povo contra o neoliberalismo: documentos do 9.º Congresso do PCdoB".

O X Congresso

Foi realizado de 9 a 12 de dezembro de 2001, no Rio de Janeiro. Foi a maior reunião de comunistas brasileiros. Contou com a participação de 32 representantes de partidos e organizações estrangeiras, dezenas de convidados e 821 delegados. Nele, foi eleito Renato Rabelo para substituir João Amazonas na Presidência do Partido. Amazonas, às vésperas de completar 90 anos (em 1.º de janeiro de 2002), passou a ser presidente de honra. O Congresso apontou para a necessidade de um novo rumo para o Brasil, com um projeto de mudanças capaz de promover a reconstrução nacional, a transformação social e a mais ampla liberdade política.[18]

XI Congresso

O 11.º Congresso Nacional do PCdoB ocorreu de 20 a 23 de outubro de 2005, na Academia de Tênis (complexo cultural e de hotelaria), em Brasília (DF). Reuniu cerca de 1 400 pessoas das 27 unidades federativas do Brasil, dos quais 1 100 delegados, bem como 80 convidados estrangeiros. O Congresso aconteceu num momento de crescimento, de firmação do Partido, que completava 20 anos de legalidade. Se renovou a direção nacional e se aprovaram diversas resoluções de estruturação interna do partido.

XII Congresso

Foi realizado de 5 a 8 de novembro de 2009, em São Paulo. O congresso fez uma avaliação das consequências da grande crise do capitalismo em um mundo em transição quanto ao sistema de poder internacional, que conduzia a uma nova realidade de forças mundial. Considerou o grande embate eleitoral de 2010 no contexto da luta no Brasil contra o neoliberalismo, em busca de uma alternativa para o país frente à crise e pela construção de um projeto de afirmação nacional, com desenvolvimento, soberania, integração regional, democratização política e social e defesa do meio ambiente. E aprovou um novo programa Socialista para o Brasil, como também alterações no estatuto partidário, além de resoluções políticas.

XIII Congresso

O Congresso foi realizado em novembro de 2013, na cidade de São Paulo. As discussões se deram sobre as crises nas esferas internacional e nacional, no balanço dos governos Lula e Dilma, sobre as eleições de 2014 e o projeto de eleger Flávio Dino governador do Maranhão.

XIV Congresso

Foi realizado entre 17 e 19 de novembro de 2017, em Brasília. O Congresso teve como principais objetivos a aprovação uma resolução política que guiará o partido nos próximos anos; a eleição da nova Direção Nacional do PCdoB, onde a deputada pernambucana Luciana Santos acabou reconduzida à presidência do partido; e a aprovação da pré-candidatura de Manuela d'Ávila à Presidência da República, para as eleições de 2018.[19][20]

Cisões

Partido Comunista Revolucionário - PCR (1966)

O Partido Comunista Revolucionário - PCR foi uma cisão interna do PCdoB ocorrida em 1966, quatro anos após a reorganização do Partido Comunista do Brasil. Foi formado por alguns militantes do movimento estudantil e alguns ativistas das Ligas Camponesas.

Entre seus fundadores, estavam Manuel Lisboa e Amaro Luís de Carvalho. A Carta de 12 Pontos aos Comunistas Revolucionários, de maio de 1966, formalizava o rompimento com o partido criado por João Amazonas.

Em 1968, o PCR já tinha seu programa e seu estatuto, bem como a definição de seus conselhos Nacional, Regional, de Luta Operária e de Luta Estudantil. Sua linha era a da Guerra Popular Prolongada, isto é, o cerco das cidades pelo campo, sendo o Nordeste definido como a melhor área para se desencadear a luta.

Ala Vermelha do PCdoB - favorável à tática foquista (1966)

A Ala Vermelha foi uma das cisões surgidas do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) em 1966. A Ala, porém, só se concretizaria em 1967, após a Conferência realizada em junho de 1966, que defendeu a "União dos Brasileiros" para livrar o país da ditadura e da ameaça neocolonialista. A Ala Vermelha era formada por integrantes das Ligas Camponesas e parte dos membros do movimento estudantil brasileiro.

A sistematização do programa da Ala era a negação das resoluções contidas no "União dos Brasileiros". O texto apresentado pela Ala se chamava "Organizar um Partido de Novo Tipo em Função da Luta Armada". A organização esteve presente em mais Estados que o PCR: Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Espírito Santo e Brasília. A Ala tinha uma avaliação política do Brasil semelhante à do PCdoB, mas, em alguns pontos, tinha diferenças significativas, principalmente na ênfase ao caráter capitalista da economia do Brasil.

Essa organização também se lançou na luta armada, chegando mesmo a fazer parte da Frente Armada, que era composta pelas seguintes organizações: Aliança Libertadora Nacional (ALN), Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) e Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR).

Partido Revolucionário Comunista - PRC (1979)

O Partido Revolucionário Comunista (PRC) foi uma cisão do PCdoB ocorrida em 1979. Essa organização política brasileira atuou de 1980 a 1989, e participou da fundação do Partido dos Trabalhadores (PT) junto à Ala Vermelha.

Suas principais lideranças foram José Genoíno, que tornou-se presidente do PT, e Tarso Genro, que ocupou ministérios no Governo Lula e assumiu interinamente a presidência do partido com a queda de Genoíno na crise do Mensalão.

Hoje em dia, funciona como tendência interna do PT, com o nome de Democracia Radical (DR); a qual é fruto de uma fusão com outra tendência interna do Partido dos Trabalhadores, a Tendência Marxista.

Frentes de Atuação

O PCdoB atua em diversas frentes:

Bancada na Câmara dos Deputados

Composição atual

Deputados AC AL AM AP BA CE DF ES GO MA MG MS MT PA PB PE PI PR RJ RN RO RR RS SC SE SP TO
15 1 0 0 1 3 2 0 0 0 0 1 0 0 0 0 1 1 0 1 0 0 0 2 0 0 2 0

Bancada eleita para a legislatura

Legislatura Eleitos % AC AL AM AP BA CE DF ES GO MA MG MS MT PA PB PE PI PR RJ RN RO RR RS SC SE SP TO Diferença
54ª (2011-2015)
15 2,92 1 0 0 1 3 2 0 0 0 0 1 0 0 0 0 1 1 0 1 0 0 0 2 0 0 2 0 +2
53ª (2007-2011)
13 2,53 1 0 1 1 2 1 0 0 0 1 1 0 0 0 0 1 1 0 1 0 0 0 1 0 0 1 0 +1
52ª (2003-2007)
12 2,34 1 0 1 0 2 1 1 0 0 0 1 0 0 0 0 1 1 0 1 0 0 0 0 0 0 2 0 +5
51ª (1999-2003)
7 1,36 0 0 1 0 1 1 1 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 1 0

Fonte: Portal da Câmara dos Deputados - Bancada na Eleição.

Participação eleitoral

Eleições de 2002

O PCdoB integrou a coligação Lula Presidente, composta pelo PT, PMN, PCB e PL, que elegeu Luiz Inácio Lula da Silva como presidente da República e José Alencar (PL) como vice.

No Maranhão, o partido integrou a coligação de Jackson Lago.

O partido apoiou 25 candidaturas do PT, 1 do PDT e 1 do PTB.

Eleições de 2010

Na eleição presidencial, o PCdoB, por continuar estando na base do governo a nível nacional, esteve presente na coligação que elegeu a presidenta Dilma Rousseff (PT). Na coligação também estavam presentes o PMDB, o PDT, o PSB, o PR, o PRB, o PSC, o PTC e o PTN.[21]

Nas eleições para governador, o PCdoB esteve presente em todos os estados, com exceção de Roraima. O único estado onde o PCdoB teve candidatura própria foi o Maranhão. O partido apoiou 9 candidaturas do PT, 7 do PMDB, 4 do PSB, 3 do PDT, 1 do PP e 1 do PMN. Dessas 26 coligações, o PT esteve presente (em 21), o PDT (em 17), o PRB (em 16), o PMDB (em 15), o PSB e o PR (em 14 cada um), o PRP e o PHS (em 13 cada um) e o PP (em 12). Nas coligações dos estados do Amazonas, do Amapá e de Rondônia estava presente também o DEM, importante partido que nacionalmente faz oposição de direita ao governo federal. Dos candidatos a governadores apoiados pelo PCdoB, 13 se elegeram e 10 ficaram em segundo lugar na disputa:

O partido também conseguiu um segundo cargo no Senado Federal, ao eleger Vanessa Grazziotin pelo Amazonas, juntando-se com Inácio Arruda (eleito pelo Ceará em 2006).

Eleições de 2012

Nas eleições municipais de 2012, o PCdoB participou nas eleições para prefeitura em cerca de 2 397 municípios. O partido teve candidatura própria em 221 cidades e apoiou candidaturas do PT (459), PMDB (362), PSB (233), PSD (166), PSDB (145), PDT (138), PP (126), PTB (120), PR (95), PPS (62), DEM (48), PV (41), PRB (38), PSC (36), PMN (19), PSL (14), PRP (13), PHS (11), PSDC (10), PTN (9), PTdoB (9), PTC (8), PRTB (7), PPL (5) e PSOL (2). Nessas cerca de 2 397 coligações, estavam presentes, aproximadamente, o PT (em 1029), o PSB (em 910), o PMDB (em 883), o PDT (em 836), o PR (em 700), o PSD (em 679), o PTB (em 677), o PSDB (em 667), o PV (em 607), o PPS (em 595), o PRB (em 592), o DEM (em 572), o PP (em 538), o PTdoB (em 304), o PRP (em 289) e o PSDC (em 166).

O PCdoB elegeu 57 prefeitos e 87 vice-prefeitos,[22] além de 976 vereadores.[23]

Região Norte


  • Em negrito estão marcados os municípios onde a coligação teve vitória nas eleições para a prefeitura

No Acre o partido participou de 22 coligações, sendo "cabeça de chapa" somente nos municípios de Capixaba e de Jordão. O PCdoB apoiou 12 candidaturas do PT (nos municípios de Acrelândia, Assis Brasil, Feijó, Marechal Thaumaturgo, Porto Acre, Porto Walter, Rio Branco, Rodrigues Alves, Santa Rosa do Purus, Senador Guiomard, Tarauacá e Xapuri), 4 do PSB (nos municípios de Bujari, Epitaciolândia, Manoel Urbano e Plácido de Castro), 1 do PMDB (em Mâncio Lima), 1 do PR (em Sena Madureira), 1 do PSDC (em Brasileia) e 1 do PV (Cruzeiro do Sul). Dentre essas 22 coligações, estavam presentes o PSB e o PT (em 18 cada um), o PSDC (em 12), o PR e o PV (em 8 cada um).

No Amapá, entre os 17 municípios do estado, o PCdoB participou (em coligações) na eleição de 13 deles, sendo "cabeça de chapa" em 3 cidades: Macapá, Porto Grande e Tartarugalzinho. O partido apoiou 4 candidaturas do PT (nos municípios de Cutias, Ferreira Gomes, Laranjal do Jari e Santana), 1 do PSDB (em Vitória do Jari), 1 do DEM (em Calçoene), 1 do PTN (em Pedra Branca do Amapari), 1 do PPS (em Itaubal), 1 do PDT (em Mazagão) e 1 do PSB (em Amapá). Dentre essas 13 coligações, estavam presentes o PPS (em 6), o PSB e o PRB (em 5 cada um).

No Amazonas, o partido fez parte de 50 coligações, sendo "cabeça de chapa" em 15 cidades: Anamã, Apuí, Barcelos, Beruri, Fonte Boa, Guarajá, Itacoatiara, Japurá, Lábrea, Manaus, São Gabriel da Cachoeira, São Sebastião do Uatumã, Silves, Tabatinga e Tapauá. O PCdoB apoiou 12 candidaturas do PSD (nos municípios de Barreirinha, Caapiranga, Eirunepé, Iranduba, Itapiranga, Novo Airão, Novo Aripuanã, Parintins, São Paulo de Olivença, Tocantins, Uarini e Urucará), 10 do PMDB (nos municípios de Anori, Boca do Acre, Careiro, Careiro da Várzea, Envira, Humaitá, Jutaí, Manacapuru, Manaquiri e Nhamundá), 4 do PT (nos municípios de Codajás, Maués, Santo Antônio do Içá e Urucurituba, 3 do PP (nos municípios de Alvarães, Benjamin Constant e Borba), 1 do PPL (em Nova Olinda do Norte), 1 do PTN (em Manicoré), 1 do PDT (em Atalaia do Norte), 1 do PR (em Canutama), 1 do PRP (em Rio Preto da Eva) e 1 do PMN (em Coari). Dentre essas 50 coligações, estavam presentes o PSD (em 23), o PT (em 22), o PMDB (em 21), o PP (em 19), o PSC (em 16), o PTB (em 15), o PPS (em 14), o PTdoB (em 13), o DEM (em 12), o PV e o PDT (em 11 cada um).

No Pará, o PCdoB participou de 90 coligações, sendo "cabeça de chapa" apenas no município de Brejo Grande do Araguaia. O partido apoiou 24 candidaturas do PT (nas cidades de Abaetetuba, Água Azul do Norte, Almeirim, Bom Jesus do Tocantins, Bragança, Cametá, Conceição do Araguaia, Curralinho, Dom Eliseu, Eldorado dos Carajás, Igarapé-Miri, Ipixuna do Pará, Jacareacanga, Limoeiro do Ajuru, Moju, Muaná, Parauapebas, Santa Cruz do Arari, Santa Maria das Barreiras, São Domingos do Capim, Santarém, Senador José Porfírio, Soure e Tucuruí), 16 do PMDB (nos municípios de Acará, Ananindeua, Anajás, Benevides, Breu Branco, Breves, Jacundá, Nova Timboteua, Palestina do Pará, Santa Isabel do Pará, Santa Luzia do Pará, Santana do Araguaia, Santo Antônio do Tauá, São Geraldo do Araguaia, São João de Pirabas, Tucumã), 9 do PSDB (nos municípios de Bujaru, Chaves, Itupiranga, Melgaço, Ponta de Pedras, Sapucaia, Tomé-Açu, São Domingos do Araguaia e São João do Araguaia), 7 do PR (nas cidades de Goianésia do Pará, Marapanim, Monte Alegre, Primavera, Salinópolis, Santa Maria do Pará e Terra Alta), 7 do PDT (nos municípios de Capanema, Colares, Cumaru do Norte, Ourilândia do Norte, Quatipuru, Uruará e Xinguara), 5 do PPS (nos municípios de Canaã dos Carajás, Faro, Pacajá, São Félix do Xingu e São Miguel do Guamá), 5 do PSB (nos municípios de Altamira, Bannach, Novo Repartimento, Rio Maria e Vitória do Xingu), 4 do PTB (nas cidades de Cachoeira do Piriá, Irituia, Marabá e Porto de Moz), 3 do PSD (nos municípios de Itaituba, Marituba e Santa Bárbara do Pará), 2 do PP (em Novo Progresso e em Rondon do Pará), 2 do PSC (em Barcarena e em Floresta do Araguaia), 2 do PSOL (em Belém e em Garrafão do Norte), 1 do PRP (em Redenção), 1 do PSL (em Salvaterra) e 1 do DEM (em Castanhal). Dentre essas 90 coligações, estavam presentes o PSB (em 40), o PSC (em 39), o PMDB e o PDT (em 36 cada um), o PV (em 29), o PTB (em 28), o DEM (em 27), o PR e o PPS (em 26 cada um), o PTdoB (em 23), o PT (em 21) e o PSDB (em 17).

Em Rondônia, o PCdoB participou de 21 coligações, sendo "cabeça de chapa" apenas na cidade de Ouro Preto do Oeste. O partido apoiou 4 candidaturas do PT (nos municípios de Colorado do Oeste, Itapuã do Oeste, Jaru e Rolim de Moura), 3 do PMDB (nos municípios de Alta Floresta d'Oeste, Cerejeiras e Ji-Paraná), 3 do PDT (nos municípios de Candeias do Jamari, Guarajá-Mirim e Mirante da Serra), 1 do PSDB (em Novo Horizonte do Oeste), 1 do DEM (em Ariquemes), 1 do PP (em Vilhena), 1 do PTN (em Nova União), 1 do PSDC (Cacoal), 1 do PV (em Machadinho d'Oeste), 1 do PRP (em Espigão do Oeste), 1 do PPS (em Corumbiara), 1 do PSB (em Pimenta Bueno) e 1 do PMN (em Porto Velho). Dentre essas 21 coligações, estavam presentes o PT (em 10), o PRB (em 9), o DEM, o PRP, o PDT e o PTdoB (em 8 cada um), o PP, o PSB e o PMDB (em 7 cada um), o PSDB, o PSDC, o PV, o PTB, o PPS e o PSL (em 6 cada um).

Em Roraima, das 15 cidades do estado, o PCdoB participou de eleições de 12 delas e em nenhuma com candidatura própria (para o cargo de prefeito). O partido apoiou 3 candidaturas do PT (nos municípios de Cantá, São João da Baliza e Uiramutã), 1 do PSDB (em Caroebe), 1 do PP (em Rorainópolis), 1 do PSL (em Mucajaí), 1 do PSD (em Normandia), 1 do PSDC (em São Luiz), 1 do PSB (em Iracema), 1 do PPS (em Amajari), 1 do PMDB (em Pacaraima) e 1 do PDT (em Boa Vista). Participaram dessas 12 coligações o PSL (em 7), o PT e o PDT (em 6 cada um), o PP (em 5), o DEM, o PMDB, o PRTB, o PRB, o PRP, o PTB, o PV e o PPS (em 4 cada um).

Em Tocantins o PCdoB fez parte de 29 coligações, sendo "cabeça de chapa" apenas na cidade de Formoso do Araguaia. O partido apoiou 6 candidaturas do PMDB (nos municípios de Augustinópolis, Carmolândia, Miracema do Tocantins, Monte Santo do Tocantins, Porto Nacional e Silvanópolis), 4 do PTB (nos municípios de Aurora do Tocantins, Monte do Carmo, Paraíso do Tocantins e Tupirama), 4 do PT (nos municípios de Araguanã, Dianópolis, Itacajá e Palmeiras do Tocantins), 3 do PP (nos municípios de Araguaína, Cristalândia e Palmas), 3 do PSB (nos municípios de Araguatins, Esperantina, e Gurupi), dois do PR (em Cachoeirinha e em Divinópolis do Tocantins), 2 do PSD (em Lizarda e em Luzinópolis), 2 do PDT (em Guaraí e em Xambioá), 1 do DEM (em Ananás) e 1 do PSDB (em Ipueiras). Dentre essas 29 coligações, estavam presentes o PPS, o PSB e o PT (em 14 cada um), o PDT (em 13), o PMDB (em 12), o DEM (em 11) e o PSDB (em 10).
Região Nordeste


  • Em negrito estão marcados os municípios onde a coligação teve vitória nas eleições para a prefeitura

Em Alagoas, o partido participou de 36 coligações, sendo "cabeça de chapa" em 3 municípios: Capela, Delmiro Gouveia e Satuba. O PCdoB apoiou 9 candidaturas do PMDB (nas cidades de Água Branca, Batalha, Canapi, Feira Grande, Mar Vermelho, Olho d'Água das Flores, Pariconha, Piaçabuçu e São Luís do Quitunde), 4 do PSDB (nos municípios de Messias, Pão de Açúcar, Pilar e Porto Calvo), 4 do PP (nas cidades de Barra de São Miguel, Campo Grande, Maragogi e Matriz de Camaragibe), 4 do PSD (nos municípios de Jacuípe, Rio Largo, Santa Luzia do Norte e União dos Palmares), 3 do PTB (nas cidades de Arapiraca, Barra de Santo Antônio e Santana do Ipanema), PDT (nos municípios Maceió, Penedo e Piranhas), 2 do PMN (em Campo Alegre e em Major Isidoro), 2 do PT (em Inhapi e em Palmeira dos Índios), 1 do PV (em Marechal Deodoro) e 1 do PPL (em Viçosa). Dentre essas 36 coligações, estavam presentes o o PMDB e o PDT (em 18 cada um), o PP e o PPS (em 16 cada um), o PSD (em 15), o PRB e o PT (em 14 cada um), o PSDB, o PTB e o PV (em 13 cada um), o DEM, o PSC e o PMN (em 11 cada um).

No Ceará, o PCdoB participou de 130 coligações, com candidatura própria em 19 municípios: Abaiara, Aquiraz, Crateús, Eusébio, Farias Brito, Fortaleza, Graça, Ibaretama, Ipueiras, Maranguape, Novo Oriente, Paracuru, Piquet Carneiro, Potengi, Santana do Acaraú, São Benedito, São João do Jaguaribe, São Luís do Curu e Solonópole). O partido apoiou 25 candidaturas do PSB (nos municípios de Acarape, Altaneira, Barro, Camocim, Catunda, Cedro, Chaval, Guaiuba, Iguatu, Independência, Itapiúna, Massapê, Missão Velha, Monsenhor Tabosa, Moraújo, Nova Olinda, Paraipaba, Pedra Branca, Penaforte, Quiterianópolis, Reriutaba, São Gonçalo do Amarante, Tabuleiro do Norte, Tianguá e Uruburetama), 24 do PT (nos municípios de Acaraú, Amontada, Canindé, Caridade, Cruz, Groaíras, Ibicuitinga, Icapuí, Ipaporanga, Itapipoca, Iracema, Jaguaruana, Meruoca, Milagres, Morada Nova, Morrinhos, Pacajus, Pacoti, Paramoti, Pindoretama, Quixadá, Salitre, Senador Pompeu e Sobral), 15 do PMDB (nos municípios de Acopiara, Aurora, Caririaçu, Caucaia, Crato, Croatá, Icó, Frecheirinha, Itaiçaba, Itatira, Jucás, Lavras da Mangabeira, Martinópole, Russas e Tauá), 11 do PSD (nas cidades de Alcântaras, Araripe, Assaré, Coreaú, Hidrolândia, Jaguaretama, Jardim, Limoeiro do Norte, Santa Quitéria, Várzea Grande e Umirim), 5 do PSDB (nos municípios de Deputado Irapuan Pinheiro, Mucambo, Pires Ferreira, Poranga e Saboeiro), 5 do PP (nos municípios de Guaraciaba do Norte, Milhã, Ocara, Orós e Ubajara), 5 do PRB (nas cidades de Fortim, General Sampaio, Granjeiro, Madalena e Miraíma), 4 do PDT (nos municípios de Aracati, Barreira, Mulungu e Potiretama), 3 do PR (nos municípios de Maracanaú, Quixeré e Umari), 3 do PTB (nas cidades de Campos Sales, Itapagé e Senador Sá), 2 do PSL (em Chorozinho e em Santana do Cariri), 2 do PPL (em Itaitinga e em Palmácia), 2 do PHS (em Cariús e em Cascavel), 2 do PV (em Guaramiranga e em São João do Jaguaribe), 1 do PMN (em Pacujá), 1 do PSC (em Nova Russas) e 1 do PPS (em Barbalha). Dentre essas 130 coligações, estavam presentes o PT (em 65), o PSB (em 53), o PR (em 52), o PP (em 28), o PRB (em 47), o PMDB (em 44), o PV (em 43), o PTB (em 42), o PDT (em 41), o PHS (em 33), o PSD (em 32), o PSDB (em 30), o PSL e o PTN (em 27 cada um), o PTN e o DEM (em 25 cada um) e o PTdoB (em 23).

No Maranhão, o PCdoB participou de 186 coligações, sendo "cabeça de chapa" em 24 municípios: Araioses, Arari, Boa Vista do Gurupi, Buritirana, Cajapió, Conceição do Lago-Açu, Dom Pedro, Governador Edison Lobão, Gonçalves Dias, Igarapé Grande, Jatobá, Lajeado Novo, Miranda do Norte, Nova Colinas, Passagem Franca, Pio XII, Raposa, São Francisco do Maranhão, São João do Paraíso, São José de Ribamar, Santa Filomena do Maranhão, Serrano do Maranhão, Timbiras e Trizidela do Vale. O partido apoiou 19 candidaturas do PT (nas cidades de Alcântara, Belágua, Bequimão, Bernardo do Mearim, Carutapera, Coroatá, Grajaú, Itapecuru Mirim, Lago da Pedra, Lago do Junco, Lagoa do Mato, Lagoa Grande do Maranhão, Peri Mirim, Primeira Cruz, São Bernardo, São Francisco do Brejão, São Raimundo do Doca Bezerra, Senador La Rocque e Urbano Santos), 17 do PMDB (nos municípios de Axixá, Benedito Leite, Buriticupu, Cachoeira Grande, Campestre do Maranhão, Central do Maranhão, Fernando Falcão, Governador Eugênio Barros, Guimarães, Nina Rodrigues, Rosário, São Domingos do Azeitão, São Raimundo das Mangabeiras, Santa Luzia, São João do Carú, São João dos Patos e Turiaçu), 17 do PSB (nas cidades de Balsas, Caxias, Cedral, Colinas, Matões, Pinheiro, Ribamar Fiquene, Pirapemas, São José dos Basílios, São Luís Gonzaga do Maranhão, São Mateus do Maranhão, São Pedro da Água Branca, Santa Inês, Timon, Tuntum, Santo Antônio dos Lopes e Vitória do Mearim), 16 do PDT (nos municípios de Aldeias Altas, Bacurituba, Barreirinhas, Buriti Bravo, Codó, Estreito, Graça Aranha, Imperatriz, Itinga do Maranhão, Montes Altos, Morros, Paço do Lumiar, Penalva, Porto Franco, São João do Soter e São Roberto), 13 do PTB (nas cidades de Alto Alegre do Maranhão, Anapurus, Arame, Maranhãozinho, Matões do Norte, Paraibano, Pindaré-Mirim, Presidente Dutra, São Pedro dos Crentes, São Vicente Ferrer, Sítio Novo, Sucupira do Riachão e Zé Doca), 13 do PRB (nos municípios de Amapá do Maranhão, Bacabal, Bom Jardim, Chapadinha, Davinópolis, Formosa da Serra Negra, Governador Luiz Rocha, Igarapé do Meio, Magalhães de Almeida, Maracaçumé, Poção de Pedras, São Félix de Balsas e Santa Rita), 11 do PPS (nas cidades de Tufilândia, Feira Nova do Maranhão, Icatu, Mirador, Pastos Bons, Pedreiras, Pedro do Rosário, Santa Helena, Senador Alexandre Costa, Sucupira do Norte e Vargem Grande), 9 do PSDB (nos municípios de Açailândia, Alto Parnaíba, Cândido Mendes, Cidelândia, Itaipava do Grajaú, Presidente Juscelino, São Bento, Turilândia e Vila Nova dos Martírios), 7 do PV (nas cidades de Amarante do Maranhão, Governador Nunes Freire, Jenipapo dos Vieiras, Presidente Vargas, Santa Luzia do Paruá, Satubinha e Tasso Fragoso), 6 do PP (nos municípios de Anajatuba, Governador Newton Bello, Palmeirândia, Santo Amaro do Maranhão, São Domingos do Maranhão e São João Batista), 6 do PR (nas cidades de Araguanã, Barão de Grajaú, Joselândia, Olinda Nova do Maranhão, Santa Quitéria do Maranhão e Viana), 5 do DEM (nos municípios deCantanhede, Capinzal do Norte, Matinha, Nova Olinda do Maranhão e Olho d'Água das Cunhãs), 5 do PSD (nas cidades de Centro Novo do Maranhão, Coelho Neto, Duque Bacelar, Loreto e Mirinzal), 4 do PTdoB (nos municípios de Bom Jesus das Selvas, Esperantinópolis, Riachão e Vitorino Freire), 3 do PMN (nas cidades de Fortaleza dos Nogueiras, Humberto de Campos e Marajá do Sena), 3 do PSC (nos municípios de Apicum-Açu, Barra do Corda e Cururupu), 2 do PHS (em Buriti e em Porto Rico do Maranhão), 2 do PTC (em Lago Verde e em São Luís), 2 do PRTB (em Alto Alegre do Pindaré e em Sambaíba), 1 do PSL (em Brejo) e 1 do PRP (em João Lisboa). Dentre essas 186 coligações, estavam presentes o PSB (em 98), o PDT (em 90), o PSDB (em 82), o PT (em 77), o PPS (em 67), o PRB (em 57), o PTB (em 56), o PR (em 55), o PTC (em 47), o PTdoB (em 45), o PV e o PRTB (em 44 cada um), o PSD (em 40), o PSDC e o PMDB (em 39 cada um), o PHS (em 38),o DEM (em 36), o PRP (em 32) e o PSL (em 31).

Na Paraíba, o PCdoB participou de 72 coligações, sendo "cabeça de chapa" em 5 municípios: Aparecida, Princesa Isabel, Puxinanã, Serra da Raiz e Sapé. O partido apoiou 19 candidaturas do PMDB (nas cidades de Belém, Caaporã, Cabedelo, Cacimba de Areia, Cachoeira dos índios, Condado, Diamante, Guarabira, Patos, Rio Tinto, Santa Luzia, Santa Rita, São José de Piranhas, São José de Princesa, Solânea, Sumé, Tacima, Tavares e Vista Serrana), 10 do PSB (nos municípios de Bayeux, Desterro, João Pessoa, Junco do Seridó, Lucena, Malta, Mamanguape, Marizópolis, Remígio, Serra Grande), 6 do PSDB (Capim, Coremas, Curral Velho, Emas, Santa Teresinha e São José de Espinharas), 5 do PR (nas cidades de Bananeiras, Catolé do Rocha, Carrapateira, Livramento e Pedra Branca), 4 do DEM (nos municípios de Monte Horebe, Piancó, Belém do Brejo do Cruz e São Vicente do Seridó), 3 do PP (nas cidades de Aguiar, Algodão de Jandaíra e Gurinhém), 3 do PSD (nos municípios de Bonito de Santa Fé, Boqueirão e Maturéia), 3 do PTB (nas cidades de Cajazeiras, Igaracy e São José do Sabugi), 3 do PSC (nos municípios de Campina Grande, Cruz do Espírito Santo e Queimadas), 2 do PRB (nas cidades de Areia e em Juazeirinho), 1 do PSDC (em Boa Ventura), 1 do PMN (em Itabaiana), 1 do PRTB (Araçagi), 1 do PTdoB (em Conde), 1 do PTN (em Soledade), 1 do PDT (em Conceição), 1 do PHS (em Alagoinha), 1 do PSL (em Pirpirituba) e 1 do PT (em Ibiara). Dentre essas 72 coligações, estavam presentes o PMDB (em 34), o PR e o PSB (em 29 cada um), o DEM e o PSDB (em 28 cada um), o PSD (em 27), o PT (em 25), o PSC e o PPS (em 24 cada um), o PTB (em 21), o PRB (em 20), o PP, o PSL e o PTdoB (em 18 cada um), o PV (em 17) e o PHS (em 14).

Em Pernambuco, o PCdoB participou em eleições para a prefeitura em 99 cidades, tendo candidatura própria em: Abreu e Lima, Alagoinha, Arcoverde, Bezerros, Chã de Alegria, Floresta, Moreno, Olinda, Parnamirim, Sanharó e Triunfo. O partido apoiou 35 candidaturas do PSB (nas cidades de Afogados da Ingazeira, Água Preta, Aliança, Amaraji, Barreiros, Belém de São Francisco, Bom Conselho, Bonito, Carnaíba, Carpina, Catende, Correntes, Cumaru, Gameleira, Itambé, Jataúba, Lagoa de Itaenga, Paudalho, Palmares, Paulista, Pesqueira, Petrolina, Poção, Recife, Salgueiro, Santa Filomena, São Bento do Una, São João, São José do Egito, São Lourenço da Mata, Sertânia, Sirinhaém, Timbaúba, Tracunhaém e Trindade), 15 do PT (nos municípios de Águas Belas, Agrestina, Calumbi, Camaragibe, Custódia, Granito, Ibirajuba, Igarassu, Rio Formoso, Serra Talhada, Surubim, Tamandaré, Taquaritinga do Norte, Vitória de Santo Antão e Xexéu), 12 do PTB (nas cidades de Araçoiaba, Buíque, Brejo da Madre de Deus, Escada, Gravatá, Iati, Ilha de Itamaracá, Lagoa dos Gatos, Nazaré da Mata, Ribeirão, Santa Cruz do Capibaribe e São Caitano), 7 do PSD (nos municípios de Altinho, Angelim, Cachoeirinha, Pombos, São José da Coroa Grande, Tuparetama, Vicência), 6 do PSDB (nas cidades de Cabo de Santo Agostinho, Condado, Cortês, Jaboatão dos Guararapes, Lagoa do Carro e Quipapá), 5 do PR (nos municípios de Flores, Ipojuca, Lagoa Grande, Primavera e Terezinha), 4 do PDT (nas cidades de Cupira, Goiana e Petrolândia), 2 do PV (em Ipubi e em Mirandiba), 1 do PMN (em Itaquitinga) e 1 do PHS (em Ouricuri). Dentre essas 99 coligações, estavam presentes o PSB (em 50), o PT (em 47), o PSD (em 46), o PTB (em 45), o PR (em 38), o PDT (em 37), o PTC (em 36), o PRB (em 35), o PSC (em 31), o PHS e o PTN (em 30 cada um), o PSDB (em 27), o PP e o PMDB (em 25 cada um), o PV e o PRTB (em 23 cada um), o PPS e o PTdoB (em 22 cada um), o PRP e o DEM (em 19 cada um).

No Piauí, o PCdoB participou de 127 coligações, sendo "cabeça de chapa" em 25 municípios: Brasileira, Cajazeiras do Piauí, Cristino Castro, Dom Inocêncio, Juazeiro do Piauí, Marcos Parente, Matias Olímpio, Nazaré do Piauí, Nossa Senhora de Nazaré, Pavussu, Piracuruca, Redenção do Gurguéia, Ribeira do Piauí e São Raimundo Nonato. O partido apoiou 25 candidaturas do PSB (nas cidades de Alagoinha do Piauí, Antônio Almeida, Aroeiras do Itaim, Baixa Grande do Ribeiro, Cajueiro da Praia, Coivaras, Dom Expedito Lopes, Fartura do Piauí, Ipiranga do Piauí, Isaías Coelho, Luís Correia, Manoel Emídio, Monte Alegre do Piauí, Oeiras, Olho d'Água do Piauí, Palmeirais, Pio IX, Piripiri, Ribeiro Gonçalves, Rio Grande do Piauí, Santa Cruz do Piauí, São José do Peixe, São João da Varjota, Teresina e Várzea Grande), 23 do PTB (nos municípios de Alegrete do Piauí, Alto Longá, Altos, Barras, Barro Duro, Bela Vista do Piauí, Buriti dos Lopes, Caldeirão Grande do Piauí, Caridade do Piauí, Curralinhos, Floriano, Jaicós, Lagoinha do Piauí, Landri Sales, Miguel Alves, Milton Brandão, Monsenhor Gil, Queimada Nova, Regeneração, Riacho Frio, Santa Filomena, São José do Divino, São Miguel do Fidalgo), 14 do PMDB (nas cidades de Alvorada do Gurguéia, Colônia do Gurguéia, Corrente, Demerval Lobão, Eliseu Martins, Inhuma, Lagoa do Piauí, Monsenhor Hipólito, Palmeira do Piauí, Picos, Prata do Piauí, São Luís do Piauí, Sigefredo Pacheco e Valença do Piauí), 13 do PT (nos municípios de Assunção do Piauí, Bertolínia, Campo Grande, Campo Maior, Caracol, Colônia do Piauí, Itaueira, Jacobina do Piauí, Nazária, São Gonçalo do Piauí, São João do Piauí, São Julião, Santa Rosa do Piauí e Tanque do Piauí), 9 do PSD (nas cidades de Acauã, Amarante, Belém do Piauí, Beneditinos, Brejo do Piauí, Currais, José de Freitas, São Lourenço do Piauí e Simplício Mendes), 7 do PDT (nos municípios de Anísio de Abreu, Francisco Ayres, Guadalupe, Nova Santa Rita, Parnaíba, Pedro II e São João da Serra), 4 do DEM (nas cidades de Canto do Buriti, Lagoa Alegre, Sebastião Leal e União), 4 do PP (nos municípios de Campo Grande do Piauí, Murici dos Portelas, Novo Santo Antônio e São Braz do Piauí), 3 do PSDB (nas cidades de João Costa, Porto e São Miguel da Baixa Grande), 3 do PR (nos municípios de Angical do Piauí, Bom Jesus e Campo Alegre do Fidalgo), 1 do PSC (em Padre Marcos), 1 do PTC (em Paulistana), 1 do PSDC (em Jerumenha), 1 do PRTB (em Socorro do Piauí), 1 do PPS (em Boa Hora), 1 do PRB (Paes Landim), 1 do PTN (em Água Branca) e 1 do PV (Novo Oriente do Piauí). Dentre essas 127 coligações, estavam presentes o PT (em 69), o PMDB (em 58), o PSB (em 56), o PTB (em 55), o PDT (em 44), o PSDB (em 40), o PP (em 39), o PR (em 35), o PSD (em 34), o DEM (em 30), o PPS (em 28), o PV e o PRB (em 26 cada um) e o PRTB (em 20).

No Rio Grande do Norte, o partido participou de 73 coligações, sendo "cabeça de chapa" em 6 municípios: Almino Afonso, Apodi, Felipe Guerra, Poço Branco, Rafael Godeiro e São Fernando. O PCdoB apoiou 15 candidaturas do PMDB (nos municípios de Acari, Areia Branca, Boa Saúde, Brejinho, Caraúbas, Guamaré, Ipanguaçu, Jardim do Seridó, Lajes, Macaíba, São Francisco do Oeste, São José do Campestre, São Tomé, São Vicente, Tibau do Sul), 11 do PSB (nos municípios de Afonso Bezerra, Carnaubais, Grossos, Japi, Macau, Marcelino Vieira, Martins, Maxaranguape, Mossoró, Nova Cruz e Patu), 10 do PSD (nas cidades de Antônio Martins, Jardim de Piranhas, Monte Alegre, Paraú, Santa Cruz, Santo Antônio, Severiano Melo, Tibau, Touros, Várzea), 8 do PR (nas cidades de Bento Fernandes, Campo Grande, Ceará-Mirim, Currais Novos, Extremoz, João Câmara, São Gonçalo do Amarante, Upanema), 4 do DEM (nos municípios de Angicos, Carnaúba dos Dantas, Lagoa de Pedras e Rio do Fogo), 4 do PP (nas cidades de Caicó, Jucurutu, Portalegre e São Miguel), 4 do PT (nos municípios de Janduís, Parelhas, Pedro Avelino e Serra do Mel), 3 do PMN (nas cidades de Campo Redondo, Pendências e Senador Elói de Souza), 3 do PDT (nos municípios de José da Penha, Natal e Parnamirim), 1 do PRP (em Nísia Floresta), 1 do PPS (em Jandaíra), 1 do PHS (em Canguaretama), 1 do PSDC (em Montanhas) e 1 do PSDB (em Pureza). Dentre essas 73 coligações, estavam presentes o PSB (em 35), o PMDB e o PT (em 30 cada um), PP (em 26), o PR e o PMN (em 25 cada um), o PDT (em 24), o DEM (em 21), o PV (em 20), o PSD (em 19), o PSDB (em 18) e o PPS (em 17).

Em Sergipe, o PCdoB participou em 46 coligações, sendo "cabeça de chapa" em 4 municípios: Cristinápolis, Indiaroba, Nossa Senhora do Socorro e Tomar do Geru. O partido apoiou 10 candidaturas do PSB (nos municípios de Aracaju, Arauá, Areia Branca, Campo do Brito, Graccho Cardoso, Neópolis, Nossa Senhora das Dores, Poço Verde, Salgado e Simão Dias), 10 do PT (nos municípios de Carmópolis, Japaratuba, Nossa Senhora da Glória, Pedra Mole, Pirambu, Poço Redondo, Santana do São Francisco, Telha, Tobias Barreto e Umbaúba), 7 do PSD (nos municípios de Carira, Cumbe, Feira Nova, General Maynard, Itabi, Nossa Senhora de Lourdes e Pedrinhas), 5 do PMDB (nos municípios de Laranjeiras, Maruim, Rosário do Catete, Santo Amaro das Brotas e São Cristóvão), 5 do PSC (nos municípios de Canindé de São Francisco, Japoatã, Lagarto, Monte Alegre de Sergipe e Propriá), 2 do PSDB (em Itabaianinha e em Itaporanga d'Ajuda), 2 do PRP (em Amparo de São Francisco e em Aquidabã) e 1 do DEM (em Estância). Dentre essas 46 coligações, estavam presentes o PSB (em 30), o PT (em 29), o PSD (em 28), o PMDB (em 27), o PDT (em 21), o PV (em 17), o PHS (em 15), o PMN (em 13), o PSC, o PTB e o PTdoB (em 12 cada um), o DEM (em 11), o PRP, o PRB e o PSDB (em 10 cada um).
Região Centro-Oeste


  • Em negrito estão marcados os municípios onde a coligação teve vitória nas eleições para a prefeitura

Em Goiás, o PCdoB participou de 92 coligações, sendo "cabeça de chapa" apenas nos municípios de Campinorte e de Goiânia. O partido apoiou 22 candidaturas do PMDB (nos municípios de Abadia de Goiás, Alexânia, Alvorada do Norte, Aparecida de Goiânia, Brazabrantes, Buriti de Goiás, Catalão, Cocalzinho de Goiás, Ipiranga de Goiás, Mara Rosa, Morrinhos, Orizona, Pilar de Goiás, Porangatu, Quirinópolis, Rubiataba, Santa Helena de Goiás, Santo Antônio da Barra, São Francisco de Goiás, Terezópolis de Goiás, Trindade e Uruaçu), 14 do PSDB (nos municípios de Campestre de Goiás, Crixás, Flores de Goiás, Goianésia, Goiatuba, Ipameri, Jussara, Mairipotaba, Minaçu, Mozarlândia, Palmeiras de Goiás, Piranhas, Serranópolis e Silvânia), 10 do PP (nos municípios de Águas Lindas de Goiás, Americano do Brasil, Caiapônia, Goianira, Guapó, Inhumas, Nova Crixás, Porteirão, Rio Quente e Vianópolis), 10 do PSD (nos municípios de Anicuns, Colinas do Sul, Formosa, Itapuranga, Luziânia, Matrinchã, Morro Agudo de Goiás, Rio Verde, São Luís de Montes Belos e São Miguel do Araguaia), 8 do PT (nos municípios de Anápolis, Aragarças, Baliza, Barro Alto, Cidade Ocidental, Goiás, Leopoldo de Bulhões e Valparaíso de Goiás), 5 do DEM (nos municípios de Bonfinópolis, Faina, Itaberaí, Monte Alegre de Goiás, Urutaí), 5 do PDT (nos municípios de Edealina, Iporá, Itaguari, Itapaci e Senador Canedo), 4 do PTB (nos municípios de Cristalina, Itumbiara, Jaraguá e Planaltina), 3 do PSB (nos municípios de Alto Paraíso de Goiás, Guaraíta e Petrolina de Goiás), 2 do PTdoB (em Campos Verdes e em Nova Veneza), 1 do PRB (em São Simão), 1 do PSC (em Palestina de Goiás), 1 do PSDC (em Aurilândia), 1 do PPL (em Novo Gama), 1 do PPS (em Ivolândia), 1 do PMN (em Padre Bernardo) e 1 do PR (em Itaguaru). Dentre essas 92 coligações, estavam presentes o PMDB (em 48), o PP (em 40), o PSD (em 39), o PR (em 38), o PT (em 37), o PSC (em 36), o PSDB (em 35), o PDT (em 32), o PSB (em 29), o PV (em 27), o PTN (em 26), o DEM e o PPS (em 25 cada um), o PMN (em 24), o PRP (em 20), o PTdoB, o PSL e o PSDC (em 19 cada um), o PTC e o PPL (em 18 cada um).

No Mato Grosso, o partido fez parte de 33 coligações, sendo cabeça de chapa apenas na cidade de Itiquira. O PCdoB apoiou 12 candidaturas do PSD (nos municípios de Cáceres, Campo Novo do Parecis, Colíder, Colniza, Confresa, Cuiabá, Jaciara, Juara, Sapezal, Tabaporã, Tapurah e Várzea Grande), 6 do PMDB (nos municípios de Alta Floresta, Barra do Garças, Lucas do Rio Verde, Querência, Sinop e Sorriso), 3 do PP (nos municípios de Nova Xavantina, Rondolândia e Torixoréu), 3 do PR (nos municípios de Rondonópolis, São Pedro da Cipa e Tangará da Serra), 2 do PDT (em Água Boa e em Pedra Preta), 2 do PSB (em Luciara e em Pontal do Araguaia), 1 do PMN (em Chapada dos Guimarães), 1 do PPS (em São Félix do Araguaia), 1 do PSDC (em Campo Verde) e 1 do DEM (em Diamantino). Dentre essas 33 coligações, estavam presentes o PP (em 17), o PSD (em 16), o PSB (em 14), o PR, o PTB e o PMDB (em 13 cada um), o DEM (em 12), o PSDB e o PT (em 11 cada um), o PRP, o PMN e o PDT (em 10 cada um).

No Mato Grosso do Sul, o PCdoB participou de 20 coligações, sendo "cabeça de chapa" apenas no município de Ivinhema. O partido apoiou 5 candidaturas do PMDB (nos municípios de Amambai, Aquidauana, Campo Grande, Paraíso das Águas e Três Lagoas), 4 do PR (nos municípios de Aparecida do Taboado, Fátima do Sul, São Gabriel do Oeste e Sonora), 4 do PT (nos municípios de Corumbá, Ladário, Nova Andradina, Paranaíba), 3 do PSB (nas cidades de Dourados, Jaraguari e Terenos), 1 do PV (em Naviraí), 1 do PPS (em Ponta Porã) e 1 do PSDB (em Ribas do Rio Pardo). Dentre essas 20 coligações, estavam presentes o PT (em 14), o DEM e o PR (em 11 cada um), o PDT, o PSB e o PRB (em 10 cada um), o PTB e o PMDB (em 9 cada um), o PTdoB e o PSDB (em 8 cada um), o PV e o PRP (em 7 cada um).
Região Sudeste


  • Em negrito estão marcados os municípios onde a coligação teve vitória nas eleições para a prefeitura

No estado do Espírito Santo, o PCdoB participou de 43 coligações. Os municípios em que o partido foi "cabeça de chapa" foram quatro: Baixo Guandu, Fundão, Linhares, São Gabriel da Palha. O PCdoB apoiou 12 candidaturas do PSB (nos municípios de Afonso Cláudio, Castelo, Conceição da Barra, Guarapari, Governador Lindenberg, Mimoso do Sul, Muqui, Pinheiros, Santa Maria de Jetibá, São Mateus, Sooretama e Vargem Alta), 7 do PT (nos municípios de Cariacica, Ecoporanga, João Neiva, Mantenópolis, Piúma, Vila Valério e Vitória), 5 do PMDB (no municípios de Divino de São Lourenço, Iconha, Itaguaçu, Santa Leopoldina e Viana), 4 do PDT (Aracruz, Colatina, Guaçuí e Serra), 3 do PSDB (nos municípios de Laranja da Terra, Marataízes e Montanha), 2 do PTB (nos municípios de Anchieta e Ponto Belo), 2 do PR (nos municípios de Cachoeiro do Itapemirim e Vila Velha), 1 do DEM (em Água Doce do Norte), 1 do PP (em Nova Venécia), 1 do PSD (em Ibitirama) e 1 do PPS (em Iúna). Dentre essas 43 coligações, estavam presentes o PT (em 26), o PSB (em 25), o PSD (em 24), o PR (em 23), o PMDB, o PP e o PSC (em 19 cada um), o PSDB (em 17), o DEM e o PTB (em 14 cada um).

Em Minas Gerais, o PCdoB participou de 227 coligações, sendo "cabeça de chapa" em 20 municípios: Águas Formosas, Arcos, Barão de Cocais, Berizal, Cataguases, Conselheiro Lafaiete, Contagem, Coronel Fabriciano, Cruzília, Francisco Sá, Jaíba, Januária, Japaraíba, Juatuba, Lassance, Pintópolis, Romaria, Santa Rita do Sapucaí, São João Nepomuceno e Urucuia. O partido apoiou 49 candidaturas do PT (nas cidades de Açucena, Alfenas, Almenara, Araçuaí, Barroso, Belo Horizonte, Betim, Boa Esperança, Bocaiúva, Brasília de Minas, Campo Azul, Canápolis, Capitão Enéas, Carmo do Rio Claro, Cristais, Esmeraldas, Formiga, Galiléia, Governador Valadares, Ipatinga, Ituiutaba, Janaúba, Joaíma, Juiz de Fora, Mato Verde, Matozinhos, Montes Claros, Monte Sião, Naque, Nepomuceno, Oliveira, Palmópolis, Periquito, Pompéu, Ponte Nova, Ponto dos Volantes, Prados, Prudente de Morais, Ribeirão das Neves, Sabinópolis, Santa Luzia, Santos Dumont, São Gonçalo do Rio Preto, São João da Lagoa, São João Del Rei, Tarumirim, Ubá, Uberlândia e Visconde do Rio Branco), 35 do PMDB (nos municípios de Além Paraíba, Angelândia, Araguari, Arinos, Bugre, Claro dos Poções, Carrancas, Descoberto, Diamantina, Dores de Guanhães, Formoso, Ibirité, Lagoa da Prata, Laranjal, Manhuaçu, Muriaé, Nova Lima, Novo Cruzeiro, Olhos d'Água, Pará de Minas, Pedro Leopoldo, Piranga, Santa Vitória, Santo Antônio do Itambé, Santa Cruz do Escalvado, Santa Helena de Minas, São Sebastião do Paraíso, Tapira, Teófilo Otoni, Três Pontas, Uberaba, Varzelândia, Vespasiano e Virginópolis), 20 do PSDB (nas cidades de Barbacena, Berilo, Brumadinho, Buritis, Capelinha, Congonhas, Corinto, Divinópolis, Fronteira dos Vales, Itaúna, Joanésia, Lavras, Matias Cardoso, Montezuma, Muzambinho, Paracatu, Pirapora, Santana de Cataguases, São Pedro do Suaçuí e Unaí), 14 do PPS (nos municípios de Araporã, Bom Despacho, Bonito de Minas, Ferros, Igarapé, Itabirito, João Monlevade, Lagoa Santa, Machado, Ouro Preto, Poços de Caldas, Pouso Alegre, Santa Rita de Minas e Turmalina), 12 do PSB (nas cidades de Bom Sucesso, Glaucilândia, Mário Campos, Nova Porteirinha, Padre Paraíso, Pedra Azul, Porteirinha, Recreio, São Gotardo, Timóteo, Viçosa e Virgem da Lapa), 11 do PTB (nos municípios de Caratinga, Frutal, Grão Mogol, Itinga, Lima Duarte, Luz, Mariana, Pedras de Maria da Cruz, Nova Serrana, Santo Antônio do Monte e Varginha), 10 do PR (nas cidades de Araxá, Campo Belo, Campo do Meio, Materlândia, Piedade dos Gerais, São José da Lapa, São Lourenço, Serra dos Aimorés, Simonésia e Teixeiras), 9 do PP (nos municípios de Centralina, Guanhães, Nova Ponte, Papagaios, Patrocínio do Muriaé, Santa Bárbara do Monte Verde, São Joaquim de Bicas, Sete Lagoas e Três Marias), 8 do DEM (nas cidades de Conceição do Mato Dentro, Curvelo, Guaranésia, Lagamar, Machacalis, Patos de Minas, Santo Antônio do Jacinto e São João do Pacuí), 7 do PRB (nos municípios de Guaxupé, Palma, Piumhi, Santa Fé de Minas, Santana do Paraíso, Tupaciguara e Urucânia), 7 do PDT (Argirita, Belo Oriente, Cantagalo, Caeté, Mateus Leme, Prata, Taiobeiras), 5 do PSD (nas cidades de Coronel Pacheco, Monte Carmelo, Olaria, Passos e Vazante), 4 do PV (nos municípios de Conceição do Rio Verde, Itabira, Sabará e Sarzedo), 3 do PTC (Malacacheta, Rio Manso e São Gonçalo do Sapucaí), 3 do PSL (nas cidades de Itaverava, Nanuque e Raposos), 3 do PMN (nos municípios de Pescador, São João do Paraíso e São Romão), 2 do PTdoB (em Carangola e em Jaboticatubas), 2 do PHS (Miraí e Ouro Verde de Minas), 1 do PSC (em Leopoldina), 1 do PTN (em Rubim) e 1 do PSDC (em Coração de Jesus). Dentre essas 227 coligações, estavam presentes o PMDB (em 96), o PT (em 94), o PDT (em 77), o PTB e o PR (em 69 cada um), o PRB (em 68), o PPS (em 67), o PSDB e o PSL (em 64 cada um), o DEM e o PP (em 63 cada um), o PV e o PSB (em 60 cada um), o PSC (em 57), o PTdoB (em 56), o PSD (em 55), o PHS (em 50), o PRTB e o PTC (em 47 cada um).

No Rio de Janeiro, das 92 cidades do estado, o PCdoB esteve na eleição de 72. O partido teve candidatura própria em 8 municípios (Barra Mansa, Belford Roxo, Cantagalo, Mendes, Nova Iguaçu, Porciúncula, Quatis e Rio das Flores). O PCdoB apoiou 19 candidaturas do PMDB (nos municípios de Angra dos Reis, Areal, Arraial do Cabo, Bom Jardim, Bom Jesus do Itabapoana, Comendador Levy Gasparian, Iguaba Grande, Itaguaí, Macacu, Magé, Miracema, Pinheiral, Queimados, Rio de Janeiro, São José de Ubá, Saquarema, Teresópolis, Três Rios e Volta Redonda), 8 do PSB (nos municípios de Aperibé, Carmo, Duque de Caxias, Nova Friburgo, Petrópolis, Piraí, Santo Antônio de Pádua e Seropédica), 8 do PT (nos municípios de Campos dos Goytacazes, Conceição de Macabu, Italva, Natividade, Niterói, Paraty, Quissamã e Silva Jardim), 7 do PR (nos municípios de Cordeiro, Itatiaia, Miguel Pereira, Paty do Alferes, São Fidélis, São João da Barra e Vassouras), 6 do PP (nos municípios de Cabo Frio, Cachoeiras de Macacu, Itaboraí, Guapimirim, Nilópolis e Resende), 4 do PSC (Armação dos Búzios, Mesquita, Rio das Ostras e São Francisco de Itabapoana), 3 do PSD (nos municípios de Japeri, Mangaratiba e Rio Claro), 3 do PDT (nos municípios de Engenheiro Paulo de Frontin, São Gonçalo e São João de Meriti), 2 do PRB (em Carapebus e em Valença), 2 do PV (em Cambuci e em Macaé), 1 do PTB (em Araruama) e 1 do PPS (em Itaperuna). Dentre essas 72 coligações, estavam presentes o PRB (em 37), o PT (em 35), o PDT (em 34), o PMDB (em 33), o PSD (em 31), o PSC e o PSB (em 30 cada um), o PV (em 29), o PP e o PPS (em 28 cada um), o PTB (27), o PRTB (em 25), o PSDB e o PTdoB (em 23 cada um), o PSL (em 22), o PRP (em 21), o PR (em 18), o PTN (em 17) e o DEM (em 14).

Em São Paulo o partido participou de 279 coligações, sendo "cabeça de chapa" em 21 municípios: Apiaí, Barra Bonita, Bocaina, Brotas, Campos do Jordão, Dobrada, Jandira, Jardinópolis, Jundiaí, Louveira, Martinópolis, Mirassolândia, Monte Alegre do Sul, Onda Verde, Paulínia, Rio Grande da Serra, São Simão, Suzano, Taquarituba, Várzea Paulista e Votuporanga. O PCdoB apoiou 61 candidaturas do PT (nas cidades de Águas de Santa Bárbara, Américo Brasiliense, Andradina, Aparecida d'Oeste, Araçatuba, Araçoiaba da Serra, Birigui, Bofete, Boracéia, Caçapava, Cachoeira Paulista, Cajamar, Caraguatatuba, Carapicuíba, Catanduva, Charqueada, Diadema, Embu das Artes, Franco da Rocha, Guaiçara, Guaíra, Guapiara, Guariba, Guarulhos, Hortolândia, Ilha Solteira, Itapecerica da Serra, Itapirapuã Paulista, Jacupiranga, Jaú, Joanópolis, Laranjal Paulista, Marília, Matão, Mauá, Motuca, Murutinga do Sul, Nova Granada, Osasco, Pedreira, Penápolis, Piquete, Porto Feliz, Porto Ferreira, Praia Grande, Promissão, Queluz, Registro, Santo André, São Bernardo do Campo, São Carlos, São Joaquim da Barra, São José dos Campos, São Paulo, São Sebastião da Grama, Sumaré, Tanabi, Ubatuba, Vera Cruz, Vista Alegre do Alto e Votorantim), 47 do PSDB (nos municípios de Americana, Amparo, Aparecida, Araçariguama, Araras, Bady Bassitt, Bertioga, Borborema, Botucatu, Caconde, Caieiras, Cotia, Guaratinguetá, Guatapará, Ibitinga, Igarapava, Iguape, Ipiguá, Iracemápolis, Itaí, Itapevi, Itapira, Itararé, Itatiba, Jacareí, Lorena, Miguelópolis, Mineiros do Tietê, Mongaguá, Monte Castelo, Nova Odessa, Pederneiras, Pirassununga, Pitangueiras, Santa Bárbara d'Oeste, Santa Isabel, Santo Antônio do Aracanguá, Santo Antônio do Pinhal, São Sebastião, Serra Azul, Sertãozinho, Severínia, Tapiratiba, Tatuí, Taubaté, Tietê e Vargem Grande Paulista), 46 do PMDB (nas cidades de Aguaí, Analândia, Araraquara, Bariri, Barra do Chapéu, Barretos, Barrinha, Barueri, Bauru, Boituva, Cajuru, Capela do Alto, Cosmópolis, Dois Córregos, Elias Fausto, Embu-Guaçu, Engenheiro Coelho, Guapiaçu, Guarujá, Iaras, Indaiatuba, Iperó, Itapura, Jaguariúna, Luís Antônio, Monte Mor, Orindiúva, Orlândia, Piedade, Pindamonhangaba, Piraju, Pirapora do Bom Jesus, Potirendaba, Pradópolis, Rio Claro, Rosana, Salto, Santa Fé do Sul, Santa Lúcia, Santo Antônio de Posse, Santos, São Caetano do Sul, São Roque, Serra Negra, Sorocaba e Valinhos), 18 do PTB (nos municípios de Batatais, Bebedouro, Canas, Cássia dos Coqueiros, Cruzeiro, Cubatão, Juquiá, Monte Alto, Morungaba, Nazaré Paulista, Ourinhos, Ouroeste, Peruíbe, Pompéia, Santa Branca, Santa Gertrudes, Socorro e Teodoro Sampaio), 13 do PSB (nas cidades de Campinas, Ferraz de Vasconcelos, Franca, Itanhaém, Jaboticabal, Limeira, Monte Aprazível, Riolândia, São José do Rio Preto, São Manuel, São Vicente, Taboão da Serra e Tremembé), 12 do PR (nos municípios de Arujá, Avaré, Campo Limpo Paulista, Capão Bonito, Euclides da Cunha Paulista, Garça, General Salgado, Guararema, Itaquaquecetuba, Parapuã, Pardinho, Sete Barras), 12 do PV (nas cidades de Bom Jesus dos Perdões, Cristais Paulista, Iacanga, Itapetininga, Leme, Mairiporã, Mogi Guaçu, Piracaia, Piracicaba, Santo Antônio da Alegria e Tupã), 11 do PSD (nos municípios de Atibaia, Fernandópolis, Itu, Itupeva, Mococa, Mogi das Cruzes, Pedregulho, Pontal, Reginópolis, Ribeirão Preto e Vinhedo), 9 do DEM (nas cidades de Águas de Lindóia, Bragança Paulista, Castilho, Conchal, Ibiúna, Mairinque, Pedro de Toledo, Sandovalina e Santana de Parnaíba), 9 do PPS (nos municípios de Américo de Campos, Capivari, Descalvado, Guaraci, Ilhabela, José Bonifácio, Presidente Prudente, Rio das Pedras e Serrana), 8 do PDT (nas cidades de Cabreúva, Juquitiba, Mogi Mirim, Poá, Presidente Venceslau, São João da Boa Vista, São Lourenço da Serra e Tarabai), 3 do PSC (nos municípios de Icém, Lins e Novo Horizonte), 3 do PP (nas cidades de Dourado, Itapeva e Valentim Gentil), 2 do PSL (em Artur Nogueira e em Torrinha), 1 do PMN (em Potim), 1 do PTN (em Mirassol), 1 do PRB (em São João das Duas Pontes) e 1 do PRP (em Itápolis). Dentre essas 279 coligações, estavam presentes o PMDB (em 119), o PR (em 112), o PT e o PDT (em 106 cada um), o PPS (em 101), o PSD (em 98), o PV e o PTB (em 95 cada um), o PSB (em 94), o PSDB e o PRB (em 92 cada um), o DEM (em 88), o PP e o PSC (em 87 cada um), o PRP (em 76), o PHS (em 68), o PTN (em 58), o PTC (em 54) e o PSDC (em 52).
Região Sul


  • Em negrito estão marcados os municípios onde a coligação teve vitória nas eleições para a prefeitura

No Paraná, o partido participou de 84 coligações, sendo cabeça de chapa em 3 cidades: Cambe, Campo Magro e Foz do Iguaçu. O PCdoB apoiou 23 candidaturas do PT (Apucarana, Campo Largo, Cascavel, Cornélio Procópio, Curiúva, Guaíra, Irati, Jacarezinho, Jaguariaíva, Laranjeiras do Sul, Londrina, Maringá, Medianeira, Morretes, Paranavaí, Pinhais, Ponta Grossa, Realeza, Rebouças, Reserva, Rolândia, São João do Triunfo e Telêmaco Borba), 15 do PMDB (Araucária, Balsa Nova, Cianorte, Colorado, Diamante d'Oeste, Dois Vizinhos, Francisco Beltrão, Marechal Cândido Rondon, Pato Branco, Pitanga, Pontal do Paraná, Rio Bonito do Iguaçu, Santa Mariana, São João do Ivaí e Toledo), 7 do PSD (Almirante Tamandaré, Marilena, Piraí do Sul, Quatro Barras, Roncador, São José dos Pinhais e Wenceslau Braz), 6 do PDT (Bandeirantes, Jataizinho, Matinhos, Nova Cantu, Palmas e Sarandi), 5 do PR (Arapongas, Campo Mourão, Itaipulândia, Santo Antônio do Sudoeste e Virmond), 5 do PPS (Guarapuava, Ortigueira, Palmital, Prudentópolis e Salto do Lontra), 4 do PP (Assis Chateaubriand, Coronel Domingos Soares, Foz do Jordão e São Miguel do Iguaçu), 4 do PSC (Colombo, Curitiba, Quedas do Iguaçu e União da Vitória), 4 do PSB (Chopinzinho, Ibaiti, Marialva e Santo Antônio da Platina), 3 do PSDB (Mangueirinha, Nova Aurora e São Pedro do Ivaí), 3 do PTB (Cruzeiro do Oeste, Mandirituba e Tibagi), 1 do PSDC (Paiçandu) e 1 do PRTB (Paranaguá). Dentre essas 84 coligações, estavam presentes o PT (em 58), PR e PMDB (em 42 cada um), PDT (em 38), PP (em 35), PSL (em 34), PSD (em 33), PTB e PRB (em 32 cada um), PSC (em 30), PPS (em 31), PSB (em 29), PV (em 26), PHS (em 23), DEM (em 20), PTN (em 19), PTC (em 17), PRP (em 15), PSDB e PSDC (em 14 cada um).

No Rio Grande do Sul, o partido participou de 129 coligações, sendo "cabeça de chapa" em 6 cidades: Barra do Ribeiro, Caxias do Sul, Cidreira, Ijuí, Porto Alegre e Rio Grande. O PCdoB apoiou 36 candidaturas do PT (nos municípios de Bagé, Boa Vista do Buricá, Campo Bom, Candiota, Canoas, Capão da Canoa, Coronel Bicaco, Crissiumal, Cruz Alta, Dois Irmãos, Erechim, Esteio, Gramado, Imbé, Iraí, Nova Ramada, Nova Santa Rita, Palmares do Sul, Palmeira das Missões, Parobé, Pontão, Ronda Alta, Rosário do Sul, Santa Rosa, Santana do Livramento, São Borja, São Leopoldo, São Lourenço do Sul, Sapiranga, Sapucaia do Sul, Taquari, Três Passos, Vale Real, Vacaria, Veranópolis e Vista Gaúcha), 22 do PMDB (Alegrete, Araricá, Barros Cassal, Boa Vista do Sul, Canela, Capela de Santana, Cerro Grande do Sul, Encruzilhada do Sul, Flores da Cunha, Frederico Westphalen, Garibaldi, Itatiba do Sul, Nova Bassano, Nova Hartz, Nova Pádua, Rio Pardo, Salvador do Sul, Santa Maria, São José do Norte, São Marcos, Torres e Triunfo), 18 do PP (Barão, Butiá, Carlos Barbosa, Cotiporã, Dilermando de Aguiar, Dom Pedro de Alcântara, Ibirubá, Igrejinha, Marau, Montenegro, Salto do Jacuí, São Jerônimo, Sertão, Sobradinho, Tapes, Taquara, Tenente Portela e Tunas), 16 do PDT (Charqueadas, Espumoso, Farroupilha, Gramado Xavier, Ilópolis, Lagoa Vermelha, Não-Me-Toque, Osório, Pouso Novo, Restinga Seca, Santo Ângelo, Sarandi, Tramandaí, Venâncio Aires, Uruguaiana e Xangri-lá), 12 do PTB (Alvorada, Balneário Pinhal, Bom Retiro do Sul, Capão Bonito do Sul, Guaíba, Itapuca, Nova Petrópolis, Novo Barreiro, Pinheiro Machado, Quaraí, Santa Cruz do Sul e São Francisco de Paula), 9 do PSB (Cachoeirinha, Camaquã, Cristal, Estância Velha, Gravataí, Nova Prata, Pelotas, Tupanciretã e Viamão), 2 do PSDB (em Arvorezinha e em Mampituba), 2 do PV (em Lajeado e em Santa Vitória do Palmar), 2 do PPS (em Erebango e em Passo Fundo), 1 do PR (em Cachoeira do Sul), 1 do PHS (em General Câmara), 1 do PRB (em Eldorado do Sul) e 1 do DEM (em Lavras do Sul). Dentre essas 129 coligações, estavam presentes o PT (em 64), o PSB (em 58), o PDT (em 57), o PTB (em 48), o PMDB (em 45), o PRB (em 37), o PSDB (em 35), o DEM (em 34), o PR e o PPS (em 30 cada um) e o PV (em 29).

Em Santa Catarina, o PCdoB participou de 55 coligações, sendo "cabeça de chapa" na capital Florianópolis. O partido apoiou 21 candidaturas do PMDB (nos municípios de Araranguá, Balneário Arroio do Silva, Balneário Camboriú, Caçador, Cocal do Sul, Corupá, Criciúma, Guaramirim, Lages, Maracajá, Morro Grande, Palmeira, Passo de Torres, Penha, Rio do Sul, Rio Negrinho, São Bento do Sul, São Francisco do Sul, São José, São Miguel do Oeste e Schroeder), 17 do PT (nas cidades de Abelardo Luz, Balneário Rincão, Blumenau, Bombinhas, Brusque, Campo Erê, Capinzal, Chapecó, Concórdia, Gaspar, Imaruí, Indaial, Itajaí, Laguna, Ouro, Praia Grande e Saltinho), 5 do PSDB (nos municípios de Balneário Piçarras, Palhoça, São João do Sul, Tubarão, Xanxerê), 5 do PSD (nas cidades de Camboriú, Faxinal dos Guedes, Içara, Imbituba e Joaçaba), 3 do PP (nos municípios de Jaraguá do Sul, Ouro Verde e Sombrio), 1 do PDT (em Santa Cecília), 1 do PPS (em Bom Jesus) e 1 do PR (em Itapema). Dentre essas 55 coligações, estavam presentes o PT (em 34), o PMDB (em 27), o PDT (em 26), o PSDB e o PPS (em 17 cada um), o PSD (em 15), o PR e o PRB (em 14 cada um), o DEM e o PSC (em 13 cada um).

Eleições presidenciais

Ano Imagem Candidato(a) a Presidente Candidato a Vice-Presidente Coligação Votos % Colocação
1989
Luiz Inácio Lula da Silva.jpg
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) José Paulo Bisol (PSB) PT, PSB e PCdoB 31 076 364 44,23
1994
Luiz Inácio Lula da Silva.jpg
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) Aloizio Mercadante (PT) PT, PSB, PCdoB, PPS, PV e PSTU 17 122 127 27,04
1998
Luiz Inácio Lula da Silva.jpg
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) Leonel Brizola (PDT) PT, PDT, PSB, PCdoB e PCB 21 475 218 31,71
2002
Luiz Inácio Lula da Silva.jpg
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) José Alencar (PL) PT, PL, PCdoB, PMN e PCB 52 793 364 61,27
2006
Lula - foto oficial05012007.jpg
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) José Alencar (PRB) PT, PRB e PCdoB 58 295 042 60,83
2010
Dilma Rousseff fevereiro 2011 3-B.jpg
Dilma Rousseff (PT) Michel Temer (PMDB) PT, PMDB, PR, PSB, PDT, PCdoB, PSC, PRB, PTC e PTN 55 752 529 56,05
2014
Dilma Rousseff 2011.jpg
Dilma Rousseff (PT) Michel Temer (PMDB) PT, PMDB, PSD, PP, PR, PROS, PDT, PCdoB e PRB 54 495 459 51,64
2018
Fernando Haddad na CMSP (cropped).JPG
Fernando Haddad (PT) Manuela d'Ávila (PCdoB) PT, PROS e PCdoB 47 040 906 44,87

Figuras de destaque

Personalidades de destaque que dirigem, dirigiram ou fizeram parte do PCdoB:

Falecidos:

Commons
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Ver também

Referências

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  2. a b TSE Estatuto do Partido Comunista do Brasil
  3. a b Linha do tempo por década
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  16. Erro de citação: Código <ref> inválido; não foi fornecido texto para as refs de nome filiados
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  • SÁ, Glênio. Relato de um Guerrilheiro. São Paulo: Anita Garibaldi, 1990.
  • SALES, Jean Rodrigues. Partido Comunista do Brasil – PCdoB: propostas teóricas e prática política – 1962-1976. Dissertação de mestrado, Campinas, SP: UNICAMP, 2000.

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