Vanessa Grazziotin

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Vanessa Grazziotin
Vanessa Grazziotin
Senadora pelo Amazonas
Período 1º de fevereiro de 2011
até a atualidade
Deputada Federal pelo Amazonas
Período 1° de janeiro de 2003
até 31 de dezembro de 2010
Vereadora de Manaus
Período 1º de janeiro de 1989
até 1º de janeiro de 1999
Dados pessoais
Nascimento 29 de junho de 1961 (56 anos)
Videira, Santa Catarina
Nacionalidade Brasileira
Cônjuge Eron Bezerra
Partido PCdoB
Profissão Farmacêutica
Assinatura Assinatura de Vanessa Grazziotin

Vanessa Grazziotin (Videira, 29 de junho de 1961) é uma farmacêutica e política brasileira filiada ao Partido Comunista do Brasil (PCdoB) e com base eleitoral no estado do Amazonas.

Biografia[editar | editar código-fonte]

É formada em Farmácia pela Universidade Federal do Amazonas. É casada com Eron Bezerra, ex-deputado estadual do Amazonas e que atualmente ocupa a pasta da Secretaria de Estado de Produção Rural do estado.

Foi vereadora em Manaus entre 1989 e 1998. Foi eleita deputada federal em 1998, reelegendo-se nas votações seguintes, em 2002 e 2006. Integrou a CPI dos Medicamentos e participou do projeto que implantou o Sistema Nacional de Controle de Medicamentos.[1]

Participou da Eleição de Manaus em 2004, onde concorreu à prefeitura, obtendo a terceira colocação entre os candidatos. Em fevereiro de 2010 foi escolhida líder da bancada de seu partido, o PCdoB, na Câmara dos Deputados.[2] Nas eleições gerais deste mesmo ano, elegeu-se senadora pelo Amazonas,[3] cargo que ocupa atualmente.

Foi a primeira senadora eleita pelo PCdoB desde a fundação do partido em 1922. É também a primeira farmacêutica a ocupar uma vaga no Senado Federal do Brasil.

Em 2012, voltou a concorrer na eleição para prefeito de Manaus, sendo derrotada por Arthur Virgílio. Em 2013, foi eleita procuradora da Mulher do Senado, presidente da Comissão Mista Sobre Mudanças Climáticas e presidente da CPI da Espionagem, instalada para averiguar as denúncias de Edward Snowden sobre a NSA.

Em 2014, foi membro das CPI's da Petrobras e em 2015 foi relatora da CPI do CARF, que investigou desvios do âmbito daquele órgão e recomendou o indiciamento de 28 pessoas entre servidores, empresários e banqueiros.

Em 2016, como senadora, durante o processo de impeachment de Dilma Rousseff, foi membro da Comissão Especial que julgou e deliberou o caso e votou contra o afastamento da então presidente.[4] Devido a seus posicionamentos contrários ao processo de impeachment de Dilma Rousseff, sofreu agressão física de um advogado em Curitiba, quando desembarcava de um voo, poucas horas após a votação final do processo.[5][6] As agressões foram repudiadas pelo plenário do Senado Federal.[7][8]

Desde 2013 é líder do PCdoB no Senado.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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Referências


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