Ir para o conteúdo

Manuela d'Ávila

Este é um artigo bom. Clique aqui para mais informações.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Manuela d'Ávila
Durante programa da Empresa Brasil de Comunicação, 2025
Deputada Estadual pelo Rio Grande do Sul
Período1º de fevereiro de 2015
até 1º de fevereiro de 2019
Deputada Federal pelo Rio Grande do Sul
Período1º de fevereiro de 2007
até 1º de fevereiro de 2015
Vereadora de Porto Alegre
Período1º de janeiro de 2005
até 1º de janeiro de 2007
Dados pessoais
Nome completoManuela Pinto Vieira d'Ávila
Nascimento18 de agosto de 1981 (44 anos)
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
ProgenitoresMãe: Ana Lúcia Pinto Vieira
Pai: Alfredo Luís Mendes d'Ávila
Alma materPontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS)
CônjugeDuca Leindecker (c. 2012)
PartidoPCdoB (2001–2024)
PSOL (2025–presente)
Religiãocatólica[1]
Profissão
  • jornalista
  • escritora

Manuela Pinto Vieira d'Ávila (Porto Alegre, 18 de agosto de 1981) é uma jornalista, escritora e política brasileira, filiada ao Partido Socialismo e Liberdade (PSOL). Foi deputada federal pelo Rio Grande do Sul entre 2007 a 2015, deputada estadual de 2015 a 2019 e candidata a vice-presidente da República na eleição de 2018.

Graduada em Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), começou sua carreira política no movimento estudantil e depois ingressou na política partidária. Foi a vereadora mais jovem da história de Porto Alegre, eleita em 2004. Foi eleita deputada federal em 2006 e reeleita em 2010, alcançando recordes de votação.

Concorreu à prefeitura da capital gaúcha três vezes. Na primeira vez, em 2008, ficou na terceira colocação. Na segunda tentativa, em 2012, ficou na segunda colocação, sendo derrotada ainda no primeiro turno por José Fortunati. Na terceira, em 2020, foi derrotada no segundo turno por Sebastião Melo. Em 2014, foi eleita deputada estadual com a maior votação para o cargo naquele ano. Em 2017, foi indicada por seu partido como pré-candidata à Presidência para a eleição de 2018. No entanto, desistiu da candidatura e foi escolhida por Fernando Haddad, do Partido dos Trabalhadores, como sua candidata a vice-presidente. No segundo turno, a chapa foi derrotada por Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão. Em outubro de 2024, anunciou estar "sem partido", em um debate organizado pelo Instituto Conhecimento Liberta.[2][3][4]

No final de novembro de 2025, o PSOL anunciou a sua refiliação partidária, a ser oficializada no dia 9 de dezembro, com o lançamento da pré-candidatura de Manuela d'Ávila a uma vaga ao Senado pelo RS em 2026.[5]

Primeiros anos, educação e política estudantil

[editar | editar código]

Manuela d'Ávila nasceu em Porto Alegre em 18 de agosto de 1981.[6] É filha da desembargadora[7] Ana Lúcia Pinto Vieira e do engenheiro e professor da Universidade Federal de Pelotas,[8] Alfredo Luís Mendes D’Ávila.[9][10] Manuela tem quatro irmãos: Luciana, Carolina, Mariana e Fernando. Devido ao cargo que sua mãe ocupava, durante a infância sua família se mudou inúmeras vezes.[6] Durante este período, eles viveram em Estância Velha, São Lourenço do Sul, Pedro Osório e Rio Grande, voltando para a capital quando Manuela tinha catorze anos de idade.[6]

É formada em jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Embora não tenha concluído, também cursou Ciências Sociais na Universidade Federal do Rio Grande do Sul.[11] Iniciou no movimento estudantil em 1999 e no mesmo ano filiou-se à União da Juventude Socialista (UJS),[12] braço do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), partido ao qual filiou-se no ano de 2001. De 2001 a 2003 integrou a direção nacional da UJS e a vice-presidência Sul da União Nacional dos Estudantes (UNE).[6]

Carreira política

[editar | editar código]

Vereadora

[editar | editar código]
Manuela enquanto vereadora de Porto Alegre

Nas eleições municipais de 2004, foi eleita vereadora de Porto Alegre com 9 498 votos, ou 1,19% dos votos válidos, tornando-se a vereadora mais jovem da história do município.[13][14] Como vereadora, apresentou o projeto de lei 9 989/2006, sobre meia-entrada para estudantes, pauta defendida em campanha e plataforma da União Nacional dos Estudantes. A lei assegura aos estudantes matriculados em alguns estabelecimentos de ensino regular e aos jovens com até quinze anos o direito ao pagamento de meia-entrada em atividades culturais, esportivas e em cinemas.[15]

Deputada federal

[editar | editar código]

Nas eleições estaduais em 2006, foi lançada candidata a deputada federal pelo PCdoB do Rio Grande do Sul. Foi eleita com 271 939 votos, sendo a candidata a deputada mais votada do estado nas eleições daquele ano.[16] Um de seus projetos como deputada foi um substitutivo, apresentado em conjunto com o deputado Átila Lira (PSB-PI), que regulamentou estágios em ensino superior e técnico.[17] Segundo Manuela, a atualização da lei sobre estágios era necessária, principalmente no que se refere à adequação às propostas pedagógicas de universidades elaboradas na última década.[17] A legislação anterior (Lei 6 494/1977) havia sido elaborada antes da Constituição de 1988.[18]

Em 2010, candidatou-se novamente para o cargo de deputada federal, tendo recebido 482 590 votos, ou 8,06% dos votos válidos.[19] Esta foi a maior votação no Rio Grande do Sul e uma das maiores do Brasil.[20] Seu desempenho ajudou a eleger outros três aliados: Assis Melo (PCdoB), José Luiz Stedile (PSB) e Alexandre Roso (PSB), que obtiveram menos de cinquenta mil votos cada.[21]

Em novembro de 2010, foi cotada para assumir o Ministério do Esporte no primeiro governo de Dilma Rousseff.[22][23] No entanto, o presidente do PCdoB, Renato Rabelo, declarou que Manuela deveria ser candidata nas eleições de 2012, e que sendo ministra ficaria ocupada com a Copa do Mundo e as Olimpíadas.[24]

Manuela discursando em 2011.

Em 2011, relatou o Estatuto da Juventude, legislação que garante direitos e deveres aos jovens Brasileiros.[25] No estatuto, foram incluídos assuntos considerados polêmicos, como a igualdade na orientação sexual.[26] O estatuto foi aprovado na Câmara dos Deputados em 5 de outubro de 2011,[27] e no Senado Federal em 15 de fevereiro e 2012.[28][29]

Durante o ano de 2011, presidiu a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados.[30] Neste cargo, pediu a saída do deputado Jair Bolsonaro da comissão, sendo apoiada pela ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário.[31] Em 2013, foi escolhida como a líder de seu partido na Câmara dos Deputados.[32]

Em 2013, foi indicada, pelo quinto ano consecutivo, ao Prêmio Congresso em Foco.[33] Pelo segundo ano, foi destaque na categoria "parlamentar de futuro", formada pelos parlamentares com menos de 45 anos que melhor representam a população no Congresso.[34][35] Foi apontada como uma das cem parlamentares mais influentes do congresso, também conhecidos como "cabeças do congresso", pelo DIAP e figurou entre os trinta mais influentes pela revista Veja e cem brasileiros mais influentes pela revista Época em 2011.[36][37]

Eleição municipal de 2008

[editar | editar código]

Em 2008, disputou sua primeira eleição majoritária. Naquele ano, foi candidata à prefeitura Porto Alegre pela coligação "Porto Alegre é Mais", formada por sete partidos. O candidato a vice-prefeito foi Berfran Rosado, deputado estadual pelo Partido Popular Socialista (PPS).[38] Manuela obteve 121 232 votos, ou 15,35% dos votos válidos.[39] Contrariando pesquisas que a indicavam em segundo lugar, acabou sendo ultrapassada por Maria do Rosário Nunes (PT). Nos últimos dias da campanha do segundo turno, declarou apoio à candidata do PT,[40] que foi derrotada por José Fogaça (PMDB).[41]

Eleição municipal de 2012

[editar | editar código]
Manuela discursando na Convenção do PCdoB de Porto Alegre em 2012.

Em 23 de junho de 2012, oficializou sua candidatura à prefeitura de Porto Alegre para as eleições daquele ano.[42][43] A coligação "Juntos por Porto Alegre" foi composta por cinco partidos, que lhe garantiu o terceiro maior tempo no horário político eleitoral.[44][45] O candidato a vice-prefeito foi o vereador Nelcir Tessaro, do Partido Social Democrático (PSD).[46][47]

Nas primeiras pesquisas eleitorais divulgadas, chegou a ficar em primeiro lugar na do Ibope, e tinha uma pequena diferença em relação ao primeiro colocado, José Fortunati, nas pesquisas dos outros institutos. Em meados de setembro, Fortunati abriu uma vantagem significativa em relação a candidata. Nas pesquisas realizadas no início de outubro até o dia da eleição, Fortunati tinha mais da metade das intenções de votos em todas.[48][49]

Em 7 de outubro, data da realização do primeiro turno, recebeu 141 073 votos (17,76% dos votos válidos). Fortunati foi reeleito com uma maioria histórica de 65,22% dos votos válidos.[50] Em entrevista coletiva concedida na noite da eleição, declarou: "O povo fez a escolha certa. A população escolheu o projeto que julgou certo e que ele [Fortunati] representa. Estou orgulhosa de entrar pela quinta vez em uma disputa eleitoral".[51]

Deputada estadual

[editar | editar código]
Manuela segurando a filha Laura enquanto discursa na Assembleia Legislativa, em outubro de 2016.

Em 16 de setembro de 2013, anunciou que não seria candidata a reeleição para um terceiro mandato como deputada federal nas eleições de 2014. Em vez disso, candidatou-se à deputada estadual. Em sua conta no Twitter, declarou: "A situação do Rio Grande exige atenção e estou disposta a dar minha contribuição. Acredito que a política deve ser espaço de renovação, e que meu Estado e a minha cidade - Porto Alegre - poderão contar ainda mais comigo se estiver mais próxima do que estou hoje. E eu ficarei feliz militando fisicamente mais perto da população e dos movimentos sociais".[52]

Foi eleita para o cargo com a maior votação daquela eleição, totalizando 222 436 votos (3,64% dos votos válidos).[53] De acordo com ela, "a eleição para deputada estadual tem um número gigantesco de candidatos. Sempre que concorro é uma reavaliação do trabalho, tenho dez anos de mandato, mas há muitos candidatos novos, muitos fatores. Então, ser novamente a mais votada é motivo de muito compromisso e muito orgulho, porque é a consolidação de um trabalho e de sucessivas avaliações dos meus mandatos."[54]

Ao tomar posse para a 54º Legislatura da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, em 1º de fevereiro de 2015, passou a integrar seis comissões: Constituição e Justiça; Cidadania e Direitos Humanos; Assuntos Municipais; Segurança e Serviços Públicos; Mista Permanente de Participação Legislativa Popular; e Mista Permanente do Mercosul e Assuntos Internacionais.[55]

Em 18 de fevereiro de 2016, anunciou que não seria candidata à prefeitura de Porto Alegre nas eleições de 2016.[56] Como justificativa principal de sua decisão, afirmou que desejava cuidar de sua filha Laura, à época com cinco meses de idade.[57] A deputada afirmou que "não adiantaria lutar pelo desenvolvimento de nossos bebês e não fazer valer a minha luta para minha própria filha".[58] Antes de sua decisão, ela era considerada uma das candidatas favoritas para a prefeitura da capital gaúcha em 2016.[59] Em uma pesquisa do Correio do Povo realizada em dezembro de 2015, Manuela liderava a disputa eleitoral com 25,3% das intenções de votos, bastante a frente de Luciana Genro, a segunda colocada, que possuía 12,2%.[60]

Eleição presidencial de 2018

[editar | editar código]
Fernando Haddad e Manuela em setembro de 2018.

Em novembro de 2017, o PCdoB lançou oficialmente a pré-candidatura de Manuela D'Ávila à Presidência da República na eleição de 2018. Se a candidatura de Manuela tivesse sido confirmada, teria sido a primeira vez que o partido teria candidatura própria ao Planalto desde a redemocratização.[61] Durante o 14º Congresso Nacional do PCdoB, realizado no mesmo mês, Manuela teve seu nome aclamado como pré-candidata do partido à Presidência. Em seu discurso afirmou que, se eleita, proporia um referendo revogatório da reforma trabalhista do governo Temer, que as eleições de 2018 não podiam ser um debate do passado e que a saída para a crise política estava dentro da política e não em outsiders.[62] Em 1 de agosto de 2018, o PCdoB oficializou a candidatura de Manuela à Presidência, embora ainda deixando em aberto a possibilidade de criar uma aliança com outros candidatos da esquerda.[63]

Em agosto de 2018, Manuela desistiu da candidatura própria para que o PCdoB fizesse aliança com o PT, encabeçada por Luiz Inácio Lula da Silva.[64] Em 11 de setembro de 2018, com a decisão do Tribunal Superior Eleitoral de indeferir a candidatura de Lula, com base na Lei da Ficha Limpa, o PT oficializou a candidatura de Fernando Haddad à Presidência e de Manuela d'Ávila a vice-presidente.[65]

Durante os meses de setembro e outubro, Manuela foi alvo de inúmeras notícias falsas e fotomontagens.[66][67][68] O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou a retirada de 33 notícias falsas postadas no Facebook contra Manuela, pedindo que a rede social fornecesse dados para identificação dos autores.[69]

Em 28 de outubro, Haddad e Manuela foram derrotados por Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão por uma diferença de 57,7 milhões de votos (55,1%) a 47 milhões (44,9%).[70] Ao admitir a derrota, Manuela comentou: "Perdemos, é justo que fiquemos tristes e preocupados, com a gente, com os nossos, com o Brasil. Mas a tristeza tem que se transformar rapidamente em resistência. [...] Eles venceram, mas a luta vai continuar. Vamos permanecer juntos, resistir e defender a democracia e a liberdade."[71]

Pós-eleição de 2018

[editar | editar código]

Depois das eleições de 2018, a atuação de Manuela D'Ávila esteve voltada à publicação de livros e ao combate às notícias falsas e ao discurso de ódio. As publicações, Revolução Laura, Por que lutamos? e E se fosse você? foram lançados, respectivamente, em março e outubro de 2019 e agosto de 2020. Manuela também fundou, em janeiro de 2019, o Instituto Se Eu Fosse Você, para conscientizar a população sobre o perigo das fake news.[72] Mesmo após o fim da campanha eleitoral, D'Ávila permanecia sendo alvo de notícias falsas.

Em julho de 2019, foi divulgado que Manuela repassara, em maio do mesmo ano, o contato do jornalista Glenn Greenwald, do The Intercept, para um hacker que o havia pedido no aplicativo de mensagens Telegram.[73] Logo após a divulgação, D'Ávila afirmou em nota estar disposta a colaborar com as autoridades e que colocava seu celular à disposição para perícia da Polícia Federal, mas que, como jornalista, seu direito ao sigilo da fonte era protegido pela Constituição Federal.[74] O caso gerou uma onda de notícias falsas na internet.[75] No relatório do inquérito da Operação Spoofing, que investigou a obtenção de mensagens trocadas por membros da Operação Lava Jato, Manuela apareceu como vítima dos ataques do hacker, uma vez que seu celular também foi invadido.[76] Com as mensagens interceptadas pelo hacker e publicadas por Greenwald, a Operação Lava Jato foi envolvida em um escândalo com repercussão internacional que pôs em dúvida as ações de procuradores da República e do juiz Sergio Moro.[77][78]

Em dezembro de 2019, Manuela lançou o Movimento Comuns, uma iniciativa para aumentar o engajamento de pessoas com a política.[79]

Eleição municipal de 2020

[editar | editar código]
Manuela durante campanha em 2020

Manuela foi apontada, desde meados de 2019, como possível candidata a prefeita de Porto Alegre na eleição de 2020, liderando pesquisas de opinião.[80][81] Em fevereiro de 2020, divulgou sua pré-candidatura à prefeitura da capital gaúcha.[82] Em maio, o PT anunciou apoio à sua pré-candidatura, indicando o ex-ministro Miguel Rossetto como vice da chapa.[83] Em setembro, sua candidatura a prefeita, assim como a de Miguel Rossetto ao cargo de vice, foi oficializada em convenção online.[84] Sua coligação recebeu o nome de Movimento Muda Porto Alegre.[85]

A campanha em primeiro turno foi marcada por uma grande quantidade de notícias falsas disseminadas contra a candidata. Em um único dia, a Justiça Eleitoral mandou redes sociais excluírem postagens com informações falsas que haviam recebido mais de meio milhão de compartilhamentos.[86]

No primeiro turno da eleição, Manuela recebeu 187 262 votos, o equivalente a 29% dos votos válidos. Com o resultado, ficou em segundo lugar, disputando o segundo turno com Sebastião Melo (MDB).[87] Durante a campanha para o segundo turno, recebeu apoio do PSOL, da REDE,[88] do PDT e do PV. Além disso, foi apoiada pelas candidatas Fernanda Melchionna e Juliana Brizola, bem como pelo candidato Montserrat Martins. Manuela não conseguiu se eleger.[89][90]

Desfiliação partidária do PCdoB

[editar | editar código]

Após 25 anos filiada ao Partido Comunista do Brasil (PCdoB), Manuela D'Ávila anunciou a sua saída do partido em outubro de 2024, alegando "incompatibilidade ideológica" e afirmando ser "uma mulher sem partido". Segundo Manuela, a decisão não foi por escolha, mas sim "por falta de alternativas políticas adequadas".[91] O anúncio foi feito durante um debate promovido pelo ICL Notícias.[92]

Filiação ao PSOL

[editar | editar código]

O PSOL anunciou em 30 de novembro de 2025 a filiação de Manuela d'Ávila para concorrer uma vaga ao Senado em 2025, em evento a ser realizado em 9 de dezembro.[5]

Manuela com cópias de seus livros

Manuela D'Ávila tem quatro livros publicados. O primeiro, Revolução Laura, foi lançado em março de 2019 e consiste num relato de suas experiências pessoais e políticas vividas desde o nascimento de sua filha.[94][95] Após o lançamento, percorreu o Brasil proferindo palestras.

O segundo livro, Por que lutamos?, foi lançado pela editora Planeta em outubro de 2019. Voltado para meninas e jovens, a publicação aborda didaticamente o feminismo.[96]

Em agosto de 2020, Manuela lançou seu terceiro livro, E se fosse você?, sobre redes de ódio e notícias falsas, contando com o prefácio de Felipe Neto.[97] Na publicação, ela aborda casos de figuras públicas alvo das redes de produção de notícias falsas e conta como lida com esse tipo de conteúdo difamatório elaborado a seu respeito.[98]

Bibliografia

[editar | editar código]
  • Revolução Laura: Reflexões sobre maternidade e resistência. Editora Belas Letras, 2019. ISBN 9788581744766
  • Por que lutamos?: Um livro sobre amor e liberdade. Editora Planeta, 2019. ISBN 9788542217704
  • E se fosse você?: Sobrevivendo às redes de ódio e fake news. Editora Instituto e Se Fosse Você, 2020. ISBN 9786599234408
  • Rede de mentiras e de ódio: E se o alvo fosse você?. Editora Instituto e Se Fosse Você, 2021. ISBN 9786599234422

Formação Acadêmica

[editar | editar código]

Manuela D'Ávila é graduada em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Posteriormente, obteve o título de mestre em Políticas Públicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), com a dissertação intitulada "Mulheres implementam mais políticas públicas para mulheres? O efeito da participação de mulheres no comando do Poder Executivo Municipal para a implementação de políticas públicas com recorte de gênero nos municípios brasileiros".[99]

Desde 2022, é doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas da UFRGS, desenvolvendo a tese "Moderação de conteúdo na Internet: um estudo sobre a conformação da agenda no Brasil nas últimas duas décadas", sob coorientação de Christian Jecov Schallenmüller e David Nemer. No âmbito de seu doutorado, realizou estágio sanduíche (2023–2024) na Universidade da Virgínia, em Charlottesville (EUA), com bolsa CAPES/Fulbright, sob supervisão de Nemer.[99]

Vida pessoal

[editar | editar código]
Manuela com o marido Duca Leindecker e a filha Laura, em outubro de 2018.

Entre fevereiro de 2008 e janeiro de 2010, namorou o ex-ministro da justiça do Brasil, José Eduardo Cardozo.[100] Em junho de 2012, durante uma entrevista ao Agora é Tarde, declarou que a decisão de assumir o namoro com o então deputado foi "a decisão mais corajosa que tomou na vida enquanto parlamentar".[101]

É casada com o cantor Duca Leindecker, líder da banda Cidadão Quem.[102] No dia 25 de fevereiro de 2015, anunciou, em sua página pessoal no Facebook, que esperava um filho de Duca.[103] Sua primeira filha nasceu em 27 de agosto de 2015 e recebeu o nome Laura.[104]

Desempenho eleitoral

[editar | editar código]
Ano Eleição Partido Cargo Despesas (R$) Votos % Resultado Ref
2004 Municipal de Porto Alegre PCdoB Vereadora 23 666,17 9 498 1,19% Eleita [105][106]
2006 Estaduais no Rio Grande do Sul Deputada Federal 359 536,25 271 939 4,56% Eleita [107][108]
2008 Municipal de Porto Alegre Prefeita 2 625 509,59 121 232 15,35% Não eleita [109][110]
2010 Estaduais no Rio Grande do Sul Deputada Federal 1 048 275,55 482 590 8,06% Eleita [111][112]
2012 Municipal de Porto Alegre Prefeita 4 533 457,80 141 073 17,76% Não eleita [113][114]
2014 Estaduais no Rio Grande do Sul Deputada Estadual 393 825,50 222 436 2,64% Eleita [115][116]
2018 Presidencial no Brasil Vice-presidente

Titular: Fernando Haddad (PT)

37 503 104,50 31 342 051 29,28%

(1º Turno)

Segundo Turno [117][118]
47 040 906 44,87%

(2º Turno)

Não eleita
2020 Municipal de Porto Alegre Prefeita Desconhecido 187 262 29,0%

(1º Turno)

Segundo Turno [119]
307 745 45,36%

(2º Turno)

Não eleita

Referências

  1. Lopes, Nathan (26 de outubro de 2018). «Manuela entra na Justiça contra Bolsonaro por frase na TV sobre cristãos». UOL. Consultado em 31 de agosto de 2020 
  2. O QUE A ESQUERDA DEVE FAZER PARA RECUPERAR O ESPAÇO PERDIDO? ICL DEBATE - 16/OUTUBRO ÀS 20H. Instituto Conhecimento Liberta. YouTube. 16 de outubro de 2024. Consultado em 17 de outubro de 2024 
  3. Rollsing, Carlos (17 de outubro de 2024). «Anúncio de Manuela de saída do PCdoB carrega ideia de novo movimento à esquerda do PT». GZH. Consultado em 18 de outubro de 2024 
  4. Silveira, Jaqueline (18 de outubro de 2024). «Manuela D'Ávila está fora do PCdoB». Diário de Santa Maria. Consultado em 18 de outubro de 2024 
  5. a b c «PSOL anuncia filiação de Manuela d'Ávila e disputa ao Senado pelo RS». UOL. 30 de novembro de 2025. Consultado em 1 de dezembro de 2025 
  6. a b c d «Manuela D'Ávila». Zero Hora. Consultado em 15 de agosto de 2012 
  7. «Currículo de Desembargadora Ana Lúcia Carvalho Pinto Vieira Rebout». Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul. Consultado em 12 de agosto de 2018. Arquivado do original em 13 de agosto de 2018 
  8. «Currículo do Sistema de Currículos Lattes (Alfredo Luis Mendes dÁvila)». buscatextual.cnpq.br. Consultado em 12 de agosto de 2018 [ligação inativa] 
  9. «Manuela Pinto Vieira D'Ávila | CPDOC - Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil». Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil. Consultado em 29 de junho de 2018 
  10. Lemes, Roberta (7 de agosto de 2012). «'Menos discurso e mais ação', prega candidata do PCdoB em Porto Alegre». G1. Consultado em 7 de agosto de 2012 
  11. «RS: Manuela d'Ávila é a mais votada; veja os deputados federais». Terra. 3 de outubro de 2010. Consultado em 15 de agosto de 2012. Arquivado do original em 7 de outubro de 2010 
  12. «Manuela:1999 - Filia-se à UJS: O início da caminhada». Portal E Aí Blz?. 3 de outubro de 2010. Consultado em 15 de agosto de 2012. Arquivado do original em 6 de outubro de 2014 
  13. «Manuela d'Ávila é fenômeno de votos no RS». Terra. 2 de outubro de 2006. Consultado em 15 de agosto de 2012. Arquivado do original em 30 de janeiro de 2012 
  14. «Eleições 2004: Porto Alegre». UOL. Consultado em 29 de março de 2015 
  15. Krieger, Gustavo (4 de janeiro de 2007). «Um beijo da Manu». Rolling Stone Brasil. Consultado em 15 de agosto de 2012 
  16. «Manuela d'Ávila». iG. Consultado em 15 de agosto de 2012. Arquivado do original em 2 de novembro de 2012 
  17. a b Ponte Sena, Viviane. «Câmara aprova regulamentação de estágios profissionais». DIAP - Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar. Consultado em 29 de março de 2015. Arquivado do original em 12 de julho de 2015 
  18. «Câmara aprova lei que garante férias a estagiários». Terra. 27 de julho de 2007. Consultado em 29 de março de 2015. Arquivado do original em 2 de abril de 2015 
  19. «Apuração Eleições 2010». Click RBS. 3 de outubro de 2010. Consultado em 15 de agosto de 2012 
  20. Chagas, Angela (27 de setembro de 2012). «RS: Manuela erra ao apostar em eleitor conservador, diz analista». Terra. Consultado em 1 de agosto de 2013. Arquivado do original em 6 de outubro de 2014 
  21. Bemfica, Flavia (5 de outubro de 2010). «RS: recordista de votação, Manuela D´Ávila quer ajudar Dilma». Terra. Consultado em 30 de março de 2015. Arquivado do original em 2 de abril de 2015 
  22. OndaVermelha (24 de novembro de 2010). «Manuela D'Ávila é sondada para assumir Ministério dos Esportes». #dilmanarede. Consultado em 16 de agosto de 2012 [ligação inativa] 
  23. Murray, Alberto (21 de novembro de 2010). «Manuela D'Avila Será Ministra Dos Esportes? Será Que Ela Terá Coragem De Mudar As Coisas?». Alberto Murray Olímpico. Consultado em 16 de agosto de 2012 
  24. Bezerra, Luciana (29 de novembro de 2010). «Cotada para Esportes, Manuela D´Ávila pode ficar fora da Esplanada». Estado de Minas. Consultado em 16 de agosto de 2012. Arquivado do original em 18 de junho de 2013 
  25. «Estatuto da Juventude: Hoje, Manuela conversa com internautas». Vermelho. 17 de outubro de 2011. Consultado em 15 de agosto de 2012 [ligação inativa] 
  26. Xavier, Márcia (5 de outubro de 2011). «Manuela mantém texto sobre sexualidade no Estatuto da Juventude». Vermelho. Consultado em 15 de agosto de 2012. Arquivado do original em 4 de outubro de 2013 
  27. Piovesan, Eduardo; Macedo, Idhelene (5 de outubro de 2011). «Câmara aprova o Estatuto da Juventude». Câmara dos Deputados do Brasil. Consultado em 15 de agosto de 2012. Cópia arquivada em 25 de agosto de 2012 
  28. «Aprovação do Estatuto da Juventude é 'conquista histórica', afirma Randolfe». Senado Federal do Brasil. 5 de outubro de 2011. Consultado em 15 de agosto de 2012 
  29. Tôrres, Renata (7 de outubro de 2011). «Estatuto da Juventude aprovado na Câmara vai beneficiar 48 milhões de jovens (02'57")». Câmara dos Deputados do Brasil. Consultado em 15 de agosto de 2012 [ligação inativa] 
  30. «Direitos humanos, civis e sociais». Congresso em Foco. 21 de dezembro de 2011. Consultado em 15 de agosto de 2012 
  31. «Deputada Manuela D'Ávila pede a saída de Jair Bolsonaro da Comissão de Direitos Humanos». UOL. 7 de abril de 2011. Consultado em 15 de agosto de 2012. Cópia arquivada em 4 de outubro de 2013 
  32. «Manuela assume nesta segunda liderança do PCdoB na Câmara». Vermelho. 1 de fevereiro de 2013. Consultado em 1 de agosto de 2013. Arquivado do original em 4 de outubro de 2013 
  33. «Lista completa dos parlamentares votados». Congresso em Foco. 9 de setembro de 2013. Consultado em 3 de outubro de 2013. Arquivado do original em 3 de outubro de 2013 
  34. «Dos parlamentares com menos de 45 anos, quem melhor representa a população no Congresso?». Congresso em Foco. 9 de setembro de 2013. Consultado em 3 de outubro de 2013. Arquivado do original em 3 de outubro de 2013 
  35. «Os perfis dos melhores deputados». Congresso em Foco. 6 de novembro de 2012. Consultado em 3 de outubro de 2013 
  36. «Época 100: Os brasileiros mais influentes de 2011 (trecho)». Época. 10 de dezembro de 2011. Consultado em 15 de agosto de 2012. Arquivado do original em 10 de dezembro de 2011 
  37. «Manuela está entre os 100 mais influentes do Congresso». Vermelho. 23 de setembro de 2011. Consultado em 15 de agosto de 2012. Arquivado do original em 4 de outubro de 2013 
  38. Fontoura, Leandro (16 de junho de 2008). «PPS confirma Berfran Rosado como vice de Manuela». Jornal de Santa Catarina. Consultado em 15 de agosto de 2012. Arquivado do original em 4 de outubro de 2013 
  39. «José Fogaça e Maria do Rosário disputam o segundo turno em Porto Alegre». Zero Hora. 5 de outubro de 2008. Consultado em 15 de agosto de 2012 
  40. Fiori, Mylena (25 de outubro de 2008). «No último dia de campanha, Manuela dá apoio a Maria do Rosário». Agência Brasil. Consultado em 15 de agosto de 2012 
  41. «Resultados do segundo turno em Porto Alegre». Terra. 31 de outubro de 2008. Consultado em 15 de agosto de 2012. Arquivado do original em 6 de julho de 2011 
  42. «Candidatura de Manuela D'Ávila é oficializada em Porto Alegre». G1. 23 de junho de 2012. Consultado em 15 de agosto de 2012 
  43. «Convenção do PC do B oficializa candidatura de Manuela». Zero Hora. 23 de junho de 2012. Consultado em 15 de agosto de 2012. Arquivado do original em 5 de outubro de 2013 
  44. Valduga, Gonçalo (6 de agosto de 2012). «Fortunati terá quase um terço do tempo de TV». Band. Consultado em 15 de agosto de 2012 [ligação inativa] 
  45. «PHS retira candidatura de Mallmann e decide apoiar Manuela em Porto Alegre». Sul21. 19 de junho de 2012. Consultado em 15 de agosto de 2012 
  46. Bastos, Fernanda (22 de junho de 2012). «Manuela d Ávila escolhe Nelcir Tessaro para vice». Jornal do Comércio. Consultado em 15 de agosto de 2012. Arquivado do original em 4 de outubro de 2013 
  47. «Manuela escolhe vereador do PSD para vice na corrida pela prefeitura da Capital». Zero Hora. 22 de junho de 2012. Consultado em 15 de agosto de 2012. Arquivado do original em 24 de junho de 2012 
  48. «Pesquisas eleitorais: Porto Alegre». Terra. Consultado em 3 de outubro de 2013. Arquivado do original em 4 de outubro de 2013 
  49. «Intenção de votos para prefeito: Porto Alegre». UOL. Consultado em 3 de outubro de 2013 
  50. Paraguassu, Lisandra (8 de outubro de 2012). «Fortunati reeleito com maioria histórica em Porto Alegre». Consultado em 8 de outubro de 2012. Arquivado do original em 5 de outubro de 2013 
  51. Freitas, Caetanno (7 de outubro de 2010). «'O povo fez a escolha certa', diz Manuela D'Ávila sobre Fortunati». G1. Consultado em 30 de março de 2015 
  52. Peron, Isadora (16 de setembro de 2013). «Manuela d'Ávila diz que não vai se candidatar novamente à Câmara». O Estado de S. Paulo. Consultado em 3 de outubro de 2013. Arquivado do original em 5 de outubro de 2013 
  53. «Manuela D Avila 65656». Eleições 2014. Consultado em 30 de março de 2015. Arquivado do original em 5 de fevereiro de 2015 
  54. Costa, Letícia (6 de outubro de 2014). «Manuela D'Ávila é a campeã de votos para a Assembleia». Zero Hora. Consultado em 30 de março de 2015. Arquivado do original em 2 de abril de 2015 
  55. «Comissões Parlamentares». Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. Consultado em 3 de outubro de 2013. Arquivado do original em 4 de fevereiro de 2015 
  56. Bittencourt, Jonatha (18 de fevereiro de 2016). «POA: Manuela D'Ávila não será candidata». Band. Consultado em 22 de fevereiro de 2016. Arquivado do original em 19 de fevereiro de 2016 
  57. «Manuela D'Ávila anuncia que não será candidata para a Prefeitura de Porto Alegre». Plantão RS. 17 de fevereiro de 2016. Consultado em 22 de fevereiro de 2016. Arquivado do original em 5 de março de 2016 
  58. «Manuela D'ávila anuncia que não disputará Prefeitura de Porto Alegre». Vermelho. 17 de fevereiro de 2016. Consultado em 22 de fevereiro de 2016 
  59. «Candidata do Pc do B é favorita para a prefeitura de Porto Alegre». Diário do Poder. 14 de dezembro de 2015. Consultado em 22 de fevereiro de 2016 
  60. «Manuela D'Ávila lidera disputa eleitoral em Porto Alegre». Correio do Povo. 14 de dezembro de 2015. Consultado em 22 de fevereiro de 2016. Arquivado do original em 4 de março de 2016 
  61. Venceslau, Pedro; Reverbel, Paula (5 de novembro de 2017). «PC do B lança Manuela D'Ávila à Presidência em 2018». O Estado de S. Paulo. Consultado em 3 de dezembro de 2017. (pede subscrição (ajuda)) 
  62. Gadelha, Igor (17 de novembro de 2017). «Manuela D'Ávila diz que, se chegar à Presidência, vai propor revogação da reforma». O Estado de S. Paulo. Consultado em 3 de dezembro de 2017. (pede subscrição (ajuda)) 
  63. Modzeleski, Alessandra (1 de agosto de 2018). «PCdoB oficializa candidatura de Manuela D'Ávila a presidente; deputada defende 'unidade' da esquerda». G1. Consultado em 3 de agosto de 2018 
  64. Ferrari, Hamilton (5 de agosto de 2018). «PT confirma Haddad como vice e Manuela D'Ávila desiste de candidatura». Correio Braziliense. Consultado em 13 de setembro de 2018 
  65. Brasil, Lauriberto (11 de setembro de 2018). «PT oficializa Haddad candidato a presidente e Manuela como vice». Poder360 
  66. «Tatuagens de Che Guevara e Lenin em Manuela D'Ávila são falsas». O Estado de S. Paulo. 14 de setembro de 2018. Consultado em 2 de outubro de 2018. Cópia arquivada em 2 de outubro de 2018 
  67. Guerra, Rayanderson (5 de outubro de 2018). «É #FAKE post com Manuela D'Ávila dizendo que é mais popular que Jesus e que o cristianismo vai desaparecer». G1. Consultado em 8 de outubro de 2018. Cópia arquivada em 8 de outubro de 2018 
  68. Marés, Chico (6 de outubro de 2018). «#Verificamos: Frase atribuída a Manuela foi dita por Lennon em 1966». Piauí. Consultado em 8 de outubro de 2018. Cópia arquivada em 8 de outubro de 2018 
  69. «TSE manda Facebook derrubar 33 fake news sobre Manuela D'Ávila». Veja. 9 de outubro de 2018. Consultado em 9 de outubro de 2018. Cópia arquivada em 9 de outubro de 2018 
  70. «Resultado da apuração de 2º turno para presidente das eleições 2018». G1. 29 de outubro de 2018. Consultado em 21 de maio de 2019 
  71. «Manuela D'Ávila comenta derrota e fala em resistir e defender a democracia». Estado de Minas. 28 de outubro de 2018. Consultado em 21 de maio de 2019 
  72. Goldschmidt, Cristiano (24 de janeiro de 2019). «Instituto combaterá fake news». Extra Classe. Consultado em 2 de setembro de 2020 
  73. «Manuela admite ter colocado hacker em contato com Glenn». IstoÉ. 27 de julho de 2019. Consultado em 30 de julho de 2019 
  74. «Hacker diz que Manuela D'Ávila intermediou contato com Glenn Greenwald; ex-deputada confirma». G1. 26 de julho de 2019. Consultado em 30 de julho de 2019 
  75. Matsuki, Edgard (13 de agosto de 2019). «Manuela D'Ávila é dona da Land Rover encontrada com hacker Walter Delgatti #boato». Boatos.org. Consultado em 2 de setembro de 2020 
  76. Turollo Jr., Reynaldo; Fabrini, Fábio (19 de dezembro de 2019). «PF indicia seis suspeitos de hackear Moro e Lava Jato». Folha de S.Paulo. Consultado em 2 de setembro de 2020 
  77. «Imprensa internacional destaca vazamento sobre Lava Jato». DW. 11 de junho de 2019. Consultado em 30 de julho de 2019 
  78. «Imprensa internacional repercute vazamento de conversas entre Moro e Dallagnol». iG. 10 de junho de 2019. Consultado em 30 de julho de 2019 
  79. Morais, Esmael (6 de dezembro de 2019). «Manuela D'Ávila lança o movimento 'Comuns' de engajamento político». Blog do Esmael. Consultado em 2 de setembro de 2020 
  80. de Oliveira, Rosane (3 de maio de 2019). «Luciana Genro aceitaria ser vice de Manuela em aliança de esquerda na eleição de 2020». GZH. Consultado em 21 de maio de 2019. (pede subscrição (ajuda)) 
  81. «Manuela D'Ávila e Sebastião Melo lideram pesquisa para prefeitura de Porto Alegre». Jornal do Comércio. 15 de maio de 2019. Consultado em 21 de maio de 2019. Arquivado do original em 29 de julho de 2023 
  82. «Manuela lança movimento para atrair pessoas 'comuns' para a política». Sul 21. 11 de fevereiro de 2020. Consultado em 2 de setembro de 2020 
  83. «Miguel Rossetto será vice de Manuela D'Ávila na disputa à prefeitura de Porto Alegre». Revista Fórum. 12 de maio de 2020. Consultado em 2 de setembro de 2020 
  84. «PCdoB oficializa candidatura de Manuela D'Ávila à prefeitura de Porto Alegre». G1. 12 de setembro de 2020. Consultado em 13 de setembro de 2020 
  85. «Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais». divulgacandcontas.tse.jus.br. Consultado em 27 de setembro de 2020 [ligação inativa] 
  86. de Oliveira, Rosane (9 de novembro de 2020). «Justiça manda excluir meio milhão de compartilhamentos de notícias falsas sobre Manuela». GZH. Consultado em 17 de novembro de 2020. (pede subscrição (ajuda)) 
  87. «Sebastião Melo vence no 1º turno e com Manuela D'Ávila disputarão o segundo turno em Porto Alegre». Jovem Pan. 16 de novembro de 2020 
  88. Ferraz, Mateus (16 de novembro de 2020). «Melo e Manuela começam a receber apoios para o segundo turno em Porto Alegre». GZH. Consultado em 17 de novembro de 2020 
  89. Centeno, Ayrton. «Juliana Brizola e PDT declaram apoio a Manuela D'Ávila no segundo turno». Brasil de Fato. Consultado em 20 de novembro de 2020 
  90. Crancio, Fernanda. «Manuela recebe adesão do PV e diz que rede de apoios se contrapõe às escolhas de Melo». Jornal do Comércio. Consultado em 20 de novembro de 2020. (pede subscrição (ajuda)) 
  91. Bittencourt, Rossana (20 de outubro de 2024). «Manuela d'Ávila não é mais do PCdoB». Gazeta do Povo. Consultado em 23 de outubro de 2024 
  92. «Em formato inovador, debate no ICL apontou caminhos para esquerda no Brasil». ICL Notícias. 17 de outubro de 2024. Consultado em 23 de outubro de 2024 
  93. Manuela d'Ávila [@manueladavila] (29 de novembro de 2025). «Cheguei aos 44 anos contrariando aquele senso comum que diz que, nessa fase, as pessoas "se conformam com a realidade" e passam a desejar menos. Eu fiz o contrário: a idade só ampliou meus sonhos — e eles ficaram mais ousados.». Consultado em 1 de dezembro de 2025 – via Instagram 
  94. «Manuela D'Ávila lança livro em BH nesta quarta-feira». Hoje em Dia. 19 de março de 2019. Consultado em 21 de maio de 2019 
  95. «Manuela D'Ávila lança livro em Caxias do Sul nesta quinta-feira». Pioneiro. 1º de maio de 2019. Consultado em 21 de maio de 2019 
  96. «Novo livro de Manuela D'Ávila aborda o feminismo hoje. Leia entrevista». Vermelho. 11 de outubro de 2019. Consultado em 2 de setembro de 2020 
  97. Gois, Ancelmo. «'E se fosse você?': Manuela d'Ávila lança livro sobre fake news e redes de ódio». Ancelmo - O Globo. Consultado em 2 de setembro de 2020 
  98. «Manuela lança livro sobre notícias falsas com prefácio escrito por Felipe Neto». GaúchaZH. 27 de agosto de 2020. Consultado em 2 de setembro de 2020 
  99. a b «CNPq Lattes - Manuela Pinto Vieira D'Avila». Plataforma Lattes. Consultado em 5 de julho de 2025 
  100. «Veja políticos que se envolveram com belas mulheres». Terra. 27 de setembro de 2011. Consultado em 16 de agosto de 2012 
  101. «Manuela D'Ávila participa do Agora é Tarde de 19/06/2012». Uol. 20 de junho de 2012. Consultado em 16 de agosto de 2012 
  102. Débora Yuri (8 de outubro de 2012). «Musa do Sul vê beleza com desdém». Folha de S.Paulo. Consultado em 16 de agosto de 2012 
  103. «Manuela D'Avila anuncia que está grávida de Duca Leindecker». Zero Hora. 26 de setembro de 2015. Consultado em 30 de março de 2015 
  104. «Nasce a filha da deputada estadual Manuela D'Ávila». G1. 28 de agosto de 2015. Consultado em 26 de novembro de 2015 
  105. «Folha Online - Especial - 2004 - Eleições - Apuração - Porto Alegre (RS) - Vereadores». eleicoes.folha.uol.com.br. Consultado em 24 de outubro de 2023 
  106. Eleições 2004. «Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais». divulgacandcontas.tse.jus.br. Consultado em 16 de setembro de 2025 
  107. «G1 > Eleições 2006 > Rio Grande do Sul - APURAÇÃO ESTADUAL». g1.globo.com. Consultado em 24 de outubro de 2023 
  108. Eleições 2006. «Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais». divulgacandcontas.tse.jus.br. Consultado em 16 de setembro de 2025 
  109. «Eleições 2008». www.clicrbs.com.br. Consultado em 24 de outubro de 2023 
  110. Eleições 2008. «Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais». divulgacandcontas.tse.jus.br. Consultado em 16 de setembro de 2025 
  111. «Apuração 1° turno - Rio Grande do Sul | G1 - Eleições 2010». g1.globo.com. Consultado em 24 de outubro de 2023 
  112. Eleições 2010. «Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais». divulgacandcontas.tse.jus.br. Consultado em 16 de setembro de 2025 
  113. «Apuração das Eleições 2012 em Porto Alegre | Rio Grande do Sul | G1». g1.globo.com. Consultado em 24 de outubro de 2023 
  114. Eleições 2012. «Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais». divulgacandcontas.tse.jus.br. Consultado em 16 de setembro de 2025 
  115. «Resultado das Apurações dos votos do 2º turno das Eleições 2014 no RS para Governador, Senador, Deputados Federais e Deputados Estaduais». Eleições 2014 no RS. Consultado em 24 de outubro de 2023 
  116. Eleições 2014. «Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais». divulgacandcontas.tse.jus.br. Consultado em 16 de setembro de 2025 
  117. «Resultado da apuração de 2º turno para presidente das Eleições 2018.». G1. Consultado em 24 de outubro de 2023 
  118. Eleições 2018. «Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais». divulgacandcontas.tse.jus.br. Consultado em 16 de setembro de 2025 
  119. «Resultado das Eleições e Apuração Porto Alegre-RS no 2º Turno | G1 Eleições». g1. Consultado em 24 de outubro de 2023 

Ligações externas

[editar | editar código]
O Commons possui uma categoria com imagens e outros ficheiros sobre Manuela d'Ávila