João Arruda

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João Arruda
Deputado Federal pelo Paraná
Período 1º de fevereiro de 2011
até atualidade
(2 mandatos consecutivos)
Dados pessoais
Nascimento 22 de maio de 1976 (41 anos)
Curitiba, PR
Partido PMDB (desde 2005)
Website joaoarruda.com.br
linkWP:PPO#Brasil

João José de Arruda Júnior (Curitiba, 22 de maio de 1976) é um político brasileiro, sobrinho do senador Roberto Requião. Casado, pai de quatro filhos. É formado em Ciência do Esporte pela Stetson University (EUA).[1]

Problemas com a Justiça[editar | editar código-fonte]

Em 2003, João Arruda foi condenado pela 2ª Vara de Delitos de Trânsito de Curitiba a três anos e nove meses de detenção pela morte de duas pessoas no trânsito de Curitiba, em outubro de 2001. Houve também o acréscimo de mais seis meses por ele ter fugido do local sem prestar socorro às vítimas. [2]

Vida Pública[editar | editar código-fonte]

Candidato pela primeira vez em 2010, foi eleito deputado federal pelo PMDB com 126.092 votos. Na Câmara Federal, atuou nas comissões de Desenvolvimento Urbano e de Minas e Energia, na Comissão Especial sobre medidas preventivas diante de catástrofes e vice presidente da Comissão de Fiscalização Financeira.

No primeiro mandato, João Arruda foi indicado pela liderança do PMDB e eleito presidente das comissões especiais criadas para estudar os projetos que deram origem a Lei Anticorrupção e o Marco Civil da Internet.

Foi reeleito deputado federal em 2014 com 176.370 votos.

Foi relator da proposta que elevou o teto do regime tributário especial Supersimples, aprovada em plenário por 417 votos a 2. A mudança beneficia as micro e pequenas empresas, principais geradoras de empregos em 2015.

É, também, o relator da Saúde, e autor do projeto conhecido como Lei Maria da Penha virtual, em defesa das mulheres vítimas do chamado "pornô de vingança".

Em 17 de abril de 2016, João Arruda votou pela abertura do processo de impeachment de Dilma Rousseff.[3]Já durante o Governo Michel Temer, votou a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos.[4] Em abril de 2017 foi favorável à Reforma Trabalhista.[4][5]

Em agosto de 2017 votou pelo arquivamento da denúncia de corrupção passiva do presidente Michel Temer, cujo índice de aprovação era o pior de um presidente desde a ditadura militar. [6][7]

Referências

  1. «Perfil de João Arruda no portal da Câmara». Consultado em 19 de novembro de 2015 
  2. «Sobrinho de Requião é condenado por duas mortes no trânsito». Consultado em 5 de setembro de 2016 
  3. «Deputados autorizam impeachment de Dilma, saiba quem votou a favor e contra». EBC. 17 de abril de 2016. Consultado em 5 de maio de 2016 
  4. a b G1 (2 de agosto de 2017). «Veja como deputados votaram no impeachment de Dilma, na PEC 241, na reforma trabalhista e na denúncia contra Temer». Consultado em 11 de outubro de 2017 
  5. Redação (27 de abril de 2017). «Reforma trabalhista: como votaram os deputados». Consultado em 18 de setembro de 2017 
  6. «Doze deputados do RS votam a favor de Temer e 18 contra». Correio do Povo. 2 de agosto de 2017. Consultado em 2 de agosto de 2017 
  7. «Temer tem a pior aprovação desde o fim da ditadura, diz Ibope». Carta Capital. 27 de julho de 2017. Consultado em 2 de agosto de 2017