Paulo Rocha (político)

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Paulo Rocha
Foto oficial de senador.
Senador pelo Pará Pará
Período 1 de fevereiro de 2015
até a atualidade
Deputado federal pelo Pará Pará
Período 1991 – 2005

2007 – 2011

Dados pessoais
Nascimento 1 de abril de 1951 (66 anos)
Terra Alta, PA
Partido PT
Profissão Técnico em Artes Gráficas
Assinatura Assinatura de Paulo Rocha (político)

Paulo Roberto Galvão da Rocha (Terra Alta, 1 de abril de 1951) é um sindicalista e político brasileiro.[1] Técnico em Artes Gráficas, na década de 1980 presidiu o Sindicato dos Gráficos e a Central Única dos Trabalhadores-PA.[2]

Política[editar | editar código-fonte]

Filho de pai lavrador e mãe professora primária, começou a trabalhar desde cedo para ajudar a cuidar dos irmãos menores. Durante a adolescência, formou-se na Escola Salesiana do Trabalho, no bairro de Sacramenta, em Belém, capital paraense. Morou na escola durante dez anos, onde se tornou instrutor de arte gráfica. Tipógrafo, impressor e laboratorista, atuou firmemente contra a ditadura militar no Brasil, chegando a ser preso por 12 horas pela Polícia Federal, por confeccionar panfletos contra o regime militar instaurado no período.

Rocha foi ainda líder do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Gráficas, ajudou a fundar o PT e a criação da Central Única dos Trabalhadores (CUT) no Pará, sendo o primeiro presidente da entidade no estado.

Filiado ao Partido dos Trabalhadores desde 1981, elegeu-se deputado federal pelo Pará em 1990, sendo reeleito seguidamente em 1994, 1998 e 2002. Renunciou ao mandato em 17 de outubro de 2005. Seu nome esteve entre os implicados com a revelação de que uma assessora sua fez saques das contas de Marcos Valério no Banco Rural no valor de R$ 620 mil. Renunciou à liderança do partido e mais tarde ao cargo de deputado.[3] Indiciado, respondeu pelo crime de lavagem de dinheiro. Foi eleito novamente deputado federal em 2006.

Nas eleições estaduais no Pará em 2010 concorreu das duas vagas em disputa ao Senado Federal. Mesmo inelegível devido a Lei Ficha Limpa,[4] decisão que seria posteriormente revogada, obteve 1.736.033 votos e ficou em terceiro lugar, atrás de Flexa Ribeiro e Jader Barbalho. Eleito senador pelo Pará em 2014, com o expressivo resultado de 1.566.350 votos, como Senador da República pelo Estado do Pará.

Em novembro de 2015, votou contra a prisão de Delcídio Amaral.[5]

Em outubro de 2017 votou a contra a manutenção do mandato do senador Aécio Neves mostrando-se favorável a decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal no processo onde ele é acusado de corrupção e obstrução da justiça por solicitar dois milhões de reais ao empresário Joesley Batista.[6][7]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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