Porto Velho

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Disambig grey.svg Nota: Este artigo é sobre a capital de Rondônia. Para outros significados, veja Porto Velho (desambiguação).
Município de Porto Velho
"PVH"
"Capital da Madeira-Mamoré"
"Cidade das Três Marias"
"Rondon"
"Grande Porto Velho"
"Pérola do Madeira"
Acima, à esquerda, antiga sede do Governo do Estado de Rondônia; à direita, uma vista parcial da cidade; ao centro, à esquerda, a Casa da Cultura de Porto Velho; à direita, um pôr do sol no Rio Madeira; abaixo, uma panorâmica da cidade.

Acima, à esquerda, antiga sede do Governo do Estado de Rondônia; à direita, uma vista parcial da cidade; ao centro, à esquerda, a Casa da Cultura de Porto Velho; à direita, um pôr do sol no Rio Madeira; abaixo, uma panorâmica da cidade.
Bandeira de Porto Velho
Brasão de Porto Velho
Bandeira Brasão
Hino
Fundação 2 de outubro de 1914 (104 anos)
Emancipação 21 de setembro de 1943 (75 anos)
Gentílico porto-velhense
Prefeito(a) Hildon Chaves (PSDB)
(2017 – 2020)
Localização
Localização de Porto Velho
Localização de Porto Velho em Rondônia
Porto Velho está localizado em: Brasil
Porto Velho
Localização de Porto Velho no Brasil
08° 45' 43" S 63° 54' 14" O08° 45' 43" S 63° 54' 14" O
Unidade federativa Rondônia
Região
intermediária

Porto Velho IBGE/2017[1]

Região
imediata

Porto Velho IBGE/2017[1]

Região metropolitana Porto Velho
Municípios limítrofes Lábrea, Canutama, Humaitá (estes no Amazonas) a norte; Machadinho d'Oeste, Cujubim, Itapuã do Oeste, Candeias do Jamari a leste; Acrelândia (no Acre) a oeste; Alto Paraíso, Buritis, Nova Mamoré e departamento do Pando-Bolívia a sul.
Distância até a capital 2 589 km[2]
Características geográficas
Área 34 090,962 km² (BR: 26º)[3]
Área urbana 41.7 km² (BR: 73º RO: 1º) – est. Embrapa[4]
Distritos Abunã, Calama, Demarcação, Extrema, Fortaleza do Abunã, Jaci-Paraná, Mutum-Paraná, Nazaré, Nova Califórnia, Porto Velho (sede), São Carlos e Vista Alegre do Abunã[5]
População 519 531 hab. (BR: 42º; RO: 1º) –  estatísticas IBGE/2018[6]
Densidade 15,24 hab./km²
Altitude 85 m
Clima tropical monçônico, isotérmico Am
Fuso horário UTC−4
Indicadores
IDH-M 0,736 (RO: 1º) – elevado PNUD/2010[7]
Gini 0,470 est. IBGE/2003[8]
PIB R$ 12 609 918 mil IBGE/2014[9]
PIB per capita R$ 25 525,48 IBGE/2014[9]
Página oficial
Prefeitura www.portovelho.ro.gov.br
Câmara www.portovelho.ro.leg.br

Porto Velho é um município brasileiro e a capital do estado de Rondônia. Com uma população de 519 531 habitantes, conforme estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE/2018), é o município mais populoso de Rondônia e o quarto mais populoso da Região Norte, atrás apenas de Manaus, Belém e Ananindeua. Entre todos os municípios brasileiros é o 41° mais populoso, figurando no mesmo ano como a 21ª capital estadual do país com mais habitantes. É a capital brasileira com maior área territorial, com mais de 34 mil km² (mais extenso que a Bélgica e Israel), sendo também o mais populoso município fronteiriço do Brasil. Ao lado de Teresina, é uma capital estadual que faz limite com município de outro estado. Porto Velho é, ainda, a única capital estadual brasileira que faz fronteira com outro país, sendo este a Bolívia.

Situado na margem à leste do Rio Madeira, na Região Norte do Brasil, Porto Velho foi fundado pela empresa americana Madeira Mamoré Railway Company em 4 de julho de 1907, durante a construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, comandada pelo magnata norte-americano Percival Farquhar. Em 2 de outubro de 1914 foi legalmente criado como um município do Amazonas, transformando-se em capital do estado de Rondônia em 1943, quando criou-se o Território Federal do Guaporé.[10] Em termos econômicos, a cidade detém o quarto maior PIB da Região Norte, depois de Manaus, Belém e Parauapebas, além de ter sido a capital estadual que mais cresce economicamente no país, com crescimento do PIB em 30,2% em 2009.[11] Em 2010, o PIB de Porto Velho foi estimado em R$ 7,5 bilhões, segundo o IBGE, respondendo por cerca de 1 terço do PIB de Rondônia naquele ano.[12]

História[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: História de Porto Velho

Origem[editar | editar código-fonte]

Estação inicial da Ferrovia Madeira-Mamoré, anos 1910. Arquivo Nacional.

Porto Velho foi criada por desbravadores por volta de 1907, durante a construção da E.F. Madeira- Mamoré. Fica nas barrancas da margem direita do rio Madeira, o maior afluente da margem direita do rio Amazonas. Desde meados do séc. XIX, nos primeiros movimentos para construir uma ferrovia que possibilitasse superar o trecho encachoeirado do rio Madeira (cerca de 380km) e dar vazão à borracha produzida na Bolívia e na região de Guajará Mirim, a localidade escolhida para construção do porto onde o caucho seria transbordado para os navios seguindo então para a Europa e os EUA, foi Santo Antônio do Madeira, província de Mato Grosso. As dificuldades de construção e operação de um porto fluvial, em frente aos rochedos da cachoeira de Santo Antônio, fizeram com que construtores e armadores utilizassem o pequeno porto amazônico localizado 7km abaixo, em local muito mais favorável. Em 15/01/1873, o Imperador Pedro II assinou o Decreto-lei n.º 5.024, autorizando navios mercantes de todas as nações subirem o Rio Madeira. Em decorrência, foram construídas modernas facilidades de atracação em Santo Antônio, que passou a ser denominado Porto Novo. O porto velho dos militares continuou a ser usado por sua maior segurança, apesar das dificuldades operacionais e da distância até S. Antônio, ponto inicial da EFMM. Percival Farquar, proprietário da empresa que afinal conseguiu concluir a ferrovia em 1912, desde 1907 usava o velho porto para descarregar materiais para a obra e, quando decidiu que o ponto inicial da ferrovia seria aquele (já na província do Amazonas), tornou-se o verdadeiro fundador da cidade que, quando foi afinal oficializada pela Assembléia do Amazonas, recebeu o nome Porto Velho.

Após a conclusão da obra da EFMM em 1912 e a retirada dos operários, a população local era de cerca de 1.000 almas. Então, o maior de todos os bairros era onde moravam os barbadianos - Barbadoes Town - construído em área de concessão da ferrovia. As moradias abrigavam principalmente trabalhadores negros oriundos das Ilhas Britânicas do Caribe, genericamente denominados barbadianos. Ali residiam pois vieram com suas famílias, e nas residências construídas pela ferrovia para os trabalhadores só podiam morar solteiros. Era privilégio dos dirigentes morar com as famílias. Com o tempo passou a abrigar moradores das mais de duas dezenas de nacionalidades de trabalhadores que para cá acorreram. Essas frágeis e quase insalubres aglomerações, associadas às construções da Madeira-Mamoré foram a origem da cidade de Porto Velho, criada em 02 de outubro de 1914. Muitos operários, migrantes e imigrantes moravam em bairros de casas de madeira e palha, construídas fora da área de concessão da ferrovia. Assim, Porto Velho nasceu das instalações portuárias, ferroviárias e residenciais da Madeira-Mamoré Railway. A área não industrial das obras tinha uma concepção urbana bem estruturada, onde moravam os funcionários mais qualificados da empresa, onde estavam os armazéns de produtos diversos, etc. De modo que, nos primórdios haviam como duas cidades: a área de concessão da ferrovia e a área pública. Duas pequenas povoações, com aspectos muito distintos. Eram separadas por uma linha fronteiriça denominada Avenida Divisória, a atual Avenida Presidente Dutra. Na área da railway predominavam os idiomas inglês e espanhol, usados inclusive nas ordens de serviço, avisos e correspondência da Companhia. Apenas nos atos oficiais, e pelos brasileiros era usada a língua portuguesa. Cada uma dessas povoações tinham comércio, segurança e, quase, leis próprias. Com vantagens para os ferroviários, face a realidade econômica das duas comunidades. Até mesmo uma espécie de força de segurança operava na área de concessão da empresa, independente da força policial do estado do Amazonas.[13]

Ciclos Econômicos[editar | editar código-fonte]

Desde sua origem, Porto Velho tem sido fortemente influenciada por diferentes ciclos econômicos que deixaram profundas marcas na sua paisagem. O primeiro desses ciclos teve início nos meados do século XIX, na busca de se construir uma ferrovia que, superando o trecho encachoeirado do rio Madeira (cerca de 380 km), possibilitasse o escoamento da borracha produzida na região do vale dos rios Mamoré, Guaporé e Beni. A vila de Santo Antônio do Madeira, na então província de Mato Grosso, foi a localidade escolhida para construção de um porto onde a borracha passaria a ser transferida para navios que seguiriam para a Europa e os EUA. Contudo, as dificuldades de construção e operação do porto próximo à cachoeira de Santo Antônio levaram à utilização de um pequeno porto (Porto Velho), localizado 7 km rio abaixo, já na província do Amazonas, mas que se constituía em local muito mais favorável para as tecnologias da época. Após a conclusão da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré em 1912, muitos trabalhadores permaneceram na cidade, que possuía, então, uma população aproximada de 1.000 habitantes, na sua maioria morando em habitações vinculadas à construção da ferrovia. Todavia, muitos operários e imigrantes moravam em bairros de casas de madeira e palha, construídas fora da área de concessão da ferrovia. Essas duas áreas distintas eram separadas por uma linha fronteiriça denominada Avenida Divisória, que hoje vem a ser a Avenida Presidente Dutra. Em 1914, o Estado do Amazonas criou o Município de Porto Velho, e no mesmo ano o instalou. Cinco anos mais tarde Porto Velho foi elevada à categoria de Cidade, sendo a estrada de ferro fator determinante neste processo. Deve-se reconhecer, também, a relevante importância, para o desenvolvimento de Porto Velho, do rio Madeira que, até a construção da BR-364 e da BR-319, era a única alternativa de ligação com o Centro Sul e com as metrópoles regionais de Manaus e Belém, ao Norte.

Palácio Getúlio Vargas, antiga sede do Governo de Rondônia. Hoje, Museu Palácio da Memória Rondoniense.

Enquanto a borracha apresentava importância comercial, houve nessa cidade e região, fases de grande crescimento e progresso, principalmente no período da 2ª Grande Guerra Mundial, quando a Alemanha e seus aliados impediram a saída da borracha produzida na Malásia para abastecer os países que a combatiam. Com o término da guerra, a Malásia voltou a atender ao mercado internacional e gradativamente a exploração da borracha da Amazônia passou a ser pouco vantajosa. Nessas circunstâncias muitos seringais foram desativados e os que permaneceram em exploração sofreram grandes reduções na produção, resultando na estagnação da economia regional. Em 1943, o Governo Federal criou o Território Federal do Guaporé, com terras dos Estados do Mato Grosso e Amazonas. Em seguida, a cidade de Porto Velho foi designada a Capital do Território. É importante registrar que o município de Porto Velho estava situado no Estado do Amazonas. Com a criação do Território, contudo, a cidade passou à condição de sua Capital. Para isso o Município absorveu grandes porções de terras oriundas dos Estados formadores, algumas com posse e dominialidade de particulares. Essa situação deu origem a uma série de irregularidades com relação à ocupação de áreas do Estado/União e áreas particulares, e que permanecem até hoje em situação irregular, não só quanto à posse como, também, quanto à conformidade com a legislação urbanística. Em 1956 o até então Território Federal do Guaporé passou a ser denominado Território Federal de Rondônia, em homenagem ao Marechal Cândido Rondon.

No final dos anos 50, com a descoberta da cassiterita (minério de estanho), começa um novo ciclo de desenvolvimento regional, denominado ciclo do minério, que teve seu ápice com a exploração de ouro no rio Madeira na década de 80. Por fim, o último desses ciclos refere-se ao desenvolvimento de atividades agro-pastoris que com o avanço da fronteira agrícola, iniciado na década de 70, contribuiu para a transformação econômica do então Território Federal de Rondônia.

O Território foi finalmente transformado em Estado no final de 1981, tendo a sua instalação ocorrido em 1982, confirmando-se Porto Velho como sua Capital. Atualmente a cidade encontra-se na iminência de vivenciar novo ciclo de desenvolvimento econômico e populacional que está diretamente associado à construção de duas grandes usinas hidrelétricas no rio Madeira. Uma delas, a de Santo Antônio, será localizada exatamente nas proximidades da Vila de Santo Antônio, mencionada anteriormente, onde se cogitou a localização do primeiro porto fluvial e que posteriormente foi transferido para uns poucos quilômetros rio abaixo e que deu origem à atual Capital do Estado de Rondônia.

Do passado histórico restou um conjunto de grandes edifícios e armazéns relacionados com as atividades da construção e operação da ferrovia que estão sendo objeto de um projeto de revitalização, assim como vilas residenciais e outras edificações que marcam até hoje a paisagem da capital de Rondônia.[14]

Emancipações[editar | editar código-fonte]

Tornou-se município em 1914, quando ainda pertencia ao Estado do Amazonas. Em 1943, passou à condição de capital e, juntamente com o município de Guajará-Mirim, passou a constituir o Território Federal do Guaporé, que em 1956 passou a ser denominado Rondônia, vindo a ser elevado à categoria de estado (subdivisão) em 4 de janeiro de 1982. [10]

Geografia[editar | editar código-fonte]

A capital rondoniense se localiza na parte oeste da Região Norte do Brasil, na área abrangida pela Amazônia Ocidental no Planalto Sul-Amazônico, uma das parcelas do Planalto Central brasileiro.

De acordo com a divisão do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística vigente desde 2017,[15] o município pertence às Regiões Geográficas Intermediária e Imediata de Porto Velho.[1] Até então, com a vigência das divisões em microrregiões e mesorregiões, o município fazia parte da microrregião de Porto Velho, que por sua vez estava incluída na mesorregião de Madeira-Guaporé.[16]

Relevo[editar | editar código-fonte]

O relevo do município é pouco acidentado, não apresentando grandes elevações ou depressões, com variações de altitudes que vão de 70 metros a pouco mais de 600 metros. A região situa-se no vale do rio Madeira, entre a planície amazônica e o planalto central brasileiro.

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

Rio Madeira e parte da cidade.

Porto Velho está localizada na Bacia do Rio Amazonas. O Rio Madeira é o principal rio que banha o município, vindo do sul da Bolívia.

Os principais rios são:

  • Rio Madeira (principal braço direito do Rio Amazonas): banha Porto Velho, possui grande quantidade de ouro em seu leito e até pouco tempo, na época da vazante, abrigava 30 000 garimpeiros. Seu curso é dividido em dois níveis: Alto Madeira, trecho das cachoeiras e corredeiras, e o Baixo Madeira. Dois lagos se destacam pela sua importância biológica: Lago do Cuniã, com 104 000 hectares, na reserva biológica de Cuniã, e Lago Belmont, no rio Madeira. O rio tem pesca abundante, destacando-se os seguintes peixes: piraíba, jaú, dourado, caparari, surubim, pirara, piramutaba, tambaqui, tucunaré, jatuarana, pacu, pirapitinga, curimatá, a piranha preta e o terrível candiru.[17]
  • Rio Abunã (afluente da margem direita do rio Madeira): faz a delimitação da fronteira entre Brasil e Bolívia, banha o distrito de Fortaleza do Abunã e nasce no Acre.
  • Rio Mutum-Paraná.
  • Rio Jacy-Paraná.
  • Rio Candeias do Jamari.
  • Rio Ji-Paraná ("Rio Machado").

Clima[editar | editar código-fonte]

Porto Velho possui um tropical superúmido, de transição entre clima semiúmido da Região Centro-Oeste e o equatorial predominante na Região Norte. O índice pluviométrico anual é superior a 2 000 milímetros, concentrados entre os meses de verão. A estação seca dura três meses e ocorre no trimestre junho-julho-agosto.[18] As precipitações ocorrem sob a forma de chuva e, em raras ocasiões de granizo,[19] podendo vir acompanhadas de raios e trovoadas[20] e ainda ser de forte intensidade.[21] Com quase 2 000 horas de sol por ano, a umidade do ar é relativamente elevada.[18]

Maiores acumulados de precipitação em 24 horas
registrados em Porto Velho (INMET) por meses[22]
Mês Acumulado Data Mês Acumulado Data
Janeiro 130 mm 07/01/1977 Julho 65,6 mm 27/07/1964
Fevereiro 132,5 mm 13/02/1966 Agosto 56,2 mm 27/08/1968
Março 102,6 mm 06/03/1970 Setembro 94,8 mm 24/09/1962
Abril 120 mm 22/04/1974 Outubro 157,6 mm 15/10/1979
Maio 107 mm 06/05/1977 Novembro 132,6 mm 24/11/1980
Junho 47 mm 11/06/1977 Dezembro 127,5 mm 06/12/1961
Período: 01/01/1961 a 31/12/1983, 01/01/1987 a 31/12/1987,
01/01/1995 a 30/04/1995 e 01/01/1998 a 20/02/2008

Entre maio e setembro, massas de ar polar que chegam ao sul da Amazônia atingem Porto Velho e derrubam as temperaturas, muitas vezes para abaixo dos 18 °C, causando o fenômeno da friagem.[23][24] Contudo, dentro dessa mesma época, nos meses de agosto e setembro, também são registradas as maiores temperaturas do ano, chegando próximo ou ultrapassando a marca dos 35 °C, e a umidade do ar também pode ficar abaixo dos 30% ou até mesmo dos 20%,[25] bem abaixo dos 60% considerados ideais pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), referentes ao período entre janeiro de 1961 a dezembro de 1983, janeiro a dezembro de 1987, janeiro a abril de 1995 e de janeiro de 1998 a fevereiro de 2008, a menor temperatura registrada em Porto Velho foi de 7,4 °C em 19 em julho de 1975,[26] e a maior atingiu 40,9 °C em 16 de agosto de 1969.[27] O maior acumulado de precipitação em 24 horas foi de 157,6 mm em 15 de outubro de 1979. [22] Dezembro de 2001, com 665,3 mm, foi o mês de maior precipitação.[28]

Dados climatológicos para Porto Velho
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima recorde (°C) 37,2 38,6 40 37,1 36,8 38,8 37,9 40,9 40 40 39,7 38 40,9
Temperatura máxima média (°C) 31,6 31,5 31,6 31,8 31,3 - 32,8 34,3 34 33,7 - 31,7 -
Temperatura mínima média (°C) 22,8 22,7 22,7 22,4 21,4 19,9 19,3 19,7 21,2 22,3 22,7 22,6 21,6
Temperatura mínima recorde (°C) 14,4 15,4 12 12,8 12 11,8 7,4 10 12,1 17 16,3 11 7,4
Precipitação (mm) 320,9 316 273,9 251 126,6 49,6 24,2 36,4 119,9 192,7 225,2 319,1 2 255,4
Dias com precipitação (≥ 1 mm) 19 19 20 17 11 4 3 4 11 13 16 19 156
Umidade relativa compensada (%) 84,4 85,8 85,8 85,5 84,5 81,2 76 72,7 75,7 80 83,6 84,8 81,7
Horas de sol 107,1 98,3 124 140,1 183,7 226,7 259,7 234 186,8 166,7 137,1 124,2 1 988,4
Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) (médias de temperatura e umidade: normal climatológica de 1981-2010;[18] precipitação, dias com precipitação e horas de sol:
normal 1961-1990;[18] recordes de temperatura: 01/01/1961 a 31/12/1983, 01/01/1987 a 31/12/1987, 01/01/1995 a 30/04/1995 e 01/01/1998 a 20/02/2008)[26][27]

Política[editar | editar código-fonte]

O atual prefeito de Porto Velho é Hildon de Lima Chaves (2017/2020), do PSDB, e o atual vice-prefeito é Edgar do Boi, do PSDC.

Por ser uma capital de estado relativamente nova (1981), a cidade possui muitos funcionários públicos, tanto federais quanto estaduais. Como há pouca qualificação, grande parte da mão-de-obra especializada vem de outros estados.

Câmara de vereadores[editar | editar código-fonte]

A Câmara Municipal de Porto Velho fica no bairro Meu Pedacinho de Chão, distante do Centro da cidade. O atual presidente é o vereador Maurício Carvalho, do PSDB.

Relações exteriores e intermunicipais[editar | editar código-fonte]

Cidades-irmãs[editar | editar código-fonte]

A política das cidades-irmãs procura incentivar o intercâmbio entre cidades que têm algo em comum com Porto Velho. A troca de informações e o aumento do comércio entre elas são meios de tornar as cidades-irmãs mais próximas. Porto Velho possui duas cidades-irmãs, que são:

Subdivisões[editar | editar código-fonte]

Reservas indígenas[editar | editar código-fonte]

  • Reserva Karitiana
  • Reserva Kaxaraxi
  • Reserva Karipuna

O município de Porto Velho conta com três reservas indígenas.[17]

A Reserva Karitiana, com 89.098 hectares, fica a 95 quilômetros da capital. É habitada por cerca de 100 índios, que se dedicam à agricultura de subsistência (arroz, milho, farinha, etc.). Lá já foram construídas casas em alvenaria, depósitos, uma enfermaria e uma pista de pouso.[carece de fontes?]

A Reserva Kaxaraxi, com mais de 85 mil hectares, fica na divisa com o estado do Amazonas. Seus mais de 100 índios vivem do extrativismo da castanha e da banana.[carece de fontes?]

A terceira reserva indígena é a dos Karipunas, com 2.200 hectares, situada no Distrito de Jaci-Paraná.[carece de fontes?]

Economia[editar | editar código-fonte]

Reflexo do crescimento populacional

O PIB de Porto Velho em 2015 era de R$ 14.409.726.019,6 e o PIB Per capita R$ 27.741,10.[31]

Composição econômica de Porto Velho
Serviços

83,8 %

Agropecuária

5,3 %

Indústria

10,9 %

Atividades econômicas em Porto Velho - (2012)[32]

Porto Velho recebeu 5 mil novas empresas em apenas um ano, além de 30 mil novos empregos. Segundo a Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), o Estado possui hoje a maior taxa de ocupação da população economicamente ativa da região Norte (94,6%) e a segunda menor taxa de desemprego do Brasil. A renda média do trabalhador porto-velhense em 2015 era de 3,5 salários mínimos, acima da média nacional.[33]

Turismo[editar | editar código-fonte]

As Três Caixas D'Água, um dos mais importantes pontos turísticos de Porto Velho.
Locomotiva da lendária Estrada de Ferro Madeira-Mamoré.

É a 8ª cidade da Região Norte, 5º destino de empresários vindos da Bolívia a negócios e eventos.

As atrações históricas são a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, cenário da série de televisão Mad Maria,[34] produzida pela Rede Globo; a Catedral do Sagrado Coração de Jesus; o Cemitério da Candelária; a sede da Arquidiocese; o terminal ferroviário; a locomotiva Coronel Church (a primeira máquina vinda para a Amazônia, em 1872), as Caixas D'Água (símbolos da cidade, edificadas pelos ingleses); e a igreja de Santo Antônio do rio Madeira.[35]
Parque da cidade
  • As Três Caixas D'Água: vindas em módulos metálicos dos Estados Unidos.
  • Estrada de Ferro Madeira-Mamoré: apesar de ter sido um centro ferroviário, a cidade não conta mais com o passeio de trem, que foi desativado por falta de conservação da linha.
  • Parque Natural Municipal de Porto Velho
  • Parque da Cidade[36]
  • Espaço Alternativo
  • Passeio de Barco no Rio Madeira
  • Palácio Getúlio Vargas
  • Mercado Cultural
  • Mercado do km 1
  • Museu Geológico
  • Museu Internacional do Presépio
  • Museu Ferroviário
  • Museu Dom João Batista Costa
  • Memorial Governador Jorge Teixeira
  • Teatro Estadual Palácio das Artes
  • Casa de Cultura Ivan Marrocos
  • Teatro do SESC

Centros de Compras e Lazer[editar | editar código-fonte]

  • Porto Velho Shopping: Construído e administrado pela Ancar Ivanhoe, empreendedora de shoppings centers há 40 anos no Brasil, o Porto Velho Shopping inaugurou em 2008 e chegou a Rondônia como o primeiro mall do Estado e transformou o hábito da população local, com a inauguração de lojas até então inéditas, como: McDonald’s, Cine Araújo, Centauro, Renner, C&A, Kopenhagen, Lojas Americanas e outras.

O shopping que passou recentemente por uma expansão de 14 mil m² de ABL recebeu a nova âncora Riachuelo, além das já existentes. Hoje conta com 44 mil m² de ABL e recebe 700 mil consumidores por mês. Atualmente são 197 operações, sendo 5 âncoras, 13 megalojas, um Parque de Diversões com 551m² (dentre jogos eletrônicos e lazer para crianças), Cinema, Universidade, 109 lojas satélites, 32 quiosques, 4 instituições financeiras e 2 Praças de Alimentação com 29 operações e 2 restaurantes.

O Porto Velho Shopping estuda viabilizar duas torres comerciais e se tornar o primeiro shopping com conceito multiúso de Rondônia. Localizado na Av. Rio Madeira, esquina com Av. Calama.[37]

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Vista Panorâmica de Porto Velho a partir do bairro Pedrinhas, em maio de 2010.

Educação[editar | editar código-fonte]

A sede da UNIR fica no prédio do antigo Porto Velho Hotel. Seu campus está situado na BR-364, sentido Rio Branco (Acre).

Porto Velho tem a UNIR - Universidade Federal de Rondônia e o IFRO - Instituto Federal de Rondônia como instituições públicas de ensino técnico/superior e as seguintes instituições particulares: Centro Universitário São Lucas, FARO, FATEC, FIMCA, FIP, UNOPAR, UNINTER, Universidade Católica de Rondônia, UNIRON, ULBRA e IMAM - Instituto Metodista da Amazônia. Os cursos ministrados virtualmente contam com alguns pontos de presença de faculdades e universidades de outras cidades do país. Os três cursos de Medicina, de Direito, de Engenharia e outros bem cotados têm atraído muitos estudantes do interior e de estados vizinhos, tornando esta capital uma cidade universitária. A taxa de escolarização de pessoas entre 6 e 14 anos de idade, em 2010, era de 94,5%, abaixo da média nacional.[38]

Segurança pública[editar | editar código-fonte]

Forças Armadas

A cidade conta com os quartéis do 5° BEC, 17° Brigada de Infantaria de Selva, 31° Circunscrição do Serviço Militar, 17° Base Logística, 3° Cia do 54° BIS, Base Aérea de Porto Velho, Hospital de Guarnição e a Delegacia Fluvial de Porto Velho. Também conta com o Sistema de Proteção da Amazônia (SIPAM).

De acordo com a revista Época, Porto Velho é a 3° capital mais violenta do país. No ranking nacional, ocupa a 19° posição em relação aos municípios brasileiros mais violentos.[39]

Transportes[editar | editar código-fonte]

Terminal de passageiros do Aeroporto Internacional Governador Jorge Teixeira.

Existem três meios de transportes para se chegar a Porto Velho: Rodoviário, Aéreo e Fluvial através da Hidrovia do Madeira. Para seguir ao Estado do Amazonas é pela BR-319 sobre uma ponte de Porto Velho no Rio Madeira. A cidade conta com um aeroporto internacional. Os meios de transporte mais utilizados para Manaus é o Aéreo e o Fluvial. Em 2012, Porto Velho possuía uma frota de 207 318 veículos.[40]

Aeroporto[editar | editar código-fonte]

O Aeroporto Internacional Governador Jorge Teixeira é o mais importante do estado e recebe voos diários de Brasília, Belo Horizonte, Cuiabá, Manaus e Rio Branco, dos municípios do interior do estado de Rondônia como Ji-Paraná e Vilhena e do interior do Amazonas como Humaitá, Lábrea e Manicoré. Também conta com voo para Porto Alegre, com escalas em Campinas, Rio de Janeiro, Cuiabá, Campo Grande e Curitiba; para São Paulo, com escala em Brasília e Cuiabá; e para Fortaleza, com escala em Manaus e Belém,além de outros destinos com menor fluxo de passageiros.[carece de fontes?]

O aeroporto tem capacidade de receber 920 mil passageiros por ano e opera com as principais companhias aéreas nacionais e regionais, tais como LATAM, Gol e Azul.[carece de fontes?]

Trecho duplicado da BR-364, próximo a Porto Velho.
Táxis enfileirados em uma tarde movimentada na Rodoviária de Porto Velho.

Rodovias[editar | editar código-fonte]

A Rodoviária fica na Avenida Governador Jorge Teixeira (hoje considerada uma rodovia, a BR-319, sob administração dos órgãos públicos federais).

Porto Velho é cortada por duas rodovias federais, a citada BR-319 e a principal delas, a BR-364, única rodovia federal a cortar o Estado no sentido norte-sul, passando pelas principais cidades rondonienses.

Porto[editar | editar código-fonte]

Área portuária de Porto Velho.
Porto do Cai n'Água.

O Porto Graneleiro - Sociedade de Portos e Hidrovias de Rondônia (SOPH) - faz parte do corredor de exportação de grãos, principalmente a soja, que vem do sul do Estado e do Mato Grosso (Sapezal e cidades vizinhas). A soja in natura embarcada em Porto Velho segue a Itacoatiara, de balsa, e de lá em navios para a América do Norte, Europa e Ásia. Além de grãos e outras mercadorias, como a madeira, o porto também escoa os produtos a da cadeia de carne e laticínios.

No Porto do Cai n'Água, há embarcações que fazem o trajeto até Humaitá, Manicoré e Manaus, municípios do Amazonas, como também das localidades do Baixo Madeira, como São Carlos, Calama e outras pequenas localidades.

Ferrovia[editar | editar código-fonte]

Nos finais de semana eram realizadas viagens de trem à antiga Primeira Estação, na Cachoeira de Santo Antônio. Atualmente, a linha está desativada.

Cultura e sociedade[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Cultura de Porto Velho

Porto Velho é a síntese da diversidade cultural do Estado de Rondônia e demonstra seu pluralismo através de seu calendário de festas, onde se destacam os festejos de Carnaval com a tradicional Banda do Vai Quem Quer, fundado no ano de 1981 por Manoel Mendoça, o Manelão, e que reúne mais de 100 mil pessoas nas ruas da capital de Rondônia durante os festejos de Carnaval.[41]

Evidenciando a força da cultura nordestina na capital, o Arraial Flor do Maracujá, realizado a mais de 30 anos na cidade de Porto Velho durante as festas juninas é o segundo maior arraial do Brasil, onde reúnem artistas de fora e local, mesclando desta forma as regiões.[42]

Há ainda a realização da Expovel, (Exposição Agropecuária de Porto Velho) e o Festival da Costela Assada, realizado pelas Lojas Maçônicas de Rondônia todos os anos.[43][44]

Na literatura, é relevante a obra do poeta Augusto Branco, cujos livros são publicados no Brasil e na Europa, e cujos textos têm grande popularidade na internet em nível mundial; Já no teatro destacam-se obras como a peça Bizarrus, dirigida por Marcelo Felice, e encenada por presidiários e ex-presidiários do Estado, que constroem o enredo da peça a partir de suas próprias experiências pessoais, num trabalho que é referência nacional em reabilitação social,[45] e a encenação anual de ‘O Homem de Nazaré’, pelo grupo teatral Êxodo, durante o feriado de Corpus Christi, na Jerusalém da Amazônia – o maior teatro a céu aberto da região norte do Brasil.[46]

Abaixo, segue a relação dos principais atrativos culturais de Porto Velho:

Casa da Cultura Ivan Marrocos em Porto Velho.
  • Centros culturais: Casa de Cultura Ivan Marrocos, para exposições diversas.
  • Teatro: Teatro Estadual Palácio das Artes Rondônia, Teatro Municipal Banzeiros, Teatro do SESC e Teatro do SEST-SENAT.
  • Salas de Cinema: oito salas de cinema, sendo o Cine Rio, Cine Veneza e Cine Araújo (5 salas Multiplex no Porto Velho Shopping).
  • Museus: Museu da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré.
  • Leitura: Biblioteca municipal, bibliotecas em várias instituições de ensino, tanto superior quanto médio, livrarias como Exclusiva, Nobel e Dimensão e sebos como Carlos Gomes e Revistaria Central.
  • Calendário de eventos anuais: Expovel é a festa agropecuária de Porto Velho, que se inicia com uma grande cavalgada; a peça "O homem de Nazaré", encenada na cidade cenográfica Jerusalém da Amazônia; o festival de música independente chamado Festival Casarão; Micaretas (carnavais fora de época), sendo a principal o Bloco Maria Fumaça; o Arraial Flor do Maracujá, o maior da cidade e a Zombie Walk (Caminhada Zumbi); O Festival Rock in Leste, é o maior festival de bandas independentes do estado de Rondônia, que acontece duas vezes por ano sempre na zona lesta da cidade de Porto Velho, levando uma grande massa de público, idealizado pelo Coletivo Woodrock que é uma organização de produtores e bandas em prol da cultura local.
  • Culturas populares e folclóricas são oriundas de todas as partes do Brasil e de outros países, trazidas com os imigrantes.

Nas manifestações musicais existem os blocos de carnaval, grupos de rock, MPB, forró, pagode, sertanejo e bailões, axé, músicas gaúchas (CTG), quadrilhas, reggae, Bumba-meu-boi/Boi Bumbá, dentre vários outros grupos diversos.

Bibliotecas[editar | editar código-fonte]

Comunicação[editar | editar código-fonte]

Lazer[editar | editar código-fonte]

Além de se refugiarem nas várias chácaras, sítios e fazendas próximas à cidade, é comum os moradores da cidade buscarem os balneários nos finais de semana, o que inclui os balneários locais (o do Rio Bonito, do Souza, do 21 e outros) e alguns localizados nos municípios vizinhos, como o do Rio Preto, em Candeias do Jamari. Os igarapés mais conhecidos são Periquitos e Areia Branca. Estas verdadeiras praias de água doce são uma das principais fontes de lazer da família porto-velhense. Alguns desses "banhos" possuem uma grande infraestrutura para receber centenas de banhistas nos finais de semana, como restaurantes, pousadas, quadras e campos de futebol.[carece de fontes?]

Esportes[editar | editar código-fonte]

A Capital tem dois representantes na primeira divisão do Campeonato Rondoniense de Futebol: Sport Club Genus de Porto Velho e Rondoniense Social Clube.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2017). «Base de dados por municípios das Regiões Geográficas Imediatas e Intermediárias do Brasil». Consultado em 1 de dezembro de 2017. 
  2. Atlas Geográfico do Brasil. «Capitais dos estados». Consultado em 1 de janeiro de 2011.. Cópia arquivada em 1 de dezembro de 2017 
  3. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (15 de janeiro de 2013). «Áreas dos Municípios». Consultado em 1 de dezembro de 2017.. Cópia arquivada em 1 de dezembro de 2017 
  4. Embrapa Monitoramento por Satélite. «Urbanização das cidades brasileiras». Consultado em 30 de julho de 2008. 
  5. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (9 de setembro de 2013). «Porto Velho - Unidades territoriais do nível Distrito». Consultado em 1 de dezembro de 2017. 
  6. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de agosto de 2018). «Estimativas da população residente no Brasil e unidades da federação com data de referência em 1º de julho de 2018». Consultado em 29 de agosto de 2018. 
  7. Atlas do Desenvolvimento Humano (29 de julho de 2013). «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil» (PDF). Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Consultado em 2 de agosto de 2013.. Cópia arquivada (PDF) em 8 de julho de 2014 
  8. Cidade Sat (2000). «Índice GINI». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Consultado em 6 de agosto de 2011. 
  9. a b Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2014). «Produto Interno Bruto dos Municípios - 2014». Consultado em 1 de dezembro de 2017.. Cópia arquivada em 1 de dezembro de 2017 
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  11. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. «Contas Regionais 2009». Consultado em 6 de julho de 2012. 
  12. «Produto Interno Bruto dos Municípios». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 2 de janeiro de 2016. 
  13. «cidades.ibge.gov.br/brasil/ro/porto-velho/historico». cidades.ibge.gov.br. Consultado em 20 de maio de 2018. 
  14. «Plano Diretor - 2008» (PDF). 2008 
  15. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2017). «Divisão Regional do Brasil». Consultado em 1 de dezembro de 2017.. Cópia arquivada em 1 de dezembro de 2017 
  16. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1990). «Divisão regional do Brasil em mesorregiões e microrregiões geográficas» (PDF). Biblioteca IBGE. 1: 21. Consultado em 1 de dezembro de 2017.. Cópia arquivada (PDF) em 1 de dezembro de 2017 
  17. a b Prefeitura Municipal de Porto Velho. «Aspectos Geográficos». Consultado em 6 de julho de 2012. 
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  19. «Temporal alaga Porto Velho e causa estragos. Caiu granizo na Zona Sul». Rondônia Notícias. 15 de outubro de 2014. Consultado em 19 de junho de 2015. 
  20. PINHEIRO, Marcelo (12 de setembro de 2014). «Chuva, raios e trovoadas em Porto Velho (RO)». Climatempo. Consultado em 19 de junho de 2015. 
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  24. MATARÉSIO, Larissa (24 de julho de 2013). «Frio em Porto Velho pega população de surpresa, nesta quarta-feira». G1. Consultado em 19 de junho de 2015. 
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  47. [ww.youblisher.com/p/1309999-Revista-Karipuna-Kult/ Revista Karipuna Kult (Revista da Academia Rondoniense de Letra, edição 1]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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