Joinville

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Nota:  Artigo sobre o município brasileiro; para outros significados, veja Joinville (desambiguação).
Município de Joinville
"Cidade das Flores"
"Cidade dos Príncipes"
"Cidade da Dança"
"Cidade das Bicicletas"
"Manchester Catarinense"
Panorâmica do Centro de Joinville

Panorâmica do Centro de Joinville
Bandeira de Joinville
Brasão de Joinville
Bandeira Brasão
Hino
Fundação 9 de março de 1851 (165 anos)
Gentílico joinvilense[1] [2] [3]
Lema "Mea autem brasiliæ magnitudo"
Prefeito(a) Udo Döhler (PMDB)
(2013–2016)
Localização
Localização de Joinville
Localização de Joinville em Santa Catarina
Joinville está localizado em: Brasil
Joinville
Localização de Joinville no Brasil
26° 18' 14" S 48° 50' 45" O26° 18' 14" S 48° 50' 45" O
Unidade federativa  Santa Catarina
Mesorregião Norte Catarinense IBGE/2008[4]
Microrregião Joinville IBGE/2008 [4]
Região metropolitana Região Metropolitana do Norte/Nordeste Catarinense
Municípios limítrofes Araquari, Campo Alegre, Garuva, Guaramirim, Jaraguá do Sul, São Francisco do Sul e Schroeder.
Distância até a capital 180 km
Características geográficas
Área 1 126,106 km² (BR: 1277º)[5]
População 562 151 hab. (SC: 1°; BR: 36º) –  Estimativa IBGE/2015 [5]
Densidade 499,2 hab./km²
Altitude 4 m
Clima subtropical Cfa
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,809 (SC: 4°) – muito alto PNUD/2010 [6]
PIB R$ 18 299 283 mil (BR: 25°) – IBGE/2012[7]
PIB per capita R$ 34 767 17 IBGE/2012 [7]
Página oficial
Prefeitura www.joinville.sc.gov.br
Câmara www.cvj.sc.gov.br

Joinville é um município localizado na região nordeste do estado de Santa Catarina. Com uma área de 1 126,106 quilômetros quadrados e uma população estimada pelo IBGE de 562 151 habitantes em 2015,[5] é o município mais populoso do estado, à frente da capital, Florianópolis, o terceiro da Região Sul e o 36º do Brasil. Pertence à Microrregião de Joinville e à Mesorregião do Norte Catarinense e é sede Região Metropolitana do Norte/Nordeste Catarinense, a qual contava, no último censo, aproximadamente 1,1 milhões de habitantes.[8]

A cidade possui um elevado índice de desenvolvimento humano (0,809) entre os municípios brasileiros, ocupando a 21ª posição nacional e a quarta entre os municípios catarinenses. Joinville ostenta os títulos de "Manchester Catarinense", "Cidade das Flores", "Cidade dos Príncipes", "Cidade das Bicicletas" e "Cidade da Dança". É ainda, conhecida por sediar o Festival de Dança de Joinville, a Escola do Teatro Bolshoi no Brasil e o Joinville Esporte Clube.

Etimologia[editar | editar código-fonte]

O primeiro nome da cidade de maior população de Santa Catarina foi Colônia Dona Francisca,[9] cuja história se iniciou quando a princesa Francisca de Bragança, irmã de Pedro II do Brasil, casou-se em 1843 com o príncipe francês François Ferdinand Philipe, recebendo este o título de príncipe de Joinville. O nome da cidade foi mudado para Joinville, em homenagem ao príncipe, que recebeu aquelas terras como presente de casamento.[9] Em 1848, o casal negociou as terras pelo menos em parte, com a Sociedade Colonizadora Hamburguesa, pois o pai de François, o rei da França Luís Felipe havia sido destronado e a família encontrava-se em dificuldades financeiras.[10] O empreendedorismo dos imigrantes alemães, suíços e noruegueses construiu e deu continuidade ao seu crescimento, tornando Joinville uma das maiores potências regionais.[9]

História[editar | editar código-fonte]

Primórdios[editar | editar código-fonte]

Os registros dos primeiros habitantes da região de Joinville datam de 4800 a.C. Os indícios de sua presença encontram-se nos mais de 40 sambaquis e sítios arqueológicos do município. O homem-do-sambaqui praticava a agricultura, mas tinha na pesca e coleta de moluscos as atividades básicas para sua subsistência.

Índios tupis-guaranis (especificamente, carijós)[11] ainda habitavam as cercanias quando chegaram os primeiros imigrantes europeus. No século XVIII, estabeleceram-se, na região, famílias de origem portuguesa, com seus escravos negros, vindos provavelmente da capitania de São Vicente (hoje estado de São Paulo) e da vizinha cidade de São Francisco do Sul. Adquiriram lotes de terra (sesmarias) nas regiões do Cubatão, Bucarein, Boa Vista, Itaum, Morro do Amaral e aí passaram a cultivar mandioca, cana-de-açúcar, arroz e milho, entre outros produtos.

Origens e povoamento[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Colônia Dona Francisca

"Manchester Catarinense", "Cidade dos Príncipes", são os apelidos que Joinville ostenta.[12] O município ora em estudo tem um dos melhores IDHs de Santa Catarina. A cidade foi criada ao mesmo tempo que Blumenau (segunda metade do século XIX), com grupo étnico igual ao da sua cidade contemporânea.[12] O povo germânico, que veio de uma região com baixas temperaturas para um país com temperaturas elevadas, impôs sua determinação na construção da cidade conhecida pela sua população trabalhadora[12] e pelas indústrias metal-mecânica, de tecidos, de alimentos, softwares, eletrodomésticos, computadores, máquinas, etc.[12] Joinville, disputando com Blumenau, foi, antes de 2012, o município com o maior PIB de Santa Catarina, sendo atualmente superado por Itajaí.[13] [14]

A casa enxaimel é um exemplo da herança germânica de Joinville.

A história de Joinville tem ligação com a Princesa do Brasil Dona Francisca Carolina, que se casou, em 1843, com o Príncipe de Joinville, terceiro filho do rei Luís Filipe I.[12] Ela ganhou como prêmio de casamento, 25 léguas cúbicas, em plena Mata Atlântica, que situavam-se na região do município que ganhou o nome de um dos descendentes do monarca gaulês.[12]

Porém, depois que o rei Luís Filipe I se destronou em 1848 e o Príncipe de Joinville se refugiou na Inglaterra, foi que apareceu a ideia de colonizar esse terreno.[12] O Príncipe de Joinville e o senador Christian Mathias Schroeder (que ganhou sem custo algum oito léguas cúbicas) aceitaram organizar a colônia, que seria habitada por europeus.[12]

As pessoas que idealizaram foram, além dos já referidos, Léonce Aubé, Jerônimo Francisco Coelho, João Otto, Ottokar Doerffel, Frederico Brustlein e demais indivíduos. Porém, o imenso reconhecimento é cabível aos imigrantes (quase todos agricultores), que passaram a chegar desde 1851. A barca Colon transportou os imigrantes iniciais. Eram 191 no total, a maioria de alemães, além de suíços e noruegueses.[12] De acordo com o historiador Apolinário Ternes, o projeto iniciou‐se um ano antes da chegada da barca Colon, que partiu de Hamburgo em 1851. Em 1850, veio o vice-cônsul Léonce Aubé, acompanhado de duas famílias de trabalhadores braçais, mais o engenheiro responsável das primeiras benfeitorias e demarcações do que viria a ser a nova colônia, e também do cozinheiro franco-suíço Louis Duvoisin. Louis Duvoisin veio ao Brasil anos antes com a expedição do 1842, o Benoît Jules Mure, na instalação fracassada do Falanstério do Saí. A barca Colon partiu de Hamburgo levando os primeiros imigrantes. No dia 9 de março do mesmo ano, a barca chegou ao local e foi fundada a Colônia Dona Francisca. A população foi reforçada com a chegada da barca Emma & Louise, com 114 pessoas. Em 1852, foi decidido que, em homenagem ao príncipe François, a cidade passaria a se chamar Joinville.[15]

Uma residência foi construída para administrar os bens do Príncipe de Joinville, com um caminho de palmeiras em frente à casa. A casa que foi construída é atualmente o "Museu Nacional de Imigração e Colonização", e a via à sua frente tornou-se a Rua das Palmeiras, hoje atrativo turístico da cidade.

Imigração, formação administrativa e história recente[editar | editar código-fonte]

A malária, doença desconhecida na Europa, foi causa de morte de muitos dos imigrantes.[12] Porém, a imigração andou para frente de qualquer maneira com a chegada de novas levas de alemães e Joinville progrediu muito devido a isso e em 1858 se elevou à categoria de freguesia. Criou-se o município por meio da Lei nº 566, de 15 de março de 1866, com o nome de São Francisco Xavier de Joinville que, em seguida, se reduziu para Joinville. O novo município foi instalado em 7 de janeiro de 1869.[12]

Se a agricultura era a fonte de renda que predominava nos primórdios de Joinville, na atualidade mais de cem indústrias do município são a sua principal atividade econômica.[12] Sua área é de 1.131 km². Joinville é um município pertencente à Microrregião homônima e a cidade mais populosa de Santa Catarina.[5]

Geografia[editar | editar código-fonte]

Imagem aérea de Joinville

O rio Cachoeira passa pelo centro da cidade e desemboca na baía da Babitonga. O município ainda conta com extensas áreas de manguezais (mangue). A cidade é em geral plana, situando-se ao lado da baía da Babitonga - um dos atrativos naturais do município, ocorrendo algumas pequenas elevações conforme vai-se afastando. A altitude da sede é de 4,5 metros, embora, na parte central da cidade, a altitude chegue a apenas 4 cm, o que, em dias de maré muito alta, causa alagamentos. Há montanhas elevadas em torno da cidade. A área em torno do rio Cachoeira é quase toda urbanizada, mantendo alguns manguezais preservados.

O ponto culminante é o Pico Serra Queimada, com 1 325 metros de altitude, na Serra Queimada. A vegetação em torno da cidade e nos morros em sua área urbana é constituída por remanescentes da mata Atlântica.

Clima[editar | editar código-fonte]

De acordo com a classificação climática Köppen-Geiger, a cidade de Joinville, como todo o estado de Santa Catarina, apresenta clima subtropical.[16] Entretanto, devido à sua baixa altitude média (verificada como sendo de quatro metros), praticamente a nível do mar, apresenta, em média, temperaturas mais elevadas do que o interior catarinense, principalmente nas regiões de maior altitude do estado. O mês mais quente é janeiro, com temperatura média em torno de 25 °C, e o mês mais frio é julho, de 17 °C. As precipitações são abundantes durante todo o ano, ocorrendo como frequência no verão.[17]

Em Joinville ocorreram algumas enchentes com graves consequências. Entre elas, destacam-se as de 2008[18] e 2011.[19]

Nuvola apps kweather.svg Dados climatológicos para Joinville Weather-rain-thunderstorm.svg
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima média (°C) 29,3 29,1 28,2 26 23,8 22,1 21,3 21,7 22,6 24,2 26,3 27,7 25,2
Temperatura média (°C) 25,1 25,1 24,1 21,8 19,5 18 17,1 17,6 18,8 20,6 22,4 23,6 21,1
Temperatura mínima média (°C) 21 21,1 20,1 17,6 15,3 14 12,9 13,6 15,1 17 18,5 19,5 17,1
Precipitação (mm) 212 246 204 134 110 91 77 93 121 149 126 143 1 706
Fonte: Climate-Data.org[17]

Economia[editar | editar código-fonte]

A abastada classe de industriais da região criou, logo no início do século XX, a Associação Comercial e Industrial de Joinville (atual Associação Empresarial de Joinville). Hoje, a região produz 18,9 por cento (valor adicionado fiscal) do produto interno bruto global do estado de Santa Catarina.

Joinville é cortada por várias rodovias e linha férreas que também contribuíram para tornar a cidade o 3º maior polo industrial da Região Sul do Brasil. Apesar da progressiva terceirização do centro, a atividade industrial continua com grande relevância, laborando, na sua cintura industrial, grandes conglomerados do setor metal-mecânico, químico, plásticos, têxtil e de desenvolvimento de software, tornando-a um grande polo dessa tecnologia.

Sendo a cidade mais importante industrialmente em Santa Catarina, muitos das mais importantes grupos económicos do país de diversos setores – tais como a Cipla, Buschle & Lepper, Amanco (antiga Akros), Schulz S.A, Franklin Electric (Schneider), Neogrid, Docol, Döhler, Embraco, Ciser, Lepper, Tigre, Tupy, Totvs, Britânia, KaVo Dental, Krona, General Motors, Whirlpool, Wetzel, Laboratório Catarinense, Siemens, entre outras.

Joinville é o primeiro maior polo metalúrgico do Brasil, sendo a metalúrgica Tupy a maior do Mundo. Outra marca importante da cidade é que ela é o maior polo industrial de ferramentaria do país.

Panorâmica de Joinville (Centro e bairro América)

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Transporte[editar | editar código-fonte]

Rodoviária de Joinville[editar | editar código-fonte]

A Rodoviária de Joinville, Estação Rodoviária Harold Nielson está localizada na Rua Paraíba, 769, bairro Anita Garibaldi. É administrada pela Seinfra e possui dois andares e dezoito companhias, com ônibus que fazem viagens intermunicipais e interestaduais diariamente. O tráfego de passageiros ocorre vinte e quatro horas por dia, com venda de passagens variando de empresa pra empresa.

A rodoviária também possui duas amplas salas de espera climatizadas, administradas por duas companhias de viagem, que juntas reservam em torno de 210 lugares aos clientes, banheiros, estacionamento para ônibus, táxis, carros e motos no piso térreo; praça de alimentação com lanchonetes, loja de presentes e artesanatos, revistaria, tabacaria e sanitários no segundo piso. Além disso, oferece circuito interno para televisões por satélite e internet sem fio para computadores e celulares.

A Rodoviária Harold Nielson opera oficialmente desde 9 de março de 1974, e passou por uma grande reforma que culminou na reinauguração no ano de 2001. Entre os anos de 2007 a 2009 ficou abandonada, até a Conurb se oferecer para administrá-la em 2010. Desde então a rodoviária ganhou um grande estacionamento para os veículos, aumento na segurança e os sanitários voltaram a ser gratuitos.

As dezoito companhias que operam atualmente são: Auto Viação 1001 Ltda., Auto Viação Catarinense Ltda., Auto Viação Venâncio Aires Ltda. – Viasul, Brasil Sul Linhas Rodoviárias Ltda., Empresa de Ônibus Nossa Senhora da Penha S.A., Empresa de Transportes Boqueron Sociedade Anônima, Empresa Princesa do Norte S/A, Empresa Santo Anjo da Guarda Ltda., Empresa União Cascavel de Transporte e Turismo Ltda. – Eucatur, Expresso Presidente Getúlio Ltda, Pluma Conforto e Turismo S.A., Reunidas S.A. Transportes Coletivos, Transtusa - Transporte e Turismo Santo Antônio Ltda, Viação Canarinho Ltda, Viação Graciosa Ltda, Viação Itapemirim S.A., Viação Sudoeste Transportes e Turismo Ltda, Viação Verdes Mares Ltda.

Transporte Urbano Municipal[editar | editar código-fonte]

Joinville conta com 10 terminais operando em sistema integrado: Terminal Central (Deputado Aderbal T. Lopes), Terminal Norte (João Colin), Terminal Sul (Vera Cruz), Terminal Tupy, Estação Da Cidadania Itaum (Gov. Pedro Ivo F. de Campos), Estação Da Cidadania Iririú (Osvaldo R. Colin), Estação Da Cidadania Guanabara (Deputado Nagib Zattar), Estação Da Cidadania Pirabeiraba (Max Luktër), Estação Da Cidadania Vila Nova (Prof. Beno Harger), Estação Da Cidadania Nova Brasília (Abílio Bello).

Atualmente o valor da tarifa é de R$ 4,50 (em Janeiro/2016)

Empresas operadoras: Transtusa e Gidion

Aeroporto de Joinville[editar | editar código-fonte]

O Aeroporto de Joinville.
O Aeroporto de Joinville.

O Aeroporto de Joinville - Lauro Carneiro de Loyola está localizado a 13 km do Centro da cidade, a 75 km do Aeroporto de Navegantes, a 110 km do Aeroporto de Curitiba e a 163 km do Aeroporto de Florianópolis.

Em 2012, o Aeroporto de Joinville registrou um movimento de 484742 passageiros e cerca de 10 000 pousos e decolagens. Para 2014, a tendência é de crescimento de 40% em pousos e decolagens, através da implantação do sistema de aproximação ILS.

No dia 8 de março de 2004, em meio às comemorações de 153 anos de Joinville, a cidade ganhou um novo aeroporto. O Aeroporto de Joinville Lauro Carneiro de Loyola inaugurou um novo terminal de passageiros de quatro mil metros quadrados e capacidade para atender a até 500 000 passageiros por ano. Também foram construídos um prédio administrativo e uma torre de controle.

O aeroporto se adequou ao conceito de "aeroshopping" que a Infraero implementa em seus aeroportos. O número de lojas passou de oito para 22 no novo terminal. A expectativa é que a implementação do aeroshopping aumente em 40 por cento o número de empregos gerados pelo aeroporto.

De Joinville, existem diversos voos diários para São Paulo (Congonhas, Guarulhos e Campinas), e Porto Alegre, através das Companhias: Gol, TAM, e Azul Linhas Aéreas.

Educação[editar | editar código-fonte]

Joinville orgulha-se de ter a melhor educação pública de Santa Catarina, reconhecida pelo ministério da educação[carece de fontes?]. As escolas, no geral, possuem boa infraestrutura[carece de fontes?], com exceção das escolas estaduais, com um problema crônico de estrutura, desvalorização do governo do estado com relação aos professores e sistema de seleção de diretores por indicação que dificulta o diálogo entre cidadãos e instituição.

Orgulha-se de ter a melhor educação do estado. Por dois anos consecutivos (2010 e 2011) os primeiros colocados gerais no vestibular da Universidade Federal de Santa Catarina foram da cidade dos príncipes e por quatro anos consecutivos teve o melhor desempenho escolar do Exame Nacional do Ensino Médio do estado (Posiville em 2007, 2008, segundo melhor em 2009 e melhor em 2010, com 61% de participação dos estudantes, segundo o jornal A Notícia, e Bom Jesus Ielusc em 2009 e 2010, com 78% dos alunos inscritos, segundo a mesma fonte). No ensino superior, predominam os cursos de engenharia, sobretudo na Universidade do Estado de Santa Catarina e na Universidade Federal de Santa Catarina, devido às empresas de bens de consumo existentes na cidade. Por outro lado, a cidade carece de cursos voltados a áreas essenciais como as de licenciatura, obrigando muitos de seus moradores a mudarem-se para a capital, Florianópolis ou mesmo outros estados.

Em Joinville encontram-se as seguintes instituições:

Instituições de Ensino Básico (Infantil, Fundamental e Médio) de Joinville
Instituição Administração Religião
Sociedade Educacional Posiville Privada Laica
Colégio Adventista de Joinville Privada Adventista
Colégio Tupy - SOCIESC Privada Laica
Colégio Cenecista José Elias Moreira Privada Laica
Colégio Machado de Assis Joinville Privada Laica
Colégio dos Santos Anjos Privada Católica Apostólica Romana
Colégio da Univille Privada Laica
Escolas Internacionais de Joinville
Instituição Administração Religião
Escola Internacional SOCIESC Privada Laica
Instituições de Ensino Superior de Joinville
Instituição Administração Religião
ACE Privada Laica
Associação Educacional Luterana Bom Jesus/Ielusc Privada Luterana
Anhanguera Educacional Privada Laica
Centro Universitário - Católica de Santa Catarina (filial a PUC-PR) Privada Católica Apostólica Romana
Faculdade de Tecnologia Assessoritec Privada Laica
FCJ Privada Laica
IFSC Pública Federal Laica
INESA Privada Laica
SOCIESC Privada Laica
SENAI Privada Laica
SENAC Privada Laica
UDESC Pública Estadual Laica
UFSC Pública Federal Laica
UNIVILLE Privada Laica
Instituições de Ensino Superior à distância de Joinville
Instituição Administração Religião
UNIASSELVI Privada Laica
UNINTER Privada Laica
Anhanguera Privada Laica
UNISUL Privada Laica
Uniseb Privada Laica

Saúde[editar | editar código-fonte]

Joinville possui clínicas especializadas principalmente em cirurgia (geral, cabeça, pescoço, pediátrica, plástica, torácica e vascular), pediatria, psiquiatria, obstetrícia, odontologia, neurologia, oftalmologia, otorrinolaringologia, ginecologia, urologia, endocrinologia, ortopedia, nefrologia, entre outras. Há registra (até 5 de março de 2011) de sete hospitais, 635 consultórios médicos, 86 consultórios odontológicos, 54 postos de saúde, 146 farmácias, quatro prontos-socorros e 36 ambulâncias.

Hospitais de Joinville
Hospital Endereço Fundação
Hospital Municipal São José (HMSJ) Avenida Getúlio Vargas, 238 - Anita Garibaldi 4 de junho de 1906
Hospital Dona Helena Rua Blumenau, 123 - Centro 1916
Hospital Materno Infantil Dr. Jeser Amarante Faria Rua Araranguá, 554 - América, Joinville 2006
Centro Hospitalar Unimed Rua Orestes Guimarães, 905 9 de março de 2001
Hospital de Olhos Sadalla Amin Ghanem Rua Camboriu ,35 - Glória

1942

Hospital Bethesda Rua Cons Pedreira, 624 - Pirabeiraba 1936
Hospital Regional Hans Dieter Schmidt Rua Xavier arp s/nº - Boa Vista 15 de março de 1984

Além dos sete hospitais, a cidade ainda possui:

  • Maternidade Darci Vargas, situada no bairro Anita Garibaldi e próxima ao Hospital São José;
  • Instituto Pró-Rim, referência no país, localizado na Rua Xavier Arp, no bairro Iririú.

Turismo[editar | editar código-fonte]

Joinville possui tanto turismo natural quanto cultural, representado principalmente pelos museus. Destacam-se:

  • Parque Zoobotânico: localizado no Morro do Boa Vista, o parque é repleto de fauna e flora típicas da região, além de contar com um lago, um parquinho para as crianças e quiosques para piquenique;
  • Parque Caieira: localiza-se na zona sul da cidade. É um pedaço da Mata Atlântica, com trilhas para caminhada e um mirante para admirar a Baía da Babitonga, que banha o ponto turístico.
  • Parque Ecológico Morro do Finder: localizado no bairro Bom Retiro, o Parque Morro do Finder oferece diversas trilhas para caminhada e uma principal voltada para a prática do "mountain bike". No final dessa trilha, há um mirante, de onde é possível ver a cidade de São Francisco do Sul;
  • Mirante: localizado no topo do Morro do Boa Vista, poucos quilômetros depois do Zoobotânico, o mirante, com 250m de altura, é uma das principais atrações da cidade. Ao subi-lo, é possível desfrutar a visão magnífica de toda a cidade, inclusive da Baía da Babitonga. Terminou a reforma e foi reinaugurado em 09 março de 2016, aberto a todos visitantes locais e turistas.
  • Praia do Vigorelli;
  • Estrada do Rio Bonito: localiza-se no km 22 da BR-101 na Zona Rural. Uma estrada belíssima cheia de elementos naturais com arquitetura e quitutes germânicos. No percurso há ruas que levam a restaurantes, residências e pesque-pagues. No final da estrada há um restaurante tipicamente alemão, que oferece pratos como o marreco recheado, com estacionamento pago; o Rio Bonito, bom para banhos; trilhas; espaço aberto sob as árvores para descanso; campinho de futebol. Depois dessa estrada há outra que termina num hotel com piscinas (natural e artificial) e campo de bocha;
  • Museu Arqueológico de Sambaqui de Joinville: localizado na Avenida Beira-Rio, no Centro, possui fósseis e conta a história dos sambaquianos que habitavam à região;
  • Rua das Palmeiras: localiza-se no centro da cidade. As mudas foram trazidas do Rio de Janeiro em 1873 e plantadas em frente ao atual Museu Nacional da Imigração. É um cartão-postal da cidade devido à altura das árvores, que impressionam moradores e turistas. Além das palmeiras, a rua tem flores e bancos para descanso. Não possui tráfego de veículos, apenas uma calçada central inaugurada em 2012;
  • Museu Nacional de Imigração e Colonização de Joinville: era o chamado Maison de Joinville, construído em 1870 para abrigar a administração da Colônia Dona Francisca e que virou museu em 1957. Nele o visitante pode conhecer os objetos que eram utilizados pelos imigrantes, além de desfrutar a beleza do jardim e ver, em frente, a bela Rua das Palmeiras;
  • Museu de Arte de Joinville: antiga casa de residência de Ottokar Doërffell, terminada em 1864, também conhecido como Castelinho (Schloesschen);
  • Museu Casa Fritz Alt: na antiga residência do artista Fritz Alt;
  • Museu da Bicicleta de Joinville: único do gênero em toda América Latina;
  • Galeria de Artes Victor Kursancew;
  • Casa da Memória;
  • Casas em Enxaimel: casas tipicamente alemãs, encontradas no centro e também na zona rural, que mostram como os imigrantes europeus viviam no período da colônia. A região da Estrada do Piraí, zona rural de Joinville é onde se encontram o maior número de casas enxaiméis centenárias da cidade.
  • Estação da Memória: localizado no bairro Anita Garibaldi, ao lado do Shopping Joinville (antigo Americanas). De 1906 a 1996 funcionava como estação ferroviária que ligava Joinville às cidades vizinhas (Guaramirim, Araquari e São Francisco do Sul). Em 2008 foi reinaugurada, após um longo período de restauração, como museu ferroviário. O lugar possui um parquinho para as crianças, uma ciclovia e espaço para práticas esportivas. É um dos cartões-postais da cidade;
  • Expoville: um local bom para o lazer, localizado na principal entrada da cidade, próximo ao Pórtico da XV de Novembro e ao Moinho. Possui lago; centro comercial onde se pode adquirir lembranças típicas da cidade; um expocentro para eventos; parquinho; pista de automodelismo e um amplo estacionamento.

Abastecimento de água[editar | editar código-fonte]

A Águas de Joinville é uma companhia de saneamento de capital misto, majoritariamente pertencente à prefeitura de Joinville, responsável por administrar o tratamento de água e esgoto da cidade desde 2005 (ano em que a concessão mudou de estadual para municipal). A reserva de água tratada totaliza 53 milhões de litros. São 13 reservatórios e duas Estações de Tratamento de Água (ETAs): Cubatão e Piraí, com capacidade total de 1850 l/s, que abastecem 99 por cento do município. A Águas de Joinville também administra quatro Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs): Jarivatuba, Profipo, Morro do Amaral e Espinheiros.

Cultura[editar | editar código-fonte]

Apresentação do Festival de Dança de Joinville no Shopping Cidade das Flores.

Por seus atributos culturais, Joinville recebeu diversos títulos ao longo das décadas de 1940, 60 e 80, tornando-se conhecida como "Cidade dos Príncipes", "Cidade das Flores", "Cidade das Bicicletas", "Manchester Catarinense", e "Cidade da Dança".

A cidade destaca-se por importantes museus e pontos de interesse histórico, tais como o Museu de Arte de Joinville, Museu Nacional de Imigração e Colonização, Estação da Memória, Museu Casa Fritz Alt, Museu da Bicicleta de Joinville, Galeria de Artes Victor Kursancew, Museu Arqueológico de Sambaqui de Joinville e Casa da Memória.

Inúmeros eventos culturais são marcantes na cidade. A Festa das Flores acontece há 75 anos. O Festival de Dança de Joinville - reconhecido como o maior do mundo em seu gênero (consta no Guinness Book) - chega a sua 32ª edição em 2014. A Coletiva de Artistas de Joinville acontece há 31 anos ininterruptos. Recentemente, a cidade passou a sediar também um festival de música instrumental, o Joinville Jazz Festival.

Uma filial da Escola do Teatro Bolshoi, a única fora da Rússia, é destaque na formação de bailarinos e bailarinas, oferecendo formação de qualidade a estudantes carentes.

A produção artística acontece em centros culturais, museus, casa da cultura, centro de eventos, mercado público, teatros, na Cidadela Cultural Antarctica (antiga fábrica de cervejas), e também em escolas, universidades, associações de moradores, igrejas e praças públicas.

Hoje, a Rua Visconde de Taunay é uma via gastronômica, devido ao movimento noturno e à quantidade de bares e restaurantes no local.

Filho de joinvilense, o músico carioca Mú Carvalho, tecladista do grupo instrumental A Cor do Som, emprestou o nome da cidade a uma de suas composições, gravada em seus CDs solo Óleo sobre Tela e Ao Vivo.

Patrimônio[editar | editar código-fonte]

Fórum de Joinville

O patrimônio cultural, ainda preservado, permite a convivência harmoniosa entre o passado e o presente. No patrimônio arquitetônico, destacam-se as construções que mesclam as influências dos imigrantes com as adaptações necessárias ao local. Casas autênticas em enxaimel, centenárias, ainda podem ser vistas no centro, nos bairros e na área rural. Casarões do século XX chamam a atenção pela angulação dos telhados, em "V". Antigas fábricas ainda preservam suas grandes chaminés, como marcos do desenvolvimento da cidade com vocação industrial.

A Fundação Cultural de Joinville mantém cinco museus, sendo o mais famoso o Museu Nacional de Imigração e Colonização de Joinville, que conta um pouco da história dos primeiros imigrantes da cidade. Outro importante museu é o Museu de Arte de Joinville, em uma das mais antigas construções da cidade, com acervo importante de arte local, estadual e nacional. Na antiga casa de Fritz Alt, há o Museu Casa Fritz Alt, com peças do artista. O Museu da Bicicleta de Joinville, o MuBi, com acervo de mais de 16 mil peças, é único do gênero em toda América Latina.

O patrimônio arqueológico é outro destaque, já que existem mais de 40 sambaquis no município, sendo dez deles em área urbana. O Museu Arqueológico de Sambaqui é referência internacional no assunto, já que conserva em seu acervo mais de 20 mil peças. Um sambaqui preservado pode ser visitado no Parque Municipal da Caieira, uma área de preservação permanente junto à Baía da Babitonga, que integra manguezais, mata atlântica, sítios arqueológicos e ruínas da antiga fábrica de cal, que utilizava os "casqueiros" dos sambaquis como matéria-prima.

Como patrimônio imaterial (ligado aos saberes e fazeres), o destaque é a culinária. A cachaça, o melado, os produtos coloniais e a culinária colonial típica, principalmente suíça e alemã, ainda resistem aos processos de industrialização. As confeitarias da cidade - uma atração cultural à parte - são reconhecidas por suas tortas, cucas e pelo apfelstrudel (strudel de maçã). Existe em Joinville a Praça dos Suíços, em homenagem a expressiva imigração Suíça na cidade. Há várias fábricas de chocolate caseiro. O artesanato local é simples e com forte predominância dos artigos confeccionados com tecidos e roupas feitos à mão, pintados ou bordados. Recentemente, tem-se destacado o artesanato com fibra de bananeira, uma cultura agrícola ainda abundante no meio rural.

Além da língua nacional, o português, outros idiomas originados na Europa são falados por alguns moradores e integrantes da população joinvilense com um pouco mais de idade: dentre eles, o alemão e o italiano.

Pluralismo[editar | editar código-fonte]

Ana Claudia Michels, modelo nascida em Joinville

A Joinville contemporânea se caracteriza por ser rica na diversidade cultural de seu povo. O aspecto pluralista permite as mais diferentes expressões, das mais diversas culturas e etnias formadoras, da dança clássica ao hip hop, dos corais étnicos à música lírica, da música clássica ao chorinho, do pop rock à música sertaneja e gauchesca. As tradições portuguesas, como o boi-de-mamão e o terno-de-reis, são manifestações autênticas em vários bairros, como Morro do Amaral, por exemplo, que antes da fundação da cidade já possuía moradores descendentes de portugueses, quando as áreas pertenciam ao município de São Francisco do Sul. A cidade possui também a maior população de afro-descendentes em Santa Catarina: 17,4 por cento da população é de etnia negra,[20] migrados principalmente a partir da década de 1960. O carnaval de rua, aberto a todos, foi resgatado em 2005.

Incentivos[editar | editar código-fonte]

Algumas empresas situadas em Joinville têm colaborado com a difusão da cultura local, patrocinando grandes eventos e mantendo em suas próprias estruturas, grupos de dança, coral, teatro e ações comunitárias voltadas para a manutenção das tradições.

Desde 2006, a cidade possui uma lei de incentivo à cultura, com dois mecanismos de apoio: um fundo com aplicação de recursos diretos do poder público municipal, e um mecenato, com renúncia fiscal e captação de recursos junto aos contribuintes de não tem imposto sobre serviços de qualquer natureza e imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana. A Fundação Cultural de Joinville é o órgão gestor da Prefeitura Municipal. Há um Conselho Municipal de Cultura e uma Comissão Municipal de Patrimônio Histórico, Artístico, Arquitetônico, Arqueológico e Natural. Ambos possuem constituição paritária, com membros do poder público e representantes da sociedade civil.

Mídia[editar | editar código-fonte]

O Jornal A Notícia e o Jornal Notícias do Dia, são os jornais diários, editados na cidade. A Gazeta de Joinville é o jornal semanal alternativo. Também existem jornais menores com periodicidade indefinida: Jornal da Cidade e o Correio Joinvilense, além do jornal O Vizinho.

A cidade possui duas emissoras comerciais de televisão, sendo RBS TV Joinville (afiliada Rede Globo) e RIC TV Joinville (afiliada Rede Record). A TV Brasil Esperança, é uma emissora educativa de caráter comunitário na cidade. A cidade também dispõe de duas emissoras de TV comercial em canal fechado (TV a cabo): TV Cidade e TV Babitonga.

Joinville possui também 12 emissoras de rádio, 4 em AM, sendo Colon 1090, Cultura 1250, Difusora Arca da Aliança 1480 e Clube 1590 e 8 em FM que são, 89 FM 89,5 - Jovem Pan 91,1 - Udesc 91,9 - Itapema 95,3 - Nativa FM 103,1 - Atlântida 104,3 - Joinville Cultural 105,1 e 107 FM em 107,5, também conta com mais 4 emissoras comunitárias em FM, que são, Leste FM 87,9 - União Sul FM 87,9 - Nova Brasília FM 87,9 e Pirabeiraba FM 87,9.

Esporte[editar | editar código-fonte]

O tiro ao alvo e a ginástica foram os primeiros esportes praticados pelos imigrantes, mas só o futebol conseguiu exercer um fascínio inexplicável sobre os joinvilenses a partir do início século passado.[21]

Joinville conta com grandes clubes desportivos, sendo os principais o Joinville Esporte Clube e o Caxias Futebol Clube (extinto). Existem ainda numerosos clubes de menor dimensão dedicados ao futebol amador, mas com função social de grande relevo em seus bairros. Uma grande perda para a cidade foi o desaparecimento dos clubes dedicados ao remo, modalidade anteriormente praticada junto ao Rio Cachoeira.[22] [23]

Clubes recreativos tradicionais, como o América Futebol Clube, também possuem boa estrutura esportiva, oferecendo possibilidade de prática em esportes variados como futebol, futsal, futebol americano (Joinville Gladiators e Red Lions Football), ginástica artística, handebol, judô, natação, tênis e voleibol, e conquistando premiações em várias competições estaduais e nacionais.

Cidades-irmãs[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Dicionário Aurélio
  2. Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa
  3. http://www.academia.org.br/abl/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=23
  4. a b «Divisão Territorial do Brasil» (Zip). Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 5 de janeiro de 2011. 
  5. a b c d «Santa Catarina » Joinville». IBGE Cidades. IBGE. 1 de julho de 2015. Consultado em 8 de setembro de 2015. 
  6. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2013. Consultado em 29 de julho de 2013. 
  7. a b «Produto Interno Bruto dos municípios - 2012». 
  8. Censo, BR: IBGE, 2010 .
  9. a b c Carneiro 2006, p. 101-102.
  10. PRADO, Emanuel Marcos Cruz (2013). Clube de Autores, : . Contos Catarinenses [S.l.: s.n.] p. 64. 
  11. BUENO, E (2003), Brasil: uma história, São Paulo: Ática, pp. 18-19 .
  12. a b c d e f g h i j k l El-Khatib 1970, p. 52-53.
  13. «Produto Interno Bruto dos Municípios 2010"». IBGE. Consultado em 18-07-2013. 
  14. «Sistema de Contas Nacionais - Produto Interno Bruto dos Municípios 2010». IBGE. Consultado em 18-07-2013. 
  15. MÜLLER, Kelly (9 de março de 2007), "Um presente real, terra de sonhos", A Notícia: 12-14 .
  16. Cidade de Joinville
  17. a b «CLIMA: JOINVILLE». Climate-Data.org. Arquivado desde o original em 15 de julho de 2015. Consultado em 6 de janeiro de 2016. 
  18. Municípios com decretos - 08 Dez 08
  19. Sobe para seis o número de mortos pela chuva em Santa Catarina
  20. «Joinville tem maior população negra de SC». JusBrasil. 26 de Outubro de 2009. Consultado em 18 de julho de 2010. 
  21. "Paixão por futebol gera obras de esporte e lazer", AN (BR), 1997, http://www1.an.com.br/jville97/ville3.htm .
  22. "Ex-timoneiro quer volta do remo na cidade", AN, 1998 mar 15, http://www1.an.com.br/1998/mar/15/0cid.htm .
  23. "Lembranças da época de ouro do remo", AN, 2004 dez 6, http://www1.an.com.br/ancapital/2004/dez/06/1ger.htm .
  24. a b c d Cidade Brasil (9 de novembro de 2012). «O Município de Joinville». cidade-brasil.com.br. Consultado em 10 de junho de 2015. 
  25. Prefeitura de Joinville (15 de abril de 2015). «Joinville estreita relações com cidade-irmã na Alemanha e projeta melhor intercâmbio». joinville.sc.gov.br. Consultado em 10 de junho de 2015. 
  26. Turismo (24 de julho de 2014). «Turismo de Joinville poderá ter intercâmbio com cidade suíça». joinville.sc.gov.br. Consultado em 9 de junho de 2015. 
  27. Gabinete (27 de outubro de 2011). «Parte da história de Joinville na visita a Schaffhausen». joinville.sc.gov.br. Consultado em 9 de junho de 2015. 

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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