Ponta Porã

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Disambig grey.svg Nota: Para o extinto território federal, veja Território de Ponta Porã.
Município de Ponta Porã
"PP"
"Princesinha dos Ervais[1]"
"Capital Brasileira do Tereré[2]"
Bandeira de Ponta Porã
Brasão de Ponta Porã
Bandeira Brasão
Hino
Aniversário 18 de julho
Fundação 25 de março de 1892 (126 anos)
Emancipação 18 de julho de 1912 (105 anos)
- de Bela Vista[3]
Gentílico ponta-poranense
Padroeiro(a) São José
CEP 79.900-000[4]
Prefeito(a) Hélio Peluffo (PSDB)
(2017 – 2020)
Localização
Localização de Ponta Porã
Localização de Ponta Porã em Mato Grosso do Sul
Ponta Porã está localizado em: Brasil
Ponta Porã
Localização de Ponta Porã no Brasil
22° 32' 09" S 55° 43' 33" O22° 32' 09" S 55° 43' 33" O
Unidade federativa  Mato Grosso do Sul
Mesorregião Sudoeste de Mato Grosso do Sul IBGE/2008[5]
Microrregião Dourados IBGE/2008[5]
Região
intermediária

Dourados IBGE/2017[6]

Região
imediata

Ponta Porã IBGE/2017[6]

Municípios limítrofes Norte: Antônio João, Bela Vista, Jardim e Guia Lopes da Laguna
Sul: Aral Moreira e Laguna Carapã
Leste: Dourados e Maracaju
Oeste: : Pedro Juan Caballero(Paraguai)
Distância até a capital federal: 1 346 km
estadual: 324 km[7]
Características geográficas
Área 5 328,621 km² (BR: 283º MS: 17º)[8]
Área urbana 13,715 km² (BR: 224º MS: 5º) – est. Embrapa[9]
Distritos Ponta Porã (sede), Cabeceira do Apa, Nova Itamarati e Sanga Puitã
População 88 164 hab. (MS: 5º) –  est. IBGE/2016[10]
Densidade 16,55 hab./km²
Altitude 755 m[11]
Clima Subtropical úmido Cfa
Fuso horário UTC−4
Indicadores
IDH-M 0,701 (MS: 21º) – elevado PNUD/2010[12]
Gini 0,60 (MS: 43º) – PNUD/2010[12]
PIB R$ 1 365 905,744 mil (MS: 5º BR: 402º) – IBGE/2012[13]
PIB per capita R$ 16 981,91 (MS: 44º) - IBGE/2012[13]
Página oficial
Prefeitura www.pontapora.ms.gov.br
Câmara camarapontapora.ms.gov.br

Ponta Porã é um município brasileiro do estado do Mato Grosso do Sul, Região Centro-Oeste do país. Faz divisa com a cidade de Pedro Juan Caballero, no Paraguai. Está localizado na Mesorregião do Sudoeste de Mato Grosso do Sul e Microrregião de Dourados[5] e constitui uma área conurbada internacional com a cidade Pedro Juan Caballero, capital do departamento de Amambay, no Paraguai. O símbolo da cidade é uma cuia de chimarrão e outra de tereré, que representa duas culturas que se tornam apenas uma.

Ponta Porã está distante 1 346 km de Brasília, a capital federal, e 324 km de Campo Grande, capital do estado,[7] e ligada por meio de rodovias federais que dão acesso aos Estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso. A população do município é de mais de 88 mil habitantes. A cidade que foi capital do extinto Território Federal do mesmo nome (1943-1946)[14] está situada ao sudoeste do Estado e possui clima temperado com temperatura de 20°. A cidade possui uma boa rede hoteleira, tanto do lado brasileiro como do paraguaio. A economia do município está voltada para a agricultura e pecuária. A lavoura é uma das pujantes do território nacional produzindo, principalmente, soja, trigo e milho. A cidade também ficou com o 376º maior potencial de consumo (IPC Marketing) entre todas as cidades brasileiras em 2014, com índice de 0,036% e no estado ficou em quinto.[15]

Etimologia[editar | editar código-fonte]

Antes de chamar-se Ponta Porã, o município e toda a região de Pedro Juan Cabalhero era chamada de Punta Porá. A Serra e alguns capões de mata que existiam caracterizavam a geografia da região, que passou a ser denominado de Ponta Porã, que em guarani quer dizer Ponta Bonita.

A origem do nome Ponta Porá, provavelmente também estaria ligada às três culturas: guarani, espanhola e portuguesa. Na região de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero, adotou-se a terminologia da língua "Portunhol", pois os moradores dessa região se comunicam em Português e Espanhol; há ainda o termo "Guaraportunhol", para aqueles que se comunicam em Guarany, Português e Espanhol.

Antigo Castelinho de Ponta Porã na década de 1920

História[editar | editar código-fonte]

A origem de Ponta Porã começa com a formação de um povoado denominado inicialmente Punta Porá, que surgiu dentre os campos de Erva-mate. Antes da Guerra do Paraguai, Ponta Porá era apenas uma região deserta no interior do Paraguai habitada somente por algumas tribos de índios, como os Nhandevas e os Caiuás, descendentes do povo Guarani, que viviam em harmonia com a natureza, caçavam, coletavam frutos e pescavam, além do cultivo de pequenas roças. A região era também local de parada de carreteiros que faziam o transporte de erva-mate. Em 1777 uma expedição militar chegou a esta região, tendo como objetivo, explorar o solo. Em 1862 chegou o grupo do tenente militar Antônio João Ribeiro que se fixou na cabeceira do rio Dourados (onde hoje é o município de Antônio João) e fundaram ali a Colônia Militar dos Dourados. Em 1864, época da Guerra da Tríplice Aliança, a Colônia Militar dos Dourados foi destruída

Avenida Brasil na década de 1970

pelos paraguaios, onde veio a falecer o tenente Antônio João Ribeiro.

Em 1872, após o fim da Guerra do Paraguai, houve a fixação da região fronteiriça do Brasil com o Paraguai, no qual também constavam os

respectivos limites com o Brasil, e que segundo Hélio Vianna, respeitava os convênios da época colonial e reivindicava ao Brasil somente as terras já ocupadas ou exploradas por portugueses e brasileiros. A partir daí a região de Ponta Porã passa a ser possessão territorial brasileira. Em 1880 chega na região o senhor Nazareth, um militar que vem com a missão de comandante e ergue seu acampamento junto a lagoa do Paraguai, onde hoje é a cidade de Pedro Juan Caballero. Em 1882 Tomás Laranjeiras já explora e industrializa a erva-mate em Ponta Porã e exporta para Argentina. Em 1892 chegou ali a Guarnição da Colônia Militar de Dourados para proteger a região. Nesse mesmo ano Ponta Porã começa a tomar seus primeiros impulsos de progresso econômico, com a chegada até ali de muitos migrantes gaúchos, que vieram com a finalidade de praticar a agropecuária eles queriam cultivar a terra e criar gados . Em 1897 é criado o primeiro destacamento Policial em Ponta Porã e nomeado como Comandante o Senhor Nazareth.

Em 1900 Ponta Porã torna-se Distrito de Bela Vista. Em 18 de julho de 1912 foi criado o Município de Ponta Porã, deixando de ser distrito de Bela Vista. No ano seguinte foi instalado o município e toma posse seu primeiro Prefeito, Ponciano de Matos Pereira. Em 1915 o Governador do Estado de Mato Grosso, Caetano de Albuquerque eleva o município de Ponta Porã para a categoria de comarca no ano seguinte, 1916 toma posse o primeiro Juiz de Direito da Comarca de Ponta Porã, Possidônio de Souza Guimarães e o Primeiro Promotor é Henrique Carlos Guatemozim. Em 1919 é criado em Ponta Porã o 11º RC (Regimento de Cavalaria) e instalado no ano seguinte, sendo seu primeiro Comandante o Capitão Hipólito Paes Campos. Em 1943, o Presidente Getúlio Vargas cria o Território Federal de Ponta Porã, tendo como capital a cidade de Ponta Porã e formado também por outros municípios vizinhos. Em 1947 o território é extinto.[14] Em 1977 é criado o estado de Mato Grosso do Sul, a qual Ponta Porã faz parte atualmente.

Política[editar | editar código-fonte]

De acordo com a Constituição de 1988, Ponta Porã está localizada em uma república federativa presidencialista. A forma de Estado foi inspirada no modelo estadunidense, no entanto, o sistema legal brasileiro segue a tradição romano-germânica do Direito positivo. O federalismo no Brasil é mais centralizado do que o federalismo estadunidense; os estados brasileiros têm menos autonomia do que os estados norte-americanos, especialmente quanto à criação de leis.[16] A administração municipal se dá pelo poder executivo (Prefeitura de Ponta Porã) e pelo poder legislativo (Câmara Legislativa de Ponta Porã).[17]

Cidades irmãs[editar | editar código-fonte]

Cidades-irmãs é uma iniciativa que busca a integração entre a cidade e demais municípios nacionais e estrangeiros. A integração entre os municípios é firmada por meio de convênios de cooperação, que têm o objetivo de assegurar a manutenção da paz entre os povos, baseada na fraternidade, felicidade, amizade e respeito recíproco entre as nações. Oficialmente Ponta Porã tem somente uma Cidade-irmã, que é a vizinha Pedro Juan Caballero no Paraguai, contudo o Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (UN-HABITAT) e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA)[18] reconhecem a parceria de Ponta Porã, em busca de cidades sociais e ambientalmente sustentáveis[19], com as seguintes localidades:[20]

Ponta Porã também tem parcerias de gestão ambiental e urbana com três municípios brasileiros[21]:

Geografia[editar | editar código-fonte]

Localização[editar | editar código-fonte]

O município de Ponta Porã está situado no sul da região Centro-Oeste do Brasil, no Sudoeste de Mato Grosso do Sul (Microrregião de Dourados) e faz divisa com a cidade de Pedro Juan Caballero no país vizinho, Paraguai. A localização geográfica do município fica entre os paralelos 21º e 23º, com latitude de 23º32’30” Sul e longitude de 55°37’30” Oeste. Distâncias:

Outras distâncias:

Geografia física[editar | editar código-fonte]

Solo[editar | editar código-fonte]

Latossolo vermelho escuro com predominância de latossolo roxo, em suas imediações.

Relevo e altitude[editar | editar código-fonte]

Está a uma altitude média de 755 m. Ponta Porã está situada na Serra de Amambai, que é uma continuidade da Serra de Maracaju. Apresenta uma topografia plana e levemente ondulada, sendo o ponto culminante a Serra de Maracaju, iniciando a elevação máxima no distrito de Cabeceira do Apa a 850 metros acima do nível do mar.

Clima, temperatura e pluviosidade[editar | editar código-fonte]

Predomina em Ponta Porã o clima subtropical com inverno seco, do tipo Cwa de acordo com a classificação climática de Köppen-Geiger, com índice pluviométrico de 1 700 milímetros (mm),[22] concentrados nos meses e primavera e verão. Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), referentes ao período de 1961 a 1984 e de 2000 a 2016, a menor temperatura registrada em Ponta Porã foi de -3 °C em 18 de julho de 1975,[23] e a maior atingiu 38,4 °C em 26 de setembro de 2004.[24] O maior acumulado de precipitação em 24 horas atingiu 158 mm em 6 de janeiro de 2004, seguido por 153,9 mm em 28 de fevereiro de 2008 e 152,6 mm em 20 de junho de 2012.[25] Fevereiro de 2008 foi o mês de maior precipitação, com 538,2 mm.[26]

Dados climatológicos para Ponta Porã
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima recorde (°C) 35,8 36,6 36,5 35,8 33 31 31,6 35,4 38,4 38 37,2 36,8 38,4
Temperatura máxima média (°C) 30,4 30,2 30,4 28,9 24,4 23,9 24,1 26,7 27,2 29,4 29,7 30,5 28
Temperatura média compensada (°C) 24 23,8 23 20,7 18,4 16,5 16,8 18,1 19,9 21,6 22,6 23,4 20,7
Temperatura mínima média (°C) 19,6 19,7 18,7 16,2 13,9 12,1 11,7 12,9 14,8 16,6 17,6 18,9 16
Temperatura mínima recorde (°C) 12,8 12,4 8,9 5 0 0,5 -3 -2 3 6,6 9 9,1 -3
Precipitação (mm) 230,5 221,6 123,3 132,7 146 75,2 52,3 52,7 134,9 149,3 208,8 172,3 1 699,6
Dias com precipitação (≥ 1 mm) 14 12 9 8 7 6 5 4 7 9 10 11 102
Umidade relativa compensada (%) 77,6 77,7 73,6 74,5 78,2 76,9 70,3 62,3 65 70,3 71,3 73,6 72,6
Horas de sol 206 199,6 210,2 218,4 205 178,9 212,1 184,2 161,4 210,7 221 207 2 414,5
Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) (normal climatológica de 1981-2010;[22] horas de sol, temperatura média compensada e temperatura
mínima: normal climatológica de 1961-1990;[22] recordes de temperatura de 01/01/1961 a 31/12/1984 e de 01/01/2000 a 01/02/2016)[23][24]

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

Está sob influência da Bacia do Rio da Prata, sendo atendido principalmente pelo rio Dourados.

Vegetação[editar | editar código-fonte]

Tem em sua vegetação a predominância dos campos limpos como característica do município, formado por grandes áreas de gramíneas rasteiras, constituindo as famosas pastagens naturais.

Geografia política[editar | editar código-fonte]

Fuso horário[editar | editar código-fonte]

Está a -1 hora com relação a Brasília e -4 com relação ao Meridiano de Greenwich (Tempo Universal Coordenado)

Área[editar | editar código-fonte]

Ocupa uma superfície total de 5 328,621 km² e a superfície urbana é de 13,715 km².

Subdivisões

Ponta Porã tem três distritos: Cabeceira do Apa, Nova Itamarati e Sanga Puitã.

Arredores[editar | editar código-fonte]

Faz divisa ao norte com Antônio João, Bela Vista, Jardim e Guia Lopes da Laguna; ao sul com Aral Moreira e Laguna Carapã; ao leste com Dourados e Maracaju e ao oeste com a República do Paraguai.

Demografia[editar | editar código-fonte]

Crescimento populacional
Censo Pop.
1980 38 070
1991 55 541 45,9%
2000 60 916 9,7%
2010 77 872 27,8%
Est. 2016 88 164 [10] 13,2%
Fonte: SEMAC[27] e IBGE[28]

Segundo o censo de 2010, a população do município de Ponta Porã foi contada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e estimada em 77 872 habitantes, sendo o 5º município mais populoso do estado, apresentando uma densidade populacional de 14,613 hab/km². Ainda segundo o censo, 38 492 eram homens e 39 380 dos habitantes eram mulheres. Ainda segundo o mesmo censo, 62 067 viviam na zona urbana e 15 805 na zona rural.[28] Já em 2014 o município de Ponta Porã possui uma população de 85.421 habitantes segundo estimativa do IBGE (o que coloca a cidade em 5º lugar no estado) e densidade de 16 030 hab/km²[10].

O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) de Ponta Porã é considerado alto pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), sendo seu valor 0,701 em 2010, o 21º maior entre os 79 municípios de Mato Grosso do Sul e o 1 866º maior entre os 5 560 municípios do Brasil.[12]

Outros dois indicadores destacados de Ponta Porã é o índice Gini (0,60)[12] e o Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal-IFDM (0.5984).[29]

Os índios caiuás[editar | editar código-fonte]

Os índios Caiouás habitavam toda a parte sul de Mato groso do Sul, isto é, toda região de Ponta Porã, Dourados, Amambaí e vizinhanças. Caçavam, pescavam e colhiam frutos e raízes, cultivavam o milho e a mandioca, apenas para o consumo da tribo. Atualmente o número de índios é muito pequeno. Vivendo em aldeias, suas casas são de taquara e cobertas com folhas de coqueiro. Estas aldeias hoje estão dentro das reservas. As reservas são áreas de terra reservadas para os índios pelo Governo Federal. Eles fabricam arcos, chocalhos e outros produtos que vendem nas cidades vizinhas e nas margens das rodovias e vivem praticamente entrelaçados com a sociedade brasileira. Vestem roupas e compram utensílios nos comércio da cidade. Dos costumes antigos ainda cultivam a dança tradicional, usam enfeites e pintam o corpo para as festas tradicionais, também fabricam uma bebida chamada chicha, que é feito de milho fermentado. Hoje a maior festa indígena é a Festa do Índio em que os fazendeiros doam vacas.

Personalidades[editar | editar código-fonte]

Urbanização[editar | editar código-fonte]

Vista por satélite de parte da região Centro-Sul do Brasil, com Ponta Porã no canto superior esquerdo (Créditos: NASA).
Avenida Internacional, na divisa com Pedro Juan Caballero, no Paraguai, em 1968
Domicílios de Ponta Porã[30]
Total de domicílios 24 925 domicílios
Domicílios particulares 24 871 domicílios
Domicílios coletivos 54 domicílios
Domicílios por rendimento per capta[31]
Mais de 5 salários

3,36 %

De 2 a 5 salários

9,88 %

De 1 a 2 salários

17,09 %

De 0,5 a 1 salário

30,82 %

De 0,25 aá 0,5 salários

23,49 %

Até 0,25 salários ou sem rendimento

15,36 %

Distribuição por classe social[31]
Classe A

3,36 %

Classe B

9,88 %

Classe C

47,91 %

Classe D

23,49 %

Classe E

15,36 %

Classe alta (A - B)

13,24 %

Classe média (C - D)

71,40 %

Classe consumidora (A - B - C - D)

84,64 %

Classe periférica (E)

15,36 %


Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Infraestrutura de Ponta Porã
Entrada da cidade

Comunicação[editar | editar código-fonte]

As comunicações em Ponta Porã são feitas através dos serviços dos Correios e Telégrafos (ECT).

Da Embratel, através da Oi, com os serviços de DDD e DDI.

A cidade conta hoje com oito canais de televisão.

E Várias emissoras de Rádio FM 96,9 e Duas AM Rádio Fronteira 670 e Rádio Ponta Porã 1110


Transporte e acesso[editar | editar código-fonte]

Localizada a 250 km de Bonito e do acesso ao Complexo do Pantanal, Ponta Porã conta como meios de transporte rodoviário, ferroviário e aéreo, integrando a cidade com os demais Estados Brasileiros e com os países vizinhos, Bolívia e Paraguai.

O acesso mais rápido é pela BR-463, que liga a sede do município a Dourados, distante 120 km. Ainda há o Aeroporto Internacional de Ponta Porã e um terminal rodoviário.

Hotelaria[editar | editar código-fonte]

Ponta Porã dispõe de uma rede hoteleira com cerca de 20 unidades, com capacidade de 1.189 leitos.

Educação[editar | editar código-fonte]

Ensino básico

Na Educação Básica, conforme dados do MEC, Ponta Porã possui 42 escolas de ensino básico e fundamental.

A educação em Ponta Porã como em todo o Brasil deve estar atenta ao IDEB, devido a essa Gripe H1NI (Suína) fez com que os alunos com gripe sendo comum ou não tiveram que ausentar-se das escolas, prejudicando assim seu aprendizado.Por esse problema os resultados do IDEB poderão ser prejudicados.

Ensino Superior

Atualmente o município conta com duas universidades, a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul e Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e mais quatro faculdades:

Segurança pública[editar | editar código-fonte]

Além de contar com a policial estadual em questões de segurança pública, Ponta Porã também tem a sua disposição a Polícia Federal e um batalhão das forças armadas brasileiras. Este privilégio em questões de segurança, deve-se ao fato de Ponta Porã, se encontrar em uma área muito sensível da fronteira Brasil-Paraguai. O principal destacamento das forças armadas do Brasil é:

Comando do Exército
Organização Sigla
11º Regimento de Cavalaria Mecanizado 11º R C Mec

Esporte[editar | editar código-fonte]

Agremiação esportiva
Estádio

Religião[editar | editar código-fonte]

Conforme o Censo de 2010 do IBGE, a população do município de Ponta Porã é formada por grupos religiosos como cristãos 90,51%, sendo os catolicos (67,96%), evangélicas de missão (4,37%), evangélicas de origem pentecostal (13,07%), restauracionista (1,09%) e outros cristãos (4,02%) seus representantes. Há ainda os reencarnacionistas (1,07%), afro-brasileiras (0,06%), orientais (0,80%), tradições esotéricas (0,05%), tradições indígenas (0,04%), indeterminados (0,33%) e sem religião (7,13%).[33][34]

Cristãos[editar | editar código-fonte]

É de longe o maior grupo religioso presente no município, totalizando 90,51% dos seus habitantes.[33][34]

Católicos[editar | editar código-fonte]

Exemplo de uma imagem de São José, padroeiro do município de Ponta Porã

A sociedade de Ponta Porã está localizada no país mais católico do mundo em números absolutos. A Igreja Católica teve seu estatuto jurídico reconhecido pelo governo federal em outubro de 2009,[35] ainda que o Brasil seja atualmente um estado oficialmente laico.[36].

A Igreja Católica reconhece como padroeiros da cidade São José. O município faz parte da Circunscrições eclesiásticas da Regional Oeste I (que atende Mato Grosso do Sul) e de acordo com a divisão resolvida pela Igreja Católica, o município de Ponta Porã pertence à Província Eclesiástica de Campo Grande, mais precisamente à Diocese de Dourados, sendo sede de 4 paróquias. Seu atual bispo é, desde 2001, Dom Redovino Rizzardo. Vinculada a Diocese de Dourados, Ponta Porã possui 67,96% da população, sendo a Católica Apostólica Romana com 67,86%, Católica Apostólica Brasileira com 0,01% e a Católica Ortodoxa com 0,09%.[33][34]

Templos
  • Igreja de São José
  • Igreja do Divino Espírito Santo
  • Igreja Jesus Misericordioso
  • Igreja Santa Faustina (Distrito de Itamaraty)


Protestantes[editar | editar código-fonte]

Embora seu desenvolvimento tenha sido sobre uma matriz social eminentemente católica, tanto devido à colonização quanto à imigração, é possível encontrar atualmente na cidade dezenas de denominações protestantes diferentes. De acordo com dados do censo de 2010 realizado pelo IBGE, a população local era composta 20,63% de protestantes.[33][34]

Evangélicos de missão[editar | editar código-fonte]

Os evangélicos de missão totalizam 4,37% da população. Destes, 0,20% são luteranos, 0,24% são presbiterianos, 0,28% são metodistas, 2,40% são batistas, 0,13% são evangélicos congregacionais e 1,12% são adventistas.[33][34]

Evangélicos neopentecostais[editar | editar código-fonte]

Os evangélicos neopentecostais totalizam 13,07% da população. Desse total é composto a Igreja Assembleia de Deus (3,34%), Igreja Congregação Cristã do Brasil (2,02%), Igreja Evangelho Quadrangular (1,40%), Igreja Universal do Reino de Deus (0,73%), Igreja Casa da Bênção (0,10%), Igreja Deus é Amor (1,49%) e outras (3,98%).[33][34]

Restauracionista[editar | editar código-fonte]

Representado por 0,90% da população. Abrange a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, com 0,90% da população.[33][34]

Outros cristãos[editar | editar código-fonte]

Em Ponta Porã existe também cristãos de outras denominações, representado por 4,02% da população. Destes 3,19% são de outras igrejas evangélicas e 0,83% são de outras religiosidades cristãs.[33][34]

Outras denominações[editar | editar código-fonte]

O município é representado por variados outros credos, existindo também religiões de várias outras denominações. São elas:

Reencarnacionistas[editar | editar código-fonte]

Possui 1,07% do total, sendo 0,94% espíritas e 0,13% espiritualistas.[33][34]

Afro-brasileiras[editar | editar código-fonte]

Possui 0,06% do total, sendo 0,04% umbanda e 0,02% outras religiosidades.[33][34]

Orientais ou asiáticas[editar | editar código-fonte]

Com 0,80% de locais, se divide entre o Judaísmo (0,03%), Budismo (0,31%), Igreja Messiânica Mundial (0,15%), Islamismo (0,23%) e outras religiões orientais (0,08%).[33][34]

Tradições esotéricas[editar | editar código-fonte]

Possui 0,05% do total.[33][34]

Tradições indígenas[editar | editar código-fonte]

Possui 0,04% do total.[33][34]

Indeterminados[editar | editar código-fonte]

Opções indeterminados respondem por 0,33% da população, sendo os mal-definidos com 0,23% e os que não sabem 0,10%.[33][34]

Não religiosos[editar | editar código-fonte]

O Grupo das pessoas não religiosas respondem por 7,13% da população, sendo os sem religião convictos 7,02% e ateus 0,11%.[33][34]

Economia[editar | editar código-fonte]

Tem como atividades econômicas a pecuária, agricultura, extração de madeiras. O trabalho é sempre relacionado com o comércio, a indústria, a prestação de serviços e os serviços públicos.


Contexto regional[editar | editar código-fonte]

Ponta Porã, com 70 mil habitantes e 3 relacionamentos diretos, é um Centro de Zona A. Nível formado por cidades de menor porte e com atuação restrita à sua área imediata; exercem funções de gestão elementares. Ponta Porã é uma das 192 cidades no Brasil com a classificação Centro de Zona A.[37] A cidade exerce influência sobre os seguintes municípios:

Potencial de consumo[editar | editar código-fonte]

O índice de potencial de consumo (IPC Maps, divulgado divulgado pela IPC Marketing Editora) mapeia o potencial de consumo dos municípios brasileiros baseado em dados divulgados por várias instituições oficiais, sendo utilizado atualmente por mais de 700 empresas e elabora um ranking classificando os 500 maiores municípios relativo ao poder de consumo, contemplando o perfil de consumo urbano e rural dos 5.565 municípios brasileiros. O município de Ponta Porã é o quinto maior share de consumo do Estado, crescendo 11,12%, o que passou de R$ 1,061 bilhão em 2013 para R$ 1,179 bilhão de previsão para 2014. Ponta Porã cresceu 16 posições no ranking saltando de 392 (0,03534) para 376 (0,03614).[15]


Agropecuária[editar | editar código-fonte]

O município hoje tem uma área produtiva de 217.000 hectares e conta com um rebanho de 318.910 cabeças de gado. Recentemente foi ativado o frigorífico Frigoforte, que gera 120 empregos diretos e inicia o processo de transformar a cidade além de polo produtor, também num polo industrial. Com a criação do assentamento da Fazenda Itamarati, beneficiando mais de 3000 famílias, espera-se nos próximos anos um avanço na economia local, estimulada pela produção do projeto. Há também uma fecularia, estimulando e transformando a produção de mandioca em geração de trabalho e renda.

Indústria[editar | editar código-fonte]

As principais indústrias da cidade são a indústria de beneficiamento de madeira (serrarias), de óleo, de móveis, de tijolos, de erva-mate, de carvão, entre outros. Ponta Porã vem buscando consolidar o seu perfil de produção, atraindo indústrias de transformação para agregar valor à economia local, baseada na agricultura e pecuária. A Prefeitura criou o Indusporã, programa que oferece incentivos aos investidores que operem no município, gerando novas fontes de renda e oportunidades de trabalho.

Comércio[editar | editar código-fonte]

O comércio de Ponta Porã é dos mais variados, possuindo supermercados, lojas de tecidos, de móveis de eletrodomésticos, farmácias, padarias, sorveterias, livrarias, discotecas, entre outros, sem contar com o comércio de Pedro Juan Caballero, para onde grande parte dos moradores compram produtos, principalmente eletrodomésticos, tv, rádios, computadores e celulares.

Turismo[editar | editar código-fonte]

O município de Ponta Porã vem focando a interação entre a população local e os seus visitantes, tendo como objetivo central a expansão do turismo na fronteira de forma equilibrada respeitando a natureza de toda região. As opções de lazer vão desde o turismo de compras com uma fronteira seca (Pedro Juan Caballero, que possui um comércio diversificado), além do Cassino Amambay. Possui passeios ecológicos como riachos, quedas de água, muito verde, cercado de serros no lado paraguaio.

  • Museu da Erva Mate: Museu que narra a história do ciclo da Erva Mate no estado do Mato Grosso do Sul.
  • Parque Estadual dos Ervais: O principal parque urbano de Ponta Porã, um dos maiores parques urbanos no interior de Mato Grosso do Sul.
  • Parque Nacional de Cerro Corá: Local com estrutura para acampamentos, banhos de rio, passeios e visitas aos monumentos dos combatentes da Guerra Del Chaco.
  • Linha Internacional: há uma grande concentração de lojas na fronteira que atraem vários turistas à procura de produtos com preços baixos.

Cultura[editar | editar código-fonte]

O município de Ponta Porã faz divisa com a cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero, com quem mantém um forte laço comercial, social e cultural, permitindo aos dois povos uma convivência pacífica, consolidando a harmonia dos seus habitantes, através da manutenção de suas diversidades culturais. Possui também uma rica variedade gastronômica e a língua utilizada pelos moradores é o idioma portunhol, pois não se fala puramente o guarani, nem o espanhol e nem o português. Esta população aceita a cultura de outros estrangeiros que fazem comércio (coreanos, japoneses, libaneses, árabes).

A arquitetura também exibe suas diferenças. No lado paraguaio pode-se encontrar, ainda, residências de madeira e sapé ao lado de uma grande construção com arquitetura moderna. No lado brasileiro as pessoas não escondem o orgulho de compartilhar da cultura paraguaia que se mistura com a contaminante cultura gaúcha.

Chopin

Dança bem animada e antiga muito conhecida na região. Consiste em no casal ficar de frente para o outro, viram-se em círculos e dão se as mãos.

Curiosidade[editar | editar código-fonte]

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  • A primeira escola de Ponta Porã é fundada em 1901, sendo uma escola mista, e teve como primeiro professor Júlio Alfredo Mangini.

Lenda da origem da Erva-Mate[editar | editar código-fonte]

A bebida mais consumida atualmente em Ponta Porã é o Tereré (feito com erva-mate verde, água e gelo). As rodas de tereré então são vistas em qualquer parte da cidade, unindo brasileiros e paraguaios. Por isso, as duas cidades (Ponta Porã e Pedro Juan Caballero) são consideradas cidades gêmeas por causa de sua proximidade cultural: a cultura fronteiriça.

Sobre a erva-mate, uma das lendas de sua origem refere-se a uma das passagens de Cristo pela terra americana. Jesus, Pedro e João, cansados e com fome chegaram a um riacho onde um velho alquebrado pelos anos, mas filósofo e humano pela vivência, recebe-os. Ele abriga-os, dando de beber a eles e prepara-lhes uma saborosa comida com a sua última galinha. Refeitos e dispostos, os três se erguem para reiniciar a caminhada.

Cristo, desejando então marcar o seu agradecimento à bondade, à humanidade e à fraternidade, dirigiu-se ao idoso hospedeiro dizendo-lhe que sua filha já falecida, tão bela e querida renasceria em um arbusto verde e encorpado, de folhas vigorosas, vivificantes, saborosas e restauradoras e guardaria vitalidade, disposição, saúde, amizade, e esperança para sempre. Alguns meses depois, ela a filha singular do velho rancheiro sepultada, ressurge da terra na forma de uma erveira.

Referências

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  2. Tereré é o tema do novo hotel Ibis Styles de Ponta Porã, Mato Grosso do Sul - Revista Eventos
  3. Ponta Porã, na expressão do professor Domingos José de Oliveira, curador do Museu da Erva Mate Santo Antônio, é neta de Nioaque e filha de Bela Vista - Prefeitura municipal de Ponta Porã.
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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