Parauapebas

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Município de Parauapebas
"Pebas"
Entrada de Parauapebas, a partir da margem da PA-275.

Entrada de Parauapebas, a partir da margem da PA-275.
Bandeira de Parauapebas
Brasão indisponível
Bandeira Brasão indisponível
Hino
Fundação 1976 (42 anos)
Emancipação 10 de maio de 1988 (30 anos)
Gentílico parauapebense
Prefeito(a) Darci Lermen (PMDB)
(2017 – 2020)
Localização
Localização de Parauapebas
Localização de Parauapebas no Pará
Parauapebas está localizado em: Brasil
Parauapebas
Localização de Parauapebas no Brasil
06° 04' 04" S 49° 54' 07" O06° 04' 04" S 49° 54' 07" O
Unidade federativa Pará
Mesorregião Sudeste Paraense IBGE/2008[1]
Microrregião Parauapebas IBGE/2008[1]
Municípios limítrofes Marabá ao norte; Curionópolis a leste; Canaã dos Carajás e Água Azul do Norte ao sul; e São Félix do Xingu ao oeste.
Distância até a capital 700 km
Características geográficas
Área 6 886,208 km² [2]
População 202 882 hab. estimativa IBGE/2018[3]
Densidade 29,46 hab./km²
Altitude 150 m
Clima Tropical semiúmido Aw
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,715 (PA: 3º) – elevado PNUD/2010[4]
PIB R$ 11 208 942 mil (PA: 2º) – IBGE/2015[5]
PIB per capita R$ 59 018,97 IBGE/2015[5]
Página oficial
Prefeitura www.parauapebas.pa.gov.br
Câmara www.parauapebas.pa.leg.br

Parauapebas é um município brasileiro do estado do Pará, pertencente à mesorregião do Sudeste Paraense e sede da microrregião de Parauapebas. Localiza-se no norte brasileiro, a uma latitude 06º04'03" sul e a uma longitude 49º54'08" oeste (6° 04′ 03″ S, 49° 54′ 08″ O), distante 719 km de distância da capital Belém.[6][7]

O município é conhecido por estar assentado na maior província mineral do planeta, a Serra dos Carajás. Em 2014, o produto interno bruto per capita do município foi de 59 018,97 reais, um dos maiores do Pará. Em 2015, o produto interno bruto chegou a 11,2 bilhões de reais,[5] ficando apenas atrás do PIB da capital. Quatro anos antes o PIB chegou a ser o maior de todo o estado do Pará.

Tem também como característica, a grande miscigenação, com forte presença de maranhenses, mineiros e goianos.

Topônimo[editar | editar código-fonte]

O nome do município é uma referência ao Rio Parauapebas[8]. "Parauapebas" é um termo de origem tupi que significa "afluente raso do rio grande", através da junção de pará (rio grande), 'y (rio) e peb (achatado)[9], ou "papagaio baixo", através da junção de parauá (papagaio)[10] e peb (achatado)[9].

História[editar | editar código-fonte]

Com a descoberta de uma das maiores reservas minerais do mundo na Serra dos Carajás nos anos 1960 e o direito concedido à empresa Vale S.A. (antigamente Companhia Vale do Rio Doce) de explorar minério de ferro, ouro e manganês no local, esta empresa construiu uma rodovia asfaltada entre a cidade de Marabá e as instalações da empresa com cerca de 200 km.

Essa estrada, inicialmente conhecida como Estrada PA Carajás, foi posteriormente transferida ao estado do Pará, passando a ser denominada de PA-275. Ela foi concluída em 1976, alcançando a altura do rio Parauapebas. Vários colonos utilizaram esta via para iniciar pequenas lavouras às margens da estrada em terras de onde atualmente está instalado o município de Parauapebas, formando os primeiros passos da colonização.[11]

No âmbito do Projeto Grande Carajás, a Vale construiu um núcleo urbano ao lado do povoado para abrigar seus funcionários. Nesses, incluem-se os que viriam trabalhar nas obras da Estrada de Ferro Carajás, iniciadas em 1981 e que ligaria a província mineral ao Porto da Ponta da Madeira, em São Luís, no Maranhão. O vilarejo que abrigava os trabalhadores da construção era composto de vários cortiços às margens do rio Verde. Este acabou por pegar o nome do acidente geográfico para si, tornando-se o mais antigo bairro da cidade.[11]

A empresa iniciou ainda a construção de uma infraestrutura básica, com escola, delegacia, hospital, prédio da administração e rede elétrica para a Vila Permanente de Carajás, no alto da Serra dos Carajás. Na época, a distrito de Parauapebas já acumulava mais de 20 000 habitantes.[11]

Em 1985, o presidente brasileiro José Sarney inaugurou a Estrada de Ferro Carajás, também construída pela Vale S.A..

Em 2011 o município foi um dos pivôs da demissão do presidente da Vale, Roger Agnelli.[12] Agnelli enviou à presidente Dilma Roussef uma carta onde expressava sua preocupação de que a disputa dos royalties no país estava envolvida num contexto político e que haveria desvio de verbas na prefeitura de Parauapebas.[12] Entre 2005 e 2010 Vale havia pago 700 milhões ao município, comandado pelo prefeito do PT Darci José Lermen, e continuava com péssimos indicadores.[12] Um contrato entre a prefeitura e o advogado Jader Alberto Pazinato dava ao advogado 20% dos royalties pagos pela Vale.[12]

Em 2012 a eleição do sucessor de Lermen foi perdida depois que a polícia descobriu 1,1 milhões de reais no jato de um empresário local, apesar da imprensa local inicialmente vincular este dinheiro ao Partido dos Trabalhadores, isto foi posteriormente desmentido e em 2014 não era conhecido o dono deste dinheiro.[13]

Em 2015, no veraneio, Parauapebas passou pela maior estiagem registrada na história.[14] A grande seca pôde ser registrada no mês de Novembro, o que preocupou a comunidade.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Localiza-se a uma latitude 06º04'03" Sul e a uma longitude 49º54'08" Oeste, estando a uma altitude de 18 metros.

Sua população, conforme estimativas do IBGE de 2018, era de 202 882[3] habitantes, sendo o sexto município mais populoso do estado, distribuídos em uma área de 7077,269 km², dos quais a empresa Vale e os índios Xicrins do Cateté, juntos, e o Governo Federal, através de projetos de preservação ambiental (Área de Proteção Ambiental - APA, Reserva Biológica e Flonata – Rebio, Floresta Nacional do Tapirapé) detêm a concessão de 80 por cento.

Paruapebas faz limite fronteiriço com os seguintes municípios: Marabá ao norte; Curionópolis a leste; Canaã dos Carajás e Água Azul do Norte ao sul; e São Félix do Xingu a oeste.

Urbanização[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Lista de bairros de Parauapebas

O núcleo urbano de Parauapebas, onde foi implantada a sede do município, está situado no curso médio e à margem direita do rio Parauapebas, estando encravado no sopé da Serra dos Carajás. A distância até Belém é de cerca de 660 quilômetros.

O bairro mais antigo de Parauapebas é o Rio Verde. Atualmente, não é possível saber quantos bairros há em Parauapebas: a cidade vive um verdadeiro colapso urbano; há muitas invasões, além de inúmeros loteamentos. A cidade de Parauapebas tem como característica a divisão territorial em núcleos devido aos grandes acidentes geográficos presentes em seu território.

Política[editar | editar código-fonte]

  • Prefeito: Darci José Lermen, PMDB
  • Vice-Prefeito: Sérgio Balduíno, do PSB.
  • Presidente da Câmara dos Vereadores: Elias Ferreira de Almeida Filho, do PSB

Economia[editar | editar código-fonte]

Mina de Carajás, vista por satélite em julho de 2009
Atividade mineradora

A atividade mineradora é desenvolvida principalmente na Mina de Ferro de Carajás, da Vale. A extração do minério de ferro representa a principal fonte de recursos do município: emprega cerca de 8 000 pessoas diretamente e cerca de 20 000 indiretamente. Além do minério de ferro, destaca-se a extração dos minérios de manganês e de ouro. A Vale exportou 3,8 bilhões de dólares estadunidenses em minérios em 2008, levando o município a atingir a oitava colocação entre os maiores municípios exportadores do país.[15]

Atividade pecuária

Realizada em geral de maneira extensiva em diversas propriedades rurais de médio porte. Dados de 2005 apontam um rebanho de quase 300 000 cabeças de gado.

Atividade agrícola

A atividade agrícola no município de Parauapebas é pouco expressiva e é, quase em sua totalidade, desenvolvida em pequenas propriedades familiares. Os produtos agrícolas com maior participação no produto interno bruto do município são abacaxi, tomate e mandioca, com rendimento de cerca de 20 000 000 de reais por ano cada (2005).[16]

Comércio

A cidade possui dois centros comerciais expressivos. Um deles se localiza no bairro Rio Verde, nas proximidades da rua Curió (também conhecida como rua do Comércio) e o outro se localiza distribuído por todo o bairro Cidade Nova. Hoje, a cidade conta com um shopping center: o Partage Shopping Parauapebas.

Exportação

De janeiro a dezembro de 2013, o município de Parauapebas-PA foi o que mais exportou, com US$ 10,079 bilhões de embarques ao exterior..[17]

Outras

Desenvolvem-se, também, na cidade, as indústrias extrativista vegetal, pesqueira, movelaria e de beneficiamento de produtos agrícolas. Além dessas, a cidade possui um mercado municipal e uma feira agrícola permanente.

Recursos minerais

Uma das maiores províncias minerais do mundo, com jazidas de minério de ferro, sob a forma de hematita, alcançando 68 por cento de ferro, assim como de minério de manganês, de cobre e de ouro.

Turismo e lazer[editar | editar código-fonte]

Parque Zoobotânico de Carajás
  • Parque Zoobotânico de Carajás[18][19][20]
  • Grandes Serras[21][22]
  • Tribo indígena Xicrin (Kayapó)[23][24]
  • Complexo Industrial de Mineração[18]
  • Mirante da mina de ferro[18]
  • Vegetação de Canga, única no planeta[18]
  • Cavernas: A região da Serra dos Carajás apresenta a maior concentração de cavernas no Brasil, com aproximadamente 20% de todas as cavernas oficialmente cadastradas no país.[25]
  • Cavernas Ferríferas[18]
  • Trilhas na floresta[18]
  • Trilha Lagoa da Mata[26]
  • Observação de Aves[18]
  • Cachoeira Águas Claras[27][25][28]
  • Lagoas Pluviais[18]
  • Canoagem nos rios do interior da flona[18]
  • Camping[18]
  • Serra Sul[18]

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Panorâmica da periferia de Parauapebas, a partir da Serra dos Carajás.

A cidade é ligada pelas rodovias PA-160 e pela PA-275 além de uma rodovia municipal Faruk Salmen que vai do centro até a Palmares. A cidade possui uma estação ferroviária, estação rodoviária e um aeroporto.

Transporte Urbano[editar | editar código-fonte]

A cidade conta com linhas de micro-ônibus que fazem o transporte público municipal administrado pela central das cooperativas de Parauapebas que atende pelas linhas A-001, A-002, A-005, C-001, C-002, T-001, T-002, IB001, IB002, IB003, IB010 e uma linha Especial

Transporte Ferroviário[editar | editar código-fonte]

A Estrada de Ferro Carajás (EFC) é uma ferrovia brasileira operada pela Vale S.A.. Possui 5 estações, 10 paradas e percorre ao todo 892 km ligando os municípios de São LuísSanta InêsAçailândiaMarabá e Parauapebas. É a maior ferrovia de transporte de passageiros em operação no Brasil, sendo no entanto especializada no transporte de minérios, que correm das minas da Serra dos Carajás em Parauapebas, Canaã dos Carajás e Marabá, até os portos da Baía de São Marcos em São Luis-MA. Os maiores trens do mundo trafegam na Estrada de Ferro Carajás. A maioria das composições chega a ter 330 vagões, puxados por três locomotivas. Como combustível, os trens usam o B20 – mistura de 20% de biodiesel vegetal com 80% de diesel -, diminuindo consideravelmente a emissão de CO2.

Parauapebas conta com um terminal ferroviário oferecendo passagens direta para São Luis capital do Maranhão sendo de grande importância para maranhenses e paraenses por se tratar de um transporte seguro e mais barato que a opção rodoviária. As partidas de Parauapebas com destino a Capital maranhense são às terças, sextas e domingos às 6h da manhã e de São Luis no Maranhão com destino a Parauapebas é segundas, quintas e sábados às 8h da manhã. Os trens oferecem facilidades como lanchonete, restaurantes e ar condicionado. O transporte de passageiros é gerenciado pela mineradora Vale S/A.

Transporte Rodoviário[editar | editar código-fonte]

Parauapebas é ligado pelas rodovias estaduais PA-160 e PA-275. A rodovia PA-160 é a principal ligação com a cidade de Canaã dos Carajás localizado a 65km. Já a rodovia PA-275 é a principal rodovia utilizada pelos Parauapebenses pois esta rodovia é que vai dar acesso a BR-155 ligando Parauapebas ao restante das cidades paraenses. Parauapebas conta com um terminal rodoviário de médio porte onde tem diversas empresas que oferecem serviço diário para a capital paraense.

Transporte Aeroviário[editar | editar código-fonte]

Parauapebas possui o Aeroporto de Parauapebas, conhecido simplesmente por Aeroporto de Carajás com prefixo (CKS/SBCJ) foi inaugurado em 23 de setembro de 1982. O Aeroporto de Carajás foi construído pela então mineradora Companhia Vale do Rio Doce (Vale S/A) para atender à demanda das atividades da maior jazida de ferro do mundo, em exploração. Principal porta de entrada de investidores do mercado financeiro mundial em visitas ao complexo de Carajás, o aeroporto recebe um número cada vez maior de passageiros que pode duplicar com os novos investimentos da mineradora na região. Atualmente o aeroporto é administrado pela Infraero é tem capacidade para atender até 300 Mil passageiros por ano. Atualmente o aeroporto conta com duas companhias aéreas Gol e Azul que realizam pouso/decolagem diariamente com destinos a Belém, Marabá, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. no aeroporto consta também as empresas de locação de veículos Localiza, Dacar e Movida.

Características do Aeroporto de Carajás
SIGLAS IATA /ICAO CKS /SBCJ
SÍTIO AEROPORTUÁRIO 2.872MILHÕES DE METROS²
PÁTIO DE AERONAVES 16.000METROS²
ESTACIONAMENTO DE AERONAVES ESTADIA /POSIÇÃO REMOTA
DIMENSÕES DA PISTA 2.000m x 45m
TERMINAL DE PASSAGEIROS 833,45METROS²
PASSAGEIROS CAPACIDADE/ANO 0,3MILHÃO
ESTACIONAMENTO DE VEÍCULOS 75 VAGAS

Educação[editar | editar código-fonte]

Além de ensino básico e profissionalizante, Parauapebas conta com seis Instituições de Ensino Superior sendo três universidades publicas (UFPA, UFRA, IFPA) e três Faculdades privadas ( METROPOLITANA, FADESA, FAMAP). [29].

Referências

  1. a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008. 
  2. IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 25 de abril de 2016. 
  3. a b «Estimativa populacional 2018 IBGE». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de agosto de 2018. Consultado em 12 de setembro de 2018. 
  4. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2008. 
  5. a b c «PIB dos Municípios - base de dados 2010-2015». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 22 de dezembro de 2017. 
  6. «Estado Pará, Município de Parauapebas». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2016. Consultado em 14 de agosto de 2018. 
  7. «Parauapebas, Pará - PA.». Geografos. 2015. Consultado em 14 de agosto de 2018. 
  8. Prefeitura de Parauapebas. História. Disponível em http://www.parauapebas.pa.gov.br/paraupebas/historia. Acesso em 9 de fevereiro de 2013.
  9. a b NAVARRO, E. A. Método moderno de tupi antigo: a língua do Brasil dos primeiros séculos. 3ª edição. São Paulo. Global. 2005. 463 p.
  10. Supermanual do escoteiro mirim. São Paulo. Abril. 1979. p. 357.
  11. a b c Almeida Filho, João Jaime de Carvalho. (org.). (2006). Diagnóstico Integrado da Socioeconomia do Sudeste do Pará. Parauapebas: Diagonal Urbana. 
  12. a b c d Corrêa, Hudson; Souza, Leonardo (7 de maio de 2011). «De: Roger para: Dilma». Revista Época. Consultado em 21 de março de 2016. 
  13. Amaral, Marina (7 de março de 2014). «In The Amazon, A New Mining Frontier For Iron Ore». Huffington Post. Consultado em 21 de março de 2016. 
  14. A grande seca do rio Parauapebas
  15. «Dez municípios são responsáveis por um quarto das exportações brasileiras». Consultado em 17 de janeiro de 2009. 
  16. Estatísticas da Prefeitura. «Dados Estatísticos». www.parauapebas.pa.gov.br 
  17. «Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior». www.mdic.gov.br 
  18. a b c d e f g h i j k «Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - Floresta Nacional de Carajás». www.icmbio.gov.br. Consultado em 3 de junho de 2018. 
  19. «Parque Zoobotânico de Carajás». www.vale.com. Consultado em 3 de junho de 2018. 
  20. «Parque Zoobotânico de Carajás é atração para ecoturistas no Pará». Pará. 20 de julho de 2013 
  21. «Cultura». www.parauapebas.pa.gov.br. Consultado em 3 de junho de 2018. 
  22. «Centro Cultural de Parauapebas é inaugurado | Portal Pebinha de Açúcar - 11 anos |». Portal Pebinha de Açúcar - 11 anos |. 11 de dezembro de 2017 
  23. «Nossa História». Comunidade Indigena Xikrin do Katete. 26 de outubro de 2010 
  24. «Kayapó Xikrin - Povos Indígenas no Brasil». pib.socioambiental.org. Consultado em 3 de junho de 2018. 
  25. a b «Paisagem natural encanta visitantes da Floresta Nacional de Carajás». É do Pará. 31 de outubro de 2015 
  26. DAFNE, FONSECA. «CONFIRA OS MELHORES PASSEIOS EM PARAUAPEBAS!». Consultado em 3 de junho de 2018. 
  27. FONSECA, DAFNE (12 de Novembro de 2017). «CONFIRA OS MELHORES PASSEIOS EM PARAUAPEBAS!». DAFNE FONSECA, https://www.formulae.com.br/. Consultado em 03 de Junho de 2018.  Verifique data em: |acessodata= (ajuda)
  28. «Águas Claras: um paraíso na Floresta Nacional de Carajás – Conecta Carajás» 
  29. Comunicação, ASCOM - Assessoria de (11 de março de 2016). «Prefeitura de Parauapebas assina convênio para implantação do Campus da UEPA no município». Consultado em 11 de março de 2016. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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