Azul Linhas Aéreas Brasileiras

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Azul Linhas Aéreas
IATA AD
ICAO AZU
Indicativo de chamada AZUL
Fundada em 4 de janeiro de 2008 (14 anos)[1]
Principais centros
de operações
Outros centros
de operações
Programa de milhagem Tudo Azul
Aliança comercial Azul Cargo
Frota 162 (2020)[2][3]
Destinos 117 (2021)[4][5]
Acionistas Sociedade Anônima
Subsidiária(s)
Lucro  AumentoNegativo R$ 10 834 709 bilhões (2020)[6]
Slogan Onde os sonhos voam
Sede Campinas, São Paulo, Brasil
Pessoas importantes David Neeleman (Fundador e Presidente do Conselho de Administração da Azul)

• John Rodgerson (Presidente)

•Alexandre Malfitani (Vice-Presidente Financeiro]

•Abhi Shah (Vice-Presidente de Receitas)

•Flávio Costa (Vice-Presidente Técnico-Operacional)

•Jason Ward (Vice-Presidente de Pessoas e Clientes)

Pedro Janot (1º Presidente)

Gianfranco “Panda” Beting (1º Diretor de Marketing e Comunicação)[7]

Sítio oficial www.voeazul.com.br

Azul Linhas Aéreas Brasileiras é uma companhia aérea brasileira fundada e homologada em 2008 por David Neeleman.[1][8] A Azul é uma companhia de capital aberto na bolsa de valores brasileira, com o ticker AZUL4.[9] Em 2014, foi considerada a terceira maior companhia aérea do Brasil em número de passageiros,[10] a segunda maior em frota de aeronaves[11] e a maior em número de destinos oferecidos (106), operando em 98 aeroportos no território brasileiro e em 8 internacionais.[4] Em 2016, a Azul teve uma participação de mercado de 17,19% do total de assentos oferecidos em voos domésticos e 9,22% em voos internacionais, sendo a companhia que mais cresce em termos de passageiros por quilômetro voado.[12][13][14][15] Em 2014, tornou-se uma companhia aérea de bandeira do Brasil ao começar rotas internacionais.[16]

Em abril de 2017, na quarta tentativa, abriu sua estrutura societária em São Paulo; cujo sucesso naquelas duas primeiras ofertas foi, segundo a Reuters, de cinco vezes mais investidores que unidades de títulos.[17]

Seus principais centros de operações são os aeroportos de Viracopos, Confins, Guarulhos, Recife e Cuiabá. A sede administrativa da companhia fica no bairro de Alphaville, na região da Grande São Paulo. A Azul registrou aproximadamente 15.000 funcionários em 2019, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).[18]

Sua frota é formada por aeronaves ATR-72, Embraer E-Jets (única operadora no Brasil), A320Neo e, recentemente, os Airbus A321neo. Utiliza o Airbus A330 em rotas longas e internacionais.[2] Em fevereiro de 2017, a Azul cancelou as encomendas dos Airbus A350,[19] em setembro de 2017 optou por encomendar os novos Airbus A330neo.[20]

História[editar | editar código-fonte]

David Neeleman, brasileiro criado nos Estados Unidos, que também foi o co-fundador da WestJet e da Morris Air, após sofrer afastamento da presidência da companhia que ele mesmo fundou, a JetBlue Airways, começou a anunciar, em março de 2008, seus planos de fundar uma nova companhia aérea low-cost no Brasil.[21][22][23] Mesmo sem nome definido, a empresa já tinha uma encomenda de 36 aeronaves do tipo E-195 da Embraer com opção de 40 unidades em um contrato estimado em 3 bilhões de dólares estadunidenses.[24]

Escolha do nome[editar | editar código-fonte]

Para definir o nome da nova operadora aérea, Neeleman criou um website onde o público poderia registrar sugestões de nomes. Depois de cadastrados quase 110 mil usuários, as melhores sugestões foram selecionadas e colocadas novamente para votação. Entre os finalistas, estavam Abraço, Alegria, Azul, Samba e uma grande variedade de nomes com a palavra Brasil que não puderam ser usados pois já estavam registrados.[25]

Além do nome, também foram colocadas enquetes para definir as cores das aeronaves, o tipo de serviço de bordo e o estilo dos uniformes da tripulação.[26] Para chamar a atenção do público, Neeleman anunciou que o primeiro internauta que sugerisse o nome escolhido ganharia passe vitalício na nova companhia com direito a um acompanhante.[27]

Após um mês recolhendo sugestões e votos, o nome "Azul Linhas Aéreas Brasileiras" foi escolhido, apesar de não ter sido a opção mais votada. Neeleman justificou a sua decisão dizendo que o nome Azul inspira sentimentos positivos, remete ao céu e é mais neutro do que Samba, nome que de fato recebeu mais votos. Neeleman concedeu o prêmio tanto para o internauta que sugeriu o nome Azul quanto ao que sugeriu o nome Samba.[25][27]

Começo das operações[editar | editar código-fonte]

Em 7 de novembro de 2008, a empresa recebeu, da ANAC, o Certificado de Homologação de Empresa de Transporte Aéreo. Assim, pôde começar a solicitar os Horários de Transporte (HOTRAN),[8] que são autorizações para operação de transporte comercial aéreo no Brasil.[28] No quadro executivo inicial, se encontravam, entre outros, David Neeleman como CEO, Pedro Janot como presidente,[29] Miguel Dau como COO/Vice-Presidente Técnico-Operacional, Gianfranco Beting como diretor de marketing[30] e John Rodgerson como vice-presidente financeiro.[31] A Azul iniciou a venda de passagens no dia 4 de dezembro de 2008.[32]

O voo inaugural aconteceu em 15 de dezembro de 2008 fazendo a rota entre Campinas e Salvador e, posteriormente no mesmo dia, entre Campinas e Porto Alegre. No primeiro dia de operação, a taxa de ocupação das aeronaves foi de 62%, igualando a média de ocupação para voos nacionais de outras companhias aéreas daquele mesmo ano.[32] Em janeiro de 2009, a Azul já operava também rotas entre Campinas, Curitiba e Vitória[33] e planejava o início das operações para o Rio de Janeiro, no Aeroporto Santos Dumont.[34] Nesse mesmo mês, a Azul iniciou o serviço de ônibus executivo para transladar passageiros entre o centro metropolitano de São Paulo e o aeroporto de Viracopos, seu hub operacional.[35]

Aeroporto Santos Dumont[editar | editar código-fonte]

Embraer 195 da Azul, sobrevoando o Rio de Janeiro.

Após o início das operações, a Azul entrou com o pedido para fazer a rota entre Campinas e o Rio de Janeiro utilizando o aeroporto Santos Dumont,[34] mas o pedido foi negado pela ANAC porque havia uma portaria do antigo Departamento de Aviação Civil, ainda em vigor na época, limitando o tráfego de aeronaves no aeroporto.[36] Poderiam pousar ali apenas aeronaves vindas de dentro do estado do Rio ou que decolaram do aeroporto de Congonhas e só poderiam decolar do Santos Dumont aeronaves do tipo turboélice com 50 assentos ou menos. Portanto, devido à configuração de suas aeronaves, a Azul só poderia operar no Rio dentro do aeroporto do Galeão.[37]

Com a recusa da ANAC, a Azul entrou com um processo na justiça para obter o direito de operar no aeroporto, uma vez que ela seguia todas as normas de segurança vigentes e a ANAC, de acordo com a lei que a criou, não poderia impedir a exploração comercial do aeroporto dentro dessas condições.[38][39] A agência foi obrigada por decisão judicial a reavaliar o pedido de operação e em seguida acabou revogando a portaria que limitava o aeroporto pois considerou que a indústria aeronáutica e os passageiros do Rio se beneficiariam mais sem as limitações.[36][40][41]

A decisão da ANAC gerou forte oposição do então governador Sérgio Cabral Filho. Na tentativa de proteger as operações no aeroporto Galeão, que estava visado à privatização,[42] chegou a ameaçar aumentar o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do combustível e não renovar a licença ambiental do aeroporto para inibir a operação das companhias aéreas. Sérgio Cabral, em entrevista, ridicularizou David Neeleman pelo seu sotaque americano e o chamou de "gringo" e "lobista".[43][42]

Fusão com a TRIP[editar | editar código-fonte]

Aviões da TRIP no Aeroporto Santos Dumont

Em maio de 2012, a Azul e a TRIP anunciaram uma fusão.[44][45] A TRIP era até então a maior empresa aérea regional na América Latina e somada com a Azul, tinham participação no mercado doméstico de mais de 14%.[44][45][46] Enquanto aguardavam a aprovação da fusão pela ANAC e pelo CADE, as companhias operaram de forma independente com Code Share, unindo suas malhas e o serviço de bordo.[47] Como resultado a Azul passou a ter um mercado maior na região norte e alguns aeroportos regionais, como o Aeroporto da Pampulha em Belo Horizonte, assim como passou a ter voos saindo do Aeroporto Internacional de Guarulhos.[48]

A fusão foi aprovada pela ANAC em novembro de 2012[49] e pelo CADE em março de 2013,[50][51] a companhia resultante permaneceu com o nome Azul e englobou algumas marcas visuais da TRIP, que deixou de operar com este nome. Para referenciar a fusão das companhias, um Embraer e um ATR foram deixados com as pinturas originais da TRIP.[52]

Airbus A320neo da Azul em Porto Alegre.

Em outubro de 2012, enquanto a TRIP e a Azul juntavam suas operações, o aeroporto de Viracopos que na época tinha 85% de suas operações efetuadas pela Azul ficou fechado por quase 46 horas em função de um MD-11 de carga operado pela empresa Centurion Air Cargo que teve avarias no trem de pouso durante aterrissagem no aeroporto. Como em Viracopos só havia uma pista, as operações tiveram que ser suspensas até a retirada do avião e a reconstrução de partes danificadas na pista. Estima-se que 25 mil passageiros foram prejudicados nos 495 voos que foram cancelados. A Azul chegou a interromper a venda de passagens próximas ao dia do ocorrido.[53][54][55][56][57]

Compra da TwoFlex[editar | editar código-fonte]

Em janeiro de 2020, a Azul anunciou a compra da Two Flex, empresa aérea ultrarregional sediada em Jundiaí, no interior de São Paulo por R$ 123 milhões.[58] Com a compra, a Azul se beneficiará de novos 36 destinos que podem auxiliar a companhia em acordos de redução de ICMS com os estados brasileiros, além de herdar 14 novos slots (horários de vôos) no Aeroporto de Congonhas.[59] Essa compra também servirá como estratégia impedir o crescimento da sua concorrente Gol no mercado regional, que tem, até então, um acordo de venda de passagens com a companhia.[60]

Em maio do mesmo ano, foi anunciado que as 18 aeronaves Cessna Grand Caravan da Two Flex com capacidade para 9 passageiros iriam com o nome de Azul Conecta.[61]

Voos internacionais[editar | editar código-fonte]

Em setembro de 2014, a Azul passou a vender passagens para Fort Lauderdale e Orlando. As operações começaram em 1 de dezembro e 15 de dezembro, respectivamente. Para as rotas internacionais, a companhia começou a utilizar os novos Airbus A330.[62] A Azul iniciou, em 20 de agosto, operações entre Belém e Caiena, capital da Guiana Francesa.[63] A partir de dezembro de 2015, passou a fazer a rota ViracoposPunta del Este, e passou a operar voos entre Belo Horizonte e Orlando.[64]

Airbus A330-200 da Azul em Fort Lauderdale.

Em maio de 2016, a Azul começou a operar de Porto Alegre para Montevidéu, além disso iniciou-se os voos conectando Viracopos e Lisboa.[65][66] A Azul passou a voar de Recife para Orlando em dezembro de 2016, em voos diretos com o Airbus A330.[67] Em 6 de março de 2017, passou a operar voos diretos entre Belo Horizonte e Buenos Aires.[68] Em 8 de dezembro de 2017, a Azul passou a operar voos diretos ligando Belém a Fort Lauderdale. As operações entre as duas cidades são realizadas com os moderníssimos Airbus A320neo.[69]

Airbus A330-900 da Azul em Pequim.

A empresa ampliou suas operações internacionais a partir de Recife, com voos diretos ligando as cidades argentinas de Córdoba e Rosário. Os voos tiveram suas estreias nos dias 1 e 3 de julho de 2018, respectivamente, e são operados com as aeronaves Airbus A320neo.[70] Além disso a Azul anunciou voos de Cuiabá para Buenos Aires, e Santa Cruz de La Sierra, também com os Airbus A320neo, além de um voo de Campinas para Bariloche e outro para o Porto.

Parcerias[editar | editar código-fonte]

Em 11 de junho de 2015 o consórcio "Gateway" liderado por David Neeleman, em parceria com Humberto Pedrosa do Grupo Barraqueiro, foi o vencedor à privatização da TAP Air Portugal, assumindo o controle de 61% do capital da companhia portuguesa.[71] A Azul não estava envolvida no processo do seu fundador, mas chegou a parabenizá-lo em informativo oficial para imprensa brasileira.[72][73]

Em 26 de junho de 2015 a United Airlines anunciou a compra de 5% das ações da Azul. O negócio custou US$ 100 milhões, deu o direito à United de um assento no conselho administrativo da Azul e juntou as malhas das companhias através de acordo codeshare pela qual, juntas, as companhias somam 450 destinos e mais de 6000 voos diários.[74][75][76][77] Em 2020, a United aumentou para 8% sua participação na Azul.[5]

Em agosto de 2015 a Azul anunciou a aposentadoria das aeronaves dos modelos ATR 42-500 e ATR 72-500 e sua substituição e padronização pelo modelo ATR 72-600 para renovação de frota e adequação operacional da malha.[78][79] Em setembro, Cláudia Fernandes assumiu como nova diretora de marketing[80]

Em setembro de 2015 a Azul foi processada pela Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa) por prática anticoncorrencial ao limitar o acesso a tarifas mais baratas apenas para sua própria operadora de turismo, a Azul Viagens.[81] O processo encaminhado ao CADE multou a Azul em R$ 1,4 milhão por ocultar que a agência pertencia ao mesmo grupo que a companhia.[82][83][84] Eventualmente, em recurso, o processo foi arquivado pois na interpretação do CADE não houve conduta indevida.[85][86]

Sobrevoando a cidade do Recife

Em 24 de novembro de 2015, a Azul confirma a venda de 23,70% de seu próprio capital para o grupo chinês HNA Group,[87] um conglomerado com diversas companhias da área de aviação que avaliou Azul em mais de R$ 7 bilhões. O investimento foi de R$ 1,7 bilhão e deu direito a um assento no conselho de administração.[88][89]

Um dos requisitos do negócio com o HNA Group foi que a Azul teria que ser investidora direta da TAP Air Portugal, então em 21 de março de 2016 a empresa anunciou o investimento de US$ 100 milhões em títulos conversíveis em ações preferenciais da TAP que deram o direito à Azul de aproximadamente 40% do valor econômico da empresa aérea portuguesa.[90][91] O anúncio veio logo depois da Azul ser autorizada pela ANAC a fazer frequências semanais para Lisboa.[92][93]

Em 2020, firmaram parceria com a Latam Airlines Brasil para conectar rotas no Brasil através de code-share. A parceria também envolvia o programa de benefícios (passageiro frequente), no qual, mais de 12 milhões de clientes TudoAzul e 37 milhões da Latam Pass ganhariam pontos no programa desejado. Em maio de 2021, a Latam encerrou o acordo de codeshare.[5]

Subsidiárias[editar | editar código-fonte]

TudoAzul[editar | editar código-fonte]

Em junho de 2009, a Azul completou seis meses de operação, tendo transportado mais de 600 000 passageiros e operando em 13 destinos.[35][94] A companhia virou a terceira maior operadora de transporte aéreo no Brasil em número de passageiros e registrava 4% de participação de mercado com uma ocupação média de 76%.[95][96] Neeleman referenciou o sucesso empresarial da Azul ao compará-la com sua companhia anterior, a JetBlue, que atingiu a mesma participação de mercado somente após 10 anos de operação.[97] No mesmo mês, a Azul lançou o seu programa de fidelidade, o Tudo Azul, diferente dos outros programas existentes na época por não acumular milhas e sim pontuação com base no valor pago pela passagem.[94]

Categorias do TudoAzul[98]

  • TudoAzul - Categoria inicial. O cliente receberá 1 ponto por cada real da tarifa regular paga pelo voo;
  • TudoAzul Topázio - Quantidade mínima para manter na categoria 5 000 Pontos Qualificáveis. O cliente receberá entre 1 e 3 pontos por cada real da tarifa regular paga pelo voo;
  • TudoAzul Safira - Quantidade mínima para manter na categoria 10 000 Pontos Qualificáveis. O cliente receberá mais 2 pontos por cada real da tarifa regular paga pelo voo;
  • TudoAzul Diamante - Quantidade mínima para manter na categoria 20 000 Pontos Qualificáveis. O cliente receberá entre 1 e 4 pontos por cada real da tarifa regular paga pelo voo.

Exemplo: R$ 59.90 = 60 pontos (1 ponto por real); R$ 59.90 = 240 (4 pontos por real)

Azul Cargo Express[editar | editar código-fonte]

Em agosto de 2009, a Azul começa a operar a Azul Cargo, unidade de negócios destinada a fretar carga aérea de pequenas encomendas transportadas no porão das aeronaves nos voos de passageiros e otimizando a utilização das aeronaves nos aeroportos de Viracopos, Fortaleza, Salvador e Recife.[99] Em Novembro do mesmo ano, passou a oferecer também o serviço porta a porta de entregas expressas.[100]

A expansão das operações da Azul no aeroporto de Viracopos fez com que outras companhias aumentassem também a oferta de assentos, acirrando a concorrência e, no mesmo ano, o aeroporto registrou alta de 146%, atingindo marca histórica em quantidade de passageiros.[35][99] No final de 2010, o movimento de passageiros no aeroporto triplicou e virou a terceira opção para passageiros da área metropolitana de São Paulo, logo após Guarulhos e Congonhas.[101][102]

A Azul Cargo opera diariamente uma rede integrada formada por aeronaves, veículos, sistemas e equipe especial. Esta rede possibilita a exploração de novos mercados e abre oportunidades para estabelecer relações fortes e duradouras com os seus clientes. Em 2014, a Azul Cargo Express iniciou voos regulares para Fort Lauderdale, Orlando e Lisboa, abrindo novas possibilidades de negócios com o mercado internacional.[100]

Em 10 de abril de 2018, a Azul anunciou um acordo para incorporação de duas aeronaves cargueiras em sua frota, modelo Boeing 737-400F, para atender o rápido crescimento de sua unidade de cargas, a Azul Cargo Express. Os novos aviões devem entrar em operação no início do segundo semestre de 2018. Com os cargueiros, a Azul Cargo Express espera ter mais flexibilidade para definir as estratégias de malha, fortalecendo a capacidade de ofertar soluções customizadas para os Clientes e ampliando os negócios da unidade de cargas da companhia.[103]

Azul Conecta[editar | editar código-fonte]

Embraer 195E2 decolando do aeroporto de Caxias do Sul (SBCX/CXJ).

Fundada em abril de 2013 como resultado da fusão da Two Táxi Aéreo e Flex Aero Táxi Aéreo, sob o nome de TwoFlex Aviação Inteligente, com sede na cidade de Jundiaí, São Paulo. Entre 2016 e 2019 operou voos de um projeto estatal com objetivo de ligar cidades do Estado de Minas Gerais à capital do estado, Belo Horizonte.

Em 2019, para aumentar a sua expansão regional, a Azul anunciou a compra da TwoFlex Taxi Aéreo, que anteriormente era parceira da Gol, operando voos nos Estados do Amazonas, Pará e Mato Grosso.

Após a aquisição ser concluída, em maio de 2020, por R$ 123 milhões, a companhia decidiu alterar o seu nome, que passou a ser Azul Conecta. A empresa herdou 14 slots no aeroporto de Congonhas, 17 aeronaves, além de 39 destinos para carga e passageiro.[104][105]

Frota[editar | editar código-fonte]

A frota comercial da Azul é a mais diversificada entre as companhias nacionais, com a composição do ATR-72-600 para rotas regionais; Embraer E190 e E195 (sendo substituídas pelos E195-E2) e Airbus A320neo e A321neo para voos nacionais; Airbus A330-200 (sendo substituídos pelos A330-900neo) para voos internacionais, além dos Boeing 737-400F que operam exclusivamente para voos de carga.

Aeronave Total Pedidos Passageiros Notas
B E T
Boeing
737-400F
2 2 Uso exclusivo para transporte de cargas
Airbus
A320neo
44 63 174 174
165 165 As aeronaves com configuração de 165 assentos, são provenientes da Avianca Brasil
Airbus
A321neo
6 12 214 214
Airbus
A330-200
8 20 252 272
36 206 242
Airbus
A330-900neo
4 5 34 264 298
ATR
72-600
36 70 70
Embraer
195
48 118 118
Embraer
195 E2
9 75 136 136 A empresa fechou acordo para compra de 75 aeronaves, a soma de 24 novos jatos aos 51 modelos encomendados anteriormente
Total de aeronaves 158 157

Acordos[editar | editar código-fonte]

Interline[editar | editar código-fonte]

Codeshare[editar | editar código-fonte]

Entretenimento[editar | editar código-fonte]

No primeiro semestre de 2012, um sistema de entretenimento foi implantado nas aeronaves da companhia. O sistema é oferecido em parceria com a SKY e a programação é transmitida via satélite para as aeronaves. Ter entretenimento nas aeronaves era uma das promessas do fundador David Neeleman desde a criação da empresa.[114] Em outubro de 2012, foi lançado o pacote de entretenimento completo. O sistema foi instalado em quase todas as aeronaves Embraer 190 e 195 num investimento total de R$ 100 milhões.[115]

Recordes[editar | editar código-fonte]

A Azul é a empresa aérea que mais rapidamente chegou a um milhão de passageiros transportados no mundo com menos de oito meses de operações, em agosto de 2009. O recorde anterior pertencia à JetBlue Airways, que havia conquistado essa marca com 10 meses de operação.[116][117]

A Azul possui o recorde de transportar mais de 2 milhões de passageiros durante seu primeiro ano, em 2009, e foi a primeira companhia aérea a atingir a marca de 5 milhões de passageiros em menos de dois anos de operação. Nos anos de 2009 e 2010 a Azul foi eleita a empresa aérea mais pontual do Brasil e em 2015 foi eleita a companhia aérea de baixo custo mais pontual do mundo.[116]

Em julho de 2020, a Azul foi eleita a melhor companhia aérea do mundo pelo TripAdvisor.[118]

Dados históricos[editar | editar código-fonte]

Ano Passageiros[119] Market Share (ASK Doméstico)[3] Market Share (ASK Internacional)[3]
2008 Estável 11 155 Estável 0,04%[120] -
2009 Aumento 1 790 092 Aumento 3,2%[120] -
2010 Aumento 4 129 359 Aumento 6,8%[121] -
2011 Aumento 7 526 947 Aumento 8,4%[121] -
2012 Aumento 10 149 505 Aumento 10,2%[122] -
2013 Aumento 13 354 555 Aumento 15,8%[122] -
2014 Aumento 19 999 955 Aumento 16,6%[13] Estável 0,5%[13]
2015 Aumento 20 574 690 Aumento 17,0%[13] Aumento 7,8%[13]
2016 Baixa 16 900 000[12] Aumento 17,2%[12] Aumento 9,2%[12]
2017 Aumento 20 415 871 Aumento 17,8% Aumento 11,8%
2018 Aumento 22 557 925 Aumento 8,0% Aumento 49,7%
2019 Aumento 27 096 619 Aumento 24,5% Aumento 15,1%
2020 Baixa 14 474 106 Baixa 37,7% Baixa 61,2%

Ônibus[editar | editar código-fonte]

Ônibus da Azul

Para conectar a área metropolitana de São Paulo ao seu principal hub de operação, o aeroporto de Viracopos em Campinas, a Azul iniciou, em 14 de janeiro de 2009, o serviço de translado por ônibus executivo, primeiro conectando o aeroporto ao Shopping Villa-Lobos e depois expandindo e alterando para vários pontos da capital paulista e da Grande São Paulo. Os serviços de Viracopos eram inicialmente operados pela empresa Leads, mas em 2013 a Azul trocou o contrato para a Viação Lira, que opera com nome fantasia Lirabus. As linhas de Navegantes (SC) são operadas por outra empresa de ônibus. As linhas contemplam atualmente:[123]

São Paulo (Capital e grande São Paulo)

São Paulo (Interior)

Santa Catarina

Acidentes e Incidentes[editar | editar código-fonte]

Acidentes[editar | editar código-fonte]

A companhia não teve nenhum acidente com fatalidade, apenas incidentes.

Incidentes[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
Commons Categoria no Commons

Referências

  1. a b Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ). «Comprovantes de Inscrição e de situação cadastral» (HTML). Coloque CNPJ da Companhia para verificar a data de abertura (09.296.295/0001-60). Ministério da Fazenda. Consultado em 15 de janeiro de 2015. Cópia arquivada em 1 de fevereiro de 2015 
  2. a b «Azul em números» (XLSX). Azul em Números. 12 de setembro de 2019. Consultado em 12 de setembro de 2019 
  3. a b c «Resultado 2020 | Azul». Market Share, frota e mais. 4 de março de 2021. pp. 4, 8. Consultado em 8 de fevereiro de 2022 
  4. a b «Horário de Transporte (HOTRAN)». Agência Nacional de Aviação Civil. Janeiro de 2015. Consultado em 19 de janeiro de 2015. Arquivado do original (XLS) em 28 de outubro de 2014 
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  6. «Prejuízo líquido da Azul cresce mais de 4 vezes em 2020 e é o maior da história». Valor. O Globo. 4 de março de 2021. Consultado em 8 de fevereiro de 2022 
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  8. a b Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) (7 de novembro de 2008). «Certificado de Homologação de Empresa de Transporte Aéreo» (PDF). Consultado em 14 de janeiro de 2015. Cópia arquivada (PDF) em 4 de julho de 2015 
  9. «Ações Azul - AZUL4». Análise de Ações. Consultado em 12 de janeiro de 2021 
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  11. ANAC 2014, p. 40
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Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]