Embraer

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Embraer
Sede da Embraer em São José dos Campos, São Paulo
Razão social Embraer S.A.
Empresa de capital aberto
Cotação BM&F Bovespa: EMBR3
NYSE: ERJ
Indústria Aeronáutica / Defesa aérea
Gênero Sociedade Anônima
Fundação 19 de agosto de 1969 (49 anos)
Fundador(es) Ozires Silva
Sede São José dos Campos, SP
 Brasil
Área(s) servida(s) global
Pessoas-chave
Empregados 19 167 (2014) [2]
Produtos aviões
serviços
material de defesa
Divisões Embraer Defesa e Segurança
Subsidiárias
Valor de mercado Aumento R$ 18,978 bilhões (mar/2015) [4]
Lucro Aumento R$ 585,5 milhões (2016)
LAJIR Baixa R$ 717,8 milhões (2016)
Faturamento Aumento R$ 21,4 bilhões (2016)
Website oficial www.embraer.com.br

Embraer S.A.[5][6][7] (BM&F Bovespa[8] / NYSE Euronext)[9] é um conglomerado transnacional brasileiro fabricante de aviões comerciais, executivos, agrícolas e militares, peças aeroespaciais, serviços e suporte na área.[10][11][12] A empresa tem sede na cidade de São José dos Campos, interior do estado de São Paulo, e possui diversas unidades no Brasil e no exterior, inclusive joint ventures na China e em Portugal.

Sua receita líquida em 2016 foi de R$21,4 bilhões (US$ 6,1 bilhões). Em 2018 ocupa a terceira posição mundial no setor, abaixo da Airbus e da Boeing.[13] Em 2012, foi a empresa que mais cresceu, entre as maiores exportadoras brasileiras (17,6% em relação a 2011).[14]

Para testes das aeronaves, a companhia utiliza duas pistas de pousos e decolagens:

História[editar | editar código-fonte]

Origem[editar | editar código-fonte]

Em 1953, o oficial da Aviação do Exército, Casimiro Montenegro convida o engenheiro aeroespacial e fundador da Focke-Wulf em Bremen, o alemão Henrich Focke e seus engenheiros, para que atuassem no CTA. Isto ocorre após Montenegro tomar conhecimento dos projetos inovadores que esses engenheiros vinham realizando na Alemanha, desenvolvendo desde 1939 helicópteros como o Focke-Wulf Fw 61 e aeronaves como Focke-Wulf Fw 190 e Focke-Wulf Fw 200.[16]

A Embraer nasceu como uma iniciativa do governo brasileiro dentro de um projeto estratégico para implementar a indústria aeronáutica no país, em um contexto de políticas de substituição de importações.[17]

Embraer EMB-100, projeto IPD-6504, primeiro protótipo do Bandeirante, cujo primeiro voo foi em 22 de outubro de 1968. A aeronave foi restaurada e encontra-se preservada no Museu Aeroespacial, na cidade do Rio de Janeiro

Neste contexto, foi aprovado em 25 de junho de 1965, o projeto governamental IPD-6504, para a produção de uma aeronave que atendesse as necessidades do transporte aéreo comercial brasileiro, principalmente em pequenas cidades, visando a produção de um avião que se adaptasse à infraestrutura aeroportuária do país na época. A especificação técnica do projeto era para a produção de uma aeronave pequena, com capacidade para oito passageiros, de asa baixa, turbopropelida e bimotor. O projeto e montagem foram realizados nas instalações do CTA e o primeiro protótipo teve seu voo inaugural em 22 de outubro de 1968. Sua produção envolveu cerca de trezentas pessoas, lideradas pelo engenheiro aeronáutico e então major da FAB, Ozires Silva.[18] No ano seguinte seria criada a Embraer com a finalidade de produzir o modelo em série, denominado Embraer EMB-110, sendo Ozires Silva o primeiro presidente da empresa, cargo que exerceria até 1986.[19]

Mais dois protótipos foram produzidos pela Embraer, com a denominação EMB 100 Bandeirante, passando depois as aeronaves a receber a denominação EMB 110, para a produção em série.[20]

Além do CTA, criado em 1946 e que em 30 de abril de 2009 passou a ser denominado Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), é considerado outro precursor da Embraer, o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). Criado também por Casimiro Montenegro em 1950, a proposta para sua criação havia sido apresentada por ele em 1945 a um grupo de oficiais do Estado Maior da Aeronáutica.[21]

Fundação[editar | editar código-fonte]

Fundada no ano de 1969 como uma sociedade de economia mista vinculada ao Ministério da Aeronáutica,[22] seu primeiro presidente foi o engenheiro Ozires Silva, que havia liderado o desenvolvimento do avião Bandeirante.[23] Inicialmente, a maior parte de seu quadro de funcionários formou-se com pessoal oriundo do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), que fazia parte do CTA. De certo modo, a Embraer nasceu dentro do CTA. No ano de 1980 adquiriu o controle acionário da Indústria Aeronáutica Neiva, que se tornou sua subsidiária, atual divisão de aviação agrícola. Durante as décadas de 1970 e 1980, a empresa conquistou importante projeção nacional e internacional com os aviões Bandeirante, Xingu e Brasília.

Cooperação e crise[editar | editar código-fonte]

Embraer 120 Brasília da Delta Airlines.

Ao iniciar uma parceria com a Itália em 1981, foi possível elaborar o avião de ataque ar-terra AMX, considerado um importante salto tecnológico para a elaboração de novos projetos. Em 1986 Ozires Silva deixou a presidência da empresa para assumir a Petrobras. Em 1988 teve início o desenvolvimento de um avião binacional que seria projetado e construído tanto pela Embraer, quanto pela argentina Fábrica Militar de Aviones (FMA). A aeronave teve a designação de CBA-123, sendo CBA a sigla para Cooperação Brasil-Argentina.[24]

Em 1990 o primeiro protótipo voou, mas seu alto preço, além da crise econômica e política da época, acabou com o projeto. Um dado curioso sobre a aeronave é a motorização na parte traseira da fuselagem, com as hélices voltadas para trás. O final da década de 1980 foi marcado por uma grande crise financeira que abalou a economia do Brasil e atingiu em cheio a fabricante, que quase fechou. Em 1991, Ozires Silva foi convidado a voltar à presidência da empresa e a conduzir o processo de privatização. Em 1994, durante o governo de Itamar Franco, a empresa foi leiloada, para depois passar por um longo processo de reestruturação e apresentar novos projetos que, depois da privatização em dezembro daquele ano, a levariam a tornar-se a terceira maior empresa mundial no setor.[19]

Antes de ser privatizada, a companhia estava à beira da falência e sequer figurava entre as empresas com maior valor de mercado. Depois de alguns anos da privatização, passou a ser a terceira maior fabricante de jatos comerciais do mundo.[25] Em 2013 foi a Empresa do Ano da edição especial Melhores e Maiores da Revista Exame, por ter sido a companhia brasileira que mais cresceu em exportações em 2012, 17,6% em relação ao ano anterior, sendo uma das maiores exportadoras do país.[13]

Tornou-se uma das mais importantes blue chips negociadas na Bovespa e distribui dividendos a acionistas minoritários e funcionários.[26] Os novos controladores acionários passaram então a ser os fundos de pensão Previ e Sistel (20% cada), a Cia. Bozano, Simonsen (20%), além de um grupo de investidores com participação acionária menor (total de 20%), composto pela Dassault, EADS, Snecma e Thales Group. Após a privatização, a empresa foi presidida pelo engenheiro Maurício Botelho, que foi substituído em 2007 por Frederico Curado.[27][28]

Essa recuperação de mercado após a privatização foi resultado do sucesso do programa ERJ-145, uma aeronave concebida para acompanhar a tendência mundial na aviação regional na época, que era de utilizar aviões de maior porte, com propulsão a jato.[nota 1] O sucesso continuou com os modelos ERJ-170 e ERJ-190. Um dos setores da empresa que mais investiu nessa época foi o de Pesquisa e Desenvolvimento. A Embraer S.A. possui atualmente um dos mais avançados centros de realidade virtual do mundo.[30] Os detalhes dessa recuperação estão em um relatório elaborado em 2009 pela USP e UNICAMP, a pedido do BNDES.[31]

Crescimento internacional[editar | editar código-fonte]

ERJ-145 da British Airways.

Maurício Botelho foi responsável pela reestruturação da empresa, principalmente no âmbito financeiro. O lançamento do projeto da família ERJ-145, jatos comerciais com capacidade de até 50 passageiros, foi um sucesso de mercado que atingiu a marca de mil aviões vendidos em 2006.

O passo seguinte foram novos investimentos para a criação da linha de aviões EMB 170/190, uma aposta no segmento de 70 a 120 lugares, classificados como E-Jets. Eles foram um sucesso com 878 encomendas firmes e 915 intenções de compra, e que foram logo associados a um novo nicho de mercado, ocupado tanto pelas empresas aeronáuticas principais (ou major) quanto pelas de baixo-custo e baixa-tarifa (ou low-cost, low-fare). Neste segmento, sua maior concorrente é a empresa canadense Bombardier, com modelos de até 90 lugares. Em 2000, a brasileira lançou ações nas bolsas de valores de Nova Iorque e de São Paulo.

ERJ-190 da American Airlines.
Gráfico das vendas da Embraer entre 1996 e 2007.

Devido a subsídios adotados pela empresa canadense Bombardier, o governo brasileiro entrou com um pedido de reparação na Organização Mundial do Comércio. A disputa durou alguns anos e ambas as partes foram condenadas a adotar novas formas de financiamento aceitas internacionalmente para a venda, fabricação e desenvolvimento de suas aeronaves.

Em dezembro de 2002, uma joint venture com a China Aviation Industry Corporation II (AVIC II) criou a Harbin Embraer Aircraft Industry Co. Ltd. (HEAI),[32] possibilitando a construção e venda de aviões ERJ-145 para o mercado da China. Em 2004, foi criada uma associação com a empresa do ramo de defesa Lockheed Martin, para o fornecimento de aviões de sensoriamento remoto, com base no ERJ-145, para a marinha e aeronáutica dos Estados Unidos. No entanto, este projeto foi suspenso em janeiro de 2006. Ainda em 2004, um consórcio liderado pela Embraer foi declarado o vencedor no processo de privatização da OGMA (Indústria Aeronáutica de Portugal S/A), deste modo derrotando o consórcio ítalo-americano que havia sido constituído pelas companhias Alenia Aeronautica e Lockheed Martin.[33] Em 2005 a empresa deu início a uma ofensiva comercial para ampliar sua participação no mercado de aviões executivos, presente apenas com o Legacy, cuja plataforma é o jato ERJ-135. Para tanto, iniciou uma reestruturação interna nessa área, organizada pelo seu então vice-presidente de aviação executiva, Luís Carlos Affonso. Em maio do mesmo ano, anunciou o projeto do Light Jet e do Very Light Jet. Juntamente com modelos em tamanho real, seus nomes oficiais foram divulgados em novembro, durante a National Business Aviation Association (NBAA), em Orlando, como Phenom 300 e Phenom 100, respectivamente. Também nesse ano foi lançado o Lineage 1000, maior avião executivo baseado no EMB 190.

Em janeiro de 2006 foi anunciado pelo presidente venezuelano Hugo Chávez o veto dos Estados Unidos à venda de aviões de treinamento Super Tucano ao seu país, por alegada transferência de tecnologia de origem norte-americana, presente na aviônica das aeronaves. Pelo mesmo motivo, foi anunciado veto à venda para o Irã.

Em junho de 2012 foi criada uma nova joint venture com a Aviation Industry Corporation of China (AVIC), para a fabricação na China dos jatos executivos Legacy 600/650 usando a infraestrutura e demais recursos da já existente joint venture Harbin Embraer Aircraft Industry Co., Ltd. (HEAI).[34]

Em setembro de 2012 foram inauguradas em Évora, Portugal, duas novas fábricas (as primeiras no continente europeu).[35]

Reestruturação societária[editar | editar código-fonte]

Em 20 de janeiro de 2006, a Embraer anunciou um plano de reestruturação societária, segundo a qual o poder decisório seria pulverizado entre todos os acionistas, pois todos os portadores de ações da empresa na Bolsa de Valores de São Paulo teriam direito a voto. Além disso, seria desfeito o esquema, em vigor desde a privatização, no qual os fundos de pensão Previ, Sistel e a Cia. Bozano controlavam 60% das ações. Maurício Botelho continuaria na presidência do Conselho de Administração da empresa até 2009.

Em 14 de fevereiro de 2007, a empresa EADS vendeu sua participação acionária de 2,12% da Embraer, por 124 milhões de euros.

Em dezembro de 2012, a Embraer contava com 740,5 milhões de ações no mercado, negociadas na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) e na Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo (BM&FBOVESPA), cerca de 50% em cada. Suas ações estavam distribuídas entre fundos de pensão PREVI, Oppenheimer Fund's, Thornburg Investment, Blackrock Inc. BNDESPAR e outros BM&FBOVESPA.[36]

Mudança de nome[editar | editar código-fonte]

Em 16 de setembro de 2010, o Conselho de Administração aprovou a sugestão da diretoria para que o nome empresarial fosse alterado de Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A. para simplesmente Embraer S.A.,[5][6] decisão que foi ratificada pela Assembleia Geral dos acionistas em 19 de novembro de 2010. Nesta mesma assembleia foi também aprovada a ampliação da área de atuação da empresa, que passou a ser não apenas a área aeroespacial, mas também a de sistemas de energia e a área de sistemas de defesa e segurança.[nota 2]

Com a mudança do nome empresarial, o CNPJ da matriz, que até então era 60.208.493/0001-81, foi extinto, assim como também extinguiu-se o nome fantasia EMBRAER. O CNPJ da matriz passou a ser 07.689.002/0001-89.[8][nota 3]

Parceria com a Boeing[editar | editar código-fonte]

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Em 5 de julho de 2018 a Embraer anunciou um acordo de intenções com a Boeing para a criação de uma joint-venture com a fabricante americana de aviões. O negócio foi avaliado em 4,75 bilhões de dólares, sendo que a empresa brasileira responderá por 20% da participação. O acordo depende de aprovação dos acionistas e dos órgãos reguladores de ambos os países.

No caso da empresa brasileira, o próprio governo precisa aprovar a criação da nova empresa, por ter participação na Embraer com títulos de classe especial, chamados golden share. No entanto, haveria a possibilidade da extinção desta participação especial do governo, através de uma decisão do Tribunal de Contas da União.[37] Havendo as aprovações definitivas, a previsão é que o acordo seja oficializado até o fim de 2019. [38]

Resultados financeiros e operacionais[editar | editar código-fonte]

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Ano Receita líquida
(R$ milhões)
Lucro líquido
(R$ milhões)
EBITDA ajustado
(R$ milhões)
Aeronaves entregues
Comerciais Executivas Militares Total
2017[39] 18.713,0 795,8 2.289,6 101 109 7 217
2016[40] 21.435,7 585,4 2.844,2 108 117 15 240
2015[41] 20.301,8 241,6 2.450,6 101 120 20 241
2014[42] 14.935,9 796,1 1980,7 92 116 7 215
2013[43] 13.635,8 777,7 2.239,1 90 119 6 215
2012[44] 12.180,5 697,8 1.762,8 106 99 14 221
2011[45] 9.837,9 156,3 923,1 105 99 8 212
2010[46] 9.381,0 574,0 1.069,0 100 145 2 247
2009[47] 10.871,0 912,0 1.219,0 122 119 7 248
2008[48] 11.747,0 429,0 1.500,0 162 39 6 207

Fonte:[39]

Unidades e Subsidiárias[editar | editar código-fonte]

Brasil[editar | editar código-fonte]

Embraer 190 no seu roll-out.
  • Embraer S.A.

Localizada na av. Brigadeiro Faria Lima, 2170, em São José dos Campos,[49] esta é a unidade matriz da Embraer. O início de sua construção foi em 2 de janeiro de 1970 (o número 2170 é uma alusão a essa data) e é responsável por projetar, fabricar e fornecer suporte pós-venda das aeronaves para os mercados de aviação comercial, executiva e de defesa.[15]

  • Unidade São Paulo

Localizada no bairro Vila Olímpia, em São Paulo, esta unidade é o escritório da Embraer S.A. na capital paulista.

  • Unidade Eugênio de Melo

Localizada em Eugênio de Melo,[49] esta unidade foi implantada em 2000 e iniciou suas operações em 2001. Desenvolve e produz ferramental, sistemas de tubulação, solda e serralheria. Também monta cablagens elétricas. Em suas instalações também são realizados projetos de desenvolvimento e treinamento para engenheiros aeronáuticos recém-formados.[15]

  • Unidade Gavião Peixoto
Ver artigo principal: Embraer - Gavião Peixoto

Localizada em Gavião Peixoto,[49] região de Araraquara (coordenadas 21° 45' 36,28" S 48° 24' 12,4" O), esta unidade foi implantada em 2001 e tem como principais atividades a produção das asas para as aeronaves Embraer 190 e Embraer 195, a fabricação final dos modelos Phenom, Legacy e das aeronaves militares Super Tucano e cargueiro militar KC-390. Na unidade são também realizadas todas as atividades de ensaios em voo destas aeronaves. Em Gavião Peixoto também foram modernizados a partir de 2011, os caças F-5 e AMX da FAB na Embraer Defesa e Segurança, cuja planta industrial está instalada dentro da unidade Gavião Peixoto.[15][50]

Em março de 2013 teve início a produção em Gavião Peixoto do modelo KC-390. Em outubro de 2014, foi apresentado o primeiro protótipo da aeronave.

  • Unidade Botucatu

A Indústria Aeronáutica Neiva foi fundada em 1954, no Rio de Janeiro.[51] Em 1956 o seu parque industrial foi instalado na cidade paulista de Botucatu. Quase duas décadas depois, em 1975, a empresa foi contratada pela Embraer para produzir a linha Embraer Piper. Em 1980 tornou-se sua subsidiária integral. Em 2006 foi incorporada e denominada Embraer Aviação Agrícola. A unidade tem como foco fabricar e fornecer suporte pós-venda da linha de aviões agrícolas Ipanema. Produz também componentes para as linhas Embraer 170, Embraer 190, Phenom 100 e Phenom 300, além de partes do Super Tucano, KC-390, Legacy 450, Legacy 500 e Legacy 650.[15][49]

Sua planta industrial supera 90 000 m², onde trabalham cerca de 1 800 funcionários.[52]

  • Unidade Taubaté

Localizada em Taubaté,[49] esta unidade foi implantada em 2008 como Centro de Distribuição e Logística da Embraer. A partir de 2010 passou atuar na atividade industrial de corte de matérias-primas e na atividade administrativa de planejamento, programação, execução e abastecimento de matérias-primas cortadas, atendendo inclusive às demandas dos subcontratos.[15]

  • ELEB Equipamentos LTDA
Ver artigo principal: Eleb

Localizada em São José dos Campos, a Eleb foi implantada em 1984 com o nome de EMBRAER Divisão Equipamentos (EDE), com a finalidade de desenvolver e produzir trens de pouso do EMB-312 Tucano e do avião de ataque AMX. Fabrica também diversos componentes para os sistemas eletro-hidráulicos e eletro-mecânicos das aeronaves da Embraer. Em 1999 passou por uma reestruturação societária, quando formou uma joint venture com a europeia Liebherr Aerospace SAS. Voltou ao controle da Embraer em 2008.[15]

  • Embraer Defesa e Segurança
Ver artigo principal: Embraer Defesa e Segurança

Com sede comercial no bairro do Brooklin, em São Paulo, a Embraer Defesa e Segurança Participações S.A. (CNPJ 12.592.902/0001-43), cuja planta industrial foi instalada no início de 2011 na unidade Gavião Peixoto,[50] tem como foco o fortalecimento da indústria brasileira de defesa e segurança, aplicando a experiência acumulada pela Embraer ao longo dos anos. É responsável pela produção e modernização tecnológica de aeronaves militares como o EMB-314, AMX e o desenvolvimento e produção do cargueiro tático KC-390.

A EDS detém capacitação em gestão de integração de tecnologia e sistemas, aplicáveis ao setor de defesa. Tem parcerias estratégicas com empresas que atuam nas áreas de comando e controle, radares, armamentos e veículos aéreos não-tripulados. Entre suas parceiras estão a Atech, a Visiona e a OGMA.[53]

  • Unidade Minas Gerais

Implantado em 2012, o Centro de Engenharia e Tecnologia da Embraer[54] tem suas atividades relacionadas à capacitação, pesquisa e tecnologia aplicadas à indústria aeronáutica. Inicialmente instalado na Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais (Cetec), em Belo Horizonte, a unidade deverá ser transferida para o Centro de Capacitação e Tecnologia Aeroespacial de Minas Gerais (CCAE), em implantação na cidade mineira de Lagoa Santa.[55]

  • Unidade Rio de Janeiro

Denominada Embraer Systems, esta unidade da Embraer atua no desenvolvimento e aplicação de sistemas tecnológicos para as indústrias de gás e petróleo.[56]

  • Unidade Sorocaba

Localizada em Sorocaba, estado de São Paulo, é um centro de serviços de manutenção, reparos e revisão para as linhas Embraer E-Jet e executiva Phenom e Legacy,[57] contando com hangares, salas de reunião e escritórios administrativos.

O investimento estimado nos primeiros cinco anos é de USD 25 milhões, gerando até 250 empregos diretos.[58]

China[editar | editar código-fonte]

  • Beijing

Localizada na cidade de Beijing, capital da China, essa subsidiária foi criada em parceria com o governo e clientes chineses no ano de 2000. É um escritório para suporte de vendas, relações públicas com clientes e governo chineses, marketing e vendas.[15]

  • Harbin Embraer Aircraft Industry (HEAI)

Localizada em Harbin, capital da província de Heilongjiang, essa joint venture foi criada em 2002 entre a Embraer e mais duas empresas aeronáuticas chinesas: Harbin Aircraft Industry Group Co. Ltd. e Hafei Aviation Industry Co.[32] Seu foco está nas atividades operacionais de venda e suporte pós-venda da linha ERJ-145 na China.[15]

  • Embraer-AVIC

Localizada em Harbin, capital da província de Heilongjiang, essa joint venture foi criada em 2012 entre a Embraer S.A. e a Aviation Industry Corporation of China (AVIC) para a produção, na China, dos jatos executivos Legacy 600/650 utilizando a infraestrutura já existente da HEAI.[15][34]

Estados Unidos[editar | editar código-fonte]

  • Embraer Aircraft Holding, Inc.

Unidade localizada em Fort Lauderdale - Flórida. Criada no ano de 1979, tem como atividades o comércio de aeronaves, treinamento de pilotos e mecânicos, logística e assistência técnica.[15]

  • Embraer Aircraft Maintenance Services

Localizada em Nashville - Tennessee. Implantada no ano de 2002, é voltada principalmente para a manutenção das aeronaves da linha Embraer 170/190.[15]

  • Embraer Aero Seating Technologies

Inaugurada em setembro de 2016, na cidade de Titusville, Flórida, a Embraer Aero Seating Technologies produz assentos para aeronaves.[59]

  • Unidade Mesa

Localizada em Mesa - Arizona.

Implantada em 2008, executa serviços de manutenção, reparo e revisão na linha de aviões executivos Phenom e Legacy.[15]

  • Unidade Windsor Locks

Localizada em Windsor Locks - Connecticut. Implantada em 2008, assim como a Unidade Mesa, também executa serviços de manutenção, reparo e revisão na linha executiva da Embraer.[15]

  • Unidade Melbourne

Localizada em Melbourne - Flórida. Implantada em 2011, é a primeira unidade nos Estados Unidos que realiza a montagem final de aeronaves. Produz a linha de executivos Phenom 100 e Phenom 300.[60] Em novembro de 2012 tiveram início as obras de um Centro de Engenharia e Tecnologia na unidade de Melbourne.[15][61]

França[editar | editar código-fonte]

  • Unidade Villepinte

Localizada na Comuna francesa de Villepinte - Departamento de Aude. Implantada no ano de 2001, seu foco principal está em vendas, suporte ao cliente e comércio de peças de reposição à frota da Empresa na Europa, Oriente Médio e África.[15]

  • Embraer Aviation International

Unidade localizada na Comuna francesa de Le Bourget - Paris. Implantada no ano de 1983, dá suporte à frota de aeronaves da Embraer na Rússia, Reino Unido e Leste Europeu.[15]

Portugal[editar | editar código-fonte]

  • OGMA - Indústria Aeronáutica de Portugal S.A.

Unidade localizada na Freguesia de Alverca - Lisboa. Controle adquirido no ano de 2005 em consórcio liderado pela Embraer, tem como atividades a manutenção, reparo e revisão de aeronaves, motores e aviônica. Atua também na fabricação e montagem de componentes e modernização das aeronaves.[15]

  • Embraer Portugal - S.A.

Duas unidades (Herdade do Pinheiro e Casa Branca) localizadas em Évora - distrito de Évora. Centros de excelência inaugurados em setembro de 2012, dedicadas à fabricação de estruturas metálicas usinadas e conjuntos em materiais compostos.[15][35] Em 2015, foi inaugurado um Centro de Engenharia e Tecnologia da Embraer.[62]

Singapura[editar | editar código-fonte]

  • Unidade Singapura

Localizada na República de Singapura - Sudeste Asiático. Subsidiária que iniciou suas atividades no ano de 2000, é um centro de estoque e distribuição regional de peças de reposição, manutenção e reparo das aeronaves comerciais da Embraer na região.[15]

Aviões[editar | editar código-fonte]

Esta seção apresenta as aeronaves projetadas, fabricadas ou em desenvolvimento pela Embraer.

Planadores[editar | editar código-fonte]

Motor a pistão[editar | editar código-fonte]

Projeto próprio[editar | editar código-fonte]

Sob licença da Piper Aircraft[editar | editar código-fonte]

Turboélices[editar | editar código-fonte]

Tucano da RAF.

Aviões militares[editar | editar código-fonte]

KC-390, o maior avião de transporte militar produzido na América do Sul.[63]
EMB-145 AEW&C da Força Aérea Grega.

Aviões comerciais a jato[editar | editar código-fonte]

Embraer 175 operado pela Air Canada.
Embraer 190 operado pela Air France.

Os primeiros jatos comerciais da Embraer são denominados de ERJ, sigla em inglês para Embraer Regional Jetliners (Jatos Regionais Embraer).

A família de aviões Embraer 170/195, tem como alvo o segmento de mercado voltado às companhias aéreas que necessitam aviões de 70 a 146 passageiros.

A família de aviões E2 iniciou as operações em 2018.

Aviões executivos[editar | editar código-fonte]

Principais concorrentes[editar | editar código-fonte]

  • Bombardier, com seus aviões de médio porte para o mercado de aviação regional.
  • Sukhoi, com seu novo projeto de avião para uso civil, o RRJ, ou Sukhoi Russian Regional Jet.
  • AVIC I, com seu novo avião comercial modelo ARJ21, que tem capacidade para 70 a 90 passageiros.
  • Mitsubishi, com seu novo projeto de avião para uso civil, o MRJ ou Mitsubishi Regional Jet, que tem capacidade para 70 a 90 passageiros.

Principais clientes[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas

  1. "O programa ERJ 145 constitui um tournant depois do fracasso comercial do CBA. A empresa captou as mudanças que estavam ocorrendo no mercado de aviação regional, as quais revelavam uma clara tendência para o aumento de tamanho das aeronaves e para o emprego da propulsão a jato." (Montoro,[29] Seção 1.1.2, pág. 38)
  2. Procure 19 de novembro no "Relatório da Administração 2010", que consta no documento da Embraer intitulado "Demonstrações Financeiras 2010".[7] A data de 19 de novembro e as decisões tomadas pela Assembleia Geral constam na página 3 do documento (página 4 do arquivo PDF).
  3. A consulta aos CNPJ pode ser feita diretamente na página de emissão de Comprovante de Inscrição e de Situação Cadastral, no website da Secretaria da Receita Federal do Brasil.

Referências

  1. «Estrutura Organizacional». Embraer. Consultado em 15 de fevereiro de 2018. 
  2. «Destaques». Embraer. Consultado em 22 de março de 2015. 
  3. «EMBRAER - Defense & Security» 
  4. Embraer SA Bloomberg Business, 20/3/2015
  5. a b Agência Estado. EMBRAER quer mudar nome para Embraer S.A. Época Negócios: São Paulo, 2010. Acesso em 23 de janeiro de 2014.
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Bibliografia[editar | editar código-fonte]

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