Companhia de Saneamento de Sergipe

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DESO
Companhia de Saneamento de Sergipe
Pública
Indústria Saneamento, tratamento de resíduos, comercialização de água
Fundação 1969
Sede Rua Campo do Brito, 331
Bairro 13 de Julho
Aracaju, SE, Brasil
Contato: 0800 079 0195 Flag of Brazil.svg
Pessoas-chave Carlos Fernandes de Melo Neto
Website oficial [1]

A DESO é a companhia de Saneamento do Estado de Sergipe. Está vinculada à Secretaria de Infra-estrutura do estado de Sergipe (Seinfra/SE) e é responsável por apenas 35% do atendimento ao saneamento básico da população local. (Dados do PNUD - Trata Brasil) A Companhia de Saneamento de Sergipe - Deso, é uma empresa de economia mista constituída em 25/08/1969, segundo as diretrizes do Decreto-Lei Estadual nº 109 e alterações do Decreto-Lei Estadual nº 268 e que tem como principal acionista o Governo do Estado de Sergipe. A empresa trabalha com o planejamento, a execução e a operação de sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário do Estado de Sergipe.[1][2]

Polêmica sobre qualidade na prestação de serviços[editar | editar código-fonte]

Tem sido feita a agregação de uma série de dados oficiais danosos que apontam a ineficiência operacional da empresa e seu destaque negativo em relação à região Nordeste.[3]

De acordo com os dados mais atuais da Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental, órgão ligado ao Ministério das Cidades, a companhia sergipana apresenta índices muito altos de desperdício de distribuição nos cinco maiores municípios do Estado.

É como se de toda a água que a Deso captasse e entregasse, ela recebesse por apenas 36,8% - se Socorro fosse o referencial médio. E há suspeita de que a média geral ponderada de perda da Companhia no Estado seja de 50% - mas nem ela mesma sabe quantificar isto com exatidão.

O cenário acima, nada alentador, é complementado por números que destacam a estatal Deso no Nordeste de forma pouco honrosa.

Um dos principais motivos para a ocorrência dos problemas seria dado pela falta de fiscalização. Argumenta-se ainda que a empresa está terceirizando funcionários em excesso, delegando a outras empresas inclusive atividades-fim, o que é ilegal.

Ingerência[editar | editar código-fonte]

O economista Dr. Tácito Augusto Farias comentou que, pelas características da economia regional, é uma surpresa que Sergipe tenha a taxa de água mais cara do Nordeste. "A única justificativa para essa liderança do Estado é a incompetência da empresa. Não há outra razão", reforça.

A empresa admite que não consegue ter uma estrutura de vistoria que atenda a toda a demanda. A polêmica se acentua pois a Deso pertence ao Estado, mas é uma empresa técnica e gerida com recursos próprios. Nesse sentido, se conota contradições possíveis entre o discurso de apartidarismo e, dado o novo jogo político, as falhas mais recentes que nas execuções na prestação de serviço público.

Referências

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Ligações externas[editar | editar código-fonte]