Banrisul

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Banrisul
Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A.
Slogan O que move você é o que move a gente
Tipo Empresa de capital aberto
Cotação BM&F Bovespa: BRSR3, BRSR5, BRSR6
Indústria Banco de varejo
Gênero Sociedade de economia mista
Fundação 1928 (88 anos)
Sede Porto Alegre,  Rio Grande do Sul,  Brasil
Proprietário(s) Governo do Estado do Rio Grande do Sul
Presidente Túlio Luiz Zamin
Empregados aproximadamente 11.500 [1]
Produtos Serviços bancários
Ativos Baixa US$ 334.9 milhões (2013)
Lucro AumentoR$ 818,59 Milhões de Reais (2012)
Renda líquida Baixa US$ 334.9 milhões (2013)
Significado
da sigla
Banco do Estado do
Rio Grande do
Sul
Antecessora(s) Banco do Rio Grande do Sul (BERGS)
Sítio oficial www.banrisul.com.br

Banrisul, Banco do Estado do Rio Grande do Sul S/A, (BM&F Bovespa: BRSR3, BRSR5, BRSR6) é um banco estatal gaúcho, com foco de negócios na Região Sul do Brasil.

História[editar | editar código-fonte]

Foi autorizado pelo Decreto Federal 18.374, de 28 de agosto de 1928, o funcionamento do Banco do Rio Grande do Sul, sociedade anônima de crédito real, rural e hipotecário, com sede em Porto Alegre. No dia 6 de setembro o governo estadual aprovou seus estatutos da nova sociedade bancária, publicando o Decreto no. 4.139.

Finalmente foi criado em 12 de setembro de 1928, pelo então presidente do Estado, Getúlio Dornelles Vargas, criado com o objetivo primeiro de empréstimos de longo prazo, uma solicitação insistente dos pecuaristas locais. Suas letras hipotecárias tinham garantia do Estado, facilitando sua colocação no mercado interno, e no exterior, a principal fonte de recursos para empréstimos de longo prazo. Entretanto, como os créditos hipotecários tinham baixo retorno, o Banco criou desde o início uma carteira de empréstimos de curto prazo, oferecendo um fluxo contínuo de empréstimos tanto à lavoura (principalmente de arroz), como à pecuária e à indústria do charque - crédito ansiado pelos pecuaristas gaúchos

Em setembro de 1965 contava com uma rede de 135 agências, em 6 estados do Brasil. No ano seguinte, perseguindo a meta de se tornar a "Maior rede bancária gaúcha", inaugurou mais dez agências, atendendo 108 municípios gaúchos, em nove estados, com 3524 funcionários.[2] Num processo de conglomeração, a partir de 1965 adquiriu a Companhia União de Seguros Gerais e a Companhia de Armazéns Gerais do Rio Grande do Sul, em 1969 incorporou o Banco Regional de Pernambuco, em 1970 o Banco do Sul do Brasil sediado em Blumenau e com dez agências em Santa Catarina.[2]

Em 1971, visando uma imagem mais positiva e popular, mudou sua sigla de BERGS, para outra mais eufônica: BANRISUL.[2] Ao final de 1972 era o maior banco gaúcho, com 161 agências.[2]

Em 1998 o Banrisul incorporou a Caixa Econômica Estadual do Rio Grande do Sul através do Decreto 38.536 de 27 de maio de 1998.[3]

Atualidade[editar | editar código-fonte]

Sua missão atual é promover o desenvolvimento econômico e social do Rio Grande do Sul. É uma instituição que atende pessoas de todos os segmentos econômicos e sociais. É uma sociedade de economia mista, sob forma de sociedade anônima, cujo maior acionista é o Estado do Rio Grande do Sul, com 56,97 % de participação, está presente em 78% dos municípios gaúchos com 415 agências.[4]

Como banco múltiplo estadual atua nas carteiras comercial, crédito financiamento e investimento, crédito imobiliário, desenvolvimento, arrendamento mercantil e de investimento.

Na carteira comercial desenvolve produtos, viabiliza investimentos, fortalece as relações com o setor público, o agronegócio, micro, pequenas e médias empresas e setor de serviços. Como banco de desenvolvimento, é articulador de negócios e principal parceiro da cadeia produtiva. Na atuação social, dedica-se a fomentar projetos para melhorar a qualidade de vida dos gaúchos, principalmente, nas áreas da educação, cultura, esporte e meio ambiente.

O foco de atuação são as pessoas físicas, micros, pequenas e médias empresas. Para atender aos 2,9 milhões de clientes, a rede de atendimento do Banrisul conta com mais de mil pontos no país, distribuídos em 425 agências, 286 postos, 2 agências no exterior (Nova Iorque e Grand Cayman), um escritório em Buenos Aires e 361 pontos de Banrisul Eletrônico, além de 9126 funcionários (dados de agosto de 2008).

O grupo Banrisul está constituído pelo Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A., Banrisul S.A. Administradora de Consórcios, Banrisul S.A. Corretora de Valores Mobiliários e Câmbio, Banrisul Armazéns Gerais e Banrisul Serviços Ltda.

O seu atual presidente é Túlio Luiz Zamin.

Resultados positivos[editar | editar código-fonte]

No primeiro semestre de 2006, o Banrisul registrou um lucro líquido de R$ 188,9 milhões, que correspondeu a uma rentabilidade de 29% sobre o patrimônio líquido final de R$ 1,2 bilhão, superior em 11% a junho de 2005. Os ativos totais registraram, em 30 de junho de 2006, R$ 14,6 bilhões. Desses recursos, R$ 6,2 bilhões foram alocados em operações de crédito. No ano de 2006 o lucro do Banrisul chegou a R$ 361 milhões, considerado um excelente resultado.[5]

Filial do Banrisul na Tijuca, Rio de Janeiro

No ano de 2007 o Banrisul alcançou lucro recorde de sua história chegando a R$ 916,4 milhões. O patrimônio do banco chegou a R$ 2,79 bilhões. O índice de retorno sobre o patrimônio líquido foi superioe a 44%, o melhor de todos os bancos brasileiros que divulgaram seus rendimentos.[6] [7] [8]

Para o ano de 2008, segundo a revista Exame, o Banrisul é uma das melhores empresas para se investir.[9]

Também em 2008 segundo a publicação norte-americana Forbes o Banrisul passou a integrar o grupo das duas mil maiores empresas do mundo, juntamente com outras 33 empresas brasileiras.[10]

Em 2008, o Banrisul foi escolhido como o Melhor Conglomerado Financeiro do País no segmento público em 2007 pela revista Conjuntura Econômica, editada pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV), do Rio de Janeiro.

O lucro do banco em 2008 atingiu a cifra de R$ 504,7 milhões, descontando crédito tributários, um valor 30,1% maior do que ano anterior.[11]

Em 2010, de acordo com a revista norte-americana Forbes, o Banrisul é o 4º maior banco do Brasil, atrás apenas do Bradesco, Banco do Brasil e Itaú.[12]

Preferência dos gaúchos[editar | editar código-fonte]

Em 2007, o Banrisul venceu novamente na categoria Bancos como o banco preferido dos gaúchos através da Pesquisa Marcas de quem decide do Jornal do Comércio. O Jornal do Comércio publica anualmente essa pesquisa que vem sendo sistematicamente vencida pelo Banrisul.

Capitalização[editar | editar código-fonte]

Em 2007, o Banrisul passou por um processo de capitalização onde se firmou como um dos maiores bancos públicos do Brasil. O Banrisul voltou a ter uma quantidade razoável de free float na Bovespa. A ação foi considerada um sucesso, pois além de manter o controle da instituição com o governo do Estado do Rio Grande do Sul o banco aumentou seu patrimônio líquido consideravelmente.

As ações negociadas foram as preferenciais, que não dão direito a voto. O Banrisul participa como empresa do Nível 1 do índice de Governança Corporativa. Os códigos das ações são BRSR3, BRSR5 e BRSR6.

Banricompras[editar | editar código-fonte]

O Banricompras é um produto do Banrisul para seus clientes que permite utilizar o cartão de conta corrente para o pagamento à vista, a prazo ou parcelado nos estabelecimentos conveniados. É considerado inovador pois pertence ao Banrisul o cliente, a bandeira do cartão, a rede de conveniados e as soluções tecnológicas.

O Banricompras é o cartão mais utilizado no Brasil, mesmo estando mais concentrado em uma área específica, o Rio Grande do Sul, a expansão da rede de conveniados acontece exponencialmente e, com a abertura de mais 25 agências no estado de Santa Catarina previstas para o final de 2009, o Banrisul, além de preencher a lacuna deixada pelo BESC, inicia o processo de ampliação da rede para outros estados.[13] [14] [15]

Slogans[editar | editar código-fonte]

  • 2007 - 2010 Quem tem Banrisul tem tudo
  • 2010 - 2012 Banrisul e você. Essa história tem futuro
  • 2012 Evoluindo sempre com você [9]
  • 2013 - O que move você é o que move a gente

Museu Banrisul[editar | editar código-fonte]

Aberto ao público, em Porto Alegre, na Casa de Cultura Mário Quintana e no Memorial do Estado do Rio Grande do Sul, o museu mostra toda a trajetória do Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A.

O Banrisul, através do seu Museu, reúne um acervo representativo da História do Estado, por sua existência sintonizadas com o contexto sócio-econômico e cultural do Rio Grande do Sul.

O Museu Banrisul abriu suas portas para visitação pública em 15 de março de 1994. Suas peças foram coletadas junto às agências do Estado e do país, entre elas destacamos: documentos, máquinas, relógios, fotografias, mobiliário, enfim, objetos que denotam a rotina bancária, recebendo, também, doações de material, feitas pelas agências, clientes ou simpatizantes da instituição.

Além de sua exposição de caráter permanente, realiza-se exposições de eventos ligados à história do Banco e do Estado. O Museu Barinsul preserva para o futuro o legado de nossa história no Memorial do Rio Grande do Sul e na Casa de Cultura Mário Quintana. Estes espaços estão à disposição dos pesquisadores e à visitação de escolas, turistas e população em geral.

Investigações de desvios de verbas em 2010[editar | editar código-fonte]

O Banrisul foi investigado em 2010 pela Polícia Federal, Ministério Público Estadual e Ministério Público de Contas por causa de um suposto desvio de dez milhões de reais em dezoito meses. No dia 2 de setembro de 2010, as investigações foram tornadas públicas, na chamada Operação Mercari.[16]

Os recursos desviados seriam destinados ao marketing do banco. O suposto esquema seria baseado no superfaturamento de contas, processo que envolveria pagamento de propina a funcionários. No Banrisul, todos os contratos de publicidade passavam pelo crivo de três dirigentes, o superintendente de marketing, o vice-presidente e diretor de gestão de marketing e o presidente do banco [17] . Os supostos crimes apontados seriam evasão de divisas, ocultação de bens e valores e sonegação fiscal.[16] Quatro pessoas foram presas em dois dias: Walney Fehlberg, superintendente de marketing do banco, Gilson Stork, representante da agência de publicidade SLM e Armando D'Elía Neto, diretor da agência DCS, todos preventivamente no dia 2 de setembro,[18] e Davi Antunes de Oliveira, acusado de ser o articulador do esquema, um dia depois.[19]

O valor apreendido em 2 de setembro chegou a 3,4 milhões de reais, encontrado em notas de euro, dólar, libra esterlina e real.[20] O superintendente da Polícia Federal no Rio Grande do Sul, Ildo Gasparetto, afirmou que os valores apreendidos confirmam lavagem de dinheiro.[21] Na sede da DCS, havia mais de 2,5 milhões de reais, 122 mil dólares, 20 mil euros e 4,5 mil libras esterlinas; na residência de Armando D'Elia Neto, diretor da DCS, foram encontrados 65 mil reais, mais de 22 mil dólares, 50 mil euros e 5,6 mil libras esterlinas; na sede da SLM, foram apreendidos dez mil reais; na casa de Gilson Storck, sócio da SLM, havia mais de 87 mil reais; e na casa de Walney Fehlberg, foram encontrados 169 mil reais e 40 mil dólares.[22]

A diretoria do Banrisul, em nota oficial divulgada no mesmo dia em que a operação foi deflagrada, defendeu-se afirmando que mantém sistemas rigorosos de controle externo e interno. Também ressaltou que deseja ver os valores ressarcidos ao banco, mas que se preocupa com a "exposição pública da instituição com base em apontamentos iniciais" e que se surpreende com as investigações do Ministério Público a partir de uma representação.[23] O Banco Central minimizou o caso, divulgando comunicado afirmando que as investigações "não apontam o envolvimento da alta administração".[20] Tanto a agência SLM quanto a DCS divulgaram comunicados afirmando-se "surpresas" por serem envolvidas nas investigações.[24] [25] A governadora Yeda Crusius postou no seu Twitter que estranhava a data das operações, cerca de um mês antes das eleições; o delegado Ildo Gasparetto rejeitou as insinuações da canditata a reeleição, afirmando que a Polícia Federal não pararia de trabalhar na época desqualificou o argumento como possível defesa de envolvidos.[21]

O Banrisul, através de César Cechinato, diretor administrativo, considerou que a prioridade no dia seguinte à deflagração da operação de apreensão era encontrar um substituto para o superintendente de marketing preso. Ele ressaltou que as irregularidades teriam ocorrido no repasse das agências de publicidade a terceiros, por meio da contratação de serviços.[26]

A Associação Rio-Grande de Propaganda publicou, em 3 de setembro, uma nota em que recusa se manifestar no andamento das investigações.[26]

A Polícia Civil e o Tribunal de Contas da União foram uniram-se às investigações em 3 de setembro. Nesse mesmo dia, o TCU suspendeu qualquer pagamento feito pelo Banrisul às agências investigadas.[26]

O Sindicato dos Bancários também divulgou nota oficial, no dia 3 de setembro, criticando a política de corte de custos que causariam adoecimento dos bancários e prejuízos ao atendimentos aos clientes, enquanto dinheiro era desviado da instituição. O sindicato propôs a retomada do debate sobre controle democrático da sociedade sobre empresas públicas.[27]

No dia 4 de setembro, a direção do Banrisul divulgou medidas adotadas após o ocorrido. Entre elas, estão a suspensão de patrocínios e ações de marketing novos em eventos. Os contratos de publicidade então vigentes seriam revisados e a área de marketing seria reorganizada.[28]

Ildo Musskopf foi anunciado como novo superintendente interino de marketing do banco, em 6 de setembro.[29] No mesmo dia, foi divulgado que o Banrisul estuda entrar com uma ação na União por causa da ação da Polícia Federal; segundo o advogado da instituição, Fábio Medina Osório, a operação teve um "caráter espalhafatoso" e pode ter provocado "danos à imagem do banco no mercado", além de ter sido efetuado próximo de eleições.[30] Segundo a jornalista Rosane de Oliveira, o advogado, sem licitação, também faz a defesa da governadora Yeda Crusius.[31] Também no mesmo dia, Walney Fehlberg, Armando D'Elia Neto e Gilson Stork foram ouvidos pela Polícia Federal; à noite, a 6ª Vara Criminal de Porto Alegre determinou a sua soltura, sob a alegação de que "não oferecem mais riscos às investigações".[32] O acusado de ser um dos operadores do esquema, foi levado ao Presídio Central de Porto Alegre na noite do mesmo dia.[33] Em 8 de setembro, a 6ª Vara Criminal de Porto Alegre, concedeu liberdade provisória a Davi Antunes de Oliveira, o único acusado que ainda estava preso.[34] A libertação dos quatro acusados foi lamentada pelo advogado do Banrisul, em entrevista concedida no dia 9 de setembro; ele ainda criticou uma suposta "espetacularização" da operação da Polícia Federal, temendo danos também às imagens das agências de publicidade envolvidas no esquema.[35]

Ao longo das investigações, dois blogues (Vide Versus e o blogue do jornalista Políbio Braga) denunciaram supostos abusos de competência exercidos pela Polícia Federal e deturpação de fatos noticiados, além de duvidarem da imparcialidade e legalidade das investigações e sugerirem uma motivação político-eleitoral das investigações.[36] [37] [38]

A operação, denominada Mercari (comprar para vender, em latim), também sacudiu a cena eleitoral. O Banrisul é subordinado a uma candidata ao governo do Estado, a governadora Yeda Crusius, do PSDB, e, no período sob investigação o banco estava sob controle de uma pessoa indicada pelo PMDB, partido de outro candidato ao Piratini, José Fogaça. Os dois são adversários de Tarso Genro, ex-ministro da Justiça, que chefiava a PF quando foram iniciadas as investigações, até sete meses atrás, e concorre ao Piratini, pelo PT.[39]

Centro de treinamento[editar | editar código-fonte]

O Banrisul possui em Porto Alegre um Centro Social e de Treinamento para seus colaboradores. Está localizado na Estrada da Serraria, 3100, no bairro Ponta Grossa.

Referências

  1. [1]
  2. a b c d GARCIA, Darcy. O sistema financeiro do Rio Grande do Sul: da criação da Caixa Econômica Estadual ao surgimento dos bancos múltiplos. Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 1990.
  3. [2]
  4. [3]
  5. [4]
  6. Lucro recorde do Banrisul chega a quase R$ 1 bilhão. Governo estadual recebe aproximadamente R$ 170 milhões
  7. Lucro líquido do Banrisul aumenta 153,4% em relação ao valor obtido em 2006
  8. Banrisul tem lucro de R$ 916,4 milhões. Patrimônio líquido do Banco em 2007 totalizou R$ 2,79 bilhões
  9. Banrisul é umas das melhores opções em investimento para 2008
  10. Banrisul é uma das maiores empresas do mundo
  11. Banrisul lucra R$ 504,7 milhões em 2008
  12. [5]
  13. [6]
  14. [7]
  15. [8]
  16. a b Força-tarefa investiga supostos desvios de até R$ 10 milhões na área de marketing do Banrisul Zero Hora.com (02/09/2010). Visitado em 03/09/2010.
  17. Força-tarefa pode definir lista de interrogados no Caso Banrisul nesta quarta Blog Vide Versus (07/09/2010). Visitado em 08/09/2010.
  18. Martins, Cid (02/09/2010). Decretada prisão preventiva dos três detidos por suposto desvio de verbas do Banrisul Zero Hora.com. Visitado em 03/09/2010.
  19. Irion, Adriana (03/09/2010). Caso Banrisul: preso mais um suspeito de envolvimento na fraude contra o banco Zero Hora.com. Visitado em 03/09/2010.
  20. a b Banco Central isenta direção do Banrisul de suspostos desvios Zero Hora.com (02/09/2010). Visitado em 03/09/2010.
  21. a b Valores apreendidos comprovam lavagem de dinheiro, diz PF Correio do Povo (02/09/2010). Visitado em 03/09/2010.
  22. Irion, Adriana (03/09/2010). Caso Banrisul: onde estava o dinheiro apreendido pela Polícia Federal Zero Hora.com. Visitado em 03/09/2010.
  23. Em nota oficial, Banrisul manifesta preocupação em relação à imagem da instituição Zero Hora.com (02/09/2010). Visitado em 03/09/2010.
  24. Agência de publicidade declara "extrema surpresa" com suposto desvio do Banrisul Correio do Povo (02/09/2010). Visitado em 03/09/2010.
  25. PF localiza dinheiro da tesouraria da DCS na casa do superintendente do Banrisul Correio do Povo (02/09/2010). Visitado em 03/09/2010.
  26. a b c Pinto, Roberta (03/09/2010). Caso Banrisul: banco deve definir mudanças no departamento de marketing Zero Hora.com. Visitado em 03/09/2010.
  27. Sindicato dos Bancários critica Banrisul em nota à imprensa Correio do Povo (03/09/2010). Visitado em 03/09/2010.
  28. Novas ações de marketing do Banrisul são suspensas após descoberta de fraude Zero Hora.com (04/09/2010). Visitado em 04/09/2010.
  29. Ildo Musskopf assume marketing do Banrisul como interino Zero Hora.com (06/09/2010). Visitado em 06/09/2010.
  30. Banrisul pode entrar com ação contra União por causa de operação da PF Zero Hora.com (06/09/2010). Visitado em 06/09/2010.
  31. de Oliveira, Rosane (07/09/2010). Página 10 - Rosane de Oliveira Zero Hora.com. Visitado em 07/09/2010.
  32. Justiça determina soltura de três presos na operação do Banrisul Correio do Povo (06/09/2010). Visitado em 06/09/2010.
  33. Caso Banrisul: suspeito de ser um dos operadores da fraude é levado para Presídio Central Zero Hora.com (06/09/2010). Visitado em 07/09/2010.
  34. Caso Banrisul: Justiça concede liberdade provisória a apontado como operador do esquema Zero Hora.com (08/09/2010). Visitado em 08/09/2010.
  35. Advogado do Banrisul diz que investigações não terão como alvo as agências de publicidade Correio do Povo (9 de setembro de 2010). Visitado em 9 de setembro de 2010.
  36. Afinal, o Caso Banrisul é um caso policial ou eleitoral? Blog Jornalista Políbio Braga (06/09/2010). Visitado em 08/09/2010.
  37. Ministério da Justiça petista comandou a investigação da Polícia Federal no Banrisul Blog Vide Versus (03/09/2010). Visitado em 08/09/2010.
  38. Justiça decreta prisão preventiva dos três diretores de agência de publicidade presos na operação do Banrisul Blog Vide Versus (03/09/2010). Visitado em 08/09/2010.
  39. Jose Bonamigo (03/09/2010). Banrisul e agências de propaganda no alvo da PF Rádio Progresso de Ijuí. Visitado em 08/09/2010.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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