XP Investimentos

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XP Investimentos
Executivos XP e Agentes Autônomos reunidos na Nasdaq em 2019
Razão social XP Investimentos Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários S.A.
Empresa cotada em bolsa
Slogan Para os que acreditam no impossível, nós somos a XP Investimentos.
Cotação NASDAQ: XP
Atividade Investimentos
Fundação 2001 (20 anos)
Sede São Paulo
Presidente Thiago Mafra
Pessoas-chave Guilherme Benchimol, Julio Capua, Gabriel Leal, Carlo Ferreira, Fernando Rosado
Empregados 2.500[1]
Produtos Ações, Fundos de investimento, Fundos imobiliários, Ativos de renda fixa, Derivativos
Empresa-mãe XP Inc.
Subsidiárias Manchester, AmericaInvest, Interfloat, Senso, Prime, Clear, Rico Corretora
Website oficial www.xpi.com.br

A XP Investimentos Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários S.A. é uma corretora de valores brasileira. É uma das maiores corretoras independentes do Brasil.[2]

História[editar | editar código-fonte]

Anos 2000[editar | editar código-fonte]

A origem da XP Investimentos é um escritório de agentes autônomos fundado em 2001, em Porto Alegre a partir do desejo comum dos sócios Guilherme Benchimol e Marcelo Maisonnave de ajudar pequenos investidores e pessoas comuns a investirem no mercado de ações, democratizando esta prática no Brasil.[3][4][5][6][7][8][9][10][excesso de citações]

O novo empreendimento começou com um capital de R$15 mil, dois estagiários, dez computadores usados comprados em uma lan house e uma sala de 25m² em Porto Alegre. Inicialmente, a XP Investimentos foi criada como um escritório de agentes autônomos cujo objetivo era conectar investidores a corretores.[3][4][5][11]

No início, a companhia enfrentou dificuldades devido ao momento econômico do país. 2002, segundo ano de atividade da XP Investimentos, foi negativo para o mercado de ações por conta da alta valorização do dólar. Com isso, o mercado de ações apresentou constantes quedas, o que dificultou a captação de clientes.[3][5][12][13]

Os sócios identificaram que a falta de informação e familiaridade com o mercado de ações era um dos fatores que mais dificultava a conquista de novos clientes e, dessa forma, viram na educação financeira uma oportunidade de negócio e passaram a oferecer cursos. Inicialmente, as aulas eram dadas de forma improvisada, no salão de festas do prédio onde ficava a XP, mas os resultados surpreenderam: alguns dos inscritos, atraídos por anúncios publicados em um popular jornal do sul, foram convertidos em clientes da corretora. A mesma fórmula foi replicada em outras cidades do Rio Grande do Sul e, em pouco tempo, expandida para outros estados. Assim foi fundada a XP Educação que, em 2017, se tornaria a maior instituição de educação financeira do Brasil, com mais de 500 mil alunos que já passaram pela instituição.[3][4]

Em 2005, foi criada a XP Gestão de Recursos, empresa de administração de recursos. Com a incorporação da empresa Americainvest CCTVM Ltda em 2007, a XP Investimentos passou a atuar como corretora.[14]

Em 2006, quando XP já faturava em torno de R$ 6 milhões, adquiriu as corretoras AmericaInvest e Manchester, e deixou de ser um escritório de agentes autônomos para ter a licença de operar como uma corretora.[3][15]

Dois anos depois, o mundo viveria uma grande crise, com o colapso do banco Lehman Brothers, e a XP começou a perceber a necessidade de diversificação de seus negócios.

Devido à rápida recuperação do Brasil, 2009 foi um excelente ano para a XP que retomou seu crescimento, ficou em 1º lugar entre as corretoras independentes e já possuía uma carteira de quase 5 mil clientes.[3][16]

Anos 2010[editar | editar código-fonte]

Em janeiro e fevereiro de 2010, foi a corretora que mais negociou ações no sistema da B3.[17]

Em agosto de 2019, a corretora foi condenada e multada pelo Conselho de Supervisão da BSM, órgão autorregulador da bolsa de valores de São Paulo, pela utilização irregular de seus sistemas de negociação ao priorizar seus próprios negócios ante os de seus clientes.[18] Segundo a XP, a BSM concluiu que o serviço prestado pela corretora economizou 18,5 milhões de reais para clientes — e, em alguns casos, gerou perdas totalizando 30 mil reais.[19]

Em setembro do mesmo ano, a XP Investimentos possuía 1,5 milhão clientes e 350 bilhões de reais em ativos sob custódia.[20] No mesmo ano, Guilherme Benchimol, CEO e fundador da XP Investimentos, foi eleito uma das 50 pessoas mais influentes do mundo pela Bloomberg.[21]

IPO XPINC - Guilherme Benchimol na Nasdaq em 2019

Após um rebranding, em setembro de 2019, o Grupo XP, que abriga todas as marcas (XP Investimentos, Rico, Clear, Infomoney) e iniciativas da holding, anunciou que passaria a se chamar XP Inc.[22][23]

Em dezembro do mesmo ano, a XP Inc. realizou sua oferta inicial de ações (IPO na sigla em inglês) na bolsa de valores de Nova Iorque- NASDAQ. Na ocasião, a companhia captou US$2,25 bilhões e foi considerado o maior IPO de uma empresa brasileira na bolsa americana.[24][25]

Anos 2020[editar | editar código-fonte]

Em junho de 2020, Douglas Belchior, cofundador da Uneafro Brasil, disse que a declaração de Guilherme Benchimol, presidente da XP Investimentos, estava alinhada com uma estratégia de "genocídio" junto ao governo: "Pouco depois da chegada da Covid-19 no Brasil, já havia mais contaminados nas periferias que entre ricos. Um mês atrás, o presidente da XP Investimentos deu uma declaração canalha sobre a retomada da economia que é emblemática da mentalidade da elite do Brasil. Disse que o pico da doença tinha passado nas classes média e alta, e que o problema eram as favelas. Fecharam a cidade, fecharam tudo, enquanto a doença acometia ricos. Quando despenca entre eles e explode entre pobres e pretos, abrem a cidade e acabam com o isolamento social. Que nome você dá pra isso? Isso é genocídio. É uma ação deliberada do Estado que vai resultar na morte desproporcional de determinado segmento da população. Isso é crime de responsabilidade."[26]

Em Março de 2021 Gulherme Benchimol deixou sua posição de CEO da companhia e passou o cargo para Thiago Mafra. Benchimol ficou na empresa como administrador.[27]

Em agosto de 2021, uma das empresas ligadas a XP Investimentos, a Avel Investimentos, foi alvo de críticas por publicar uma foto com o quadro geral de seus funcionários que é composto em sua maioria de homens brancos.[28] Posteriormente, a empresa pediu desculpas pela foto.[29] Também foi criticado o fato dos funcionários estarem aglomerando na pandemia de COVID-19 e sem o uso de máscara. Após o episódio, o Centro Santo Dias de Direitos Humanos e as ONGs Educafro e Visibilidade Feminina entraram com uma ação contra a empresa pedindo uma idenização de 10 milhões de reais e solicitando que as empresas formem um plano com metas para impedir tais casos com atos de discriminação de raça, sexo, gênero e idade em todos os processos de recrutamento.[30] Escrevendo para o Nexo Jornal, Luiz Augusto Campos disse que a "imagem expressa uma visão aristocrática da meritocracia, segundo a qual as competências individuais importam independentemente dos privilégios de quem as ostenta."[29] Na Folha de S.Paulo, Antônio Isuperio escreveu o artigo "Por que ainda preferimos ser racistas que capitalistas", e destacou, "Foto com funcionários [da Avel Investimentos] aglomerados, todos brancos, parece meme, mas é Brasil".[31]

Em nota, a XP Investimentos disse que "está comprometida a fazer transformações significativas e reconhece que a inclusão de pessoas negras na companhia e rede de parceiros é uma questão fundamental. Nosso compromisso com a Diversidade e Inclusão estabelece metas internas para aumentar a contratação, em todos os cargos, de pessoas negras, mulheres, LGBTQIA+ e PCDs. Além disso, contamos com o suporte de consultores externos e coletivos de trabalhadores. Estamos trabalhando, incansavelmente, para ser cada vez mais um agente de mudança da sociedade e do mercado financeiro."[32]

Expert[editar | editar código-fonte]

Após uma visita a feira norte-americana Charles Schwab (um conhecido ‘shopping center’ de investimentos) em 2010, alguns diretores da XP viram nessa ideia uma oportunidade de trazer um evento no mesmo formato ao Brasil.[33]

Em 2011, aconteceu a primeira edição da Expert, realizada no hotel Windsor, no Rio de Janeiro reunindo 550 assessores de investimentos em um evento exclusivo.[33] No ano seguinte, a segunda edição da Expert demonstrou o sucesso do seu modelo de negócio.[34]

Em 2013, a Expert XP saiu do Rio de Janeiro e iniciou sua trajetória na cidade de São Paulo.

Com uma edição exclusiva para assessores de investimentos credenciados à XP em 2014, o evento reuniu 1.550 assessores em uma imersão de 3 dias com palestras e networking.

Em 2017, a XP abriu a Expert para os clientes.[35] O evento reuniu mais de 8 mil pessoas em dois pavilhões do Transamérica Expo Center.[33]

No ano seguinte, a Expert contou com duas edições: Expert Latin América Conference, que reuniu 500 pessoas em um evento fechado em Miami e a edição no Brasil [33], que contou com mais de 12 mil pessoas.[36]

Em 2019, além da edição em São Paulo, que reuniu mais de 20 mil participantes, a Expert ganhou sua primeira edição regional. A Expert Talk, que aconteceu em Florianópolis[37], reuniu cerca de 5 mil participantes da região Sul do Brasil.

Devido à pandemia vivida em 2020, por conta do Covid-19, a XP investimentos realizou pela primeira vez sua conferência anual de investimentos- a Expert-, em um formato 100% online e gratuito. Esta edição reuniu mais de 5 milhões de expectadores e contou com palestras de importantes personalidades como Esther Duflo, Malala Yousafzai e Magic Johnson.[38]

Fusões e aquisições[editar | editar código-fonte]

Em 2010, a XP investimentos teve seu primeiro aporte financeiro feito pelo fundo inglês Actis no valor de R$ 100 milhões por 20% da companhia. No mesmo ano, a XP começou a diversificar a plataforma de produtos inspirada na corretora americana Charles Schwab, com a intenção de transformar a XP em um supermercado financeiro ao diversificar suas receitas de comissões.[3][4][39][40]

A partir de 2011, a XP intensificou as operações de aquisição e fusão ao incorporar a Interfloat, corretora líder no segmento de investidores pessoa física com perfil profissional, No mesmo ano, comprou o portal de informações financeiras InfoMoney, com o objetivo de oferecer um serviço de informações e ferramentas relacionadas a investimentos para seus clientes.[2][41][42][43][44][45][46][excesso de citações]

Também em 2011, a companhia anunciou a fusão com a Senso Corretora, passando a ter 27% de participação no setor de varejo da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) à época.[23][47][48]

Um ano depois, a General Atlantic, quinto maior fundo de private equity do mundo à época, comprou 31% da XP por R$ 420 milhões. Parte desta fatia, 10%, foi comprada da inglesa Actis que já detinha 20% da corretora adquiridos em 2010.[3][49]

Ainda em 2012, a XP Investimentos anunciou a união de forças com a empresa Prime Corretora.[50]

Em julho de 2014, anunciou a compra da Clear Corretora por R$ 90 milhões.[51]

Em 2016, a americana General Atlantic fez um novo aporte de R$ 450 milhões, aumentando para 49% a sua fatia na companhia.[52][53] No mesmo ano, anunciou a aquisição da empresa Rico Corretora de Valores.[54][55][56]

Em julho de 2017, o Itaú Unibanco, maior banco privado do Brasil, anunciou uma oferta para a compra de 49,9% da XP Investimentos por R$ 5,7 bilhões. A compra foi aprovada em agosto do ano seguinte pelo Banco Central. O acordo previa que, embora o banco passasse a deter uma expressiva parte da corretora, ela se manteria independente, com seus acionistas à frente da gestão de maneira autônoma.[57][58][59][60]

No final do mesmo ano, a XP Investimentos anunciou associação com o Itaú Unibanco, que adquiriu 49,9% das ações da XP por R$ 6,3 bilhões.[61]

Atuação Internacional[editar | editar código-fonte]

Após 10 anos de atuação no Brasil, em 2011, a XP Investimentos iniciou sua expansão internacional com a fundação do seu primeiro escritório fora do Brasil, na cidade de Nova York. A operação nasceu com o objetivo de atender a fundos americanos com investimentos em mercados brasileiros e também clientes latino americanos que investem no exterior.[62][63]

Em 2014, a corretora iniciou sua operação em Miami para atender clientes de alta renda e clientes institucionais que investem no Brasil e na América Latina.[3][60][64][65]

Dois anos depois, a XP abriu operação, na cidade de Genebra, com foco em clientes latino-americanos que preferem usar uma conta européia para manter seu dinheiro no exterior.[62][63]

Prêmios[editar | editar código-fonte]

  • Prêmio iBest 2020 - Top 3 pelo Júri Oficial na categoria Investimentos com a InfoMoney[66]
  • Prêmio iBest 2020 - Top 3 pelo Júri Oficial na categoria Corretora Digital com a Rico[67]
  • Prêmio iBest 2020 - Top 3 pelo Júri Popular e Vencedor pelo Júri Oficial na categoria Corretora Digital[68]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • 2019: "Na Raça - Como Guilherme Benchimol Criou a XP e Iniciou a Maior Revolução do Mercado Financeiro Brasileiro", escrito pela jornalista Maria Luíza Filgueiras[69]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

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Ligações externas[editar | editar código-fonte]