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Cielo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Cielo
Razão socialCielo S.A.
Nome(s) anterior(es)Visanet Brasil (1995-2009)
empresa de capital fechado
Atividadeserviços financeiros
Gênerosociedade anônima
Fundação29 de novembro de 1995 (30 anos)
SedeBarueri, SP,  Brasil
Proprietário(s)EloPar
PresidenteEstanislau Bassols
Empregados5 576 (2021)[1]
Produtosmeios de pagamento eletrônicos
Valor de mercadoR$ 14.2 bilhões (2022)[2]
AtivosAumento R$ 109 bilhões (2022)[3]
LucroAumento R$ 1.57 bilhões (2022)[2]
FaturamentoBaixa R$ 10.69 bilhões (2022)[2]
Websitewww.cielo.com.br

Cielo, anteriormente Visanet Brasil, é uma empresa brasileira de serviços financeiros. Atua como adquirente multibandeira, oferecendo soluções para gestão de informações econômico-financeiras através de equipamentos para captura e processamento de transações via crédito, débito e Pix.[4]

A Cielo S.A. – Instituição de Pagamento é uma das empresas brasileiras mais conceituadas de meios de pagamentos do país, com 30 anos de experiência em soluções financeiras que evoluíram com o próprio mercado de pagamentos no Brasil.

A companhia oferece um portfólio de soluções tecnológicas para diferentes segmentos do Varejo. Tem como propósito “simplificar e impulsionar negócios para todas as pessoas”.

Em 2024, contava com mais de 780 mil clientes espalhados por todas as regiões do país, cobrindo quase 99% do território nacional.[1][2]

História

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Criada em 29 de novembro de 1995[5] pelo Bradesco, Banco do Brasil, Banco Real (atual Banco Santander) e o extinto Banco Nacional, juntamente com a Visa, a Visanet tinha com o objetivo inicial de unificar as relações com todos os estabelecimentos afiliados à bandeira Visa no Brasil, desenvolver soluções tecnológicas de captura e processamento de transações e realizar a liquidação financeira, deixando os bancos livres para se concentrarem na emissão de cartões e na concessão de crédito aos portadores.[6][7]

Nessa época, a Visanet contava com 100 mil estabelecimentos afiliados. No decorrer do tempo, a empresa lançou novos produtos, como o Visa Electron e Visa Vale. Apoiada na forte expansão do mercado consumidor brasileiro, a empresa conseguiu rápido crescimento, tornando-se a líder do setor, com uma base de 1.3 milhão de estabelecimentos ativos em 2012 e com presença em 5.511 municípios brasileiros e cobrindo 99% do território nacional.[8]

Em 2009, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, juntamente com o CADE, aprovou um projeto que colocou fim na exclusividade que Visanet e Redecard detinham com as bandeiras internacionais Visa e Mastercard, como forma de estimular o aumento da concorrência no setor.[9][10][11] Inicialmente, essa medida acirrou a disputa entre as duas empresas, já que uma companhia pode processar vendas com bandeiras que até então eram exclusivas da outra. Além disso, novos credenciadores poderiam investir nesse mercado em franco crescimento. Os lojistas poderiam a partir de então escolher qual empresa processará suas transações, utilizando apenas um terminal eletrônico e dando preferência à empresa que oferecer as menores taxas administrativas sobre as vendas. Porém, analistas estimam que em um futuro muito próximo, haverá nada menos que 20 novos players no mercado de processamento de transações com plásticos.[12] O mais novo deles é o Santander, banco espanhol que detinha ações da própria Cielo, mas que em 2009 vendeu sua participação na empresa e comprou a GetNet.[13]

Em julho de 2009, a empresa lançou ações na bolsa de valores, realizando uma das maiores ofertas públicas de ações do país.[14] Em dezembro de 2009, devido ao fim da exclusividade com a bandeira Visa e com o objetivo de iniciar o processamento de transações de outras bandeiras, a empresa mudou de nome e passou a se chamar Cielo.[15]

A partir daí, o Santander saiu da composição acionária e a empresa passou a ser controlada pelo Bradesco (Columbus Holdings S.A.) e pelo Banco do Brasil (BB Banco de Investimentos S.A.), cada qual com 28,65% do capital social, que até mantêm um acordo de acionistas atualizado em 2014 e vigente por prazo indeterminado.[16]

Ao longo de 2010, a companhia fechou parceria com as bandeiras regionais Aura, Sorocred, Policard e Good Card, além de uma aliança com a Dotz, uma das principais empresas de programas de fidelização no modelo de coalizão da América Latina. Em 2011, a Cielo anunciou parceria com a Cred-System, emissora de cartões de crédito da bandeira Mais!, e com o Banestes, Banco do Espírito Santo, emissor do Banescard, mas somente no final de 2013 o cartão do banco começou a ser aceito. No segmento de cartões de benefícios, além de Visa Vale e Sodexo, a Cielo firmou parcerias com Bônus CBA, Cabal Vale, Verocheque e Sapore Benefícios, além da bandeira Elo, 100% brasileira, resultado da parceria de três dos maiores bancos do país: Bradesco, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.

Em 2011, a Cielo capturou R$ 320,4 bilhões o equivalente a 7,6% do PIB brasileiro na época.[17]

Em 2012, a Cielo lançou a opção Crediário na sua máquina e anunciou parceria com a CyberSource, fornecedora de soluções de gestão de pagamentos, e lançou uma plataforma de prevenção à fraude em comércio eletrônico. O objetivo da aliança é preservar o bom comprador e identificar transações fraudulentas, o que garantirá maior conversão de vendas com menor custo operacional.[18]

Em junho de 2012 a Cielo adquiriu a empresa americana de tecnológica para serviços meios de pagamento Merchant e-Solutions (MeS) por 670 milhões de dólares.[19]

Ainda em 2012, lançou o Cielo Linkci, solução que permite ao lojista oferecer a opção dos seus clientes fazer, se quiserem, check-in ou recomendar o estabelecimento para os amigos do Facebook utilizando qualquer cartão na máquina da Cielo[20] – no mesmo ano a companhia foi responsável pela captura, processamento e liquidação de aproximadamente 5 bilhões de transações financeiras no Brasil, valor equivalente a 8,4% do PIB brasileiro na época.[21]

Em 2013, foi editada a Lei 12.865 que buscava fomentar a concorrência no ramo dos meios de pagamento.

Diante da grande concentração do segmento de cartão de crédito, o CADE iniciou uma série de procedimentos, merecendo menção a Nota Técnica 10/2016[22] que sugeriu a abertura de três inquéritos administrativos em face da Cielo e algumas outras empresas do ramo, ao argumento de que haveria conduta anticompetitivas que barravam a entrada de novos concorrentes.

Com a entrada de novos concorrentes no mercado, houve um aumento significativo da concorrência, muitas vezes noticiada como "A Guerra das Maquininhas",[23] e o valor de mercado da companhia diminuiu de aproximadamente 72 bilhões de reais em janeiro de 2018 para aproximadamente 18 bilhões em junho de 2019 - uma espetacular queda de 75%.

Para os acionistas e para seus controladores, a empresa tem que se reinventar. Na apresentação de resultados do segundo trimestre de 2019, a empresa mostrou uma retomada do volume de operações e do número total de clientes.[24]

Em agosto de 2019, a Cielo divulgou o lançamento de sua nova plataforma - o Cielo Pay. O aplicativo que reúne diversas funcionalidades no setor de pagamentos dispensará o uso de maquininhas de cartão e passará, a partir de 14 de outubro de 2019, que lojistas vendam seus produtos por meio de QR Code no celular, envio de links de pagamentos por WhatsApp ou ainda pela emissão de boletos.[25][26] Ainda em 2019, a Cielo absorveu integralmente a operação da Stelo[27].

Em 2020, diante da pandemia de Covid-19, a Cielo foi a primeira adquirente a prover uma solução para que os cartões do Auxílio Emergencial do Governo pudessem ser usados diretamente nos terminais da empresa. Além de auxiliar milhões de pessoas de baixa renda a evitarem aglomeração, a companhia compartilhou a tecnologia com as demais empresas do segmento, apoiando a sociedade e contribuindo para movimentar a economia naquele momento. [28]

Também durante a pandemia, fez o lançamento da comunidade Cielo Movimenta, que ajudava a colocar compradores e vendedores em contado, disponibilizando um canal alternativo de vendas para pequenos, médios e grandes empreendedores no país. [29]

Neste mesmo ano, a Cielo anunciou uma parceria com o Facebook (atual Meta) para viabilizar transações de pagamento por WhatsApp no Brasil. [30]

Em 2021, a Cielo iniciou a operação de pagamentos no WhatsApp entre pessoas físicas, colocando o Brasil como pioneiro global na oferta de serviços de pagamentos feitos via app de mensagens.

Em outra frente, os terminais de pagamento da empresa foram adaptados para receber transações com o Pix[31].

Ainda em 2021, a Cielo se tornou a primeira adquirente brasileira a oferecer pagamentos utilizando a tecnologia de reconhecimento facial. Também se consolidou como pioneira entres as adquirentes na atuação no transporte público brasileiro, disponibilizando soluções de pagamento utilizadas em diversos modais de 11 cidades do país.

Outro marco da empresa ocorreu no ano seguinte, quando a Cielo se torna a primeira adquirente a conquistar a certificação ISO 22.301, garantindo um sistema de gestão de continuidade de negócios.

Em 2023, em continuidade à parceria com a Meta, a Cielo passou a oferecer uma nova funcionalidade de pagamentos via WhatsApp[32]: as transações P2M (de pessoas para empresas).

Outro lançamento feito neste mesmo ano foi o Cielo Tap. Utilizando a tecnologia “tap on phone”, a solução transforma celulares ou tablets Android em maquininha de cartão

Em agosto de 2024, foi realizada uma OPA da Cielo na bolsa em um acordo entre dois bancos. A holding EloPar, controlado pelo Bradesco e Banco do Brasil, passou a controlar a empresa, fechando assim a capital na bolsa depois de 15 anos.[33]

No ano de 2025, a Cielo completa 30 anos no mercado de adquirência brasileiro. [34]

Ano Organização Recipiente(s) Categoria Resultado
2020 Prêmio iBest Cielo Adquirência TOP3[35]
2022 Prêmio iBest Cielo Maquininha de Cartão TOP3[36]
2022 Top of Mind – Folha de S. Paulo Cielo Maquininha de pagamento 1º lugar[37]
2022 Prêmio Consumidor Moderno Cielo Excelência em Serviços ao Cliente 1º lugar[38]
2022 Prêmio Reclame Aqui Cielo Meios de Pagamentos Eletrônicos 1º lugar[39]
2022 Prêmio Ouvidorias Brasil Cielo Melhores cases[40]
2022 Prêmio Respeito Cielo Meios de Pagamentos 1º lugar[41]
2022 Prêmio Valor Inovação Cielo Companhias Mais Inovadoras 2º lugar
2022 Think Work Flash Inovations Cielo Treinamento e Desenvolvimento 1º lugar[42]
2022 Prêmio Nacional de Qualidade de Vida – ABQC Cielo Ações para o Bem-Estar Corporativo 2º lugar[43]
2023 Top of Mind – Folha de S. Paulo Cielo Maquininha de Pagamento 1º lugar[44]
2023 Ranking Interbrand Cielo Marcas Brasileiras Mais Valiosas TOP 25[45]
2023 Brand Finance Brasil 100 Cielo Marcas Mais Valiosas do Brasil 43º lugar[46]
2023 Prêmio Ouvidorias Brasil Cielo Melhores Cases[47]
2023 Prêmio Valor Inovação Cielo Mais Inovadora – Serviços de Pagamentos 1º lugar[48]
2023 100 Open Startups Cielo Serviços Financeiros 3º lugar[49]
2023 TOP Companies – LinkedIn Cielo Melhores Companhias para Desenvolvimento Profissional TOP25[50]
2023 Carteira IDIVERSA B3 Cielo Diversidade de gênero e raça [51]
2024 Prêmio Ouvidorias Brasil Cielo Melhores cases[52]
2024 Prêmio Valor Inovação Cielo Serviços Financeiros TOP3

Ver também

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Referências

  1. a b «Relatório Integrado 2021». Cielo RI. p. 102. Consultado em 1 de fevereiro de 2023 
  2. a b c d «Resultados 2022». Cielo RI. 27 de janeiro de 2023. Consultado em 1 de fevereiro de 2023 
  3. «Relatório da Administração 2022». Cielo RI. 26 de janeiro de 2023. p. 22. Consultado em 1 de fevereiro de 2023 
  4. «Histórico e Perfil Corporativo». Consultado em 1 de fevereiro de 2023. Arquivado do original em 18 de novembro de 2017 
  5. «Cielo S.A. - Perfil da Empresa». EMIS. Consultado em 1 de fevereiro de 2023 
  6. «Cielo - Company Profile». Crunchbase (em inglês). Consultado em 1 de fevereiro de 2023 
  7. «VisaNet sai ás ruas para unificar a rede». Folha de S.Paulo. 16 de maio de 1996. Consultado em 6 de junho de 2022 
  8. «Cartão de crédito ganha função de 'carnê de crediário'». Estadão. 28 de abril de 2012. Consultado em 1 de fevereiro de 2023. Arquivado do original em 3 de maio de 2012 
  9. «Transações com cartão de crédito devem crescer 150% em quatro anos». Jornal do Povo de Três Lagoas. 5 de dezembro de 2009. Consultado em 1 de fevereiro de 2023. Arquivado do original em 17 de agosto de 2014 
  10. «Ações de Redecard e Cielo caem após aprovação de projeto na CCJ». iG. Consultado em 18 de janeiro de 2010. Arquivado do original em 14 de dezembro de 2009 
  11. «Cielo fecha acordo com Cade para abertura de mercado». Exame. 10 de outubro de 2010. Consultado em 1 de fevereiro de 2023 
  12. «Mercado de cartões deverá ter 20 novos credenciadores, estima presidente da CSU». iG. 4 de dezembro de 2009. Consultado em 18 de janeiro de 2010. Arquivado do original em 6 de março de 2010 
  13. [1][ligação inativa]
  14. «Ação da VisaNet sai a R$15 e confirma maior IPO no país». G1. 25 de junho de 2009. Consultado em 1 de fevereiro de 2023. Cópia arquivada em 4 de março de 2016 
  15. «VisaNet vira Cielo e entra na era da concorrência». G1. 10 de novembro de 2009. Consultado em 1 de fevereiro de 2023. Cópia arquivada em 2 de abril de 2015 
  16. Cielo, S/A. «Acordo de Acionistas da Cielo S/A». BMFV. Consultado em 24 de julho de 2019 
  17. «Cielo movimenta 7,6% do PIB em operações com cartões». ABRAS - Associação Brasileira de Supermercados. 10 de fevereiro de 2012. Consultado em 1 de fevereiro de 2023 
  18. «Cielo e CyberSource se unem para prevenir fraudes eletrônicas». 20 de março de 2012. Consultado em 24 de maio de 2012. Arquivado do original em 25 de março de 2012 
  19. «Cielo compra americana Merchant e-Solutions». Exame. 2 de julho de 2012. Consultado em 1 de fevereiro de 2023 
  20. «Máquinas da Cielo agora possuem integração com o Facebook». tecmundo. 27 de novembro de 2012. Consultado em 1 de fevereiro de 2023 
  21. «Diagnóstico do Sistema de Pagamentos de Varejo do Brasil» (PDF) 1ª ed. Banco do Brasil. Maio de 2005. Consultado em 1 de fevereiro de 2023 
  22. Oliveira, Marcelo Nunes de (2 de dezembro de 2014). «Nota Técnica Nº 10/2016/CGAA2/SGA1/SG/CADE». Conselho Administrativo de Defesa Econômica. Consultado em 24 de julho de 2019 
  23. Proteste, Redação (7 de maio de 2019). «6 capítulos da guerra das maquininhas de cartão de débito e crédito». Proteste - Associação Brasileira de Defesa do Consumidor. Consultado em 24 de julho de 2019 
  24. CIELO (23 de julho de 2019). «Apresentação dos Resultados do 2T19» (PDF). Cielo S/A. Consultado em 24 de julho de 2019 
  25. «Fim de uma era? Cielo lança app que dispensa uso da maquininha». EXAME. Consultado em 26 de agosto de 2019 
  26. «Cielo anuncia banco digital, denominado "Cielo Pay"». Suno Notícias. 26 de agosto de 2019. Consultado em 26 de agosto de 2019 
  27. «Stelo e Cielo se unem». 3 de dezembro de 2020. Consultado em 1 de setembro de 2025 
  28. «Maquininha da Cielo aceitará auxílio emergencial; saiba como». CNN Brasil. 4 de maio de 2020. Consultado em 1 de setembro de 2025 
  29. Pequenas Empresas & Grandes Negócios | Cielo Movimenta cria iniciativas que apoiam negócios durante a pandemia | Globoplay, consultado em 1 de setembro de 2025 
  30. «Cielo faz acordo com Meta para pagamentos via WhatsApp». Valor Econômico. 9 de setembro de 2022. Consultado em 1 de setembro de 2025 
  31. TudoCelular.com (29 de julho de 2020). «Cielo confirma suporte ao PIX em máquinas de pagamento com cartão». TudoCelular.com. Consultado em 15 de setembro de 2025 
  32. Reuters (9 de setembro de 2022). «Cielo vai capturar e processar pagamentos por WhatsApp». Forbes Brasil. Consultado em 15 de setembro de 2025 
  33. «BB e Bradesco desembolsam R$ 4,3 bi e tiram Cielo da bolsa». Valor Econômico. 14 de agosto de 2024. Consultado em 25 de agosto de 2025 
  34. «Linha do tempo Cielo: 29 anos apaixonados por você». 29 de novembro de 2023. Consultado em 23 de setembro de 2025 
  35. «Prêmio iBest | O Maior Prêmio do Brasil». Prêmio iBest 2025. Consultado em 2 de outubro de 2025 
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  38. «Prêmio Consumidor Moderno 2022 – Empresas Vencedoras». Consumidor Moderno. Consultado em 23 de setembro de 2025 
  39. Meira, Raquel (13 de dezembro de 2022). «Confira os grandes vencedores do Prêmio Reclame AQUI 2022». Blog Reclame AQUI. Consultado em 24 de setembro de 2025 
  40. «Pelo 2º ano, Cielo conquista o Prêmio Ouvidorias Brasil». 17 de março de 2023. Consultado em 24 de setembro de 2025 
  41. Brandão, Marcelo (14 de outubro de 2022). «Prêmio Respeito 2022: a celebração do respeito ao cliente». Consumidor Moderno. Consultado em 24 de setembro de 2025 
  42. thinkwork (11 de agosto de 2022). «Festa premia vencedores do Think Work Flash Innovations, veja lista». Think Work Lab. Consultado em 26 de setembro de 2025 
  43. ABQV, Associação Brasileira de Qualidade de Vida- (9 de dezembro de 2023). «Empresas conquistam o 26º Prêmio Nacional de Qualidade Vida?». ABQV. Consultado em 26 de setembro de 2025 
  44. «Empatado com Visa, Nubank é Top Cartão de Crédito pela 1ª vez». Top of Mind. 31 de outubro de 2023. Consultado em 26 de setembro de 2025 
  45. Conteúdo, Estadão (27 de março de 2023). «Ranking revela as marcas mais valiosas do Brasil em 2023; confira». investnews.com.br. Consultado em 26 de setembro de 2025 
  46. «Brandirectory». brandirectory.com (em inglês). Consultado em 2 de outubro de 2025 
  47. «Vamos conhecer as empresas vencedoras do Prêmio Ouvidoria/Ombudsman Brasil 2023! 🏆 – ABRAREC». 5 de fevereiro de 2024. Consultado em 2 de outubro de 2025 
  48. PricewaterhouseCoopers. «Prêmio Valor Inovação Brasil 2023». PwC. Consultado em 3 de outubro de 2025 
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  50. «Descubra Top Companies no LinkedIn. Veja vagas, funcionários, localidades e muito mais.». www.linkedin.com. Consultado em 3 de outubro de 2025 
  51. Paim, Camila (15 de agosto de 2023). «B3 (B3SA3) lança novo índice de diversidade; confira lista completa». Suno Notícias. Consultado em 3 de outubro de 2025 
  52. «Conheça os vencedores do Prêmio Ouvidorias Brasil 2024: – ABRAREC». 5 de março de 2025. Consultado em 13 de outubro de 2025 

Ligações externas

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