Engie Brasil

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Engie Brasil Energia
Empresa de capital aberto
Cotação BM&F Bovespa: EGIE3
Atividade Energia elétrica
Gênero Sociedade anônima
Fundação 1998
Sede Florianópolis,  Brasil
Pessoas-chave Eduardo Sattamini, (CEO)
Empregados 1.048
Produtos Geração, comercialização e transmissão de energia
Acionistas Engie
Website oficial https://www.engie.com.br/

A Engie Brasil Energia (BM&F Bovespa: EGIE3), anteriormente Tractebel Energia[1] é a maior geradora privada[2] de energia do Brasil[quando?], que possui participação de cerca de 6,2% no mercado brasileiro. Sua capacidade instalada própria é de 7.868,1 MW, composta por 31 plantas operadas por ela, das quais onze são hidrelétricas, três termelétricas e dezesseis complementares: três a biomassa, nove eólicas, duas pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) e duas solares. Possui 85% de capacidade instalada operada de fontes limpas e renováveis.[3]

Com sede em Florianópolis, a companhia atua desde 1998[4] na geração e comercialização de energia, por meio da implantação e operação de usinas. Controlada pelo grupo franco-belga Engie (68,7%), a Engie encerrou 2017 com um quadro de 1.048 empregados próprios e passou a atuar também no segmento de transmissão de energia.

Parque gerador[editar | editar código-fonte]

O parque gerador da Engie conta com 31 usinas, sendo 11 hidrelétricas, quatro termelétricas convencionais e 16 usinas complementares — duas pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), nove eólicas, três a biomassa e duas solares fotovoltaicas. Desses empreendimentos, 27 são controlados integralmente pela companhia, de modo que a capacidade instalada própria total soma 7.868,1 MW. Por sua vez, a capacidade é de 11.059 MW[carece de fontes?].

Em 2017, duas novas concessões contribuíram para ampliar essa representatividade: as usinas hidrelétricas Jaguara e Miranda. Com 424 MW de capacidade instalada, a usina hidrelétrica Jaguara se localiza no município de Rifaina e iniciou sua operação comercial em 1971. A usina hidrelétrica Miranda, por sua vez, está localizada em Indianópolis, com 408 MW de capacidade instalada, e completará 20 anos de operação em 2018. Ambas as concessões foram a leilão em 27 de setembro de 2017[5], conforme parâmetros técnicos e econômicos estabelecidos na Resolução nº 12/2017[6], do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE).

Nos últimos anos, a Engie vem diversificando o seu portfólio de usinas, a partir do uso de fontes alternativas de energia, tais como a biomassa e eólica. Inaugurou, em outubro de 2012, a usina hidrelétrica Estreito (1.078 MW de capacidade instalada), na divisa entre Maranhão e Tocantins, e iniciou, em abril de 2014, a operação total do complexo eólico Trairi, no Ceará (capacidade instalada de 115 MW), formado por quatro parques eólicos.

Vista aérea da hidrelétrica de Estreito.

Além disso, dois novos parques eólicos estão em implantação na Bahia. O complexo eólico Campo Largo e o complexo eólico Umburanas[7]. Juntos, eles irão agregar 626,7 MW de capacidade. A construção e a aquisição de novas unidades de geração de energia também fazem parte da estratégia do grupo ENGIE em intensificar os investimentos em geração de energia no Brasil. Hoje, o grupo tem participação na construção da usina hidrelétrica Estreito (1.087 MW), no rio Tocantins, no Maranhão, na usina hidrelétrica Jirau (3.300 MW), localizada no rio Madeira, estado de Rondônia.

Mercado[editar | editar código-fonte]

A Engie é uma companhia de capital aberto, com ações negociadas na BM&FBovespa (Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo). Integra o ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da BM&F Bovespa) – ferramenta para análise comparativa da performance das empresas listadas na BM&FBovespa, que leva em conta critérios como eficiência econômica, ações e políticas de sustentabilidade ambiental e social, além de governança corporativa – desde a sua criação, em 2005.

Reconhecimento[editar | editar código-fonte]

A Engie é uma das empresas referência em sustentabilidade[carece de fontes?], ocupando papel de destaque entre os empreendimentos do setor elétrico[carece de fontes?]. Devido a essa visão e às suas boas práticas de gestão, recebeu diversas premiações[carece de fontes?], como: Prêmio Brasil Ambiental da Câmara de Comércio Americana (Amcham-Rio),  Prêmio Fritz Muller, Prêmio ADVB/SC Empresa Cidadã, Prêmio Expressão de Ecologia, Prêmio da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos, Prêmio Valor Carreira, Prêmio LIF (Câmara de Comércio França-Brasil), 1° lugar entre As Melhores Companhias para os Acionistas, Prêmio Destaque Agência Estado Empresas, Prêmio Ser Humano (Associação Brasileira de Recursos Humanos - Seccional Santa Catarina), As Melhores da Dinheiro (edição especial da Revista Isto É Dinheiro), Melhor Empresa da América Latina em Relações com Investidores (Revista Institutional Investor), Prêmio Abrasca de Relatórios Anuais, Best Investor Relations (revista Institutional Investor), Prêmio Abrasca de Criação de Valor, entre outras.

Referências

  1. Rita Azevedo (20 de julho de 2016). «Tractebel vira Engie Brasil e muda código de ação na Bolsa». Exame. Consultado em 8 de junho de 2016 
  2. «Agentes Geradores - Os 10 Maiores». www2.aneel.gov.br. Consultado em 7 de junho de 2018 
  3. «Mais de 85% da energia gerada pela Engie Brasil é proveniente de fontes renováveis» 
  4. «Leilão Gerasul» 
  5. Comércio, Jornal do. «Engie leva hidrelétricas Jaguara e Miranda no leilão da Cemig». Jornal do Comércio 
  6. «CONSELHO NACIONAL DE POLÍTICA ENERGÉTICA - CNPE» (PDF). Ministério de Minas e Energia. 12 de maio de 2017 
  7. «Engie dedica R$ 3,5 bi aos complexos eólicos Campo Largo e Umburanas (BA) | Revista O Empreiteiro». revistaoe.com.br. Consultado em 7 de junho de 2018 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]