Companhia Energética de Brasília

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CEB
Razão social Companhia Energética de Brasília
Tipo Empresa de capital aberto
Slogan Recuperando a nossa força
Cotação BM&F Bovespa: CEBR3, CEBR5, CEBR6
Indústria Energético
Gênero Sociedade de economia mista
Fundação 16 de dezembro de 1968 (48 anos)
Fundador(es) Ministério de Minas e Energia
Sede Brasília, DF, Brasil Brasil
Locais Distrito Federal e Entorno do Distrito Federal
Proprietário(s) Governo do Distrito Federal
Presidente Rubem Fonseca Filho
Empregados 670 (2010)[1]
Produtos Energia elétrica
GLP
Subsidiárias CEB Geração
CEB Distribuição
CEB Participações
CEB Lajeado
CEBGÁS
BSB Energética
Corumbá Concessões
Energética Corumbá III
FACEB
ASCEB
Lucro Aumento R$ 55,5 milhões (2012)[2]
Website oficial www.ceb.com.br

A Companhia Energética de Brasília (CEB) é uma concessionária de energia elétrica do Brasil, tendo sede na cidade de Brasília, no Distrito Federal.

A CEB é originária do Departamento de Força e Luz da Novacap, foi criada em 16 de dezembro de 1968 como Companhia Elétrica de Brasília. Empresa de economia mista, em 1993 alterou o nome "elétrica" para "energética", passou também a distribuir gás canalizado e outras fontes de energia. Atualmente é uma holding composta por dez empresas.[carece de fontes?]

No início da década de 2010, por falta de investimento da empresa na rede distribuição de energia, ocorreram diversos apagões em Brasília e em todo o Distrito Federal e Entorno do Distrito Federal onde a CEB serve. Por isso, no mesmo ano, sofreu críticas públicas do então Ministro da Minas e Energia, Edison Lobão.[3]

E para comemoração do aniversário a CEB, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) criou o selo de 45 anos.

Em junho de 2014, a CEB inaugura os seus carros elétricos, unidades móveis.[carece de fontes?]

Reajustes tarifários[editar | editar código-fonte]

A ANEEL define anualmente os reajustes tarifários para as distribuidoras de energia elétrica no Brasil.

A partir de Reajuste tarifário
Baixa tensão
B1
Baixa tensão
(reajuste médio)
Alta tensão
(reajuste médio)
26 de agosto de 2014[4]
+18,08%
+18,38%
+19,90%
22 de outubro de 2016[5]
+ 4,61%
+ 4,62%
+ 1,04%
22 de outubro de 2017[6]
+ 6,86%
+ 6,84%
+ 8,46%

Referências

  1. «Técnicos da CEB não entram em acordo com a empresa e mantêm greve». Correio Braziliense. 7 de abril de 2010 
  2. Bortolozi, Tatiane (28 de março de 2013). «Lucro da CEB mais que dobra em 2012, para R$ 55,5 milhões». Valor Econômico 
  3. «Lobão recomenda à Aneel fiscalização diária na Light e CEB, distribuidoras no Rio e no DF». Folha de S.Paulo. 17 de março de 2010 
  4. «Reajuste tarifário da CEB (DF) é aprovado pela ANEEL». ANEEL. 19 de agosto de 2014. Consultado em 22 de outubro de 2017 
  5. «Consumidores do DF terão novas tarifas a partir do dia 22/10/2016». ANEEL. 18 de outubro de 2016. Consultado em 22 de outubro de 2017 
  6. «ANEEL aprova reajuste das tarifas da CEB (DF)». ANEEL. 17 de outubro de 2017. Consultado em 22 de outubro de 2017 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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