CESAMA

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa

A Companhia de Saneamento Municipal - Cesama é a empresa estatal de saneamento da cidade de Juiz de Fora,[1] em Minas Gerais, Brasil. Alega fornecer água para 99% da população, e coletar esgoto de 98% da população[2], muito embora só trate 10% deste.[3]

História[editar | editar código-fonte]

Em 1887, a água de Juiz de Fora advinha de 3 mananciais da "corrente de São Mateus", que foi captada e canalizada até 2 reservatórios construídos no Alto dos Passos.[2] Nas casas das ruas existentes à época, foram colocadas penas d'água, e assim iniciou-se o fornecimento de água encanada na cidade.[2] Com a ampliação da cidade, deu-se a ampliação do serviço, executado pelo Serviço de Água e Esgoto, mantido pela Prefeitura durante muitos anos, até a criação do Departamento de Água e Esgoto (DAE) em 1963.[2]

  • 1963: criado o Departamento Municipal de Água e Esgoto (DAE), idealizado e dirigido inicialmente por Itamar Franco, devido à ausência de novos investimentos no setor desde as obras da década de 1930;[4]
  • 1969: inaugurada a segunda adutora, Menelick de Carvalho;[4]
  • 1980: lançados os Planos Diretores de Abastecimento de Água e de Esgotos Sanitários;[4]
  • 1990: o DAE dá lugar à CESAMA (então chamada Companhia de Saneamento e Pesquisa do Meio Ambiente).[4]

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Parte da infraestrutura sob gerenciamento da companhia é detalhada abaixo.

Um dos reservatórios é o Henrique de Novaes, que fornece água para os seguintes 11 bairros: Centenário, Bairu, Progresso, Santa Paula, Marumbi, Eldorado, Nossa Senhora das Graças, Quintas da Avenida, Bom Clima, Bandeirantes e Parque Guarani.[5]

Água[editar | editar código-fonte]

A água fornecida à cidade é fluoretada, fornecida dentro de um valor adequado em média, e melhorou entre 1999 e 2002; porém com variação significativa das concentrações de fluoreto em análises sucessivas ao longo do tempo.[6]

As ETAs (Etações de Tratamento de Água) são geralmente isolados dos grandes centros urbanos, próximos à zona rural, junto às represas; mas nos distritos que circundam a cidade, a água é captada de poços artesianos e ribeirões, com as ETAs junto às residências.[2]

Represa de João Penido[editar | editar código-fonte]

Construída em 1934 na sub-bacia de João Penido, Zona Norte da Cidade, com a finalidade de ser usada para abastecimento da cidade de Juiz de Fora.[7] A construção deu-se com o barramento do Ribeirão dos Burros (o principal), e incluindo também o Córrego Grama e do Córrego Vista Alegre, e outros menores, todos afluentes do Rio Paraibuna.[8][7]

Pertence à CESAMA, e é responsável por 50% do abastecimento da população,[7] podendo chegar a 65%.[9] É o principal manancial de abastecimento da cidade, com vazão regularizada de 750 l/s e capacidade de 16 bilhões de litros de água.[8][7] A área da bacia de contribuição é de 68 km².[7]

A represa abastece 2 Estações de Tratamento de Água: ETA João Penido (mais antiga), e ETA Marechal Castelo Branco[10] (mais nova).[7]

Represa de São Pedro[editar | editar código-fonte]

Também conhecida como Represa dos Ingleses, e Cruzeiro de Santo Antônio, possui 0,04km² de espalho d'água[11] Foi criada em 1963 e entrou em operação em 1967, com a finalidade de abastecer parte da demanda da cidade.[11] O reservatório, operado e mantido pela CESAMA, corresponde a 8% do abastecimento da cidade.[12][13][11] Sua bacia hidrográfica ocupa 13,04 km², tendo como principais afluentes o Córrego São Pedro (margem esquerda) e o Córrego Grota do Pinto (margem direita), e desaguando na margem direita do Rio Paraíba do Sul, no município de Três Rios.[11][12]

A bacia hidrográfico de São Pedro, que abrange vários bairros,[13] sofre com forte pressão imobiliária (por exemplo, construção de grandes condomínios fechados)[13], que, juntamente com a falta de políticas públicas, gera alterações qualitativas e quantitativas nas suas águas.[12] Em 2016, isso gerava busca de fontes de água fora dos limites do município, comprometendo a autonomia municipal quanto a recursos hídricos.[12]

A Estação de Tratamento de Água correspondente, ETA São Pedro, localizada no bairro homônimo, processa em média 120l/s.[11]

Represa de Chapéu D'Uvas[editar | editar código-fonte]

A captação de água desta represa dá-se na taxa máxima de 780 l/s.[10] Esta represa possui duas vantagens sobre a de João Penido: o volume de água é mais estável e a água, menos turva, portanto permitindo tratamento mais rápido.[14]

Ribeirão Espírito Santo[editar | editar código-fonte]

É captada água no Ribeirão Espírito Santo,[10] e tratada na ETA-CDI, a Estação de Tratamento de Água do Distrito Industrial,[15] cujo nome é Walfrido Machado Mendonça.[16] Esta estação foi ampliada desde 2009 para receber água advindo da Represa de Chapéu D'Uvas, porém, em 2015, houve movimentação do solo e assim formaram-se rachaduras que impediam o uso da nova fonte de água, consequentemente levando a carga maior sobre as outras represas, ao invés da distribuição da demanda entre as fontes.[15] Isto foi denunciado pelo SinÁgua, o sindicato dos trabalhadores da empresa, e a CESAMA entrou com ação judicial contra e empresa de engenharia responsável pela obra.[15] Desde 2012 notava-se pequeno deslocamento entre a parte nova e a antiga, porém com os testes operacionais de carga em 2014, as rachaduras se tornaram muito maiores.[15] Foram executados projetos de estabilização do solo, mas que não surtiram efeito no grau desejado. Com a ampliação, a capacidade de tratamento de água aumentaria de 600 l/s para 1200 l/s.[15]

Esgoto[editar | editar código-fonte]

  • Rio Paraibuna: em 2000, este que é o principal afluente do Rio Paraíba do Sul, 1.128 l/s de esgoto não-tratado.[17] Durante o processo de expansão urbana, não foi tomado cuidado com o rio, seja por ausência de tecnologia à época ou mesmo por desconsideração com a importância dele, e este foi então o primeiro a morrer devido ao excesso de esgoto (doméstico e industrial) lançado nele, sem condições para abrigo de vida aquática, sendo somente um corpo d'água alvo final de todos os detritos produzidos pela cidade.[17] Devido ao crescimento da cidade ter guiado-se pelo vetor Paraibuna, ele pode também ser um vetor de transmissão de doenças, já que corta a Zona Norte (onde está o Distrito Industrial), e depois Centro e Zona Sul, onde há a maior concentração populacional.[17] Ao longo do percurso do rio, no ponto do bairro Vila Ideal, 87,4% do esgoto doméstico já foi lançado ao rio.[17] No trecho urbano, em 2003, os seguintes parâmetros todos estavam com qualidade inferior que o estabelecido em normas estaduais e federais: Coliformes Totais e Coliformes Fecais, Oxigênio Dissolvido (OD), Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO), pH, Sólidos Totais Dissolvidos (STD), Turbidez, Cor, Condutividade, Temperatura da água, Odor e Aspecto.[17]
  • Córrego São Pedro: em 2008, a qualidade das águas deste córrego, após a represa (de São Pedro), era muito influenciada negativamente pelo despejo de esgoto não-tratado.[13] À altura da Cachoeira do Vale do Ipê (que oxigena a água e assim ajuda na decomposição aeróbica), o córrego já recebia 72,74% do esgoto doméstico da bacia; à altura do bairro Mariano Procópio, 100% do esgoto da bacia já havia alcançado o córrego, e a partir dali ele seguia canalizado até sua foz no Rio Paraibuna.[13] Um estudo da época (2008) confirmou que a quantidade de esgoto lançada no córrego excedia a capacidade de assimilação do mesmo.[13]

Tratamento[editar | editar código-fonte]

  • ETE Barreira do Triunfo: primeira estação de tratamento de esgoto (ETE) da CESAMA, implantada na década de 1990 para atender às exigências da Mercedes-Benz Juiz de Fora.[18]
  • ETE Barbosa Lage: estação de tratamento de esgoto (ETE).[13][17]
  • ETE União-Indústria: inaugurada em 22 de março de 2018 (Dia Mundial da Água).[3] Localiza-se no bairro Granjas Bethel (zona sudeste), cm capacidade de tratamento de 850l/s de esgoto, o que representa 70% da demanda.[3] Pretende-se que o volume processado pela ETE aumente progressivamente ao longo do ano: 20% em abril, e 50% no fim do ano.[3]

Rodízios de abastecimento[editar | editar código-fonte]

Rodízios de abastecimento consistem de não fornecer água para todos os bairros, todo o tempo, todos os dias. Os bairros são divididos em grupos e recebem fornecimento de água alternadamente.

  • 2016: em janeiro, o rodízio suspenso para Natal e Ano-Novo no fim de 2015 voltou.[19] Os níveis eram: João Penido 49,4%, São Pedro 86,6%, e Chapéu D'Uvas 61,1%.[19] Em dezembro o rodízio foi suspenso temporariamente para Natal e Ano-Novo.[20] Os níveis eram: João Penido 47,9%, São Pedro 91,7%, e Chapéu D'Uvas 60,4%.[20]
  • 2015: em janeiro, o rodízio suspenso para Natal e Ano-Novo no fim de 2014 voltou.[21] Os níveis eram: João Penido 34%, São Pedro 41%, e Chapéu D'Uvas 81%.[21] Em julho, o rodízio intensificou-se, com a finalidade de poupar as represas João Penido (31,5%) e São Pedro (38,2%) durante a estiagem (que vai até setembro, normalmente).[22][23] Chapéu D'Uvas, devido a seu tamanho, não estava em risco (55,6%).[22][23]
  • 2014: Em fevereiro, foi suspenso o rodízio de abastecimento, vigente por duas semanas; as chuvas e queda de temperatura tornaram-no desnecessário.[24] Em outubro foi iniciado novo rodízio, devido à Represa de São Pedro estar totalmente seca, e à de João Penido ter chegado a 22%.[22] A Represa de Chapéu D’Uvas ainda não era usada para abastecimento, mas estava com 38% do nível.[22] Para Natal e Ano-Novo, o rodízio foi suspenso temporariamente.[25] Dezembro foi o mês mais seco dos últimos 20 anos em Juiz de Fora (volume de precipitações correspondendo a 47,4% do esperado).[21]

Funcionários[editar | editar código-fonte]

Possuía 650[26]~660[1] funcionários em 2016, e 700 funcionários em 2015,[27] tendo sido em 2007 o último concurso público da companhia.[28]

Seus funcionários são selecionados em concurso público, tendo vínculo de trabalho regido pela CLT, e busca-se manutenção dos quadros, evitando-se rotatividade de recursos humanos.[1] Isto gera nos funcionários forte vínculo com o trabalho, seja pelo tempo de empresa, quanto pela situação de emprego garantido mesmo em cenários gerais de desemprego e trabalhos informais.[1] A maioria dos funcionários é de sexo masculino, devido ao trabalho operacional ser mais expressivo, e haver historicamente uma correlação entre sexo masculino e trabalhos com exigência física.[1] Os funcionários possuem jornadas de 40 ou 44 horas semanais, além da possibilidade de plantões e horas-extra.[1]

Nas ETAS (Estações de Tratamento de Água), os trabalhos são desenvolvidos em jornada 12/36 (12 horas de trabalho, e 36 de descanso), e devido à repetitividade dos movimentos necessários à função, e posturas inadequadas, traz o risco de desenvolvimento de distúrbios músculo-esqueléticos.[2] Estes são então os funcionários que precisam de maior adequação ergonômica em toda a empresa.[2] Recebem abono salarial devido ao ambiente insalubre.[2] Em uma pesquisa de 2007, mostravam-se conscientes a respeito de riscos trazidos pelos compostos químicos usados no tratamento da água, mas mesmo 90% apresentando dores musculares (50% na região lombar e juntas das pernas), não sabiam informar qual postura ou atividade causava isto.[2] O estudo indicou quais atividades estavam sendo realizadas em precauções e/ou ferramentas adequadas, sugerindo instalação de roldanas nos poços de aferição de infiltração, suportes para os pés, aprofundamento do poço e do acesso da saída d'água, bem como treinamento/apostilas para conscientização a respeito de posturas e melhores práticas.[2]

Assaltos[editar | editar código-fonte]

Em 2018, foi constatado que a CESAMA não enviava mais leituristas aos bairros Vila Esperança I e Vila Esperança II (6ª posição entre os 10 bairros mais perigosos da cidade)[29] há cerca de um ano, como forma de garantir a integridade física dos seus funcionários.[30] Os cerca de 1300 clientes da região passaram a ter suas contas calculadas por média de consumo e enviadas pelos Correios, que por sua vez, só fazem entregas nos bairros em questão duas vezes por semana, se fornecida escolta policial.[30]

Em 2016, um funcionário (leiturista) havia sido assaltado no Vila Esperança II sob ameaça de um revólver, perdendo seu celular particular e o da empresa, enquanto aferia o consumo nos hidrômetros.[31] Em 2017, situação semelhante ocorreu no bairro JK, quando outro leiturista foi assaltado e perdeu um celular, desta vez ameaçado com uma faca.[32]

Greves e paralisações[editar | editar código-fonte]

O sindicato pertinente à CESAMA é o SinÁgua (Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Purificação e Distribuição de Água e Serviços de Esgoto de Juiz de Fora).[33]

  • 2017: em outrubo, 33% dos servidores da CESAMA paralisaram as atividades por serem contrários ao parcelamento em 7 vezes do reajuste anual da data-base, de 4,69% - os trabalhadores aceitariam o parcelamento em 3 vezes, porém.[34] Dias depois, cerca de 10% dos funcionários paralisaram por serem contrários à mudança na gratificação dos motociclistas, e na forma de pagamento do deslocamento do empregado até o serviço (horas in itinere).[35]
  • 2016: em abril, 38% dos funcionários paralisaram as atividades por reinvindicarem reposição salarial de 11,07% mais ganho real de 8%, enquanto a companhia oferecia a reposição de 11,07%, com retroativo dependendo do faturamento da empresa.[26] Em maio, devido à Lei das Eleições, ficou definido que o reajuste só poderia contar as perdas inflacionárias desde janeiro de 2016, e não mais dos últimos 12 meses, por ser ano eleitoral, mudando por isto o que havia sido prometido em abril.[33] A CESAMA aguardou a Prefeitura buscar junto ao TRE alguma brecha na lei para que pudesse conceder o reajuste referente a 12 meses.[36]
  • 2015: em abril, 33% dos funcionários protestaram alegando rachaduras na obra da ETA CDI,[37] e reivindicaram aumento de 20% além da reposição inflacionária.[38][27] A proposta da CESAMA era aumento de 7,68%.[39] Em outubro, a CESAMA de fato estava usando uma adutora abaixo da capacidade máxima devido a problemas geotécnicos durante a obra de ampliação, e tinha aberto uma ação judicial para apurar a responsabilidade do caso.[14]
  • 2014: em fevereiro, um número desconhecido de funcionários fizeram uma paralisação para reivindicar correção da inflação (5,28%), mais ganho real de 20% em seus salários.[40]

Referências

  1. a b c d e f «SUPORTE A GESTORES E PROFISSIONAIS INTERESSADOS EM PROGRAMAS DE PREPARAÇÃO PARA A APOSENTADORIA (PPAS): CONTRIBUINDO EM PROJETOS DE VIDA PARA ALÉM DA CARREIRA LABORATIVA» (PDF). 7º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária. Setembro de 2016. Consultado em 21 de março de 2018 
  2. a b c d e f g h i j «UMA APLICAÇÃO DE UM MÉTODO DE ANÁLISE POSTURAL EM TRÊS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NA COMPANHIA MUNICIPAL DE SANEAMENTO DE JUIZ DE FORA» (PDF). 2007. Consultado em 21 de março de 2018 
  3. a b c d «Inaugurada estrutura que vai tratar 70% do esgoto de Juiz de Fora» 
  4. a b c d «50 anos de Cesama». Tribuna de Minas. 4 de agosto de 2013. Consultado em 21 de março de 2018 
  5. «Cesama interrompe fornecimento de água em 11 bairros». Tribuna de Minas. 14 de setembro de 2016. Consultado em 21 de março de 2018 
  6. «DETERMINAÇÃO DO ÍNDICE DE FLUORETO EM ÁGUAS DE ABASTECIMENTO PÚBLICO NA CIDADE DE JUIZ DE FORA» (PDF). 2002. Consultado em 21 de março de 2018 
  7. a b c d e f
  8. a b «Análise multivariada para seleção de parâmetros de monitoramento em manancial de Juiz de Fora, Minas Gerais». 2015. Consultado em 21 de março de 2018 
  9. «Alterações em variáveis limnológicas de manancial de Juiz de Fora devido ao uso da terra». Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental. SciELO. 2014. Consultado em 21 de março de 2018 
  10. a b c «Cesama amplia uso de Chapéu D'Uvas». Tribuna de Minas. 25 de maio de 2017. Consultado em 21 de março de 2018 
  11. a b c d e Flaviane de Fátima Cândida de Souza, Celso Bandeira de Melo Ribeiro, Carlos Ruberto Fragoso Júnior, Marcelo Henrique Otenio (2016). «Modelagem do regime térmico de um reservatório tropical de abastecimento público, Juiz de Fora, MG, Brasil». Revista Ambiente & Água. SciELO. Consultado em 21 de março de 2018 
  12. a b c d Cézar Henrique Barra Rocha, Thiago Martins da Silva, Fabiano Amarante Freitas (2016). «Processos condicionantes de alterações em variáveis limnológicas: uma abordagem estatística na Represa de São Pedro, Juiz de Fora (MG)». Engenharia Sanitária e Ambiental. SciELO. Consultado em 21 de março de 2018 
  13. a b c d e f g Anne Caroline Barbosa Carvalho, Flaviane de Fátima Cândida de Souza, Filipe Pontes Miranda, Pedro José de Oliveira Machado (2008). «UMA AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DAS ÁGUAS DO CÓRREGO SÃO PEDRO, EM JUIZ DE FORA/MG» (PDF). Universidade Federal de Viçosa. Consultado em 21 de março de 2018 
  14. a b «Cesama inicia obra de interligação entre adutora de Chapéu D'uvas e ETA Castelo Branco». Tribuna de Minas. 19 de outubro de 2015. Consultado em 21 de março de 2018 
  15. a b c d e «Audiência pública discute obra em estação de tratamento da Cesama». 27 de agosto de 2015. Consultado em 21 de março de 2018 
  16. «Cesama encerra reparos em estação de tratamento». Tribuna de Minas. 12 de abril de 2017. Consultado em 21 de março de 2018 
  17. a b c d e f «Qualidade das águas do Rio Paraibuna no trecho urbano de Juiz de Fora/MG» (PDF). 2003. Consultado em 21 de março de 2018 
  18. Nathan Belcavello de Oliveira. «NEOLIBERALISMO E GLOBALIZAÇÃO: CONSEQÜÊNCIAS SOBRE A MOBILIDADE RESIDENCIAL DAS CLASSES SOCIAIS MENOS FAVORECIDAS EM JUIZ DE FORA, MINAS GERAIS – ESTUDO DE CASO NO ALTO SANTO ANTÔNIO» (PDF). Consultado em 21 de março de 2018 
  19. a b «Cesama retoma rodízio no abastecimento em Juiz de Fora». Tribuna de Minas. 4 de janeiro de 2016. Consultado em 21 de março de 2018 
  20. a b «Cesama suspende rodízio para as festas de fim de ano». Tribuna de Minas. 22 de dezembro de 2015. Consultado em 21 de março de 2018 
  21. a b c «Cesama retoma rodízio no abastecimento de água». Tribuna de Minas. 2 de janeiro de 2015. Consultado em 21 de março de 2018 
  22. a b c d «Cesama amplia rodízio de água». Tribuna de Minas. 11 de julho de 2015. Consultado em 21 de março de 2018 
  23. a b «Cesama amplia rodízio no abastecimento de água». Tribuna de Minas. 10 de julho de 2015. Consultado em 21 de março de 2018 
  24. «Cesama suspende rodízio de água em JF». Tribuna de Minas. 18 de fevereiro de 2014. Consultado em 21 de março de 2018 
  25. «Cesama suspende rodízio de abastecimento no Natal e Ano Novo». Tribuna de Minas. 23 de dezembro de 2014. Consultado em 21 de março de 2018 
  26. a b «Funcionários da Cesama protestam por melhoria salarial». Tribuna de Minas. 7 de abril de 2016. Consultado em 21 de março de 2018 
  27. a b «Servidores da Cesama fazem manifestação em frente ao Palácio Barbosa Lima». Tribuna de Minas. Consultado em 21 de março de 2018 
  28. «Cesama estuda abrir concurso». Tribuna de Minas. 29 de agosto de 2015. Consultado em 21 de março de 2018 
  29. «Violência mata 154 em 2016». Tribuna de Minas. 8 de janeiro de 2017. Consultado em 2 de fevereiro de 2018. A maioria das localidades que teve mais mortes violentas no último quinquênio também é marcada por constantes confrontos entre grupos rivais, como Santo Antônio, Santa Rita, Jardim Natal, Vila Esperança II e Furtado de Menezes. 
  30. a b «Insegurança compromete serviços da Cesama, da Cemig e dos Correios em áreas violentas». Tribuna de Minas. Consultado em 21 de março de 2018. A Cesama afirmou que cerca de 1.300 clientes dos bairros Vila Esperança I e II já não recebem leituristas em suas casas. O valor das contas mensais de água nestes casos é calculado conforme uma média de consumo. A companhia afirmou que “os serviços de leitura foram suspensos com o objetivo de preservar a integridade física de seus empregados”. A Cesama informou ainda que, independentemente da área, sempre passa orientações de segurança a seus servidores. O último roubo registrado na Vila Esperança II aconteceu no dia 26 de outubro de 2016. [...] Um morador da Rua Dona Ana Salles, que é o acesso principal aos bairros Vila Esperança I e Vila Esperança II, na Zona Norte, afirma que a Cesama não envia funcionários para fazer a leitura dos hidrômetros na região há cerca de um ano. 
  31. «Funcionário da Cesama é roubado enquanto media hidrômetro». Tribuna de Minas. 26 de outubro de 2016. Consultado em 21 de março de 2018 
  32. «Funcionário da Cesama é assaltado enquanto trabalhava». Tribuna de Minas. 7 de agosto de 2017. Consultado em 21 de março de 2018 
  33. a b «Funcionários da Cesama fazem manifestação no Centro». Tribuna de Minas. 17 de maio de 2016. Consultado em 21 de março de 2018 
  34. «Servidores da Cesama paralisam atividade e protestam contra proposta de reajuste». Tribuna de Minas. 18 de outubro de 2017. Consultado em 21 de março de 2018 
  35. «Servidores da Cesama paralisam atividades novamente». Tribuna de Minas. 25 de outubro de 2017. Consultado em 21 de março de 2018 
  36. «Servidores da Cesama protestam na Rio Branco». Tribuna de Minas. 24 de maio de 2016. Consultado em 21 de março de 2018 
  37. «Servidores da Cesama fazem manifesto em Juiz de Fora». Tribuna de Minas. 17 de abril de 2015. Consultado em 21 de março de 2018 
  38. «Funcionários da Cesama fazem segundo dia de paralisação». Tribuna de Minas. 23 de abril de 2015. Consultado em 21 de março de 2018 
  39. «Trabalhadores da Cesama encerram paralisação». Tribuna de Minas. 24 de abril de 2015. Consultado em 21 de março de 2018 
  40. «Funcionários da Cesama fazem protesto na Rio Branco». Tribuna de Minas. 25 de fevereiro de 2014. Consultado em 21 de março de 2018 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]