Companhia Riograndense de Telecomunicações

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Companhia Riograndense
de Telecomunicações -
CRT
Empresa pública
Atividade Telecomunicações
Fundação 16 de fevereiro de 1962
Encerramento Dezembro de 1998
Sede Porto Alegre
Área(s) servida(s)  Rio Grande do Sul (exceto região de Pelotas e Capão do Leão)
Sucessora(s) Brasil Telecom (atual Oi), Telefônica Celular (atual Vivo)

Companhia Riograndense de Telecomunicações (CRT) foi uma empresa pública brasileira operadora de telefonia fixa e móvel (com o nome de Celular CRT) que operava no estado do Rio Grande do Sul, exceto nas cidades de Pelotas e Capão do Leão, que eram atendidas pela CTMR.

Foi criada em 16 de fevereiro de 1962, durante o governo de Leonel Brizola, que cassou as concessões e estatizou a antiga Companhia Telefônica Nacional (na época, uma filial da estadunidense International Telephone and Telegraph), que atuava no estado.[1][2] Durante a década de 1970, a CRT esteve integrada ao sistema Telebrás. Em 1993, foi considerada pela revista Exame como a melhor empresa de serviços públicos do país.[3]

Em 1995, foi privatizada parcialmente e em 1998, foi a primeira empresa pública de telefonia a ser desestatizada,[3] durante o governo de Antonio Britto, sendo vendida à Telefónica e logo depois, revendida à Brasil Telecom, que foi vendida à Oi em 2008. O sistema celular continuou como Telefônica Celular, que em 2003 foi uma das formadoras da Vivo.[carece de fontes?]

Referências

  1. Brasil, CPDOC-Centro de Pesquisa e Documentação História Contemporânea do Brasil. «TELEBRAS». Fundação Getúlio Vargas. Consultado em 22 de agosto de 2019 
  2. ALMEIDA, PAULO ROBERTO DE (1 de janeiro de 2017). O homem que pensou o brasil. [S.l.]: Appris Editora e Livraria Eireli - ME. ISBN 9788547304850 
  3. a b «1973: confira a foto da inauguração do primeiro orelhão de Porto Alegre». GaúchaZH. 8 de fevereiro de 2019. Consultado em 22 de agosto de 2019