Telecomunicações de São Paulo

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TELESP
Razão social Telecomunicações de São Paulo S/A
Empresa de capital aberto
Cotação
Atividade Telecomunicações
Gênero Sociedade anônima
Fundação 12 de abril de 1973
Encerramento 29 de julho de 1998
Sede São Paulo
Área(s) servida(s)  São Paulo
Proprietário(s) Telebras
Subsidiárias
Antecessora(s)
Sucessora(s) Telefônica Brasil (atual Vivo)
Website oficial www.telesp.com.br

Telecomunicações de São Paulo S/A (TELESP) foi a empresa operadora de telefonia do sistema Telebras[1] no estado de São Paulo, sucessora da CTB e da COTESP[2], permanecendo em atividade de maio de 1973 até o processo de privatização em julho de 1998. Dos atuais 645 municípios do estado de São Paulo a Telesp só não operava em 43 municípios, atendidos pelas empresas CTBC Borda do Campo, CTBC Brasil Central e CETERP[3].

Início[editar | editar código-fonte]

Antecedentes[editar | editar código-fonte]

Desde as décadas de 40 e 50 as cidades brasileiras, principalmente os grandes centros urbanos, estavam com alta demanda reprimida de telefones, pois um conjunto de fatores de ordem técnica e econômica faziam com que as operadoras privadas de telefonia do país deixassem de investir na ampliação e na modernização dos sistemas telefônicos, provocando sérios atritos com os poderes concedentes.

As mudanças institucionais no setor de telecomunicações começam efetivamente em 1962 com a instituição do Código Brasileiro de Telecomunicações e resultam na criação da Embratel (1965), na intervenção e estatização da Companhia Telefônica Brasileira (1966), na criação do Ministério das Comunicações (1967) e na criação do sistema Telebras (1972), acabando com a enorme incompatibilidade existente entre os sistemas telefônicos da época[4].

Antecessoras[editar | editar código-fonte]

Empresas telefônicas que atendiam o estado de São Paulo (1973).

Relação das principais empresas telefônicas (estatais, municipais e particulares) que formaram a Telesp:[5]

  • CTB
Ver artigo principal: Companhia Telefônica Brasileira

Empresa que deu origem à Telesp através de sua Diretoria de Operação São Paulo (DOSP), atendia São Paulo, Campinas, Santos e mais cerca de 180 cidades por todo o estado[6]. Incorporou as seguintes empresas: S.T.M. São José dos Campos, Empresa Telefônica Avareense, S.M.T.A. Araraquara, S.M.T.A. Guarujá, Sociedade Telefônica da Estância (Serra Negra), S.M.T.A. Taubaté, S.T.M. Aguaí, S.M.T.A. Rio Claro e Telefônica Lemense.

  • COTESP

Criada em 1964 pelo Governo do Estado de São Paulo, atendia cerca de 170 cidades por todo o estado. Incorporou o serviço telefônico da E. F. Campos do Jordão e diversos sistemas telefônicos municipais (entre eles o S.M.T.A. Aparecida). Suas concessões foram transferidas nos anos de 1973 e 1975, através de convênio[7][8].

  • STM / SMTA

Muitas cidades tinham seus próprios Sistemas Telefônicos Municipais (S.T.M.), quase todos com centrais manuais obsoletas. Já algumas cidades de maior porte tiveram condições de obter centrais automáticas, sendo criados para isso os Serviços Municipais de Telefones Automáticos (S.M.T.A.).

  • Empresas particulares
Empresa Tel.
(mil)
Localidades atendidas Observações
Companhia Telefônica Rio Preto[9] 15,0 incorporou o S.T.M. Adamantina; era administrada pela CTB[10]
Companhia Paulista de Telecomunicações (CIPATEL)[11] 13,8 antiga Telefônica Piracicaba; era administrada pela CTB
Telefônica Jundiaí[12][13] 12,5 era administrada pela CTB
Empresa Telefônica Paulista[9] 12,5 incorporou a Empresa Telefônica Mirante; era administrada pela CTB[14]
Companhia Rede Telefônica Sorocabana[15][16] 11,8 era administrada pela CTB
Companhia Telefônica Alta Paulista 7,7
Companhia Telefônica Suburbana Paulista (COTESPA)[17] 7,4 organizada pelo Bradesco para substituir o S.M.T.A. Osasco
Telefônica de Limeira[18] 6,3
Telefônica Central Paulista[19] 5,9
Companhia Telefônica do Litoral Paulista[20][21] 5,7
Companhia Telefônica de Guarulhos[22] 3,8 era administrada pela CTB
Telefônica Nacional 3,1

Criação da Telesp[editar | editar código-fonte]

Constituída como subsidiária da Telebras em 12 de abril de 1973[23][24], iniciou suas atividades operacionais em 31 de maio de 1973 com a incorporação do patrimônio da Companhia Telefônica Brasileira no estado de São Paulo[25].

A Telesp foi credenciada como empresa-pólo no estado pela Portaria nº 369 de 31 de maio de 1973, de acordo com as diretrizes e com a política de unificação do sistema de telefonia adotada pelo Ministério das Comunicações, uma vez que o sistema telefônico era concedido na época para diversas operadoras, tanto privadas como públicas[26].

Expansão[editar | editar código-fonte]

Integração da telefonia estadual[editar | editar código-fonte]

Após sua criação em abril de 1973, o processo de incorporação das diversas operadoras existentes no estado foi gradativo a partir de maio de 1973 até 1980, restando por último a Teleoesp, incorporada apenas em julho de 1987 após a sua concessão ser cassada[27]. Na maioria dos casos a Telesp primeiro adquiria o controle acionário ou se tornava acionista para depois incorporá-la.

1973 [26]

1974 [46]

1975 [55]

1976 [64]

1977 [72]

1978 [74][75]

1979 [76]

1980

1987 [78]

  • Telecomunicações do Oeste Paulista (Jales) [79]

Permutas com outras operadoras[editar | editar código-fonte]

A partir de janeiro de 1974 inicia-se o processo de transferência dos municípios do Alto Tietê para a área de operação da CTBC a fim de racionalizar a utilização do sistema interurbano e acelerar a integração operacional na Grande São Paulo[80]. Dessa forma as operações dos serviços telefônicos dos municípios de Ferraz de VasconcelosGuararema, Itaquaquecetuba e Poá (antiga concessão CTB), ArujáBiritiba Mirim, IgaratáSalesópolis, Santa Branca e Santa Isabel (antiga concessão Cotesp) e Jacareí (antiga concessão Telefônica Jacareí) foram transferidas da Telesp para a CTBC[81].

Em 1975 o município de Cubatão passa a ser atendido pela Telesp pela conveniência de uma solução técnica global para a Baixada Santista[82], e em setembro de 1979 as operações dos serviços telefônicos dos municípios de Jacareí, Santa Branca e Salesópolis retornaram à Telesp por razões de facilidades operacionais[83], sendo que na década de 90 o município de Salesópolis voltou a ser atendido em definitivo pela CTBC.

Já os municípios de Paraty e Sapucaí-Mirim (antiga concessão Cotesp) foram transferidos respectivamente para a Telerj e para a Telemig. A Telesp também operava no município de Fronteira, que não possuía central telefônica própria, sendo seus telefones ligados a central do município de Icém. Em 1997 esse município passou a ser atendido pela Companhia Telefônica do Brasil Central, hoje Algar Telecom.

Estrutura operacional[editar | editar código-fonte]

Devido a empresa atuar em todo o estado, para administrá-la havia uma estrutura hierárquica descentralizada, com sua sede administrativa na capital. Para a comercialização dos serviços e assistência ao usuário, a Telesp dividia-se em seis gerências regionais, duas na Grande São Paulo e quatro no interior.

Sede administrativa[editar | editar código-fonte]

Teve como primeira sede administrativa o Complexo Sete de Abril, localizado na rua Sete de Abril, 309 - República, que foi a sede da Diretoria de Operação São Paulo (DOSP) da CTB[84].

No ano de 1975 foi inaugurado o novo edifício-sede da empresa na rua Martiniano de Carvalho, 851 - Paraíso, com 22 andares[55][85]. Sua construção foi iniciada em 1972 pela CTB, após a demolição do antigo centro telefônico Avenida que havia sido instalado no local em 1920 e que foi desativado em 1969[86].

Depois da mudança de sede os edifícios da rua Sete de Abril e também da rua Basílio da Gama continuaram sendo utilizados como centro de atendimento aos assinantes.

Presidentes[editar | editar código-fonte]

  • 1973-1978: Antônio Salles Leite
  • 1979-1984: Carlos de Paiva Lopes
  • 1985-1989: Antônio Ignácio de Jesus
  • 1990-1992: Oswaldo Lopes do Nascimento Filho
  • 1993-1994: Waldemar Fernandes Neves
  • 1995-1998: Carlos Eduardo Sampaio Doria

Gerências regionais[editar | editar código-fonte]

A finalidade de cada gerência regional era comercializar e operar os serviços de telecomunicações, além de administrar, operar, manter e controlar sistemas de telecomunicações e respectivas atividades de apoio. As seis gerências regionais eram a São Paulo Leste (OL) e a São Paulo Oeste (OW)[87], criadas em 1979 através da divisão da regional com sede em São Paulo, a Centro-Sul (OA) criada em 1976 com sede em Campinas, a Centro-Oeste (OB) criada em 1977 com sede em Bauru, a Norte (OT) criada em 1978 com sede em São José do Rio Preto e a Sudeste (OS) criada em 1979 com sede em Santos[88].

As gerências regionais eram divididas em setores chamados distritos, cada qual era responsável pelo atendimento de uma determinada área de abrangência. Nas cidades mais importantes de cada distrito haviam os Postos de Serviço Telesp, onde se podia fazer ligações, comprar fichas e cartões telefônicos, receber e transmitir fac-símile, consultar listas telefônicas, etc.[89] Haviam também as Lojas Telesp, instalações estrategicamente distribuídas pelas principais cidades do estado e que eram estruturadas e organizadas para oferecer todo tipo de atendimento que não podia ser feito através do atendimento telefônico[90].

Gerências regionais e distritos
Gerências regionais Distritos Áreas terciárias atendidas Localidades com atendimento (Posto de Serviço/Loja)
São Paulo Leste OL1 - Consolação 11 Centro, Zona Leste, Zona Norte, Guarulhos
OL2 - Penha
OL3 - Ipiranga
OL4 - Anhangabaú
OL5 - Vila Gustavo
OL6 - Cumbica
São Paulo Oeste OW1 - Vila Mariana 11 Zona Oeste, Zona Sul
OW2 - Campo Belo
OW3 - Jabaquara
OW4 - Lapa
OW5 - Palmeiras
OW7 - Campo Limpo
OW6 - Osasco 11 (parte), 133 Osasco; Cotia, Embu das Artes, Embu-Guaçu, Itapecerica da Serra, Itapevi e São Roque
Centro-Sul OA1 - Campinas 192 (parte) Águas de Lindóia, Campinas, Indaiatuba, Paulínia, Serra Negra e Valinhos
OA2 - Jundiaí 134 Atibaia, Bragança Paulista, Itatiba, Itu, Jundiaí, Mairiporã e Salto
OA3 - Rio Claro 195 Araras, Leme, Pirassununga, Porto Ferreira e Rio Claro
OA4 - Sorocaba 152, 155 Itapetininga, Porto Feliz, Sorocaba e Tatuí; Apiaí, Capão Bonito, Itapeva e Itararé
OA5 - Piracicaba 194 Águas de São Pedro, Americana, Capivari, Limeira, Nova Odessa, Piracicaba, Rio das Pedras, Santa Bárbara d'Oeste e São Pedro
OA6 - São João da Boa Vista 196, 192 (parte) Casa Branca, Espírito Santo do Pinhal, Mococa, São João da Boa Vista e São José do Rio Pardo; Itapira, Mogi Guaçu e Mogi Mirim
Centro-Oeste OB1 - Bauru 142, 146, 147, 149 Agudos, Bauru, Lençóis Paulista e Pederneiras; Barra Bonita e Jaú; Avaré; Botucatu e São Manuel
OB2 - Presidente Prudente 182, 183 Presidente Epitácio, Presidente Prudente e Presidente Venceslau; Assis e Paraguaçu Paulista
OB3 - Marília 143, 144, 145 Ourinhos, Piraju e Santa Cruz do Rio Pardo; Garça, Marília e Tupã; Lins e Promissão
Norte OT1 - São José do Rio Preto 172, 173, 175 São José do Rio Preto; Barretos e Bebedouro; Catanduva
OT2 - Araçatuba 186, 187, 188, 189 Araçatuba, Birigui e Penápolis; Andradina e Ilha Solteira; Dracena; Adamantina
OT3 - Araraquara 162, 163, 166, 167 Araraquara e São Carlos; Jaboticabal; Sertãozinho
OT4 - Votuporanga 174, 176 Fernandópolis e Votuporanga; Jales
Sudeste OS1 - Santos 132 (parte) Bertioga, Cubatão, Guarujá, Santos e Vicente de Carvalho
OS2 - Praia Grande 132 (parte), 138 Itanhaém, Mongaguá, Peruíbe, Praia Grande e São Vicente; Iguape e Registro
OS3 - São José dos Campos 123, 124 Jacareí e São José dos Campos; Caraguatatuba, São Sebastião e Ubatuba
OS4 - Taubaté 122, 125 Caçapava, Campos do Jordão, Pindamonhangaba e Taubaté; Aparecida, Cruzeiro e Guaratinguetá

Serviços[editar | editar código-fonte]

Poço de visita com logotipo da Telesp.

Telefonia fixa[editar | editar código-fonte]

Principais serviços prestados:[91]

  • Ligações locais, ligações interurbanas através de Discagem Direta a Distância (DDD) e ligações internacionais através de Discagem Direta Internacional (DDI)
  • Discagem Direta a Ramal (DDR): serviço implantado na década de 70, atendia condomínios e empresas de maior porte
  • Discagem Direta a Cobrar (DDC): serviço inaugurado em 1982
  • Discagem Direta Gratuita (DDG): serviço 0800, implantado na década de 90
  • Facilidades das Centrais CPA: implantadas gradativamente a partir de 1982, oferecendo ao usuário novas facilidades de serviço telefônico até então inéditas, como atendimento simultâneo, bloqueador de chamadas, teleconferência, discagem abreviada, transferência de chamadas, serviço não perturbe, entre outros
  • Videotexto: inaugurado em dezembro de 1982[92]
  • Telecard: lançado em 1982, cartão que permitia que se fizessem ligações sem fichas ou cartão telefônico, não tendo que pagar nada na hora, com as despesas debitadas numa conta telefônica designada pelo assinante
  • Disque 200: serviço inaugurado em 1983, servia para receber informações variadas sobre diversos temas
  • Áreafone: serviço inaugurado em 1984, voltado à assinantes de alto tráfego para economia nas ligações[93]
  • Chamadas locais para cidades conurbadas: serviço inaugurado em 1986[94]

Telefones públicos[editar | editar código-fonte]

O famoso Orelhão de Itu.
Ver artigo principal: Orelhão

No início os telefones públicos disponibilizados pela Telesp eram somente os orelhões amarelos (equipados com aparelhos telefônicos na cor vermelha que funcionavam com fichas telefônicas locais), utilizados para a realização de chamadas locais ou interurbanas para cidades e localidades da mesma área de tarifação. Esses orelhões começaram a ser instalados em 1972 pela CTB.

Em 1975 surgem os orelhões azuis (equipados com aparelhos telefônicos na cor azul que funcionavam com fichas telefônicas DDD), utilizados para a realização de chamadas interurbanas diretas para todas as cidades e localidades já integradas ao sistema DDD, ou com o auxílio da telefonista para as demais[95][96].

Haviam também os telefones semipúblicos, que instalados em estabelecimentos credenciados como bares, restaurantes, hotéis e padarias, funcionavam como telefone público e como telefone comum, graças a uma chave seletora no aparelho[97].

Nos bairros rurais que não dispunham de telefonia haviam os chamados vilafones, aparelhos que faziam e recebiam chamadas locais e interurbanas, instalados em estabelecimentos comerciais de fácil acesso ao público[98].

Os primeiros telefones públicos para deficientes físicos começaram a ser instalados em 1981[99], e o primeiro orelhão comunitário, telefone público que fazia e recebia chamadas, foi instalado em agosto de 1982 na favela de Vila Prudente[100].

Posteriormente muitos orelhões começaram a ser substituídos por cabines de concreto e vidro temperado incolor. As cabines foram testadas inicialmente nas cidades de São Paulo, Santos, Guarujá, São Vicente e Campinas, e depois instaladas por todo o estado, mas não tiveram boa aceitação.

Já as fichas telefônicas utilizadas nos telefones públicos começaram a ser substituídas pelos cartões telefônicos a partir de 1993[101].

Símbolos

Em 1973 foi cedido pelo Ministro das Comunicações Hygino Corsetti e instalado pela Telesp na Praça da Matriz de Itu o famoso Orelhão de Itu, que possui sete metros de altura. É um dos principais pontos turísticos da cidade e um dos responsáveis pela fama de "cidade onde tudo é grande", pois o ministro, homenageado com um banquete na inauguração, encerrou seu discurso com as seguintes palavras: O Brasil é grande, mas eu sei que Itu é maior[102].

Em 1979 a Telesp lançou o comercial de TV Morte do Orelhão devido aos altos índices de vandalismo contra os orelhões, que tornou-se um ícone da publicidade brasileira[103].

Telefonia celular[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Telesp Celular

Serviço iniciado em agosto de 1993 no sistema analógico[101].

Internet[editar | editar código-fonte]

Museu do telefone[editar | editar código-fonte]

O Museu do Telefone de São Paulo[104] foi inaugurado em 13 de abril de 1977, por ocasião dos festejos de aniversário da Telesp, e surgiu do desejo do presidente Antônio Salles Leite de que houvesse em São Paulo um museu destinado ao aparelho que revolucionou a comunicação mundial[105]. Para divulgá-lo o museu foi a capa da lista telefônica de assinantes da capital no ano seguinte[106].

O acervo foi constituído de objetos pertencentes à Telesp e principalmente pela aquisição do acervo particular do gaúcho Carlos Becker, considerada na época a quarta maior coleção particular de telefones do mundo. Somando-se os acervos o museu era um dos mais importantes do mundo, sendo constituído por cerca de 3 mil objetos (entre os quais inúmeros telefones), 100 mil fotos em preto e branco, 6 mil fotos digitalizadas, listas telefônicas, cartões telefônicos e diversos documentos[107].

Localizado no andar térreo do edifício sede da Telesp e ocupando uma área de mais de 700 metros quadrados, se consagrou como uma grande atração cultural da cidade. Mas encontra-se fechado há anos e inacessível ao público[107].

Listas telefônicas[editar | editar código-fonte]

Lista telefônica Telesp 138 - página da lista de assinantes de São José dos Campos.
Ver artigo principal: Lista telefônica

Assinantes/classificada[editar | editar código-fonte]

Período 1973-1977

De acordo com a legislação vigente na época era responsabilidade da operadora a publicação e distribuição de listas telefônicas, podendo ser contratadas editoras para sua produção e comercialização[108].

Obrigatoriamente deveriam conter lista de assinantes e lista classificada, e facultativamente lista de endereços das principais cidades abrangidas[108], sendo que a abrangência de cada lista era bem genérica e determinada pela operadora[109][110].

As listas telefônicas oficiais da cidade de São Paulo eram publicadas pela Editora de Guias LTB[111] desde a época em que ainda era atendida pela Companhia Telefônica Brasileira, sendo elas a Lista Telefônica Assinantes[112][113] e a Páginas Amarelas[114].

Para o interior as listas eram publicadas pela LTB (Vale do Paraíba, Norte Paulista, Litoral Santista, Leste Paulista[115] e Sul Paulista)[116], pela LTP-Listas Telefônicas Paulista (Região Paulista, Região Sorocabana, Região Alta Paulista e Região Litoral)[117] e pela LTN-Lista Telefônica Nacional (Noroeste Paulista).

E para as empresas ainda não incorporadas pela Telesp eram publicadas por várias editoras listas telefônicas locais, como as de Sorocaba, Osasco, Guarulhos, Pindamonhangaba, Guaratinguetá, Espírito Santo do Pinhal, entre outras[117][110].

As listas telefônicas da Telesp a partir da edição 77 passaram a divulgar séries temáticas estampadas nas capas, começando com figuras e locais relacionados aos Bandeirantes[116].

Mas o relacionamento da LTB com a Telesp começou a deteriorar-se sobremaneira a partir de 1977 por diversos fatores, entre eles a queda sensível da qualidade e confiabilidade das listas publicadas a partir da edição 75, culminando com a péssima qualidade da edição 77 da Lista de Assinantes de São Paulo, e a não distribuição de milhares de exemplares dessa mesma edição para os assinantes. Esta situação era decorrente do fato da LTB estar passando por graves problemas financeiros[118].

Período 1978-1983

A partir da edição 78 as listas telefônicas oficiais foram padronizadas, cada uma com código nacional da Telebras[106] e abrangência baseada nas áreas terciárias. Para essa finalidade as áreas terciárias do estado foram agrupadas em 12 regiões: São Paulo/Guarulhos, Osasco/Jundiaí, Santos, Baixada Santista, São José dos Campos, Campinas, Piracicaba, Bauru, Sorocaba, Presidente Prudente, São José do Rio Preto e Araraquara[119].

Mesmo a Telesp tendo problemas com a LTB o presidente da Telebras mandou prorrogar por quatro anos (até 1983) o contrato com esta empresa, pois ela obteve ajuda do governo através de empréstimos como solução para seus problemas financeiros[120]. E para a publicação das demais listas também foram mantidos os contratos com as editoras LTP e LTN.

Dessa forma as listas telefônicas com a respectiva abrangência passaram a ser as seguintes:

  • LTB: Lista 100 (São Paulo/Guarulhos - Assinantes)[121][122][123][124], Lista 105 (São Paulo/Guarulhos - Classificada)[125][126][127][124], Lista 130 (Santos)[128][129][130], Lista 135 (áreas 122, 123, 124 e 125), Lista 140 (área 192)[131], Lista 170 (áreas 146, 147, 149, 152 e 155)[132][133][134], Lista 185 (áreas 162, 163, 166 e 167)
  • LTP: Lista 115 (área 11)[135], Lista 131 (áreas 132 e 138)[136][137][138][139], Lista 150 (áreas 194, 195 e 196), Lista 160 (áreas 142, 143, 144 e 145)[140]
  • LTN: Lista 175 (áreas 182, 183, 186, 187, 188 e 189), Lista 180 (áreas 172, 173, 174, 175 e 176)[141]

Nesse período continuaram estampadas nas capas das listas as séries temáticas, dentre as quais os museus na edição 78[106], o roteiro do café na edição 79, os três milhões de telefones instalados na edição 82 e a comemoração aos dez anos da empresa na edição 83[124].

Período 1984-1986

Para atender a nova regulamentação federal sobre edição de listas, que entrou em vigor em abril de 1983, a Telesp foi obrigada a licitar a publicação de listas telefônicas assim que terminassem os contratos vigentes com as editoras.

Mas em junho de 1983 a LTB antes mesmo do término rescindiu unilateralmente seu contrato com a Telesp, por considerá-lo lesivo à empresa, embora tendo inúmeros privilégios que as outras editoras não tinham, e assim deixou de publicar as listas edição 84 que faziam parte do contrato, além de não distribuir milhares de exemplares da edição 83 para os assinantes[142].

A LTB quis voltar atrás, mas a Telesp já tinha aceitado a rescisão do contrato, por não concordar com as imposições que a LTB queria para ser favorecida ainda mais[120][143].

Ao mesmo tempo a EBID, outra empresa do Grupo Gilberto Huber, começou a publicar guias sob a marca registrada Páginas Amarelas, distribuindo-os paralelamente às listas oficiais[120][144], criando uma longa disputa judicial com a Telesp que durou aproximadamente oito anos (de setembro de 1983 à junho de 1991), com a justiça garantindo nesse caso o direito da EBID de publicá-los[145][146].

Assim as novas exigências contidas na legislação e os problemas judiciais com a LTB[147] provocaram a suspensão da publicação de praticamente todas as listas edição 84.

Em janeiro de 1984 a Telesp iniciou os processos licitatórios através de carta-convite para editoras cadastradas na Telebras, visando a publicação da edição 85[148][149][150][151].

Para as licitações as listas telefônicas foram reorganizadas em 14 regiões: a Lista 130 foi suprimida e as Listas 115, 150 e 160 foram desmembradas, surgindo as Listas 155-Jundiaí e região, 145-Rio Claro e região e 165-Marília e região. Além disso as áreas terciárias de Jaú, Avaré e Botucatu deixaram de ser abrangidas pela Lista 170 para integrar a Lista 160.

Outra mudança importante, baseada na nova legislação, foi que as listas oficiais passariam a conter somente a lista de assinantes e a classificada, sendo a lista de endereços publicada separadamente e obrigatória apenas para as maiores cidades.

Primeiramente foi contratada em agosto de 1984 a OESP Gráfica para a publicação das listas de São Paulo/Guarulhos pelo período de cinco anos[152][124], sendo o contrato suspenso em consequência de ação movida por uma das editoras concorrentes na licitação, a GTB. No entanto em novembro de 1984 a Telesp obteve autorização do Ministério das Comunicações para assinar com a editora outro contrato, de um ano apenas, mas que também foi suspenso em consequência de ação movida desta vez pela LTB[153].

Mais uma vez, em janeiro de 1985, a Telesp foi autorizada pelo Ministério das Comunicações a contratar a OESP Gráfica para a publicação das listas de São Paulo/Guarulhos[154]. A LTB novamente entrou com ação judicial, mas dessa vez a Telesp obteve parecer favorável dado em definitivo pela justiça em junho de 1985[155].

Enquanto isso as populações dessas cidades sofreram a falta de listas atualizadas até a situação ser normalizada, com a Lista de Assinantes edição 86[156][157] sendo distribuída em dezembro de 1985[158][159] e a Lista Classificada edição 86/87[160][161] em julho de 1986, significando o fim de uma desatualização de listas telefônicas que perdurava por mais de três anos, pois as últimas publicações foram a edição 83.

Com relação ao interior, a fim de encontrar uma solução provisória a Telesp teve que contratar emergencialmente várias editoras pelo período de um ano para a publicação das listas edição 85/86 e edição 86[162][163].

Foram contratadas em dezembro de 1984 as editoras OESP Gráfica para a lista de Campinas[164], ABC LISTEL para a lista de São José dos Campos[165], ECTB-Editora de Catálogos Telefônicos do Brasil para as listas de Bauru e Marilia, LTP-Listas Telefônicas Paulista para as listas de Santos[166], Rio Claro, Piracicaba[167][168] e Jundiaí, e LTN-Lista Telefônica Nacional para as listas de Osasco, Sorocaba[169] e Araraquara[170]. Somente não houve contrato para as listas de Presidente Prudente e São José do Rio Preto[93]. As listas começaram a ser distribuídas a partir de julho de 1985[171][172][173].

Período 1987-1988

Ao final de 1985 concluíram-se as negociações com as editoras para a publicação de novas edições para o interior[173]. E em junho de 1986 foram solucionados os problemas judiciais com relação a publicação das listas de São Paulo/Guarulhos[174][175].

Assim a Telesp finalmente firmou contratos de cinco anos (prorrogáveis) para a publicação de listas a partir da edição 87, com as seguintes editoras:[94]

  • OESP:[176] 100-São Paulo Assinantes[177][178][179], 105-São Paulo Classificada[180][181], 107-Guarulhos[182][183]
  • LTP:[184] 131-Santos e região[185], 145-Rio Claro e região[186], 150-Piracicaba e região[187][188], 155-Jundiaí e região[189], 160-Bauru e região, 165-Marília e região
  • LTN:[190] 115-Osasco e região, 170-Sorocaba e região[191][192], 175-Presidente Prudente e região, 180-São José do Rio Preto e região, 185-Araraquara e região
  • ABC LISTEL: 135-São José dos Campos e região[193][194], 140-Campinas e região[195][196]

Sendo que a partir da edição 87 as Listas 100 e 105 foram desmembradas, abrangendo somente a cidade de São Paulo, surgindo a Lista 107-Guarulhos organizada num único volume.

Período 1989-1995

Mais uma vez as listas telefônicas foram reorganizadas: para a edição 88/89 a Lista 131 foi desmembrada e suprimida, surgindo as Listas 132-Baixada Santista e 133-Litoral Sul e Vale do Ribeira, e as Listas 175 e 180 foram desmembradas, surgindo as Listas 176-Presidente Prudente e região e 181-Votuporanga e região.

E para a edição 89 a Lista 105 foi dividida, surgindo as Listas 104-São Paulo Classificada Consumidor e 105-São Paulo Classificada Empresa, e a Lista 135 foi desmembrada e suprimida, surgindo as Listas 136-Litoral Norte, 137-Alto Vale do Paraíba e 138-Vale do Paraíba e Região Serrana.

Também houve mudança no quadro de editoras, com a LISTEL incorporando a LTP em outubro de 1988 e ampliando consideravelmente sua cobertura no estado, passando a publicar a partir da edição 89 as listas dessa editora[197][198].

  • OESP: 100-São Paulo Assinantes[199][200], 104-São Paulo Classificada Consumidor[201][202][203], 105-São Paulo Classificada Empresa[201][202][204], 107-Guarulhos
  • LISTEL: 132-Baixada Santista[205][206][207], 133-Litoral Sul e Vale do Ribeira[205], 136-Litoral Norte[208], 137-Alto Vale do Paraíba[208], 138-Vale do Paraíba e Região Serrana[208][209], 140-Campinas e região[209], 145-Rio Claro e região, 150-Piracicaba e região[209], 155-Jundiaí e região[209], 160-Bauru e região, 165-Marília e região[209]
  • LTN: 115-Osasco e região[210], 170-Sorocaba e região[211], 175-Araçatuba e região, 176-Presidente Prudente e região, 180-São José do Rio Preto e região[212], 181-Votuporanga e região[212], 185-Araraquara e região

Período 1996-1999

Houve ainda uma última reorganização nas listas telefônicas: para a edição 96 as Listas 115, 170 e 180 foram desmembradas, surgindo as Listas 124-Barueri, São Roque e região, 125-Cotia, Itapecerica da Serra e região, 173-Região Sul Paulista e 182-Barretos, Bebedouro, Catanduva e região.

E para a edição 97 a Lista 100 foi dividida, surgindo as Listas 100-São Paulo Assinantes Empresariais e 102-São Paulo Assinantes Residenciais. Além disso em 1995 a LTN passou a chamar-se EPIL - Editora Pesquisa e Indústria.

As editoras e listas oficiais passaram a ser:[213]

  • OESP:[214] 100-São Paulo Assinantes Empresariais[215][216], 102-São Paulo Assinantes Residenciais[215][217], 104-São Paulo Classificada Consumidor, 105-São Paulo Classificada Empresa, 107-Guarulhos
  • LISTEL:[218][219] 132-Baixada Santista (área 132)[220], 133-Litoral Sul e Vale do Ribeira (áreas 132 e 138), 136-Litoral Norte (área 124), 137-Alto Vale do Paraíba (área 125), 138-Vale do Paraíba e Região Serrana (áreas 122 e 123), 140-Campinas e região (área 192), 145-Rio Claro e região (áreas 195 e 196), 150-Americana, Limeira, Piracicaba e região (área 194)[221], 155-Jundiaí e região (área 11), 160-Bauru e região (áreas 142, 146, 147 e 149), 165-Marília e região (áreas 143, 144 e 145)
  • EPIL:[222] 115-Osasco (área 11), 124-Barueri, São Roque e região (área 11), 125-Cotia, Itapecerica da Serra e região (área 11), 170-Sorocaba e região (área 152)[223][224], 173-Região Sul Paulista (área 155)[223][225], 175-Araçatuba e região (áreas 186, 187, 188 e 189), 176-Presidente Prudente e região (áreas 182 e 183), 180-São José do Rio Preto e região (área 172), 181-Noroeste Paulista (áreas 174 e 176), 182-Barretos, Bebedouro, Catanduva e região (áreas 173 e 175), 185-Araraquara e região (áreas 162, 163, 166 e 167)

Por fim as listas telefônicas da Telesp chegaram à internet em julho de 1997[226], e a edição 99 foi a última a ser publicada pela Telesp[227], com a edição 2000 já publicada pela Telefônica.

Endereços[editar | editar código-fonte]

A primeira Lista de Endereços oficial da Telesp para a cidade de São Paulo foi a edição 80/82 publicada pela Editora LTB[228][229], sendo que a última edição havia sido publicada em 1972, quando a capital era atendida pela CTB[230]. A LTB ainda publicou a edição 82/84[231][124], mas depois foi publicada somente a edição 88/89 pela Editora OESP Gráfica[232][233]. A partir de então a lista de endereços de São Paulo passou a ser publicada regularmente a cada biênio[234].

No interior as listas de endereços eram publicadas juntamente com as listas de assinantes e classificada. A partir da edição 85/86 elas passaram a ser publicadas separadamente e somente para as principais cidades do estado, conforme determinava a nova legislação[108]. Mas havia algumas exceções, como a Lista 107-Guarulhos, que reunia no mesmo volume as listas de assinantes, endereços e classificados.

Eram publicadas, entre outras, as Listas 130-Santos[235], 134-São José dos Campos, 141-Campinas, 151-Piracicaba, 152-Limeira, 153-Americana, 154-Santa Bárbara d'Oeste[236] e 156-Jundiaí.

Terminais telefônicos[editar | editar código-fonte]

Planos de expansão e ações[editar | editar código-fonte]

Plano de expansão Telesp (década de 70).

Na política do governo brasileiro de expansão do sistema telefônico os usuários antecipavam recursos financeiros para financiá-lo, através do esquema de autofinanciamento das linhas telefônicas, institucionalizado em 1967 e que foi único em todo o mundo. Assim, o usuário recebia ações da empresa concessionária do serviço público de telecomunicações, ou seja, ele não estava apenas adquirindo a linha, mas também se tornando acionista da companhia[4].

Esse era o processo de expansão das empresas de telefonia: elas aumentavam o capital emitindo ações que eram compradas pelos interessados em ter um telefone. Depois, o dinheiro era usado para ampliar a rede de telefonia e instalar as linhas compradas. Entre a venda do plano de expansão e a instalação da linha o processo podia demorar dois anos ou mais.

Aqueles que adquiriram planos de expansão de janeiro de 1973 a dezembro de 1974 e de janeiro de 1996 a junho de 1997 se tornaram acionistas da Telesp, enquanto aqueles que adquiriram planos de expansão de janeiro de 1975 a dezembro de 1995 se tornaram acionistas da Telebras[4].

Somente quem comprou telefones em planos de expansão tinha direito às ações. Quem comprou a linha de terceiros, o que era muito comum na época, não recebia as ações mas o que se transferia era apenas o direito de uso da linha, pois as ações não eram associadas ao número da linha telefônica e sim atribuídas ao primeiro titular com base no número de inscrição do plano de expansão efetuado diretamente pelo sistema de autofinanciamento da Telesp, que possuía dados de identificação do promitente-assinante. Sendo assim os usuários que vendiam suas linhas continuavam sendo acionistas, só que eles também podiam vender suas ações, o que ocorria com grande frequência.

Essa forma de financiamento foi extinta em 30 de junho de 1997, conforme Portaria nº 261 de 30 de abril de 1997 do Ministério das Comunicações, mas os assinantes que receberam ações e não as venderam continuaram acionistas de outras empresas depois da reorganização ocorrida no sistema. Quem era acionista da Telesp também recebeu ações da Telesp Celular, uma vez que a empresa passou por cisão. Quem era acionista da Telebras também recebeu ações das novas companhias após sua cisão, tais como Telesp e Embratel. Desde 1998 novas mudanças ocorreram, e quem ainda era acionista da Telebras em maio daquele ano tornou-se também acionista da Telefônica Brasil, Oi, Embratel, TIM e outras[237].

Telefones instalados[editar | editar código-fonte]

Quando da criação da Telesp uma parte das cidades do estado não possuía sistemas telefônicos, sendo somente atendidas por um Posto de Serviço (PS), e algumas ainda eram zonas mudas, não tendo nem mesmo o PS.

Havia cidades cujo sistema telefônico estava abandonado, como Queiroz[238], e também cidades atendidas por empresas que estavam paralisadas, como a Empresa Telefônica Mogiana de Santo Antônio de Posse[239][240].

A finalização da implantação de sistemas telefônicos nas cidades que eram desprovidas do serviço na área de cobertura da Telesp foi em 1979, sendo Rifaina a última cidade a ter sistema telefônico[241], inclusive um comercial foi feito para a TV noticiando este fato[242].

Plano de um milhão de telefones

Logo que iniciou as operações, a primeira ação da Telesp foi dar prosseguimento ao plano de um milhão de telefones (P1M) aprovado pelo Ministério das Comunicações e iniciado pela Companhia Telefônica Brasileira em outubro de 1971[243][244], onde 375 mil terminais telefônicos eram destinados a capital[245] e 175 mil destinados ao interior[246], para serem instalados até 1976.

Desse total já tinham sido contratados 240 mil terminais telefônicos pela CTB e a Telesp finalizou em 1973 as contratações que esgotaram a parcela desse plano atribuída ao estado de São Paulo[247][248], sendo a marca de um milhão de telefones em serviço atingida no ano de 1975.

No planejamento global dessa expansão mereceram destaque, além da capital, duas cidades de grande importância econômica em sua área de atuação: Campinas e Santos[249]. A partir de então a Telesp estabeleceu os seus próprios planos de expansão do sistema telefônico[250].

Plano adicional

Ação emergencial iniciada em julho de 1973 que, diferente dos planos de expansão, consistiu primeiro na implantação de centrais telefônicas automáticas em localidades definidas como prioritárias pela Telesp, para logo após o término das obras de implantação da central serem comercializadas e instaladas as linhas telefônicas[251].

Plano de dois milhões de telefones

Os altos níveis de evolução do desenvolvimento do estado na época indicaram a necessidade de iniciar a execução de novos planos visando atingir a meta fixada através do convênio firmado em outubro de 1973 entre a Telesp e a COTESP, onde foi elaborado em conjunto o Plano Diretor Estadual de Telecomunicações, sob a coordenação da Telebras, pelo qual até o ano de 1980 a média de telefones no estado deveria ser de 12 por 100 habitantes e que cidades com mais de 10 mil habitantes deveriam estar interligadas ao sistema DDD[41].

Nesse convênio foi anunciado o plano de dois milhões de telefones (P2M), oficializado em janeiro de 1974[26][252][253], sendo a marca de dois milhões de telefones em serviço atingida no ano de 1978.

Expansões posteriores

A partir de então as inscrições para planos de expansão passaram a ser abertas de forma constante, com a Telesp firmando todos os anos contratos com os principais fornecedores de equipamentos telefônicos. Assim em 1982 foi atingida a marca de três milhões de telefones em serviço[254][255] e em 1986 é atingida a marca de quatro milhões de telefones em serviço[256].

Número de terminais telefônicos (milhares)
Ano Acréscimo
de terminais
Terminais
instalados
Terminais
em serviço
Telefones
em serviço
1973 [246][250][251] 83,7 597,1 530,0 827,0
1974 [251][257] 66,5 677,0 585,0 926,6
1975 [251][258] 134,0 824,0 695,0 1.112,9
1976 [258][259] 237,8 1.085,0 902,0 1.398,8
1977 207,6 1.314,1 1.077,0 1.684,5
1978 279,5 1.593,6 1.320,0 2.012,2
1979 206,7 1.800,3 1.531,0 2.365,4
1980 69,4 1.869,7 1.702,6 2.678,1
1981 [260][261][262] 92,0 1.960,3 1.806,8 2.938,8
1982 [263] 135,0 2.095,0 1.969,9 3.221,4
1983 135,0 2.229,9 2.111,7 3.470,8
1984 [264][265] 184,9 2.414,8 2.284,5 3.731,8
1985 118,8 2.533,6 2.417,6 3.991,3
1986 140,3 2.673,9 2.508,7 4.196,1
1987 119,9 2.793,8 2.567,1 4.466,4
1988 125,4 2.919,2 2.695,6 4.506,2
1989 192,0 3.111,0 2.814,9 4.533,4

Plano comunitário de telefonia

Em novembro de 1990 foi regulamentado pelo Ministério da Infraestrutura o Programa Comunitário de Telefonia (PCT), onde as subsidiárias da Telebras foram autorizadas a transferir para companhias privadas a tarefa de expandir as redes de telefonia, tornando-as responsáveis pela comercialização e instalação dos telefones com prazo máximo de 18 meses. Com isso os telefones se popularizaram, sendo mais acessíveis[266].

Enquanto houve uma expansão de 97,9 mil terminais em 1990[267] e de 241,2 mil terminais em 1991[268], quando essas empresas passaram a implantar os PCT's para a Telesp em 1992 foram instalados 334 mil terminais. No ano de 1993 foram instalados 236 mil terminais[101] e em 1994 foram 221 mil terminais, totalizando cerca de 4,2 milhões de terminais telefônicos instalados e cerca de 3,9 milhões de terminais telefônicos em serviço[269].

Últimas expansões

No ano de 1995 o número de terminais telefônicos instalados era de 4,5 milhões, com 4,2 milhões de terminais telefônicos em serviço, e em 1996 o número de terminais instalados era de 4,9 milhões, com 4,6 milhões de terminais em serviço[270].

Em 1997 o número de terminais instalados chegou a 5,4 milhões, com percentual de digitalização de 55% da planta instalada, sendo que 94% dos terminais instalados estavam em serviço, chegando a 5 milhões. Destes terminais 67% eram residenciais (3,4 milhões), 20% não residenciais (1 milhão), 10% troncos (500 mil) e 3% terminais de uso público (150 mil). O número de terminais por 100 habitantes - teledensidade da Telesp - nesse ano era de 16,64[271][272].

Centrais telefônicas[editar | editar código-fonte]

Logo da Telesp na central telefônica Cambuí em Campinas.
Ver artigo principal: Central telefônica

Centrais manuais[editar | editar código-fonte]

A maioria das cidades que possuíam sistemas telefônicos eram atendidas por centrais manuais com mesas operadas por telefonistas. A Telesp continuou implantando centrais manuais em sedes de município somente até o ano de 1979 e de forma emergencial.

As últimas cidades que ganharam sistemas telefônicos através de centrais manuais foram Mariápolis, Marinópolis, Nova Guataporanga, Paulicéia, Pedranópolis, Pinhalzinho, Platina, Santa Mercedes, Santana da Ponte Pensa e São João do Pau d'Alho (1978)[273] e Pedra Bela (1979).

Por serem obsoletas, as centrais manuais foram substituídas gradativamente pela Telesp por centrais automáticas até o ano de 1985, quando terminou a automatização das centrais telefônicas de todas as sedes de municípios de sua área de cobertura.

Centrais automáticas[editar | editar código-fonte]

Capital[editar | editar código-fonte]

Quando passou a ser atendida pela Telesp a cidade de São Paulo era servida por 52 centrais automáticas instaladas em 24 centros telefônicos, sendo as mais antigas eletromecânicas do tipo passo-à-passo (step-by-step) que foram instaladas e ampliadas pela CTB até 1966 (a maioria fabricada pela Automatic Electric), e as mais modernas eletromecânicas do tipo barras-cruzadas (crossbar) instaladas pela CTB a partir de 1967 (fabricadas pela Ericsson)[274].

A Telesp deu prosseguimento, sem solução de continuidade, às obras em andamento iniciadas pela CTB, como a do centro telefônico Guarani (inaugurado em 1973), além dos centros telefônicos projetados do Jaguaré (inaugurado em 1977), Tremembé e Vila Gustavo (inaugurados em 1978)[245].

A partir de então, através de planejamento próprio, passou a construir novos centros telefônicos, como Parelheiros (inaugurado em 1978) e Ceagesp (inaugurado em 1981)[275], além dos prédios anexos aos centros telefônicos mais antigos para ampliações do sistema (Brás, Campo Belo, Ipiranga, Jardins, Palmeiras, Perdizes e Vila Mariana)[276], sempre utilizando centrais automáticas crossbar até 1982[277][278][279][280].

Em dezembro de 1977 foi inaugurada de forma experimental a primeira central telefônica digital do país (as chamadas CPA - centrais controladas por programa armazenado). Foi utilizado equipamento da série PRX (Philips), e a central foi instalada na Vila Mariana (prefixo “544”)[281][282].

Mas foi outra tecnologia digital, da série AXE-10 (Ericsson), que começou a ser implantada em definitivo, sendo a primeira central telefônica inaugurada em abril de 1982 também na Vila Mariana (prefixo “572”). No mesmo ano foram inauguradas mais duas, em setembro de 1982 - Guarani (prefixo "918") e em dezembro de 1982 - Lapa (prefixo "832")[283].

A partir de então só se instalavam na capital novas centrais com tecnologia digital, e os primeiros centros telefônicos inaugurados só com CPA's foram Americanópolis, Campo Limpo, Ibirapuera, Jaraguá, Morumbi, São Mateus e Vila Esperança, todos em 1984.

Interior[editar | editar código-fonte]

Centrais de médio e grande porte

Nas cidades do interior que possuíam centrais automáticas elas eram do tipo passo-à-passo, rotativas e barras-cruzadas, de vários fabricantes (Automatic Electric, Ericsson, Standard Electrica e Plessey)[284][285].

Conforme havia necessidade de ampliação de terminais as centrais passo-à-passo e rotativas iam sendo substituídas por centrais barras-cruzadas. Nas cidades que já possuíam as centrais barras-cruzadas podia-se ampliar a quantidade de terminais sem necessidade de mudança do equipamento.

Das centrais automáticas mais antigas instaladas pela CTB foram mantidas somente algumas, como as centrais de Araraquara, Bauru, Campinas e Rio Claro, assim como foram mantidas algumas de redes que eram administradas pela CTB, como as centrais de Jundiaí, Piracicaba e São João da Boa Vista.

Todas as centrais automáticas inauguradas pela CTB entre 1970 e 1972[286][287] e que faziam parte do primeiro plano de expansão da empresa foram mantidas, como a central de Birigui[288], sendo que algumas foram ampliadas, como a central de Itapetininga[289].

As demais centrais automáticas instaladas pela CTB e de suas redes administradas foram substituídas por prédios maiores construídos pela Telesp e com novo equipamento automático, como as centrais de Guarujá[290], Guarulhos[291] e Sorocaba[292].

As centrais automáticas instaladas pela COTESP em prédios especiais, a maioria projetadas pelo famoso arquiteto Ruy Ohtake - inspirado na arquitetura brutalista - foram mantidas. Dentre elas, as centrais de Cachoeira Paulista, Caraguatatuba, Cardoso, Ibiúna, Peruíbe, Piquete e Registro[293] foram inauguradas pela própria Telesp[294].

E as centrais automáticas recebidas pela Telesp das empresas particulares incorporadas em sua maioria foram substituídas por prédios maiores, recebendo novo equipamento automático, como as centrais de Ourinhos[295], Praia Grande[296], São Vicente[297] e São Carlos (inaugurada em janeiro de 1980 já com o sistema DDD, com a presença do governador Paulo Maluf, que fez uma chamada para Brasília e falou com o presidente da República General João Figueiredo)[298]. Somente os prédios que permitiam ampliação do equipamento foram mantidos.

As primeiras centrais automáticas inauguradas no interior foram as que faziam parte do plano de um milhão de telefones e que a CTB concluiu a construção dos prédios, nas cidades de Amparo, Indaiatuba e Paulínia[299], Ibitinga, Matão e Taquaritinga[300] e Lorena[301] (todas em maio de 1973), Salto, São Roque e Sertãozinho (julho de 1973)[302], Porto Feliz e São Manuel (agosto de 1973)[303], São José dos Campos (dezembro de 1973)[304], além de Barretos, Bebedouro, Carapicuíba, Laranjal Paulista, Piraju, Pirajuí e Poá (inauguradas entre 1973 e 1974).

Para as novas centrais de médio e grande porte projetadas e construídas pela própria Telesp foram utilizados desde o início vários tipos de prédios padrão, sendo que o mais utilizado para centrais de médio porte foi o prédio padrão tipo 21, de apenas um único pavimento.

Em 1983 foi inaugurada a primeira CPA fora da capital, em Osasco (prefixo “803”)[305]. Ainda na década de 80 elas passaram a substituir as centrais barras-cruzadas, sendo que algumas cidades permaneceram com as obsoletas centrais passo-à-passo sem serem ampliadas até a sua substituição pelas CPA's.

Os principais tipos de centrais digitais implantados pela Telesp nas centrais de médio e grande porte foram AXE-10 (Ericsson), NEAX-61 (NEC), EWSD (Equitel/Siemens), 5-ESS (AT&T) e TRÓPICO-RA (Promon - atual Trópico)[306].

Centrais de pequeno porte

A implantação de centrais automáticas de pequeno porte nas cidades que faziam parte do plano adicional é considerada a primeira realização da Telesp[251][307]. Caracterizadas por possuir uma estrutura de alvenaria bem simples, as primeiras foram inauguradas em Américo Brasiliense (julho de 1973), Cândido Rodrigues, Dobrada e Santa Lúcia (setembro de 1973), Cerqueira César, Corumbataí, Itobi, Ribeirão Bonito, Rincão e Santa Gertrudes (outubro de 1973)[308], e as demais inauguradas entre 1974 e 1975[309][310][311].

Antes de ser incorporada, a COTESP implantou entre 1973/1974 centrais automáticas em várias cidades que ainda não tinham sido transferidas para a Telesp. Elas eram decádicas do tipo UD (Philips-Inbelsa) instaladas em prédios padrão modulados[312]. Algumas delas foram substituídas ou ampliadas.

Entre 1976 e 1977 foram implantadas as centrais automáticas do tipo UDK (Philips-Inbelsa), a maioria instalada em prédios padrão modulados[313][314]. Já entre 1978 e 1984 as centrais implantadas nas cidades pequenas passaram a receber uma estrutura melhor em alvenaria.

Em 1985 foram implantadas centrais automáticas nas últimas 37 cidades que ainda tinham centrais manuais. Essas centrais foram instaladas em prédio padrão do tipo PTC-600. Dessas cidades, 17 foram integradas ao DDD somente em 1989, quando foi finalizada a implantação do sistema no estado, sendo elas Balbinos, Borá, Marinópolis, Monções, Nova Independência, Nova Luzitânia, Óleo, Pedranópolis, Platina, Rubiácea, São Francisco, São João das Duas Pontes, Sebastianópolis do Sul, Tejupá, Turmalina, União Paulista e Uru.

Também essas cidades foram as últimas a terem prefixo telefônico, juntamente com Álvares Florence, Anhumas, Florínea, Guarantã, Lavínia, Luís Antônio, Lutécia, Porangaba, Rifaina e Valentim Gentil, que foram integradas ao DDD também em 1989 mas receberam centrais automáticas antes de 1985.

A partir do final da década de 80 começaram a ser implantadas em todo o estado as centrais digitais de pequeno porte das séries TRÓPICO-R (Promon e PHT) e CPR (Equitel), que eram moduladas e instaladas em contêineres transportáveis[315][316][317][318].

Automatização das centrais telefônicas
Ano Cidades com
centrais automáticas
Cidades com
centrais manuais
Cidades sem
sistemas telefônicos
1973 148 314 66
1974[nota 1] 218 259 51
1975 236 254 38
1976[nota 2] 260 241 28
1977 335 181 13
1978 366 161 2
1979 398 131 -
1980[nota 3] 410 120 -
1981 450 80 -
1982 486 44 -
1983 490 40 -
1984 493 37 -
1985 530 - -
1988[nota 4] 531 - -
1989[nota 5] 532 - -

Cortes de área[editar | editar código-fonte]

Vista da cidade de Araraquara, com a central telefônica Fonte Luminosa em primeiro plano.

À medida em que ocorria a expansão da planta de telecomunicações, a capacidade para ampliação das centrais telefônicas se esgotava nas áreas de maior demanda telefônica, sendo necessária a construção de novas centrais para atender ao número crescente de usuários.

Dessa forma, quando se construía uma nova central telefônica no espaço de atendimento de uma única, os clientes mais distantes da antiga e próximos da nova eram remanejados para ela, liberando terminais para novos clientes mais próximos da antiga, aumentando a capacidade de atendimento dentro da área.

A esse remanejamento de terminais telefônicos de uma central telefônica para outra dava-se o nome de corte de área. Quando ocorria o corte de área, o telefone remanejado para a nova central tinha seu prefixo e milhar do número alterado.

Na capital, considerando a sua enorme demanda por telefones, os cortes de área eram frequentes. Nas demais cidades do estado, antes da Telesp ser criada, eles somente haviam sido feitos em Santos. A maioria dos cortes de área foram feitos na década de 90, devido a grande expansão telefônica ocorrida nessa época, sendo inauguradas centenas de novas centrais para atender a demanda existente por telefones.

Relação dos primeiros cortes de área nas principais cidades atendidas pela Telesp:

  • Santos - com impossibilidade de ampliação da primeira central automática da cidade, a CTB inaugurou a central Tocantins em 1948 e depois inaugurou a central Washington Luís em 1971[319], para onde foram remanejados posteriormente os telefones das duas centrais mais antigas[320]. Em 1977 a Telesp fez novos cortes de área na cidade[321], inaugurando as centrais José Menino[322] e Ponta da Praia[323]
  • Campinas - cidade onde a Telesp fez o primeiro corte de área no interior, inaugurando as centrais telefônicas Cambuí e Castelo em 1975[324]
  • Bauru - com impossibilidade de ampliação da primeira central, foi inaugurada a central Altos da Cidade em 1977[325]
  • Jundiaí - com impossibilidade de ampliação da primeira central, foi inaugurada a central Vila Arens em 1982[326]
  • Araraquara - com impossibilidade de ampliação da primeira central, foi inaugurada a central Fonte Luminosa em 1984[327]
  • Piracicaba - com nova central inaugurada em 1972[328], o primeiro corte de área foi feito somente em 1987, sendo inaugurada a central Vila Resende
  • São José dos Campos - com nova central inaugurada em 1973[304], os primeiros cortes de área foram feitos somente em 1984 e 1988, sendo inauguradas as centrais Jardim Satélite e Tatetuba
  • Guarulhos - com nova central inaugurada em 1975[291], o primeiro corte de área foi feito somente em 1984, sendo inaugurada a central Cumbica
  • São José do Rio Preto - com nova central inaugurada em 1976[329], os primeiros cortes de área foram feitos somente em 1991, sendo inauguradas as centrais Maceno e Redentora[330]
  • Sorocaba - com nova central inaugurada em 1978[331], o primeiro corte de área foi feito somente em 1989, sendo inaugurada a central Cerrado[332][333]
  • Osasco - com nova central inaugurada em 1978[17], o primeiro corte de área foi feito somente na década de 90.

Algumas cidades possuíam mais de uma central telefônica, só que não eram cortes de área e sim atendimento à regiões que não possuíam sistemas telefônicos, como as centrais Hortolândia e Nova Veneza em Sumaré, ou cidades que já possuíam mais de uma central instalada pela operadora anterior, sendo elas substituídas por novas centrais, como a central Granja Viana[334] em Cotia, as centrais Enseada[335] e Vicente de Carvalho[336] em Guarujá, e as centrais Cidade Ocian[337][338], Solemar[339] e Vila Caiçara[340] em Praia Grande.

Cooperativas rurais[editar | editar código-fonte]

Central telefônica rural Horto Florestal no km 139 da via Anhanguera em Limeira.

Após a iniciativa pioneira da Cooperativa Rural de Telecomunicações de Mogi das Cruzes (área de operação da CTBC), quando foram inauguradas duas centrais telefônicas rurais automáticas no ano de 1975, foi aberto o caminho para que surgissem cooperativas rurais de telecomunicações por todo o estado com a mesma iniciativa para solucionar o problema das comunicações entre os seus cooperados através da implantação de sistemas de telefonia rural[341][342].

Os projetos foram elaborados e executados pelo Departamento de Águas e Energia Elétrica - DAEE em parceria com a Telesp[343][344], onde ao todo foram beneficiadas 17 cooperativas rurais[345][346][347].

A Telesp começou a assumir a operação desses sistemas a partir do final da década de 70[348], a maioria em 1981 (8 centrais) e 1982 (15 centrais), até que em 1985 foi lançado o Plano Diretor de Telecomunicações Rurais para a atuação nessa área[173].

Das centrais telefônicas rurais instaladas destaca-se a que fica localizada no antigo núcleo rural de Holambra, na época pertencente aos municípios de Jaguariúna e Artur Nogueira e que em 1993 se tornou município.

Cooperativa rural Central rural
Cortemc - Coop. Rural Telecom. Mogi das Cruzes [349][350]
  • Cocuera
  • Pindorama
  • Lambari (desativ.)
Cortenep - Coop. Rural Telecom. Nordeste Paulista [351][352]
  • Alvorada
  • Cachoeiro
  • Maracanã
Cortelju - Coop. Rural Telecom. Região Jundiaí [353]
  • Engordador
  • Terra Nova
Cortelim - Coop. Rural Telecom. Itu Mairinque [354][355][356]
  • Europa
  • Taquaral
Coterso - Coop. Telef. Rural Região Sorocabana [357][358][359][360][361]
  • Águia da Castelo
  • Ipanema
  • Itavuvu
Cetril - Coop. Eletrif. Telef. Rurais Ibiúna
  • Rio Una
Cetert - Coop. Eletrif. Telef. Rurais Tapiraí [362]
  • Fazenda São Paulo
  • Liberdade
Ceripa - Coop. Eletrif. Telef. Rurais Itaí Paranapanema Avaré
  • Holambra II
  • Jurumirim
Cetrur - Coop. Eletrif. Telef. Rurais Registro
  • Carapiranga
Cetermm - Coop. Eletrif. Telef. Rurais Região Mogi Mirim
  • Holambra
Cortelpa - Coop. Rural Telecom. Região Paulista [363][364][365]
  • Horto Florestal
  • Praia Azul (desativ.)
Cetersj - Coop. Eletrif. Telef. Rurais São João da Boa Vista [366]
  • Capituba
Cortevalp - Coop. Rural Telecom. Vale do Rio Pardo [367][368]
  • Canoas
  • Morro do Cruzeiro
  • Fazenda Varginha (desativ.)
  • Visor (desativ.)
Cotersc - Coop. Telef. Rural Região São Carlos [369][370]
  • Fazenda Babilônia
  • Varjão
Corterc - Coop. Rural Telecom. Região Central Est. São Paulo [371]
  • Fazenda Santa Cruz
Coteralp - Coop. Telef. Rural Alta Paulista [372][373]
  • União (desativ.)

Prédios[editar | editar código-fonte]

A Telesp utilizava diversos tipos de prédios padrão, que eram projetados com a finalidade única de abrigar as centrais telefônicas, de acordo com seu porte:[374]

  • Para a instalação das centrais de menor capacidade eram utilizados contêineres, prédios modulados e em alvenaria, como os prédios padrão 4KT, PTC, PTRI, etc.
  • Para as centrais de maior capacidade eram utilizados diversos tipos de prédios em alvenaria, como os prédios padrão PLAD, PTC2, PTC4, 10KT, 20KT, 40KT, 50KT, 80KT, etc.[375][376][377][378]

Os prédios das centrais telefônicas são utilizados até hoje pela Vivo, mas são bens imóveis passíveis de reversão (bens reversíveis)[379][380][381].

Sistemas DDD/DDI[editar | editar código-fonte]

Inauguração do sistema DDD de São Paulo com transmissão ao vivo pela TV Tupi (1970).

Implantação[editar | editar código-fonte]

Em 1969 o sistema de Discagem Direta à Distância (DDD) começou a ser implantado em todo o país. A partir de abril de 1973 a Telesp começou a implantar em conjunto com a Embratel o sistema DDD nas cidades em que operava.

No início da implantação várias cidades receberam primeiramente o DDD de entrada, ou seja, somente recebiam chamadas interurbanas via DDD de outras cidades mas não podiam fazer as ligações por DDD, estas tinham que ser via telefonista. Posteriormente é que receberam o DDD de saída, passando também a realizar chamadas interurbanas via DDD para outras cidades através de sua central telefônica, sem necessidade da telefonista. Mas a grande maioria das cidades recebeu de uma vez o sistema completo de entrada e saída.

Quando a Telesp iniciou as operações o DDD havia sido implantado somente em São Paulo, nos anos de 1969 (entrada) e de 1970/1971 (saída), com inauguração oficial em julho de 1970 transmitida ao vivo para o país pela TV Tupi[382], Santos, Cubatão e Guarujá (maio de 1971-entrada)[383] e Presidente Prudente (junho de 1972)[384].

As primeiras cidades em que a Telesp implantou o sistema DDD foram Santos (abril de 1973-saída), Marília (junho de 1973), Bauru, Botucatu, São Manuel e Taubaté (agosto de 1973)[303], São José dos Campos (dezembro de 1973)[385], Cubatão e Guarujá (junho de 1974-saída), Tremembé (agosto de 1974), Itatiba (setembro de 1974-entrada)[310], Itu, Salto e São Roque (novembro de 1974-entrada) e Avaré (novembro de 1974)[386], tendo o processo de implantação se intensificado a partir de 1975[387].

Algumas cidades foram integradas ao DDD antes de serem incorporadas pela Telesp, como Sorocaba (junho de 1973), Osasco (julho de 1973), Campos do Jordão (abril de 1974) e São Vicente (julho de 1974)[388].

Como pelo convênio firmado em outubro de 1973 sob a coordenação da Telebras as cidades com mais de 10 mil habitantes deveriam estar interligadas ao sistema DDD até o ano de 1980[41], as últimas cidades de grande e médio porte que receberam o sistema foram Americana[389][390] e Sumaré (1978), Limeira[391], Praia Grande[392] e Santa Bárbara d'Oeste[393][394] (1979) e São Carlos (1980).

O processo de instalação do sistema DDD se prolongou até 1989 quando as últimas 50 cidades que não possuíam esse melhoramento foram atendidas, finalizando o processo nas 532 cidades de cobertura da Telesp na época[395].

As cidades que compartilhavam a central telefônica de outra cidade próxima por facilidade técnica foram integradas ao DDD antes de terem suas próprias centrais. É o caso de Barueri, integrada ao DDD em 1976 compartilhando a central de Carapicuíba, Igaraçu do Tietê em 1978 compartilhando a central de Barra Bonita e Vargem Grande Paulista em 1983 compartilhando a central de Cotia.

Ainda na década de 70 o Brasil integrou-se ao sistema de Discagem Direta Internacional (DDI), por meio da estação terrena de Tanguá da Embratel. O sistema de comunicações por satélite foi ampliado em 1976 com a inauguração da Estação de Monitoramento de Satélites, também situada em Tanguá. Neste mesmo ano a Telesp começa a implantar o sistema DDI gradativamente nas cidades de sua área de cobertura. A partir de 1980 as cidades que eram integradas ao sistema DDD também eram simultaneamente integradas ao sistema DDI[396].

Implantação DDD/DDI (cidades/ano)
Ano DDD
entr.
DDD
saída
DDD
compl.
Total
DDD
DDI Total
DDI
1969 1 - - - - -
1970 - 1 - 1 - -
1971 3 - - 1 - -
1972 - - 1 2 - -
1973 - 1 8 11 - -
1974 4 2 4 17 - -
1975 7 1 9 26 - -
1976 - 1 16 42 21 21
1977 - 3 34 80 43 64
1978 - 4 63 148 72 136
1979[nota 6] 9 2 54 203 64 200
1980 11 1 23 228 26 226
1981 6 3 39 270 42 268
1982 8 4 38 312 44 312
1983[nota 7] 6 6 6 324 12 324
1984 - 1 3 328 4 328
1985 - - 24 352 24 352
1986 - - 40 392 40 392
1987 - - 10 402 10 402
1988[nota 8] - 12 68 482 80 482
1989 - 13 37 532 50 532

Novos municípios[editar | editar código-fonte]

Vários distritos que se emanciparam na década de 90 foram integrados ao sistema DDD em centrais próprias, como São Lourenço da Serra (1977), Holambra (1978), Bertioga e Hortolândia (1979), Cajati, Engenheiro Coelho e Saltinho (1982), Ilha Solteira (1984), Ilha Comprida, Pratânia, Jumirim e Gavião Peixoto (1985), Pedrinhas Paulista (1988), Novais (1991), etc.

Os demais compartilhavam a central da cidade-sede, vários deles através de PABX, sendo integrados ao DDD antes de terem suas próprias centrais, como Alumínio, Arco-Íris, Canitar, Trabiju, etc.

Numeração telefônica[editar | editar código-fonte]

Formatos numéricos[editar | editar código-fonte]

Antes da implantação do sistema DDD as ligações interurbanas eram feitas quase em sua totalidade via telefonista, então não havia necessidade dos números telefônicos possuírem prefixos, exceto nas cidades com mais de uma central. Na área de operação da Telesp números de telefone sem prefixo existiram até 1989 nas sedes de municípios e até 1994 nas demais localidades.

Centrais manuais

Em todas as centrais manuais os números telefônicos não possuíam prefixo e variavam da seguinte forma: entre 01 e 099 e entre 100 e 999 nas centrais da antiga concessão Cia. Telefônica Alta Paulista, entre 1 e 999 na maioria das centrais, e em algumas centrais, dependendo da operadora, entre 1000 e 9999.

Centrais automáticas (sem prefixo)

Nas centrais automáticas que não possuíam prefixo os números telefônicos variavam da seguinte forma: entre 20 e 99 nas menores localidades, entre 200 e 999 na maioria das cidades e entre 1000 e 9999 nas cidades de médio e grande porte.

Centrais automáticas (com prefixo)

Até 1969 a cidade de São Paulo possuía centrais com prefixos de dois dígitos (as mais antigas, integradas ao DDD em 1971) e a partir de 1967 foram inauguradas as primeiras centrais com prefixos de três dígitos do país (foram também as primeiras do estado a serem integradas ao DDD, em 1970)[274][397]. Além da capital somente possuíam centrais com prefixos as cidades do Grande ABC, de Guarulhos e de Osasco (dois dígitos), e as cidades de Santos, Cubatão, Guarujá, São Vicente, Campinas, Sorocaba e Votorantim (um dígito).

Tendo em vista a realidade da implantação do DDD a partir de 1970 todas as centrais automáticas inauguradas pela CTB no interior passaram a ter prefixos de um dígito[286]. A COTESP passou a utilizar prefixos de um dígito nas centrais automáticas de maior porte inauguradas a partir de 1971 e em todas as centrais, inclusive as de pequeno porte, a partir de 1973.

Logo começaram a ser substituídos pela Telesp por prefixos de dois dígitos para o que o sistema telefônico pudesse ser ampliado[398][399][400][401], sendo que os últimos substituídos foram o prefixo "8" de Campinas alterado para "34" (1993)[402], o "2" também de Campinas alterado para "36" (1994)[403] e o "4" de Santos alterado para "284" (1995).

Os números telefônicos nas centrais com prefixos de um dígito variavam entre 2-0000 e 9-9999.

A Telesp logo que assumiu as operações já começou a utilizar prefixos de dois dígitos nas centrais automáticas de médio e grande porte que iam sendo ativadas no interior. Marília foi a única exceção, mesmo recebendo o sistema DDD em 1973 seus números telefônicos continuaram sem prefixo até a nova central ser inaugurada em 1978 (prefixo "33").

Entre 1976 e 1977 todas as centrais automáticas, inclusive as de pequeno porte, como já eram preparadas para o DDD foram ativadas com prefixos de dois dígitos, inclusive algumas centrais nas áreas de Sorocaba e Itapeva foram ativadas com prefixos de três dígitos (alterados posteriormente para dois dígitos)[313]. Mas a partir de 1978 as centrais telefônicas de pequeno porte passaram a ser ativadas sem prefixos telefônicos, só recebendo prefixos de dois dígitos com a implantação do DDD.

Os números telefônicos nas centrais com prefixos de dois dígitos variavam entre 20-0000 e 99-9999.

Na Região Metropolitana de São Paulo e entorno (que abrangia as áreas terciárias de São Paulo, Cotia, Jundiaí e Mogi das Cruzes), cuja demanda telefônica era muito maior, as centrais automáticas já eram ativadas com prefixos de três dígitos e código de área (011).

Na área de São Paulo foram utilizados prefixos iniciados por 2xx no Centro, Zona Norte e em Guarulhos, por 5xx na Zona Sul, por 8xx na Zona Oeste e em Osasco (posteriormente substituídos por 70x em Osasco) e por 9xx na Zona Leste e em Guarulhos (posteriormente substituídos por 6xx). Já na área de Cotia foram utilizados prefixos iniciados por 42x, 49x, 72x e 79x e na área de Jundiaí iniciados por 40x, 43x, 48x, 73x e 78x.

No nordeste do estado onde a Telesp possuía concessões nas áreas de Ribeirão Preto e Franca juntamente com a CETERP e CTBC o padrão seguido inicialmente era o de prefixos de dois dígitos, mas depois passou a ser de três dígitos para padronização com aquelas operadoras.

Os números telefônicos nas centrais com prefixos de três dígitos variavam entre 201-0000 e 999-9999.

Na década de 80, para a implantação dos sistemas de Discagem Direta a Cobrar (DDC) e de Discagem Direta Gratuita (DDG), as centrais que possuíam prefixo "90" e também prefixos iniciados por "80x" tiveram seus prefixos alterados. E no início da década de 90, para a implantação do sistema de telefonia celular, as centrais que possuíam prefixo "97", algumas com prefixo "98" e também prefixos iniciados por 9xx tiveram seus prefixos alterados.

A partir de 1995 a Telesp começou a alteração na numeração telefônica em todo o estado para ampliação da rede[404]. Na área (011) começou a ser implantado os prefixos de quatro dígitos, quando em julho desse ano o prefixo "61" da central Campo Belo foi alterado para "5561", sendo o primeiro prefixo telefônico com quatro dígitos no Brasil[405].

Os prefixos foram substituídos gradativamente, na capital sendo utilizadas as séries 3xxx, 5xxx e 6xxx (os prefixos iniciados por 6xxx foram depois substituídos por 2xxx), e nas demais cidades a série 7xxx e depois a série 4xxx (os prefixos iniciados por 7xxx foram depois substituídos por 4xxx, exceto em Osasco, onde os prefixos iniciados por 70xx e 720x foram substituídos por 36xx)[406].

As demais áreas passaram a seguir a padronização nacional de DDD com três dígitos (012 à 019) e prefixos de três dígitos também. O acréscimo do quarto dígito nos prefixos telefônicos dessas áreas iniciou-se no ano 2000 e foi finalizado em dezembro de 2005.

Áreas terciárias[editar | editar código-fonte]

Divisão do estado de São Paulo em áreas terciárias.

A numeração dos códigos de área (DDD) seguiu o Plano Nacional de Numeração Telefônica do Ministério das Comunicações, implantado em julho de 1972 pela Portaria 639 do DENTEL dividindo o estado em áreas terciárias[407], que são um conjunto de cidades agrupadas numa região de numeração fechada com o mesmo código de área.

As ligações entre as cidades de uma mesma área terciária podiam ser feitas sem a necessidade de se discar o código de área antes do número telefônico[408].

Já o sistema de tarifação interurbano área-a-área, implantado em 1976 pelo Ministério das Comunicações em conjunto com a Telebras e Embratel, dividiu o estado em áreas de tarifação, tendo como base as áreas terciárias[409].

A principal cidade de cada área de tarifação é chamada de centro de área, sendo a referência geodésica das demais para o cálculo das tarifas de ligações interurbanas de longa distância. As cidades de uma mesma área de tarifação integravam o DDD Regional, onde as chamadas interurbanas entre elas custavam o valor de uma chamada local[408].

Não demorou muito e as áreas terciárias e de tarifação começaram a sofrer alterações:[410][411]

As áreas terciárias de Ribeirão Preto (166)[nota 9] e de Franca (167)[nota 10] tiveram o código DDD alterado para (016), e a de São Joaquim da Barra (168) teve o código DDD implantado diretamente como (016), mas apesar do mesmo código as áreas continuaram sendo distintas.

Nas áreas de Mogi das Cruzes (136) e de São Joaquim da Barra (168) a Telesp não operava em nenhum município. Já nas áreas de São Paulo (11), de Ribeirão Preto (166), de Franca (167) e de Barretos (173) a Telesp operava em parte dos municípios.

E apesar do código DDD (0176) ser implantado em algumas cidades do Mato Grosso do Sul, essas cidades não faziam parte da área de Jales (176), mas sim das áreas de Paranaíba (176-A) e de Cassilândia (675-A).

Implantação do sistema DDD completo por número de cidades/ano nas áreas terciárias
Área terciária 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89
11-São Paulo 1 1 1
133-Cotia 1 2 4 3 1 2 1 1
134-Jundiaí 4 5 1 4 3 1 1 1
122-Taubaté 1 2 1 1 2 1 3
123-São José dos Campos 1 2 1 1 1 2
124-Caraguatatuba 4
125-Guaratinguetá 2 3 1 1 2 4
132-Santos 1 3 4 2
138-Registro 1 3 1 2 1 1
142-Bauru 1 1 2 2 1 3 8 3
143-Ourinhos 4 2 1 1 2 1 4 2
144-Marília 1 1 3 1 5 7 1
145-Lins 3 1 3
146-Jaú 1 4 1 2 1 1 1
147-Avaré 1 1 1 3 2
149-Botucatu 2 1 1 4 1
152-Sorocaba 1 2 10 4 1 2 3
155-Itapeva 3 1 1 2 3 4
162-Araraquara 1 1 1 2 2 3 3 1 1 3 2
163-Jaboticabal 1 2 1 1 1
166-Ribeirão Preto 1 2 3 1 2 1 1 1
167-Franca 2 1 2 2 1 1
172-São José do Rio Preto 1 4 1 2 7 9 2 4 1
173-Barretos 1 1 1 1 1 1 2
174-Votuporanga 4 2 1 1 5 1 1 11
175-Catanduva 2 2 1 3 1 1 4 1
176-Jales 2 3 4 4 5
182-Presidente Prudente 1 4 3 3 2 1 1 11 1
183-Assis 1 3 2 1 1 4
186-Araçatuba 2 3 1 3 7 1 3 3
187-Andradina 3 1 1 1 3
188-Dracena 3 1 2 5 1 1
189-Adamantina 1 2 2 1 2 2
192-Campinas 1 1 4 7 4 3 3 1
194-Piracicaba 1 1 6 2 1 1 1 1
195-Rio Claro 1 1 4 1 1 1 2 3
196-São João da Boa Vista 2 2 2 1 4 2 1 2

Nos anos de 1995 e 1996 os códigos DDD foram alterados de quatro para três dígitos:

  • abr/95: parte do (0132) para (013)[412]
  • mai/95 à jul/95: parte do (0192) para (019)[413]
  • jun/95: parte do (0132) para (013)[414] e (0189) para (018)
  • ago/95: (0138) para (013)[415] e (0186, 0187, 0188) para (018)[416]
  • set/95: (0146) para (014) e (0162, 0163) para (016)[417]
  • out/95: (0149) para (014)[418] e (0172, 0173, 0175) para (017)[419]
  • fev/96: (0125) para (012)[420]
  • mar/96: (0122) para (012)[420] e parte do (0192) para (019)[421]
  • abr/96: (0124) para (012)[420] e (0174, 0176) para (017)[422]
  • mai/96: (0123) para (012)[420], (0143, 0144, 0145) para (014)[423] e parte do (0152) para (015)[424]
  • jul/96: parte do (0152) para (015)[425], (0182, 0183) para (018)[426] e (0195, 0196) para (019)[427][428]
  • ago/96: (0194) para (019)[429]
  • set/96: (0142, 0147) para (014)
  • out/96: (0155) para (015)[430]

Após a alteração dos códigos DDD as áreas terciárias de numeração deixaram de existir, mas para o sistema de chamadas interurbanas as áreas de tarifação continuam até os dias atuais, de acordo com a Resolução n° 424 de 6 de dezembro de 2005 da Anatel[431].

Evolução do sistema[editar | editar código-fonte]

1970 [286]

Centrais automáticas:[432][433][434][435]

  • Bragança Paulista, Itatiba e Itu
  • Cruzeiro
  • Lençóis Paulista; Garça; Barra Bonita; Avaré; Botucatu
  • Itapetininga, Piedade e Tatuí; Itapeva
  • Jaboticabal
  • Penápolis
  • Itapira, Mogi Guaçu e Mogi Mirim; Mococa

Sistema DDD:

  • São Paulo (parcial)

1971 [244][436]

Centrais automáticas:

  • Cotia
  • Santa Branca; São Sebastião e Ubatuba
  • Registro
  • Buri e Guapiara
  • Votuporanga
  • Mirante do Paranapanema
  • Louveira

Sistema DDD:

  • São Paulo (parcial)

1972 [86]

Centrais automáticas:

  • Jacareí
  • Promissão
  • Patrocínio Paulista

Sistema DDD:

  • Presidente Prudente

1973 [26]

A primeira diretoria da Telesp tomou posse em abril de 1973, tendo como presidente Antônio Salles Leite, que até então era o diretor econômico-financeiro da CTB, permanecendo durante os governos Médici e Geisel[437].

Centrais automáticas:[246][251][308]

  • Carapicuíba e São Roque; Campo Limpo Paulista e Salto
  • Paraibuna; Ilhabela; Lorena
  • Miracatu
  • Cerqueira César; São Manuel
  • Laranjal Paulista e Porto Feliz
  • Américo Brasiliense, Cândido Rodrigues, Dobrada, Ibitinga, Matão, Ribeirão Bonito, Rincão, Santa Lúcia e Taquaritinga; Sertãozinho
  • Icém
  • Birigui
  • Amparo, Indaiatuba e Paulínia; Corumbataí e Santa Gertrudes; Águas da Prata e Itobi

Sistema DDD:

  • Osasco
  • Taubaté; São José dos Campos
  • Santos
  • Bauru; Marília; Botucatu e São Manuel
  • Sorocaba

1974 [46][438]

Centrais automáticas:[251][257][309][310][311]

  • Jandira, Juquitiba e Santana de Parnaíba; Bom Jesus dos Perdões, Franco da Rocha, Mairiporã, Nazaré Paulista e Várzea Paulista
  • Roseira e Tremembé; Lavrinhas e Silveiras
  • Itariri e Pedro de Toledo; Cananéia e Eldorado
  • Avaí, Cabrália Paulista e Pirajuí; Herculândia, Oriente e Quintana; Getulina; Itapuí e Mineiros do Tietê; Pereiras
  • Angatuba, Cesário Lange, Salto de Pirapora e São Miguel Arcanjo; Iporanga e Ribeira
  • Fernando Prestes; Barrinha, Pradópolis, Serra Azul e Serrana; São José da Bela Vista
  • Altair, Cedral, Guaraci, José Bonifácio, Monte Aprazível, Neves Paulista, Potirendaba, Severínia e Tanabi; Barretos; Auriflama, Estrela d'Oeste, Gastão Vidigal, General Salgado, Indiaporã, Macaubal e Meridiano; Cajobi, Ibirá e Tabapuã; Populina e Santa Rita d'Oeste
  • Teodoro Sampaio; Maracaí; Avanhandava e Clementina; Guaraçaí, Pereira Barreto e Sud Mennucci
  • Charqueada e Santa Maria da Serra; Analândia e Itirapina

Sistema DDD:

  • Campos do Jordão e Tremembé
  • Cubatão, Guarujá e São Vicente
  • Avaré

1975 [55]

Centrais automáticas:[251][258]

  • Cabreúva, Caieiras e Morungaba
  • Areias e São José do Barreiro
  • Manduri; Oscar Bressane; Guaiçara; Torrinha; Itatinga
  • Tietê
  • Guariba; Pitangueiras e São Simão
  • Bebedouro e Jaborandi
  • Cosmópolis e Monte Alegre do Sul

Sistema DDD:

  • Guarulhos; São Roque
  • Caçapava; Cruzeiro e Lorena
  • Garça
  • Araraquara
  • Campinas; Piracicaba; Rio Claro

1976 [64]

Centrais automáticas:[258][259]

  • Embu-Guaçu; Jarinu e Joanópolis
  • Redenção da Serra; Caraguatatuba
  • Campos Novos Paulista; Águas de Santa Bárbara; Pardinho
  • Boituva e Iperó
  • Ibaté; Taiúva; Jeriquara
  • Palestina e Uchoa; Terra Roxa; Fernandópolis
  • Alfredo Marcondes e Santo Expedito; Monte Castelo
  • Elias Fausto; Capivari e Rafard; Ipeúna

Sistema DDD:

  • Barueri e Carapicuíba; Bragança Paulista, Caieiras, Jundiaí e Salto
  • Caraguatatuba, Ilhabela, São Sebastião e Ubatuba
  • Taquaritinga; Jaboticabal
  • São José do Rio Preto; Barretos
  • Paulínia; Águas da Prata e São João da Boa Vista

1977 [72]

Centrais automáticas:[313][314]

  • Itapevi e Pirapora do Bom Jesus
  • Natividade da Serra e Santo Antônio do Pinhal; Jambeiro, Monteiro Lobato e São Bento do Sapucaí; Cachoeira Paulista, Cunha e Piquete
  • Iguape
  • Agudos, Duartina, Iacanga, Macatuba, Pederneiras, Pongaí e Reginópolis; Bernardino de Campos, Fartura, Piraju, São Pedro do Turvo e Timburi; Alvinlândia, Júlio Mesquita, Lupércio, Queiroz e Vera Cruz; Cafelândia, Guaimbê e Sabino; Dois Córregos; Coronel Macedo e Itaí; Bofete
  • Capela do Alto, Cerquilho, Guareí, Ibiúna, Sarapuí e Tapiraí; Apiaí, Barão de Antonina, Itaberá, Ribeirão Branco e Riversul
  • Jaci, Olímpia e Poloni; Colina; Américo de Campos, Cardoso, Cosmorama, Floreal, Macedônia, Magda e Mira Estrela; Aparecida d'Oeste, Dolcinópolis, Guzolândia e Paranapuã
  • Caiabu, João Ramalho, Pirapozinho, Presidente Venceslau e Rancharia; Braúna; Murutinga do Sul; Ouro Verde e Panorama; Adamantina e Salmourão
  • Águas de Lindóia e Lindóia; Mombuca

Sistema DDD:

  • Cotia, Embu, Itapevi e Jandira; Itu
  • Jacareí e Salesópolis; Cachoeira Paulista, Guaratinguetá e Piquete
  • Agudos, Lençóis Paulista e Pederneiras; Dois Córregos
  • Matão; Sertãozinho
  • José Bonifácio, Monte Aprazível, Olímpia e Tanabi; Bebedouro; Cardoso, Fernandópolis, Nhandeara e Votuporanga
  • Martinópolis, Presidente Venceslau, Rancharia e Santo Anastácio; Araçatuba e Penápolis; Andradina, Mirandópolis e Pereira Barreto
  • Amparo, Indaiatuba, Mogi Mirim e Serra Negra; Araras

1978 [273]

Centrais automáticas:

  • Itapecerica da Serra e Mairinque, Cajamar e Francisco Morato
  • Queluz
  • Mongaguá
  • Ipaussu e Santa Cruz do Rio Pardo; Bariri; Taquarituba
  • Araçoiaba da Serra e Porangaba
  • Itápolis; Cravinhos, Pontal e Santa Rosa de Viterbo
  • Novo Horizonte
  • Presidente Epitácio; Cândido Mota, Palmital e Paraguaçu Paulista; Buritama, Guararapes e Valparaíso; Junqueirópolis
  • Artur Nogueira, Pedreira, Santo Antônio de Posse e Socorro; Águas de São Pedro, Nova Odessa e São Pedro

Sistema DDD:

  • Itapecerica da Serra, Mairinque e Taboão da Serra; Atibaia, Campo Limpo Paulista, Francisco Morato, Franco da Rocha, Itatiba, Mairiporã e Várzea Paulista
  • Pindamonhangaba; Paraibuna; Cunha
  • Registro
  • Duartina e Pirajuí; Ipaussu, Ourinhos, Piraju e Santa Cruz do Rio Pardo; Pompéia, Tupã e Vera Cruz; Cafelândia, Lins e Promissão; Bariri, Barra Bonita, Igaraçu do Tietê e Jaú; Taquarituba
  • Itapetininga e Tatuí
  • Ibitinga e Itápolis; Guariba e Monte Alto; Cravinhos e São Simão
  • Icém; Colina; Auriflama e Estrela d'Oeste; Catanduva e Novo Horizonte
  • Assis; Birigui, Guararapes e Valparaíso; Dracena, Junqueirópolis e Panorama; Adamantina
  • Águas de Lindóia, Cosmópolis, Itapira, Pedreira, Sumaré, Valinhos e Vinhedo; Americana; Descalvado, Pirassununga, Porto Ferreira e Santa Rita do Passa Quatro; Espírito Santo do Pinhal e Mococa

1979 [241]

No governo João Figueiredo toma posse em abril de 1979 uma nova diretoria, tendo como presidente Carlos de Paiva Lopes, que era o vice-presidente na gestão anterior[439].

Centrais automáticas:[440]

  • Juquiá
  • Ibirarema e Taguaí; Bocaina e Brotas; Arandu
  • Nova Europa e Tabatinga; Dumont e Luiz Antônio; Itirapuã e Rifaina
  • Bady Bassitt, Bálsamo e Guapiaçu; Monte Azul Paulista, Pirangi e Viradouro; Guarani d'Oeste e Valentim Gentil; Ariranha, Itajobi e Santa Adélia; Jales e Palmeira d'Oeste
  • Anhumas, Marabá Paulista e Taciba; Bilac; Tupi Paulista; Lucélia
  • Conchal

Sistema DDD:

  • Santa Branca; Aparecida
  • Itanhaém, Mongaguá, Peruíbe e Praia Grande
  • Iacanga; Bernardino de Campos e Fartura; Getulina; Bocaina; Itaí
  • Angatuba, Araçoiaba da Serra, Cerquilho, Ibiúna, Laranjal Paulista, Piedade, Porto Feliz, Salto de Pirapora, Tietê e Votorantim; Capão Bonito, Itapeva e Itararé
  • Américo Brasiliense e Ribeirão Bonito; Pitangueiras, Pontal e Santa Rosa de Viterbo
  • Monte Azul Paulista; Jales e Palmeira d'Oeste
  • Pirapozinho, Presidente Epitácio e Teodoro Sampaio; Cândido Mota, Palmital e Paraguaçu Paulista; Buritama; Tupi Paulista; Lucélia e Osvaldo Cruz
  • Conchal, Louveira, Mogi Guaçu e Socorro; Águas de São Pedro, Capivari, Limeira, Nova Odessa, Santa Bárbara d'Oeste e São Pedro; Leme; Aguaí e São José do Rio Pardo

1980 [396]

Centrais automáticas:[441]

  • Barueri
  • Jacupiranga
  • Bastos; Paranapanema; Conchas
  • Borborema
  • Paraíso e Pindorama
  • Pacaembu
  • Jaguariúna; Cordeirópolis; Santo Antônio do Jardim

Sistema DDD:

  • Embu-Guaçu; Cajamar
  • São Bento do Sapucaí
  • Bastos; Brotas e Mineiros do Tietê; Conchas
  • Apiaí
  • Nova Europa, São Carlos e Tabatinga; Igarapava e Pedregulho
  • Pirangi; Itajobi e Santa Adélia
  • Jaguariúna, Monte Alegre do Sul e Monte Mor; Iracemápolis e Rio das Pedras; Cordeirópolis; Tambaú

1981 [99]

Centrais automáticas:[260][261][262]

  • Itupeva, Pedra Bela e Piracaia
  • Gália, Guarantã e Piratininga; Chavantes; Iacri; Anhembi e Areiópolis
  • Pilar do Sul
  • Boa Esperança do Sul, Dourado e Santa Ernestina; Cristais Paulista
  • Mendonça, Nova Aliança, Nova Granada, Orindiúva e Paulo de Faria; Álvares Florence; Irapuã e Urupês; Santa Albertina e Urânia
  • Álvares Machado, Indiana e Regente Feijó; Echaporã, Lutécia e Quatá; Barbosa, Coroados e Glicério; Castilho; Irapuru; Parapuã e Rinópolis
  • Santa Cruz da Conceição; São Sebastião da Grama

Sistema DDD:

  • Juquitiba e Santana de Parnaíba; Cabreúva, Itupeva, Joanópolis e Piracaia
  • Cananéia, Iguape e Miracatu
  • Gália, Macatuba e Piratininga; Chavantes; Itapuí
  • Boa Esperança do Sul, Dourado e Ibaté; Serrana
  • Nova Granada e Paulo de Faria; Urupês; Santa Albertina, Santa Fé do Sul e Urânia
  • Álvares Machado, Mirante do Paranapanema e Regente Feijó; Echaporã e Quatá; Castilho; Irapuru e Pacaembu; Parapuã e Rinópolis
  • Artur Nogueira, Elias Fausto e Santo Antônio de Posse; Itirapina; Caconde, Santa Cruz das Palmeiras, São Sebastião da Grama e Vargem Grande do Sul

1982 [92]

Centrais automáticas:[263]

  • Pinhalzinho
  • Lagoinha e São Luís do Paraitinga
  • Arealva e Boraceia; Salto Grande e Sarutaiá; Álvaro de Carvalho e Ubirajara
  • Itaporanga
  • Taiaçu e Vista Alegre do Alto
  • Adolfo e Riolândia; Pontes Gestal; Palmares Paulista e Sales
  • Cruzália e Florínea; Bento de Abreu, Lavínia, Luiziânia, Piacatu, Planalto e Santópolis do Aguapeí; Nova Guataporanga, Paulicéia, Santa Mercedes e São João do Pau d'Alho; Flórida Paulista, Inúbia Paulista e Mariápolis
  • Divinolândia e Tapiratiba

Sistema DDD:

  • Pirapora do Bom Jesus; Bom Jesus dos Perdões, Jarinu e Pinhalzinho
  • Roseira e São Luís do Paraitinga
  • Juquiá
  • Salto Grande; Águas de Santa Bárbara, Cerqueira César e Paranapanema
  • Boituva, Iperó, Pilar do Sul e São Miguel Arcanjo; Itaberá
  • Borborema; Dumont e Pradópolis; Patrocínio Paulista
  • Cedral, Guapiaçu, Mirassol, Neves Paulista, Poloni, Potirendaba e Riolândia; Viradouro; General Salgado; Ibirá, Pindorama e Tabapuã
  • Iepê e Presidente Bernardes; Maracaí; Flórida Paulista
  • Lindóia; Charqueada; Analândia e Santa Gertrudes; Casa Branca e Divinolândia

1983

Centrais automáticas:

  • Presidente Alves
  • Restinga
  • Três Fronteiras
  • Alto Alegre

Sistema DDD:

  • Vargem Grande Paulista; Nazaré Paulista
  • Itariri e Pedro de Toledo; Eldorado e Jacupiranga
  • Buri e Itaporanga
  • Rincão; Taiúva; Barrinha
  • Rafard

1984 [93]

Centrais automáticas:[264][265]

  • Ribeirão do Sul
  • Catiguá
  • Piquerobi

Sistema DDD:

  • Morungaba
  • Pariquera-Açu
  • Catiguá
  • Piquerobi

1985 [173]

Nova diretoria toma posse em março de 1985 durante o governo José Sarney, tendo como presidente Antônio Ignácio de Jesus, que era o diretor econômico-financeiro na gestão anterior.

Centrais automáticas:

  • Balbinos, Lucianópolis e Uru; Óleo e Tejupá; Ocauçu; Itaju
  • Barra do Turvo
  • Mirassolândia, Nipoã, Onda Verde e União Paulista; Monções, Nova Luzitânia, Pedranópolis, São João das Duas Pontes e Sebastianópolis do Sul; Marinópolis, Rubinéia, Santa Clara d'Oeste, Santana da Ponte Pensa, São Francisco e Turmalina
  • Caiuá, Estrela do Norte, Narandiba, Sandovalina e Tarabai; Borá e Platina; Gabriel Monteiro, Rubiácea e Turiúba; Itapura e Nova Independência; Flora Rica; Sagres

Sistema DDD:

  • Ibirarema e Taguaí; Torrinha; Itatinga
  • Cesário Lange
  • Jeriquara e São José da Bela Vista
  • Adolfo, Altair, Bady Bassitt, Bálsamo, Guaraci, Orindiúva, Palestina, Severínia e Uchoa; Jaborandi e Terra Roxa; Macaubal; Paraíso
  • Avanhandava, Braúna e Clementina; Guaraçaí

1986 [94]

Sistema DDD:

  • Bananal e Queluz
  • São Pedro do Turvo; Herculândia, Oriente, Oscar Bressane, Queiroz e Quintana; Guaiçara, Guaimbê e Sabino
  • Serra Azul; Cristais Paulista e Itirapuã
  • Mendonça e Nova Aliança; Américo de Campos, Cosmorama, Floreal, Indiaporã e Pontes Gestal; Aparecida d'Oeste, Paranapuã, Populina e Três Fronteiras
  • Bilac, Coroados, Glicério, Luiziânia, Piacatu, Planalto e Santópolis do Aguapeí; Nova Guataporanga, Ouro Verde, Paulicéia, Santa Mercedes e São João do Pau d'Alho; Inúbia Paulista e Mariápolis
  • Mombuca

1987 [78]

Sistema DDD:

  • Lagoinha; Areias, Lavrinhas, São José do Barreiro e Silveiras
  • Gastão Vidigal
  • Alfredo Marcondes; Bento de Abreu; Monte Castelo
  • Tapiratiba

1988 [442]

Centrais automáticas:

  • Igaraçu do Tietê

Sistema DDD:

  • Pedra Bela
  • Natividade da Serra, Redenção da Serra e Santo Antônio do Pinhal; Jambeiro e Monteiro Lobato
  • Sete Barras
  • Arealva, Avaí, Boraceia, Cabrália Paulista, Lucianópolis, Pongaí, Presidente Alves e Reginópolis; Manduri, Ribeirão do Sul, Sarutaiá e Timburi; Alvinlândia, Campos Novos Paulista, Iacri, Júlio Mesquita, Lupércio, Ocauçu e Ubirajara; Itaju; Anhembi, Areiópolis, Pardinho e Pereiras
  • Capela do Alto e Guareí; Barra do Turvo, Iporanga e Ribeirão Branco
  • Cândido Rodrigues, Fernando Prestes e Santa Ernestina; Taiaçu; Restinga
  • Jaci, Mirassolândia, Nipoã e Onda Verde; Guarani d'Oeste; Ariranha, Cajobi, Palmares Paulista e Sales; Rubinéia, Santa Clara d'Oeste, Santa Rita d'Oeste e Santana da Ponte Pensa
  • Caiabu, Caiuá, Estrela do Norte, Indiana, João Ramalho, Marabá Paulista, Narandiba, Sandovalina, Santo Expedito, Taciba e Tarabai; Cruzália; Alto Alegre, Gabriel Monteiro e Turiúba; Itapura; Flora Rica; Sagres e Salmourão
  • Santa Maria da Serra; Corumbataí, Ipeúna e Santa Cruz da Conceição; Itobi e Santo Antônio do Jardim

1989 [395]

Centrais automáticas:

  • Vargem Grande Paulista

Sistema DDD:

  • Balbinos, Guarantã e Uru; Óleo e Tejupá; Álvaro de Carvalho; Arandu e Coronel Macedo; Bofete
  • Porangaba, Sarapuí e Tapiraí; Barão de Antonina, Guapiara, Ribeira e Riversul
  • Dobrada e Santa Lúcia; Vista Alegre do Alto; Luiz Antônio; Rifaina
  • União Paulista; Álvares Florence, Macedônia, Magda, Meridiano, Mira Estrela, Monções, Nova Luzitânia, Pedranópolis, São João das Duas Pontes, Sebastianópolis do Sul e Valentim Gentil; Irapuã; Dolcinópolis, Guzolândia, Marinópolis, São Francisco e Turmalina
  • Anhumas; Borá, Florínea, Lutécia e Platina; Barbosa, Lavínia e Rubiácea; Murutinga do Sul, Nova Independência e Sud Mennucci

Área de cobertura[editar | editar código-fonte]

Localidades atendidas[editar | editar código-fonte]

Relação das cidades de cobertura da Telesp, com todas as centrais automáticas adquiridas e as instaladas pela Telesp no período de 1970 à 1989, quando houve a implantação completa do sistema DDD nas cidades de cobertura à época, num total de 532 cidades. Também consta do quadro o número de terminais telefônicos em serviço (manuais e automáticos)[443] e os anos em que foram instalados nas centrais telefônicas. Após a criação de novos municípios a área de cobertura passou a ser de 583 cidades (1993) e de 602 cidades (1997).

Central
telefônica
automática
Inst. Pref. Inst.
DDD
DDD Pref. Concessão
anterior
Inst.
term.
Term.
(mil)
1972
Inst.
term.
Term.
(mil)
1980
Inst.
term.
Term.
(mil)
1985
Inst.
term.
Term.
(mil)
1989
Adamantina 1977 21 1978 0189 21 CTRP 0,65 1977 1,95 1983 2,96 3,67
Adolfo 1982 s/pref. 1985 0172 44 COTESP 0 0,04 1982 0,08 1989 0,13
Aguaí 1962 s/pref. 1979 0196 52 CTB 0,2 1978, 1980 1,23 1,51 1986 2,01
Águas da Prata 1973 s/pref. 1976 0196 42 CTB 0,16 1973, 1979 0,51 0,67 0,77
Águas de Lindóia 1977 94 1978 0192 94 CTB 0,22 1977 0,89 0,97 1989 2,04
Águas de Santa Bárbara 1976 43 1982 0147 43 COTESP 0,05 1976, 1978 0,21 1982 0,36 1988 0,49
Águas de São Pedro 1978 s/pref. 1979 0194 82 T A S Pedro 0,19 1978 0,45 0,59 0,65
Agudos 1977 inst. c/DDD 1977 0142 62 CTB 0,3 1977 1 1982 1,44 1987 1,87
Alfredo Marcondes 1976 s/pref. 1987 0182 66 STM 0,06 1976 0,07 0,1 1987 0,2
Altair 1974 s/pref. 1985 0172 89 CTB 0,01 1974 0,04 1982 0,09 1989 0,12
Alto Alegre 1983 s/pref. 1988 0186 57 CTB 0,01 0,07 1983, 1985 0,12 1988 0,19
Álvares Florence 1981 s/pref. 1989 0174 86 COTESP 0,02 0,07 1981 0,1 0,2
Álvares Machado 1981 inst. c/DDD 1981 0182 73 ETP 0,18 0,18 1981 0,58 1988 0,79
Álvaro de Carvalho 1982 66 1989 0144 66 E T Tibiriçá Feio 0,04 0,05 1982 0,08 0,1
Alvinlândia 1977 73 1988 0144 73 COTESP 0,02 1977 0,05 1982 0,09 0,1
Americana 1952 s/pref. 1978 0194 61 E T Americana 2 1977, 1978 9,08 12,28 16
Americana 1985 1985 0194 62 1985 12,28 1986 16
Americana 1989 1989 0194 60 1989 16
Americana - Praia Azul 0194 49-2
Américo Brasiliense 1973 s/pref. 1979 0162 92 CTB 0,05 1973, 1979 0,29 1982, 1985 0,77 0,98
Américo de Campos 1977 55 1986 0174 45 COTESP 0,07 1977 0,16 1984 0,28 0,33
Amparo 1973 70 1977 0192 70 CTB 0,76 1973, 1976, 1979 2,55 1985 2,63 1988 5,11
Analândia 1974 s/pref. 1982 0195 66 CTB 0,05 1974, 1980 0,1 1982 0,28 0,29
Andradina 1957 s/pref. 1977 0187 22 EMA 1,97 1974, 1976 2,76 3,04 1986, 1988, 1989 4,25
Angatuba 1974 5-5 1979 0152 55 COTESP 0,17 1974, 1977 0,43 0,48 1986, 1988 0,75
Anhembi 1981 65 1981, 1988 0149 65 COTESP 0,01 0,1 1981 0,14 0,24
Anhumas 1979 s/pref. 1989 0182 46 STM 0,02 1979 0,03 0,04 1989 0,1
Aparecida 1968 s/pref. 1979 0125 36 COTESP 1971 0,7 1979 1,56 2,04 1986, 1987 2,56
Aparecida d'Oeste 1977 52 1986 0176 35 COTESP 0,04 1977 0,09 1982 0,18 0,21
Apiaí 1977 552 1980 0155 52 COTESP 0,21 1977 0,39 1981 0,6 1988 0,96
Araçatuba 1956 s/pref. 1977 0186 23 CTRP 2,03 1977 8,05 1981, 1983 12,55 12,75
Araçatuba 1985 1985 0186 22 1985 12,55 1988 12,75
Araçoiaba da Serra 1978 81 1979 0152 81 STM 0,08 1978 0,44 0,76 1988 1,1
Araçoiaba da Serra - Ipanema 0152 91
Arandu 1979 46 (ant. s/pref.) 1983, 1989 0147 46 CTB 0,01 1979 0,04 1983 0,1 0,13
Araraquara 1959 2 (ant. s/pref.) 1975 0162 32 CTB 1973 4,04 10,27 22,02 22,52
Araraquara 1975 1975 0162 22 1975, 1978, 1980 10,27 22,02 22,52
Araraquara - Fonte Luminosa 1984 1984 0162 36 1984 22,02 22,52
Araraquara - Gavião Peixoto 1982 s/pref. 1985 0162 38 1982
Araras 1960 s/pref. 1977 0195 41 E T Ararense 1,2 1977, 1979 4,97 1983, 1985 7,03 1987, 1988 10,07
Arealva 1982 s/pref. 1988 0142 56 COTESP 0,04 0,21 1982 0,35 0,44
Areias 1975 s/pref. 1987 0125 67 CTB 0 1975 0,07 0,1 1987 0,14
Areiópolis 1981 76 1981, 1988 0149 76 (alt.46) CTB 0,03 0,07 1981 0,18 0,19
Ariranha 1979 76 1979, 1988 0175 76 STM 0,02 1979 0,14 1982, 1985 0,2 0,34
Artur Nogueira 1978 77 1981 0192 77 STM 0,23 1978 0,46 1981, 1983 1,22 1989 1,56
Artur Nogueira - Eng. Coelho 1982 1982 0192 67 1982
Assis 1954 s/pref. 1978 0183 22 ETP 1,5 1978 5,06 1983 6,21 1987 8,34
Assis - Tarumã 1985 s/pref. 1990-95 0183 29 1985
Atibaia 1966 s/pref. 1978 011 484 C T Atibaia 0,8 1978 2,98 1982, 1984, 1985 6,59 1988 9,81
Atibaia - Maracanã 011 487-1
Auriflama 1974 8-2 1978 0174 82 COTESP 0,1 1974, 1978 0,38 1985 0,57 1988 0,77
Avaí 1974 s/pref. 1988 0142 47 CTB 0,01 1974 0,05 1981, 1983 0,14 0,14
Avanhandava 1974 s/pref. 1985 0186 51 CTB 0,07 1974 0,17 0,2 1987 0,3
Avaré 1970 2 1974 0147 22 CTB 1970 1,01 1978 3,03 1984 4,05 1987 5,09
Bady Bassitt 1979 s/pref. 1985 0172 58 CTRP 0,01 1979 0,09 1981 0,19 1989 0,34
Balbinos 1985 s/pref. 1989 0142 83 COTESP 0 0,01 1985 0,03 0,05
Bálsamo 1979 s/pref. 1985 0172 64 STM 0,08 1979 0,19 1983 0,29 1989 0,39
Bananal 1968 s/pref. 1986 0125 76 COTESP 1971 0,14 1977, 1979, 1980 0,35 1983 0,46 1988 0,71
Barão de Antonina 1977 573 1980, 1989 0155 73 COTESP 0,02 1977 0,04 1983 0,07 0,07
Barbosa 1981 55 (ant. s/pref.) 1989 0186 55 COTESP 0,02 0,1 1981 0,18 0,22
Bariri 1978 inst. c/DDD 1978 0146 62 E T Paulista 0,39 1978 0,98 1982, 1985 2,1 2,52
Barra Bonita 1970 4 1978 0146 41 CTB 1970 0,36 1976, 1980 1,38 1982 2,16 1986, 1988 4,01
Barra do Turvo 1985 s/pref. 1988 0155 77 COTESP 0 0,01 1985 0,04 1987 0,11
Barretos 1974 22 1976 0173 22 CTB 1,88 1974, 1979 4,99 1982 6,06 1986, 1987, 1988 9,94
Barrinha 1974 s/pref. 1983 016 643 CTB 0,07 1974 0,2 1983 0,29 1988 0,5
Barueri 1984 1976 011 422 CTB 0,01 1984 9,27 1987 11,91
Barueri - Alphaville 1980 1980 011 421 1980 3,08 1981 9,27 1987 11,91
Bastos 1980 inst. c/DDD 1980 0144 45 CTAP 0,49 1980 1,06 1985 1,41 1,71
Bastos - União 0144 45
Bauru 1964 2 (ant. s/pref.) 1973 0142 22 (ant.2) CTB 1970, 1972 4,74 14,69 18,07 28,29
Bauru 1987 1987 0142 32 1987, 1988 28,29
Bauru - Altos da Cidade 1977 1977 0142 23 1977, 1979 14,69 18,07 28,29
Bauru - Altos da Cidade 1981 1981 0142 24 1981 18,07 28,29
Bauru - Altos da Cidade 1987 1987 0142 34 1987, 1988 28,29
Bebedouro 1975 42 1977 0173 42 CTB 1,02 1975, 1976, 1977, 1979 3,03 1981, 1985 3,97 1987, 1988 6,89
Bento de Abreu 1982 s/pref. 1987 0186 76 COTESP 0,02 0,04 1982 0,1 1989 0,13
Bernardino de Campos 1977 46 1979 0143 46 CTB 0,12 1977 0,31 0,57 1989 0,81
Bilac 1979 s/pref. 1986 0186 81 CTRP 0,05 1979 0,14 1981, 1984 0,29 1989 0,46
Birigui 1973 4 1978 0186 42 CTRP 1973 0,65 1976, 1977 2 1982, 1985 3,02 1987 4,66
Boa Esperança do Sul 1981 inst. c/DDD 1981 0162 46 E T Cammarosano 0,05 0,23 1981, 1985 0,46 1987 0,59
Bocaina 1979 inst. c/DDD 1979 0146 66 CTB 0,2 1979 0,29 1981 0,58 0,77
Bofete 1977 53 1983, 1989 0149 53 STM 0,02 1977 0,07 0,09 1986 0,19
Boituva 1976 63 (ant. s/pref.) 1980, 1982 0152 63 CTB 0,16 1976, 1980 0,39 1982 1,1 1989 2,01
Boituva - Águia da Castelo 0152 64
Bom Jesus dos Perdões 1974 s/pref. 1982 011 402-7 C T Atibaia 0 1974 0,09 1982, 1985 0,49 1988 0,68
Borá 1985 s/pref. 1989 0183 67 COTESP 0 0,01 1985 0,02 0,02
Boraceia 1982 s/pref. 1988 0142 55 COTESP 0,05 0,09 1982 0,14 0,2
Borborema 1980 s/pref. 1982 0162 66 STM 0,16 1980 0,29 1982, 1984 0,5 1987 0,6
Botucatu 1970 2 1973 0149 22 (ant.2) CTB 1970, 1973 1,6 1977, 1980 4,41 1984 6,57 1988 7,66
Bragança Paulista 1970 3 1976 011 433 CTB 1970 1,38 1976, 1979 5,51 1985 7,47 8,18
Bragança Paulista - Alvorada 011 401-1
Bragança Paulista - Vargem 1984 s/pref. 1990-95 011 401-4 1984 1989
Bragança Paulista - Tuiuti 1987 s/pref. 1990-95 011 401-6 1987
Braúna 1977 82 1985 0186 82 COTESP 0,04 1977 0,09 1983 0,15 1987 0,24
Brotas 1979 53 1980 0146 53 CTB 0,25 1979 0,6 1982 1,01 1988 1,43
Buri 1971 46 (ant. s/pref.) 1980, 1983 0155 46 COTESP 1971 0,13 1980 0,16 1983 0,29 1988 0,37
Buritama 1978 91 1979 0186 91 COTESP 0,11 1978 0,36 0,58 0,78
Cabrália Paulista 1974 s/pref. 1988 0142 45 CTB 0,01 1974 0,05 1981, 1984 0,11 0,14
Cabreúva 1975 s/pref. 1981 011 406-4 STM 0,07 1975 0,27 1981, 1983 0,78 1988 1,32
Cabreúva - Bairro Jacaré 1977 s/pref. 1981 011 406-7 1977 0,27 1981, 1983 0,78 1988 1,32
Caçapava 1969 s/pref. 1975 0122 52 COTESP 0,61 1975, 1976 2,59 1982, 1985 4,01 1988 6,22
Cachoeira Paulista 1977 inst. c/DDD 1977 0125 61 COTESP 0,44 1977 0,97 1982 1,39 1988 1,86
Caconde 1966 s/pref. 1981 0196 62 T Botelhos 0,14 0,15 1981 0,58 1988 0,78
Cafelândia 1977 62 1978 0145 62 CTB 0,34 1977 0,59 1981 1,03 1988 1,28
Caiabu 1977 85 1988 0182 85 n/d 0 1977 0,03 0,04 1987 0,07
Caieiras 1975 431 1976 011 431 C T Caieiras 0,16 1975 0,99 1982, 1984 2,58 1987 3,2
Caiuá 1985 s/pref. 1988 0182 78 ETP 0,02 0,05 1985 0,09 1988 0,12
Cajamar 1978 s/pref. 1980 011 407-4 SETASA 0,06 1978, 1980 0,66 0,99 1989 1,9
Cajamar - Polvilho 1984 1984 011 788 1984 0,99 1989 1,9
Cajobi 1974 s/pref. 1988 0175 63 CTB 0,05 1974, 1980 0,21 1984 0,39 1988 0,59
Campinas 1962 8 1975 0192 8 (alt.34) CTB 28,43 71,36 110,05 136,23
Campinas 1930 9 (ant. s/pref.) 28,42
Campinas 1964 2 1975 0192 2 (alt.36) 1970, 1972 28,42 71,36 110,05 136,23
Campinas 1975 1975 0192 31 1975 71,36 110,05 136,23
Campinas 1979 1979 0192 32 1979 71,36 1983 110,05 136,23
Campinas 1985 1985 0192 33 1985 110,05 1989 136,23
Campinas - Castelo 1976 1976 0192 41 1976 71,36 110,05 136,23
Campinas - Castelo 1976 1976 0192 42 1976, 1979 71,36 110,05 136,23
Campinas - Castelo 1983 1983 0192 43 1983, 1985 110,05 1987 136,23
Campinas - Cambuí 1976 1976 0192 51 1976 71,36 110,05 136,23
Campinas - Cambuí 1976 1976 0192 52 1976, 1979 71,36 110,05 136,23
Campinas - Cambuí 1983 1983 0192 53 1983, 1985 110,05 136,23
Campinas - Campos Elíseos 1984 1984 0192 47 1984 110,05 136,23
Campinas - Campos Elíseos 1985 1985 0192 48 1985 110,05 136,23
Campinas - Sousas 1976 s/pref. 1979 0192 37 (alt.58) 1976, 1979
Campinas - Barão Geraldo 1978 1978 0192 39 1978 1988, 1989
Campinas - Nova Aparecida 1987 1987 0192 40 1987, 1989
Campo Limpo Paulista 1973 439 1978 011 439 COTESP 0,11 1973, 1977 0,49 1981, 1983, 1985 2,35 1988 3,14
Campos do Jordão 1959 s/pref. 1974 0122 62 COTESP 1,49 1974 2,96 1982 4,38 5,05
Campos do Jordão - Emílio Ribas 1959 s/pref. 1974 0122 63 1,49 1974 2,96 1982 4,38 1988 5,05
Campos Novos Paulista 1976 76 1988 0144 76 COTESP 0,03 1976 0,05 1982 0,1 0,13
Cananéia 1974 5-1 1980, 1981 0138 51 COTESP 0,08 1974, 1977 0,19 1981, 1984 0,47 0,62
Cananéia - Porto Cubatão 1981 s/pref. 1990-95 0138 51-6 1981
Cândido Mota 1978 41 1979 0183 41 ETP 0,3 1978 0,58 1985 1,05 1988 1,32
Cândido Rodrigues 1973 s/pref. 1988 0162 57 CTB 0,01 1973 0,05 1982 0,1 1988 0,15
Capão Bonito 1955 42 (ant. s/pref.) 1979 0155 42 T Sul Paulista 1971 0,29 1977 0,74 1981, 1985 1,57 1988 1,79
Capela do Alto 1977 217 1979, 1988 0152 67 COTESP 0,02 1977 0,1 1981 0,2 1986 0,29
Capivari 1976 91 1979 0194 91 CTB 0,52 1976 0,98 1982, 1984 2,39 1987 3,4
Caraguatatuba 1976 inst. c/DDD 1976 0124 22 COTESP 0,53 1976, 1979 2,4 1981, 1985 5,75 1987, 1988 8,16
Caraguatatuba - Massaguaçu 1981 1981 0124 24 1981 5,75 1989 8,16
Carapicuíba 1973 429 1976 011 429 CTB 1973 2,64 1982, 1984, 1985 6,04 9,5
Carapicuíba - Vl. Dirce 1988 1988 011 727 1988 9,5
Cardoso 1977 inst. c/DDD 1977 0174 53 COTESP 0,15 1977 0,37 1985 0,47 1989 0,75
Casa Branca 1967 s/pref. 1982 0196 71 C T Média Mogiana 0,4 1975, 1979 0,97 1982, 1984 2,12 1989 2,35
Casa Branca - Morro do Cruzeiro 0196 96 (ant.90)
Castilho 1981 inst. c/DDD 1981 0187 41 EMA 0,17 0,17 1981 0,29 1989 0,39
Catanduva 1953 s/pref. 1978 0175 22 T Nacional 2,05 1978, 1980 5,68 1982, 1984 8,22 1988 10,27
Catiguá 1984 inst. c/DDD 1984 0175 64 T Nacional 0,01 0,07 1984 0,12 1988 0,21
Cedral 1974 s/pref. 1982 0172 66 CTRP 0,05 1974, 1979 0,14 1982 0,29 1989 0,39
Cerqueira César 1973 s/pref. 1982 0147 42 CTB 0,16 1973 0,19 1982, 1985 0,39 0,82
Cerquilho 1977 84 1979 0152 84 CTB 0,06 1977 0,93 0,97 1989 1,93
Cesário Lange 1974 s/pref. 1985 0152 54 (alt.46) CTB 0,03 1974, 1979 0,19 1981, 1984 0,34 1986, 1989 0,45
Charqueada 1974 s/pref. 1982 0194 86 STM 0,03 1974 0,19 1982, 1983 0,39 1986 0,48
Chavantes 1981 inst. c/DDD 1981 0143 42 CTB 0,16 0,35 1981, 1985 0,76 1989 0,97
Clementina 1974 8-6 1985 0186 58 COTESP 0,03 1974, 1980 0,07 1983 0,17 0,21
Colina 1977 41 1978 0173 41 CTB 0,25 1977 0,4 1983 0,98 1,2
Conchal 1979 inst. c/DDD 1979 0192 66 STM 0,15 1979 0,29 1982, 1985 0,62 0,95
Conchas 1980 inst. c/DDD 1980 0149 85 (alt.55) CTB 0,16 1980 0,33 1984 0,84 1,08
Cordeirópolis 1980 inst. c/DDD 1980 0195 46 T Limeira 0,16 1980 0,38 1981, 1982 0,6 1,27
Coroados 1981 s/pref. 1986 0186 45 COTESP 0 0,04 1981 0,13 0,24
Coronel Macedo 1977 63 1983, 1989 0147 63 COTESP 0,02 1977 0,05 0,09 0,11
Corumbataí 1973 s/pref. 1988 0195 77 CTB 0,03 1973, 1979 0,1 1982 0,15 1986 0,23
Cosmópolis 1975 72 1978 0192 72 E T Cosmópolis 0,17 1975, 1978, 1980 1,08 1985 1,63 1987 2,52
Cosmorama 1977 56 1986 0174 46 COTESP 0,07 1977 0,16 0,19 1987 0,31
Cotia 1971 s/pref. 1977 011 493 SETASA 0,2 1979 3,49 1982, 1983, 1985 8,75 10,75
Cotia - Granja Viana 1971 s/pref. 1977 011 492 3,49 1981, 1983 8,75 1987 10,75
Cotia - Caucaia do Alto 1988 1988 011 721 1988 10,75
Cravinhos 1978 inst. c/DDD 1978 016 651 (ant.51) CTB 0,2 1978 0,97 1982 1,58 1,93
Cristais Paulista 1981 s/pref. 1986 016 733 CTB 0,01 0,1 1981 0,2 0,22
Cruzália 1982 s/pref. 1988 0183 76 ETP 0,08 0,17 1982 0,49 0,62
Cruzália - Pedrinhas Paulista 1982 s/pref. 1988 0183 75 0,17 1982, 1984 0,49 1988 0,62
Cruzeiro 1970 4 1975 0125 44 CTB 1970 0,72 1973, 1974, 1975 3,22 1984 4,54 1986 5,06
Cubatão 1962 6 1971, 1974 0132 61 (ant.6) CTBC 0,65 1977 3,48 1983, 1985 5,18 6,36
Cubatão - Jd. Casqueiro 1984 1984 0132 63 1984 5,18 1989 6,36
Cunha 1977 71 1978 0125 71 COTESP 0,13 1977 0,4 1983 0,65 1988 0,85
Descalvado 1966 s/pref. 1978 0195 83 T Descalvado 0,52 0,97 1982 1,99 1987, 1989 2,9
Divinolândia 1982 inst. c/DDD 1982 0196 63 STM 0,1 0,1 1982, 1985 0,39 0,4
Dobrada 1973 86 (ant. s/pref.) 1982, 1989 0162 86 CTB 0,06 1973 0,1 1982 0,2 1988 0,3
Dois Córregos 1977 inst. c/DDD 1977 0146 52 CTB 0,33 1977, 1978 0,92 1,06 1986, 1989 1,75
Dolcinópolis 1977 76 1989 0176 36 COTESP 0 1977 0,04 0,05 0,06
Dourado 1981 inst. c/DDD 1981 0162 45 E T Dourado 0,13 0,17 1981, 1985 0,48 1988 0,67
Dracena 1958 s/pref. 1978 0188 21 CTAP 0,52 1978 2,19 2,98 3,86
Duartina 1977 42 1978 0142 42 COTESP 0,17 1977 0,45 0,5 1989 0,9
Dumont 1979 s/pref. 1982 016 644 STM 0,05 1979 0,14 1982 0,29 0,33
Echaporã 1981 inst. c/DDD 1981 0183 56 COTESP 0,08 0,14 1981 0,27 0,32
Eldorado 1974 7-1 1979, 1983 0138 71 COTESP 0,01 1974, 1979 0,2 1983, 1985 0,29 1986 0,41
Elias Fausto 1976 s/pref. 1981 0192 91 (ant.90) STM 0,07 1976 0,19 1981, 1983 0,39 1986 0,5
Embu das Artes 1968 s/pref. 1977 011 494 CTB 0,19 1974, 1979 1,8 1981, 1983 4,98 1989 6,73
Embu-Guaçu 1976 s/pref. 1980 011 496 STM 0 1976, 1980 0,19 1982 1,98 1987, 1989 2,88
Espírito Santo do Pinhal 1959 s/pref. 1978 0196 51 T Pinhal 0,83 1978, 1980 2,16 1982 3,02 1986 3,54
Estrela do Norte 1985 s/pref. 1988 0182 49 n/d 0 0,02 1985 0,05 1988 0,07
Estrela d'Oeste 1974 4-3 1978 0174 43 COTESP 0,15 1974, 1977 0,27 0,37 0,43
Fartura 1977 82 1979 0143 82 T Fartura 0,29 1977, 1980 0,48 0,67 0,9
Fernando Prestes 1974 s/pref. 1988 0162 58 CTB 0 1974 0,07 1982, 1984 0,23 1988 0,29
Fernandópolis 1976 42 1977 0174 42 CTRP 0,48 1976, 1977 2,84 3,05 1986, 1988, 1989 5,3
Flora Rica 1985 s/pref. 1988 0188 66 n/d 0 0,04 1985 0,07 1988 0,07
Floreal 1977 82 1986 0174 47 COTESP 0,01 1977 0,09 1982 0,18 0,21
Flórida Paulista 1982 inst. c/DDD 1982 0189 41 CTAP 0,22 0,33 1982 0,53 0,57
Florínea 1982 s/pref. 1989 0183 77 ETP 0,02 0,04 1982, 1983 0,13 1989 0,15
Francisco Morato 1978 inst. c/DDD 1978 011 438 CTB 0 1978 0,49 1982, 1985 1,28 1,4
Franco da Rocha 1974 432 1975, 1978 011 432 CTB 0,06 1974, 1978 1,52 1982, 1983, 1985 3,11 3,77
Gabriel Monteiro 1985 s/pref. 1988 0186 87 COTESP 0 0,04 1985 0,09 1988 0,15
Gália 1981 inst. c/DDD 1981 0142 43 CTB 0,17 0,26 1981 0,36 0,43
Garça 1970 2 1975 0144 61 CTB 1970 0,95 2,03 1982 2,55 1987 3,16
Gastão Vidigal 1974 8-3 1987 0174 48 COTESP 0,06 1974 0,1 1983 0,17 0,2
General Salgado 1974 8-1 1982 0174 41 COTESP 0,08 1974 0,15 1981, 1983 0,44 1988 0,55
Getulina 1974 5-2 1979 0145 52 COTESP 0,18 1974 0,3 1982 0,56 0,64
Glicério 1981 s/pref. 1986 0186 47 CTB 0,02 0,05 1981 0,13 0,16
Guaiçara 1975 s/pref. 1986 0145 47 CTB 0,04 1975 0,1 1981, 1984 0,18 0,2
Guaimbê 1977 53 1986 0145 53 COTESP 0,05 1977 0,1 1982 0,19 0,23
Guapiaçu 1979 s/pref. 1982 0172 67 CTRP 0,05 1979 0,14 1982 0,38 1989 0,49
Guapiara 1971 47 (ant. s/pref.) 1981, 1989 0155 47 COTESP 1971 0,06 0,1 1981, 1982 0,2 1986 0,27
Guaraçaí 1974 s/pref. 1985 0187 75 CTRP 0,08 1974, 1979 0,18 1981, 1983 0,33 1989 0,43
Guaraci 1974 s/pref. 1985 0172 85 CTB 0,08 1974, 1979 0,14 1981, 1984 0,37 0,46
Guarani d'Oeste 1979 s/pref. 1988 0174 40 (ant.70) COTESP 0 1979 0,1 0,16 0,28
Guarani d'Oeste - Ouroeste 1981 s/pref. 1988 0174 70 1981 0,16 0,28
Guarantã 1981 s/pref. 1989 0142 86 CTB 0,08 0,13 1981 0,18 1989 0,25
Guararapes 1978 inst. c/DDD 1978 0186 61 CTRP 0,33 1978 0,98 1983 1,51 2,09
Guaratinguetá 1961 s/pref. 1977 0125 22 SMTA 3 1977 5,41 7,12 8,93
Guaratinguetá 1979 1979 0125 32 1979 5,41 1985 7,12 1988, 1989 8,93
Guareí 1977 214 1983, 1988 0152 58 COTESP 0,06 1977 0,09 1983, 1985 0,15 1987 0,24
Guariba 1975 51 1978 0163 51 CTB 0,15 1975 0,29 1981, 1984 0,78 1988 0,98
Guarujá 1964 9 1971, 1974 0132 86 (ant.9) CTB 2,89 1974, 1975, 1977, 1978 15,28 20,42 30,76
Guarujá 1978 1978 0132 87 1978, 1980 15,28 1981, 1984 20,42 30,76
Guarujá 1987 1987 0132 55 1987, 1988 30,76
Guarujá - Enseada 1969 9-8 1971, 1974 0132 53 (ant.9-8) 2,89 1974, 1978 15,28 20,42 1988 30,76
Guarujá - Vicente de Carvalho 1969 9-9 1971, 1974 0132 52 (ant.9-9) 2,89 1974, 1978 15,28 1982, 1985 20,42 1988 30,76
Guarulhos 1961 49 1975 011 209 C T Guarulhos 2,98 1976 18,8 39,26 49,42
Guarulhos 1976 1976 011 208 1976, 1979 18,8 39,26 49,42
Guarulhos 1982 1982 011 913 (alt.603) 1982, 1983 39,26 49,42
Guarulhos 1984 1984 011 940 1984, 1985 39,26 1986 49,42
Guarulhos 1987 1987 011 964 1987 49,42
Guarulhos - Cumbica 1984 1984 011 912 1984, 1985 39,26 1988 49,42
Guarulhos - Cumbica 1984 1984 011 945 1984 39,26 49,42
Guzolândia 1977 86 1989 0176 37 COTESP 0 1977 0,04 1983 0,09 0,11
Herculândia 1974 46 (ant. s/pref.) 1986 0144 46 CTB 0,03 1974, 1980 0,14 1982 0,21 1987 0,4
Iacanga 1977 54 1979 0142 54 COTESP 0,12 1977 0,27 1982 0,41 1986 0,52
Iacri 1981 s/pref. 1988 0144 49 CTAP 0,02 0,05 1981, 1983 0,15 1988 0,29
Ibaté 1976 s/pref. 1981 0162 73 CTB 0,08 1976 0,2 1981, 1983, 1984 0,5 1986 0,7
Ibirá 1974 51 (ant. s/pref.) 1979, 1982 0175 51 CTRP 0,08 1974, 1979 0,29 1982 0,58 1989 0,77
Ibirarema 1979 s/pref. 1985 0143 70 C T F Guerra 0,08 1979 0,09 1984 0,24 1988 0,31
Ibitinga 1973 42 1978 0162 42 CTB 0,32 1973, 1974, 1978 1,99 2,02 1986, 1987, 1989 3,72
Ibiúna 1977 218 1979 0152 41 COTESP 0,19 1977 0,53 1982 1,24 1986, 1988 2,11
Ibiúna - Rio Una 0152 94
Icém 1973 s/pref. 1978 0172 82 CTB 0,02 1973 0,28 1982 0,33 1987 0,74
Iepê 1968 s/pref. 1982 0182 54 ETP 0,15 0,15 1982 0,41 0,52
Igaraçu do Tietê 1988 1978 0146 44 CTB 0,36 1988 0,81
Igarapava (déc.60) s/pref. 1980 016 772 E T Reunidas 0,25 1979, 1980 0,39 1984 1,6 1987 2,01
Iguape 1977 41 1980, 1981 0138 41 C T Itanhaém 0,09 1977 0,48 1981 1,27 1989 1,99
Iguape - Ilha Comprida 1980 42 1985 0138 42 1980 0,48 1983 1,27 1989 1,99
Ilhabela 1973 7 1976 0124 72 COTESP 0,18 1973, 1976, 1978 0,99 1982 1,52 1989 1,64
Indaiatuba 1973 75 1977 0192 75 CTB 0,35 1973, 1976 1,79 1982, 1985 5 6,43
Indiana 1981 s/pref. 1988 0182 56 ETP 0,05 0,08 1981 0,1 1988 0,22
Indiaporã 1974 6-2 1986 0174 71 COTESP 0,06 1974, 1980 0,13 0,2 1987 0,29
Inúbia Paulista 1982 s/pref. 1986 0189 56 CTAP 0,05 0,07 1982 0,11 0,14
Ipaussu 1978 inst. c/DDD 1978 0143 44 CTB 0,16 1978 0,43 0,58 0,73
Iperó 1976 s/pref. 1981, 1982 0152 66 STM 0,05 1976 0,1 1981, 1982 0,28 1989 0,47
Ipeúna 1976 s/pref. 1988 0195 76 STM 0,03 1976 0,1 1983 0,19 1987 0,27
Iporanga 1974 5-6 1982, 1988 0155 56 COTESP 0 1974 0,05 1982 0,08 1987 0,08
Iracemápolis 1955 s/pref. 1980 0194 46 (alt.56) T Limeira 0,06 1980 0,28 1982, 1983 0,59 1989 0,96
Irapuã 1981 56 1981, 1989 0175 56 COTESP 0,03 0,1 1981 0,18 1989 0,23
Irapuru 1981 inst. c/DDD 1981 0188 61 CTAP 0,18 0,23 1981, 1985 0,39 1989 0,47
Itaberá 1977 562 1980, 1982 0155 62 COTESP 0,11 1977 0,19 1981 0,29 1989 0,47
Itaí 1977 52 1979 0147 52 STM 0,15 1977 0,46 1984 0,68 1989 0,96
Itaí - Jurumirim 1979 1979 0147 58-6 1980
Itajobi 1979 46 1980 0175 46 T Nacional 0,04 1979, 1980 0,32 0,38 1986, 1988 0,98
Itaju 1985 s/pref. 1988 0146 67 E T Paulista 0 0,02 1985 0,04 0,06
Itanhaém 1961 s/pref. 1979 0132 92 C T Itanhaém 0,51 1977, 1978, 1979 2,87 1982, 1985 4,78 7,39
Itanhaém - Jd. Grandesp 1987 1987 0132 75 1987 7,39
Itapecerica da Serra 1978 inst. c/DDD 1978 011 495 CTB 0,12 1978, 1979 1,79 1983 4,49 1987 5,92
Itapecerica da Serra - São Lourenço da Serra 1977 1977 011 490-1 1977 1,79 1982, 1984 4,49 5,92
Itapetininga 1970 2 1975, 1978 0152 71 CTB 1970 1 1973, 1976, 1977 4,04 4,14 6,57
Itapetininga 1986 1986 0152 72 1986, 1988 6,57
Itapeva 1970 2 1975, 1979 0155 22 CTB 1970 0,48 1977 1,87 3,45 3,91
Itapevi 1977 inst. c/DDD 1977 011 426 CTB 0 1976 1,54 1983 3 1987 3,57
Itapira 1970 7 1978 0192 63 CTB 1970 0,93 1975 2,03 1981, 1982, 1985 3,36 1986 4,32
Itápolis 1978 inst. c/DDD 1978 0162 62 CTB 0,33 1978 1,05 1982, 1983 2,14 1987 3,05
Itaporanga 1982 75 1983 0155 75 (alt.65) COTESP 0,19 0,2 1982 0,59 1989 0,66
Itapuí 1974 s/pref. 1981 0146 64 CTB 0,07 1974 0,15 1981, 1982, 1984 0,49 1987 0,59
Itapura 1985 s/pref. 1988 0187 45 COTESP 0 0,03 1985 0,09 1988 0,14
Itararé 1952 3 (ant. s/pref.) 1979 0155 32 COTESP 0,32 1974, 1977 0,97 1985 1,55 1987 2,34
Itariri 1974 9-7 1979, 1983 0132 97 (alt.78) COTESP 0 1974, 1979, 1980 0,21 1983, 1985 0,39 0,53
Itatiba 1970 5 1974, 1978 011 435 CTB 1970 0,69 1973, 1977, 1979 3 1981, 1985 4,74 5,05
Itatinga 1975 4-0 1985 0149 54 CTB 0,1 1975, 1979 0,32 1985 0,35 0,58
Itirapina 1974 s/pref. 1981 0195 75 CTB 0,06 1974 0,15 1981, 1982, 1985 0,56 0,7
Itirapuã 1979 s/pref. 1986 016 746 T Patrocínio Paulista 0,03 1979 0,1 1982 0,14 1989 0,19
Itobi 1973 s/pref. 1988 0196 47 C T Média Mogiana 0,05 1973 0,1 1981, 1983 0,2 1988 0,29
Itu 1970 2 1974, 1977 011 482 CTB 1970 1,55 1977 4,99 1981 8,33 8,63
Itu - Tiradentes 1984 1984 011 409 1984 8,33 8,63
Itu - Taquaral 011 481-5
Itupeva 1981 inst. c/DDD 1981 011 408-1 T Jundiaí 0,05 0,12 1981, 1984 0,59 1989 1,03
Jaborandi 1975 s/pref. 1985 0173 47 CTB 0,04 1975 0,1 1981, 1983 0,27 0,31
Jaboticabal 1970 2 1976 0163 22 CTB 1970 1,02 1974, 1978, 1980 3,03 1984 5,06 1986 5,59
Jacareí 1972 5 1977 0123 51 T Jacareí 1972 0,85 1977, 1979 4,89 1981, 1983 7,06 1986 11,98
Jacareí 1989 1989 0123 52 1989 11,98
Jaci 1977 82 1988 0172 83 COTESP 0,02 1977 0,04 0,05 1986 0,1
Jacupiranga 1980 64 1980, 1983 0138 64 C T Itanhaém 0,05 1980 0,39 1983 0,87 1,44
Jacupiranga - Cajati 1980 54 1982 0138 54 1980 0,389 1982 0,87 1987, 1989 1,439
Jaguariúna 1980 inst. c/DDD 1980 0192 97 (alt.67) E T Jaguariúna 0,18 1980 0,4 1981, 1983 1,28 1986, 1988 2,89
Jaguariúna -Holambra 0192 60
Jales 1979 inst. c/DDD 1979 0176 32 TELEOESP 0,58 0,82 1,63 1988 4,03
Jambeiro 1977 78 1988 0123 78 COTESP 0 1977, 1980 0,07 1985 0,1 1986 0,18
Jandira 1974 427 1977 011 427 CTB 0 1974, 1979 0,89 1981, 1983 2,6 1987 2,95
Jarinu 1976 s/pref. 1982 011 408-4 STM 0,05 1976 0,09 1982, 1985 0,45 1989 0,59
Jaú 1930 s/pref. 1978 0146 22 CTB 1972 1,42 1976, 1978 4,98 1981, 1983, 1985 7,97 1987 9,42
Jaú - Fazenda Santa Cruz 0146 23
Jeriquara 1976 s/pref. 1985 016 734 CTB 0 1976 0,05 1982 0,09 1989 0,11
Joanópolis 1976 s/pref. 1981 011 403-9 CTB 0,02 1976 0,14 1981 0,28 1989 0,5
João Ramalho 1977 s/pref. 1988 0182 59 (alt.58) STM 0 1977 0,03 0,05 1986 0,1
José Bonifácio 1974 45 1977 0172 45 CTRP 0,14 1974, 1980 0,36 1983 1,11 1989 2,08
Júlio Mesquita 1977 67 1988 0144 67 COTESP 0,03 1977 0,04 1983 0,07 0,1
Jundiaí 1957 6 (ant. s/pref.) 1976 011 436 T Jundiaí 7,93 17,75 32,8 39,6
Jundiaí 1973 4 1976 011 434 1973 7,93 1976, 1980 17,75 32,8 39,6
Jundiaí - Vl. Arens 1982 1982 011 437 1982, 1984 32,8 39,6
Jundiaí - Vl. Arens 1984 1984 011 731 1984 32,8 1987 39,6
Jundiaí - Vl. Industrial 1989 1989 011 732 1989 39,6
Jundiaí - Engordador 011 486-4
Jundiaí - Terra Nova 011 486-7
Junqueirópolis 1978 inst. c/DDD 1978 0188 41 CTAP 0,31 1978 0,58 1982 0,99 1989 1,18
Juquiá 1979 s/pref. 1982 0138 44 C T Itanhaém 0,04 1979 0,15 1982, 1985 0,47 0,58
Juquitiba 1974 7-7 1981 011 490-4 COTESP 0 1974, 1979 0,15 1981 0,3 1986, 1988 0,96
Lagoinha 1982 s/pref. 1987 0122 47 COTESP 0 0,08 1982 0,14 0,18
Laranjal Paulista 1973 83 1979 0152 83 CTB 0,18 1973, 1977 1,03 1983 1,58 1989 1,92
Laranjal Paulista - Maristela 1975 s/pref. 1990-95 0152 87 1975
Lavínia 1982 s/pref. 1989 0186 77 COTESP 0,07 0,12 1982 0,19 0,28
Lavrinhas 1974 s/pref. 1987 0125 46 CTB 0,01 1974 0,06 1983 0,1 1987 0,1
Leme 1962 s/pref. 1979 0195 71 CTB 0,64 1977, 1979 2,91 1985 3,53 1989 4,57
Lençóis Paulista 1970 2 1975, 1977 0142 63 CTB 1970 0,42 1977 1,82 1985 2,09 3,57
Limeira 1954 s/pref. 1979 0194 41 T Limeira 4 1977, 1979 11,12 14 17,86
Limeira 1979 1979 0194 42 1979 11,12 1984 14 1986 17,86
Limeira 1989 1989 0194 51 1989 17,86
Limeira - Horto Florestal 0194 49-1
Lindóia 1977 s/pref. 1982 0192 98 (alt.68) CTB 0,06 1977 0,19 1982 0,29 1988 0,47
Lins 1959 s/pref. 1978 0145 22 SMTA 1,61 1978 3,05 1981 4,08 1986, 1988, 1989 6,74
Lorena 1973 52 1975 0125 52 CTB 0,8 1973, 1977 2,99 1981 4,04 1988, 1989 5,96
Lorena - Canas 1974 s/pref. 1990-95 0125 51 1974
Louveira 1971 s/pref. 1979 0192 78 C T Vinhedo 0,21 1977, 1979, 1980 0,54 1 1986 1,36
Lucélia 1979 inst. c/DDD 1979 0189 51 CTAP 0,62 1979 1,01 1984 1,34 1,47
Lucianópolis 1985 s/pref. 1988 0142 46 COTESP 0,01 0,05 1985 0,07 1988 0,09
Luiz Antônio 1979 s/pref. 1989 016 683 STM 0,03 1979 0,13 1983 0,18 1989 0,24
Luiziânia 1982 s/pref. 1986 0186 88 COTESP 0 0,05 1982 0,09 1989 0,17
Lupércio 1977 74 1988 0144 74 COTESP 0,01 1977 0,06 0,09 1988 0,15
Lutécia 1981 s/pref. 1989 0183 68 COTESP 0,07 0,06 1981 0,08 0,1
Macatuba 1977 88 1981 0142 88 COTESP 0,09 1977 0,19 1981 0,3 1986 0,68
Macaubal 1974 7-3 1985 0174 73 COTESP 0,09 1974, 1980 0,23 1984 0,36 0,47
Macedônia 1977 64 1989 0174 49 COTESP 0 1977 0,06 0,1 0,11
Magda 1977 87 1989 0174 87 COTESP 0,03 1977, 1980 0,06 0,1 1986 0,2
Mairinque 1978 inst. c/DDD 1978 011 428 CTB 0,14 1978 0,94 1982, 1985 1,84 2,82
Mairinque - Alumínio 1986 1986 011 795 1986, 1988 2,819
Mairiporã 1974 468 1978 011 430 STM 0,3 1974, 1978 1,05 1982, 1985 5,37 6,04
Mairiporã - Pq. Petrópolis 1980 1980 011 485 1980 1982 5,37 6,04
Mairiporã - Campos de Mairiporã 1980 488-1 1981 011 488-1 1980 5,37 1989 6,04
Mairiporã - Terra Preta 1980 489-1 1981 011 489-1 1980 5,37 1989 6,04
Mairiporã - Jd. Cinco Lagos 1980 489-4 1981 011 489-4 1980 5,37 6,04
Mairiporã - Pq. Suísso 1980 488-4 1982 011 488-4 1980 5,37 6,04
Manduri 1975 s/pref. 1988 0143 56 CTB 0,05 1975 0,11 1982, 1984 0,26 1988 0,38
Marabá Paulista 1979 s/pref. 1988 0182 96 STM 0,01 1979 0,03 0,04 1988 0,08
Maracaí 1974 s/pref. 1982 0183 71 CTB 0,06 1974 0,14 1982, 1985 0,45 0,51
Mariápolis 1982 s/pref. 1986 0189 46 CTAP 0 0,05 1982 0,07 1988 0,11
Marília 1940 s/pref. 1973 0144 33 (ant. s/pref.) CTB 2,79 1976, 1978 8,06 1982 12,21 16,28
Marília 1985 1985 0144 22 1985 12,21 1987, 1988 16,28
Marinópolis 1985 s/pref. 1989 0176 95 COTESP 0 0,02 1985 0,05 0,05
Martinópolis 1959 s/pref. 1977 0182 52 ETP 0,29 1977 0,59 1982 0,96 1988 1,21
Matão 1973 82 1977 0162 82 CTB 0,11 1973, 1974, 1977 2,02 1981, 1984 4,09 1989 4,74
Mendonça 1981 s/pref. 1986 0172 48 COTESP 0 0,09 1981 0,16 1989 0,21
Meridiano 1974 4-6 1989 0174 75 COTESP 0,03 1974 0,05 1981 0,1 0,13
Mineiros do Tietê 1974 s/pref. 1980 0146 46 CTB 0,07 1974, 1975, 1980 0,26 1982, 1984 0,49 1987 0,59
Mira Estrela 1977 63 1989 0174 76 COTESP 0 1977 0,03 0,08 0,1
Miracatu 1973 4-7 1980, 1981 0138 47 COTESP 0 1973, 1978 0,24 1981, 1983, 1985 0,58 1987 0,71
Miracatu - Pedro Barros 1980 s/pref. 1990-95 0138 46 1980 1981
Mirandópolis 1953 s/pref. 1977 0187 71 CTRP 0,29 1977 1 1,11 1987 1,97
Mirante do Paranapanema 1971 s/pref. 1981 0182 91 ETP 0,17 0,2 1981 0,57 1989 0,71
Mirassol 1958 s/pref. 1982 0172 42 CTRP 0,52 1977, 1980 1,77 1982 2,97 1987 3,9
Mirassolândia 1985 s/pref. 1988 0172 63 COTESP 0 0,03 1985 0,09 1988 0,12
Mococa 1970 5 1978 0196 55 (alt.56) CTB 1970 0,78 1974, 1975 2,8 1985 3,17 3,69
Mococa - Canoas 0196 98 (alt.78)
Mococa - Fazenda Varginha 0196 97 (alt.77)
Mogi Guaçu 1970 6 1979 0192 61 CTB 1970 0,47 1974 2,49 4,17 1988 7,99
Mogi Mirim 1970 5 1977 0192 62 CTB 1970 0,97 1973, 1974, 1978 3,91 1985 4,39 1986 5,77
Mombuca 1977 97 1986 0194 88 COTESP 0,06 1977 0,07 0,1 1986 0,15
Monções 1985 s/pref. 1989 0174 84 COTESP 0,02 0,03 1985 0,07 1989 0,12
Mongaguá 1978 s/pref. 1979 0132 98 C T Itanhaém 0,11 1978, 1979 0,97 1,97 1988 4,04
Mongaguá - Agenor de Campos 1983 1983 0132 96 1983 1,97 4,04
Monte Alegre do Sul 1975 s/pref. 1980 0192 99 CTB 0,06 1975, 1980 0,23 1983, 1984 0,48 1987 0,57
Monte Alto (déc.50) s/pref. 1978 0163 42 STM 0,39 1978 1,58 1981, 1984 2,43 1987 3,33
Monte Aprazível 1974 75 1977 0172 75 CTRP 0,2 1974, 1977 0,45 1982 1,04 1987 1,46
Monte Azul Paulista 1979 inst. c/DDD 1979 0173 61 CTB 0,32 1979 0,63 1982, 1985 1,26 1987 1,51
Monte Castelo 1976 55 1987 0188 55 COTESP 0 1976 0,04 0,1 1987 0,16
Monte Mor 1966 s/pref. 1980 0192 79 E T Monte Mor 0,14 1977, 1980 0,66 0,96 1986 1,61
Monteiro Lobato 1977 79 1988 0123 79 COTESP 0 1977, 1980 0,06 1985 0,1 1986 0,17
Morungaba 1975 s/pref. 1984 011 408-7 CTB 0,09 1975 0,24 1984 0,39 1987 0,5
Murutinga do Sul 1977 76 1989 0187 76 COTESP 0,06 1977 0,09 1981 0,15 1987 0,2
Narandiba 1985 s/pref. 1988 0182 45 COTESP 0 0,02 1985 0,05 1987 0,07
Natividade da Serra 1977 77 1988 0122 77 COTESP 0 1977, 1980 0,07 0,1 1986 0,18
Nazaré Paulista 1974 s/pref. 1983 011 402-1 STM 0 1974 0,09 1982 0,29 1989 0,46
Neves Paulista 1974 s/pref. 1982 0172 71 CTRP 0,11 1974, 1979 0,24 1982 0,39 0,48
Nhandeara 1965 7-2 (ant. s/pref.) 1977 0174 72 COTESP 0,2 1974, 1977 0,55 1985 0,73 1989 0,97
Nipoã 1985 s/pref. 1988 0172 77 COTESP 0,03 0,03 1985 0,09 1988 0,14
Nova Aliança 1981 s/pref. 1986 0172 41 CTRP 0,01 0,12 1981 0,22 1989 0,28
Nova Europa 1979 s/pref. 1980 0162 87 STM 0,08 1979, 1980 0,2 0,29 0,3
Nova Granada 1981 inst. c/DDD 1981 0172 62 CTRP 0,14 0,34 1981, 1984 0,9 1,1
Nova Guataporanga 1982 s/pref. 1986 0188 56 COTESP 0 0,05 1982 0,07 1988 0,09
Nova Independência 1985 s/pref. 1989 0187 44 COTESP 0 0,02 1985 0,05 0,06
Nova Luzitânia 1985 s/pref. 1989 0174 83 COTESP 0,02 0,03 1985 0,07 1989 0,12
Nova Odessa 1978 66 1979 0194 66 T Nova Odessa 0,21 1978 0,59 1982, 1984 1,62 1989 2,46
Novo Horizonte 1978 inst. c/DDD 1978 0175 42 CTRP 0,44 1978 1,44 1984 1,99 2,48
Ocauçu 1985 s/pref. 1988 0144 75 COTESP 0,03 0,06 1985 0,12 0,18
Óleo 1985 s/pref. 1989 0143 57 COTESP 0,02 0,04 1985 0,07 0,1
Olímpia 1977 inst. c/DDD 1977 0172 81 CTB 1,13 1977 2 1983 3,01 3,8
Onda Verde 1985 s/pref. 1988 0172 68 CTB 0,01 0,02 1985 0,09 1988 0,12
Oriente 1974 56 (ant. s/pref.) 1986 0144 56 CTB 0,05 1974 0,1 1982 0,15 1987 0,29
Orindiúva 1981 s/pref. 1985 0172 96 CTB 0,01 0,06 1981 0,1 1989 0,22
Osasco 1963 48 1973 011 701 (ant.801, 478) COTESPA 1973 3,01 1977 16,42 32,02 42,98
Osasco 1979 1979 011 702 (ant.802) 1979 16,42 32,02 42,98
Osasco 1983 1983 011 703 (ant.803) 1983, 1985 32,02 42,98
Osasco 1985 1985 011 704 (ant.804) 1985 32,02 42,98
Osasco 1988 1988 011 705 1988 42,98
Oscar Bressane 1975 57 (ant. s/pref.) 1986 0144 57 COTESP 0,03 1975 0,05 1982 0,1 1987 0,18
Osvaldo Cruz 1959 s/pref. 1979 0189 61 CTAP 0,51 1979 0,95 1982 1,99 2,45
Ourinhos 1964 s/pref. 1978 0143 22 C T Ourinhos 1 1978 4,5 5,04 1986, 1988 7,09
Ouro Verde 1977 72 1986 0188 72 COTESP 0 1977 0,08 0,16 0,18
Pacaembu 1980 62 1981 0188 62 CTAP 0,3 1980 0,43 1985 0,77 0,84
Palestina 1976 s/pref. 1985 0172 93 STM 0,14 1976, 1979 0,29 1984 0,49 1988 0,85
Palmares Paulista 1982 87 1982, 1988 0175 87 n/d 0 0,05 1982 0,1 1988 0,2
Palmeira d'Oeste 1979 inst. c/DDD 1979 0176 51 CETELVI 0,12 1979 0,31 0,46 0,57
Palmital 1978 51 1979 0183 51 ETP 0,4 1978 0,59 1981 1 1986, 1988 1,42
Panorama 1977 71 1978 0188 71 CTAP 0,16 1977 0,2 0,38 0,46
Paraguaçu Paulista 1978 61 1979 0183 61 ETP 0,6 1978 0,99 1982 1,42 1986, 1988 2,02
Paraibuna 1973 6 1978 0123 62 COTESP 0,16 1973, 1978 0,31 0,5 1989 0,6
Paraíso 1980 s/pref. 1985 0175 67 STM 0,04 1980 0,09 1983 0,2 1988 0,3
Paranapanema 1980 s/pref. 1982 0147 53 STM 0,04 1980 0,34 1982 0,44 0,71
Paranapanema - Holambra II 1979 1979 0147 58-1 1980 0,34 0,44 1988, 1989 0,71
Paranapuã 1977 72 1986 0176 38 COTESP 0 1977 0,08 0,14 0,23
Parapuã 1981 inst. c/DDD 1981 0189 62 CTAP 0,17 0,29 1981 0,49 0,58
Pardinho 1976 56 (ant. s/pref.) 1983, 1988 0149 56 CTB 0,01 1976 0,05 1983 0,1 1986 0,2
Pariquera-Açu 1967 56 (ant. s/pref.) 1981, 1984 0138 56 COTESP 0,11 0,25 1981, 1984, 1985 0,58 1989 0,79
Patrocínio Paulista 1972 s/pref. 1982 016 745 T Patrocínio Paulista 0,17 1979 0,28 1982 0,52 0,61
Paulicéia 1982 s/pref. 1986 0188 76 CTAP 0 0,06 1982 0,08 1988 0,14
Paulínia 1973 55 1976 0192 74 CTB 0,11 1973, 1976, 1978, 1979 1,42 1985 2,5 1989 3,4
Paulo de Faria 1981 inst. c/DDD 1981 0172 92 CTB 0,14 0,29 1981, 1984 0,49 0,57
Pederneiras 1977 inst. c/DDD 1977 0142 52 CTB 0,32 1977 1,01 1981 1,67 1986, 1988 2,71
Pedra Bela 1981 s/pref. 1988 011 403-1 n/d 0 0,05 1981 0,16 1988 0,19
Pedranópolis 1985 s/pref. 1989 0174 78 COTESP 0 0,03 1985 0,07 0,08
Pedregulho (déc.60) s/pref. 1980 016 771 E T Reunidas 0,06 1979, 1980 0,25 1985 0,48 0,58
Pedreira 1978 93 1978 0192 93 CTB 0,32 1978 1,49 1981, 1985 2,19 2,59
Pedro de Toledo 1974 9-9 1979, 1983 0132 99 COTESP 0,01 1974, 1979 0,15 1983 0,3 1986 0,39
Penápolis 1970 2 1977 0186 52 CTB 1970 0,49 1977 2,49 1984 3 3,52
Pereira Barreto 1974 61 (ant. s/pref.) 1977 0187 61 EMA 0,91 1974, 1976 1,87 2,76 1989 4,03
Pereira Barreto - Ilha Solteira 1971 s/pref. 1984 0187 62 1971 0,909 1973, 1975 1,869 2,759 1988, 1989 4,029
Pereiras 1974 s/pref. 1988 0149 58 CTB 0,06 1974 0,1 1981, 1982, 1984 0,24 1988 0,34
Peruíbe 1966 5 (ant. s/pref.) 1979 0132 95 COTESP 0,2 1974, 1976, 1977, 1979 1,4 1981, 1985 2,99 4,87
Peruíbe - Guaraú 1985 1985 0132 77 1985 2,99 1988 4,87
Piacatu 1982 s/pref. 1986 0186 83 COTESP 0,04 0,06 1982 0,1 1989 0,19
Piedade 1970 4 1979 0152 42 (alt.44) CTB 1970 0,3 1979 0,99 1985 1,18 1986 1,99
Piedade - Liberdade 0152 99
Pilar do Sul 1981 78 1982 0152 78 COTESP 0,16 0,2 1981 0,67 1987 1,03
Pilar do Sul - Faz. São Paulo 0152 98
Pindamonhangaba 1967 s/pref. 1978 0122 42 C T Pindamonhangaba 1 1978 3,15 1981, 1983, 1984 5,61 1988, 1989 8,33
Pindamonhangaba - Moreira César 1979 1979 0122 40 1979 1981, 1982
Pindorama 1980 7-2 1982 0175 72 CTRP 0,04 1980 0,22 1982 0,46 1986, 1988 0,77
Pinhalzinho 1982 inst. c/DDD 1982 011 403-4 n/d 0 0,17 1982, 1985 0,34 1989 0,57
Piquerobi 1984 inst. c/DDD 1984 0182 76 ETP 0,01 0,05 1984 0,12 0,13
Piquete 1977 inst. c/DDD 1977 0125 56 COTESP 0,2 1977 0,57 1982 0,75 0,96
Piracaia 1981 inst. c/DDD 1981 011 403-7 CTB 0,11 0,2 1981, 1984 0,71 0,95
Piracaia - Cachoeiro 011 487-7
Piracicaba 1957 2 (ant. s/pref.) 1975 0194 22 CIPATEL 11,65 19,54 27,31 35,23
Piracicaba 1972 3 1975 0194 33 1972 11,65 1976 19,54 27,31 35,23
Piracicaba 1979 1979 0194 34 1979 19,54 1983 27,31 35,23
Piracicaba - Vl. Resende 1987 1987 0194 21 1987, 1989 35,23
Piracicaba - Saltinho 1972 s/pref. 1982 0194 39 1982 1986
Piracicaba - Ártemis 1974 s/pref. 1986 0194 38-1 1974 1982
Piracicaba - Tupi 1974 s/pref. 1990-95 0194 38-7 1974 1983
Piracicaba - Ibitiruna 1978 s/pref. 1990-95 0194 38-4 1978
Piraju 1977 51 1978 0143 51 CTB 0,48 1977, 1978 0,99 1981, 1985 1,9 1989 2,42
Pirajuí 1974 72 1978 0142 72 CTB 0,53 1974, 1978 0,98 1985 1,4 1,44
Pirangi 1979 86 1980 0173 86 STM 0,04 1979 0,29 0,29 1986, 1988 0,78
Pirapora do Bom Jesus 1977 s/pref. 1982 011 423 CTB 0 1977 0,05 1982, 1984 0,47 0,56
Pirapozinho 1977 40 1979 0182 41 ETP 0,18 1977 0,48 0,6 1986, 1988 1,01
Pirassununga 1962 s/pref. 1978 0195 61 T Pirassununga 0,98 1978 3 1982, 1985 4,43 1987, 1988 7,84
Pirassununga - Cachoeira de Emas 1989 1989 0195 65 1989
Piratininga 1981 inst. c/DDD 1981 0142 65 CTB 0,16 0,35 1981 0,58 1987 0,78
Pitangueiras 1975 52 1979 016 652 (ant.52) CTB 0,16 1975 0,4 1981, 1985 0,94 1987 1,23
Pitangueiras - Ibitiúva 1982 s/pref. 1990-95 016 658-1 1982
Pitangueiras - Taquaral 1982 s/pref. 1990-95 016 658-6 1982
Planalto 1982 s/pref. 1986 0186 95 COTESP 0,04 0,06 1982 0,12 1989 0,19
Platina 1985 s/pref. 1989 0183 54 COTESP 0 0,01 1985 0,03 0,06
Poloni 1977 99 1982 0172 99 COTESP 0,09 1977 0,19 1982 0,27 1989 0,36
Pompéia 1941 52 (ant. s/pref.) 1978 0144 52 CTB 0,19 1976, 1977, 1980 0,8 1 1989 1,61
Pongaí 1977 81 1988 0142 81 COTESP 0,07 1977 0,06 0,1 1987 0,18
Pontal 1978 53 1979 016 653 (ant.53) CTB 0,12 1978 0,31 1982 0,6 1987 1,01
Pontes Gestal 1982 s/pref. 1986 0174 74 COTESP 0 0,05 1982 0,09 1989 0,13
Populina 1974 7-3 1986 0176 39 COTESP 0 1974 0,1 1982 0,19 0,19
Porangaba 1978 s/pref. 1989 0152 57 COTESP 0,05 1978 0,09 1981, 1984 0,19 1989 0,33
Porto Feliz 1973 62 1979 0152 62 CTB 0,32 1973, 1974, 1977 0,98 1981, 1983 2,01 2,1
Porto Ferreira 1962 s/pref. 1978 0195 81 STM 0,35 1975, 1978 1,5 1981 2,52 1986, 1988 3,8
Potirendaba 1974 s/pref. 1982 0172 49 CTRP 0,05 1974, 1979 0,19 1982 0,58 1989 0,8
Pradópolis 1974 s/pref. 1982 016 681 CTB 0,02 1974, 1980 0,17 1982, 1985 0,48 1988 0,59
Praia Grande 1965 s/pref. 1979, 1980 0132 91 C T Litoral Paulista 1,17 1977, 1979 6,03 1981, 1983, 1985 13,34 17,37
Praia Grande - Vl. Caiçara 1979 1979, 1980 0132 70 (ant.90) 1979 6,03 1981 13,34 17,37
Praia Grande - Solemar 1979 1979, 1980 0132 93 1979 6,03 1983 13,34 17,37
Praia Grande - Cidade Ocian 1979 1979, 1980 0132 94 1979 6,03 1982, 1985 13,34 1989 17,37
Presidente Alves 1983 s/pref. 1988 0142 77 CTB 0,09 0,17 1983, 1984 0,21 1988 0,22
Presidente Bernardes 1966 s/pref. 1982 0182 62 ETP 0,2 0,25 1982, 1985 0,78 0,95
Presidente Epitácio 1978 81 1979 0182 81 ETP 0,59 1978 1,2 1,6 1987, 1989 2,02
Presidente Prudente 1964 s/pref. 1972 0182 33 (ant.3) ETP 3,58 1973 8,36 12,77 15,49
Presidente Prudente 1978 1978 0182 22 1978 8,36 1981, 1983 12,77 15,49
Presidente Prudente 1985 1985 0182 21 1985 12,77 15,49
Presidente Venceslau 1977 inst. c/DDD 1977 0182 71 ETP 0,55 1977 1,59 1982 2,01 1986, 1988 3,04
Promissão 1972 4 1978 0145 41 CTB 1972 0,27 1978 0,92 1,02 1986, 1989 1,83
Quatá 1981 inst. c/DDD 1981 0183 66 ETP 0,18 0,3 1981 0,52 0,62
Queiroz 1977 s/pref. 1986 0144 58 n/d 0 1977 0,04 1983 0,06 0,06
Queluz 1978 s/pref. 1986 0125 47 CTB 0,15 1978 0,23 1983 0,33 1988 0,45
Quintana 1974 48 (ant. s/pref.) 1986 0144 48 CTB 0,06 1974 0,1 1982 0,15 1987 0,21
Rafard 1976 s/pref. 1983 0194 96 CTB 1976 0,2 1983 0,39 1986 0,49
Rancharia 1977 inst. c/DDD 1977 0182 51 ETP 0,34 1977 0,97 1,07 1986, 1988 1,67
Redenção da Serra 1976 s/pref. 1988 0122 76 COTESP 0 0,09 1982 0,1 1988 0,14
Regente Feijó 1981 inst. c/DDD 1981 0182 42 ETP 0,16 0,35 1981, 1985 0,78 1989 0,88
Reginópolis 1977 80 1988 0142 89 COTESP 0,06 1977 0,1 1982 0,17 1989 0,26
Registro 1971 2 1978 0138 21 C T Registro 1971 0,55 1974, 1976, 1978 1,57 1981 2,13 1986, 1988, 1989 3,88
Registro - Carapiranga 0138 29
Restinga 1983 s/pref. 1988 016 743 CTB 0,02 0,03 1983 0,06 1988 0,09
Ribeira 1974 5-5 1982, 1989 0155 55 COTESP 0 1974 0,05 1982 0,07 0,07
Ribeirão Bonito 1973 s/pref. 1979 0162 44 CTB 0,16 1973, 1979 0,32 1981, 1983, 1984 0,65 0,66
Ribeirão Bonito - Guarapiranga 1989 1989 0162 44-6 1989
Ribeirão Branco 1977 563 1980, 1988 0155 63 (alt.53) COTESP 0,04 1977, 1980 0,08 1983 0,14 1988 0,18
Ribeirão do Sul 1984 s/pref. 1988 0143 79 STM 0,04 0,04 1984 0,08 0,11
Rifaina 1979 s/pref. 1989 016 735 E T Reunidas 0 1979 0,09 1982 0,15 1989 0,2
Rincão 1973 95 (ant. s/pref.) 1980, 1983 0162 95 CTB 0,06 1973, 1980 0,1 1983 0,29 1987 0,4
Rinópolis 1981 inst. c/DDD 1981 0189 63 CTAP 0,2 0,33 1981 0,58 0,67
Rio Claro 1961 s/pref. 1975 0195 24 CTB 1973 2,62 9,04 13,1 15,83
Rio Claro 1975 1975 0195 34 1975, 1978 9,04 1982, 1985 13,1 15,83
Rio Claro - Ajapi 1974 s/pref. 1987 0195 39 1974 1983 1987
Rio das Pedras 1968 s/pref. 1980 0194 93 STM 0,2 1977 0,4 1981, 1984 0,97 1,27
Riolândia 1982 inst. c/DDD 1982 0172 91 CTB 0,04 0,19 1982, 1985 0,38 0,43
Riversul 1977 571 1980, 1989 0155 71 COTESP 0,07 1977 0,12 0,17 1988 0,2
Roseira 1974 s/pref. 1982 0122 46 CTB 0,02 1974, 1979 0,19 1982 0,25 0,29
Rubiácea 1985 s/pref. 1989 0186 67 COTESP 0,02 0,03 1985 0,05 1987 0,08
Rubineia 1985 s/pref. 1988 0176 61 COTESP 0 0,03 1985 0,05 1987 0,13
Sabino 1977 46 1986 0145 46 COTESP 0,03 1977 0,1 1983 0,15 1987 0,2
Sagres 1985 s/pref. 1988 0189 58 CTAP 0 0,02 1985 0,05 1987 0,06
Sales 1982 97 1982, 1988 0175 97 (alt.57) CTRP 0,01 0,08 1982 0,13 0,19
Salesópolis 1968 s/pref. 1977 0123 76 COTESP 1971 0,11 1977, 1979 0,31 1983, 1984 0,59 0,76
Salesópolis - N. S. Remédio 1989 1989 0123 76-5 1989
Salmourão 1977 57 1988 0189 57 COTESP 0,04 1977 0,04 1983 0,08 0,09
Salto 1973 483 1974, 1976 011 483 CTB 0,33 1973, 1976, 1978 1,99 1982, 1985 4,71 5,05
Salto - Europa 011 481-9
Salto de Pirapora 1974 4-5 (alt.292) 1979 0152 92 COTESP 0,07 1974, 1977 0,37 1985 0,56 1986, 1988 1,06
Salto Grande 1982 inst. c/DDD 1982 0143 78 C T F Guerra 0,15 0,14 1982 0,28 1988 0,38
Sandovalina 1985 s/pref. 1988 0182 97 (alt.77) COTESP 0 0,03 1985 0,05 1987 0,06
Santa Adélia 1979 71 1980 0175 71 T Nacional 0,07 1979, 1980 0,2 1984 0,64 1989 0,84
Santa Albertina 1981 inst. c/DDD 1981 0176 33 CETELVI 0,07 0,19 1981 0,29 1989 0,38
Santa Bárbara d'Oeste 1960 s/pref. 1979 0194 63 T Barbarense 0,86 1978 2,97 1982, 1985 4,55 1988 7,3
Santa Branca 1971 7 1979 0123 72 COTESP 1971 0,11 1978, 1979 0,36 0,5 1989 0,68
Santa Clara d'Oeste 1985 s/pref. 1988 0176 63 COTESP 0 0,02 1985 0,05 1987 0,09
Santa Cruz da Conceição 1981 s/pref. 1988 0195 67 E T S C Conceição 0,04 0,12 1981, 1984 0,19 0,19
Santa Cruz das Palmeiras 1967 s/pref. 1981 0196 72 C T Média Mogiana 0,2 1974 0,29 1981, 1983 0,97 1987 1,27
Santa Cruz do Rio Pardo 1978 inst. c/DDD 1978 0143 72 CTB 0,44 1978 0,99 1981, 1985 2,1 1988 2,43
Santa Ernestina 1981 s/pref. 1988 0162 56 E T Coração de Jesus 0,01 0,1 1981, 1983 0,14 1988 0,19
Santa Fé do Sul 1966 s/pref. 1981 0176 31 T União 0,2 1980 0,46 1981 0,98 1986 2,19
Santa Gertrudes 1973 s/pref. 1982 0195 45 CTB 0,05 1973 0,15 1981, 1985 0,56 1987 0,79
Santa Lúcia 1973 96 (ant. s/pref.) 1979, 1989 0162 96 CTB 0,03 1973, 1979 0,09 1983 0,2 1986 0,3
Santa Maria da Serra 1974 87 (ant. s/pref.) 1988 0194 87 CTB 0,05 1974 0,09 1982 0,15 1986 0,22
Santa Mercedes 1982 s/pref. 1986 0188 75 CTAP 0 0,05 1982 0,08 1989 0,1
Santa Rita do Passa Quatro 1960 s/pref. 1978 0195 82 C T Santa Rita 0,43 1978, 1980 1,27 2,01 1988 2,51
Santa Rita d'Oeste 1974 6-4 1988 0176 30 COTESP 0 1974 0,03 0,05 1986 0,1
Santa Rosa de Viterbo 1978 54 1979 016 654 (ant.54) CTB 0,15 1978 0,59 1982 0,98 1,28
Santana da Ponte Pensa 1985 s/pref. 1988 0176 92 COTESP 0 0,04 1985 0,07 0,09
Santana de Parnaíba 1974 s/pref. 1981 011 424 CTB 0 1974, 1979 0,09 1981, 1983 1,78 1,84
Santo Anastácio 1954 s/pref. 1977 0182 61 ETP 0,5 1977 0,98 1,06 1986, 1988 1,69
Santo Antônio de Posse 1978 s/pref. 1981 0192 96 E T Mogiana 0,11 1978 0,19 1981, 1983 0,67 0,84
Santo Antônio do Jardim 1980 s/pref. 1988 0196 54 STM 0,03 1980 0,13 1983 0,2 1988 0,24
Santo Antônio do Pinhal 1977 66 1988 0122 66 COTESP 0,02 1977 0,09 1982, 1985 0,15 1986 0,27
Santo Expedito 1976 s/pref. 1988 0182 67 STM 0,01 1976 0,03 0,05 1987 0,1
Santópolis do Aguapeí 1982 s/pref. 1986 0186 84 COTESP 0 0,06 1982 0,14 0,2
Santos 1971 3 1971, 1973 0132 31 (ant.3) CTB 1971, 1972 22,46 1973 69,33 93,5 109,76
Santos 1975 1975 0132 32 1975, 1980 69,32 1983 93,49 109,75
Santos 1975 1975 0132 33 1975 69,32 93,49 109,75
Santos 1975 1975 0132 34 1975, 1980 69,32 1983 93,49 109,75
Santos 1975 1975 0132 35 1975 69,32 93,49 109,75
Santos 1984 1984 0132 39 1984 93,49 1986 109,75
Santos 1989 1989 0132 22 1989 109,75
Santos - Brás Cubas 1934 2 (ant. s/pref.) 1971, 1973 0132 2 22,45 69,32
Santos - Tocantins 1948 4 1971, 1973 0132 4 22,45 69,32 93,49 109,75
Santos - José Menino 1977 1977 0132 37 1977 69,32 1983, 1984 93,49 1988 109,75
Santos - Ponta da Praia 1977 1977 0132 36 1977 69,32 93,49 109,75
Santos - Ponta da Praia 1981 1981 0132 38 1981, 1983 93,49 109,75
Santos - Ponta da Praia 1984 1984 0132 21 1984 93,49 1988 109,75
Santos - Areia Branca 1982 1982 0132 30 1982, 1985 93,49 1986, 1987, 1988, 1989 109,75
Santos - Bertioga 1979 1979 0132 57 1979 1983
Santos - Jd. Indaiá 1987 1987 0132 56 1987
São Bento do Sapucaí 1977 91 1980 0123 91 COTESP 0,07 1977 0,27 1983, 1985 0,38 1987 0,51
São Carlos 1959 s/pref. 1980 0162 71 T Central Paulista 3,13 1978, 1979 11,9 15,84 21,77
São Carlos 1979 1980 0162 72 1979 11,9 1982, 1983, 1985 15,84 21,77
São Carlos 1989 1989 0162 74 1989 21,77
São Carlos - Faz. Babilônia 0162 78-1 (alt.79-5)
São Carlos - Varjão 0162 78-7 (alt.79-7)
São Carlos - Água Vermelha 1985 s/pref. 1990-95 0162 79 1985
São Francisco 1985 s/pref. 1989 0176 93 COTESP 0 0,05 1985 0,08 0,12
São João da Boa Vista 1961 s/pref. 1976 0196 22 SMTA 1970 1,39 1975 3,94 6,11 7,85
São João da Boa Vista 1978 1978 0196 23 1978 3,94 1982, 1985 6,11 1989 7,85
São João da Boa Vista - Capituba 0196 24
São João das Duas Pontes 1985 s/pref. 1989 0174 81 COTESP 0 0,02 1985 0,05 0,05
São João do Pau d'Alho 1982 s/pref. 1986 0188 57 COTESP 0 0,07 1982 0,1 1989 0,12
São José da Bela Vista 1974 s/pref. 1985 016 742 CTB 0,01 1974 0,1 1982, 1983 0,19 0,23
São José do Barreiro 1975 s/pref. 1987 0125 77 CTB 0,01 1975 0,1 1983 0,14 1987 0,19
São José do Rio Pardo 1963 s/pref. 1979 0196 61 (alt.80) E T I Camargo 0,92 1979, 1980 2,3 1985 2,61 3,14
São José do Rio Pardo - Visor 0196 99
São José do Rio Preto 1954 s/pref. 1976 0172 21 (alt.35) CTRP 5,1 21,14 23,96 25,52
São José do Rio Preto 1976 1976 0172 32 1976, 1978 21,14 23,96 25,52
São José do Rio Preto 1979 1979 0172 33 1979 21,14 1982, 1984, 1985 23,96 25,52
São José dos Campos 1963 s/pref. 1973 0123 21 CTB 3,52 1973 23,5 31,29 50,07
São José dos Campos 1978 1978 0123 22 1978 23,5 31,29 50,07
São José dos Campos 1978 1978 0123 23 1978, 1979, 1980 23,5 1981 31,29 50,07
São José dos Campos 1987 1987 0123 41 1987, 1989 50,07
São José dos Campos - Jd. Satélite 1984 1984 0123 31 1984 31,29 1986, 1989 50,07
São José dos Campos - Tatetuba 1988 1988 0123 29 1988, 1989 50,07
São Luís do Paraitinga 1982 inst. c/DDD 1982 0122 71 COTESP 0,1 0,15 1982 0,31 0,43
São Manuel 1973 inst. c/DDD 1973 0149 41 CTB 0,34 1973, 1977 1,04 1981, 1985 1,97 1988 2,52
São Manuel - Pratânia 1976 s/pref. 1985 0149 44 1976 1983
São Miguel Arcanjo 1974 7-3 1982 0152 79 COTESP 0,2 1974 0,3 1982 0,58 1988 0,76
São Paulo CTB 336,75 946,7 1217,37 1566,54
São Pedro 1978 81 1979 0194 81 CTB 0,16 1978 0,95 0,98 2,26
São Pedro do Turvo 1977 77 1986 0143 77 COTESP 0,04 1977 0,07 0,1 1987 0,2
São Roque 1973 425 1974, 1975 011 425 CTB 0,8 1973, 1975, 1979 2,74 1982, 1984, 1985 4,32 6,25
São Roque - Alto da Serra 1989 1989 011 798 1989 6,25
São Sebastião 1971 5 1976 0124 52 COTESP 1971 0,7 1976 1,19 1981 2,92 4,52
São Sebastião - São Francisco 1971 6 1976 0124 62 1971 1979 1,19 2,92 1986 4,52
São Sebastião - Juquehy 1982 63 1984 0124 63 1982, 1985 2,92 4,52
São Sebastião - Boissucanga 1986 1986 0124 65 1986 4,52
São Sebastião - Guaecá 1989 1989 0124 64 1989 4,52
São Sebastião da Grama 1981 inst. c/DDD 1981 0196 46 STM 0,09 0,1 1981, 1982, 1985 0,49 1989 0,71
São Simão 1975 84 1978 016 684 (ant.84) CTB 0,19 1975 0,3 1981 0,98 1987 1,37
São Vicente 1962 8 1974 0132 68 (ant.8) C T Litoral Paulista 3,98 1978 9,98 14,54 22,71
São Vicente 1981 1981 0132 67 1981 14,54 22,71
São Vicente 1987 1987 0132 69 1987 22,71
São Vicente - Samaritá 1981 60 1985 0132 60 1981
Sarapuí 1977 215 1983, 1989 0152 76 COTESP 0,04 1977 0,09 1983 0,15 1986 0,26
Sarutaiá 1982 s/pref. 1988 0143 87 CTB 0,02 0,04 1982 0,08 0,11
Sebastianópolis do Sul 1985 s/pref. 1989 0174 77 COTESP 0 0,03 1985 0,09 1989 0,13
Serra Azul 1974 682 (ant. s/pref.) 1986 016 682 CTB 0,03 1974 0,05 1981, 1983 0,2 0,24
Serra Negra 1967 92 (ant. s/pref.) 1977 0192 92 CTB 0,43 1976, 1979 1,7 1985 2,18 1986 3,05
Serrana 1974 s/pref. 1981 016 687 CTB 0,09 1974 0,2 1981, 1983, 1985 0,79 1989 0,98
Sertãozinho 1973 42 1975, 1977 016 642 (ant.42) CTB 0,3 1973, 1977, 1978 2 1981, 1985 4,07 1987 5,17
Sertãozinho - Cruz das Posses 1987 1987 016 640 1987
Sete Barras 1967 72 (ant. s/pref.) 1982, 1988 0138 72 COTESP 1971 0,06 0,15 1981, 1982, 1985 0,3 1988 0,39
Severínia 1974 s/pref. 1985 0172 87 CTB 0,06 1974, 1980 0,17 1981 0,29 1989 0,39
Silveiras 1974 s/pref. 1987 0125 66 CTB 0 1974, 1980 0,09 0,14 1987, 1988 0,18
Socorro 1978 95 1979 0192 95 CTB 0,32 1978, 1980 1,16 1,51 1986 2,01
Sorocaba 1962 2 1973 0152 32 (ant.2) C R T Sorocabana 1972, 1973 8 1977 20,91 30,15 35,58
Sorocaba 1978 1978 0152 31 1978 20,91 30,15 35,58
Sorocaba 1980 1980 0152 33 1980 20,91 1981, 1982 30,15 35,58
Sorocaba - Cerrado 1989 1989 0152 21 1989 35,58
Sorocaba - Itavuvu 0152 93
Sud Mennucci 1974 6-5 1989 0187 56 COTESP 0 1974 0,04 1981 0,1 1986 0,21
Sumaré 1968 73 (ant. s/pref.) 1978 0192 73 E T Sumaré 0,29 1976, 1979, 1980 2,68 5,56 1987, 1988, 1989 8,83
Sumaré - Nova Veneza 1979 1979 0192 64 1979, 1980 2,679 1985 5,559 8,829
Sumaré - Hortolândia 1979 1979 0192 65 1979, 1980 2,679 1983 5,559 1989 8,829
Tabapuã 1974 62 (ant. s/pref.) 1982 0175 62 CTRP 0,05 1974 0,15 1981, 1982, 1985 0,56 0,66
Tabatinga 1979 85 1980 0162 85 CTB 0,14 1979, 1980 0,29 1983 0,43 1986 0,55
Taboão da Serra 1965 s/pref. 1978 011 491 CTB 0,37 1974, 1978 4,35 1983, 1985 7,98 1987 9,94
Taciba 1979 s/pref. 1988 0182 47 COTESP 0,02 1979 0,04 1982, 1983 0,13 1988 0,18
Taguaí 1979 s/pref. 1985 0143 86 COTESP 0,05 1979 0,1 1983 0,2 1988 0,27
Taiaçu 1982 75 1982, 1988 0163 75 STM 0,02 0,06 1982 0,14 1988 0,19
Taiúva 1976 s/pref. 1983 0163 46 CTB 0,07 1976 0,17 1983 0,29 1986 0,41
Tambaú 1967 s/pref. 1980 0196 73 C T Média Mogiana 0,2 1974, 1980 0,58 1982 0,99 1988 1,62
Tanabi 1974 72 1977 0172 72 CTRP 0,2 1974, 1980 0,3 1983 1 1,51
Tapiraí 1977 216 1979, 1989 0152 77 COTESP 0 1977 0,09 1983, 1985 0,15 0,24
Tapiratiba 1982 s/pref. 1987 0196 57 E T Tapiratiba 0,08 0,15 1982 0,4 1987 0,58
Taquaritinga 1973 52 1976 0162 52 CTB 0,46 1973, 1974, 1979 2,03 2,17 1986, 1987 3,75
Taquarituba 1978 inst. c/DDD 1978 0147 62 STM 0,34 1978 0,72 1 1,11
Tarabai 1985 s/pref. 1988 0182 48 COTESP 0 0,04 1985 0,1 0,15
Tatuí 1970 2 1975, 1978 0152 51 CTB 1970 0,68 1973, 1975, 1976 3,69 1984 4,95 5,02
Taubaté 1963 2 (ant. s/pref.) 1973 0122 31 (ant.2) CTB 1970 3,01 12,16 16,9 21,18
Taubaté 1978 1978 0122 32 1978 12,16 1982 16,9 21,18
Taubaté 1982 1982 0122 33 1982 16,9 1986, 1989 21,18
Taubaté - Quiririm 1976 1976 0122 86 1976
Tejupá 1985 s/pref. 1989 0143 85 COTESP 0,02 0,02 1985 0,05 1987 0,07
Teodoro Sampaio 1974 s/pref. 1979 0182 82 ETP 0,07 1974, 1978 0,49 0,95 1989 1,51
Teodoro Sampaio - Rosana 1981 s/pref. 1989 0182 86 1981 0,949 1,509
Teodoro Sampaio - Euclides da Cunha 1982 s/pref. 1989 0182 83 1982 0,949 1,509
Teodoro Sampaio - Porto Primavera 1982 1982 0182 84 1982 0,949 1989 1,509
Terra Roxa 1976 s/pref. 1985 0173 95 CTB 0,07 1976 0,17 1983 0,29 1987 0,4
Tietê 1975 82 1979 0152 82 CTB 0,5 1975, 1978 1,63 1982 2,11 1986 3,14
Tietê - Jumirim 1983 s/pref. 1985 0152 86 1983 1987
Timburi 1977 89 1988 0143 89 COTESP 0,03 1977 0,05 0,08 0,1
Torrinha 1975 s/pref. 1985 0146 56 CTB 0,15 1975 0,29 1984 0,39 0,4
Tremembé 1974 inst. c/DDD 1974 0122 72 CTB 0,06 1974 0,29 1981 0,98 1987 1,84
Três Fronteiras 1983 91 1986 0176 91 CETELVI 0,05 0,12 1983 0,21 0,25
Tupã 1953 s/pref. 1978 0144 42 CTAP 2,09 1978, 1979 3,93 1982, 1985 5,9 7,19
Tupi Paulista 1979 inst. c/DDD 1979 0188 51 CTAP 0,49 1979 0,8 0,97 1,23
Turiúba 1985 s/pref. 1988 0186 96 COTESP 0,01 0,09 1985 0,13 1988 0,15
Turmalina 1985 s/pref. 1989 0176 67 COTESP 0 0,05 1985 0,11 0,12
Ubatuba 1971 3 1976 0124 32 COTESP 1971 0,6 1976 1,3 1981 4,64 6,42
Ubatuba - Praia do Lázaro 1971 4 1979 0124 42 1971 1979 1,3 4,64 1986, 1989 6,42
Ubatuba - Praia da Lagoinha 1982 1982 0124 43 1982 4,64 1987 6,42
Ubirajara 1982 s/pref. 1988 0144 72 COTESP 0,02 0,06 1982 0,14 0,19
Uchoa 1976 s/pref. 1985 0172 86 CTRP 0,05 1976, 1979, 1980 0,18 1984 0,34 1988 0,49
União Paulista 1985 s/pref. 1989 0172 78 COTESP 0 0,01 1985 0,04 1989 0,05
Urânia 1981 inst. c/DDD 1981 0176 34 CETELVI 0,11 0,23 1981, 1985 0,47 0,58
Uru 1985 s/pref. 1989 0142 82 COTESP 0 0,03 1985 0,05 0,07
Urupês 1981 inst. c/DDD 1981 0175 52 T Nacional 0,07 0,27 1981, 1985 0,59 1988 0,99
Valentim Gentil 1979 s/pref. 1989 0174 85 COTESP 0,05 1979, 1980 0,11 0,19 1989 0,29
Valinhos 1958 s/pref. 1978 0192 71 C T Valinhos 1,06 1978 2,79 1982, 1985 5,86 1986 8,42
Valparaíso 1978 inst. c/DDD 1978 0186 71 CTRP 0,22 1978 0,29 1982 0,58 1987 0,89
Vargem Grande do Sul 1966 s/pref. 1981 0196 41 STM 0,3 1975 0,39 1981, 1983 1,49 1989 1,65
Vargem Grande Paulista 1989 1983 011 790 1989 1,55
Várzea Paulista 1974 471 1978 011 480 T Jundiaí 0 1974, 1977 0,57 1981, 1983 1,5 1989 2,99
Vera Cruz 1977 62 1978 0144 62 CTB 0,25 1977 0,48 0,6 1987 0,8
Vinhedo 1965 s/pref. 1978 0192 76 C T Vinhedo 0,32 1977, 1978, 1980 1,43 1984 2,99 1988 4,18
Viradouro 1979 2-1 1982 0173 92 CTB 0,13 1979 0,29 1982 0,58 1987 0,78
Vista Alegre do Alto 1982 87 1982, 1989 0163 87 STM 0,05 0,1 1982 0,16 1989 0,19
Votorantim 1963 6 1975, 1979 0152 43 (ant.6) C R T Sorocabana 0,4 1979 0,96 1981, 1983 2,89 1988 3,5
Votuporanga 1971 s/pref. 1977 0174 22 (alt.21) CTRP 1971 1,01 1975, 1979 2,03 1981, 1982, 1984 5,14 7,03

Fim da empresa[editar | editar código-fonte]

Após o processo de privatização em julho de 1998[444] foi adquirida pela empresa espanhola Telefónica, formando a Telefônica Brasil[445], que em 2012 adotou a marca Vivo para suas operações de telefonia fixa[446].

Ver também[editar | editar código-fonte]

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Notas

  1. Incluindo as centrais automáticas da COTESP
  2. Incluindo Rafard que deixou de compartilhar a central de Capivari
  3. Incluindo Barueri que deixou de compartilhar a central de Carapicuíba
  4. Incluindo Igaraçu do Tietê que deixou de compartilhar a central de Barra Bonita
  5. Incluindo Vargem Grande Paulista que deixou de compartilhar a central de Cotia
  6. Incluindo Jacareí, Salesópolis e Santa Branca, municípios reincorporados pela Telesp em 1979.
  7. Incluindo Vargem Grande Paulista, município criado em 1983.
  8. Incluindo Jales, município incorporado pela Telesp em 1987.
  9. Somente alguns municípios receberam o código 0166 (inclusive Ribeirão Preto), os demais municípios dessa área receberam diretamente o código 016 pois foram integrados ao DDD após 1980
  10. Somente o município de Franca recebeu o código 0167, os demais municípios dessa área receberam diretamente o código 016 pois foram integrados ao DDD após 1977

Referências

  1. «LEI Nº 5.792, DE 11 DE JULHO DE 1972 - Autoriza o Poder Executivo a constituir a empresa Telecomunicações Brasileiras S.A. - TELEBRÁS». Presidência da República 
  2. «Page 31 - Telebrasil - Março/Abril 1977». mfpaper.com.br. Consultado em 20 de novembro de 2020 
  3. «Page 22 - Telebrasil - Março/Abril 1995». mfpaper.com.br. Consultado em 6 de novembro de 2020 
  4. a b c «TELEBRÁS (Telecomunicações Brasileiras S. A.)». FGV / CPDOC - Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil 
  5. «IBGE | Biblioteca | Detalhes | Empresas telefônicas». biblioteca.ibge.gov.br. Consultado em 11 de agosto de 2019 
  6. «Mapa da área de concessão da CTB em São Paulo». O Estado de São Paulo 
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  8. «O Estado de S. Paulo - 26 DE OUTUBRO DE 1973». Acervo. Consultado em 28 de julho de 2021 
  9. a b «O Estado de S. Paulo - 01 DE MAIO DE 1973». Acervo. Consultado em 6 de novembro de 2020 
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