Santa Gertrudes (São Paulo)

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Município de Santa Gertrudes
""Maior polo cerâmico da América Latina" "Rainha das cerâmicas""
Locações A Escrava Isaura.jpg

Bandeira de Santa Gertrudes
Brasão de Santa Gertrudes
Bandeira Brasão
Hino
Aniversário 16 de agosto
Fundação 1916 (101 anos)
Emancipação 1948 (69 anos)
Gentílico gertrudense
Lema Pela Fé,Honra e Trabalho
Prefeito(a) Rogério Pascon (PTB)
(2017–2020)
Localização
Localização de Santa Gertrudes
Localização de Santa Gertrudes em São Paulo
Santa Gertrudes está localizado em: Brasil
Santa Gertrudes
Localização de Santa Gertrudes no Brasil
22° 27' 25" S 47° 31' 48" O22° 27' 25" S 47° 31' 48" O
Unidade federativa  São Paulo
Mesorregião Piracicaba IBGE/2008 [1]
Microrregião Limeira IBGE/2008 [1]
Municípios limítrofes Norte/Oeste: Rio Claro;
Sul: Iracemápolis
Leste: Araras e Cordeirópolis.
Distância até a capital 167 km
Características geográficas
Área 97,694 km² [2]
População 27 040 hab. Censo IBGE/2014[3]
Densidade 276,78 hab./km²
Altitude 595 m
Clima Não disponível
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,824 muito elevado PNUD/2000 [4]
PIB R$ R$ 491.666.000 IBGE/2008[5]
PIB per capita R$ R$ 21,852 79 /hab, IBGE/2008[5]
Página oficial

Santa Gertrudes é um município brasileiro do estado de São Paulo. Localiza-se a uma latitude 22º27'24" sul e a uma longitude 47º31'49" oeste, estando a uma altitude de 595 metros. Sua população, no censo de 2014, era de 24.272 habitantes.

História[editar | editar código-fonte]

Teve sua origem na gleba de terra denominada Laranja Azeda que pertenceu à sesmaria do Morro Azul e que foi adquirida em 18 de junho de 1821 pelo brigadeiro Manuel Rodrigues Jordão e sua esposa Gertrudes Galvão de Oliveira Lacerda, genitores de Amador Rodrigues de Lacerda Jordão, Barão de São João do Rio Claro.[carece de fontes?]

O barão, herdando a gleba após o falecimento de sua mãe (já viúva do brigadeiro) em 1848, funda nela uma fazenda denominando-a Fazenda Santa Gertrudes, em homenagem à mãe, iniciando com um engenho de cana-de-açúcar e depois cultivando café. No ano de 1876 — já sob a administração do Marquês de Três Rios, Joaquim Egídio de Sousa Aranha, que havia se casado com Maria Hipolita dos Santos Silva, viúva do Barão de São João do Rio Claro (falecido em 1873) —, a ferrovia passa pela divisa da fazenda Santa Gertrudes e o povoado que se formou ao redor da estação (denominado inicialmente de "Gramado" devido às pastagens do lugar) deu origem em 1916 por decreto estadual de Altino Arantes ao distrito de paz de Santa Gertrudes pertencente à comarca de Rio Claro. Em 24 de dezembro de 1948 o distrito emancipou-se de Rio Claro e passou a denominar-se município de Santa Gertrudes. Em 13 de Março de 1949 houve a primeira eleição municipal saindo eleito o 1º prefeito Oscar Rafael da Rocha. Tem como padroeiro São Joaquim.[carece de fontes?]

Economia[editar | editar código-fonte]

A primeira atividade econômica no local é a produção de açúcar, com 3.000 arrobas por mês. A fazenda Santa Gertrudes durante alguns anos manteve o nome “Laranja Azeda” em sua propriedade, isso porque o local ainda necessitava dessa referência para os mais antigos, que conheciam o local com esse nome desde os primórdios.[carece de fontes?]

Durante cerca de 10 anos, a Fazenda despontava como um importante celeiro de produção de açúcar no estado. Porém, um novo tipo de economia começava a despontar e despertar o interesse dos fazendeiros da região. A cultura do café chega então à região como sendo uma promissora manufatura, possibilitando altos rendimentos e a certeza de grandes vendas para o mercado externo. Nesse momento, a área da Fazenda Santa Gertrudes era de 585 alqueires, tendo como limites a propriedade do Senador Vergueiro, a Fazenda Ibicaba, o Sítio Morro Azul de propriedade de Godoy Bueno, e o Sítio da Assistência de Joaquim Antonio de Athayde.[carece de fontes?]

Na busca de novas opções, os moradores descobriram a boa qualidade e a facilidade de obtenção da rica argila existente no subsolo. As primeiras cerâmicas surgiram nas décadas de 20 e 30 para a produção de telhas e tijolos. Na época, a preparação da argila era feita com tração animal e a produção era basicamente manual. Mais tarde, as unidades passaram a produzir pisos. Hoje, Santa Gertrudes e suas cidades próximas formam o maior pólo cerâmico das Américas, com maior região de cerâmicas do Brasil. De acordo com a Associação Paulista das Cerâmicas de Revestimento (Aspacer), são 48 indústrias, responsáveis por 13 mil empregos diretos e 195 mil indiretos.[carece de fontes?]

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

  • Córrego Santa Gertrudes

Cidades-irmãs[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  2. IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010 
  3. «Censo Populacional 2014». Censo Populacional 2014. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Consultado em 23 de janeiro de 2015 
  4. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2012 
  5. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]