Capivari

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Município de Capivari
"Terra dos Poetas"
Estação ferroviária

Estação ferroviária
Bandeira de Capivari
Brasão de Capivari
Bandeira Brasão
Hino
Fundação 10 de julho de 1832 (186 anos)
Gentílico capivariano
Lema Paulista per misericordiam Dei
"Paulista por mercê de Deus"
Padroeiro(a) São João Batista
CEP 13360-000
Prefeito(a) Rodrigo Abdala Proença (PSDB)
(2017 – 2020)
Localização
Localização de Capivari
Localização de Capivari em São Paulo
Capivari está localizado em: Brasil
Capivari
Localização de Capivari no Brasil
22° 59' 42" S 47° 30' 28" O22° 59' 42" S 47° 30' 28" O
Unidade federativa São Paulo
Região intermediária

Campinas IBGE/2017 [1]

Região imediata

Piracicaba IBGE/2017

Região metropolitana AU Piracicaba
Municípios limítrofes Elias Fausto, Mombuca, Monte Mor, Porto Feliz, Rafard, Rio das Pedras e Santa Bárbara d'Oeste
Distância até a capital 108 km
Características geográficas
Área 322,878 km²
População 55 141 hab. Estimativa IBGE/2018[2]
Densidade 150 45 hab,/km²
Altitude 675 m
Clima Subtropical Cfa
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,750 alto PNUD/2010[3]
PIB R$ 1 606 977,72 mil IBGE/2016[4]
PIB per capita R$ 29 907,83 IBGE/2016[5]
Página oficial
Prefeitura http://www.capivari.sp.gov.br/
Câmara http://www.camaracapivari.sp.gov.br/

Capivari é um município brasileiro do interior estado de São Paulo. Microrregião de Piracicaba, na Mesorregião de Campinas. Localiza -se a Oeste da Capital São Paulo, entre as regiões de Campinas, Piracicaba, Sorocaba e muito bem servida pelas rodovia Francisco Aguirre de Proença (SP 101) e pela Rodovia do Açúcar (SP 308), que permitem acesso rápido às principais rodovias do estado, como Rodovia Anhanguera, Rodovia dos Bandeirantes, Rodovia Dom Pedro I e Rodovia Castelo Branco, ficando a 22º59'42" de latitude sul e a 47º30'28" de longitude oeste, estando a uma altitude de 675 metros. Possui uma área de 322,878 km².

A economia da cidade se baseia na agricultura (principalmente da Cana-de-Açúcar) e em empresas que se instalam no município. Atualmente, Capivari possui 326 empresas instaladas, um comércio amplo, com 1357 mil estabelecimentos em atividade, nos mais variados ramos de negócios e 1900 mil prestadores de serviços.


Historia[editar | editar código-fonte]

Nascimento do povoado[editar | editar código-fonte]

No início do século XVIII, Capivari recebeu os primeiros visitantes. Alguns deles encontraram um lugar com bom terreno, clima, água e peixes. Montaram acampamentos e decidiram começar uma nova vida. Em 1718, com a descoberta de ricas jazidas de ouro, nas cercanias de Cuiabá – período este em que um grande número de aventureiros passou por ela para abreviar o caminho até Mato Grosso –, em busca do metal precioso. Essas viagens aconteceram por via fluvial, pois a mata não oferecia condições favoráveis. Os aventureiros enfrentavam grandes perigos, fome e lutas ao longo do caminho.

Uma dessas monçoes saiu de Porto Feliz, por ordem do marquês de Pombal e sob o comando do capitão general Morgado de Mateus, mas foi dizimada em grande parte pelos índios.

Por ser de difícil acesso, o lugar também foi escolhido pelos governadores das capitanias hereditárias para isolarem seus inimigos políticos. Longe dos centros urbanos, essas pessoas sentiram a necessidade de procurar uma maneira de se proteger das perseguições. E para isso, passaram a montar acampamentos às margens do rio, buscando assim, locais com bom clima, topografia e águas favoráveis à sobrevivência. No final do século XVIII, um grupo de ituanos encontrou um local com essas características e decidiu se estabelecer ali.

Assim começa a história da “Terra dos Poetas”.

Assim, em 30 de abril de 1783, Antônio Pires de Almeida Moura e Joaquim da Costa Garcia, fundaram o “Arraial de São João de Capivary de Baixo”. Muitas famílias vieram de Itu e Porto Feliz e, dessa forma, o povoado começou a crescer, em 1785, Francisco Idorgo pede à Câmara de Itu e consegue fazer com que se instale a primeira venda: a “Venda do Chico”, este fato também atrai mais moradores ao longo dos tempos com a vontade de crescimento em novas terras.

No ano de 1790, o povoado aparece nos censos realizados por Itu com uma população flutuante. Na maioria, trabalhadores de empreiteiras que executavam serviços e se mudavam no final das obras.

Já em 1800, às margens do lendário “Rio das Capivaras” floresce uma pequena população que mais tarde passa a se chamar Capivari, (da linguá Tupi, "Kapibara" = Capivara e "y"= rio).

A partir de 1800, a pequena povoação foi ganhando novos moradores atraídos pelos comentários e deslumbramentos com o local. Às margens de um rio cristalino em que predominavam, em abundância, Capivari, teve origem, por iniciativa do cônego João Ferreira de Oliveira Bueno, em 1813. Ele encaminhou um requerimento para criação de um povoado, nos sertões de Itu, distante das igrejas de Itu, Porto Feliz e Piracicaba. A Freguesia deveria ser criada sob a invocação de São João Batista.

Em junho de 1820, o pequeno povoado formado por um bom número de casinhas e uma pequena capela esperava ansiosa pelo seu primeiro sacerdote, o padre João Jacinto dos Serafins (nomeado capelão pelo bispo de São Paulo).

Ele chegou no final de julho após longa viagem a cavalo, vindo pelo caminho de Itu. Jacinto encontrou algumas casas espalhadas onde hoje são as ruas Antônio Pires e XV de Novembro. A capela estava ainda por terminar e no início o padre utilizou provisoriamente a casa de Joaquim da Costa Garcia.

Na missa de inauguração do dia 11 de agosto de 1820, estavam presentes os primeiros povoadores de Capivari: Antônio Pires de Almeida Moura, Joaquim da Costa Garcia, Manoel José de Almeida Leme, José Machado, Antônio José Fiúza, Manoel José do Amaral, Manoela José Vaz Botelho, entre outros.

No pátio da capela, algumas cruzes indicavam que ali havia sido sepultados escravos e moradores do povoado. Ainda durou por muito tempo o hábito de se enterrar os escravos no pátio da capela e os demais paroquianos no seu interior. Somente os grandes fazendeiros eram levados para Itu e Porto Feliz para serem enterrados como de costume.

Nessa época, o prédio não possuía torre e o sino, para a convocação dos fiéis, ficava em uma grande figueira ao lado. O santo padroeiro escolhido para a bênção da Vila, foi São João Batista.

A alegria dos moradores é a paixão por festas – principalmente as religiosas – atrai inúmeras pessoas ao longo dos anos. Próximo à capela de “São João Baptista de Capivary” (construção de taipa socada, constituída por um cômodo retangular, com um altar de madeira ao fundo), ficava a “Venda do Chico”, a única em Capivari. Ela se torna um centro irradiador de construções e edificações no povoado. Cada vez mais pessoas – atraídas pelas vantagens da terra – chegam ao lugar.

Em 11 de outubro de 1826, a Capela é elevada à Freguesia de São João Baptista de Capivary, através de Decreto emitido pelo Imperador D. Pedro I. Nesse período o vigário é Inácio Francisco de Morais.


Os primeiros povoadores[editar | editar código-fonte]

Antônio Pires de Almeida Moura: nascido em Sorocaba, mas criado em Itu, foi responsável por mais de 40 anos de intenso trabalho pelo município. Ele era primo-irmão do venerável padre Bento Dias, o santo protetor dos leprosos. Transferindo-se de Itu para Capivari, quando nascia o povoado, construiu na primitiva rua que se esboçava a sua casa, colaborou na construção da primeira igreja, conseguiu da Câmara de Itu, em 1825, o Alto de Arruamento da Vila, participou da instalação da Freguesia, em 1827, foi figura de grande importância na campanha de criação do Município, foi eleito em setembro de 1832, para a primeira Câmara Municipal, cuja presidência exerceu por falecimento de Martim Taques, e construiu a igreja matriz em 1851 e iniciou a construção do seu solar, na esquina das ruas Fernando de Barros e Tiradentes (terminada pelo Barão de Almeida Lima), quando morreu em 1852, vítima de uma infecção tetânica numa das mãos. De seu casamento com Gertrudes de Araújo Campos deixou: Joaquim Pires de Arruda Gavião, Antônio Pires de Araújo, Francisco Xavier de Almeida Pires (foi político em Botucatu), Ana Pires (que foi casada com José Francisco Vaz do Amaral), Raimundo Pires de Almeida Moura e Escolástica Maria de Almeida Pires (casada com João de Campos Camargo).

João Dias de Aguiar: de Porto Feliz, filho do capitão André de Aguiar e Dona Genoveva Luz Cardoso. Neto paterno de João Rodrigues de Aguiar e Maria Teresa de Almeida; neto materno de José de Toledo Piza e Izabel da Luz Cardoso. Foi casado com Gertrudes de Almeida Lima.

Capitão Manoel José Vaz Botelho: de Porto Feliz, filho de José de Arruda Penteado e Isabel Maria Paes. Casado com Maria Amaral Gurgel, deixou desse matrimônio Manoel, Antônio e Maria. Em segundas núpcias, com Maria do Amaral (irmã da primeira esposa), teve Gertrudes casada com Manoel de Campos Camargo; Isabel, casada com José de Arruda; Maria, casada com João Vaz de Arruda Amaral; Maria, casada com Luciano Francisco Pacheco; Francisco Vaz de Arruda Amaral, José Manoel e Joaquim Vaz de Arruda Amaral. Deixou um filho natural – Constantino de Arruda Campos.

João da Cruz Leite: de Porto Feliz, filho do sargento-mor Antônio José de Almeida Leite e Teodora Leite Martins. Foi casado com Teodora Leite de Almeida Camargo e deixou: Ana, casada com Salvador Martins Bonilha; Teodora, casada com Antônio Martins Bonilha; Gertrudes, casada com o major Inácio de Camargo Penteado; Maria, casada com Teodoro Leite de Almeida; José da Cruz Leite; Francisco Antônio Martins e Antônio José de Almeida Leite.

Martim de Melo Taques: de Itu, filho do capitão-mor, Vicente da Costa Taques Góes e Aranha. Casado com Ana Francisca de Araújo, deixou: Martim de Melo Taques, que abandonou o lar paterno para se alistar na Guerra dos Farrapos, no Rio Grande do Sul; João Miguel de Melo Taques, José, Elias, Manoel e Ana de Melo Taques. Faleceu repentinamente, em 11 de setembro de 1834, quando era presidente da primeira Câmara Municipal de Capivari.

Saturnino de Brito Paes Leite: de Porto Feliz, filho de Saturnino Paes de Almeida Leite e Francisca de Arruda. Casou-se com Ana Euquéria de Campos. Filhos: Tibúrcio, Delfino e Evaristo.

Antônio José de Sousa: Casado com Genoveva Dias de Aguiar Sousa. Filhos: Rita de Sousa Nogueira, casada com Fernando Augusto Nogueira; Gertrudes de Sousa Melo, casada com Antônio Aristides do Amaral Melo; Maria de Sousa Pacheco, casada com José Correa Pacheco e Silva; Elisa de Aguiar Sousa, casada com Carlos Augusto de Sousa; Antônio José de Sousa, Osório de Sousa; Otília, Lívia, Adelaide, Genoveva, Angelina, Alice e Sílvia de Sousa.

Luiz Teixeira de Assumpção: Casado com Maria Ursolina Dias de Assumpção. Filhos: Maria Cecília Ursolina (Sinhazinha), Otávio, Alarico e Dr. André de Toledo Assumpção.

Luciano Dias Pacheco: Filho de Bento Dias Pacheco e Maria Euqueria de Campos Pacheco. De seu primeiro casamento com Maria Lavínia de Assumpção deixou: Bento, Luciano e Isabel. Do segundo casamento com Maria Carolina do Amaral, os filhos: Bento, Maria, José e Isabel.

Fernando Paes de Barros: de Itu, filho de José de Barros Penteado e Maria Dias Leite, foi casado com Maria Jorge de Barros e deixou Maria, Ana, José, Gertrudes, Fernando, Francisco, Alexandre, Isabel, Bento, Antônio e Joaquim Paes de Barros. Seus filhos juntaram o Fernando aos seus nomes – Francisco Fernando, Antônio Fernando, e assim por diante. Foi o primeiro prefeito de Capivari, quando este cargo provisoriamente existiu, em 1835. Homem enérgico e esclarecido, foi um dos mais ilustres capivarianos da primeira fase da vida municipal.

Gertrudes de Araújo Campos: de Itu, viúva de Antônio Pires de Almeida Moura, era filha do capitão Vicente do Amaral Campos e sua primeira esposa Helena Maria de Sousa. Dona Gertrudes faleceu em 9 de junho de 1861. Era irmã de Vicente de Campos Gurgel, casado com Maria Gertrudes Ferraz pais de Ana, Vicente, Francisco, João, José, Helena, Cândido, Maria, Manoel, Benjamin e Gertrudes Joanico.

José Manoel Fiúza (Jeca Fiúza): casado com Umbelina de Arruda deixou: Manoel de Pádua Melo, José Fiúza de Melo, Gabrielina de Arruda Melo, casada com Francisco Boaventura do Amaral; Antônio José de Melo a esse tempo – 1869 – integrou as forças brasileiras no Paraguai; e Ana Fiúza de Melo.

Felipe de Campos e Almeida: casado com Andreza Pacheco de Arruda filha de Guilherme Vaz Pinto e Bárbara Dias Leite. Filhos: Bárbara Dias Leite, casada com Joaquim Pires, Camilo de Campos e Almeida, Estanislau de Campos e Arruda, Joaquim Pinto de Almeida, José Vaz Pinto, João Pinto Ribeiro, Ana Pacheco de Arruda, casada com Estanislau de Campos Pacheco, Antônia Pacheco de Arruda e Mariana Leme da Silva.

Daniel de Campos Camargo: de Itu, casado com Isabel de Arruda Campos, filha do sargento-mor, Felipe de Campos Bicudo e Gertrudes Leite de Sampaio. Filhos: José de Campos Camargo, Ana, casada com Antônio do Amaral; Gertrudes casada com José Ferraz de Camargo, Maria, casada com José do Amaral Gurgel; Francisca, casada com Antônio Pires de Araújo; Eufrozina, casada com Josué de Pádua Castanho; Antônio Daniel de Campos, Estanislau de Campos Camargo e João de Campos Camargo, casado com Escolástica Marisa de Almeida Pires, última filha de Antônio Pires de Almeida Moura.

Estanislau de Campos Pacheco: de Itu, filho do Alferes Luciano Francisco Pacheco e Ana Gertrudes de Campos Pacheco. Filhos: Luciano Francisco Pacheco, Francisco de Almeida Pacheco, Ana Gertrudes de Arruda, casada com Elias Antônio Pacheco; Maria, casada com Antônio de Campos Pacheco; e Antônia de Arruda Pacheco, casada com Luciano de Moura Pacheco.

Salvador Martins Bonilha: casado com Ana de Toledo Piza. Filho: Salvador Martins Bonilha, casado com Maria Isabel de Almeida; e os descendentes desse casal: Salvador Francisco, Antônio, Ana, Maria e Branca Martins Bonilha.

De freguesia à Vila[editar | editar código-fonte]

Por alvará de 10 de julho de 1832, é oficialmente denominada Vila de “São João Baptista de Capivary de Baixo” (Capivari de Cima era a atual Monte Mor). Assim tem início o desenvolvimento econômico do povoado. Predominam o açúcar, os cereais, o chá, o algodão e o café que contribuem para a proliferação das fazendas.

A elevação da Freguesia à Vila, atrai ainda mais moradores, exigindo, assim, melhorias na infra-estrutura local. A população da Vila:

  • População branca: 838 homens e 724 mulheres (total: 1.562);
  • População escrava: 464 homens e 163 mulheres [negros naturais do país] (total: 627)
  • Negros africanos: 1.713 homens e 492 mulheres (total: 2.205)
  • Pardos: 15 homens e 11 mulheres (total: 26)
  • Negros libertos: 34 homens e 65 mulheres (total: 99)
  • Negros livres: 02 homens e 04 mulheres (total: 06)
  • Índios: 1 casal
  • População total: 4.526
  • Casas: 133

As vias principais são: Rua do Comércio (saída para Porto Feliz - hoje XV de Novembro) e Bento Dias (saída para Monte Mor). Não existe cemitério e os mortos são enterrados na igreja. Por essa época, começa a funcionar a primeira escola “Emulação”, na casa que foi do Padre Fabiano, na rua do mesmo nome, esquina com a Tiradentes.


A primeira Câmara[editar | editar código-fonte]

A primeira Câmara de Capivari, começa a funcionar em 25 de julho de 1833, eleita no ano anterior, em 7 de setembro. Com a efetiva instalação do Município, Capivari, desliga-se de Porto Feliz. Os homens formados eram dois: o padre e o cirurgião. A vila possuía também, 8 negociantes e 12 jornaleiros, quatro estrangeiros, sendo dois naturalizados. Era juiz de paz, o senhor Felisberto da Costa Guimarães.

Os vereadores foram nomeados pelo Decreto do regente Campos Vergueiro, com mandato previsto para três anos. O responsável pelo município, considerado o primeiro prefeito, foi o tenente Fernando Paes de Barros, nomeado pelo presidente da Província de São Paulo. Martim de Melo Taques foi o primeiro presidente da Câmara de Capivari.

Composição da primeira Câmara: Joaquim Correia Leite, Martim de Melo Taques, Antônio Pires de Almeida Moura, João Dias de Aguiar, Saturnino Paes, José Ferraz de Arruda, Manuel Ferraz de Sampaio e Felipe de Campos Bicudo.

Havia na vila de Capivari, uma Companhia de Infantaria da Guarda Nacional, e 50 praças da cavalaria desarmados.

Em agosto de 1833, foi criada uma linha de correio ligando Capivari a São Paulo, via Porto Feliz sob o comando do encarregado nomeado Antônio Correia Leite.

O único professor era um alfaiate que dava aulas de primeiras letras e ensinava música. Tinha 18 alunos (desses, quatro do sexo feminino). Havia na vila mais de 100 crianças em idade escolar. O problema da falta de vagas foi oficiado pela Câmara ao governo da Província, ressaltando o problema e a necessidade de uma resolução que só pôde ser atendida no início do ano seguinte, com a nomeação do professor José Custódio de Assunção.

Em 1835, acontecem as primeiras atitudes municipais estabelecidas por lei de 26 de agosto de 1835. A segunda Câmara foi eleita em 1835 sendo criada a Cadeia Pública em baixo e a Casa da Câmara em cima.


O café, o açúcar e a política[editar | editar código-fonte]

Em 1836, aparece o café na região, primeiramente em Itu e Jundiaí.

Escala de produção:

  • Itu: 1.052 arrobas de café
  • Porto Feliz: 990 arrobas de café
  • Capivari: 310 arrobas de café

No oeste e sul paulista, o açúcar superava o café. Itu, Piracicaba, Porto Feliz e Capivari forneciam juntas, a metade do açúcar exportado pelo porto de Santos.

O município, em 1836, contava com 3.437 habitantes e tinha 52 engenhos produzindo 52.193 arrobas de açúcar e 490 canadas de aguardente.

No ano de 1837, o açúcar era a principal cultura, alavancando o comércio nas vilas ao ocidente da capital, Jundiaí, São Carlos, Itu, Porto Feliz, Capivari, Sorocaba e Piracicaba.

A terceira Câmara Municipal foi eleita em 7 de setembro de 1837. Assim, a construção da ponte – então considerada nova - sobre o rio Capivari (na XV de Novembro) seguiu de 1838 a 1840. Ela contava com 400 palmos de comprimento por 25 de largura.

Em 1839, foi nomeado vigário, o padre Fabiano José Moreira de Camargo, que mais tarde se tornaria chefe político da cidade e região e deputado provincial.

Em 6 de agosto de 1840, o presidente da Província, Rafael Tobias de Aguiar, comunica à Câmara a maioridade de D. Pedro II e sua ascensão ao trono. Já em 7 de setembro foram eleitos os novos vereadores. Compareceram à votação, 143 eleitores.

A população da vila continua sem iluminação nas ruas e com estragos devido aos buracos causados pelas chuvas, as ruas ficam intransitáveis.

A iluminação pública da cidade tem início no ano de 1886, com 16 lampiões a querosene. Onze anos depois, passam a ser 62. Finalmente, em 1910, a luz elétrica chega a Capivari.

D. Pedro II e a visita Capivari[editar | editar código-fonte]

Um fato histórico e significativo para Capivari foi a visita do Imperador D. Pedro II e da Imperatriz Dona Teresa Cristina, à cidade em 22 de setembro de 1878.

Assim que o Imperador D. Pedro II chegou à Estação de Capivari já o aguardavam uma comitiva para conduzi-lo juntamente com sua esposa, em um trole (carruagem) a frente da igreja matriz onde esperavam diversos populares e autoridades para a realização da cerimônia oficial.

Ainda na estação ferroviária, muitas pessoas animavam as festividades. As manifestações de carinho ficavam evidenciadas nos olhos da população presente. Dentre todas as demonstrações de afeto ao imperador uma foi surpreendentemente inesquecível:

Ao ser conduzido em direção ao trole(carruagem) , ainda na estação, um morador da cidade vendo que o imperador iria pisar no chão para subir ao veículo, subitamente tirou seu paletó e ajoelhou-se, estendendo a roupa para que D. Pedro II pisasse antes de subir à carruagem, fato este que deixou o imperador muito emocionado.

O município foi preparado para a recepção com enfeites de flores, folhagens e muitos foguetes. A cidade recebeu limpeza para receber a comitiva imperial.

D. Pedro II e sua esposa Teresa Cristina, após receberem homenagens no largo da matriz, retiraram-se para descanso e almoço na casa do Barão de Almeira Lima (Casa Tombada como Monumento Histórico Paulista e que fica próxima a Igreja matriz).

Os monarcas visitaram também em Capivari, as escolas dos professores Serafim e Luis de Freitas (masculinas) e das professoras Dona Fausta Isabel de Góis e de Maria do Carmo Maciel (femininas). Além de uma visita à Loja Maçônica Integridade (também próxima à matriz) tendo presidido a reunião. A cadeira em que se sentou ainda existe conservada na sede da Loja Integridade em Capivari.

       “Em 22 de setembro de 1878 Capivari recebeu a visita do Imperador D. Pedro II e da imperatriz Dona Teresa Cristina. Após receberem homenagens no largo da Matriz, foram recepcionados pelo Barão Almeida Lima em sua casa e ali descansaram" ... “Eu tinha 12 anos e lembro-me perfeitamente que eles ficaram hospedados na casa do Barão, onde atualmente reside a família Lembo. Toda a cidade se enfeitou para receber os imperadores; quem pode fez roupa nova. As ruas foram embandeiradas, houve salva de tiros e muitos foguetes. E um baile só de gente fina, em que se dançou o minueto até altas horas. Uma beleza!” Luiz Raimundo de Goes entrevista ao jornal O Estado de São Paulo e publicada em 03/01/1968, página 16, Luiz Raimundo de Goes, falecido no mesmo ano aos 102 anos.[6]


Geografia[editar | editar código-fonte]

Demografia[editar | editar código-fonte]

Dados do Censo - 2015

População total: 60.578

  • Urbana: 59.578
  • Rural: 1.000
    • Homens: 29.678
    • Mulheres: 31.565

Densidade demográfica (hab./km²): 150,45

Taxa de Alfabetização: 87,42%

Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística[5]

Clima[editar | editar código-fonte]

O clima de Capivari é Subtropical, com diminuição de chuvas no inverno e temperatura média anual de 18,4 graus centígrados, tendo invernos secos e frios e verões chuvosos com temperaturas não muito altas. O mês mais quente, fevereiro, conta com temperatura média de 21,9 graus centígrados, sendo a média máxima de 28,0 graus centígrados e a mínima de 18,9 graus centígrados. E o mês mais frio, julho, de 12,0 graus centígrados, sendo 16,8 e 10,3 graus centígrados a média máxima e mínima, respectivamente. Outono e primavera são estações de transição.

A precipitação média anual é de 1 524,5 milímetros, sendo agosto o mês mais seco, quando ocorrem apenas 222,9 milímetros. Em janeiro, o mês mais chuvoso, a média fica em 380,3 milímetros. Nos últimos anos, entretanto, os dias quentes e secos durante o inverno têm sido cada vez mais frequentes, não raro ultrapassando a marca dos 30 graus centígrados, especialmente entre julho e setembro. Em agosto de 2010, por exemplo, a precipitação de chuva em Capivari não passou de zero milímetro. Durante a época das secas e em longos veranicos em pleno período chuvoso, também são comuns registros de queimadas em morros e matagais, principalmente na zona rural da cidade, o que contribui para o desmatamento e o lançamento de poluentes na atmosfera, prejudicando ainda a qualidade do ar.

A temperatura mínima registrada na cidade foi de -3,8 grau centígrado, registrada no dia 25 de junho de 2002. Já a máxima foi de 37,0 graus centígrados, observada no dia 17 de novembro de 1985. O maior acumulado de chuva registrado em 24 horas no município entre junho de 1988 e outubro de 2008 foi de 243,4 milímetros, no dia 25 de maio de 2005. Entre 1910 e 2004, houve 70 registros de geadas em Capivari. O mais recente foi em 12 de junho de 2016, quando a temperatura mínima chegou aos 0,1 graus centígrados. Ocasionalmente, também ocorrem episódios de forte ventania, com rajadas superiores a 100 quilômetros por hora. Houve registros de formação de tempestades fortes no município nos dias 4 de maio de 2001 e 9 de março de 2008 e muitos eventos em 2015/2016.

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

A maior parte do município de Capivari encontra-se inserido na Bacia do rio Capivari. Entretanto a parte norte da zona rural do município está na área de drenagem da bacia do ribeirão dos Toledos, tributário do rio Piracicaba[7].

Rodovias[editar | editar código-fonte]

Comunicações[editar | editar código-fonte]

Telefonia[editar | editar código-fonte]

A cidade foi atendida pela Companhia Telefônica Brasileira (CTB) até 1973[8], quando passou a ser atendida pela Telecomunicações de São Paulo (TELESP), que construiu a central telefônica utilizada até os dias atuais. Em 1998 esta empresa foi privatizada e vendida para a Telefônica[9], sendo que em 2012 a empresa adotou a marca Vivo[10] para suas operações de telefonia fixa.

Rádios[editar | editar código-fonte]

  • Cacique AM - 1550 Khz
  • Raízes FM - 98,7 Mhz
  • Alternativa FM - 106,3 Mhz (comunitária)
  • R FM - 107,9 Mhz (Rafard)
  • Ativa FM - 104,9 Mhz (Mombuca)

Jornais[editar | editar código-fonte]

  • Correio de Capivari
  • Jornal da Cidade
  • O Semanário (Rafard)

TV Digital (HDTV)[editar | editar código-fonte]

*Transmitido através da torre no bairro Castelani


TV a cabo[editar | editar código-fonte]

  • ITV - Itu TV (canal 24 NET)
  • TVR - TV Regional (canal 26 NET)

Pontos Turísticos e Históricos[editar | editar código-fonte]

Casarão do Barão de Almeida Lima (Casarão Solar)[editar | editar código-fonte]

A construção do casarão foi iniciado em 1842 na rua Tiradentes, em frente a igreja Matriz por Antonio Pires de Almeida Moura um dos fundadores de Capivari, mas não chegou ver a construção do casarão terminada, por falecimento precoce em decorrência de tétano, em uma de suas mãos em 1852. O fazendeiro Manuel Bernardino de Almeida Lima (Barão de Almeida Lima), adquire o casarão de Gertrudes de Araújo Campos, viúva de Antonio Pires em 1852.

“Em 22 de setembro de 1878 Capivari recebeu a visita do Imperador D. Pedro II e da imperatriz Dona Teresa Cristina. Após receberem homenagens no largo da Matriz, foram recepcionados pelo Barão Almeida Lima em sua casa e ali descansaram". Por ocasião de uma entrevista ao jornal O Estado de São Paulo e publicada em 03/01/1968, página 16, Luiz Raimundo de Goes, falecido em 1968 aos 102 anos, bisavô de minha querida amiga e colaboradora Maristela Previatto Gimenes, assim se manifestou sobre essa visita: “Eu tinha 12 anos e lembro-me perfeitamente que eles ficaram hospedados na casa do Barão, onde atualmente reside a família Lembo. Toda a cidade se enfeitou para receber os imperadores; quem pode fez roupa nova. As ruas foram embandeiradas, houve salva de tiros e muitos foguetes. E um baile só de gente fina, em que se dançou o minueto até altas horas. Uma beleza!” (Arnaldo Forti Battagin)

O local também já foi um hotel. Após o falecimento de um dos herdeiros fora alugada por Luigi Corazza, imigrante italiano. A partir disso, a casa foi chamada de “Hotel Corazza”. Seu funcionamento durou do ano de 1910 a 1932, depois disso, foi usada para várias comemorações e posteriormente, como uma residência para moradia ate 2009.

O casarão foi tombado como bem histórico pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico Arqueológico, Artístico e Turístico (Condephaat), Secretaria da Cultura do Estado, em 1975. O casarão é arquitetonicamente assim descrito pelo Condephaat: “Trata-se de construção em alvenaria de tijolos, da segunda metade do século XIX. O partido arquitetônico é tradicional, construído no alinhamento do lote em esquina, com entrada lateral ao lado de um grande jardim. A sua planta é retangular, térrea, com porão baixo para ventilação. A cobertura apresenta um pequeno beiral, arrematado por cimalha e as janelas são em guilhotina de madeira e vidro”.

Atualmente o Casarão encontra-se fechado aguardando restauração.

Casa de Júlio Ribeiro[editar | editar código-fonte]

Júlio César Ribeiro Vaughan, mais conhecido como Júlio Ribeiro, nasceu em Sabará, Minas Gerais, no dia 16 de abril de 1845 e faleceu em 1º de novembro de 1890 na cidade de Santos, vítima de tuberculose. Foi filólogo, jornalista e romancista, e é patrono da cadeira de número 24 na Academia Brasileira de Letras, bem como o criador da bandeira do estado de São Paulo.

Júlio foi um dos primeiros professores da cidade de Capivari e mandou construir uma casa localizada na Rua Bento Dias, número 173 no Centro da cidade, onde viveu durante algum tempo de sua vida. Atualmente, a casa se encontra como sendo um restaurante comida oriental.

Durante sua vida, quando ainda era proprietário da casa situada em Capivari, escrevera a obra “A Carne”, publicado em 1888. Um romance naturalista, que trata de temas como o divórcio, o amor livre e o novo papel da mulher na sociedade. De fato, esta obra fora um tanto quanto escandalosa na época, pois abordava temas que até então, eram considerados imorais. Algumas obras que Júlio escrevera em Capivari são “Cartas Sertanejas” e “Gramática Portuguesa”.

Além de sua moradia, a casa tinha um salão destinado a servir de um colégio, que funcionou de 1882 a 1886 no período que residiu em Capivari. Dizem que na pedra fundamental da edificação, Júlio teria escrito “Sem Deus e sem rei”, retratando seu caráter ateu e antimonarquista, rendendo críticas à sua pessoa.

Durante sua permanência na casa, conta-se que em um determinado dia ouviram-se alguns tiros de pistola na casa. Os vizinhos, preocupados, acreditando que algum desastre teria acontecido, entram na casa e encontram o professor deitado na cama com a arma na mão. Perguntaram-lhe o que havia conhecido e com ar de gozação, Júlio disse que só estava testando a nova arma que havia acabado de comprar.

Júlio Ribeiro deu início a uma dinastia de escritores. É avô da escritora e cronista Elsie Lessa, bisavô dos escritores e cronistas Ivan Lessa e Sérgio Pinheiro Lopes, e trisavô da escritora Juliana Foster.

Estação Ferroviária Sorocabana[editar | editar código-fonte]

Por mais de cem anos, entre 1875 a 1980, a estação ferroviária de Capivari foi ponto de chegada e partida de passageiros e cargas que cortavam o Estado em trens. Na década de 1990, os trilhos foram removidos pela Ferrovia Paulista S/A (Fepasa). O prédio da estação passou por alterações ao longo dos anos. Projeto de Cândido Motta Filho, o prédio atual foi construído em 1918 e segue estilo arquitetônico inglês.

Igreja Matriz São João Batista[editar | editar código-fonte]

A primeira capela da cidade, fundada por volta de 1820, deu lugar à Igreja Matriz de São João Batista, construída a partir de 1842. Entre paralisações e retomadas, a obra se arrastou por décadas até atingir, no início do século XX, o padrão arquitetônico atual.

Praças Rodrigues de Abreu e Dr. Cesário Motta[editar | editar código-fonte]

Ricas em vegetação, as Praças Rodrigues de Abreu e Dr. Cesário Motta reúnem algumas das mais belas paisagens de Capivari. O verde predominante das árvores e plantas divide o espaço com duas fontes, um coreto e um platô, no qual foi inaugurado, em 1932, um obelisco em comemoração ao centenário da fundação da cidade. As praças abrigam também as hermas de Amadeu Amaral (criação de Victor Brecheret), de Tarsila do Amaral (criação de Pandolfo) e Rodrigues de Abreu (criação de Tarsila do Amaral), três dos principais artistas capivarianos.

Quilombo de Capivari[editar | editar código-fonte]

Em abril de 2004, o Itesp (Fundação Instituto de Terras do Estado de São Paulo) reconheceu como terra quilombola uma área denominada “Sítio Santa Rita”, cercada por cana-de-açúcar, localizada na rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença (SP-101), ocupada por descendentes de escravos. Como aponta relatório técnico-científico do Itesp, a terra se tornou propriedade de Eva Barreto, que recebeu a área de seu ex-dono com o compromisso de trabalhar para pagar pelo terreno. Desde então, até o reconhecimento do quilombo, a terra permaneceu sendo ocupada por descendentes da proprietária.

Arena Capivari[editar | editar código-fonte]

A Arena Capivari, antigo Estádio Municipal Carlos Colnaghi, inaugurado em 1992. Pertence à prefeitura municipal de Capivari, onde o Capivariano Futebol Clube joga suas partidas. O estádio tem atualmente a capacidade cerca de 19.000 pessoas devido a uma reforma que ocorreu no ano de 2014. Por lá já se passou vários times de grande importância, como Corinthians, Santos, Botafogo, Guarani, Ponte Preta, entre outros.


Museu João Batista Prata e Biblioteca João Batista Prata[editar | editar código-fonte]

Em 10 de julho de 1944, a partir da ideia de Abelardo Vergueiro César, uma galeria possuindo retratos e biografias de prefeitos de 1890 até aquele ano surge. E será a partir disto que o Museu se organizará.

O Museu Histórico e Pedagógico Dr. Cesário Motta se instala na Câmara Municipal (na Praça) sobre o decreto nº 30.324 de 20 de dezembro de 1957. Após um tempo, segue para o salão paroquial localizado na Rua Martim Tarques.

Dois anos depois, no dia 18 de maio, a Prefeitura envia um Projeto de Lei à Câmara pedindo autorização para a doação do prédio da Cadeia para o Estado. Dessa forma, o Museu passará por uma nova instalação localizada na Praça José Zuza.

Eduardo Maluf foi o primeiro diretor do local e foi o responsável pela aquisição de peças doadas para o acervo, dentre eles objetos do final do século XVIII ao século XIX, obras de arte, fotografias, mobiliário, numismática, objetos domésticos e arqueológicos, antropológicos e etnográficos relativos a ciência e história natural, objetos referentes a revolução de 1932, escravidão e tecnológicos. A partir do ano de 1989, o Museu passa a compartilhar seu espaço com a Biblioteca Municipal João Batista Prata, dessa forma adquirindo ainda mais “peças” em sua constituição.

Hoje, o Museu se encontra fechado devido as más condições de preservação do seu local de instalação, suspeitas de desabamento do prédio.


Filhos Ilustres[editar | editar código-fonte]

Administração[editar | editar código-fonte]

Administração executiva (2017/2020)

Administração Legislativo (2017/2020)

Ex-Prefeitos

  • 2013 a 2016: Rodrigo Abdala Proença
  • 2013: André Luis Rocha (interinamente de janeiro a março de 2013).
  • 2009 a 2012: Luis Donisete Campaci
  • 2005 a 2008: José Carlos Tonetti Borsari
  • 2001 a 2004: José Carlos Tonetti Borsari
  • 1997 a 2000: José Lazaro Zico de Almeida Soares
  • 1993 a 1996: Osvaldo Agostinho Riccomini
  • 1989 a 1992: José Carlos Capóssoli Colnaghi
  • 1983 a 1988: José Lazaro Zico de Almeida Soares
  • 1977 a 1982: Julio Forti Neto
  • 1973 a 1976: José Carlos Capóssoli Colnaghi
  • 1969 a 1972: Luiz Quagliato Filho (com a morte de Luiz Quagliato Filho durante o mandato, o cargo foi assumido pelo então vice-prefeito, Julio Forti Neto).
  • 1964 a 1968: Romeu Annicchino

Referências

  1. «O recorte das Regiões Geográficas Imediatas e Intermediárias de 2017» (PDF). Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 2017. p. 20–34. Consultado em 10 de agosto de 2017 
  2. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1º de julho de 2018). «Estimativas da população residente no Brasil e unidades da federação com data de referência em 1º de julho de 2018». Consultado em 10 de novembro de 2018 
  3. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 19 de fevereiro de 2019 
  4. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2016). «Produto Interno Bruto dos Municípios - 2016». Consultado em 20 de fevereiro de 2019. Cópia arquivada em 2 de fevereiro de 2018 
  5. a b Erro de citação: Código <ref> inválido; não foi fornecido texto para as refs de nome IBGE_Cidades
  6. «o casal de 100 anos». "O estado de São Paulo". O estado de São Paulo. 03 de janeiro de 1968. Consultado em 19 de fevereiro de 2019  Verifique data em: |data= (ajuda)
  7. «Inundações no município de Santa Bárbara d'Oeste, SP: condicionantes e impactos». Universidade Estadual de Campinas. Agosto de 2007 
  8. «Relação do patrimônio da CTB incorporado pela Telesp» (PDF). Diário Oficial do Estado de São Paulo 
  9. «Nossa História». Telefônica / VIVO 
  10. GASPARIN, Gabriela (12 de abril de 2012). «Telefônica conclui troca da marca por Vivo». G1 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]