Porto Feliz

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Município de Porto Feliz
"Terra das Monções"
A Praça da Igreja Matriz

A Praça da Igreja Matriz
Bandeira de Porto Feliz
Brasão de Porto Feliz
Bandeira Brasão
Hino
Fundação 13 de outubro de 1797 (220 anos)
Gentílico porto-felicense
Lema Vida Nova para Porto Feliz
Prefeito(a) Ariana Grande (PTB)
(2017–2020)
Localização
Localização de Porto Feliz
Localização de Porto Feliz em São Paulo
Porto Feliz está localizado em: Brasil
Porto Feliz
Localização de Porto Feliz no Brasil
23° 12' 54" S 47° 31' 26" O23° 12' 54" S 47° 31' 26" O
Unidade federativa  São Paulo
Mesorregião Macro Metropolitana Paulista São Paulo/2014[1]
Microrregião Sorocaba IBGE/2008 [2]
Região metropolitana Sorocaba
Municípios limítrofes Itu, Sorocaba, Elias Fausto, Capivari, Rafard, Tietê e Boituva.
Distância até a capital 112 km
Características geográficas
Área 556,563 km² [3]
População 48 893 hab. Censo IBGE/2010[4]
Densidade 87,85 hab./km²
Altitude 523 m
Clima Subtropical úmido Cfa
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,8 muito elevado PNUD/2000 [5]
PIB R$ 698 378,956 mil IBGE/2008[6]
PIB per capita R$ 14 618,39 IBGE/2008[6]
Página oficial
Prefeitura www.portofeliz.sp.gov.br

Porto Feliz é um município brasileiro do estado de São Paulo, situa-se na Região Metropolitana de Sorocaba, Mesorregião Macro Metropolitana Paulista e na Microrregião de Sorocaba. Localiza-se a uma latitude 23º12'53" sul e a uma longitude 47º31'26" oeste, estando a uma altitude de 523 metros. Sua população estimada em 2010 era de 48 893 habitantes. [7]

História[editar | editar código-fonte]

O início

Porto Feliz nasceu na margem esquerda do rio Tietê, em um lugar que os indígenas nativos chamavam de Araritaguaba (termo tupi que significa "lugar da pedra de arara", através da junção dos termos arara ("arara"), itá ("pedra") e aba ("lugar)[8]). O mais antigo registro conhecido do local é de 1693 e refere-se a uma fazenda de António Cardoso Pimentel que originou o povoado. Um decreto de 13 de outubro de 1797 elevou o povoado à categoria de vila e mudou o nome para Porto Feliz.

A cidade tem uma economia diversificada baseada na agricultura e em pequenos e médios estabelecimentos industriais. Na zona rural da cidade, observamos o predomínio da monocultura da cana-de-açúcar.

A origem do nome Porto Feliz

A Vila de Porto Feliz foi criada no reinado de Dona Maria I, rainha de Portugal. O documento de criação foi assinado pelo governador da Capitania de São Paulo, António Manuel de Melo e Castro de Mendonça, no dia 13 de outubro de 1797.

Monumento em homenagem aos 500 anos do Brasil.

O povoado às margens do rio Tietê, chamado anteriormente Freguesia de Araritaguaba, pertencera até então ao termo da vila de Itu. Com a condição de vila, Porto Feliz alcançou a sua autonomia. A vila era uma unidade política e administrativa autônoma equivalente a município, com direito a ter Câmara e cadeia. Conquistada a condição, uma das primeiras providências deveria ser o levantamento do Pelourinho, uma coluna que simbolizava a autonomia, geralmente feita de pedra. O termo era o território da vila, dividido em freguesias. A sede do termo ficava nas respectivas vilas ou cidades.

O documento assinado pelo Governador concedia à freguesia de Araritaguaba a condição de vila, denominando-a Vila de Porto Feliz, e determinava a definição do território do termo, a ereção do Pelourinho, a demarcação do terreno para a construção dos Paços do Concelho e cadeia, a eleição de juízes, vereadores e demais oficiais da Câmara Municipal. O ato atendia ao pedido dos moradores da freguesia de Araritaguaba, que nesse sentido enumeravam os vários incômodos atribuídos à distância de léguas da sede do termo, a Vila de Itu. Mas, o Governador também o justificava por ser o local um porto frequentado por comerciantes das minas de Cuiabá e por expedições destinadas por Sua Majestade Fidelíssima aos vastos sertões, algumas delas chegando a alcançar a fronteira da América Espanhola. Em seguida, o governador vaticinava: por isso, Porto Feliz tem toda a capacidade e disposição para vir a ser em poucos anos uma das vilas mais opulentas desta capitania.

O último mapa da série interessa particularmente aos estudiosos da história de Porto Feliz e ao mesmo tempo é um documento importante para o estudo do comércio no Brasil central. Trata-se do "Mapa dos gêneros, mercadorias e efeitos que saíram desta capitania de São Paulo para a de Cuiabá e Mato Grosso, pelo Porto Feliz no ano de 1801". A exportação citada nesse documento partiu toda de um único porto fluvial, o antigo porto de Araritaguaba que em 1797 fora denominado de Porto Feliz pelo próprio Antônio Manuel de Melo e Castro de Mendonça. Os gêneros citados na estatística do capitão general foram embarcados em grandes canoas como nos primeiros tempos das grandes monções. As expedições monçoeiras do século XVIII partiam de Porto Feliz e desciam todo o Tietê abaixo, depois entravam no Paraná e subiam o Pardo acima, em seguida varavam em Camapuã para descerem o Coxim e o Taquari e navegarem a contracorrente pelo Paraguai, São Lourenço e Cuiabá.

O documento permite avaliar a variedade dos produtos exportados através de Porto Feliz. O mapa relaciona os seguintes gêneros: sal, farinha de mandioca, feijão, farinha de trigo, marmelada, ferro, aço, chapas de cobre, cera do reino, chumbo, vinho, aguardente do reino, aguardente da terra, malvasia, azeite doce, vinagre, escravos, machados, enxadas, foices, almocafres, pregos sortidos, cravos de ferrar, alavancas, fazendas, panos de algodão, louças, pólvora, capados. No meio do rol de mercadorias são citados 46 escravos, entre vasilhames de vinagre e centenas de machados.

Monumento ao Bandeirantes out/2016. Foto: Felipe Miranda

De Mato Grosso, só poderiam chegar a Porto Feliz artigos preciosos. Primeiramente, o ouro. Mas também vinham a poaia, a salsaparrilha e alguns medicamentos da farmácia caseira comuns naquela época. Taunay alerta para o fato de que a tal respeito silenciam as estatísticas do capitão general. Ele nada diz sobre o ouro que possivelmente ainda era despachado de Cuiabá. O Governador que anteviu um futuro de opulência para São Paulo e para a antiga freguesia de Araritaguaba não conseguiu imaginar que a rota fluvial do Tietê seria abandonada ao longo do século XIX, sendo aos poucos substituída por caminhos terrestres que deixaram ao largo o antigo porto das monções e a Vila de Porto Feliz. O texto "A origem do nome Porto Feliz" é reprodução de artigo publicado em MR-USP pelo historiador Jonas Soares de Souza.

Parque das Monções[editar | editar código-fonte]

É uma área de preservação tombada pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico. É um local histórico, pois era daí que partiam as tais embarcações que iam para as minas de Cuiabá. A construção de suas escadarias, o monumento às bandeiras e de sua arborização datam da década de 1920. Podemos elencar quatro grandes importâncias do parque:

1 - Importância histórica - do seu porto partiam as expedições fluviais que navegavam até as minas de Cuiabá em busca de ouro, para realizar comércio e promover o povoamento, denominando-se o Movimento Monçoeiro.

2 - Importância geográfica - a navegabilidade do rio Tietê era a partir do Porto de Araritaguaba, sendo local de partida e chegada. Lugar de espera e preparo (embarcações, mantimentos e arranjo de mão de obra). A chegada era marcada pela sensação de alívio por ter vencido tantos obstáculos e perigos na expedição, rever familiares e quintar o ouro.

3 - Importância geológica - em 2016 alunos da Unimonte (Centro Universitário Monte Serrat) da cidade de Santos (SP) liderados pela Doutora Samara Cazzoli Y Goya entregaram o relatório técnico sobre o Paredão Salitroso e a Estrada Parque. A conclusão do relatório indica a idade do paredão entre 315 e 295 milhões de anos, podendo assim confirmar que o local era um ambiente marinho.

4 - Importância sacra - desde a partida das Monções com as bênçãos das canoas, monçoeiros, índios, escravos, mulheres. Em 1920, foi inaugurada réplica de Nossa Senhora de Lourdes e a comunidade católica ainda celebra a reza do terço e missa de Nossa Senhora da Penha.

Missa de Nossa Senhora da Penha (11/02/2011). Foto: Felipe Miranda

Das atrações do parque, podemos destacar:

  • Paredão Salitroso:

Atualmente sabe-se que possui entre 315 e 295 milhões de anos. Este local abriga provas de que a região esteve submersa há milhões de anos. É constituído de pedra salitrosa, calcário e arenito.

  • Monumento ao Bandeirantes:

Inaugurado em 1920 pelo presidente do Estado de São Paulo, Altino Arantes, o Monumento aos Bandeirantes foi construído às margens do rio Tietê, de onde partiam as expedições monçoeiras. É feito em granito com três baixos relevos em bronze, reproduzindo a "Partida das Monções" de Almeida Júnior, "A bênção das canoas" de Hercule Florence e "Largada de Porto Feliz" de Adrian Taunay;

  • Batelão:

É a embarcação maior da expedições monçoeiras. Seu tamanho podia variar de 12 a 18 metros, acomodando 90 sacos de mantimento ou 105 pessoas. Este exemplar presente no parque foi encontrado no ano de 1920, satisfazendo um desejo de todos para "provar" a existência do movimento monçoeiro.

  • Gruta Nossa Senhora de Lourdes:

A gruta em homenagem a Nossa Senhora de Lourdes está localizada no paredão histórico do Parque das Monções. Foi idealizada e construída graças a dois padres franceses: Alexandre Hourdeau e Vitor Maria Cavron. É idêntica à existente em Lourdes, na França. Foi escavada na rocha e recebeu a contribuição do povo porto-felicense, que ofereceu donativos para a construção. Foi inaugurada solenemente em 1924.

Endereço do Parque das Monções: Rua dos Bandeirantes, sem número, centro de Porto Feliz.

Igreja Matriz Nossa Senhora Mãe dos Homens[editar | editar código-fonte]

A primeira capela de Porto Feliz, segundo o livro tombo da igreja, afirma que foi erigida aos pés do rio Tietê e foi dedicada a Nossa Senhora da Penha e como a freguesia crescia muito foi necessário construir uma grande igreja (a atual). Obra iniciada em 1747, em pau a pique e pilão de taipa, em estilo barroco e rococó presentes. No seu interior existem diversos altares dedicados a muitos santos, a Maria e a Jesus, no entanto em eu altar maior está localizada a imagem da padroeira nova (naquela época) e atual - Nossa Senhora Mãe dos Homens.

A Imagem

Temos duas versões: a primeira afirma que chegou a cidade e aguardava a partida de uma Monção para ser levada, entretanto, no dia da partida a imagem ficou tão pesada que não foi possível conduzi-la até o Batelão. A pessoas entenderam que era seu desejo permanecer por aqui. Outra versão afirma que a esplendorosa imagem foi enviada especialmente para a igreja nova e maior que estava sendo construída e também para ser a nova padroeira da cidade.

A última ceia

A igreja possui quadros da Via Sacra (14), A última ceia, As bodas de Caná.

Os azulejos foram pintados pelo artista Bruno de Giusti (1920 - 2011†) e estão nas capelas centrais, à direita retrata a história da igreja e à esquerda a história da cidade.

No teto temos os afrescos que tratam da Anunciação à Maria, Nascimento de Jesus, Assunção de Maria, Pentecostes, Ascensão de Jesus, além de retratar o céu espiritual, anjos.

Primeira padroeira

A imagem de Nossa Senhora da Penha ainda conservada, feita em terracota, seu valor é incalculável. Está no altar-mor protegida numa redoma de vidro.

Altar-mor

No dia 16 de maio de 1957, os fundos da igreja cedeu e com ele o altar foi atingido, sendo ele restaurado.

Vitral

Na entrada principal, a segunda porta, hoje muito usada nos casamentos para a entrada triunfal da noiva, sob ela tem um lindo vitral com mensagem cristã que a maioria dos católicos que lá frequentam sabe o significado.

Prato Típico[editar | editar código-fonte]

Cearense[editar | editar código-fonte]

A cearense surgiu na década de 70 , por quatro pescadores da cidade em uma de suas pescarias em Mato Grosso. Depois de alguns dias, os pescadores ja quase sem comida receberam a notícia de que mais pescadores se juntariam a eles. Um deles foi para uma cidade nas proximidades para comprar mais mantimentos. Mas a caminho da cidade parou algumas vezes para descansar, assim acabou chegando tarde a cidade pois quase todos os estabelecimento estavam fechados, acabou achando apenas um armazém, a onde comprou 1 kg de cebola, 1 kg de tomate e 2 kg de carne de Boi. Chegando ao acampamento resolveu cozinhar tudo que tinha sobrado, feijão e algumas coisas a mais. Saiu um prato muito saboroso. Assim acarretando um comentário do Sr. Emilio Coli, ele diz que aquilo que eles tinham feito parecia comida "de cearense". Voltando a Porto Feliz, os pescadores passaram as suas esposas, a receita, elas acrescentaram ainda ao prato, bacon, Linguiça Calabresa, Louro, Cheiro-verde e orégano. Assim dando a inicio a tradição. Foi muito elogiado por não ser tão forte quanto a feijoada e ainda para esquentar nos dias frios.

Educação e Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Instituição de Ensino Superior[editar | editar código-fonte]

  • Faculdade de Tecnologia Porto das Monções (FAMO).

Escolas Estaduais de Ensino Médio[editar | editar código-fonte]

  • Escola Estadual Monsenhor Seckler.
  • Escola Estadual Profª Esther Maurino Rodrigues.
  • Escola Estadual Cel. Eugênio Euclydes Pereira da Motta.
  • Escola Estadual Profª Maria Aparecida Fernandes Leite.
  • Escola Estadual Prof. Pedro Fernandes de Camargo

Escolas Particulares[editar | editar código-fonte]

  • Escola São José de Porto Feliz.
  • Colégio Porto dos Bandeirantes.
  • Escola Adventista de Porto Feliz.
  • Escola Infância Feliz.
  • Colégio Presbiteriano.
  • Colégio Mack Mirim.
  • Paredão Salitroso - dezembro/2016 Foto: Felipe Miranda

Escolas Municipais de Ensino Fundamental[editar | editar código-fonte]

Ficheiro:Casa da Cultura Porto Feliz.jpg
Casa da Cultura D. Narcisa Stettener Pires Foto: Felipe Miranda


Cultura[editar | editar código-fonte]

  • Espaço Cultural Olair Coan.
  • Estação das Artes Assumpta Luzia Marchesoni Rogado.
  • Casa da Cultura “Dona Narcisa Stettener Pires”

Geografia[editar | editar código-fonte]

Demografia[editar | editar código-fonte]

Dados do Censo - 2016

(Fonte: IPEADATA)

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

Rodovias[editar | editar código-fonte]

Administração[editar | editar código-fonte]

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

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  • O primeiro piano de Porto Feliz foi trazido pelo Padre André Rocha em 1820, ele foi também o primeiro da Província de São Paulo;
  • A luz elétrica chegou a Porto Feliz em 1912;
  • A Primeira Semana das Monções foi criada em 1952;
  • A Santa Casa de Misericórdia de Porto Feliz foi inaugurada em 1907;
  • Em 1846, o Imperador D. Pedro II visitou Porto Feliz e hospedou-se no prédio que atualmente comporta o Museu da Monções;
  • A primeira Loja Maçônica da Província de São Paulo foi inaugurada em Porto Feliz no ano de 1831;
  • Somente em 1910 é que Porto Feliz foi beneficiada com a instalação de água encanada, até então o abastecimento era feito através de chafarizes espalhados pela cidade.
  • De Porto Feliz a Cuiabá as expedições se utilizavam de 19 rios e tinham que transpor 113 obstáculos entre cachoeiras e corredeiras e mais de 14 km de terra no varadouro de Camapuã, sem contar as febres, a fome, os naufrágios e os índios que exterminavam expedições inteiras;
  • O autor do monumento às Monções foi o escultor italiano Amadeo Zani, tinha sido encomendado por Cândido Mota então Secretário de Estado dos Negócios da Agricultura

Datas Importantes[editar | editar código-fonte]

  • 1693 - Os historiadores falam de um “Porto” à margem esquerda do Rio Tietê, de onde partiam as expedições para Cuiabá, no Mato Grosso; nessa data, também teve início o povoamento de Araritaguaba;
  • 1700 - Torna-se mais frequente a passagem por esse Porto dos exploradores que se destinam aos Sertões de Mato Grosso e Goiás, a procura das Minas de Ouro;
  • 1700 - Antonio Cardoso Pimentel edifica uma Capela em Homenagem a Nossa Senhora da Penha;
  • 1720 - 1770 - Período das Monções mais importantes;
  • 1728 - Desmembrada de Itu, foi criada a Paróquia de Nossa Senhora da Penha de Araritaguaba;
  • 1744 - Por provisão de 27 de novembro, é concedida licença para se construir uma nova Matriz, sob a invocação de Nossa Senhora Mãe dos Homens;
  • 1750 - Aos 9 de outubro é solenemente inaugurada a nova Matriz. A partir desta data a Paróquia passa a denominar-se “Freguesia de Nossa Senhora Mãe dos Homens de Araritaguaba”;
  • 1797 - A freguesia passa a se chamar “Paróquia de Nossa Senhora Mãe dos Homens de Porto Feliz”, que por Portaria de 13 de outubro a freguesia de Araritaguaba passa a categoria de Vila, com o nome de Porto Feliz;
  • 1780 - 1830 - Expansão da lavoura canavieira: Araritaguaba torna-se um dos grandes centros açucareiros da Província de São Paulo;
  • 1858 - No dia 16 de abril a Vila de Porto Feliz foi elevada a categoria de cidade. Lei nº 8 de 07 de fevereiro de 1885, eleva Porto Feliz a Comarca;
  • 1901 - 1907 - O Engenho Central torna-se propriedade da Societé de Sucreries Brésiliennes;
  • 1906 - Circula “O Araritaguaba” , primeiro jornal de Porto Feliz;
  • 1920 - 1924 - Inauguração do Monumento às Monções, Ramal Ferroviário, Gruta N. S. de Lourdes e implantação da fábrica de tecidos N. S. Mãe dos Homens;
  • 1954 - Tem início grande reforma na Matriz;

Galeria de imagens[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Mesorregião» 
  2. Erro de citação: Código <ref> inválido; não foi fornecido texto para as refs de nome IBGE_DTB_2008
  3. IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 dez. 2010 
  4. «Censo Populacional 2010». Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de novembro de 2010. Consultado em 11 de dezembro de 2010 
  5. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  6. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 dez. 2010 
  7. «População de Porto Feliz.». IBGE. Consultado em 23 de fevereiro de 2013 
  8. http://www.fflch.usp.br/dlcv/tupi/vocabulario.htm
  9. «População de Porto Feliz.». IBGE. Consultado em 23 de fevereiro de 2013 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]