Companhia Telefônica da Borda do Campo

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Orelhão da antiga CTBC

A Companhia Telefônica da Borda do Campo (CTBC) foi fundada em março de 1954, por iniciativa da Associação Comercial de Santo André, com a finalidade de dar aos municípios do ABC paulista melhores serviços telefônicos do que os que eram oferecidos pela antiga Companhia Telefônica Brasileira (CTB).

História[editar | editar código-fonte]

Início[editar | editar código-fonte]

Os primeiros telefones da CTBC começaram a operar em 1958, com 7.600 terminais distribuídos em Santo André (4.000), São Bernardo do Campo (1.800) e São Caetano do Sul (1.800).

Com os desmembramentos de municípios que ocorreram na área, em 1964 a empresa atendia os três municípios já citados, e também Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra. Novas centrais telefônicas foram construídas e instaladas, não apenas nas áreas centrais desses municípios, mas também nos bairros de Rudge Ramos (São Bernardo) e de Santa Teresinha (Santo André).

Em agosto de 1969, decreto do presidente Costa e Silva autorizou a CTBC a adquirir o Serviço Municipal de Telefônicos Automáticos de Suzano, que havia sido constituído poucos anos antes para suprir a demanda reprimida naquela localidade, que contava com aproximadamente 140 terminais manuais operados pela CTB. Logo a seguir, adquiriu também os serviços telefônicos de Mogi das Cruzes, Jacareí e Cubatão, iniciando uma expansão ao redor da área metropolitana de São Paulo.

A operação dos serviços da CTBC nas novas localidades deu-se em 1972, com mil terminais em Suzano, três mil em Mogi das Cruzes, mil em Jacareí e mil em Cubatão.

Em 1973, contudo, a Telesp (Telecomunicações de São Paulo), empresa pública do grupo Telebrás adquiriu o controle acionário da CTBC, mas manteve uma administração separada para a companhia.

Permutas[editar | editar código-fonte]

Por razões operacionais e geográficas, a Telesp e a CTBC fizeram permutas das áreas de operação de alguns municípios. Dessa forma, Cubatão e Jacareí foram repassadas à Telesp (respectivamente nas áreas regionais de Santos e de São José dos Campos), enquanto que os municípios de Ferraz de Vasconcelos, Poá, Itaquaquecetuba, Arujá, Santa Isabel, Igaratá, Guararema, Biritiba-Mirim, e, posteriormente, Salesópolis, passaram a ser atendidos pela CTBC.

Novos centros[editar | editar código-fonte]

Novos centros telefônicos foram construídos e instalados pela CTBC nos municípios sob sua concessão, como Pauliceia, Ferrazópolis, Bairro Assunção, Planalto, Castelo, Demarchi, e Riacho Grande(São Bernardo do Campo); Eldorado e Piraporinha (Diadema); Vila Pires, Bairro Campestre, Parque Oratório e Paranapiacaba (Santo André); Vila Nova Gerty (São Caetano do Sul); Ouro Fino Paulista (Ribeirão Pires); bairro Japão (Itaquaquecetuba); bairro Arujazinho (Arujá); Palmeiras (Suzano); Brás Cubas, Cocuera e Taiaçupeba (Mogi das Cruzes); e Vila Nossa Senhora dos Remédios (Salesópolis).

A empresa detinha, nas décadas de 1980 e 1990, os melhores índices operacionais de todas as empresas do sistema Telebrás, com mais de 500 mil terminais telefônicos instalados (e aproximadamente 700.000 telefones em serviço), na sua área de gestão.

Quando houve a privatização do setor telefônico, em 1998, a empresa Telefônica, que adquiriu em leilão a concessão dos serviços no estado de São Paulo, extinguiu a administração em separado que ainda se mantinha na região do ABC Paulista e na do Alto Tietê, com o nome de Companhia Telefônica da Borda do Campo.

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