Companhia Telefônica da Borda do Campo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
CTBC
Razão social Companhia Telefônica da Borda do Campo S/A
Atividade Telecomunicações
Gênero Sociedade anônima
Fundação 22 de março de 1954
Encerramento 29 de julho de 1998
Sede Santo André
Área(s) servida(s) Grande ABC e Alto Tietê
Proprietário(s) Telebras (1972-1973)
Telesp (1973-1998)
Antecessora(s) Companhia Telefônica Brasileira
Sucessora(s) Telefônica Brasil (atual Vivo)
Website oficial www.ctbc.com.br

Companhia Telefônica da Borda do Campo S/A (CTBC) foi a empresa operadora de telefonia do sistema Telebras[1] nas regiões do Grande ABC e Alto Tietê, estado de São Paulo, antes do processo de privatização em julho de 1998.

Início[editar | editar código-fonte]

Antecessoras[editar | editar código-fonte]

No início da década de 50 a operação telefônica na região do ABC estava a cargo da empresa Companhia Telefônica Brasileira (CTB). Em 1954 Santo André contava com 700 telefones, São Bernardo do Campo com 400 e São Caetano do Sul com 360. Em Mauá e Ribeirão Pires existiam respectivamente 10 e 75 aparelhos.

A insuficiência do serviço telefônico entre essas cidades com São Paulo acarretava graves conseqüências econômicas para o ABC. As mais graves eram o impedimento da ampliação dos serviços públicos e privados e desestímulo à implantação de novas indústrias, trazendo como resultante a morosidade no crescimento da região[2].

Criação da CTBC[editar | editar código-fonte]

Em 22 de março de 1954 é criada a Companhia Telefônica da Borda do Campo (CTBC), por iniciativa da Associação Comercial de Santo André, com a finalidade de dar aos municípios da região do ABC melhores serviços telefônicos do que os que eram oferecidos pela sua antecessora[2][3].

Em 1955, através da assinatura de contrato com a Ericsson, foi adquirido o equipamento mais avançado da época - as centrais telefônicas do tipo barras-cruzadas (crossbar) - um sistema telefônico pioneiro e totalmente automático e que possibilitaria ligações diretas entre os assinantes da CTBC e os de São Paulo[4].

Em 30 de agosto de 1958, depois de quatro anos de muito trabalho, a CTBC entrava em operação, com a inauguração de 4 mil terminais telefônicos em Santo André, 1,2 mil terminais em São Bernardo do Campo e 2 mil terminais em São Caetano do Sul[5]. Pouco tempo depois foram inaugurados mais 200 terminais em Mauá e 200 terminais em Ribeirão Pires[6], totalizando 7,6 mil terminais telefônicos instalados na região.

Ao mesmo tempo a CTBC introduziu pioneiramente no Brasil a discagem direta à distância (DDD), interligando diretamente os assinantes dessas cidades com os telefones da Capital[7].

Expansão[editar | editar código-fonte]

Incorporações[editar | editar código-fonte]

Em 1961 a cidade de Cubatão entra para a área de operação da empresa e em 1964 os serviços telefônicos de Diadema e Rio Grande da Serra também passam para o controle da CTBC.

O Decreto 64.944 de 06 de agosto de 1969[8] do presidente Costa e Silva autorizou a CTBC a adquirir o Serviço Municipal de Telefônicos Automáticos de Suzano, que havia sido constituído poucos anos antes para suprir a demanda reprimida naquela localidade, que contava com aproximadamente 140 terminais manuais operados pela Companhia Telefônica Brasileira[9].

Em 1975 a CTBC passa a atender a cidade de Mogi das Cruzes, com a incorporação da Telefônica Mogi das Cruzes[10][11].

Permutas com outras operadoras[editar | editar código-fonte]

Em novembro de 1972 após a criação da Telebras a CTBC passa ao controle do Governo Federal. Em julho de 1973 a Telecomunicações de São Paulo (TELESP) assume o controle acionário da CTBC, mas mantém uma administração em separado sem incorporação[12][13].

A partir de janeiro de 1974 inicia-se o processo de inclusão das cidades do Alto Tietê na área de operação da CTBC devido a permutas feitas com a Telesp a fim de racionalizar a utilização do sistema interurbano e acelerar a integração operacional na Grande São Paulo[13].

Dessa forma as operações dos serviços telefônicos das cidades de Ferraz de VasconcelosGuararema, Itaquaquecetuba e Poá (antiga concessão Companhia Telefônica Brasileira), ArujáBiritiba Mirim, IgaratáSalesópolis, Santa Branca e Santa Isabel (antiga concessão Companhia de Telecomunicações do Estado de São Paulo) e Jacareí (antiga concessão Telefônica Jacareí) foram transferidas da Telesp para a CTBC[14].

Em 1975 a cidade de Cubatão passa a ser atendida pela Telesp pela conveniência de uma solução técnica global para a Baixada Santista[15], e em setembro de 1979 as operações dos serviços telefônicos das cidades de Jacareí, Santa Branca e Salesópolis retornaram à Telesp por razões de facilidades operacionais[16][17], sendo que na década de 90 a cidade de Salesópolis voltou a ser atendida em definitivo pela CTBC.

Estrutura operacional[editar | editar código-fonte]

Sede administrativa[editar | editar código-fonte]

Sua primeira sede administrativa ficava na Rua Prefeito Justino Paixão, 40 - Centro - Santo André. Em 1º de julho de 1966 teve início a construção do novo edifício sede da CTBC[18][19], na Avenida Portugal, 375 - Centro - Santo André, sendo inaugurado em 27 de setembro de 1968[20][21].

Presidentes[editar | editar código-fonte]

  • 1958-1973: Oliver Tognato
  • 1973-1998: Arno Traeger[22]

Serviços[editar | editar código-fonte]

Orelhão com o último logotipo da CTBC.

Telefonia fixa[editar | editar código-fonte]

Principais serviços prestados:

  • Ligações locais, ligações interurbanas através de Discagem Direta a Distância (DDD) e ligações internacionais através de Discagem Direta Internacional (DDI)
  • Discagem Direta a Ramal (DDR): serviço inaugurado em 1981, atendia condomínios e empresas de maior porte[23]
  • Discagem Direta a Cobrar (DDC): serviço implantado na década de 80
  • Discagem Direta Gratuita (DDG): serviço 0800, implantado na década de 90
  • Facilidades das Centrais CPA: implantadas gradativamente a partir de 1987, oferecendo ao usuário novas facilidades de serviço telefônico até então inéditas, como atendimento simultâneo, bloqueador de chamadas, teleconferência, discagem abreviada, transferência de chamadas, serviço não perturbe, entre outros

Telefones públicos[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Orelhão

Os telefones públicos disponibilizados pela CTBC eram os conhecidos orelhões.

Internet[editar | editar código-fonte]

Listas telefônicas[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Lista telefônica

A CTBC tinha contrato com a Editora LTP - Listas Telefônicas Paulista para a publicação de suas listas oficiais[24][25], mas a partir da licitação de 1984 elas passaram a ser publicadas pela Listel Listas Telefônicas[26][27].

Relação das listas telefônicas oficiais da CTBC:[28][29]

  • 110-Grande ABC (Assinantes/Classificada)[30][31]
  • 116-Grande ABC (Endereços)
  • 122-Mogi das Cruzes e Região (Assinantes, Endereços e Classificada)

Terminais telefônicos[editar | editar código-fonte]

Telefones instalados[editar | editar código-fonte]

No início de 1971 a CTBC operava pouco mais de 25 mil telefones[32][33][34], dobrando a quantidade até 1973, quando já havia instalado cerca de 50 mil telefones em sua área de concessão[7][35], enquanto funcionava uma rede de quase 1 milhão de telefones no estado, ou seja, aproximadamente 5% do total de telefones[36].

Nesse mesmo ano, logo após o controle acionário assumido pela Telesp, a CTBC fez um contrato com a Ericsson para a aquisição de 57 mil terminais telefônicos, dobrando mais uma vez a rede telefônica existente até então[37][38]. No ano de 1984 já eram mais de 240 mil os terminais telefônicos instalados[39].

Evolução da rede telefônica da CTBC no período 1970-1984:

Ano Terminais telefônicos
instalados (milhares)
1970 25,4
1971 27,1
1972[40] 30,9
1973[13] 49,0
1974 52,5
1975[11] 55,5
1976[41] 100,9
1977[42] 125,5
1978[43] 152,9
1979[17] 157,1
1980 175,6
1981[44] 185,3
1982[45] 197,2
1983 208,7
1984[39] 241,2

No final da sua existência a empresa alcançou a marca de 500 mil terminais instalados, tornou-se pioneira na implantação da rede óptica de assinantes e ativou serviços avançados de transmissão de dados. Com isso a empresa detinha nas décadas de 80 e 90 os melhores índices operacionais de todas as empresas do sistema Telebras[2].

Centrais telefônicas[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Central telefônica

Centrais automáticas[editar | editar código-fonte]

As primeiras centrais telefônicas automáticas que a CTBC inaugurou foram Santo André (estação "44"), São Bernardo do Campo (estação "43"), São Caetano do Sul (estação "42"), Mauá (estação "44", alterada para estação "46-0") e Ribeirão Pires (estação "44", alterada para estação "46-7"), todas em 1958[5][6].

As próximas a serem inauguradas foram Santa Terezinha (estação "46")[46] e Rudge Ramos (estação "42-7")[47], ambas em 1960, e depois a central automática de Cubatão (estação "6") em 1962.

Demorou quase uma década para a inauguração de mais uma central automática, a de Diadema (estação "45")[48] em 1971. No final de 1972 foram inauguradas as novas centrais automáticas de Mauá (estação "450"), Ribeirão Pires (estação "459")[49] e Rudge Ramos (estação "457")[50] em substituição as centrais anteriores de menor capacidade, além da inauguração da central automática de Suzano (estação "451")[51].

E no ano de 1973, pouco antes do início da implantação do sistema DDD, foram inauguradas centrais automáticas em Santo André (estação "449")[52], São Bernardo do Campo (estação "448")[12], São Caetano do Sul (estação "441")[53] e Santa Terezinha (estação "447")[54].

Até a década de 70 a CTBC manteve em funcionamento centrais semi-automáticas (Piraporinha[55] e Eldorado em Diadema, Vila Balneária e Riacho Grande em São Bernardo do Campo, Paranapiacaba em Santo André, Santa Izabel e Ouro Fino Paulista em Ribeirão Pires, e Jardim Casqueiro em Cubatão), onde algumas foram substituídas por centrais automáticas e outras desativadas com seus telefones ligados a central automática mais próxima[7][40].

Já as centrais automáticas das cidades incorporadas pela CTBC haviam sido inauguradas pelas operadoras anteriores: Ferraz de VasconcelosPoá, Itaquaquecetuba e Guararema pela Telesp[56], Arujá, Salesópolis e Santa Isabel pela Cotesp, e Mogi das Cruzes pela telefônica local[57]. As únicas exceções foram as centrais automáticas de Biritiba Mirim (substituindo o P.S.) e de Igaratá (substituindo a central manual), que foram inauguradas pela própria CTBC em 1976[43].

Em 1984 foram assinados os primeiros contratos para a aquisição de centrais de processamento armazenado (CPA's T)[39], sendo as primeiras centrais digitais inauguradas em 1987[58][59].

Cortes de área[editar | editar código-fonte]

Os primeiros cortes de área nas cidades atendidas pela CTBC foram feitos no ano de 1984, com a inauguração das seguintes centrais:

Cooperativas rurais[editar | editar código-fonte]

No ano de 1973 surgiu em Mogi das Cruzes uma iniciativa pioneira para a implantação da telefonia rural, com a criação da CORTEMC (Cooperativa Rural de Telecomunicações de Mogi das Cruzes), visando solucionar o problema das comunicações entre os seus cooperados[62].

Isso só foi possível graças aos projetos elaborados e executados pelo Departamento de Águas e Energia Elétrica - DAEE através de sistema cooperativo, sendo financiados em 10 anos para os cooperados pelo Banco de Desenvolvimento do Estado de São Paulo - Badesp[63].

Assim em outubro de 1975 foi inaugurado o primeiro sistema de telefonia rural no Brasil totalmente automático e integrável ao sistema DDD, com duas centrais telefônicas rurais (Cocuera e Pindorama) para atender 850 granjeiros, horticultores e fruticultores da região[63][64][65]. As centrais telefônicas possuíam equipamento UDK (Philips-Inbelsa) de construção modular[66].

No ano de 1978 foi inaugurada em Santa Isabel mais uma central telefônica rural (Lambari), passando a cooperativa a atender no total 1.050 assinantes[67].

Em outubro de 1991 todo o sistema foi integrado a rede da CTBC[68].

Prédios[editar | editar código-fonte]

Os prédios das centrais telefônicas são utilizados até hoje pela Vivo, mas são bens imóveis passíveis de reversão (bens reversíveis)[69].

Sistemas DDD/DDI[editar | editar código-fonte]

Implantação[editar | editar código-fonte]

No início da década de 70 o sistema de Discagem Direta à Distância (DDD) começou a ser implantado em todo o país, sendo que as cidades da área de cobertura da CTBC foram integradas nos seguintes anos:[70]

O sistema de Discagem Direta Internacional (DDI) foi instalado em fevereiro de 1976 nas cidades que até esta data já estavam integradas ao sistema DDD e nas demais cidades foi instalado juntamente com o DDD[70].

Numeração telefônica[editar | editar código-fonte]

Formatos numéricos[editar | editar código-fonte]

Desde 1958 as centrais telefônicas automáticas possuíam prefixos de dois dígitos. Em outubro de 1972 eles foram substituídos por prefixos de três dígitos, onde foi adicionado o dígito 4 no início dos prefixos das centrais existentes[50], sendo a partir de então utilizados prefixos iniciados por 41x, 44x, 45x, 71x, 74x e 75x na região do Grande ABC e por 46x, 47x e 77x na região do Alto Tietê.

Na década de 90 começaram a ser implantados os prefixos de quatro dígitos, iniciados por 76xx na região do Grande ABC e por 77xx na região do Alto Tietê. Posteriormente todos os prefixos de três e quatro dígitos foram substituídos por 4xxx[80][81][82][83][84].

Áreas terciárias[editar | editar código-fonte]

As cidades do Grande ABC faziam parte da área terciária de São Paulo (11), enquanto as cidades do Alto Tietê faziam parte da área terciária de Mogi das Cruzes (136). Mas para o sistema de chamadas interurbanas ambas integravam a área de tarifação de São Paulo (11), e da mesma forma possuíam numeração telefônica utilizando o código de área (011). Apesar das áreas terciárias do sistema de numeração não existirem mais, as áreas de tarifação permanecem as mesmas até os dias atuais[85].

Ocorreu somente uma mudança durante o período, quando a cidade de Salesópolis, que integrava a área terciária de São José dos Campos (123), na década de 90 passou a integrar a área terciária de Mogi das Cruzes (136), e consequentemente a área de tarifação de São Paulo (11), com alteração tanto no código de área (0123) para (011) como no prefixo telefônico.

Área de cobertura[editar | editar código-fonte]

Localidades atendidas[editar | editar código-fonte]

Relação das cidades de cobertura da CTBC, com todas as centrais automáticas instaladas no período de 1958 à 1997:[86]

Central telefônica automática Instalação
central
Prefixo
central
Instalação
DDD
DDD Prefixo
após DDD
DDD
atual
Prefixo
atual
Arujá 1971 sem prefixo 1978 011 466 11 4655
Arujá - Arujazinho 1987 1987 011 465 11 4654
Biritiba Mirim 1977 sem prefixo 1979 011 462 11 4692
Diadema 1971 445 (ant.45) 1973 011 445 11 4055
Diadema 1978 1978 011 456 11 4056
Diadema (déc.90) 011 713 11 4043
Diadema (déc.90) 011 749 11 4048
Diadema (déc.90) 011 7640 11 4044
Diadema - Bairro Eldorado 1975 1975 011 445 11 4049
Diadema - Bairro Eldorado (déc.90) 011 7644 11 4059
Diadema - Piraporinha 1976 1976 011 745 (ant.445/456) 11 4075
Diadema - Piraporinha (déc.90) 011 746 11 4065
Diadema - Bairro Casa Grande (déc.90) 011 746 11 4066
Diadema - Bairro Casa Grande (déc.90) 011 7647 11 4066
Ferraz de Vasconcelos 1976 inst. c/DDD 1976 011 467 11 4674
Ferraz de Vasconcelos (déc.90) 011 774 11 4675
Guararema 1975 sem prefixo 1978 011 475 11 4693, 4695
Igaratá 1977 sem prefixo 1979 011 773 (ant.473) 11 4658
Itaquaquecetuba 1974 464 1976 011 464 11 4640
Itaquaquecetuba (déc.90) 011 771 11 4647
Itaquaquecetuba - Jd. Industrial (déc.90) 011 771 11 4648
Itaquaquecetuba - Vila Japão (déc.90) 011 775 11 4645
Mauá 1958 450 (ant.46-0) 1973 011 450 11 4514
Mauá 1987 1987 011 416 11 4516
Mauá (déc.90) 011 755 11 4545
Mauá (déc.90) 011 7630 11 4541
Mauá - Papa João XXIII (déc.90) 011 747 11 4547
Mauá - Papa João XXIII (déc.90) 011 7631 11 4542
Mauá - Papa João XXIII (déc.90) 011 7632 11 4512
Mauá - Assis Brasil (déc.90) 011 7633 11 4513
Mauá - Assis Brasil (déc.90) 011 7634 11 4544
Mauá - Assis Brasil (déc.90) 011 7635 11 4555
Mauá - Jd. Itapeva (déc.90) 011 7636 11 4576
Mauá - Jd. Itapeva (déc.90) 011 7637 11 4577
Mauá - Jd. Itapeva (déc.90) 011 7638 11 4578
Mauá - Sônia Maria (déc.90) 011 7639 11 4549
Mogi das Cruzes 1964 sem prefixo 1978 011 469 11 4799
Mogi das Cruzes 1981 1981 011 468 11 4798
Mogi das Cruzes (déc.90) 011 7770 11 4726
Mogi das Cruzes (déc.90) 011 7785 11 4725
Mogi das Cruzes - Ponte Grande 1984 1984 011 460 11 4790
Mogi das Cruzes - Brás Cubas 1987 1987 011 461 11 4727
Mogi das Cruzes - Brás Cubas (déc.90) 011 470 11 4721
Mogi das Cruzes - Brás Cubas (déc.90) 011 7782-2 11 4722
Mogi das Cruzes - Jd. São Pedro (déc.90) 011 7787-6 11 4761
Mogi das Cruzes - DDR (déc.90) 011 7771 11 4798
Mogi das Cruzes - DDR (déc.90) 011 7779 11 4797
Mogi das Cruzes - Cocuera 1975 1975 011 474-1 11 4797
Mogi das Cruzes - Cocuera (déc.90) 011 7787-2 11 4792
Mogi das Cruzes - Pindorama 1975 1975 011 474-2 11 4794
Mogi das Cruzes - Pindorama (déc.90) 011 7782-1 11 4722
Mogi das Cruzes - Taiaçupeba (déc.90) 011 474-4 11 4724
Mogi das Cruzes - Taiaçupeba (déc.90) 011 470-0 11 4724
Mogi das Cruzes - Biritiba-Ussú (déc.90) 011 7787-1 11 4792
Mogi das Cruzes - Sabaúna (déc.90) 011 7787-9 11 4761
Mogi das Cruzes - Sabaúna (déc.90) 011 7788 11 4792
Poá 1973 463 1976 011 463 11 4638
Poá (déc.90) 011 772 11 4634, 4636
Ribeirão Pires 1958 459 (ant.46-7) 1973 011 459 11 4828
Ribeirão Pires (déc.90) 011 7621 11 4823
Ribeirão Pires (déc.90) 011 7627 11 4827
Ribeirão Pires - Ouro Fino Paulista (déc.90) 011 742 11 4822
Ribeirão Pires - Ouro Fino Paulista (déc.90) 011 7621-9 11 4823
Ribeirão Pires - Ouro Fino Paulista (déc.90) 011 7627-0 11 4827
Ribeirão Pires - Vila Santa Isabel (déc.90) 011 7627-9 11 4827
Rio Grande da Serra 1982 1973 011 410 11 4820
Salesópolis 1968 sem prefixo 1977 011 776 (ant.76) 11 4696
Salesópolis - Vila dos Remédios 1989 1989 011 776-5 (ant.76-5) 11 4696
Santa Isabel 1971 sem prefixo 1978 011 472 11 4656
Santa Isabel - Lambari 1978 1978 011 471 desativ.
Santo André 1958 444 (ant.44) 1973 011 444 11 4436
Santo André 1973 449 1973 011 449 11 4438
Santo André 1977 1977 011 440 11 4990
Santo André 1978 1978 011 454 11 4994
Santo André 1982 1982 011 412 11 4992
Santo André (déc.90) 011 7610 11 4437
Santo André - Santa Terezinha 1960 446 (ant.46-1) 1974 011 446 11 4996
Santo André - Santa Terezinha 1973 447 1974 011 447 11 4997
Santo André - Vila Metalúrgica 1982 1982 011 447-0 11 4997
Santo André - Camilópolis 1982 1982 011 447-8 11 4997
Santo André - Vila Pires 1984 1984 011 413 11 4453
Santo André - Vila Pires 1987 1987 011 717 11 4451
Santo André - Vila Pires (déc.90) 011 710 11 4452
Santo André - Parque Oratório 1984 1984 011 415 11 4472
Santo André - Parque Oratório 1987 1987 011 716 11 4479
Santo André - Parque Oratório (déc.90) 011 714 11 4478
Santo André - Parque Oratório (déc.90) 011 7600 11 4401
Santo André - Campestre (déc.90) 011 712 11 4421
Santo André - Homero Thon (déc.90) 011 7601 11 4458
Santo André - Utinga (déc.90) 011 7603 11 4461
Santo André - Utinga (déc.90) 011 7604 11 4463
Santo André - DDR 1981 1981 011 411 11 4456
Santo André - DDR (déc.90) 011 715 11 4435
Santo André - DDR (déc.90) 011 719 11 4428
Santo André - Clube Anchieta (déc.90) 011 718 11 4439
São Bernardo do Campo 1958 443 (ant.43) 1973 011 443 11 4330
São Bernardo do Campo 1973 448 1973 011 448 11 4125
São Bernardo do Campo 1977 1977 011 452 11 4122
São Bernardo do Campo 1979 1979 011 458 11 4123
São Bernardo do Campo 1983 1983 011 414 11 4121
São Bernardo do Campo (déc.90) 011 7670 11 4331
São Bernardo do Campo - Rudge Ramos 1960 457 (ant.42-7) 1973 011 457 11 4368
São Bernardo do Campo - Rudge Ramos 1978 1978 011 455 11 4367
São Bernardo do Campo - Rudge Ramos (déc.90) 011 7664 11 4362
São Bernardo do Campo - Assunção 1984 1984 011 419 11 4109
São Bernardo do Campo - Assunção 1987 1987 011 451 11 4351
São Bernardo do Campo - Assunção (déc.90) 011 752 11 4344
São Bernardo do Campo - Assunção (déc.90) 011 7686 11 4356
São Bernardo do Campo - Vila Paulicéia 1984 1984 011 418 11 4178
São Bernardo do Campo - Vila Paulicéia (déc.90) 011 758 11 4173
São Bernardo do Campo - Vila Paulicéia (déc.90) 011 7660 11 4361
São Bernardo do Campo - Castelo Branco (déc.90) 011 751 11 4343
São Bernardo do Campo - Castelo Branco (déc.90) 011 7682 11 4392
São Bernardo do Campo - Demarchi (déc.90) 011 753 11 4347
São Bernardo do Campo - Demarchi (déc.90) 011 7684 11 4396
São Bernardo do Campo - Planalto (déc.90) 011 759 11 4341
São Bernardo do Campo - Planalto (déc.90) 011 7680 11 4399
São Bernardo do Campo - Ferrazópolis (déc.90) 011 756 11 4127
São Bernardo do Campo - Bairro Alvarenga (déc.90) 011 7689 11 4358
São Bernardo do Campo - DDR (déc.90) 011 740 11 4346
São Bernardo do Campo - DDR (déc.90) 011 748 11 4128
São Bernardo do Campo - DDR (déc.90) 011 754 11 4174
São Bernardo do Campo - DDR (déc.90) 011 7677 11 4345
São Bernardo do Campo - Riacho Grande 1975 1975 011 443-6 11 4354
São Bernardo do Campo - Riacho Grande 1987 1987 011 451-9 11 4101
São Caetano do Sul 1958 442 (ant.42-1) 1973 011 442 11 4224
São Caetano do Sul 1973 441 1973 011 441 11 4221
São Caetano do Sul 1977 1977 011 453 11 4229
São Caetano do Sul 1984 1984 011 744 11 4228
São Caetano do Sul (déc.90) 011 7690 11 4227
São Caetano do Sul - Santa Maria 1987 1987 011 417 11 4220
São Caetano do Sul - Santa Maria (déc.90) 011 741 11 4231, 4234
São Caetano do Sul - Santa Maria (déc.90) 011 743 11 4238
São Caetano do Sul - Santa Maria (déc.90) 011 7695 11 4232
Suzano 1972 451 1973 011 476 (ant.451) 11 4746
Suzano 1987 1987 011 477 11 4747
Suzano (déc.90) 011 478 11 4748
Suzano (déc.90) 011 7700 11 4742, 4745
Suzano - Palmeiras (déc.90) 011 478-0 11 4748
Suzano - Vila Emília (déc.90) 011 779 11 4749
Suzano - DDR (déc.90) 011 7701 11 4741

Fim da empresa[editar | editar código-fonte]

Após o processo de privatização em julho de 1998[87] foi adquirida pela empresa espanhola Telefónica juntamente com a Telesp, formando a Telefônica Brasil, que em 2012 adotou a marca Vivo para suas operações de telefonia fixa[88].

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «LEI Nº 5.792, DE 11 DE JULHO DE 1972 - Autoriza o Poder Executivo a constituir a empresa Telecomunicações Brasileiras S/A. - TELEBRÁS». Presidência da República 
  2. a b c «História da CTBC». Companhia Telefônica da Borda do Campo 
  3. «O Estado de S. Paulo - 25 DE MARÇO DE 1954». Acervo. Consultado em 24 de agosto de 2021 
  4. «Centrais telefônicas automáticas Ericsson instaladas na década de 50». O Estado de São Paulo 
  5. a b «O Estado de S. Paulo - 31 DE AGOSTO DE 1958». Acervo. Consultado em 24 de agosto de 2021 
  6. a b «O Estado de S. Paulo - 30 DE NOVEMBRO DE 1958». Acervo. Consultado em 24 de agosto de 2021 
  7. a b c «O Estado de S. Paulo - 18 DE MARÇO DE 1973». Acervo. Consultado em 28 de junho de 2021 
  8. «DECRETO Nº 64.944, DE 6 DE AGOSTO DE 1969». www2.camara.leg.br. Consultado em 26 de abril de 2022 
  9. «O Estado de S. Paulo - 31 DE OUTUBRO DE 1965». Acervo. Consultado em 26 de abril de 2022 
  10. «Incorporações em 05/06/1975» (PDF). www.imprensaoficial.com.br. Consultado em 18 de setembro de 2019 
  11. a b «CTBC - Relatório Anual de 1975». O Estado de São Paulo 
  12. a b «O Estado de S. Paulo - 22 DE JULHO DE 1973». Acervo. Consultado em 10 de julho de 2021 
  13. a b c «CTBC - Relatório Anual de 1973» (PDF). Diário Oficial do Estado de São Paulo 
  14. «Sino Azul (RJ) - Ano 1971\Edição 00001». memoria.bn.br. Consultado em 9 de novembro de 2020 
  15. «A Tribuna (SP) - Ano 1975\Edição 00045». memoria.bn.br. Consultado em 26 de julho de 2021 
  16. «O Estado de S. Paulo - 06 DE SETEMBRO DE 1979». Acervo. Consultado em 28 de junho de 2021 
  17. a b c «CTBC - Relatório Anual de 1979». O Estado de São Paulo 
  18. «O Estado de S. Paulo - 18 DE JANEIRO DE 1966». Acervo. Consultado em 6 de setembro de 2021 
  19. «O Estado de S. Paulo - 01 DE JANEIRO DE 1967». Acervo. Consultado em 27 de agosto de 2021 
  20. «O Estado de S. Paulo - 25 DE SETEMBRO DE 1968». Acervo. Consultado em 27 de agosto de 2021 
  21. «O Estado de S. Paulo - 28 DE SETEMBRO DE 1968». Acervo. Consultado em 27 de agosto de 2021 
  22. «Subsídios à História da CTBC - Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: memória,colunas,dgabc». Jornal Diário do Grande ABC. Consultado em 12 de novembro de 2021 
  23. «O Estado de S. Paulo - 04 DE JUNHO DE 1981». Acervo. Consultado em 30 de agosto de 2021 
  24. «O Estado de S. Paulo - 17 DE OUTUBRO DE 1976». Acervo. Consultado em 28 de novembro de 2021 
  25. «O Estado de S. Paulo - 16 DE ABRIL DE 1981». Acervo. Consultado em 28 de novembro de 2021 
  26. «Page 14 - Telebrasil - Janeiro/Fevereiro 1986». mfpaper.com.br. Consultado em 5 de dezembro de 2020 
  27. «Listel - Estados: Produtos e Serviços». web.archive.org. 8 de abril de 1997. Consultado em 1 de dezembro de 2020 
  28. «Folha de S.Paulo - 27.jun.1986». Acervo Digital - Folha de S.Paulo. Consultado em 18 de dezembro de 2021 
  29. «Folha de S.Paulo - 21.nov.1986». Acervo Digital - Folha de S.Paulo. Consultado em 18 de dezembro de 2021 
  30. «Folha de S.Paulo - 13.abr.1987». Acervo Digital - Folha de S.Paulo. Consultado em 27 de dezembro de 2021 
  31. «Anos 90 - Sarro na capa da lista telefônica do Grande ABC». Adelio Sarro. Consultado em 5 de dezembro de 2020 
  32. «O Estado de S. Paulo - 14 DE FEVEREIRO DE 1971». Acervo. Consultado em 12 de novembro de 2021 
  33. «O Estado de S. Paulo - 11 DE NOVEMBRO DE 1971». Acervo. Consultado em 12 de novembro de 2021 
  34. «O Estado de S. Paulo - 12 DE DEZEMBRO DE 1971». Acervo. Consultado em 12 de novembro de 2021 
  35. «Folha de S.Paulo - 31.jan.1972». Acervo Digital - Folha de S.Paulo. Consultado em 31 de maio de 2020 
  36. «O Estado de S. Paulo - 07 DE JANEIRO DE 1973». Acervo. Consultado em 24 de julho de 2021 
  37. «O Estado de S. Paulo - 26 DE OUTUBRO DE 1973». Acervo. Consultado em 28 de julho de 2021 
  38. «O Estado de S. Paulo - 22 DE MARÇO DE 1975». Acervo. Consultado em 22 de novembro de 2021 
  39. a b c «CTBC - Relatório Anual de 1984». O Estado de São Paulo 
  40. a b «CTBC - Relatório Anual de 1972». O Estado de São Paulo 
  41. «CTBC - Relatório Anual de 1976». O Estado de São Paulo 
  42. «CTBC - Relatório Anual de 1977». O Estado de São Paulo 
  43. a b «CTBC - Relatório Anual de 1978». O Estado de São Paulo 
  44. «CTBC - Relatório Anual de 1981». O Estado de São Paulo 
  45. «CTBC - Relatório Anual de 1982». O Estado de São Paulo 
  46. 10406691. «Jornal Ponto Final ed 824». Issuu (em inglês). Consultado em 1 de novembro de 2021 
  47. «O Estado de S. Paulo - 19 DE JUNHO DE 1960». Acervo. Consultado em 6 de setembro de 2021 
  48. «O Estado de S. Paulo - 04 DE ABRIL DE 1971». Acervo. Consultado em 12 de novembro de 2021 
  49. «O Estado de S. Paulo - 01 DE NOVEMBRO DE 1970». Acervo. Consultado em 26 de abril de 2022 
  50. a b «O Estado de S. Paulo - 14 DE OUTUBRO DE 1972». Acervo. Consultado em 6 de setembro de 2021 
  51. «O Estado de S. Paulo - 24 DE NOVEMBRO DE 1972». Acervo. Consultado em 21 de novembro de 2021 
  52. «O Estado de S. Paulo - 13 DE MAIO DE 1973». Acervo. Consultado em 30 de março de 2022 
  53. «O Estado de S. Paulo - 08 DE AGOSTO DE 1974». Acervo. Consultado em 26 de abril de 2022 
  54. «O Estado de S. Paulo - 16 DE AGOSTO DE 1973». Acervo. Consultado em 30 de março de 2022 
  55. «O Estado de S. Paulo - 23 DE JUNHO DE 1960». Acervo. Consultado em 6 de setembro de 2021 
  56. «O Estado de S. Paulo - 06 DE SETEMBRO DE 1973». Acervo. Consultado em 21 de novembro de 2021 
  57. «No tempo do telefone a manivela». O Diário de Mogi. 14 de julho de 2019. Consultado em 12 de novembro de 2021 
  58. «O Estado de S. Paulo - 09 DE JULHO DE 1986». Acervo. Consultado em 31 de agosto de 2021 
  59. «O Estado de S. Paulo - 11 DE JULHO DE 1986». Acervo. Consultado em 31 de agosto de 2021 
  60. «O Estado de S. Paulo - 31 DE AGOSTO DE 1984». Acervo. Consultado em 7 de dezembro de 2021 
  61. «O Estado de S. Paulo - 14 DE SETEMBRO DE 1984». Acervo. Consultado em 7 de dezembro de 2021 
  62. «Diário Oficial do Estado de São Paulo - 28/12/1973» (PDF). www.imprensaoficial.com.br. Consultado em 8 de novembro de 2020 
  63. a b «Folha de S.Paulo - 22.out.1975». Acervo Digital - Folha de S.Paulo. Consultado em 8 de novembro de 2020 
  64. «O Estado de S. Paulo - 26 DE OUTUBRO DE 1975». Acervo. Consultado em 12 de julho de 2021 
  65. «Folha de S.Paulo - 26.out.1975 - pág.37». Acervo Digital - Folha de S.Paulo. Consultado em 8 de novembro de 2020 
  66. «Folha de S.Paulo - 26.out.1975 - pág.62». Acervo Digital - Folha de S.Paulo. Consultado em 17 de setembro de 2019 
  67. «Folha de S.Paulo - 23.jan.1982». Acervo Digital - Folha de S.Paulo. Consultado em 8 de novembro de 2020 
  68. «O Estado de S. Paulo - 01 DE NOVEMBRO DE 1991». Acervo. Consultado em 11 de julho de 2021 
  69. «Continuidade do STFC em Regime Público». Agência Nacional de Telecomunicações. Consultado em 30 de março de 2022 
  70. a b «Telesp - Ano 5». O Estado de São Paulo 
  71. «O Estado de S. Paulo - 23 DE FEVEREIRO DE 1973». Acervo. Consultado em 21 de novembro de 2021 
  72. «O Estado de S. Paulo - 01 DE JULHO DE 1973». Acervo. Consultado em 19 de dezembro de 2021 
  73. «O Estado de S. Paulo - 27 DE OUTUBRO DE 1973». Acervo. Consultado em 19 de dezembro de 2021 
  74. «O Estado de S. Paulo - 30 DE JANEIRO DE 1974». Acervo. Consultado em 31 de agosto de 2021 
  75. «Folha de S.Paulo - 14.ago.1977». Acervo Digital - Folha de S.Paulo. Consultado em 19 de dezembro de 2021 
  76. «Folha de S.Paulo - 10.jan.1978». Acervo Digital - Folha de S.Paulo. Consultado em 19 de dezembro de 2021 
  77. «Folha de S.Paulo - 17.fev.1978». Acervo Digital - Folha de S.Paulo. Consultado em 19 de dezembro de 2021 
  78. «O Estado de S. Paulo - 23 DE MARÇO DE 1978». Acervo. Consultado em 22 de novembro de 2021 
  79. «O Estado de S. Paulo - 07 DE ABRIL DE 1978». Acervo. Consultado em 22 de novembro de 2021 
  80. «Telefônica altera prefixos em S.Caetano». Jornal Diário do Grande ABC. Consultado em 6 de setembro de 2021 
  81. «Telefônica muda 15 prefixos no ABC». Jornal Diário do Grande ABC. Consultado em 6 de setembro de 2021 
  82. «Telefônica muda no sábado prefixo 418». Jornal Diário do Grande ABC. Consultado em 6 de setembro de 2021 
  83. «Prefixo de 26 mil linhas muda em S.Bernardo». Jornal Diário do Grande ABC. Consultado em 6 de setembro de 2021 
  84. «Telefônica altera 100 mil telefones no sábado». Jornal Diário do Grande ABC. Consultado em 6 de setembro de 2021 
  85. «Resolução n° 424 de 6 de dezembro de 2005». ANATEL - Agência Nacional de Telecomunicações 
  86. «Anatel - Infraestrutura - Relação de Localização Geográfica dos Centros de Fios». web.archive.org. 24 de outubro de 2015. Consultado em 22 de setembro de 2021 
  87. «LEI Nº 9.472, DE 16 DE JULHO DE 1997 - Dispõe sobre a organização dos serviços de telecomunicações». Presidência da República 
  88. GASPARIN, Gabriela (12 de abril de 2012). «Telefônica conclui troca da marca por Vivo». G1. Consultado em 30 de julho de 2014 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]