Ribeirão Pires

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Município da Estância Turística de Ribeirão Pires
"Pérola da Serra"
Morro de Santo Antônio

Morro de Santo Antônio
Bandeira da Estância Turística de Ribeirão Pires
Brasão da Estância Turística de Ribeirão Pires
Bandeira Brasão
Hino
Aniversário 20 de dezembro
Fundação 20 de dezembro de 1953 (62 anos)
Gentílico ribeirão-pirense
Prefeito(a) Saulo Mariz Benevides (PMDB)
Localização
Localização da Estância Turística de Ribeirão Pires
Localização da Estância Turística de Ribeirão Pires em São Paulo
Estância Turística de Ribeirão Pires está localizado em: Brasil
Estância Turística de Ribeirão Pires
Localização da Estância Turística de Ribeirão Pires no Brasil
23° 42' 39" S 46° 24' 46" O23° 42' 39" S 46° 24' 46" O
Unidade federativa  São Paulo
Mesorregião Metropolitana de São Paulo IBGE/2008[1]
Microrregião São Paulo IBGE/2008[1]
Região metropolitana São Paulo
Municípios limítrofes Ferraz de Vasconcelos; Suzano; Rio Grande da Serra; Santo André; Mauá
Distância até a capital 35 km[2]
Características geográficas
Área 99,175 km² [3]
População 119 644 hab. Estimativa IBGE/2014[4]
Densidade 1 206,39 hab./km²
Altitude 800 m
Clima subtropical
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,784 alto PNUD/2010[5]
PIB R$ 1 486 905,084 mil IBGE/2008[6]
PIB per capita R$ 13 347,20 IBGE/2008[6]
Página oficial

Ribeirão Pires é um município do estado de São Paulo, na Região Metropolitana de São Paulo, integrando um grupo de municípios conhecidos como Região do Grande ABC, na Zona Sudeste da Grande São Paulo.[7] A população estimada em 2014 era de 119.644 habitantes e a área é de 99 km², o que resulta numa densidade demográfica de 1116,07 hab/km².

Seus municípios limítrofes são Ferraz de Vasconcelos a norte, Suzano a nordeste e leste, Rio Grande da Serra a sudeste e sul, Santo André a sudoeste e Mauá a noroeste. Tornou-se município em 1953, quando foi emancipado de Santo André.

Estância turística[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Estância turística (São Paulo)

Ribeirão Pires é um dos 29 municípios paulistas considerados estâncias turísticas pelo Estado de São Paulo, por cumprirem determinados pré-requisitos definidos por Lei Estadual. Tal status garante a esses municípios uma verba maior por parte do Estado para a promoção do turismo regional. Também, o município adquire o direito de agregar junto ao seu nome o título de Estância Turística, termo pelo qual passa a ser designado tanto pelo expediente municipal oficial quanto pelas referências estaduais.

História[editar | editar código-fonte]

A história de Ribeirão Pires pode ser dividida em três períodos - colonial, imperial e contemporâneo:

Período Colonial (1500 a 1815)[editar | editar código-fonte]

Época em que Ribeirão Pires não existia com este nome e estava inserida em uma região denominada Geribatiba, sob domínio do cacique Caiubi. Segundo pesquisa realizada pelo historiador Wanderley dos Santos (1951-1996), "é no século XVIII que surgem as primeiras referências documentais específicas ao território do atual município. Em 1677, devido a descobertas de lavras de ouro na região, o capitão-mor Antônio Correia de Lemos foi nomeado para a sua administração, fixando residência no atual Pilar Velho".[8] No ano de 1714, Antônio Corrêa de Lemos constrói a Capela de Nossa Senhora do Pilar. Em 1716 chega à localidade a família do mestre de campo Antônio Pires de Ávila. No século XVIII, passa a se chamar Caguaçu precisamente toda a costa da serra, incluindo Ribeirão Pires. Em 22 de abril de 1745, a região se integra à Freguesia da Sé, por ordem de Dom João V. Posteriormente, parte do território de Caguaçu que compreendia os atuais municípios de Ribeirão Pires e Mauá passou a ser denominado de Bairro do Pilar.

Período Imperial (1815 a 1889)[editar | editar código-fonte]

Época em que Ribeirão Pires se chamava "Sítio do Ribeirão Pires". Neste período ocorre a integração do Bairro do Pilar à Freguesia do Brás (1818) e depois à Freguesia de São Bernardo (1831) - gérmen do que virá a ser a região do Grande ABC Paulista. O vilarejo do Sítio do Ribeirão Pires fica abandonado, com esparsa ocupação, muitas terras devolutas e presença de muitos posseiros.

Período Contemporâneo (1890-atual)[editar | editar código-fonte]

  • Surgimento e consolidação do espaço rural (1896-1954): Com a inauguração da Parada de Trem de Ribeirão Pires, em 1885, pela São Paulo Railway, possibilitou-se a chegada de imigrantes italianos e a fundação do Núcleo Colonial de Ribeirão Pires em fevereiro de 1887. Logo em seguida, em 1888, começam a chegar os primeiros imigrantes italianos, e o desenvolvimento da pequena vila começa a se acentuar. Wanderley dos Santos atesta que "os primeiros imigrantes se instalaram nas redondezas da capela de Nossa Senhora do Pilar, onde havia 20 grandes lotes coloniais. No período de dezembro de 1887 a março de 1888, a Comissão de Terras e Colonização, sob orientação do engenheiro Joaquim Rodrigues Antunes, concluiu trabalhos de medições de terras cedidas a este núcleo e explorou para reconhecimento as terras adjacentes ao Pilar.[8]" Eram dois os núcleos: a sede, localizado no atual Largo da Matriz e próximo à Estação Ribeirão Pires e o Pilar, localizado no antigo Bairro do Pilar (ou Pilar Velho). No ano de 1895 foi construído o prédio da atual estação ferroviária, sendo inaugurado em 1 de janeiro de 1900.[9] Quando a ferrovia foi construída, em 1867, não havia paradas na região, sendo as mais próximas as de São Bernardo (atual Santo André) e Rio Grande. Em 1883 é criada a estação em Mauá e em 1 de março de 1885 foi inaugurada a primeira parada de Ribeirão Pires. Após constantes reivindicações dos moradores locais, a São Paulo Railay obtém autorização para construir uma estação de 3ª classe. Assim, é inaugurada em 1º de janeiro de 1900 a Estação Ribeirão Pires, preservada até os dias atuais[9]. Devido à sua importância histórica, foi tombada pelo Condephaat em 2011, pela Resolução SC-89.[10]
  • Emancipação e início da transição do espaço rural para o urbano (1954-1970): A emancipação de Ribeirão Pires é um processo que decorre das transformações territoriais da região hoje denominada Grande ABC Paulista, à época chamada apenas de município de São Bernardo. Este processo começa em 1907, quando Ribeirão Pires perde seus domínios territoriais sobre a região do Alto da Serra, elevada a Distrito de Paz com o nome de Paranapiacaba. Junto com o Alto da Serra, saem de seu domínio as estações de Rio Grande (hoje Rio Grande da Serra) e Campo Grande. Em outubro de 1934, Ribeirão Pires perde a Estação do Pilar (atual estação de Mauá). Em novembro de 1938, o município de São Bernardo passa a se chamar Santo André e fundando, ao mesmo tempo, o município de São Bernardo do Campo. Em janeiro de 1939, Ribeirão Pires passa a ser distrito do município de Santo André. Uma década depois, "surge a SARP (Sociedade Amigos de Ribeirão Pires), que nos anos seguintes liderará o movimento pró-emancipação da cidade"[11]. O movimento cresce e se organiza de tal modo que "em 30 de abril (de 1953) é entregue à Assembléia Legislativa a representação que reivindica a elevação de Ribeirão Pires à condição de município". Em 19 de março de 1953, Ribeirão Pires, com cerca de 15 mil habitantes, emancipa-se do município de Santo André[12]. Em dezembro de 1963 é a vez do distrito de Icatuaçu (hoje município de Rio Grande da Serra) se desmembrar de Ribeirão Pires. Com a emancipação, começam a surgir os primeiros equipamentos públicos característicos de uma cidade: o Ginásio Estadual Dr. Felício Laurito é fundado em fevereiro de 1957. Em dezembro de 1963, a cidade é elevada a Comarca (o que lhe permite ter um Juiz de Direito na cidade). A comarca, no entanto, só começa a operar efetivamente a partir de 1967 após tramitação burocrática.
  • Transformações territoriais e consolidação do espaço urbano (1970-1997): Com a forte industrialização do Grande ABC Paulista iniciada pelo Plano de Metas de Juscelino Kubitschek no final da década de 1950, a abertura da Rodovia SP-31, a conclusão do desmonte do antigo Morro Santo Antônio (1976) e o surgimento do Centro Comercial (ou Centro Novo), Ribeirão Pires começa a ganhar contornos de cidade e entra em uma nova era, com a elevação do adensamento populacional e a formação de habitações justapostas entre si. Em março de 1971, inaugura-se o Paço Municipal Arthur Gonçalves de Souza Junior. Em março de 1972, a cidade ganha sua primeira e única biblioteca pública com o nome de Biblioteca Olavo Bilac. Em 1973, é instalada a Faculdade de Ciências e Letras de Ribeirão Pires. Em 1976, inaugura-se o Fórum de Ribeirão Pires. Em 1975, são finalmente iniciadas as obras de remoção do antigo Morro Santo Antônio para abertura do Centro Comercial. Com 50 mil habitantes, começam a surgir novos loteamentos e bairros e a ocupação começar a se tornar um problema para as administrações municipais[13]. Em novembro 1976, a Lei Estadual 1.1172 passa a classificar Ribeirão Pires como Área de Proteção e Recuperação de Mananciais, tornando obrigatória a preservação da Bacia Billings, Tamaduateí e Guaió. Em 6 de julho de 1986, Ribeirão Pires ganha o seu primeiro terminal rodoviário.
  • Turismo e Desenvolvimento Sustentável:

Geografia e Clima[editar | editar código-fonte]

Ribeirão Pires situa-se a uma altitude média de 800 metros. O clima do município, como em toda a Região Metropolitana de SP, é o subtropical. Verão pouco quente e chuvoso, e Inverno ameno e de poucas chuvas, embora a umidade do oceano muitas vezes forma a típica neblina nas tardes de inverno, deixando o ar úmido e provocando garoa. A média de temperatura anual gira em torno dos 18 °C, sendo o mês mais frio julho (Média de 15 °C) e o mais quente fevereiro (Média de 22 °C). O índice pluviométrico anual fica em torno de 1.400 mm.

Gráfico climático para Ribeirão Pires
J F M A M J J A S O N D
 
 
278
 
27
17
 
 
252
 
27
17
 
 
228
 
27
17
 
 
155
 
25
15
 
 
114
 
22
12
 
 
85
 
21
11
 
 
87
 
20
11
 
 
65
 
22
12
 
 
143
 
24
13
 
 
151
 
25
15
 
 
159
 
26
16
 
 
234
 
26
17
Temperaturas em °CPrecipitações em mm
Fonte: Tempo Agora

Etimologia[editar | editar código-fonte]

A origem do nome "Ribeirão Pires" não é consensual. Existem pelo menos duas linhas de investigação relativamente aceitas. A primeira, e menos provável, atribui a Salvador Pires a origem do nome, em razão de ter morado próximo a um córrego que ficava em sua fazenda.

Teoria de Pedro Taques[editar | editar código-fonte]

Os defensores desta linha usam como referência os escritos de Pedro Taques[12], dos quais podemos inferir que:

"[...] O Ribeirão “dos Pires” foi assim denominado porque habitou nesta região ribeirinha um português chamado Salvador Pires, casado com Maria Rodrigues e vindo da cidade do Porto a São Vicente, em 1531, com seu pai, João Pires de Darques, o gago, os quais passaram a morar na vila de Santo André da Borda do Campo em 1553. Salvador era homem rico e recebera “meia légua de terras na tapera do índio Baibebá, partindo pelo campo de Piratininga direito à serra, por ser o mencionado Pires lavrador potentado[3], que dava avultada soma de alqueires de trigo ao dízimo, além das colheitas de outros frutos todos os anos”[14].

Essa tese, no entanto, é desmentida por Marcos Rogério Ribeiro de Carvalho[15], que comprova que o assentamento de Salvador Pires localizava-se na Serra da Cantareira, cuja sesmaria tinha cerca de 36Km, "próxima à cachoeira do Jatuhai, Patuaí ou Jatuaí, em Sorocaba, da primeira volta do Rio Tietê acima da choeira para o rio abaixo da banda de Araçoiaba"[15].

Edith Porchat[13], informa que "Salvador Pires foi possuidor de terras e escravos, ocupando diversos cargos na Câmara. Foi também procurador do povo da vila de São Paulo e, em 1573, juiz ordinário. Dono de enorme latifúndio nas terras banhadas pelo Tietê, dirigiu numerosos índios catequisados, vindo a morrer em 1592"[14].

Teoria de Wanderley dos Santos[editar | editar código-fonte]

A segunda linha, mais aceita, é a do historiador Wanderley dos Santos (1951-1996), que afirma:

"Dois anos depois da construção da Capela de Nossa Senhora do Pilar, recebe o lugarejo de Caguaçu a família do mestre de campo, Antônio Pires de Ávila, filho de Manoel de Ávila e de Ana Ribeiro Razão, da qual ficaram conhecidas suas terras pelo nome de Ribeirão Pires. Embora fosse o ribeirão homônimo denominado anteriormente de “grande”, devido ser o maior das redondezas. O dito mestre de campo, natural de São Paulo, era irmão de Izabel, Maria, Tereza, Josefa, Cecília e Miguel"[8]

A terceira linha, ainda em desenvolvimento, defende que Antônio Pires de Ávila, assim como Salvador Pires, descendia, por parte de sua esposa, Anna Moreira de Godoy (Anna Maria Pires de Ávila, depois de casada) de um dos ramos da família de João Pires (o Gago), o 1ºJuiz Ordinário da vila de Santo André da Borda do Campo.

Considerando que Antônio Pires de Ávila tenha dado origem ao nome Ribeirão Pires, impõe-se o fato de que o verdadeiro Ribeirão dos Pires fica localizado na região das vilas Sueli e Belmiro, próximo à divisa com Mauá (correndo em paralelo à Av. Rotary e Rodoanel Mario Covas). O ribeirão que corta a cidade, com nascente no Pilar Velho, é o Ribeirão Grande[8] e jamais poderia se chamar Pires, pois quem morou na região do Pilar Velho foi o capitão-mor Antônio Corrêa de Lemos a partir de 1714. Dois anos depois, em 1716, o mestre de campo Antônio Pires de Ávila chega à região, porém em uma localidade diferente da de Corrêa de Lemos. Por esta razão, não se pode afirmar que o Ribeirão Grande seja o Ribeirão Pires.

Demografia[editar | editar código-fonte]

Dados do Censo - 2008

População total: 107 046 habitante

  • Urbana: 104 508
  • Rural: 0-
  • Área Territorial: 107 km²
  • Homens: 51 634
  • Mulheres: 52 874

Densidade demográfica (hab./km²): 1 053,51

Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 18,38

Expectativa de vida (anos): 69,93

Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 2,00

Taxa de alfabetização: 94,55%

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,807

  • IDH-M Renda: 0,757
  • IDH-M Longevidade: 0,749
  • IDH-M Educação: 0,915

(Fonte: IPEADATA)

Transporte coletivo[editar | editar código-fonte]

Como quase todas as cidades que fazem parte da Região Metropolitana de São Paulo, o município tem seus limites conurbados (formam uma área urbana contínua), o que faz com que a maioria de seus habitantes trabalhe em cidades vizinhas, especialmente as do ABC Paulista. Esta característica fez com que o município desenvolvesse um sistema de transportes coletivos diferenciado, com picos de utilização na parte da noite e do começo do dia, que indiretamente incorpora inclusive as redes (intermunicipais) de trens da CPTM e de ônibus da EMTU.

Sendo assim, podemos dizer que o sistema de transporte coletivo de Ribeirão Pires é formado por: - Ônibus Municipais (operados por uma empresa particular - Rigras) e com pontos centralizados no Terminal Rodoviário de Ribeirão Pires (TERRP). Esta centralização levou à implantação do sistema de integração no qual os usuários podem trocar de ônibus para seguir viagem. O TEERP também recebe ônibus intermunicipais e interestaduais que servem algumas regiões de São Paulo como os Litorais Norte e Sul e o Vale do Paraíba. As linhas municipais de ônibus estão operadas por uma empresa: Rigras [16]

  • Jardim dos Eucaliptos
  • Pereira Barreto
  • Vila Bonita
  • Bosque Santana/ Santa Rosa
  • Nossa Senhora de Fátima/ Petrópolis
  • Parque das Fontes
  • Ouro Fino Somma
  • Ouro Fino KM4
  • Cooperhodia
  • Vila Sueli
  • Jardim Mirante
  • Recanto Suisso
  • Vila Nova Suissa
  • Vila Aurora via Tavolaro
  • Vila Aurora via Hospital
  • Jardim Valentina (Pq. Governador ou Rua Santa Fé)
  • Vila Marquesa
  • Jardim Caçula
  • Jardim Caçula via Matinha
  • Santo Bertoldo (Conceição ou Hosp. São Lucas)
  • Jardim Ribeirão Pires
  • Jardim Luso
  • Santa Luzia (Hollywood ou Boa Vista)
  • Santa Clara/ Portal Iramaia
  • Parque Aliança (Faculdade)
  • São Caetaninho (Jardim Serrano)
  • Jardim Serrano /Faculdade
  • Vila Gomes/ Vila Belmiro/ Jardim Guanabara/ Planalto Bela Vista

- Ônibus Intermunicipais (operados por empresas particulares) - Gerenciadas pela Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), órgão do governo do estado de São Paulo e que ligam Ribeirão Pires a diversos municípios da Grande São Paulo e a várias regiões da capital paulista.

O TEERP também recebe ônibus interestaduais que servem algumas regiões de São Paulo como os Litorais Norte e Sul e o Vale do Paraíba.

- Trens da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) que servem à Linha 10 Turquesa - "Brás - Rio Grande da Serra", em que há integrações gratuitas com as seguintes linhas:

  • Linha 7 Rubi (Luz - Francisco Morato - Jundiaí)
  • Linha 11 Coral (Luz - Estudantes)
  • Linha 12 Safira (Brás - Calmon Viana)

- Ainda há possibilidade de integrações gratuitas com as seguintes Linhas do Metrô de São Paulo:

Na Estação Prefeito Celso Daniel - Santo André é possível fazer a integração (tarifada) com o Corredor Metropolitano de Trólebus da Metra, com destino a Diadema, Ferrazópolis (São Bernardo do Campo) ou São Mateus (Distrito de São Paulo).

Cultura[editar | editar código-fonte]

  • Aspecto religioso: A maior parte da população de Ribeirão Pires se declara católica, de acordo com o mais recente censo. A Paróquia de São José conhecida como Igreja da Matriz, situada no centro da cidade é a principal igreja do município, que conta também com outras paróquias, como a Paróquia de Sant'anna, que coordena outras capelas, Capela Sagrado Coração de Jesus (uma das mais novas e maiores capelas da cidade), Capela São Francisco de Assis, Capela Santa Rita de Cássia e Capela São Judas Tadeu (Capela Particular da Firma de Móveis Bartira). Entre outras paróquias em destaque com festividades temos a Igreja de Santo Antônio e a Igreja do Pilar, onde todos os anos se realiza a mais importante festa oficial da Município, a festa do Pilar.
  • Outras religiões: O município conta também com adeptos de muitas outras religiões como a Evangélica, Anglicana, Espírita, a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias ("Mórmon") e o Candomblé. É inclusive, sede de grandes encontros religiosos como o das Testemunhas de Jeová que construíram o primeiro Salão de Assembleias do Brasil na década de 70 no bairro da Vila Nova Suissa.

Turismo[editar | editar código-fonte]

Ribeirão Pires ainda é um município em desenvolvimento, carente em áreas de lazer e recreação. Os principais atrativos são eventos esparsos que, em sua maioria, são voltados para a comunidade e alguns poucos pontos turísticos citados a seguir:

Pontos turísticos oficiais[editar | editar código-fonte]

  • 1714 - Capela do Pilar: Erguida em 1714 pelo Capitão-Mor Antônio Corrêa  de Lemos e abençoada pelo Frei Pacífico, no dia 25 de março. É um sítio arqueológico tombado pelo Condephaat em 1975 e apresenta arquitetura em taipa de pilão com 40 cm de espessura.
  • 1950 (circa) - Pedra do Elefante: Localizada no bairro da Quarta Divisão, é um dos primeiros pontos turísticos do município, que teve como uma das principais atividades econômicas a extração e comércio de pedras. Do local pode se avistar municípios vizinhos como Suzano e a Zona Leste de São Paulo. Também é possível avistar a Baixada Santista e o Vale do Tamanduateí.
  • 1974 - Mirante Santo Antônio: Marco oficial do turismo em Ribeirão Pires, é um dos principais pontos turísticos do município. O estilo arquitetônico da capela é inspirado na arquitetura colonial. No local, pode se obter a melhor vista panorâmica do município, em 360º, avistando-se inclusive a Represa Billings. Em 23 de setembro de 1974, a Prefeitura adquire área de 14.650 m2, junto à Av. Humberto de Campos, onde está a capela de Santo Antonio construída em 1942.
  • 1975 - Parque Municipal Milton Marinho de Moraes (antigo Camping Municipal): Desapropriado pela prefeitura em 1974, é inaugurado em 1975 o Camping Municipal, com amplo espaço verde à beira da Represa Billings.
  • 1976 - Mirante de São José: Erguido a 801,4 metros acima do nível do mar, permite visão privilegiada da região central da Município de Ribeirão Pires. No local, há uma estátua representando São José, eleito Santo Padroeiro do município. O local possibilita uma vista de 180º do município, com infra-estrutura e contém um mini-parque com infra-estrutura turística. A estátua é uma obra do escultor Gildo Zampol, com atelier em São Paulo mas toda uma história de vida em Ribeirão Pires.
  • 1987 - Gruta da Quarta Divisão: Em 1987, o Grupo Pierre Martin de Espeleogia descobre a Gruta da Quarta Divisão, na Chácara Paraíso, uma das áreas mais bonitas de Ribeirão Pires. A gruta é citada como a maior de granito do Brasil, com 130 metros de projeção horizontal e 19 metros de desnível. A Sociedade Brasileira de Espeleogia cadastrou a gruta, propriedade de Antonio de Almeida[11].
  • 2008 - Vila do Doce: A Vila do Doce se encontra na área central da cidade, com quiosques de artesanato local e diversas opções de alimentação, inaugurada no dia 19 de janeiro de 2008 a Vila do Doce é um dos locais mais movimentados da cidade, onde também acontecem apresentações artísticas, sendo uma das opções de lazer e turismo da cidade, atraindo pessoas de toda a região.

Espaços culturais[editar | editar código-fonte]

  • 2004 - Centro Cultural e Educacional Ibrahim Alves de Lima: Conhecido popularmente como 'Fábrica de Sal', o complexo conta com um amplo espaço, incluindo a Biblioteca Municipal Olavo Bilac, a Escola Municipal Lavínia Figueiredo Arnoni, o Edifício Dom Helder Câmara e a Praça Celso Daniel. O prédio histórico - antigo Moinho de Ribeirão Pires (Molino di Semole Fratelli Maciotta) - foi erguido em 1898 pelo engenheiro italiano Federico Maciotta e encontra-se em processo de tombamento provisório pelo Condephaat, podendo ser considerado o primeiro moinho de trigo do Estado de São Paulo.
  • 2015 - Centro de Exposições e História Ricardo Nardelli: Inaugurado em 18 de maio de 2015 no Dia Internacional dos Museus, o Centro de Exposições e História é um dos maiores espaços expográficos do Grande ABC. Conta com quatro pavimentos acima do térreo e dois amplos salões de exposição. Em suas dependências estão instalados o Museu Histórico Municipal Família Pires, o Centro de Apoio Técnico ao Patrimônio (CATP), a Pinacoteca Municipal Guilherme de Carvalho Dias e o Centro de Documentação Histórica.
  • 2015 - Museu Aberto de Arte Contemporânea (MAAC): Criado em 2011 como 'Museu a Céu Aberto' este equipamento foi regularizado por lei em 2015 e hoje é reconhecido oficialmente como museu público pelo IBRAM e SISEM. Conta com um acervo aberto de mais de 100 obras, entre esculturas, monumentos, miniaturas e grafites. Seu acervo está exposto no perímetro central e nas principais vias da cidade.
  • 2016 - Museu Ferroviário Municipal João Evaristo de Abreu Duarte: Atendendo a uma antiga demanda de mais de 1000 ferroviários aposentados que moram em Ribeirão Pires, o Museu Ferroviário foi criado em homenagem a João Evaristo de Abreu Duarte, primeiro chefe da estação de Ribeirão Pires, que trabalhou de 1895 a 1920 na antiga São Paulo Railway & Co. O Museu está instalado no antigo Armazém de Cargas da Rede Ferroviária Federal S.A. (RFFSA), que foi também a primeira parada de trem da cidade, construída em 1885. A instituição é gerenciada pelo Sindicato dos Ferroviários, que operacionaliza e promove encontros para aposentados da ferrovia e visitação permanente do público em geral e das escolas da cidade.

Eventos turísticos, gastronômicos e culturais oficiais[editar | editar código-fonte]

  • Festa de Nossa Senhora do Pilar (desde 1978): Evento de cunho religioso criado em 1936 apenas como romaria em dedicação à Virgem do Pilar. Em 1978, a prefeitura oficializou a festa e passou a dar apoio nos preparativos, como luz, som, contratação de artistas para shows etc. O aspecto litúrgico (missa, missa campal, romaria etc) fica a encargo da Paróquia Santa Luzia, proprietária e administradora da capela. O apoio da prefeitura foi fundamental para o evento se tornar um dos mais tradicionais do Estado, realizando-se ininterruptamente a cada ano no final do mês de abril e começo de maio - coincidindo com as comemorações do 1º de Maio (Dia do Trabalho). Celebrada no adro da Capela do Pilar (a programação litúrgica realiza-se no interior da capela), a festa se assemelha a uma grande quermesse, com atrações folclóricas, música popular, gastronomia e exposição de artesanato.
  • Meia-Maratona Trilheira de Ribeirão Pires (desde 2001): Corrida a pé que tem como trajeto ruas do município e trilhas da mata atlântica, e que realiza-se anualmente desde 2001 e que conta com a organização do Rotary Club local em parceria com a Prefeitura Municipal.
  • Festival do Chocolate (desde 2005): Evento de caráter gastronômico realizado desde 2005, já foi considerado o quinto maior festival do gênero no estado de São Paulo. No festival, encontra-se uma grande variedade de chalés que comercializam chocolates e salgados. O atrativo principal são shows com cantores de apelo nacional. Em 2013[17] e 2016[18] não foram realizadas as respectivas edições, sob alegação oficial de falta de recursos financeiros.
  • Festival do Cambuci (desde 2014): Realizado desde 2014 com apoio da Prefeitura de Ribeirão Pires em parceria com a Rota do Cambuci (criada em 2009), o evento tem como foco principal a exploração gastronômico e cultural do cambuci, uma espécie nativa da Mata Atlântica. A edição de 2016 contou com 4 mil visitantes e parceria do Consórcio Intermunicipal Grande ABC e Agência de Desenvolvimento Econômico do Grande ABC[19].

Mobilidade[editar | editar código-fonte]

Principais Vias[editar | editar código-fonte]

  • Avenida Prefeito Valdírio Prisco (Antiga Brasil)
  • Avenida Francisco Monteiro
  • Avenida Humberto de Campos
  • Estrada da Colonia
  • Estrada Ribeirão Pires - Suzano

Rodovias[editar | editar código-fonte]

  • SP-31 - Rodovia Índio Tibiriçá
  • SP-43 - Estrada de Taiaçupeba/ Estrada da Quinta Divisão
  • SP-122 - Rodovia Dep. Antonio Adib Chammas
  • SP-021.png Rodoanel Mário Covas (A rodovia atravessa Ribeirão Pires, porém, sem acesso direto ao município.)

Saúde[editar | editar código-fonte]

A Rede pública de sáude é composta pelas UBS - Unidades Básicas de Saúde, USF - Unidades de Saúde da Família, a UPA - Unidade de Pronto Atendimento 24 horas que atende os casos de emergência como pronto atendimento e algumas especialidades médicas e o Hospital e Maternidade São Lucas que é mantido pela prefeitura, recebe os casos de internação e mantém suas atividades como maternidade. Quanto a rede particular de atendimento médico, além de várias clínicas, há o Hospital e Maternidade Ribeirão Pires, com diversas especialidades realiza exames complexos, com clínicas de especialidades, maternidade e pronto socorro.

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

O município é cortado pelo Ribeirão Grande, que nasce no Pilar Velho e desce pela atual Av. Prefeito Valdírio Prisco até fazer barra na Represa Billings. O Ribeirão Pires, que deu origem ao nome do município, passa atrás de uma colina chamada "Morro Santo Antônio". Além disso possui uma série de nascentes, que sustentam o comércio de água, uma das grandes atividades econômicas do município. A cidade é banhada pelos rios Guaió e Taiaçupeba e pela Represa Billings, além dos dois ribeirões citados.

Jornais[editar | editar código-fonte]

Ribeirão Pires possui três jornais que circulam dentro da própria cidade com notícias dos municípios de Ribeirão Pires, Mauá e Rio Grande da Serra. São eles:

  • Folha de Ribeirão Pires - fundada em 1989
  • Mais Noticias - fundado em 2003
  • Diário de Ribeirão Pires - fundado em 2014

Administração Pública[editar | editar código-fonte]

Como Ribeirão Pires foi emancipada pelo Estado em 30 de dezembro de 1953 e fundada em 19 de março de 1954, as eleições municipais ocorreram somente em 03 de outubro do mesmo ano. Concorreram ao cargo Arthur Gonçalves de Souza Júnior (que estava investido do cargo de vereador em Santo André) e Euclides Menato. Venceu o primeiro, com margem pequena de vantagem. Naquele tempo, o eleitor escolhia separadamente o vice-prefeito e, para este cargo, venceu Lucas Ângelo Arnoni. No dia 1º de janeiro de 1955, a cidade passou a ser efetivamente governada de forma autônoma.

Prefeitos de Ribeirão Pires[editar | editar código-fonte]

Ordem Prefeito/a Nome popular Vice Partido Votos % Válidos Início Fim Duração
Arthur Gonçalves de Souza Júnior Arturzinho Lucas Ângelo Arnoni UDN 01/01/1955 31/12/1958 4 anos
Francisco Arnoni Chiquinho Arnoni Adaquir Prisco PTN 1.534 01/01/1959 31/12/1962 4 anos
Mário Netto (interino) - - PSP - - 30/08/1962 30/10/1962 2 meses
Adaquir Prisco Adaquir Santinho Carnavalle PDC 01/01/1963 31/12/1966 3 anos
Santinho Carnavalle - Antônio Simões MDB 3.044 01/01/1967 31/01/1970 3 anos
Antônio Simões - Hidetoci Nakano ARENA 2.803 01/02/1970 14/03/1973 3 anos
Valdírio Prisco Prisco Antônio dos Santos ARENA 3.175 15/03/1973 14/03/1977 4 anos
Luiz Carlos Grecco Grecco João Maziero ARENA/PDS 4.094 15/03/1977 14/05/1982 5 anos
10º João Maziero (interino) Maziero - PMDB - - 15/05/1982 14/03/1983 10 meses
11º Valdírio Prisco Prisco José Marcio Farah Rasga PMDB 15/03/1983 31/12/1988 5 anos
12º Luiz Carlos Grecco Grecco Valberto Fusari PTB/PDS/PPB 9.684 23,91% 01/01/1989 31/12/1989 4 anos
13º Valdírio Prisco Prisco Roberto Massanobu Tokuzumi PMDB 15.494 26,69% 01/01/1993 31/12/1996 4 anos
15º Maria Inês Soares Freire Maria Inês Jair Diniz Martins PT 18.964 39,97% 01/01/1997 31/12/1999 4 anos
16º Maria Inês Soares Freire Maria Inês Jair Diniz Martins PT 27.076 51,03% 01/01/2001 31/12/2004 4 anos
17º Clóvis Volpi Volpi Jorge Mitidieiro PV 22.866 37,86% 01/01/2005 31/12/2008 4 anos
18º Clóvis Volpi Volpi Ednaldo de Menezes PV 44.034 73,2% 01/01/2009 31/12/2012 4 anos
19º Saulo Mariz Benevides Saulo Leonice Moura PMDB 24.601 58,31% 01/01/2013 31/12/2016 4 anos
20º Adler Alfredo Jardim Teixeira Kiko Gabriel Roncon PSB 17.703 30,31% 01/01/2017

Informações[editar | editar código-fonte]

  • As primeiras eleições de Ribeirão Pires ocorreram 03 de outubro, passados menos de dois meses do trágico suicídio de Getúlio Vargas, com o país sob forte atmosfera de luto.
  • Arthur Gonçalves de Souza Júnior precisou renunciar ao cargo de vereador em Santo André para assumir como prefeito em Ribeirão Pires[11].
  • Os prefeitos Antônio Simões, Valdírio Prisco e Luiz Carlos Grecco ficaram conhecidos como prefeitos biônicos, em razão do sistema de eleição indireta instituído pela Ditadura Militar. Ou seja, foram eleitos não pelos votos diretos recebidos, mas por um cálculo eleitoral baseado na legenda mais votada.
  • Nascido em maio de 1946, Luiz Carlos Grecco foi o candidato mais jovem a se eleger prefeito em Ribeirão Pires. No pleito de 15 de novembro de 1976 ele tinha 30 anos.
  • Em sua primeira eleição, Grecco venceu graças ao quociente eleitoral, pois o candidato mais votado foi José Valdemar Romaldini (MDB), com 7.300 votos. A ARENA foi a legenda mais votada com a somatória dos três candidatos (Grecco, Antônio Simões e Santinho Caranavalle), perfazendo mais de 7.600 votos, fator que elegeu o mais bem votado desta legenda. Isso fez com que Grecco se tornasse prefeito com pouco mais de 4 mil votos.
  • Na campanha de 1976, Grecco foi apoiado como sucessor do então prefeito Valdírio Prisco, naquela época ainda na ARENA. Mas os dois logo viriam a romper politicamente e se tornariam os maiores rivais políticos da cidade por mais de três décadas, até que, em 2008, se uniram na mesma chapa para tentar vencer o candidato Clóvis Volpi.
  • Em maio de 1982, Grecco renunciou ao cargo de prefeito para disputar como deputado federal, pelo antigo PDS, a pedido do governador Paulo Maluf.
  • João Maziero, vice de Grecco, demitiu todos os assessores do ex-prefeito ao assumir o cargo e declarou apoio a seu maior rival, Valdírio Prisco, que migrara da extinta ARENA para o PMDB.
  • O vice-prefeito Valberto Fusari faleceu no exercício do mandato, em 08 de novembro de 1991. A função de vice-prefeito passou a ser exercida pelo vereador Luiz Vieira de Moraes, presidente da Câmara Municipal naquela ocasião[11].
  • As eleições municipais de 1992 ocorreram sob fortes suspeitas de fraude e manipulação dos resultados. Praticamente todos os partidos pediram a recontagem dos votos (na época, cédulas impressas), inclusive o candidato eleito, Valdírio Prisco, que desconfiou do fato de as urnas terem sido abertas no local de apuração e depois fechadas sem a divulgação dos resultados.
  • Em 03 de outubro de 1996, Maria Inês Soares Freire se tornou a primeira mulher a assumir a prefeitura da cidade. Dos sete candidatos que disputaram, ela foi a única mulher e pertencia a um partido trabalhista de centro-esquerda. Maria Inês também foi a primeira a encerrar um longo período de revezamento de famílias tradicionais de imigrantes que governavam a cidade desde a emancipação.
  • Clóvis Volpi foi o prefeito mais popular da história da cidade. Em 2008, atingiu a inédita marca de 73% da preferência do eleitorado.
  • Leonice Moura foi a primeira vice-prefeita da cidade. Também foi a primeira ocupante do cargo de vice a disputar candidatura contra a continuação do próprio governo ao qual foi eleita.
  • Saulo Benevides foi o único prefeito de Ribeirão Pires a não obter êxito na renovação do mandato após a alteração da Constituição Federal que criou este direito.
  • Adler Alfredo Jardim Teixeira (Kiko) conseguiu se igualar ao prefeito Lauro Gomes, que administrou duas cidades diferentes do Grande ABC[20]. Também conseguiu realizar o feito que seu pai, Aarão Jardim Teixeira, não conseguiu. Tendo sido prefeito de Rio Grande da Serra, Aarão saiu candidato em Ribeirão Pires pelo PDT em 1988, mas perdeu as eleições, ficando em 5º lugar com 3.035 votos. Já Kiko, foi prefeito de Rio Grande da Serra por dois mandatos e conseguiu se eleger prefeito de Ribeirão Pires em 02 de outubro de 2016.
  • Ao ser eleito com 27 anos, Gabriel Roncon se tornou o vice-prefeito mais jovem da história da cidade[21].

Galeria[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008. 
  2. «Distâncias entre a cidade de São Paulo e todas as cidades do interior paulista». Consultado em 1 de fevereiro de 2011. 
  3. IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010. 
  4. «Estimativa Populacional 2014». Estimativa Populacional 2014. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2014. Consultado em 28 de agosto de 2014. 
  5. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil» (PDF). Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 31 de julho de 2013. 
  6. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010. 
  7. «Lei Complementar nº 1.139, de 16 de junho de 2011». www.al.sp.gov.br. Consultado em 2016-10-07. 
  8. a b c d SANTOS, Wanderley (2016). História de Ribeirão Pires (Santo André, SP: EDUFABC). p. 44. 
  9. a b BOTTACIN, Roberto (1995). A parada do trem: Ribeirão Pires 1895-1995 (Ribeirão Pires, SP: Do autor). pp. 7,8. 
  10. CONDEPHAAT (18/10/2011). «Conjunto Ferroviário de Ribeirão Pires». Consultado em 20/10/2016. 
  11. a b c d MEDICI, Ademir. Vamos fazer tijolos? Informações e dicas sobre a formação étnica, social e urbana de Ribeirão Pires. Ribeirão Pires (SP): s.n. 1996. n.p.
  12. «Prefeitura Municipal da Estância Turística Ribeirão Pires». A Cidade. Prefeitura da Estância Turística de Ribeirão Pires. s.d. Consultado em 28/10/2016. 
  13. CONSTRUÇÃO, Revista. . "Ribeirão Pires: prevenir para não remediar". A Construção.
  14. TAQUES, Pedro (1871). Nobiliarquia Paulistana: genealogia das principais famílias de São Paulo (São Paulo, SP: Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo). pp. 5–8. 
  15. a b CARVALHO, Marcos Rogério Ribeiro de (2012). «Nos caminhos da Serra». Nos caminhos da Serra: Arqueologia, História, Patrimônio e Memória. A ocupação humana na Serra da Cantareira entre os séculos XVII e XX. Museu de Arqueologia e Etnologia, Universidade de São Paulo. Consultado em 28/10/2016. 
  16. http://www.rigras.com.br
  17. «Folha Ribeirão Pires - Cancelado o 9º Festival do Chocolate - cancelado festival do chocolate». www.folharibeiraopires.com.br. Consultado em 2016-11-18. 
  18. "Saulo admite cancelar Festival do Chocolate - Diário do Grande ABC" (em pt-BR). Jornal Diário do Grande ABC.
  19. «3º Festival do Cambuci de Ribeirão Pires acontece em junho». www.abcdoabc.com.br. Consultado em 2016-11-18. 
  20. "Kiko repete Lauro Gomes, faz história e se elege em Ribeirão Pires - Diário do Grande ABC" (em pt-BR). Jornal Diário do Grande ABC.
  21. «Gabriel Roncon 40». Eleições 2016. Consultado em 2016-11-17. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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