Bragança Paulista

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Estância Climática de Bragança Paulista
  Município do Brasil  
Vista do Lago do Taboão, principal cartão postal da cidade.
Vista do Lago do Taboão, principal cartão postal da cidade.
Símbolos
Bandeira de Estância Climática de Bragança Paulista
Bandeira
Brasão de armas de Estância Climática de Bragança Paulista
Brasão de armas
Hino
Lema Ad Altiora
"Para coisas mais elevadas"
Gentílico bragantino
Localização
Localização da Estância Climática de Bragança Paulista em São Paulo
Localização da Estância Climática de Bragança Paulista em São Paulo
Estância Climática de Bragança Paulista está localizado em: Brasil
Estância Climática de Bragança Paulista
Localização da Estância Climática de Bragança Paulista no Brasil
Mapa da Estância Climática de Bragança Paulista
Coordenadas 22° 57' 07" S 46° 32' 31" O
País Brasil
Unidade federativa São Paulo
História
Fundação 15 de dezembro de 1763 (258 anos)
Administração
Prefeito(a) Amauri Sodré[1] (UNIÃO, 2022 – 2024)
Vereadores 19
Características geográficas
Área total [2] 513,589 km²
População total (estimativa IBGE/2021[3]) 172 346 hab.
Densidade 335,6 hab./km²
Clima tropical de altitude (Cwb)
Altitude 852 m
Fuso horário Hora de Brasília (UTC−3)
Indicadores
IDH (PNUD/2010[4]) 0,776 alto
PIB (IBGE/2017[5]) R$ 5 672 442,62 mil
PIB per capita (IBGE/2017[5]) R$ 34 553,72
Sítio Sítio oficial (Prefeitura)
Sítio oficial (Câmara)

Bragança Paulista, oficialmente Estância Climática de Bragança Paulista, é um município brasileiro do estado de São Paulo. É conhecida como "Cidade Poesia" e "Capital Nacional da Linguiça"[6] Está a uma altitude de 817 metros e sua população, conforme estimativas do IBGE de 2021, era de 172 346 habitantes.[3] Sendo a cidade mais populosa da região bragantina e a segunda mais rica, superada em PIB apenas por Atibaia.

Apesar de não ser a cidade que mais arrecada impostos na região, o município é sede da região e com isso tem o poder de aplicar a maior parte dos recursos provenientes do estado no território de sua sede regional, a própria cidade de Bragança Paulista. Assim é notável que possui de longe a maior infraestrutura urbana da região, com suas vias e avenidas extremamente largas, rotatórias grandes e imponentes, asfalto novo e dezenas de quilômetros em pista dupla e em duplicação para todos os lados dentro da cidade-sede enquanto cidades menores da região bragantina, que contribuem nessa arrecadação a exemplo Nazaré Paulista, que possui sua via principal (Estrada Serra Negra) ainda de terra e estreita pois não possui recursos, nem mesmo para a pavimentação dessa importante via regional.

Estância climática[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Estância turística

Bragança Paulista é um dos 12 municípios paulistas considerados estâncias climáticas pelo Estado de São Paulo, por cumprirem determinados pré-requisitos definidos por Lei Estadual. Tal status garante a esses municípios uma verba maior por parte do Estado para a promoção do turismo regional. Também, o município adquire o direito de agregar junto a seu nome o título de Estância Climática, termo pelo qual passa a ser designado tanto pelo expediente municipal oficial quanto pelas referências estaduais.

História[editar | editar código-fonte]

Território[editar | editar código-fonte]

Como marco da época dos Bandeirantes, foi erguida uma cruz, onde mais tarde seria implantada uma pequena capela, dando origem a um dos templos mais antigos da região, que ainda permanece: a Igreja Nossa Senhora Aparecida do Lopo.

No entanto, outras trilhas foram abertas, descendo pelo rio Jaguari, para descobrir pequenos veios de ouro no rio Camanducaia, atualmente banhando o município de Pedra Bela e em alguns pontos o município de Socorro. Essa trilha bem mais tarde se transformaria no antigo caminho Bragança – Pedra Bela.

Assim, já no século XVII, a Região Bragantina exercia papel importante na história do Brasil, por intermédio dos Bandeirantes.

No século XVIII, esses caminhos começavam a ser povoados por aventureiros, pecuaristas que aproveitaram as planícies com ricas pastagens naturais para povoá-las com rebanhos bovinos e equinos.

Ainda nesse século, a Região Bragantina, acompanhando a evolução brasileira, se torna grande produtora de café, principal produto de exportação do Império Brasileiro. O clima adequado, a fertilidade dos solos nas elevações da Mantiqueira possibilitava a produção do café das variedades arábicas, que se tornaria famoso e muito procurado pelos importadores internacionais.

Em toda essa evolução, inúmeras fazendas da região tornaram-se modelos, não somente pela produtividade, mas pelo requinte de suas edificações. Muitos dos empresários rurais, antes vivendo em casebres ou choupanas, mais tarde, construíram verdadeiros palácios, reflexo do acúmulo do capital do café.

Para cumprir uma promessa, Ignácia da Silva Pimentel e seu marido, Antônio Pires Pimentel, erguem uma capela em homenagem a Nossa Senhora da Conceição, numa colina à margem direita do Ribeirão Canivete (pequeno afluente do Rio Jaguari). A promessa, feita por Dona Ignácia, era pela recuperação de Antônio Pires Pimentel, doente e desenganado pelos médicos. Com o passar do tempo foi surgindo ao redor da capela um pequeno povoado, fundado em 15 de dezembro de 1763 com o nome de Conceição do Jaguari.

Em 13 de fevereiro de 1765, o povoado é reconhecido oficialmente com o nome de distrito de Paz e freguesia de Conceição do Jaguari. Alguns dias depois, Conceição do Jaguari é elevada a condição de Paróquia, recebendo seu primeiro vigário.

Em 17 de outubro de 1767, Conceição do Jaguari é elevada a condição de vila com o nome oficial de Vila Nova Bragança, nome esse ligado a tradição Portuguesa, cuja dinastia durante séculos governou Portugal e o Brasil.

Em 1797, José Nogueira, Geraldo Nogueira e João Nogueira Bueno, viviam em Conceição do Jaguary (Bragança Paulista), onde na época existiam apenas 25 casas habitadas. Nesse ano, vários cidadãos, inclusive os Nogueira, assinaram uma petição, solicitando a emancipação do lugar[7].

Em 1798 depois de elevada a vila com o nome de Nova Bragança a dita freguesia, é eleito por pelouro o 1.º juiz ordinário e de órfãos Sargento-mor Antonio Leme da Silva, natural de Mogi-Guaçu.

Em 24 de outubro de 1856, a vila se emancipa de Atibaia recebendo o nome de Bragança.

Igreja da Matriz de Bragança Paulista em 1949

Em 30 de novembro de 1944, para diferenciar-se da cidade do Pará de mesmo nome, Bragança recebe Paulista no nome e passa a chamar-se Bragança Paulista.

Em 25 de agosto de 1956, quando da instituição do brasão do município, foram gravadas em seu 1º quartel , homenageando os fundadores, as armas da família Pimentel, que são: verde, com cinco vieiras de prata, em santor; bordadura de prata, carregada com oito cruzes póteas de vermelho.

Em função do excelente clima, em 28 de outubro de 1964, Bragança Paulista é elevada a categoria de estância climática.

Em 1991, os distritos de Vargem e Tuiuti se emancipam de Bragança Paulista.

A região bragantina está situada entre as estâncias climáticas conhecidas como Circuito das Águas.

Brasão[editar | editar código-fonte]

Descrito em termos heráldicos: É um "Escudo clássico flamengo-ibérico encimado pela coroa mural de oito torres, de argente. Em campo de jalde, firmados em chefe, dois escudentes acostados, sendo o de dextra de sínopla com vieiras de argente postas em aspas, bordadura de argente carregada de oito cruzes páteas de góles e o de sinistra de argente com uma aspa de góles carregada de cinco escudetes de bláu, estes carregados de cinco besantes de argente; em abismo uma flôr-de-liz de bláu e ao termo um aguado de bláu e ondado de argente, como apoios do escudo, à destra e sinistra, galhos de café frutificados ao natural, entrecuzados em ponta, sobre os quais se sobrepõe um listel estilizado de góles, contendo em letras argentinas o topônimo "BRAGANÇA PAULISTA" e o moto latino "ad altiora".

Tem a seguinte interpretação simbólica: a) O escudo usado foi introduzido em Portugal na época quinhentista e herdado pela heráldica brasileira, como evocativo da raça colonizadora e principal formadora da nossa nacionalidade; b) A coroa é o símbolo universal dos brasões de domínio que, sendo de prata e de oito Torres, das quais apenas cinco são visíveis em perspectiva no desenho, classifica a cidade representada na Segunda grandeza, ou seja, sede de comarca; c) O metal ouro do campo do escudo, é símbolo heráldico de glória, explendor, riqueza, grandeza, soberania; d) No topo o escudete firmado à direita reproduz as armarias da família Pimentel, tido em homenagem aos fundadores da cidade, Antonio Pires Pimentel e sua Exma. Esposa, D. Ignácia da Silva Pimentel; o escudete firmado à esquerda reproduz as armarias da Casa Real de Bragança, em homenagem a S.M.D. João VI, em cuja honra foi tomado o nome da cidade; e) o metal prata, é símbolo de paz, amizade, trabalho, prosperidade, pureza e religiosidade; a cor sinopla (verde) simboliza a honra, civilidade, cortezia, abundância, alegria; o vermelho, simboliza a dedicação, amor-pátrio, audácia, intrepidez, coragem, valentia; f) Ao centro do escudo, a flor-de-lis de bláu (azul), é o símbolo de Nossa Senhora, evocando a Padroeira da cidade, Nª. Sª. da Conceição.; g) A cor azul é símbolo de justiça, nobreza, perseverança, zelo e lealdade; h) O aguado azul e ondado de prata, representa o Rio Jaguari, em cujas margens ergue-se a cidade; i) Os suportes são galhos de café frutificados, principal produto oriundo da terra dadivosa e fértil, esteio da economia municipal; j) No listel de vermelho, em letras prateadas, inscreve-se o topônimo identificador `BRAGANÇA PAULISTA` e o moto "ad altiora" (para as cousas mais elevadas)." [8]

Diocese[editar | editar código-fonte]

O Papa Pio XI, pela bula Ad Sacram Petri Sedem, criou em 24 de julho de 1925 a diocese de Bragança no Brasil, sendo a cidade de Bragança elevada à condição de "Cidade Episcopal". O seu território, em quase toda a extensão, foi tirado da Arquidiocese de São Paulo e, em parte, da então Diocese de Campinas, sendo nomeado Dom José Maurício da Rocha como primeiro bispo diocesano.

Política[editar | editar código-fonte]

Geografia[editar | editar código-fonte]

  • Área: 513,59 km²
  • Temperatura Média Anual: 17 °C
  • Precipitação anual: 1.400 mm
  • Altitude: média 850 m, máxima 1.700 m (Pico do Lopo)


Dados climatológicos para Bragança Paulista
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima média (°C) 25,8 25,8 25,3 24,0 22,1 21,2 20,4 22,1 23,2 24,0 24,7 25,2 22,4
Temperatura mínima média (°C) 16,0 16,2 15,4 13,2 10,4 8,9 8,2 9,2 11,2 13,0 14,4 15,4 12,0
Precipitação (mm) 236 199 158 76 52 50 31 39 66 131 146 213 1 397
Fonte: [1] CLIMATE-DATA

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

  • Rio Jaguari
  • Rio Jacareí
  • Rio Atibaia
  • Ribeirão Lavapés
  • Ribeirão Uberaba
  • Ribeirão Anhumas
  • Ribeirão Itapechinga
  • Ribeirão Terra Preta/Tijuco Preta
  • Ribeirão Taboão
  • Ribeirão Tabuão
  • Represas Jaguari e Jacareí (integrantes do Sistema Cantareira) com 50 km² de área coberta e 2,5 bilhões metros cúbicos de água[carece de fontes?]

Economia[editar | editar código-fonte]

  • IDH Renda: 0,772

Comércio, escolas e faculdades compõem a maior parcela da economia local, seguidos por indústrias (papeleira, alimentícia e eletrônica) e agricultura.

Carnaval[editar | editar código-fonte]

O Carnaval da cidade é composto por diversas escolas de samba, entre as quais: Acadêmicos da Vila, Nove de Julho, Dragão Imperial, Império Jovem e Unidos do Lavapés.

Demografia[editar | editar código-fonte]

  • População Total: 146.663 (Censo IBGE 2010)
Crescimento populacional
Censo Pop.
197063 676
198084 05032,0%
1991108 98029,7%
2000125 03114,7%
2010146 66317,3%
Est. 2021172 346[3]17,5%
Fonte:Confederacão Nacional dos Municípios (CNM)[9]
Mapa estatístico dos habitantes da cidade Bragança em 1832. APESP

Dados do censo de 2010

População Total: 146.663

  • Homens: 72.034
  • Mulheres: 74.629
  • Urbana: 142.174
  • Rural: 4.489
  • Eleitores: 93.835

Taxa de Natalidade: 1,88 por mulher

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Saúde
Educação
Faculdades

Comunicações[editar | editar código-fonte]

Telefonia[editar | editar código-fonte]

A cidade era atendida pela Companhia Telefônica Brasileira (CTB), que construiu em 1970 a central telefônica utilizada até os dias atuais. Em 1973[10] passou a ser atendida pela Telecomunicações de São Paulo (TELESP), que em 1998 foi privatizada e vendida para a Telefônica[11], sendo que em 2012 a empresa adotou a marca Vivo[12] para suas operações de telefonia fixa.

Rádio e Televisão[editar | editar código-fonte]

A cidade conta com a cobertura de diversas emissoras de televisão e rádio algumas situadas na própria cidade entre elas a TV Altiora,e a rádio Bragança AM, rádio 102 FM, O Caminho FM e Norte FM.


Transporte[editar | editar código-fonte]

Transporte aéreo[editar | editar código-fonte]

Ônibus municipal (urbano)[editar | editar código-fonte]

A cidade possui uma empresa que faz a ligação entre o movimentado centro da cidade aos demais bairros urbanos e rurais, o chamado transporte urbano, JTP Transportes - COM Bragança Paulista.

Ônibus intermunicipais e interestaduais[editar | editar código-fonte]

O terminal rodoviário de Bragança Paulista fica localizado na avenida dos Imigrantes nº 3700, no bairro do Matadouro.

Transporte ferroviário[editar | editar código-fonte]

O município de Bragança Paulista era a sede principal da Estrada de Ferro Bragantina, que entre os anos de 1884 e 1967, o ligava à cidade de Campo Limpo Paulista (onde se entroncava com a Estrada de Ferro Santos-Jundiaí) e posteriormente à cidade de Vargem, na divisa com o estado de Minas Gerais. A ferrovia durante anos, foi a principal escoadora das produções cafeeiras e agropecuárias das fazendas da região bragantina, além de ser a responsável pelo transporte intermunicipal de passageiros, garantindo impulsos econômicos a cidade que dispunha de cinco estações ferroviárias locais.

Em 21 de junho de 1967, os últimos trens de passageiros e de cargas circularam pela cidade, culminando com a desativação da ferrovia. Os trilhos foram retirados pouco tempo depois e atualmente as duas únicas antigas estações que restaram do município se tornaram moradias ou se encontram abandonadas.[13][14][15][16]

Rodovias[editar | editar código-fonte]

Esporte[editar | editar código-fonte]

Futebol[editar | editar código-fonte]

O Bragantino, clube local, é um time tradicional, tendo conquistado o campeonato paulista de 1990 e vice-campeão brasileiro em 1991, além dos títulos de campeão do brasileiro da série B e série C. Em nível amador a cidade possui um competitivo campeonato, onde se destacam times como Ferroviários (FAC), Legionário (LEC), Santa Luzia, São Lourenço e outros.[17]

Bragantinos ilustres[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Jesus Chedid, prefeito de Bragança Paulista, morre aos 83 anos». G1. Consultado em 3 de junho de 2022 
  2. IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010 
  3. a b c «Estimativa populacional 2021 IBGE». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 28 de agosto de 2021. Consultado em 28 de agosto de 2021 
  4. «Ranking IDH 2010» (PDF). Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 1 de Agosto de 2010 
  5. a b «Título ainda não informado (favor adicionar)». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 2 de agosto de 2020 
  6. «Bragança Paulista | Bragança Paulista - Capital Nacional da Linguiça | IndoViajar - Portal do Turismo». www.indoviajar.com.br. Consultado em 19 de fevereiro de 2017 
  7. HARRYS, Terry Gonçalves (1996). Ecos Distantes: primórdios e evolução histórica de Joanópolis. São Paulo: Ed. EDICON. pp. Caldeira Netto, op. cit., pp. 319–320 
  8. «Lei Ordinária 1168 Artigo 19 de 1971 de Bragança Paulista SP». leismunicipais.com.br. Consultado em 30 de agosto de 2017 
  9. Confederacão Nacional dos Municípios (CNM). «Demografia - População Total». Consultado em 20 de fevereiro de 2018 
  10. «Relação do patrimônio da CTB incorporado pela Telesp» (PDF). Diário Oficial do Estado de São Paulo 
  11. «Nossa História». Telefônica / VIVO 
  12. GASPARIN, Gabriela (12 de abril de 2012). «Telefônica conclui troca da marca por Vivo». G1 
  13. «Bragança Paulista -- Estações Ferroviárias do Estado de São Paulo». www.estacoesferroviarias.com.br. Consultado em 20 de dezembro de 2020 
  14. «Curitibanos -- Estações Ferroviárias do Estado de São Paulo». www.estacoesferroviarias.com.br. Consultado em 20 de dezembro de 2020 
  15. «Taboão -- Estações Ferroviárias do Estado de São Paulo». www.estacoesferroviarias.com.br. Consultado em 20 de dezembro de 2020 
  16. «Guaripocaba -- Estações Ferroviárias do Estado de São Paulo». www.estacoesferroviarias.com.br. Consultado em 20 de dezembro de 2020 
  17. «CAMPEÃ PAULISTA DE LIGAS MUNICIPAIS 2014». LIGA BRAGANTINA DE FUTEBOL. Consultado em 31 de agosto de 2018 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]