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Araçatuba

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Araçatuba
Município do Brasil
Panorama urbano de Araçatuba
Conjunto Ferroviário Central
Museu Marechal Rondon
Catedral Nossa Senhora Aparecida
Monumento Torii
Lagoa do Miguelão
Hino
Lema Compos Sui
"Senhor de Si"
Gentílico araçatubense
Localização
Localização de Araçatuba em São Paulo
Localização de Araçatuba em São Paulo
Localização de Araçatuba em São Paulo
Araçatuba está localizado em: Brasil
Araçatuba
Localização de Araçatuba no Brasil
Mapa
Mapa de Araçatuba
Coordenadas 21° 12′ 32″ S, 50° 25′ 58″ O
País Brasil
Unidade federativa São Paulo
Municípios limítrofes Gabriel Monteiro, Bilac, Birigui, Buritama, Santo Antônio do Aracanguá, Pereira Barreto, Mirandópolis, Lavínia, Valparaíso e Guararapes
Distância até a capital federal: 873 km
estadual: 522 km[1]
História
Fundação 2 de dezembro de 1908 (117 anos)
Administração
Prefeito(a) Lucas Zanatta (PL, 2025–2028)
Características geográficas
Área total [2] 1 167,126 km²
População total (estimativa IBGE/2025[2]) 208 415 hab.
 • Posição SP: 42º
Densidade 178,6 hab./km²
Clima tropical semiúmido (Aw)
Altitude 390 m
Fuso horário Hora de Brasília (UTC−3)
CEP 16010-000 até 16080-785
Indicadores
IDH (PNUD/2010[3]) 0,788 alto
 • Posição SP: 40°
PIB (IBGE/2018[4]) R$ 7,349 bilhões
 • Posição BR: 148°
PIB per capita (IBGE/2020) R$ 41 913,02
Sítio www.aracatuba.sp.gov.br (Prefeitura)
www.camaraaracatuba.com.br (Câmara)

Araçatuba é um município brasileiro no noroeste do estado de São Paulo, a uma latitude 21º 12'32" sul e a uma longitude 50º 25'58" oeste, estando a 390 m acima do nível do mar. Sua população estimada pelo IBGE para 1.º de julho de 2025 era de 208 415 habitantes.[2] Integra a Região Geográfica Intermediária de Araçatuba, da qual é o município mais populoso. Em 2019 tornou-se um Município de Interesse Turístico.[5] O município é formado somente pelo distrito sede, que inclui o povoado de Engenheiro Taveira.[6][7]

Seu nascimento remonta à expansão cafeeira e na passagem para o atual século sua economia era caracterizada pelo crescimento das lavouras de cana-de-açúcar. Este quadro inclui também a pecuária, atividade que a tornou conhecida no país como Capital do Boi Gordo devido às negociações da arroba do boi realizadas na Praça Rui Barbosa,[8] além da inclusão de outras criações de animais como a ovinocultura. De economia diversificada, o setor de serviços é o predominante na cidade. Araçatuba caracteriza-se também por ser um polo universitário da região noroeste do estado de São Paulo. Está servida pelo Gasoduto Brasil-Bolívia e a hidrovia Tietê-Paraná.[9]

Toponímia

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Do tupi: arasá, araçá, e tyba, ajuntamento. Ambos os termos estão em relação genitiva, o que dá a ideia de origem, pertencimento, e enseja a inversão dos termos (conforme indicam as setas).

A hipótese mais empregada é a forma como os índigenas poderiam ter utilizado para referir-se a região como abundante em araçás.[10] Araçatuba provém do tupi arasá, araçás e tyba, que significa ajuntamento. Ambos os termos, colocados em relação genitiva, dão o sentido de ajuntamento de araçás.[11]

Uma outra hipótese indica que o termo poderia ser o nome da filha de um cacique dos caingangues. Todavia, estudiosos afirmam que não pode ser um nome próprio etimologicamente.[10]

Numa matéria do Jornal A Comarca, de 2 de dezembro de 1964, existe uma contestação sobre o nome da cidade, pois na atualidade não existem tantos pés de araçás no município, árvore de fácil crescimento. De acordo com um livro de Odette Costa, História de Araçatuba, um antigo engenheiro civil afirmou que quando fazia medições de terra na região de Araçatuba, havia encontrado muitos araçás-silvestres e araçázinhos.[12]

História

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Avenida dos Araçás, construída sobre o antigo leito ferroviário no centro de Araçatuba. À direita, a estação ferroviária (foto de 2010).[13]

A história de Araçatuba está ligada intrinsecamente à construção da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil (NOB), que fora um empreendimento inserido na política de interiorização do país no início do século XX e de ligação com outras regiões da América do Sul. Os trabalhos tiveram início em 15 de novembro de 1904, com a construção do trecho que ligava Bauru à cidade de Itapura, nas margens do rio Paraná.[14]

No dia 2 de dezembro de 1908, os trilhos da Linha Tronco da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, chegaram ao quilômetro 280, nas proximidades do rio Tietê, onde foi montado um acampamento ferroviário. Um vagão deixado nesse local serviu provisoriamente como estação, a partir da qual se formou um novo núcleo populacional.[15]

Pela boa qualidade das terras da região, muitas famílias de agricultores passaram a se instalar no local a partir da década de 1910. Os primeiros contingentes foram formados principalmente por imigrantes italianos, ligados à abertura das áreas agrícolas e à expansão da lavoura cafeeira. Em seguida, somaram-se portugueses e espanhóis, em sua grande parte associados às demais atividades rurais, além de imigrantes sírios e japoneses, vinculados ao comércio e outras participações.[16]

Homenagem aos índios Caingangues, na Praça Rui Barbosa.

Além das doenças locais, os índios caingangues, que já habitavam a região, constituíam mais um obstáculo à ocupação das terras ainda cobertas por mata. O avanço da frente colonizadora resultou no deslocamento e no extermínio desses grupos indígenas.[17] Como forma de registro histórico, em 8 de julho de 2017, foi inaugurado, na Praça Rui Barbosa, um busto em homenagem aos caingangues, de autoria do artista plástico e fotógrafo Mário Silveira Bueno.[18]

Mapa de Araçatuba (1938).

No início da década de 1920, Araçatuba ainda se encontrava subordinada à comarca de Penápolis.[19] A emancipação administrativa foi formalizada em 8 de dezembro de 1921, por meio da Lei Estadual nº 1.812, que a elevou Araçatuba à categoria de município, após o desmembramento do território penapolense, com a instalação do distrito sede e da Câmara Municipal ocorrendo em 19 de fevereiro de 1922.[20] Em consonância com a reorganização regional do oeste paulista, em 1938, Araçatuba passou a incluir o distrito de Major Prado, oriundo de Monte Aprazível, mantendo essa configuração distrital até a separação administrativa de Santo Antônio do Aracanguá no final do século.

No decorrer do século XX, o município passou por diferentes ciclos econômicos que orientaram seu processo de crescimento. O primeiro deles foi o ciclo do café, associado à ocupação inicial do território e à formação da base agrícola do município. Em seguida, o ciclo do algodão ampliou a produção rural e diversificou a economia local. A partir da década de 1950, a pecuária passou a ocupar posição central na economia de Araçatuba, com a expansão da criação e da engorda de gado na região. Essa atividade foi facilitada pela disponibilidade de áreas rurais e pela posição do município nas rotas de circulação entre o centro-oeste brasileiro e o interior paulista.[21]

Embora a pecuária tenha permanecido presente nas décadas seguintes, a partir da década de 1970 ocorreu a expansão do cultivo da cana-de-açúcar e da produção sucroalcooleira, com redução relativa de sua centralidade econômica. Nos anos seguintes, Araçatuba diversificou suas atividades, com crescimento do setor industrial, do comércio, dos serviços e de atividades ligadas ao turismo e à educação superior, acompanhando o crescimento urbano e a ampliação de suas funções regionais.[22]

Após o desmembramento de Santo Antônio do Aracanguá, em 1991, Araçatuba passou a ser constituído apenas pelo distrito sede.[23]

Geografia

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Área arborizada

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Em 2011, a área arborizada do município era de 8%. Em 2016, segundo a Secretaria Municipal do Meio Ambiente, a área foi expandida para 11,5%. Segundo a Organização das Nações Unidas, a área arborizada recomendada é de 30% de cobertura.[24] Dados locais de 2017 apontam um déficit de 27,5 mil árvores no município.[25]

  • Parque Ecológico Baguaçu
    Zoológico Municipal Dr. Flávio Leite Ribeiro (Bosque)
    Parque da Fazenda
    Parque Ecológico Baguaçu – Fundado em 22 de novembro de 1988, o parque ocupa 9 hectares às margens do ribeirão Baguaçu.[26] Originalmente uma pedreira, foi reflorestado e abriga trilhas, flora nativa e aves, servindo também como espaço para atividades de educação ambiental e pesquisa.[27]
  • Zoológico Municipal Dr. Flávio Leite Ribeiro – Inaugurado em 1963 e reconhecido por lei municipal em 1976, ocupa cerca de 117.000 m² em área urbana. O bosque, abriga aproximadamente 40 espécies de animais, incluindo algumas ameaçadas de extinção, além de flora nativa e aves silvestres. O local também recebe atividades educativas e de pesquisa ambiental.[28] Também abriga o espaço Cidade da Criança, com miniaturas de construções históricas da cidade.[29]
  • Parque da Fazenda – Localizado a cerca de 5 minutos do centro da cidade, entre as avenidas dos Araçás e Dr. Alcides Fagundes Chagas, é administrado pela Prefeitura de Araçatuba. Possui trilhas, áreas de lazer e vegetação nativa e frutífera, sendo utilizado para atividades de educação ambiental e recreação.[30]
  • Lagoa do Miguelão – Revitalizada pela prefeitura, a lagoa conta com áreas de lazer e esportivas, incluindo pista de cooper, campo de futebol e quadras de malha e bocha. Localizada próxima ao Zoológico Municipal e à Praça da Juventude, é frequentada por moradores e visitantes para atividades físicas e recreativas.[31]
  • Parque Náutico Araçatuba “Dr. Milton Camargo” – Situado às margens da Rodovia Estadual Eliezer M. Magalhães, o parque é destinado a atividades aquáticas e recreação ao ar livre, com áreas para descanso e convivência, sendo frequentado para prática de esportes náuticos e lazer em contato com a natureza.[32]

Hidrografia

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Rio Tietê nas proximidades da Rodovia Elyeser Montenegro Magalhães (SP-463)
Córrego Machadinho na Avenida Pompeu de Toledo, afluente do Ribeirão Baguaçu.[33]

Araçatuba está localizada na Bacia do Paraná, atravessada pelos principais rios Tietê, Aguapeí e Ribeirão Baguaçu, além de córregos como Alvorada, Três Sete, Machadinho, Tropeiros, Bela Vista, Machado de Melo, Água Funda, Espanhóis, Paquere e Jacó.[34] O município possui rios perenes, cuja vazão apresenta variação entre os períodos de verão e inverno, e situa-se sobre o Aquífero Guarani.[35] O abastecimento de água em Araçatuba é realizado principalmente pelo Ribeirão Baguaçu, responsável por cerca de 50% da captação,[36] pelo Rio Tietê, com 40%,[37] e por poços profundos, que fornecem os 10% restantes.[38]

O Ribeirão Baguaçu nasce em uma mina de rochas na divisa dos municípios de Braúna e Coroados, no sítio São Sebastião, e segue pelos municípios de Bilac e Birigui antes de chegar a Araçatuba. A mina da Boiadeira é uma das nascentes do córrego Machado de Melo.[39]

Os solos predominantes no município são:

  • Latossolo vermelho-escuro fase arenosa (90%). É um tipo de solo originado do arenito Bauru, sem cimento calcário e apresenta cor vermelha.
  • Solo podsolizado variação Lins (4%). Solo arenoso.
  • Solo podsolizado variação Marília (4%). Solo arenoso.
  • Solo hidromórfico (2%). Solo arenoso.

Ocupa a área de transição entre o regime tropical do Brasil Central e o subtropical do Sul do país.

Segundo dados do Centro Integrado de Informações Agrometeorológicas (CIIAGRO), a menor temperatura registrada em Araçatuba foi de 1,8 °C nos dias 28 de junho de 2011 e 8 de julho de 2019.[40][41] A maior atingiu 42 °C em 12 de novembro de 2003 e 28 de setembro de 2004.[41][42] O maior acumulado de chuva em 24 horas chegou aos 198 mm em 6 de janeiro de 2007. Outros acumulados iguais ou superiores a 100 mm foram: 187 mm em 8 de janeiro de 1999, 158 mm em 9 de janeiro de 1999, 121 mm em 3 de fevereiro de 2000, 120,3 mm em 2 de outubro de 2001, 112,3 mm em 10 de janeiro de 2004, 111 mm em 15 de janeiro de 2007, 103,8 mm em 21 de janeiro de 2008, 103,5 mm em 15 de março de 2011 e 102,4 mm em 24 de setembro de 2002.[41]

Dados climatológicos para Araçatuba
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima recorde (°C) 41 40 38 38 34,2 34 35,7 38,9 42 41 42 41 42
Temperatura máxima média (°C) 31,8 32,3 31,9 31 27,5 26,8 27,6 29,9 31,3 32,4 32,1 32,4 30,6
Temperatura mínima média (°C) 21,1 21,5 20,9 19,3 15,7 14,5 14,1 15,4 17,6 19,5 20,2 21,1 18,4
Temperatura mínima recorde (°C) 14 15,7 15,6 8,2 5,2 1,8 1,8 2,1 5 10 13,3 15 1,8
Precipitação (mm) 301,5 200 136 75,5 65,8 44,1 23,4 27,8 83,3 105,5 129,3 172,1 1 364,3
Fonte: CIIAGRO-SP (médias climatológicas: 1996-2020;[40][42][43] recordes de temperatura: 01/04/1996-presente)[41]

Qualidade do ar

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Em 2009, Araçatuba foi classificada como uma localidade que está em processo de saturação por ozônio (O3). A saturação por este tóxico pode provocar uma série de doenças, como ataques cardíacos, aumento da probabilidade de ocorrência de câncer e envelhecimento precoce. Também há risco de desequilíbrio ambiental.[44]

Em 2011, era considerada a terceira pior cidade do estado de São Paulo em relação à qualidade de ar, com uma média de 58 μg/m³ de material particulado. O ideal, de acordo com a OMS, seria de 20 μg/m³.[45]

Descargas elétricas

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Araçatuba, no biênio 2005-2006, era a 528° no estado de São Paulo em número de descargas atmosféricas, com densidade de 2,2051 raios/km² ao ano. No biênio seguinte, ficou em 511° no estado com densidade de 1,6615 raios/km² ao ano.[46] Em 2008, ocorreram duas mortes por raios na cidade.[47]

Houve elevação da densidade de descargas elétricas no município no biênio 2009-2010 ,com uma taxa de 7,1673 raios/km² ao ano, ocupando no ranking do estado a posição de número 560.[48]

Em 2013 caíram na cidade 3 155 raios. A média atualizada coloca Araçatuba como uma região de alta incidência de descargas atmosféricas com uma média de 6,9 raios por km² anuais.[49]

Demografia

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Crescimento populacional
Ano População Total
192514 611
193475 535417,0%
193740 000−47,0%
194045 72114,3%
194642 618−6,8%
195059 45239,5%
195874 02224,5%
196081 2639,8%
1970108 51233,5%
1980129 30719,2%
1991159 55723,4%
2000169 2546,1%
2010181 5797,3%
2022200 12410,2%
Est. 2025208 415[50]4,1%
Fontes:[51][52][53][54]
Censos Demográficos IBGE e Estimativas SEADE

População

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Em 2010, a população do município foi censeada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 181 579 habitantes,[2] sendo o quadragésimo segundo mais populoso do estado, apresentando uma densidade populacional de 155,54 habitantes por km². Segundo o censo, 87 337 habitantes eram homens e 94 281 habitantes eram mulheres. Ainda segundo o mesmo censo, 178 077 habitantes viviam na zona urbana e 3 502 na zona rural. Ainda segundo o censo, naquele ano o percentual de pessoas que viviam sozinhas no município era de 14%.[55] Em relação aos domicílios, Araçatuba tinha 60 561, com média de 3 habitantes por unidade.[56]

O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) de Araçatuba, considerado elevado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), é de 0,788, sendo o 40° maior de todo estado de São Paulo. A renda per capita em 2010 é de 1036,09 reais. O coeficiente de Gini, que mede a desigualdade social, era em 2013 de 0,47.[57]

Cor/Etnia[58] Percentagem
Branca 65%
Negra 4,75%
Parda 28,0%
Amarela 2,8%
Indígena 0,1%

Política e administração

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Símbolos

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A bandeira do município foi desenhada por Juvenal Paziam. Possui listras brancas, que representam a paz política e azuis, que representam o céu de Araçatuba. Ao total, nove listras, que significam a nona região administrativa do Estado. A primeira e a última listra são sempre brancas.[59] O brasão foi desenhado por Lauro Deodato em 1960,[carece de fontes?] e possui um escudo português que apresenta um fundo prateado, simbolizando nobreza, lealdade e glória. Ele é sustentado por uma rama de algodão à direita e uma rama de café frutificado à esquerda. Uma coroa de três torres, posicionada acima do escudo, representa a defesa da cidade. Abaixo dele, há a inscrição latina "Compos Sui".[60] O hino do município foi escrito por Sarah P. Barbosa e a música é de José Raab. Foi oficializado em 1982, pela lei municipal nº 2.415.[61]

O cupim casqueirado, prato típico de Araçatuba, foi criado por Sérgio Montoro, do bar Kiara, e é servido desde 1989. A receita é reconhecida oficialmente pela Lei Municipal n° 7.324.[62]

Cidades irmãs

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Calçadão de Araçatuba, no centro da cidade.

O Produto Interno Bruto (PIB) municipal, segundo os dados do IBGE relativos a 2023, foi de 11 457 739,50 mil reais a preços correntes. O PIB per capita no mesmo ano era de 57 253,2 reais.[64] Em relação ao setor econômico, os serviços lideram o valor bruto municipal, seguido pela indústria, com a agropecuária em último lugar.[65]

Araçatuba responde por cerca de 30,2% da riqueza produzida em sua região administrativa. No primeiro trimestre de 2024, as exportações totalizaram US$ 22,9 milhões, com um aumento de 92,8% em relação ao mesmo período de 2023, e as importações somaram US$ 16,0 milhões, representando um superávit comercial de US$ 6,9 milhões.[66] No acumulado do ano, as exportações atingiram US$ 70,0 milhões.[67] Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, com base no Caged, foi o 40.º município paulista que mais gerou empregos formais em 2024.[68]

Setor primário

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A agricultura é o setor menos relevante da economia do município, representando 1,7% do PIB. Em 2021, o valor adicionado bruto da agropecuária foi de 136 998,28 mil reais.

Segundo o IBGE, o município possuía nesse período um rebanho de 63 804 bovinos, 1 860 equinos, 2 520 suínos, 250 caprinos, 9 139 ovinos e 60 153 galináceos. A produção de leite atingiu 6 165 mil litros, obtidos de 3 320 vacas, e foram produzidas 755 mil dúzias de ovos de 56 000 galinhas. Na lavoura temporária são produzidos principalmente a cana-de-açúcar (2.560.000 toneladas), a soja (18 144 toneladas) e o sorgo (13 500 toneladas). Na lavoura permanente, destacou-se a banana (93 hectares), seguida pelo café (57 hectares) e pelo coco-da-baía (53 hectares).[69]

Setor secundário

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Unidade da Nestlé em Araçatuba

A indústria constitui o segundo setor mais relevante da economia local. Em 2021, o valor adicionado bruto da indústria (setor secundário) atingiu 1 312 463,6 mil reais, correspondendo a 16,25% do PIB municipal.[70] O perfil industrial é caracterizado por empresas de médio e grande porte, além de considerável contingente de microempresas e pequenas indústrias.[71] Segundo a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do IBGE em 2023, foram contabilizados 774 estabelecimentos industriais em Araçatuba.[72]

A atividade industrial do município organiza-se em parques industriais e caracteriza-se pela diversidade de segmentos produtivos, entre os quais se incluem os produtos alimentícios, a fabricação de móveis planejados, a criação e o abate de avestruzes, a produção de medicamentos fitoterápicos, equipamentos hospitalares e fios cirúrgicos, bem como a produção de insumos químicos e de instrumentação industrial.[73] Entre as unidades de destaque estão a Nestlé, em operação no município desde 1963,[74] e a Colormaq, inaugurada em 1976.[75] Em Araçatuba, a produção de etanol (álcool etílico) correspondeu a 48,2% da pauta exportadora municipal em 2022.[76] O município ocupou a 12.ª posição no ranking nacional de exportações do produto e a 10.ª no âmbito estadual.[77]

Setor terciário

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Araçatuba Shopping Center

O setor terciário é atualmente a principal fonte geradora do PIB de Araçatuba. Em 2021, o valor adicionado bruto dos serviços totalizou 5 822 670,18 mil reais, correspondendo a 72,1% da renda municipal, enquanto a administração pública respondeu por 803 250,2 mil reais, o equivalente a 9,95% do total.[78]

Segundo o IBGE, em 2023, o município registrava 17 958 unidades locais e 16 659 empresas e estabelecimentos comerciais atuantes, que empregavam 79 624 pessoas, das quais 58 953 eram trabalhadores assalariados. Os salários e outras remunerações somaram 5 968,42 mil reais, e o salário médio mensal era equivalente a 2,4 salários mínimos.[79] Segundo a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), em 2024, havia 27 869 empregados dos quais 40,5% estavam concentrados no setor de serviços e 37,5% no comércio.[80] Em 2019, o setor supermercadista do município concentrava aproximadamente 31% do faturamento regional e 0,4% do faturamento do estado.[81] Em Araçatuba funcionam dois centros comerciais fechados: o Araçatuba Shopping Center, inaugurado em 1995,[82] e o Shopping Praça Nova, inaugurado em 2014.[83]

Índice FIRJAN de desenvolvimento dos municípios

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Edição 2014 (ano base 2005)
Título Posição IFDM Emprego e renda Educação Saúde
Posição nacional 160° 0,7806 0,6259 0,5593 0,9145
Edição 2014 (ano base 2008)
Título Posição IFDM Emprego e renda Educação Saúde
Posição nacional 157° 0,8042 0,6886 0,9005 0,8234
Edição 2014 (ano base 2009)
Título Posição IFDM Emprego e renda Educação Saúde
Posição nacional 77° 0,8275 0,7750 0,8897 0,8180
Edição 2014 (ano base 2010)
Título Posição IFDM Emprego e renda Educação Saúde
Posição nacional 106° 0,8380 0,8008 0,9225 0,7908
Edição 2014 (ano base 2011)
Título Posição IFDM Emprego e renda Educação Saúde
Posição nacional 191° 0,8224 0,7705 0,9299 0,766
Edição 2015 (ano base 2012)
Título Posição IFDM Emprego e renda Educação Saúde
Posição nacional 232° 0,8249 0,7952 0,9322 0,7473
Edição 2015 (ano base 2013)
Título Posição IFDM Emprego e renda Educação Saúde
Posição nacional 191° 0,8305 0,7930 0,9385 0,7598

Infraestrutura urbana

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A rede de saúde de Araçatuba reúne estabelecimentos públicos e privados e, segundo o Ministério da Saúde, apresentou 95,45% de cobertura da atenção primária em 2022.[84] A atenção básica municipal é composta por cerca de 46 unidades de saúde,[85] incluindo 20 Unidades Básicas de Saúde (UBS),[86] das quais três estão em áreas rurais. Existem 4 Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), que entre abril e agosto de 2025, registraram 9 379 atendimentos.[87]

O principal hospital público do município é a Santa Casa de Araçatuba, fundada em 1927 como Hospital Sagrado Coração de Jesus. Trata-se do hospital filantrópico mais antigo da cidade, com atendimento a cerca de 40 municípios, atuação em aproximadamente 28 especialidades e oito leitos de obstetrícia clínica destinados ao SUS.[88] O município também administra o Hospital Municipal (Hospital da Mulher), com 6 leitos obstétricos para o SUS.[89] Existe uma unidade do Ambulatório Médico de Especialidades (AME), que serve de referência para 28 municípios. Em 2024, a instituição contabilizou mensalmente cerca de 8 mil consultas médicas em cerca de 20 especialidades médicas, 1 966 consultas não médicas e 17 927 exames diagnósticos.[90] No setor privado, o Hospital Unimed Araçatuba dispunha de 131 leitos para internações clínicas, cirúrgicas, obstétricas e pediátricas, já tendo sido incluído em rankings nacionais e internacionais de avaliação hospitalar.[91]

Indicadores de saúde apontam que, em 2010, a expectativa de vida ao nascer era de 75,69 anos. Em 2022, a taxa de mortalidade infantil foi de 13,91 óbitos por mil nascidos vivos, com 28 óbitos registrados e 189 partos de mães com até 19 anos.[92] A taxa de mortalidade por suicídio passou de 4,13 por 100 mil habitantes em 2016 para 9,24 em 2017, enquanto a taxa de mortalidade por doenças não transmissíveis reduziu-se de 353,41 para 333,55 por 100 mil habitantes no mesmo período.[93] Em 2009, 206 óbitos foram causados por doenças do aparelho circulatório, e era a principal causa de morte no município. Os casos mais frequentes ocorreram por infarto e acidente vascular cerebral (AVC), seguidos de câncer.[94] No início de 2023, havia 1 085 pessoas em tratamento contra a AIDS em Araçatuba.[95]

O controle de zoonoses envolve vacinação antirrábica, manejo de animais suspeitos e ações educativas. Em 2010, foram registrados casos de raiva em animais, e em 2022 seis morcegos foram diagnosticados com a doença; houve registro de raiva felina em 2010 e de raiva canina em 1996.[96]

Educação

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Campus da Universidade Estadual Paulista em Araçatuba

Araçatuba dispõe de rede de ensino distribuída pelas áreas urbana e periférica e abrange unidades das redes municipal, estadual e privada. De acordo com o censo demográfico de 2022, a rede educacional era composta por 74 escolas de educação infantil, 81 escolas de ensino fundamental e 37 escolas de ensino médio. No ensino infantil, foram registradas 9 495 matrículas, sendo 4 927 em creches e 4 568 na pré-escola, atendidas por 714 docentes. O ensino fundamental registrou 21 972 matrículas com 1 336 professores, enquanto o ensino médio contabilizava 7 585 matrículas e 601 docentes.[97]

O desempenho da rede pública segundo o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), em 2023, foi de 6,9 nos anos iniciais do ensino fundamental e de 5,6 nos anos finais.[98] Em relação ao acesso à educação, 91,87% das crianças de 4 a 5 anos estavam matriculadas e frequentando a escola no município, enquanto a taxa de escolarização da população de 6 a 14 anos de idade foi de 98,67%.[99] A taxa de pessoas não alfabetizadas em Araçatuba foi de 2,6%.[100] O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostra que, em 2024, 35,9% do eleitorado de Araçatuba possui o ensino médio completo. No total, foram registrados 145 682 eleitores aptos a votar, dos quais 52 305 se encontram nessa condição. Os eleitores com ensino superior completo representam 20,33% do total, somando 29 615 pessoas.[101]

O ensino superior em Araçatuba é oferecido por instituições públicas e privadas. Em 2011, das 19 494 matrículas registradas em cursos presenciais, a maior parte ocorreu em instituições privadas, correspondendo a 15 594 matrículas, enquanto o setor público registrou aproximadamente 4 000 matrículas.[102] A rede pública conta com a Faculdade de Tecnologia Professor Fernando de Amaral Almeida (Fatec Araçatuba), vinculada ao Centro Paula Souza, inaugurada em 2008. No setor privado, o ensino superior iniciou-se com o Centro Universitário Toledo (Unitoledo) em 1966, seguido pela Fundação Educacional Araçatuba (FEA), criada em 1967 e com o primeiro curso iniciado em 1989. Nos anos seguintes, estabeleceram-se na cidade o Unisalesiano (1974) e a Universidade Paulista (Unip) (1988). Além da modalidade presencial, graduações são oferecidas a distância e no formato semipresencial.[103]

Ciência e tecnologia

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Araçatuba desenvolve atividades vinculadas aos campos da ciência, tecnologia e inovação, com a participação do poder público, de instituições de ensino e de empresas de base tecnológica. A inclusão do município em iniciativas estaduais voltadas a esse setor teve início em 2010.[104]

O município também participa da Rede Paulista de Centros de Inovação Tecnológica por meio do Centro de Inovação Tecnológica de Araçatuba, cuja gestão é realizada pela Fundação para o Desenvolvimento da Unesp (Fundunesp).[105] A infraestrutura atua para o desenvolvimento de projetos de pesquisa aplicada e inovação tecnológica, possuindo laboratórios e espaços de trabalho e capacitação, com foco na articulação entre universidades, empresas e o setor público.[106] Entre as atividades do Centro de Inovação Tecnológica de Araçatuba, está a participação de empresas de base tecnológica, como a Solinftec,[107] e de empresas da indústria instalada no município, a exemplo da Nestlé.[108] Araçatuba também sedia o Voti Tech – Summit de Tecnologia e Inovação da Alta Noroeste Paulista, fórum que congrega agentes locais e regionais em debates, exposições de negócios e sessões de investimento dedicadas à tecnologia e inovação.[109]

Transportes

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Aeroviário

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Terminal do Aeroporto Estadual Dário Guarita (ARU)

Araçatuba abriga o Aeroporto Estadual Dario Guarita, cuja construção teve início na década de 1950. Posteriormente transferido ao controle do governo paulista, o terminal foi modernizado e reinaugurado como aeroporto estadual regional em 1991.[110] Em 2011, foi o quarto mais movimentado do interior do estado de São Paulo, registrando cerca de 75,5 mil passageiros entre voos regulares e não regulares.[111] O aeroporto possui pista de 2120 metros e é classificado como Classe II-B pelo Regulamento Brasileiro de Aviação Civil (RBAC) da ANAC.[112]

O aeroporto conta com operações de empresas aéreas, oferecendo voos para Campinas e Guarulhos.[113]

Ferroviário

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Aspecto da antiga estação ferroviária de Araçatuba ainda com operações da RFFSA. Atualmente, a área é ocupada pela Avenida dos Araçás.

O transporte ferroviário em Araçatuba teve início em 1908, com a inauguração da estação original da Linha Tronco da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil (NOB), considerado um dos marcos fundamentais para o crescimento do município. A operação passou depois à Rede Ferroviária Federal (RFFSA), que manteve o transporte de passageiros na estação central até o começo da década de 1990.[114]

O aumento do tráfego urbano e a necessidade de eliminar cruzamentos na área central motivaram o desvio do traçado original. Em 1992 foi construída, em área afastada do centro, a quarta estação da cidade, ligada a uma variante da linha.[115] Com isso, os s trilhos antigos foram retirados da região central e o leito desativado deu lugar à Avenida dos Araçás.[116]

Até sua desativação, a estação central recebia trens de passageiros de longo curso com destino a Bauru e Corumbá; esse serviço foi encerrado em janeiro de 1993. Em 1996, a Superintendência Regional 10 (SR-10) da RFFSA, responsável pela NOB, passou à iniciativa privada para exploração exclusiva de cargas, integrando posteriormente a Malha Oeste sob concessão da Rumo Logística.[117][118] Um pátio foi implantado na variante, utilizado para o escoamento de produtos agrícolas como álcool e açúcar. A estação construída em 1992 permaneceu sem utilização.[119] A região central também contou com o entroncamento do Ramal de Lussanvira, que ligava Araçatuba a Pereira Barreto. O ramal foi desativado em 1961 e depois erradicado por decreto federal, tendo parte de seu antigo leito submersa com a formação do lago da Barragem Três Irmãos.[120]

Rodoviário

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Terminal Rodoviário de Araçatuba

O Terminal Rodoviário de Araçatuba foi inaugurado no início da década de 1970, é o principal ponto de embarque e desembarque da cidade, estando localizado próximo ao Paço Municipal.[121] Um projeto para construção de uma nova estrutura envolvendo parceria público-privada, a ser localizada no bairro São Rafael, foi discutido e posteriormente lançado ao longo de 2024,[122] mas acabou suspenso no ano seguinte.[123]

A malha rodoviária do município conecta outras cidades do interior paulista e regiões próximas, sendo cortada ou próxima a rodovias de importância estadual, como a SP-300 (Via Marechal Rondon) e a SP-463 (Rodovia Elyeser Monte Negro Magalhães).[124]

Terminal urbano Nelson Reis Alves

A administração municipal de Araçatuba é responsável pelo controle e manutenção do trânsito, incluindo a fiscalização das vias públicas, a regulamentação do transporte de passageiros e a elaboração de projetos de mobilidade urbana. Além do transporte coletivo, a prefeitura regula os serviços de mototáxi e de transporte por aplicativos.[125]

O transporte público coletivo é realizado principalmente por ônibus urbanos operados pela TUA – Transportes Urbanos Araçatuba, e centralizado no Terminal urbano Nelson Reis Alves.[126] Em 2022, havia cerca de 28 linhas diurnas e 13 noturnas,[127] com as informações sobre pontos, linhas e horários disponibilizadas pelo aplicativo oficial da empresa.[128] O serviço de mototáxi é regulamentado desde 2001, com identificação obrigatória do condutor e da moto, além de alvará de funcionamento concedido pela prefeitura.[129] Os serviços de transporte por aplicativo começaram a operar no município em 2018, e estendeu-se mais tarde para serviços locais por aplicativo como o Zero18App.[130]

Em relação à frota municipal, em 2020 contabilizou 177.307 veículos,[131] um aumento de 44% em relação a 2010 ocupando a 30ª maior do estado.[132] Os automóveis, motocicletas e caminhonetes eram os mais numerosos. Em 2010, o transporte público disponibilizava dez ônibus adaptados para pessoas com mobilidade reduzida, sendo um veículo para cada 4,2 mil habitantes; em 2011.[133]

O relevo predominantemente plano do município favorece o uso de bicicletas, que é facilitado pela presença de ciclofaixas na área urbana.[134][135][136]

Tipo de veículo Números (março de 2013)[137]
Automóveis 83806
Caminhões 3595
Caminhão-trator 1203
Camionetas 11477
Motocicleta 45324
Motonetas 14875
Ônibus 839
Micro-ônibus 323

Segurança e criminalidade

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Helicóptero Águia da Polícia Militar de Araçatuba

Araçatuba conta com a atuação da Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP), incluindo uma unidade do Batalhão de Ações Especiais de Polícia (BAEP), Polícia Civil, Polícia Federal e Guarda Municipal.[138] Esta última, criada oficialmente em 1949 pelo ex-prefeito Joaquim Geraldo Corrêa, funcionava de forma provisória desde 1930, por iniciativa do ex-prefeito Edgar Joaquim Bastos, sendo responsável pela fiscalização do trânsito e pela segurança de prédios públicos e vias municipais.[139] O município também possui duas unidades da Fundação Casa destinadas a menores infratores.[140]

Em 2010, o índice de homicídios cresceu 19,4% em relação ao ano 2000, divergindo da tendência do estado de São Paulo, que apontou queda de 67% para o período.[141] Em 2004, Araçatuba registrou 49 homicídios, o maior número de casos para o município entre 2000 e 2010, enquanto o menor registro ocorreu em 2009, com 14 casos.[142] Segundo relatório da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP), Araçatuba foi classificada como uma das cidades mais violentas da região noroeste do estado em 2010.[143] No mesmo ano, o Instituto Sangari indicou que o município ocupava a 259.ª posição no país em relação à taxa de homicídios na população entre 15 a 24 anos, apresentando queda nesse número entre 2003 e 2007.[144] Para óbitos por acidentes de trânsito, dados agregados da região noroeste paulista indicaram a ocorrência de 1.408 registros entre 2002 e 2011, colocando o município como um dos mais violentos no trânsito do estado durante esse período.[145]

A região noroeste paulista registrou quedas em alguns indicadores de violência urbana entre 2008 e 2009, conforme informado pela PMESP. Em 2011, o patrulhamento em Araçatuba foi ampliado com a inauguração de uma base de Radiopatrulha Aérea, que disponibilizou helicóptero Águia para operações de resgate e combate ao crime em um raio de aproximadamente 26 mil km². Segundo a PMESP, as estruturas de policiamento e o novo reforço aéreo, contribuíram para reduções em ocorrências violentas na região.[146] Os roubos em geral em Araçatuba diminuíram para 172 em 2025, contra 256 ocorrências no ano anterior, sendo este o menor registro desde 2001.[147][148]

Homicídios em Araçatuba
Dados do Instituto Sangari (exceto 2001)
Ano N° de homicídios[149]
2000 36
2002 38
2003 24
2004 29
2005 22
2006 17
2007 15
2010 43

Serviços e comunicação

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O serviço de abastecimento de água e esgoto de Araçatuba é realizado pela empresa Soluções Ambientais de Araçatuba (SAMAR), que sucedeu a autarquia municipal Departamento de Água e Esgoto de Araçatuba (DAEA). Segundo dados de 2010, a cobertura do serviço era de 97% para água e esgoto, mas registrava uma perda de 40% da água tratada na rede de distribuição.[150] A captação principal é feita no rio Tietê, através da ETA Tietê "José Marques Lopes", inaugurada em 2013. Em 2021, a estação apresentava uma capacidade de produção de 24 milhões de litros por dia, sendo Araçatuba o primeiro município não ribeirinho do estado a utilizar esse manancial.[151] Em 2013, havia onze reservatórios de água potável em Araçatuba,[152] e foram identificadas 8 áreas de subsolo contaminadas por combustíveis e hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (HAPs).[153] A rede coletora de águas pluviais tinha extensão de 73 km em 2015 e um percentual de 10% de ruas com galerias.[154]

Os serviços de limpeza urbana são realizados pela empresa Monte Azul Engenharia.[155]

O abastecimento de energia elétrica é de responsabilidade da Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL).

O sistema de telefones automáticos foi inaugurado na cidade em 1956 pela Cia. Telefônica Rio Preto,[156][157] e administrada pela Companhia Telefônica Brasileira (CTB).[158] O sistema de discagem direta à distância (DDD) foi implantado em 1977 pela Telecomunicações de São Paulo (TELESP) com o código de área (0186).[159] Na década de 1990, o código DDD foi alterado para (018), para padronização com a telefonia celular em implantação no estado.[160] O serviço de telefonia móvel é oferecido por diversas operadoras, com a tecnologia 5G implementada no município a partir de 2023.[161] Em 2015, existiam 41 849 acessos de internet por banda larga no município.[162]

Cultura e lazer

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Expressão típica

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A expressão "vôti, véio", que significa espanto, é popular entre os moradores da cidade e nasceu na região.[163] A expressão "vôti" existe na região Nordeste.[164][165]

Exposição agropecuária

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Evento tradicional do setor agropecuário, ocorre anualmente no Recinto de Exposições Clibas de Almeida Prado. É a terceira maior festa deste tipo do Brasil.[carece de fontes?]

Patrimônio histórico

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  • Casa de Cultura Professor Adelino Brandão[166]
  • Museu Histórico e Pedagógico Marechal Cândido Rondon, construído em 1921, inicialmente conhecido como Casa do Engenheiro, pois era residência do engenheiro mestre da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil.[166]
  • Capela Santo Onofre - erguida em 1915.[166]

As primeiras práticas futebolísticas em Araçatuba começaram em 1914, com a criação da agremiação local América Futebol Clube, que utilizava a Praça Rui Barbosa como campo para as partidas amadoras. Em 1917 formou-se o Esporte Clube Noroeste, dando continuidade à estruturação do esporte na cidade.[167]

A equipe da Associação Esportiva Araçatuba (AEA), fundada em 15 de dezembro de 1972, representa a cidade no futebol paulista. Disputou a Série A1 entre 1995 e 2000, após conquistar o título da Série A2 em 1994.[168] Tem como mascote o "Canário" e tem no Bandeirante Esporte Clube, da cidade vizinha de Birigui, o seu maior rival.[169][170]

Antes da criação da Associação Esportiva Araçatuba, em 1972, o município contou com agremiações como São Paulo, Ferroviário Esporte Clube, Flamengo Futebol Clube, Associação Atlética Assistência e Esporte Clube Tião Maia, todas atuantes nas divisões inferiores do futebol paulista.[171]

Além da AEA, Araçatuba possui o Atlético Esportivo Araçatuba, o “Tigrão”, fundado em 5 de outubro de 2002. O clube alcançou a Série A3 em 2010, após o vice-campeonato da então Série B (4ª divisão), mas interrompeu suas atividades profissionais no mesmo ano. A tentativa de fusão com a AEA não avançou, e ambas as equipes voltaram a disputar a Série B do Campeonato Paulista, utilizando o Estádio Municipal Adhemar de Barros como mando.[171]

No basquete feminino, a cidade teve grande representatividade no cenário nacional no auge da modalidade, desde o final da década de 1980 até o final da década de 1990, revelando grandes atletas que chegaram à seleção brasileira, com destaque para as três irmãs Luz, filhas do treinador Nelson Luz, o popular "Morto", que figuraram na seleção e até na WNBA.[172]

Em 1915, surgia a banda Progresso de Araçatuba, regida pelo maestro Aquilino Silva, que tinha seu foco em dobrados, mazurcas e maxixes. Depois em 1917, veio a surgir a Lira Araçatubense. No ano seguinte, mais bandas vieram a surgir: uma regida pelo maestro Alcindo Nunes e a banda União Operária de Araçatuba.[173] No Dia do Trabalho do ano de 1919, fundiram-se a banda de Alcindo Nunes e a União Operária de Araçatuba, sob regência de Zico Seabra.[174]

Em 2010 a Fanfarra Municipal de Araçatuba (FAMA) conquistou três prêmios no 1º Concurso Nacional de Fanfarras e Bandas, realizado em São Sebastião, cidade do litoral norte de São Paulo. Até aquele ano, o grupo musical fundado em 1994, já havia conquistado cinco campeonatos nacionais e estaduais.[175] Em 2010 foi hexacampeã no Concurso de Fanfarras de Francisco Morato.[176]

Biblioteca

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Interior da Biblioteca Rubens do Amaral

A Biblioteca Pública Municipal Rubens do Amaral possui diversas obras em seu acervo, revistas e registros de todos os jornais da cidade. Disponibiliza o Programa Acessa São Paulo, que permite que usuários acessem a Internet. Ao total, a biblioteca conta com 62 mil títulos.[177]

Araçatuba possui 6 museus: Museu Histórico e Pedagógico Marechal Cândido Rondon; Museu do Som, Imagem e Comunicação; Museu Rintaro Takahashi; Museu de Arte Infanto-Juvenil e Museu de Artes Plásticas.[carece de fontes?]

O Museu Histórico e Pedagógico Marechal Cândido Rondon, localizado na antiga casa do engenheiro da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil (NOB), reúne peças de valor histórico da ocupação de Araçatuba. O acervo possui aproximadamente 8 mil peças: móveis, objetos pessoais, ferramentas e equipamentos utilizados nas ferrovias que motivaram a ocupação da região, roupas, selos, moedas, cédulas, fotos, documentos etc[178]. Os objetos foram cedidos pelos descendentes das famílias dos pioneiros da construção de Araçatuba. Em 2006, o museu recebia em torno de 500 a 800 visitantes por mês.[179] Foi tombado pelos órgãos competentes em 1994.[180]

Museu de Artes Plásticas (MAAP)

O Museu do Som, Imagem e Comunicação, criado na Universidade Aberta da Melhor Idade e inaugurado em 5 de maio de 2004, preserva equipamentos históricos relacionados à comunicação, como rádios, vitrolas, câmeras fotográficas e projetores.[181] Posteriormente, foi fechado por falhas estruturais, e começou a receber ações de recuperação em 2018.[182] Em 2025, seguia sem visitação e aguardava elaboração de plano museológico.[183]

Inaugurado em 1996, o Museu Ferroviário Moisés Joaquim Rodrigues ocupa a antiga residência do chefe da estação que lhe dá nome e reúne cerca de 600 peças por ele doadas, preservando a memória da atividade ferroviária local.[184] Seu acervo reúne instrumentos e equipamentos da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil (NOB), como telégrafos, lanternas sinalizadoras, aparelhos de staff e ferramentas ferroviárias, preservando a memória do transporte ferroviário em Araçatuba.[185]

Já o Museu Rintaro Takahashi, de origem particular e inaugurado em 2005, possui aproximadamente 2 mil peças que mostra a história dos primeiros desbravadores da região e dos povos nativos.[186] O acervo inclui fósseis, minerais e exemplares de animais preservados em rochas.[187]

Pessoas ilustres

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Religião

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De acordo com dados do censo de 2010 realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população de Araçatuba naquele ano era composta por: 99 095 católicos (54,57%), 53 112 evangélicos (29,25%), 14 705 pessoas sem religião (8,09%), 6 110 espíritas (3,36%), 1 737 testemunhas de Jeová (0,96%), 330 umbandistas e candomblecistas (1,81%), 48 judeus (0,03%), 527 de religiões orientais (2,9%) e 1.127 (6,1%) divididos entre outras religiões.[188]

Igreja Católica

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Catedral Nossa Senhora Aparecida, de estilo sextavado.
Paróquia Imaculado Coração de Maria.

A Igreja Católica está representada no município pela Diocese de Araçatuba, instituída em 1994 e sediada na Catedral Nossa Senhora Aparecida, cuja estrutura foi inaugurada em 1973 na área central da cidade.[189][190]

Entre 1912-1914, foi erguida uma capela em Araçatuba em homenagem a Santo Onofre. A capela era bem simples, construída de tábuas de madeira. Foi construída no mesmo local onde hoje está instalada a catedral. Em 1919, a capela foi inaugurada pelo frei Ricardo Deno. A segunda capela em homenagem ao santo começou a ser erguida em 1919 e veio a ser concluída em 1921.[191] Também em 1921, o bispo Dom Lúcio Antunes de Sousa veio até a cidade e não aprovou Santo Onofre como padroeiro, somente por este ter a alcunha de protetor dos alcoólatras. Desta forma, uma nova padroeira foi imposta: Nossa Senhora da Conceição Aparecida.[192]

Igrejas Evangélicas

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Araçatuba conta com pelo menos três igrejas metodistas em funcionamento. A Igreja Metodista de Araçatuba foi a primeira instituição protestante do município, inaugurada em 1922. A instituição também é responsável pela gestão do Lar da Velhice e Assistência Social, de caráter filantrópico.[193] Existem aproximadamente 65 igrejas evangélicas em Araçatuba; sendo 64 fundadas na própria cidade e 1 Congregação Israelita da Nova Aliança.[192]

Outras denominações evangélicas existentes no município incluem:

Outras religiões

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Torii em Araçatuba, simbolizando a transição entre o mundo humano e o dos kamis.
Budismo

O primeiro templo budista de Araçatuba, o Nishi Hongwanji, foi concluído em 1951. Em 1954, imigrantes liderados por Sakesuke Nó ergueram outro templo, nomeado Higashi Hongwanji.[192]

Outras religiões orientais

Também estão presentes em Araçatuba as religiões Tenrikyo, Seicho-no-ie, Igreja Messiânica Mundial, Perfect Liberty, Soka Gakkai, e Pastoral Nipo-Brasileira.[192]

Candomblé e umbanda

O primeiro terreiro de Araçatuba existiu no período de 1938 até 1968 no bairro Abílio Mendes, fundado por Maria Marreco. Nos anos 1970, a cidade possuía cerca de 90 terreiros. Em 2008, possuía 40 terreiros de umbanda e 15 de candomblé registrados oficialmente.[192]

Espiritismo

O espiritismo teve início em Araçatuba com a fundação da União Espírita Paz e Caridade em 1921. Nas décadas seguintes, especialmente entre 1930 e 1940, outros centros foram organizados, ampliando sua presença no município.[199] A expansão mais consistente da doutrina ocorreu após a década de 1960.[200]

Ver também

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Referências

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Ligações externas

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