Seicho-no-ie

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Seicho-no-Ie (Lar do Progredir Infinito)
Seicho No Ie logo.svg
Emblema
Orientação Xintoísmo
Budismo
Cristianismo
Psicoterapia religiosa
Novo Pensamento Americano
Novas Religiões Japonesas
Fundador Masaharu Taniguchi
Origem Japão 1 de março de 1930
Sede Flag of Hokuto Yamanashi.JPGHokuto, Província de Yamanashi, (sede principal)
Países em que atua Japão, Brasil, EUA, Austrália, Canadá, Espanha, Peru, Venezuela, Angola e outros.

Seicho-no-Ie (生長の家?) ou Lar do Progredir Infinito, em português, é uma nova filosofia de vida de origem japonesa (Shinshūkyō) fundada em 1930. A instituição religiosa se caracteriza pelo não-sectarismo, pelo estimulo ao autoaperfeiçoamento espiritual, pela reverência aos antepassados e, atualmente, pela harmonia entre a humanidade e a natureza.

História[editar | editar código-fonte]

Fundada em 1 de março de 1930 por Masaharu Taniguchi (Kobe, 22 de Novembro de 1893 - Nagasaki, 17 de Junho de 1985), um proeminente escritor japonês simpático ao Novo Pensamento Americano, após várias revelações que tiveram início no ano anterior. As revelações foram feitas pela deidade xintoísta Suminoe-no-Ôkami, também conhecido por Sumiyoshi, Seicho-no-Ie Ôkami ou simplesmente Deus. A nova religião japonesa se apresentava como a essência de todas as religiões e prometia a cura dos males psicológicos e físicos através do pensamento otimista e da crença no Jissô, a verdadeira realidade do Universo e dos sujeitos. Seu principal veículo de divulgação era um periódico com o mesmo nome da instituição.

Antes de fundar a nova religião, Masaharu Taniguchi foi membro e escritor da Omotô (Grande Fonte ou Grande Origem), uma nova religião japonesa surgida no século XIX e, por um breve período de tempo, da Ittoen, conforme argumenta Birgit Staemler[1] . Diferente de outros fundadores de novos movimentos religiosos no Japão, Taniguchi tinha alguma formação intelectual privilegiada e contato com a cultura ocidental, chegando, inclusive, a iniciar um curso superior na Universidade de Waseda. O curso não foi concluído pela falta de suporte familiar de sua tia adotiva.

Taniguchi também se interessava pela psicologia e por outras formas de conhecimento heterodoxos e pseudo-científicos que discutiam o lugar da mente na vida dos indivíduos, como é possível verificar em inúmeras publicações que se dedicam ao lugar da mente na vida e no destino dos sujeitos. Além disso, Taniguchi foi profundamente influenciado pelo Novo Pensamento Americano a partir da obra Law of Mind in Action, de Fenwick Holmes. Segundo Jonh S. Haller Jr[2] , a Seicho-no-Ie é provavelmente a maior denominação vinculada no Novo Pensamento Americano em todo o mundo.

Em 1932, o fundador deu início a sua principal obra doutrinária, a coleção de 40 volumes intitulada Seimei no Jissō (生命の實相), A verdade da Vida, em português. No ano de 1941, a instituição foi reconhecida como uma religião pelo governo Imperial.

Segundo H.N. McFarland[3] e Leila Bastos Albuquerque[4] , a Seicho-no-Ie estava alinhada à ideologia nacionalista e ao familismo conservador que vigorou no Japão até a derrota em 1945, o que garantiu à instituição um destino melhor do que aquele enfrentado por outros grupos que contrariaram o poder. Naquela época, o Estado Imperial regulava a vida religiosa e punia as instituições que contrariavam sua ideologia. Depois da guerra, novas revelações divinas apontavam que equívocos na interpretação que Taniguchi fez do Kojiki (Crônica das Coisas Antigas), obra mitológica japonesa que durante o nacionalismo oficial serviu como referência ao nacionalismo teocrático denominado Xintoísmo de Estado.

Um trecho do primeiro capítulo do décimo sexto volume de A Verdade da Vida que discutia o Xintoísmo fazia menção ao triunfo do Japão e do trono Imperial. Esse trecho, contudo, foi suprimido posteriormente em virtude de correções oriundas de novas revelações divinas[5] . Entretanto, segundo N.H. McFarland, alguns conteúdos nacionalistas continuaram presentes no conjunto doutrinário do grupo, a despeito do esforço em fazer da instituição uma religião de salvação universal na década de 1960.

O movimento passou a existir oficialmente fora do Japão no início da década de 1960, a despeito de sua presença nas décadas anteriores por vontade dos imigrantes japoneses que buscam na nova religião um meio de exercer sua identidade ética nos países receptores. A visita de Masaharu Taniguchi ao Canadá, EUA e, em especial ao Brasil, país onde Taniguchi passou três meses em 1963, foi um marco da internacionalização da religião. Hoje, a maior parte dos adeptos do novo movimento religioso japonês vivem no Brasil e por volta de 95% deles, pelo menos no Brasil, não têm descendência nipônica[6] .

Os líderes que sucederam Masaharu Taniguchi, Seicho e Masanobu Taniguchi, respectivamente genro e neto do fundador, ampliaram o esforço de acomodação da religião às demandas planetárias contemporâneas. Assim como o fundador, seus sucessores realizaram viagens pelo mundo e principalmente para o Brasil. Atualmente, o Supremo Presidente Masanobu Taniguchi compatibiliza os conteúdos ético-religiosos da Seicho-no-Ie ao combate do fundamentalismo, à promoção dos direitos humanos e, principalmente, à defesa da ecologia. A "virada ecológica" garantiu à instituição o selo ISO 14001 geralmente atribuído a empresas que promovem a sustentabilidade assim como inspirou a publicação em 2012 do livreto Daishizen Sanka, publicado no Brasil em 2014 com o título Canto em Louvor à Natureza.

Contemporaneidade, o grupo sectário Taniguchi Masaharu Sensei o Manabu Kai[7] (Associação Para o Estudo Sobre o Mestre Masaharu Taniguchi) representa o esforço em repristinar conteúdos religiosos de teor nacionalista. Além do uso de palavras em língua japonesa, o ideário mítico-religioso a respeito do Trono Japonês e do lugar espiritual do Japão são enfatizados pelos dissidentes. É bom ressaltar que tais conteúdos de fato estavam presentes nas publicações de Taniguchi, como é o caso do capítulo primeiro do décimo sexto volume da obra "A Verdade de Vida" editado antes da derrota de 1945.

Esse movimento se desviou a instituição mãe alegando que o caminho original traçado pelo fundador foi adulterado pela atuação da presidência da instituição e por sua ênfase na questão ecológica. Dentre outras coisas, o grupo alega a posse dos direitos autorais da coleção a verdade da vida. Em sua prática diária, o grupo se recusa a traduzir termos do japonês e também o "Cântico Evocativo de Deus", uma espécie de prece praticada pelos adeptos da doutrina. Acrescenta-se ainda que o Manabu Kai enfatiza os elementos mítico-religiosos do Kojiki que durante o regime autoritário japonês sustentava o Xintoísmo de Estado, a ideologia nacionalista daquela época.

Outro grupo dissidente é o Tokimitsuru-Kai, liderado no Japão por Kiyoshi Miyazawa, marido de uma neta de Masaharu Taniguchi e cunhado de Masanobu Taniguchi. Em agosto de 2015, o grupo Seicho-no-Ie Templo Sumiyoshi publica seu texto de fundação no Brasil. No site em língua portuguesa, encontramos sua filiação doutrinária com o Tokimitsuru-Kai do Japão.

Grosso modo, os dissidentes alegam que a nova sede da religião, o Escritório da Floresta, inaugurado em julho de 2013 na cidade de Hakuto,Província de Yamanashi, corporifica a mudança em relação ao conteúdo original do mestre fundador. A nova sede, cercada por uma ampla área florestal e erigido a partir do pensamento sustentável da Ecologia Profunda, substitui a sede original fundada por Masaharu Taniguchi em Tóquio. O grupos sectários alegam também a "adulteração doutrinária" atribuída a Masonobu Taniguchi, atual Supremo Presidente da Seicho-no-Ie, além de recusarem traduções de expressões doutrinárias japonesas que, segundo os grupos aludidos, seriam as únicas capazes de expressar com precisão e profundidade a filosofia religiosa contida nas publicações do fundador.

Em certo sentido, a disposição sectária em questão é uma variável da Nihonjin-ron, ou Teoria do Povo Japonês, uma concepção étnico-nacionalista e orientalista que acredita na existência de uma essência japonesa imutável. É que esses grupos estejam vinculados aos netos de Masaharu Taniguchi que questionam a liderança de seu irmão, Masanobu Taniguchi, o atual Supremo Presidente Mundial da Seicho-no-Ie.

Composição Doutrinária[editar | editar código-fonte]

Como vários outros novos movimentos religiosos, a Seicho-no-Ie bricola elementos de religiões diversas, como do cristianismo, do budismo e do xintoísmo - três grandes religiões presentes ao longo da história do Japão. Desde o início, as revelações de Masaharu Taniguchi apontam para a essência comum de todos os credos, uma espécie de perenialismo religioso que certamente chegou até Taniguchi pela influência da doutrina da Ômoto. Apesar disso, a nova religião é vinculada principalmente ao Xintoísmo. Assinala-se, contudo, que ao longo da história religiosa japonesa o budismo, o xintoísmo e confucionismo não foram experimentados como tradições distintas, mas complementares, como afirmam Joseph M. Kitagawa[8] e Robert Ellwood[9]

Os conteúdos doutrinários da Seicho-no-Ie são expressos de forma prática e em linguagem simples, sendo comum o esforço para validá-los a parte do diálogo com a psicanalise, a psicologia e outras ciências. O ponto chave da doutrina religiosa é a crença no Jissô ou Imagem Verdadeira. O Jissô é a natureza divina cujas qualidades são a abundância, a perfeição e a não-transitoriedade. O Jissô é a grande vida divina (daiseimei, em japonês) que nutre e sustenta toda a existência. Ele é também o sagrado interior dos Filhos de Deus. Através da técnica meditativa Shinsokan, de entoações que evocam a verdadeira natureza das coisas e da disposição otimista através do pensamento e da palavra os sujeitos harmonizam sua existência com a Imagem Verdadeira e acessam o sagrado em seu íntimo, o que lhes permite a conexão harmoniosa com a totalidade da vida. A despeito de sua apropriação do cristianismo, a Seicho-no-Ie não acredita que o homem é pecador já que, enquanto filho de Deus, sua real natureza é impoluta. A idéia de pecado, assim como as doenças e mesmo a pobreza são produtos da projeção ilusória que constitui o que a instituição religiosa chama de "mundo fenomênico" . Sua dissipação acontece com a mudança da consciência em relação à Imagem Verdadeira dos Filhos de Deus. Da mesma forma, o conceito "carma", presente no budismo, é ressignificado, já que para a nova religião, o "carma" pode ser modificado através da consciência da real essência humana.

Além do despertar da consciência para a Imagem Verdadeira, a Seicho-no-Ie acredita que a reverência aos antepassados é fundamental para a harmonia pessoal. Os antepassados são a raíz do tronco familiar e não reverenciá-los implica trazer sobre si insucessos. Por essa razão, os adeptos do movimento têm em casa pequenos altares particulares do tipo "butsudan" onde se encontram placas com os nomes dos familiares.

Em virtude da ênfase no que chamam de Lei Mental, os adeptos da Seicho-no-Ie adotam o pensamento otimista como meio de "atrair" o destino auspicioso. É nessa lei que se assenta a disposição otimista da nova religião e também a nuance do Novo Pensamento do qual ela se originou.

Outra doutrina que se destaca é o princípio de que "todas as coisas convergem para o centro". Essa doutrina estabelece uma ética da harmonização entre as partes que constituem o todo do universo. O "centro" é o próprio Jissô, a essência divina do Universo ou Deus. Entretanto, argumenta Takashi Maeyama (1967), o centro foi, durante o período de existência da Seicho-no-Ie anterior à guerra, o trono japonês.

Nos últimos anos, sobretudo desde a ascensão de Masanobu Taniguchi ao posto de Supremo Presidente Mundial no ano de 2009, a Seicho-no-Ie tem se dedicado à incluir a ecologia em sua doutrina religiosa. Essa disposição sugere que a Imagem Verdadeira, enquanto totalidade da vida, inclui também a natureza. A sacralização da natureza está assentada na cosmologia da unidade entre Deus, humanidade e natureza. A aproximação com a ecologia foi possível em virtude da apropriação religiosa de princípios da Ecologia Profunda e da Teoria de Gaia com os quais Masanobu Taniguchi está familiarizado.

O atual presidente também ampliou os esforços de outrora que procuravam adaptar os conteúdos à realidade religiosa do público alvo dos países onde o movimento se desenvolveu. É por esse motivo que o que antes era chamado de "culto aos antepassados" foi renomeado "reverência aos antepassados", como assinalou Ediléia Mota Diniz (2006). Como foi dito anteriormente, o esforço contemporizador é a principal fonte para acusações dos grupos sectários que alegam que o Presidente é responsável pela adulteração da doutrina original.

Práticas e meios de divulgação[editar | editar código-fonte]

Aqueles que praticam os ensinamentos da Seicho-No-Ie aprendem a reconhecer sua verdadeira natureza de filho de Deus e, em conseqüência disso, começam então a ocorrer fatos milagrosos como a cura de doenças, reconciliação de lares em desarmonia, exteriorização de grandes talentos, êxito profissional, solução de problemas econômicos e amorosos etc.

Em linhas bastante gerais, as principais práticas da Seicho-no-Ie dizem respeito a:

  • Evocação da Imagem Verdadeira através do Cântico Evocativo de Deus;
  • Cerimônia de Agradecimento aos antepassados;
  • Cerimônia de Purificação da Mente
  • Meditação Shinsokan;
  • Oração para a manifestação da "Forma Humana".

Essas práticas são desenvolvidas nos encontros semanais da instituição, nas conferências, nos eventos de treinamento das academias religiosas e na cerimônia anual realizada no santuário de Hoozo que, no Brasil, faz parte do complexo da Acadêmia de Treinamento Espiritual de Ibiúna, São Paulo. Algumas dessas práticas, sobretudo a meditação Shisonkan, também são realizadas de forma privada e diária pelos indivíduos.

Merecem destaque ainda os vários congressos e seminários, dentre eles o Seminário de Luz.

Atualmente, a Seicho-no-Ie divulga sua doutrina por meio de livros doutrinários, entre eles a coleção de quarenta volumes A Verdade da Vida, e de publicações periódicas destinadas a públicos específicos que constituem as Associações internas da instituição. São elas:

  • Revista Fonte de Luz, conhecida anteriormente no Brasil por Acendedor;
  • Revista Mulher Feliz, conhecida anteriormente por "Pomba Branca";
  • Revista Mundo Ideal;
  • Revista Querubim;
  • Jornal Circulo de Harmonia.

Acrescenta-se ainda o uso das redes sociais, páginas oficiais na internet, blogs de preletores, vídeos no Youtube e a participação no programa caritativo Teletom, exibido pelo Sistema Brasileiro de Televisão.

Organização interna[editar | editar código-fonte]

A sede mundial da Seicho-no-Ie se localiza hoje no Escritório na Floresta, localizado na cidade de Hokuto, Província de Yamanashi, cidade de cerca de 45 mil habitantes localizada a cerca de 125 km de Tóquio, onde se encontra a antiga sede fundada por Masaharu Taniguchi.

A instituição possui uma administração centralizada pela sede japonesa, a despeito da disposição de suas lideranças em estabelecer meios de atuação religiosa em diálogo com as culturas nacionais que receberam a nova religião. A centralização pode ser sentida principalmente no esforço institucional de controle sobre as publicações religiosas e no estabelecimento da forma correta de conduzir as práticas diárias.

Aqueles que se vinculam mais profundamente à Seicho-no-Ie se tornam contribuintes da "Missão Sagrada" de divulgação iniciada por Masaharu Taniguchi. Através de contribuições financeiras e também da doação de trabalho, os sujeitos ampliam seu envolvimento como grupo e deixam de ser apenas simpatizantes para se tornarem membros efetivos.

A instituição está presente em vários países do mundo, como EUA, Canadá, Brasil, Peru, Austrália, Angola, Espanha, etc. No Brasil, existem sedes em praticamente todos os estados e sua sede central se localiza no bairro do Jabaquara, na Cidade de São Paulo (SP). A Seicho-no-Ie é constituída por Associações voltadas a públicos específicos. O conjunto delas dá origem a núcleos onde são realizadas reuniões religiosas, cerimônias e palestras. Por ser um movimento criado por um leigo, isto é, um sujeito que não era sacerdote de uma religião estabelecida, a Seicho-no-Ie não possui um corpo eclesiástico. Seus principais agentes de doutrinação são os "Preletores" que, grosso modo, são selecionados entre aqueles que se dedicam ao aprofundamento doutrinário através de cursos de formação. O grau de formação dos preletores varia de acordo com o esforço individual em passar pelos módulos de estudo e pelas avaliações. Há, portanto, Preletores Aspirantes, Preletores Júnior, Preletores Sênior e Preletores Master. É possível alcançar um novo status quando o sujeito se dedica à condição de preletor internacional. Outros agentes religiosos do grupo são os divulgadores que, no geral, são pessoas com alguma experiência na doutrina e que assumem o compromisso de aquisição mensal de revistas com o fito de distribui-las.

Missão da Tocha Sagrada[editar | editar código-fonte]

Masaharu Taniguchi, fundador do movimento da Seicho-no-Ie, foi presidente da instituição até o ano de seu falecimento, em 1985. O sucessor foi Seicho Taniguchi (nascido como Seicho Arashi), genro de Masaharu, para o qual foi delegada a Missão da Tocha Sagrada, o símbolo da liderança do movimento da iluminação mundial proposta pela instituição. Seicho Taniguchi permaneceu até 2008, ano de seu falecimento. Desde então, seu filho Masanobu Taniguchi é o presidente atual da Seicho-no-Ie.

Princípios Ético-religiosos[editar | editar código-fonte]

  • Agradecer a todas as coisas do Universo;
  • Reverenciar os pais e a memória dos antepassados;
  • Conservar sempre o sentimento natural;
  • Manifestar o amor em todos os atos;
  • Ser atencioso para com todas as pessoas, coisas e fatos;
  • Ver sempre a parte positiva ou a Imagem Verdadeira das pessoas, coisas e fatos, e nunca as suas partes negativas;
  • Anular totalmente o ego em favor da harmonia;
  • Fazer da vida humana uma vida divina e avançar crendo sempre na vitória infalível nas relações familiares, na saúde, no trabalho e na vida empresarial;
  • Iluminar a mente, praticando a Meditação Shinsokan diariamente;
  • Promover os princípios da harmonia entre o homem e a natureza.

Referências

  1. Dehn, Ulrich (2011). «Seicho-no-Ie». Establishing the revolutionary: an introduction to New Religions in Japan (Berlim: LIT Verlag). ISBN 3643901526.  |nome1= sem |sobrenome1= em Authors list (Ajuda)
  2. Haller Jr., John S. (2012). The History of New Thought: From Mind Cure to Positive Thinking and the Prosperity Gospel (West Chester, Pensilvânia: Swedenborg Foundation Publishers). ISBN 0877853487. 
  3. The rush hour of Gods. A Study of New Religious Movements in Japan Macmillan Pub Co [S.l.] 1967. ISBN 978-0025832008.  |nome1= sem |sobrenome1= em Authors list (Ajuda)
  4. Albuquerque, Leila M.B. (1999). Seicho-no-Ie do Brasil: agradecimento, obediência e salvação (São Paulo: Annablume). 
  5. MERA, Yasuo (2008). «SOBRE A OBRA A VERDADE DA VIDA, “SHINTO HEN” (VOLUME XINTOÍSMO)» (PDF). Vide trecho a partir da página 03, onde é discutido a respeito do volume 16 da obra A Verdade da Vida. Seicho-no-Ie. Consultado em 15/12/2014. 
  6. WATANABE, Masako. (2008). "[http://www.jstor.org/stable/30234504 The Development of Japanese New Religions in Brazil and Their Propagation in a Foreign Culture]". Japanese Journal of Religious Studies, 35 (1): 115-144. Visitado em 14-06-2015.
  7. «Igreja Seicho-no-Ie Manabu Kai Masaharu Taniguchi». 
  8. Kitagawa, Joseph M. (1966). Religion in Japanese History (Nova Iorque: Columbia University Press). ISBN 0231028385. 
  9. Ellwood, Robert (2007). Introducing Japanese Religion (Nova Iorque/Londres: Routledge). ISBN 0415774268. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]