Igreja Messiânica Mundial

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Igreja Messiânica Mundial
Orientação Ultrarreligião, Johrei, Espiritualismo, Xintoísmo
Fundador Mokiti Okada
Origem Japão
Sede Solo Sagrado de Atami
Líder Espiritual Yoichi Okada (Kyoshu-Sama)
Número de membros 505 mil membros e 2 milhões de frequentadores e simpatizantes (Brasil)
Número de igrejas 505 unidades (Brasil)
Países em que atua Japão, Brasil, Tailândia, Espanha, Portugal, Angola, Itália, Grécia, Nova Zelândia e mais 90 países
Escritura(s) Ensinamentos de Meishu-Sama
Página oficial www.messianica.org.br
Logo Izunomê

Igreja Messiânica Mundial (世界救世教 Sekai Kyūsei Kyō) é uma instituição religiosa fundada em 1 de janeiro de 1935, no Japão, por Mokiti Okada (1882-1955) — cujo nome religioso é Meishu-Sama (Senhor da Luz). Ela é classificada como uma nova religião japonesa (NRJ)[1]. Mokiti Okada, afirma que, atingiu o estado de suprema iluminação (Kenshinjitsu) e por revelação de Deus, sua missão era dar o advento do Paraíso Terrestre, o mundo ideal consubstanciado na trilogia verdade, bem e belo em que a civilização atual se transformaria. Um mundo em que a doença, a miséria e o conflito dariam lugar à saúde, a prosperidade e à paz[2]. Mokiti Okada afirmava ser a Igreja Messiânica Mundial uma Empresa Construtora do Novo Mundo.

Doutrina[editar | editar código-fonte]

O elemento principal da Igreja Messiânica é a crença no Johrei (浄 "Joh" 霊 "Rei" - Purificação do Espírito), que seria a transmissão de Luz Divina através da palma das mãos e que pode ser praticado por todos os que são outorgados com o Ohikari, tornando-se membros da Igreja Messiânica Mundial. A base do Johrei é a crença de que desde 1931 o mundo em que vivemos se aproxima cada vez mais de um planeta paradisíaco, e se fortalece a cada dia 15 de junho tornando a luz do Johrei mais potente, purificando com mais eficacia o espírito humano, criando assim pessoas mais puras que irão gerar um mundo onde não haverá nenhum tipo de sofrimento. Tal transformação se deve à manifestação da Luz Divina, que se iniciou no dia 15 de junho de 1931. A Luz Divina é a vontade de Deus que ilumina, purifica, e guia o Homem em direção a uma vida paradisíaca, assim como a humanidade como um todo para o Paraíso Terrestre conforme mais atos altruístas e espiritualistas são feitos. [3] Como consequência disto acredita-se que o Johrei traz purificação espiritual, o que traria bem estar, saúde, paz e prosperidade. Daí provém os chamados 3 pilares da doutrina messiânica, Johrei, Agricultura Natural e o Belo. A arte é vista como algo que eleva o espírito e também contribui para a purificação e o bem-estar espiritual, complementando a atuação do Johrei e da alimentação natural. Para se conseguir essa alimentação a Igreja Messiânica ensina a prática da Agricultura Natural a qual é praticada sem o uso de agrotóxicos nem adubos. Esses 3 pilares estão ligados aos chamados 3 princípios da fé messiânica: Verdade, Bem e Belo. A Verdade são os ensinamentos Messiânicos, a palavra de Deus, a natureza espiritual do ser humano e do universo, é a força do Johrei como purificação espiritual. O Bem é o imperativo ético de ser altruísta, amar o próximo, fazer o bem. O Belo é a valorização da beleza na arte e nas atitudes cotidianas, a busca do belo como forma de elevação espiritual. Uma das formas que a Igreja Messiânica usa para elevar as pessoas através do belo é a prática de Ikebana (arranjo floral chinês desenvolvido no Japão)[4] no estilo Sanguetsu (estilo de Ikebana instituído pela Igreja).

A religião tem hoje no Brasil cerca de 500 mil Membros e 2 Milhões de frequentadores e simpatizantes no Brasil.[5]

História[editar | editar código-fonte]

Início e fundação[editar | editar código-fonte]

A Igreja Messiânica Mundial foi instituída primeiramente como a Dai Nippon Kannon Kai (日本観音協会), Associação Kannon do Japão, no dia 1º de janeiro de 1935. Porém, após diversos problemas devido às restrições e opressões vividas no militarismo japonês pelas novas religiões no Japão, a Dai Nippon Kannon Kai teve de mudar de nome para Dai Nippon Kenko Kyokai (日本健康協会), Associação Japonesa de Saúde, fingindo ser assim uma instituição que praticava uma técnica nova de massagem. Nessa época, para se poder ministrar o Johrei era necessário que se fizessem essa massagem nos locais onde acreditava-se que a pessoa que estava recebendo possuía acúmulo de toxinas para não chamar a atenção das autoridades, que haviam proibido a prática do Johrei e o funcionamento da Dai Nippon Kannon Kai. Isso até os tempos da guerra, quando ainda o militarismo era o sistema governamental japonês. Para se poder fazer a massagem era necessário um certificado concedido por Mokiti Okada e que seria apresentado às autoridades, e, também, a outorga do Ohikari, na época chamado de talismã.

Dai Nippon Kannon Kyodan[editar | editar código-fonte]

Após o término da guerra, as atividades da Obra Divina continuaram durante algum tempo sob o aspecto de terapia popular de massagem. Entretanto, pouco depois, as tropas de ocupação americanas começaram afazer investigações sobre as ideologias existentes no Japão, naquela época. A Associação de Divulgação da Terapia Japonesa de Purificação (Johrei) também foi objeto dessas investigações. Quando estes investigadores visitaram uma clínica (meio como chamavam as unidades onde se recebiam Johrei), juntamente com sua esposa, Meishu-Sama deu diversas explicações sobre Instituição. Entretanto, como eles não conseguiam entender que da palma da mão saísse uma luz espiritual, Okada os fez assistir a uma experiência. Colocou algumas pessoas de pé à beira do lago e pediu a um membro que, do outro lado, ministrasse Johrei naquela direção. Quando Nakajima iniciou o Johrei, segundo relatos, as pessoas começaram a tossir e a bocejar. Suspeitando que tudo tivesse sido combinado, o investigador mandou que elas ficassem de costas e que Nakajima só ministrasse Johrei quando ele desse o sinal. O resultado foi o mesmo, e as suspeitas dos investigadores se desfizeram por completo. O Fundador assistiu a tudo achando muita graça.

Os investigadores ficaram muito bem impressionados com essa visita e foram embora achando que a Associação pregava coisas muito boas. Mais tarde, Dai Nippon Kenko Kyodai decidiu pela instituição da Igreja Kannon do Japão (日本の観音堂), pôde ser preparada sem tropeços; em 30 de agosto de 1947, ela foi instituída oficialmente, como entidade religiosa. A organização regional foi dividida em oito igrejas, a saber :

Igreja Miroku;

Igreja Tengoku;

Igreja Daiwa;

Igreja Showa;

Igreja Shinshin;

Igreja Meshiya (posteriormente mudada para Igreja Koho);

Igreja Ko-no-Hana;

Igreja Taissei.

Em julho de 1948 foi instituída a nona Igreja filial: Igreja Jitsuguetsu (mais tarde denominada Igreja

Meissei). Instituída a Igreja Kannon do Japão, as atividades foram totalmente reformuladas. Na nova organização, que iniciou suas atividades como religião, o Johrei até então denominado "Tratamento de Terapia Japonesa de Purificação", passou a ser chamado de "Purificação" (Joh), e, logo a seguir, de "Johrei". Quanto ao talismã, este passou a se chamar "Ohikari". Este que antes possuia em seu interior a caligrafia 浄 "Joh", passou a ter as palavras 光 - Hikari, que significa Luz (outorgada a membros), 大きな光 - Komyo, Grande Luz (outorgada a ministros assistentes) e 非常に大きな光 - Dai Komyo, Luz Muito Grande (outorgada a ministros adjuntos) escritas verticalmente. A partir de janeiro de 1948, começou a ser entoada, além da oração Amatsu-Norito, a oração Zenguen-Sanji e também os salmos.

Foi nessa ocasião também que, por determinação do Fundador, os fiéis passaram a dirigir-se a Deus,diante de Sua Imagem, pelo nome Miroku Oomikami. Na Imagem de Deus estava escrito "Dai Komyo Nyorai" ("Divindade de Luz Muito Intensa"); mais tarde, na época da Segunda Líder Espiritual (Nidai-Sama), essas palavras foram mudadas para "Dai Komyo Shin Shin" ("Deus Verdadeiro da Grandiosa Luz do Dia").

Assim, efetuou-se o grande salto da terapia popular denominada Tratamento de Purificação, para a pessoa jurídica de natureza religiosa chamada Igreja Kannon do Japão. Entretanto, houve alguns membros que vacilaram. Aqueles que pensavam unicamente em solucionar os seus próprios problemas, sentiram muita insegurança ao ouvirem falar do ideal de salvar a humanidade e transformar a Terra num paraíso. Entre as pessoas que se limitavam a pensar no Johrei como um tratamento, muitas interpretaram que tinham sido enganadas quando se revelou seu aspecto religioso.

Olhares desconfiados sobre a nova igreja e suspeita de sonegação de impostos[editar | editar código-fonte]

A linha da difusão expandiu-se por todo o país como o fogo de uma queimada, mas nem sempre a Igreja obteve a compreensão de todos os setores da sociedade e foi recebida de bom grado. Pelo contrário. Era criticada, desprezada ou então atacada. Como a expansão era admirável, a insatisfação de uma parte das pessoas também aumentava.

Essa antipatia em relação à Igreja estava estreitamente ligada com a situação em que se encontravam as religiões do Japão naquela época. No dia 28 de dezembro de 1945, logo após o término da guerra, foi baixada a Lei das Pessoas Jurídicas de Natureza Religiosa, sendo reconhecida a liberdade de crença; começaram, então, a surgir religiões novas umas após outras, na devastada sociedade japonesa. Entre elas, havia algumas que, até o final da guerra, com a pressão sofrida, não tinham tido outra alternativa senão colocar-se sob o manto das religiões reconhecidas, e agora, após esse período de submissão,tornavam-se independentes. Havia outras que não eram reconhecidas e, finalmente, podiam apresentar-se como religião. Entretanto, como a Lei das Pessoas Jurídicas de Natureza Religiosa, que vigorava naépoca, era um ato muito simples, que não necessitava de qualquer aprovação do governo, bastando entregar às autoridades local os papéis exigidos, houve muitas organizações criadas com finalidades desonestas, visando a aproveitar-se do fato das entidades religiosas não pagarem impostos. Como essas religiões começaram a criar problemas em diversos lugares, os olhos da sociedade tornavam-se cada dia mais rigorosos em relação às novas religiões. Assim, a Igreja Kannon do Japão, que continuava expandindo-se bastante, passou a ser olhada com uma antipatia maior ainda.

Bem nessa época aconteceu um caso embaraçoso. O Ministério da Fazenda, desconfiando da declaração de imposto de renda da Igreja relativa ao ano-base de 1947, realizou inspeções em cinco instalações da Igreja, em novembro de 1948, por suspeita de sonegação de impostos.

Para a Igreja, esse acontecimento foi uma tempestade em dia de sol. Fazia pouco tempo que ela fora instituída como pessoa jurídica, em agosto de 1947, e ainda não estava devidamente organizada. Com o rápido crescimento da difusão, a Igreja se tornara grande, e a parte burocrática fora ficando complexa. As pessoas que cuidavam dessa parte naquela época, dedicavam-se também à difusão e, além disso, não possuíam conhecimentos e experiências suficientes, no campo jurídico e administrativo. Assim, a Igreja imediatamente solicitou os serviços de dois advogados para tratarem do caso, sendo apurado o seguinte: na construção da Terra Divina, em Hakone, as obras em grande escala tinham acarretado gastos que atingiam altas somas; entretanto, devido à falta de experiência no serviço de contabilidade, houvera falhas nos registros e isso foi interpretado como desvio de dinheiro para as rendas individuais de Mokiti Okada e do Reverendíssimo Shibui, seu discípulo e Presidente da Igreja. O caso em si ficou resolvido em maio de 1949, com o pagamento de uma multa, mas deu origem a diversos problemas, que influenciaram muito o destino da Igreja.

Em dezembro de 1948, durante essas investigações a propósito da suspeita de sonegação de imposto, o caso foi noticiado por um jornal de grande circulação. Nessa reportagem, elaborada com base em denúncias provocadoras de intelectuais da época, exagerava-se os bens da Igreja, dizendo que eles alcançavam de 2 bilhões a 3 bilhões de ienes, fato depois desmentido ao término das investigações. Desde então, começaram a aparecer repetidamente, nos jornais, artigos onde se dizia que a Igreja enganava pessoas inocentes, aproveitando-se de sua infelicidade para obter lucros exorbitantes. E não foi só isso: faziam-se distorções dos Ensinamentos de Meishu-Sama, publicando notícias ridicularizando o Johrei e a Agricultura Natural.

As críticas em relação à Igreja começaram a aparecer não só nos jornais, como também no rádio. Na cidade de Takayama, situada no Estado de Guifu, foi realizada, no dia 1º de março de 1949,uma gravação de opiniões colhidas ao vivo; nos dias 3 e 5 do mesmo mês, ela foi transmitida a todo o país por uma emissora, com o título de "Superstição e Religião".

Entretanto, o conteúdo desse do começo ao fim, tratava-se o assunto de forma dando-se a entender que a Igreja estava enganando o povo. Os participantes constituíam um grupo reunido por pessoas que não gostavam da Igreja. Entre eles, havia fiéis que falavam abertamente sobre os milagres do Johrei, mas por estarem entre pessoas antipáticas à Igreja, suas vozes se perdiam no tumulto.

Pouco tempo depois, em frente à estação ferroviária de Nagano, em Shinshu, foi realizada outra gravação de opiniões colhidas ao vivo, desta vez sobre o tema "O homem pode ser salvo através da Religião?" Como acontecera na vez anterior, o grupo envolvia pessoas críticas, cheias de revolta e hostilidade. Tais programas, foram suspeitos de serem planejados de antemão, de modo a dar a impressão de que a Igreja Kannon do Japão era uma religião supersticiosa e trapaceira, que enganava o povo.

Esses noticiários propiciaram o aparecimento de muitos extorsionários e chantagistas, que sonhavam com os bens da Igreja, publicados nos jornais. Era freqüente eles visitarem o Solar da Montanha do Leste (Residência de Meishu-Sama) levando notáveis cartas de apresentação.

Os mais perigosos atuavam junto aos jornais, à polícia e às tropas de ocupação. Através de cujo poder queriam pressionar a Igreja. O método utilizado era o ataque escrito por meio de hábeis denúncias.

A instituição da Sekai Kyūsei Kyō[editar | editar código-fonte]

O rápido progresso que a Igreja Kannon do Japão alcançou, a ponto de se tornar alvo das atenções da sociedade, está profundamente relacionado com a situação social da época. Nos anos 20 da Era Showa (1945 - 1954), o povo japonês, recobrando suas energias da devastação, da pobreza, do caos e da insegurança decorrentes da derrota na Segunda Guerra Mundial, arou a terra e construiu casas,fazendo com que, nas metrópoles transformadas em escombros, começasse a ecoar o som da restauração. Entretanto, além das cidades terem sido destruídas e de quase todas as instalações industriais terem ficado reduzidas a cinzas, houve uma inflação nunca vista, sendo necessário muito tempo para que o país saísse dessas péssimas condições e recuperasse o nível de vida que possuía antes da guerra.

Em 1952, com o Tratado de Paz de São Francisco, teve fim a época de ocupação, e o Japão recuperou seu direito de nação independente. Havia, porém, uma grande disputa dos poderes políticos entre esquerdistas e direitistas, e os conservadores reformistas travavam uma luta partidária dentro de seus próprios campos, de modo que a situação política apresentava-se extremamente conturbada. Dentro desse caos, o que fez o país se erguer foi a Guerra da Coreia, estourada em junho de 1950, em frente ao Arquipélago do Japão. Ironicamente, essa guerra serviu para favorecer a reorganização da economia japonesa; se olharmos apenas a posição do Japão, poderíamos dizer que foi como chuva em época de seca. Ela serviu, ainda, para despertar a atenção dos japoneses e dos demais povos para a tensão que existia no Extremo Oriente — local de disputa entre o comunismo e o liberalismo — fazendo com que todos começassem a se conscientizar da posição extremamente importante que o Japão ocupava na política internacional. Como resultado, apressou-se o acordo de paz entre ele e os países das Nações Unidas, especialmente os Estados Unidos, sendo antecipada a reconquista dos seus direitos e o seu retorno à sociedade internacional.

As lutas na Península Coreana tornaram-se intensas e o mundo começou a temer que elas se transformassem na Terceira Guerra Mundial. Felizmente, o pior foi evitado, mas a Coréia teve a infelicidade de se dividir em República da Coréia e República Democrática Popular da Coréia.

Nessa época a organização da Sede da Igreja estava constituída por departamentos, entre os quais a Secretaria Interna, Administração e Serviços Religiosos, tendo sido criados os cargos de conselheiro e diretor.

Naquele mesmo dia 4 de fevereiro de 1950 (início da primavera no Japão), o jornal "Hikari" teve o seu nome mudado para "Kyussei". Na primeira página, sob o título "A respeito do nascimento da Igreja Messiânica Mundial", o Fundador publicou a saudação de inauguração da Igreja, que começava assim:

"A Igreja Kannon do Japão, fundada como pessoa jurídica de natureza religiosa a 30 de agosto de 1947, e a Igreja Miroku do Japão, fundada sob os mesmos termos a 30 de outubro de 1948, foram dissolvidas espontaneamente e, com a união de ambas, sob um novo plano, criou-se a entidade religiosa denominada Igreja Messiânica Mundial, no Dia do Início da Primavera deste ano, 4 de fevereiro de 1950."

Em seguida, Meishu-Sama explicava que aquilo estava acontecendo de acordo com a Providência Divina; que Kanzeon Bosatsu, atuando para a salvação da humanidade, passara a atuar como divindade, que era a sua verdadeira natureza; que a sua função, até ali mais restrita ao Oriente, dava um grande salto, passando a ser de âmbito mundial — salvar toda a humanidade — e que a Igreja Messiânica Mundial era a manifestação de tudo isso.

Assim teve início o novo sistema e, como os trabalhos básicos da Obra Divina haviam ficado prontos, o Fundador, que ocupava o cargo de Conselheiro desde 1947, quando foi fundada a Igreja Kannon do Japão, passou a ocupar a posição de Líder Espiritual (Kyoshu) e a aparecer no primeiro plano da Igreja. A partir desse momento, baseado na Ordem Divina, começou a usar o nome de Meishu, empenhando-se na expansão da Grande Causa com o espírito e o corpo renovados.

Ao dar início à Igreja Messiânica Mundial e ao desenvolvimento da Obra Divina propriamente dita, o Fundador escreveu: "Dei o primeiro passo em fevereiro de 1928. Faz, pois, exatamente vinte e dois anos. Nesse período, ficaram prontas as obras básicas e, por fim, estou organizando o pessoal, hasteando a grande bandeira da salvação do mundo e começando as atividades propriamente ditas. Ou seja, é como se eu estivesse me preparando no meu camarim e, já pronto, subisse ao palco."

Referências

  1. Tomita, T (2004), Rever, 3, SP, BR: PUC .
  2. Sendas Ribeiro, Carlos Roberto, Um protótipo do paraíso à brasileira: convergências e divergências entre o Solo Sagrado de Guarapiranga da Igreja Messiânica Mundial do Brasil e os Solos Sagrados originais da Igreja Messiânica Mundial, no Japão, SP, BR: PUC .
  3. «Cultos e Orações». Consultado em 18 de agosto de 2015 
  4. Gonçalves, Nures (PDF) (9), SP, BR,: PUC .
  5. «Nossa História - Igreja Messianica Mundial do Brasil». Igreja Messianica Mundial do Brasil. Consultado em 21 de junho de 2016 

6. http://www.portalnikkei.com.br/entrevista-reverendo-marco-resende-o-paraiso-terrestre-comeca-dentro-de-cada-um-de-nos-diz-presidente-da-immb-marco-resende/

7. https://pt.scribd.com/doc/6718686/Luz-Do-Oriente-II

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Ícone de esboço Este artigo sobre religião é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.