Ponta Grossa (Porto Alegre)

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Ponta Grossa
  Bairro do Brasil  
Ponta Grossa bairro.JPG
Município Porto Alegre
Área
 - Total 933 hectares
População
 - Total 3,290 hab (2 000)
1,612 homens
1,678 mulheres
    • Densidade 3 hab/ha hab./km²
Domicílios 1.011
Rendimento médio mensal 5,25 salários mínimos
Fonte: Não disponível

Ponta Grossa é um bairro localizado na zona sul da cidade brasileira de Porto Alegre, capital do estado do Rio Grande do Sul. Foi oficialmente criado pela Lei 6.893 de 12 de setembro de 1991 e teve seus limites modificados pela Lei 9.993 de 16 de junho de 2006[1].

Histórico[editar | editar código-fonte]

Origem do nome[editar | editar código-fonte]

O morro da Ponta Grossa, visto do Santuário Madre de Deus.

O bairro Ponta Grossa recebeu esta denominação por ali se situar um destacado acidente geográfico da orla do lago Guaíba: uma ponta (pequena península) que invade o lago no sentido leste-oeste. Sobre ela erguem-se os 145 metros do Morro da Ponta Grossa, uma das maiores elevações da capital gaúcha, justificando assim o uso do adjetivo grossa.

No século XVIII, o conjunto composto pela ponta e pelo morro já recebia eventualmente a denominação até hoje utilizada, pois, conforme uma pesquisa de Clovis Silveira de Oliveira, autor do livro "Porto Alegre: a cidade e sua formação", o diário de expedição do português Gomes Freire de Andrade cita a passagem desta comitiva pela Ponta Grossa em 1754[2], enquanto navegando pelo lago. Além disso, em um antigo mapa de 1763, elaborado pelo engenheiro militar José Custódio de Sá e Faria, consta a designação grafada Ponta Groça.[3]

Ocupações indígenas[editar | editar código-fonte]

Embora quase não haja pesquisas arqueológicas e historiográficas relacionadas ao bairro ou até mesmo à zona sul de Porto Alegre, foram encontrados indícios de ocupação guarani na área de Ponta Grossa.[4]

Séculos XVIII e XIX[editar | editar código-fonte]

O território da Ponta Grossa era, no século XVIII, um grande rincão que pertencia a Anna da Guerra Peixoto (falecida em 1791), esta filha de Francisco de Brito Peixoto, o capitão-mor de Laguna, em Santa Catarina. No dia 20 de abril de 1780, a senhora das terras vendeu o chamado "Rincão Grande", bem como todos os animais que nele pastavam, para Antônio Cardozo da Silva. A antiga escritura de venda foi registrada no Livro 6 do 1.° Tabelionato de Porto Alegre e encontra-se mantida no acervo do Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul.

Em 1884, o major Francisco da Costa Peixoto adquiriu o rincão do espólio de Antônio Cardozo da Silva. Anos mais tarde, A. Herbert foi comissionado para elaborar a "Planta do Rincão da Ponta Grossa", finalizado em março de 1897. O documento registra que a área da propriedade era de cerca de 651 hectares, bem como situa a morada e a antiga olaria do major Peixoto e uma pedreira nas proximidades do Morro da Ponta Grossa, a qual daria nome ao logradouro "Estrada da Pedreira" posteriormente.

Início do Século XX[editar | editar código-fonte]

Ruína da chaminé da Olaria do Peixoto, em 2013.

Em outubro de 1909, ocorreu a inauguração oficial da olaria do major Peixoto na Ponta Grossa, numa área próxima do Clube do Médico nos dias de hoje. A abertura da pequena fábrica recebeu matéria no jornal Correio do Povo na ocasião. O major adquiriu da Bromberg & Company o maquinário para a fabricação de telhas, tijolos e tijoletas. A empresa funcionou até a década de 1960, mas no presente resta apenas a ruína da chaminé da antiga olaria.

Décadas de 1930 e 1950[editar | editar código-fonte]

Nos anos 30, os terrenos da Ponta Grossa às margens do lago Guaíba passaram a atrair compradores interessados em casas de veraneio ou em sedes campestres. Em 1932, a Varig, a primeira companhia aérea brasileira, instalou sua sede campestre em um terreno no final da Rua dos Jacarandás, em meio ao Morro da Ponta Grossa e à beira das águas do Guaíba.

Em julho de 1950, dois anos antes de falecer, o arquiteto alemão Theo Wiederspahn, proprietário de uma chácara na orla sul da Ponta Grossa, elaborou um mapa representando a divisão dos lotes na região oeste do bairro, em direção ao Morro da Ponta Grossa. O documento pertence ao acervo da Secretaria Municipal de Urbanismo. Wiederspahn também projetou e construiu residências no bairro.

Em 1952, o Grupo Diários Associados, então comandada por Assis Chateaubriand, construiu no bairro Ponta Grossa o prédio da Antiga Estação Transmissora da Rádio Farroupilha. A inauguração recebeu especial cobertura da imprensa na época e contou com a presença de autoridades ilustres. No entanto, o prédio só continuaria funcionando como estação transmissora até o ano de 1986, quando foi desativada pela nova proprietária da Rádio Farroupilha, o Grupo RBS.

Em 1955, foi fundada a Escola Estadual de Ensino Fundamental Dr. José Loureiro da Silva, que ganhou esse nome em homenagem ao prefeito de Porto Alegre.

Décadas de 1980 e 1990[editar | editar código-fonte]

Alojamento na sede do Banrisul, em 2010.

Em 1980, inaugurou-se no bairro a sede social e de treinamento do Banrisul. Administrado pela CABERGS, a sede está localizada na Estrada da Serraria, n.° 3100, e possui piscinas, churrasqueiras, quadras poliesportivas, restaurante e lancheria. É voltada para o lazer e o aperfeiçoamento profissional dos servidores do banco, inclusive aposentados, pensionistas, dependentes e estagiários. Já convidados dos credenciados pela CABERGS pagam taxa para usufruir das instalações.[5]

Em 15 de setembro de 1996, a Prefeitura Municipal inaugurou o Estratégia Saúde da Família (ESF) "Ponta Grossa"[6], que opera na Estrada Retiro da Ponta Grossa, n.° 3.023, ao lado da Capela de São Brás. A capela, por sua vez, está vinculada ao Santuário de Santa Rita de Cássia, no bairro Guarujá.[7]

Educação[editar | editar código-fonte]

Vista da E.E.E.F. Dr. José Loureiro da Silva, em 2016.

O bairro Ponta Grossa possui duas instituições de educação pública: a Escola Estadual de Ensino Fundamental Dr. José Loureiro da Silva e a Escola Municipal de Educação Infantil "Ponta Grossa". Ambas funcionam no mesmo endereço, na Estrada Retiro da Ponta Grossa, n.° 3581. Há também uma escola privada filantrópica, o Instituto Educandário Infantil ABCB São Francisco, localizada na Avenida Principal da Ponta Grossa, n.° 1701.[8]

A EEEF Dr. José Loureiro da Silva completou seu aniversário de 60 anos no final do ano de 2015.[9] Em outubro de 2014, a Secretaria da Educação (SEDUC) autorizou o investimento de R$ 730 mil para reformar e ampliar os espaços físicos da escola.[10]

A EMEI Ponta Grossa funciona em turno integral, das 7h às 19h, atendendo cerca de 160 crianças, de idades variando entre 0 e 5 anos e 11 meses, e possui ambientes adequados para crianças portadoras de necessidades especiais.[11]

A Ponta Grossa conta, desde 2004, com uma Unidade do Projeto Pescar, a qual funciona nas dependências do Centro Social e de Treinamento do Banrisul. Em 2015, o "Projeto Pescar Banrisul" abriu inscrições para vinte vagas destinadas a jovens em situação de vulnerabilidade social.[12]

Em 2016, a Escola Querência Waldorf adquiriu no bairro um terreno de 8,28 hectares para construir sua nova sede[13].

Economia e infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Trecho da Avenida Principal da Ponta Grossa, em 2016.

A Avenida Principal da Ponta Grossa, criada oficialmente em 29 de junho de 2015, pela Lei n.° 11.860[14], é a via que concentra a maior parte do comércio e da prestação de serviços no bairro Ponta Grossa. Nela funcionam lanchonetes, bares, supermercados, oficinas, estéticas, floriculturas, dentre outros negócios.

Outrora denominada "Estrada Retiro da Ponta Grossa", ela era frequentemente confundida com outro logradouro homônimo no bairro, de modo que havia dificuldades para a entrega de correspondências e mercadorias. A avenida se situa entre as rótulas da Estrada da Ponta Grossa e da Avenida Juca Batista. Ela também é a via de acesso para os moradores de loteamentos como Parque Agrícola Albion, Túnel Verde e Porto dos Casais.

O Lanagro em 2006.

A Ponta Grossa abriga ainda o Laboratório Nacional Agropecuário da Região Sul, uma das seis unidades existentes no país. Está localizado na Estrada Retiro da Ponta Grossa, n.° 3036. Administrado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o "Lanagro" realiza o monitoramento, controle e fiscalização de alimentos, bebidas e insumos produzidos e comercializados no país, além de produzir estudos e pesquisas sobre segurança alimentar e detecção de fraudes econômicas nos referidos produtos.[15] Em maio de 2015, a Câmara Municipal manifestou seu apoio em ajudar a expandir as instalações da Lanagro por conta da importância de seu trabalho.[16]

Ainda que possua sedes campestres e propriedades com atividades agropecuárias, o bairro Ponta Grossa se situa integralmente em zona urbana, não estando inserido na chamada Zona Rural de Porto Alegre, a qual foi recriada em setembro de 2015. O bairro também não está incluído na rota turística dos Caminhos Rurais de Porto Alegre.

Áreas verdes[editar | editar código-fonte]

No dia 30 de março de 2011, a SMAM entregou à comunidade do loteamento Porto dos Casais uma praça[17], que se tornou a primeira e única área verde pública do bairro. A inauguração contou com a presença do então secretário Luiz Fernando Záchia. Ainda não denominada, a praça se localiza no perímetro entre as ruas Izabel Vargas Pinto, Espatódeas e Reinaldo Müller e abriga equipamentos de recreação infantil e quadra de futebol.

Drenagem pluvial[editar | editar código-fonte]

Vala de esgoto misto no bairro.

Alagamentos são naturalmente comuns na Ponta Grossa, em razão de suas áreas de planícies serem compreendidas pelas sub-bacias do Arroio do Salso e do Arroio Guabiroba. Eles costumam trazer prejuízos e riscos à população do bairro em períodos de chuva intensa. Ademais, o problema de drenagem pluvial passou a ficar mais recorrente à medida que mais moradias se expandiram em direção às áreas de risco, isto é, próximas às margens dos córregos mencionados.

Além das sub-bacias do Salso e do Guabiroba mencionadas, o bairro compreende também as sub-bacias Ponta Grossa Norte e Ponta Grossa Sul.

Em dezembro de 2014, a Ponta Grossa foi contemplada pelo programa municipal "DrenaPOA", com o projeto executivo de um canal de macrodrenagem para amenizar as cheias do Salso e do Guabiroba e direcionar a água excedente para o Guaíba[18]. Para isso, realizaram-se desapropriações de grandes áreas particulares para a escavação e construção do canal, o qual teria ainda a finalidade de viabilizar a pavimentação do sistema viário e a regularização fundiária de loteamentos do entorno[19]. O valor para a elaboração do projeto foi orçado em R$ 457,75 mil. A segunda etapa do projeto consiste na construção de uma casa de bombas.

Em junho de 2016, a construção do canal de macrodrenagem se encontrava paralisada por motivos jurídicos e imprevistos financeiros. Por ordem da Procuradoria Geral do Município[20], as obras foram interrompidas em decorrência da invasão de uma quadra no loteamento "Túnel Verde" destinada a equipamentos públicos, enquanto que o Departamento Municipal de Águas e Esgotos (DEP) constatou a necessidade de captar mais recursos para sua continuidade.

Tratamento de esgoto[editar | editar código-fonte]

Assim como nos demais bairros do Extremo-Sul da cidade, a deficiência no tratamento de esgoto cloacal na Ponta Grossa acomete seus moradores com mau cheiro e risco de transmissão de doenças por conta da água contaminada, sobretudo durante alagamentos. Nas valas presentes no bairro, o esgoto misto (cloacal e pluvial) corre a céu aberto[21] antes de ser dragado periodicamente pelo Departamento de Águas Pluviais.[22] Em dias de chuvas intensas, o esgoto acaba retornando das fossas sépticas residenciais.

Mesmo com a implantação da ETE Serraria em abril de 2014, no bairro homônimo, esta parte do Projeto Integrado Socioambiental (Pisa), as comunidades na Ponta Grossa, de modo geral, não se beneficiaram com tal projeto[23], apesar da pequena distância que os separa.

Em maio de 2014, em uma reunião da Comissão de Saúde e Meio Ambiente (Cosmam) da Câmara Municipal, o Dmae admitiu que houve "atrasos nas áreas da Ponta Grossa"[24] , mas assegurou que o órgão já estava realizando obras para cumprir as metas e o planejamento do sistema de tratamento de esgoto em todo o município. Na mesma ocasião, representantes do Dmae afirmaram que estava sendo aberta licitação para realização de obras na chamada área "PG-2" da Ponta Grossa. Já a Cosmam disse que distribuiria às comunidades do bairro os cronogramas de obras.

Cultura[editar | editar código-fonte]

Em 2012, como parte do do programa "Descentralização da Cultura", a Secretaria Municipal da Cultura promoveu oficinas de teatro e dança contemporânea no bairro Ponta Grossa. Ambas foram ministradas na Capela de São Brás.[25]

Loteamentos, regularizações e invasões[editar | editar código-fonte]

A Ponta Grossa conta com loteamentos de iniciativa particular que só começaram a passar por processos de regularização fundiária junto à Prefeitura Municipal após a sua implantação. Ao mesmo tempo, o bairro enfrenta os problemas oriundos de assentamentos clandestinos e precários e de adensamentos muito rápidos que não são atendidos pelas políticas públicas na mesma intensidade.

Parque Agrícola Albion[editar | editar código-fonte]

O Parque Agrícola Albion era, em julho de 2011, habitado por cerca de 1200 famílias.[26] Em agosto de 2010, o loteamento passou por uma etapa em sua regularização para efetuar o cadastramento das ruas existentes, além do gravame de áreas para duas escolas, três praças e diques da obra de Macrodrenagem dos Arroios Guabiroba e Salso[27].

Porto dos Casais[editar | editar código-fonte]

A área do Porto dos Casais começou a ser dividida a partir de 2001, através da criação da Cooperativa Habitacional Porto dos Casais Ltda.[28]

Em março de 2013, os seus moradores enfrentavam dificuldades para obter as certidões negativas de débito referente aos IPTUs de seus lotes, uma vez que havia uma dívida, anterior à divisão, de cerca de R$ 280 mil, a qual não havia sido paga pela Cooperativa. Não quitada, a dívida impedia a concessão das certidões negativas. À época, houve uma reunião na Comissão de Urbanização, Transportes e Habitação (CUTHAB), da Câmara Municipal de Porto Alegre, em que a associação de moradores da Rua Santa Mônica reivindicou a cobrança de tal dívida da Cooperativa, além da revisão de seu valor, uma vez que estaria englobando áreas reservadas a uso público, como praças, escolas, posto de saúde e até ruas do loteamento.

Túnel Verde[editar | editar código-fonte]

Túnel Verde, em 2014.

Na década de 1980, famílias adquiriram imóveis no loteamento Túnel Verde, chamado assim em virtude da fileira de pinheiros existente no local. No entanto, o proprietário jamais ofereceu a infraestrutura necessária[29]. Somente no ano de 2004, o Ministério Público Estadual, através de um ajustamento de conduta, obrigou judicialmente a Prefeitura Municipal e o proprietário a realizarem a regularização dos mais de 300 lotes do Túnel Verde[30], com aplicação de multa de quinze salários mínimos ao mês para o município.

Em janeiro de 2011, o Loteamento Túnel Verde ainda estava em processo de regularização fundiária[31]. Uma primeira etapa da legalização havia sido concluída para permitir que os moradores demandassem via Orçamento Participativo (OP) serviços e infraestrutura. Mesmo assim, a comunidade não conseguia, à época, pedir à SMAM a implantação de uma área verde para o lazer dos moradores, uma vez que o Túnel Verde não estava totalmente regularizado. Em outubro daquele ano, apenas 70 famílias do loteamento dispunham da documentação necessária para efetuar o registro de propriedade.

Placa proibindo novo adensamento.

O Túnel Verde já passou por mais de um episódio de invasão e ocupação irregular. No final da extensão do loteamento, em direção às águas do Arroio do Salso, uma placa erguida pela SMAM advertia o seguinte: "Área de Preservação Ambiental. Proibido Construir. Não compre, Não venda, Não construa".

Além da questão do impacto ambiental, há também o problema das cheias periódicas do Salso, que provocam o desalojamento das pessoas e perdas materiais. Em junho de 2010, trinta e cinco famílias do Túnel Verde precisaram ser removidas pela Defesa Civil por conta do aumento do nível das águas.[32]

Em dezembro de 2015, a 5.ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Porto Alegre determinou a "imediata desocupação" dos imóveis sobre a quadra K no loteamento Túnel Verde, com autorização para demolição de moradias e uso de força pública policial.[33]

Transporte[editar | editar código-fonte]

Linhas de ônibus:

  • 171 Ponta Grossa (STS);
  • 1713 - Linha Ponta Grossa até Otto;
  • 1714 - Ponta Grossa / Escola Odila Gay
  • 1715 - Ponta Grossa / Escola Loureiro da Silva
  • R5 - Rápida Ponta Grossa
  • 10.52 Lotação Guarujá via Cavalhada

População[editar | editar código-fonte]

Conforme dados do IBGE, a população do bairro Ponta Grossa cresceu vertiginosamente ao longo da década de 2000.

Censo Ano População Homens Mulheres Domicílios
1991 1.711
2000 3.290 1.612 1.678 1.011
2010 6.769 3.309 3.460 2.475

Segurança[editar | editar código-fonte]

Em outubro de 2015, agentes da Polícia Civil desmembraram, no bairro Ponta Grossa, uma quadrilha de tráfico de drogas composta por uma mulher, seus quatro filhos e suas respectivas companheiras. O grupo, que vendia alegadamente 100 quilos de drogas por mês, era conhecido como "Mixiricas" e fazia grande parte do tráfico no Extremo-Sul de Porto Alegre e também em Itapuã, em Viamão.[34]

Marcos[editar | editar código-fonte]

Moradores famosos[editar | editar código-fonte]

  • Joaquim José Felizardo, professor, escritor, historiador e político brasileiro (1932-1992) — primeiro titular da Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre (1988) e patrono do Museu da cidade
  • Theo Wiederspahn, arquiteto teuto-brasileiro[38];

Limites atuais[editar | editar código-fonte]

Da foz do Arroio do Salso, segue a montante deste até a Avenida Juca Batista, passa pela Estrada Retiro da Ponta Grossa e chega até o limite da propriedade do Aeroclube do Rio Grande do Sul; segue na direção sul e, depois, sudeste, contornando-a até a Estrada da Ponta Grossa; a partir deste ponto, vai até o Arroio da Guabiroba e encontra a orla do Guaíba; pela orla do Guaíba contorna a Ponta Grossa e vai até a foz do Arroio do Salso.[39]

Galeria de imagens[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Diário Oficial de Porto Alegre - 19 de junho de 2006
  2. História dos bairros de Porto Alegre
  3. Museu de Topografia da UFRGS
  4. Estruturação do espaço no sítio guarani da ilha Chico Manoel (POA/RS)
  5. ComuniCABERGS - Ano II, Edição n.° 08 - 2011
  6. Secretaria Municipal de Saúde - Estratégia Saúde da Família Ponta Grossa
  7. Arquidiocese de Porto Alegre - Capela de São Brás festejará padroeiro
  8. Escolas e creches - INST EDUCANDARIO INF ABCB SAO FRANCISCO
  9. Escola José Loureiro da Silva comemora 60 anos
  10. Começam as obras na escola Chiká e Loureiro da Silva na Capital
  11. Escola Municipal de Educação Infantil Ponta Grossa - Página da Prefeitura Municipal de Porto Alegre
  12. Projeto Pescar Banrisul abre inscrições para turma 2015
  13. Página da Escola Waldorf Querência
  14. LEI Nº 11.860, DE 29 DE JUNHO DE 2015
  15. Página do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - Lanagros
  16. Tribuna Popular destaca importância do Laboratório Agropecuário do Estado
  17. Smam entrega nova área verde no bairro Ponta Grossa
  18. DEP - Outras obras e dragagens - Canal e macrodrenagem do loteamento Túnel Verde - 1ª etapa
  19. Capital ganha maior programa de drenagem urbana de sua história
  20. Moradores do Túnel Verde reivindicam realização de obras
  21. DEP faz levantamento de necessidades na região do Extremo Sul
  22. Esgoto a céu aberto prejudica moradores do Extremo Sul
  23. Moradores da Ponta Grossa reclamam que Pisa não beneficia a região
  24. Comunidade da Ponta Grossa cobra na Câmara de Porto Alegre soluções para problemas de esgoto
  25. ISSUU - Revista Descentralização da Cultura, página 41
  26. Promotoria intervém para melhorar habitabilidade em loteamento
  27. Aprovada etapa para regularizar loteamento na Zona Sul
  28. Comunidade da Ponta Grossa quer revisão de dívida de IPTU
  29. Audiência encaminha regularização do Loteamento Túnel Verde
  30. Reunião do Loteamento Túnel Verde define emissão de matrículas
  31. Diário Gaúcho - Nem um balanço no Túnel Verde, na Zona Sul?
  32. Correio do Povo - Arroio Salso sobe e desaloja 35 famílias do Túnel Verde
  33. JusBrasil - 5ª VARA DA Fazenda Pública da Comarca de Porto Alegre. Processo n. 3224381-05.2005.8.21.0001 do TJRS
  34. Preso mais um integrante de grupo que dominava o tráfico na zona Sul de Porto Alegre
  35. Governo do Estado pretende vender a área, proposta que não tem concordância com os banrisulenses e os frequentadores (17 de março de 2011)
  36. Centro Social e de Treinamento do Banrisul no Google maps
  37. Localização da E. E. E. F. Dr. José Loureiro da Silva
  38. KRUSE, Telmo. "O Filho do Alfaiate. Meus Primeiros Oitenta Anos.", página 24. Editora AGE, Porto Alegre, 2002.
  39. http://www2.portoalegre.rs.gov.br/spm/default.php?reg=55&p_secao=131

Referências bibliográficas[editar | editar código-fonte]

  • Dados do censo/IBGE 2000

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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