Cascata (Porto Alegre)

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Cascata
  Bairro do Brasil  
Cascata bairro Porto Alegre.JPG
Localização
Município Porto Alegre
Características geográficas
Área total 691 hectares
População total 24,130 hab (2 000)
11,702 homens
12,428 mulheres hab.
Densidade 35 hab/ha hab./km²
Outras informações
Taxa de crescimento (+) 2,10 % (de 1991 a 2000)
Domicílios 6.893
Rendimento médio mensal 3,17 salários mínimos
Fonte: Não disponível

Cascata é um bairro da cidade brasileira de Porto Alegre, capital do estado do Rio Grande do Sul. Foi criado pela lei 2681 de 21 de dezembro de 1963, e teve seus limites alterados pela lei 7954 de 8 de janeiro de 1997

Histórico[1][editar | editar código-fonte]

No ano de 1893, com a criação da Companhia Carris, ocorreu o reordenamento das linhas de transporte na cidade, e foram instalados bondes no bairro Cascata. A principal via, na época, era a Estrada de Belém, que ligava a região central à povoação de Belém Velho, a qual remonta a 1830. Depois de ser renomeada duas vezes, com os nomes de Estrada da Cascata e Avenida Cascata, esta via foi rebatizada como Avenida Professor Oscar Pereira, em homenagem ao ex-diretor do Sanatório Belém.

O povoamento do local se acelerou a partir da década de 1950, graças à abertura de novos acessos, à expansão dos meios de transporte e ao loteamento das encostas dos morros da Morro da Polícia (também chamado Glória), de 286 metros, e Cascata, de 267 metros.

Provavelmente, a origem do nome "Cascata" se deve aos pequenos arroios que nascem do alto relevo da região, tais como o Arroio Águas Mortas, o qual passou por um processo de canalização fechada para evitar sua poluição.

Características atuais[editar | editar código-fonte]

Ainda que haja atualmente no Morro da Polícia[2] uma atividade turística, com trilhas que proporcionam aos visitantes imagens panorâmicas de toda a região sul de Porto Alegre e uma visão geral do rio Guaíba, sua exploração econômica, seja pela instalação de pedreiras (hoje já desativadas), seja pela implantação de antenas de televisão, tirou um pouco do aspecto tranqüilo e campestre do bairro.

Pontos de referência[editar | editar código-fonte]

Saúde
Religião

Limites atuais[editar | editar código-fonte]

Ponto inicial e final: encontro da Avenida Professor Oscar Pereira com a Rua Santuário; desse ponto segue pela Rua Santuário até, o ponto de coordenadas E: 281.579; N: 1.668.625, próximo à torre de alta tensão; desse ponto segue por uma linha reta e imaginária até o entroncamento da Estrada Salater com a Estrada dos Alpes; desse ponto segue por uma linha reta e imaginária até o encontro da Avenida Professor Oscar Pereira com a Rua das Enfermeiras, por essa até a Rua Raimundo Pereira Fraga, por essa até o seu final, no ponto de coordenadas E: 282.097; N: 1.670.219; desse ponto segue por uma linha reta e imaginária até o entroncamento da Estrada das Batillanas com a Estrada dos Barcelos; desse ponto segue por uma linha reta e imaginária até o marco geodésico do Morro da Polícia, ponto de coordenadas E: 282.384; N: 1.671.070; desse ponto segue por uma linha reta e imaginária até o encontro da nascente do Arroio do Moinho com a Rua Maria Lúcia Petit, ponto de coordenadas E: 283.638; N: 1.670.125; desse ponto segue por linha reta e imaginária até as antenas UHF do Ministério da Aeronáutica localizadas no Morro Pelado, ponto de coordenadas E: 284.247; N: 1.670.189; desse ponto segue por uma linha reta e imaginária até o ponto de coordenadas E: 285.322; N: 1.669.621 na Estrada dos Vinhedos (antiga Estrada das Capoeiras), segue por essa até a Estrada Antônio Borges, por essa até a Avenida Professor Oscar Pereira, por essa até a Rua Santuário, ponto inicial.[1]

Lei dos limites de bairros- proposta 2015-2016[editar | editar código-fonte]

No fim do ano de 2015, as propostas com as emendas foram aprovadas pela câmara de vereadores de Porto Alegre. Em relação aos limites atuais, há algumas alterações. A alteração mais importante foi a passagem do Hospital Divina Providencia, Gruta Nossa Senhora de Lourdes para o bairro Glória, que teve seus limites ampliados. [6]

Referências

Referências bibliográficas[editar | editar código-fonte]

  • FRANCO, Sérgio da Costa. Porto Alegre: Guia histórico. Porto Alegre: Ed. da Universidade/UFRGS, 1992.
  • JOBIM, Douglas Jefferson dos Santos. Movimento popular da Grande Glória. Série depoimentos. Porto Alegre: Unidade Editorial/Secretaria Municipal da cultura, 2000.
  • VILARINO, Maria da Graça e NUNES, Marion Kruse. Carris 120 anos. 2ª edição, Porto Alegre: Unidade Editorial/Secretaria Municipal da Cultura, 1992.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]