American Airlines

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American Airlines
IATA AA
ICAO AAL
Indicativo de chamada AMERICAN
Fundada em 1930 (como American Airways)
Principais centros
de operações
Programa de milhagem AAdvantage
Aliança comercial Estados Unidos Oneworld
Frota 972 aeronaves
Destinos 344[1]
Lounge Admirals Club
Slogan The new American is arriving. (A nova American está chegando)
Sede Fort Worth,  Texas,  Estados Unidos
Pessoas importantes Doug Parker (CEO)
Scott Kirby (presidente)
Sítio oficial Website oficial (em português)

A American Airlines é uma companhia aérea americana sediada em Fort Worth, Texas. É a maior companhia aérea do mundo por passageiros transportados, quantidade de aeronaves e receitas, sendo a segunda maior pelo número de destinos, somente atrás da United Airlines. Ele opera a partir de seus hubs em Dallas, Charlotte, Los Angeles, Nova York, Miami, Chicago, Filadélfia, Phoenix e Washington, enquanto a sua base de manutenção principal está em Tulsa, Oklahoma. A empresa também tem uma presença significativa em Boston, Londres e San Francisco.[2] A companhia aérea concorre principalmente com a Delta Air Lines, United e Southwest Airlines.

A empresa é um dos membros fundadores da Oneworld, e tem alianças codeshare com a British Airways, Finnair e Iberia no mercado transatlântico e com a Japan Airlines no mercado transpacífico. As rotas regionais são operadas por subsidiárias sob a marca da American Eagle.[3] A antiga controladora da American Airlines, a AMR Corporation, anunciou planos de fundir-se com a US Airways, criando a maior companhia aérea do mundo.[4][5][6] A AMR e a US Airways concluiram a incorporação em 09 de dezembro de 2013[7] e as duas companhias aéreas receberam um único certificado de companhia aérea em 8 de abril de 2015.[8][9]

História[editar | editar código-fonte]

Início[editar | editar código-fonte]

Um Douglas DC-3 da American, aeronave que foi projetada pela Douglas em conjunto com a companhia.
Um Fairchild FC-2 operado pela American em 1927.
Um Stinson Trimotor, primeira aeronave operada pela American.

A American Airlines foi desenvolvida por um grupo de 82 pequenas companhias aéreas por meio de aquisições em 1930[10] e reorganizações. Inicialmente, a American Airways era uma marca comum por uma série de transportadores independentes. Estes incluíam a Southern Air Transport[11] no Texas, a Southern Air Fast Express (SAFE)[12] no oeste, a Universal Aviation[13] também no oeste, a Thompson Aeronautical Services[14] e a Colonial Air Transport[15] no nordeste. Como muitas companhia daquela época, a American ganhou notoriedade transportando cartas. Em 1933, a American Airways operava em 72 cidades, principalmente no nordeste, centro-oeste e sudoeste dos Estados Unidos.[16]

Em 1934, a American Airways foi adquirida por Errett Lobban Cord, que renomeou a companhia como "American Air Lines". Cord contratou o empresário CR Smith para dirigir a companhia. Smith trabalhou em conjunto com a Douglas para desenvolver o Douglas DC-3, em que a American foi a companhia lançadora da aeronave, em 1936. Com o DC-3, a American tornou-se a primeira companhia aérea a ser capaz de operar uma rota que poderia ganhar lucros unicamente com o transporte de passageiros, sendo que as outras operadoras não poderiam ganhar lucros sem transporte de cartas.[17] Com o DC-3, a American começou a apelidar suas aeronaves de "Flagships" e instituiu o Admirals Club para os passageiros valorizados.[18]

Pedido de Concordata[editar | editar código-fonte]

Em 29 de novembro de 2011, a dona da empresa empresa pediu concordata em Nova York.[19] A causa é a queda nas ações da empresa, que no dia 29+ de novembro de 2011, as 13h30. A American Eagle e todas as subsidiárias da American Airlines também foram afetadas. A empresa assegurou também que irá honrar todas as reservas e passagens.

Ataques 11 de Setembro de 2001[editar | editar código-fonte]

A empresa teve duas de suas aeronaves envolvidas nos atentados, o voo 11 da American Airlines e o voo 77 da American Airlines. O voo 11, sequestrado por Mohamed Atta, colidiu contra a Torre Norte do World Trade Center e o voo 77, sequestrado por Hani Hanjour, que bateu em uma das faixas do Pentágono.

Acidentes[editar | editar código-fonte]

Destinos[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Destinos da American Airlines

Frota[editar | editar código-fonte]

Frota de aeronaves da American Airlines
Aeronave Total
Airbus A319-100 125
Airbus A320-200 50
Airbus A321-200 217
Airbus A330-200 15
Airbus A330-300 9
Boeing 737-800 304
Boeing 757-200 51
Boeing 767-300ER 31
Boeing 777-200ER 47
Boeing 777-300ER 20
Boeing 787-8 20
Boeing 787-9 10
Embraer ERJ-190 20
MD-82 13
MD-83 40
Total de aeronaves 972
  • OBS: A American Airlines possui um pedido de 460 aeronaves. 260 pedidos estão dividos por A319, A320 e A321 e os outros 200 pedidos são de Boeing 737.
Frota de aeronaves da American Eagle
Aeronave Total
CRJ-100 2
CRJ-200 124
CRJ-700 110
CRJ-900 118
Dash 8 Q100 12
Dash 8 Q300 11
Embraer 145 118
ERJ-170 2
ERJ-175 144
Total de aeronaves 641

Novo logotipo e fusão com US Airways[editar | editar código-fonte]

American Airlines e a US Airways anunciaram que seus conselhos de administração votaram a favor da fusão das duas empresas, criando a maior companhia aérea do mundo. O acordo ocorre mais de 14 meses depois de a American Airlines entrar em recuperação judicial, em novembro de 2011. Os credores da American ficaram com 72% da nova companhia, e os 28% restantes foram para as mãos da US Airways. As companhias anunciaram hoje em comunicado que esperam, com a nova empresa, uma receita superior a US$ 1 bilhão em 2015.

Galeria de Fotos[editar | editar código-fonte]

Commons
O Commons possui imagens e outras mídias sobre American Airlines

Ligações Externas[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Oneworld Network and Operations». Oneworld. Abril de 2013. Consultado em 25 de setembro de 2012 
  2. «American Airlines Ticket Counters | Airport Information | aa.com». www.aa.com. Consultado em 2 de julho de 2015 
  3. Associated, The (12 de setembro de 2012). «American Air signs deal to contract out some flying to SkyWest». Yahoo! News. Consultado em 3 de outubro de 2012 
  4. Isidore, Chris (29 de novembro de 2011). «American Airlines and AMR file for Chapter 11 bankruptcy». CNN. Consultado em 2 de dezembro de 2011 
  5. Rushe, Dominic (29 de novembro de 2011). «American Airlines files for Chapter 11 bankruptcy protection». The Guardian. London. Consultado em 29 de novembro de 2011 
  6. Erro de citação: Código <ref> inválido; não foi fornecido texto para as refs de nome merger_largest
  7. Maxon, Terry (27 de novembro de 2013). «Judge OKs American Airlines-US Airways merger, American's exit from bankruptcy». Dallas Morning News. Consultado em 29 de novembro de 2013 
  8. «American Airlines and US Airways to Create a Premier Global Carrier – The New American Airlines» (Nota de imprensa). Fort Worth, TX & Tempe, AZ: AMR & US Airways Group. 14 de fevereiro de 2013. Consultado em 14 de fevereiro de 2015. Cópia arquivada em 16 de fevereiro de 2013 
  9. [1]
  10. Koenig, David (9 de dezembro de 2013). «American Airlines parent seeks Ch. 11 protection». Google News. Associated Press. Consultado em 9 de dezembro de 2013. Cópia arquivada em 9 de dezembro de 2013 
  11. «American Airlines». Cincinnati Aviation Heritage Society & Museum. Consultado em 9 de dezembro de 2013 
  12. Eggebeen, Janna (2007). Airport Age: Architecture and Modernity in America. [S.l.]: ProQues. Consultado em 9 de dezembro de 2013 
  13. «UAL». Consultado em 9 de dezembro de 2013 
  14. «American Airways Pilot Hat Badge 2nd Issue Usage 1934-1947». Stanley Baumwald. Consultado em 9 de dezembro de 2013 
  15. «American Airlines». Encyclopædia Britannica, Inc. Consultado em 9 de dezembro de 2013 
  16. «1933 - August 6 - American Airlines Timetables, Route Maps, and History». Airchive. Consultado em 9 de dezembro de 2013 
  17. «For American, a blemish on a distinguished history». Yahoo News. 9 de dezembro de 2013. Consultado em 9 de dezembro de 2013 
  18. «1938 - August 5 - American Airlines Timetables, Route Maps, and History». Airchive. Consultado em 9 de dezembro de 2013 
  19. [2], acessado em 29 de Novembro de 2011