Airbus A320

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Airbus A320
Picto infobox aircraft.png
Um Airbus A321 da American Airlines pousando no aeroporto de Los Angeles
Descrição
Tipo / Missão Avião comercial turbojato bimotor
País de origem  Alemanha
 França
 Reino Unido
Flag of Spain.svg Espanha
Fabricante EADS Airbus
Período de produção 1987-presente
Quantidade produzida 6623[1] unidade(s)
Custo unitário
  • A318: US$ 74 milhões[2]
  • A319: US$ 88 milhões[2]
  • A320: US$ 97 milhões[2]
  • A321: US$ 113 milhões[2]
Primeiro voo em 22 de fevereiro de 1987 (28 anos)
Introduzido em 28 de março de 1988 com a Air France
Tripulação 2 (piloto e co-piloto)
Passageiros 132 a 220 passageiro(s)
Número de classes 1 classe(s)
Especificações
Dimensões
Comprimento 44 m (144 ft)
Envergadura 34 m (112 ft)
Altura 11 m (36,1 ft)
Área das asas 122  (1 310 ft²)
Peso(s)
Peso vazio 48 500 kg (107 000 lb)
Peso de decolagem 68 000 kg (150 000 lb)
Propulsão
Motor(es) 2 x CFM International CFM56
Potência (por motor) 147 hp (110 kW)
Força de empuxo (por motor) 14 968 kgf (147 000 N)
Performance
Velocidade máxima 871 km/h (470 kn)
Velocidade de cruzeiro 828 km/h (447 kn)
Velocidade máx. em Mach 0,78 Ma
Alcance (MTOW) 6 100 km (3 790 mi)
Teto máximo 12 500 m (41 000 ft)

O Airbus A320 é uma aeronave narrowbody bimotor a jato de passageiros fabricado pela EADS Airbus. Esta aeronave inclui os variantes A318, A319, A320 e A321, assim como o jato executivo ACJ. O A320 também é nomeado A320ceo (que apresenta a opção atual de motor), após a introdução do A320neo.[3] A montagem final da aeronave na Europa é feita em Toulouse, na França, e Hamburgo, na Alemanha. Desde 2009, uma fábrica em Tianjin, na China, também participa da produção de aeronaves para companhias aéreas chinesas.[4] Em abril de 2013, a Airbus iniciou a construção de uma nova unidade de produção para o A320 e variantes em Mobile, no Alabama.[5] A aeronave pode acomodar até 220 passageiros e tem um alcance de 3 100 até 12 000 quilômetros (1 700 a 6 500 milhas náuticas), dependendo da variante.

O primeiro A320 foi lançado em março de 1984, voou pela primeira vez em 22 de fevereiro de 1987 e foi entregue para a primeira companhia em março de 1988. A família foi logo ampliada para incluir a variante A321 (primeira entrega em 1994), A319 (1996) e A318 (2003). O A320 foi pioneiro no uso do sistema de controle de voo fly-by-wire, bem como o uso de side-sticks, em aviões comerciais. Houve um processo de melhoria contínua desde a introdução.

Em dezembro de 2010, a Airbus anunciou uma nova geração do A320, o A320neo.[6] O A320neo oferece uma escolha de motores entre o CFM International LEAP-X ou o Pratt & Whitney PW1000G, combinado com melhorias de estruturas e adição de winglets, chamado de sharklets pela Airbus. A aeronave terá uma economia de combustível de até 15%. Em maio de 2015, um total de 3 600 aeronaves A320neo tinham sido encomendadas por 70 companhias aéreas, tornando-o o avião comercial mais rapidamente vendido.[7] [8] O primeiro A320neo entrará em serviço pela Qatar Airways, em 2015.

Em junho de 2015, um total de 6 581 A320s já haviam sido entregues, dos quais 6 315 estavam em serviço, sendo que mais 5 123 aeronaves estavam encomendadas. É classificado como a família de jatos comerciais mais vendida do mundo, de acordo com registros de 2005 a 2007.[9] [10] O A320 provou ser popular com companhias aéreas, incluindo companhias de baixo custo, como a EasyJet, que comprou A320s para substituir sua frota de Boeing 737. A American Airlines é a maior operadora de A320s, operando 337 aeronaves. A família de aeronaves concorre diretamente com o Boeing 737 e já competiu com o Boeing 717, Boeing 757, McDonnell Douglas MD-80 e o McDonnell Douglas MD-90.

Interior de um A320.

Variantes[editar | editar código-fonte]

Nova versão do A320, com sharklets.
A320 da brasileira TAM
CS-TNQ A320 da portuguesa TAP Portugal
A320 da açoriana SATA Internacional

A família Airbus A320 possui quatro variantes, todas com base no A320, sendo algumas mais curtas, como o A319/A318 , e mais alongadas como o A321. A capacidade de passageiros desta família, varia entre 100 a 200.

A320[editar | editar código-fonte]

O A320 possui duas variantes: o A320-100 e o A320-200. O A320-100 é a versão de menor sucesso pelo fato de que apenas 21 A320-100 foram construídos. Estas aeronaves, as primeiras a serem construídas, foram entregues a Air Inter, que posteriormente foi adquirida pela Air France, British Airways (resultado de uma encomenda da British Caledonian Airways feita antes da aquisição pela British Airways) e Air France. As características do A320-200 são a maior capacidade de carregar combustível e maior alcance frente a versão -100. Os últimos cinco A320-100, operados pela British Airways, foram utilizado até o final de 2007.

O alcance com 150 passageiros para o A320-200 é de 5,400 km (2,900 nm). É equipado por 2 turbofans CFMI CFM56-5 ou IAE V2500 com empuxo entre 25,500 a 27,000 libras de força (113 kN a 120 kN).

Concorrentes e aeronaves comparáveis

O único concorrente Boeing 737-800.

Operadores brasileiros

O A320 no Brasil é utilizado pela TAM[11] e pela Avianca Brasil, enquanto a Azul Linhas Aéreas espera para chegada de suas encomendas.

Companhia Quantidade
Leme TAM.gif 96 + 24 encomendas
Leme ONE.gif 25
Leme AZU.gif 35 encomendadas
TOTAL 168
Operadores portugueses

Estas são as companhias aéreas portuguesas que incluem o A320 na sua frota:

Companhia Quantidade
Leme TAP.gif 20
SATA Internacional 4
HiFly 1
MasterJet 1
TOTAL 26

A319[editar | editar código-fonte]

A320-214 da easyJet.
A319 da Delta Air Lines.

Esta é uma versão encurtada do A320. Com a mesma capacidade de carregar combustível como o A320-200, e menos passageiros, o alcance com 124 passageiros em duas classes é de 7,200 km (3,900 nm), o maior alcance da família. O A320 e o A319, são as versões mais populares da família A320. Em 2003, a easyJet encomendou aeronaves A319 com o compartimento das refeições encurtado (já que a empresa não serve comida em seus vôos) e 156 assentos em classe única. para seguir regras de segurança como no caso de evacuações, saídas de emergência a mais foram adicionadas.

A maior encomenda da easyJet com 120 pedidos mais 120 opções, colocou a empresa entre uma das maiores vendas de aeronaves dos últimos tempos, com somente a rival Ryanair e os Boeing 737.

É motorizado com os mesmos motores do A320. Com o certificado JAA, entrou em serviço em 1996 com a Swissair.

Concorrentes e aeronaves comparáveis

Os concorrentes são Boeing 737-700 e Embraer 195.

A319CJ[editar | editar código-fonte]

Airbus Corporate Jetliner.
Airbus A319-100LR da PrivatAir.

Este é conhecido como uma versão executiva do A319. Possui tanques de combustível extras instalados no compartimento de carga dando um alcance de 12,000 km (6,500 nm). Se caso houver uma revenda da aeronave, ela pode ser reconfigurada como um A319, se removidos os tanques extras, assim maximizando o valor da revenda. Ele também é conhecido como ACJ ou Airbus Corporate Jet.

O A319CJ é usado desde 2003, como aeronave presidencial do Brasil, Venezuela, Tailândia, República Checa, e Malasia.

A aeronave tem capacidade de transportar 39 passageiros, mas pode ser equipado de acordo com a vontade dos compradores. É motorizado com os mesmos motores do A320.

Concorrentes e aeronaves comparáveis

O concorrente é o Embraer Lineage 1000

A319LR[editar | editar código-fonte]

O A319LR é uma versão padrão do A319 que incorpora algumas características e os tanques extras de combustível do A319CJ. A Airbus oferece algumas sugestões de desenhos de interiores, embora muitas compradores os operam em padrão de classe executiva com 48 assentos, especificamente feitos por encomenda para classes executivas e rotas intercontinentais. O A319LR, comparado com o A319CJ, possuiu quatro tanques auxiliares em vez de seis. O alcance é de 8,300 km (4,500 nm).

A Lufthansa e a Air France operam serviços executivos entre a europa e os EUA usando uma frota de A319 operados pela French Aero Services e a Swiss PrivatAir. De qualquer modo, a Qatar Airways utiliza seus A319LR com 110 assentos. A Air France opera o A319LR em um esquema de densidade reduzida para o Oriente Médio e a Ásia Central.

Concorrentes e aeronaves comparáveis

O concorrente mais próximo é o Boeing 737-700ER com alcance máximo de 10,200 km (5,510 nm)

Operadores brasileiros

O A319 no Brasil é utilizado pela TAM e Avianca Brasil.[12]

Companhia Quantidade
TAM 26
Avianca Brasil 04
TOTAL 30
Operadores portugueses

Companhias portuguesas que usam o A319:

Companhia Quantidade
TAP Portugal 22
White 3
Omni 1
TOTAL 26

A318[editar | editar código-fonte]

A318 da Air France.
A318 da British Airways.
A321 da Lufthansa.

O A318, também conhecido como "Mini-Airbus" ou "baby bus", é o menor membro da família A320. Durante o desenvolvimento, era conhecido como o "A319M3," assim indicando que era um derivado do A319. "M3" significa "menos três frames da fuselagem". A aeronave é seis metros mais curta e tem menos 14 toneladas do que o A320. Para compensar a redução da fuselagem, ele tem o estabilizador vertical cerca de 80 centímetros maior do que as outras variantes do A320. Pilotos que são habilitados para pilotar outras variantes do A320, não necessitam de ter mais certificações para a utilização do equipamento, uma vez que apresenta o mesmo tipo de configurações dos seus outros membros da família.

O A318 tem capacidade de carregar 109 passageiros em duas classes. No começo do desenvolvimento, foi planejado um avião para substituir as primeiras gerações do Boeing 737 e do Douglas DC-9, embora também seja rival do 737-600. A Boeing também oferece o 717 deles como rival, embora este foi projetado para rotas regionais, e não ter o mesmo alcance do A318.

O A318 é está disponível para diferentes (MTOW) variando de 59 toneladas, 2,750 km (1,500 nm) para um modelo de 68 toneladas, 6,000 km (3,240 nm). O menor MTOW lhe permite operar rotas regionais diminuindo o alcance e um maior MTOW permite complementar outros membros da família A320 em determinadas rotas. Com um peso menor, permite ao A318 um alcance superior a 10% se comparado com um A320, permitindo servir algumas rotas que o A320 é incapaz de operar: Londres-Tel Aviv e Cingapura-Toquio, por exemplo. Seu principal uso para as companhias aéreas, no entanto, é para rotas de baixa densidade entre cidades médias.

Durante o desenvolvimento, houve diversos problemas. O primeiro foi a queda da demanda por aeronaves decorrente dos ataques de 11 de setembro. Outro foi que o novo motor Pratt & Whitney, queimava mais combustível do que se esperava: pelo o tempo de serviço, o CFMI tinha mais fama entre as empresas aéreas, muitos consumidores do A318 já haviam cancelado as encomendas, inluindo a Air China e a British Airways. A America West Airlines, que havia selecionado os motores Pratt & Whitney, alterou seus pedidos de A318, para A319 ou A320. A Trans World Airlines, cancelou um número significante de encomendas, cerca de 50 pedidos, depois da aquisição da empresa feita pela American Airlines, a qual não opera nenhuma aeronave da família A320 (embora, nem a própria TWA operava antes da encomenda). Enquanto a Airbus espera fazer propaganda do A318 como aeronave alternativa em rotas regionais, leis nos EUA e Europa mantiveram o avião na categoria de aviões de grande porte, o que afugentou clientes por causa dos cálculos das taxas de pouso e decolagem similares a grandes aviões.

Ele é equipado com dois turbofans CFM56-5 ou Pratt & Whitney PW6000 com empuxo entre 21,600 a 23,800 lb (10,800 kg) (96 a 106 kN). As empresas lançadoras do modelo foram a Frontier Airlines e a Air France receberam suas aeronaves em 2003, com a Frontier recebendo seus modelos em Julho daquele ano. O preço do A318 alcança de $39 a $45 milhões de dólares, e os custos de operação giram em torno de $3,000 dólares para um voo de 926 km (500 nm)

Enquanto era desenvolvido, o A318 recebeu algumas características que não estão presentes em outros membros da família A320. Alguns detalhes são encontrados até mesmo no A380. Estas melhorias incluem:

  • Um monitor de LCD com toque na tela, para os comissários de bordo, para simplificar o acesso ao ambiente e controles de comunicação.
  • Novas luzes na cabine, como luzes LEDs, em lugar de lâmpadas fluorescentes.
  • O uso de soldas a laser na construção, evitando a necessidade do uso de rebites, e tornando o processo mais rápido.
Concorrentes e aeronaves comparáveis

Os concorrentes são o Boeing 737-600 e Embraer 190, podendo ser comparado ao Fokker 100.

A318 Elite[editar | editar código-fonte]

Em 10 de novembro de 2005, a Airbus anunciou o A318 elite. O Airbus A318 Elite visa o mercado que necessita uma aeronave executiva com alcance de 7,400 km (5,000 nm), e capacidade para transportar de 14 a 18 passageiros. Seus motores são os CFM.

Operador brasileiro

O A318 no Brasil é utilizado pela Avianca Brasil

Companhia Quantidade
Avianca Brasil 15
TOTAL 15

A321[editar | editar código-fonte]

Airbus A321 da JetBlue Airways, com sharklets.
Airbus A321-200.
A321 da TAM Linhas Aéreas ao lado do Airbus A380.

Esta é uma versão alongada do A320, com mínimas mudanças. A área das asas é um pouco maior e incluí flaps double-slotted. O trem de pouso foi reforçado e versões mais potentes dos motores CFM56 e do V2500 são usados. O concorrente mais próximo do A321 é o 737-900/-900ER e o 757-200. O modelo obteve certificação em dezembro de 1993 pela JAA. Mas com peso menor do que o 757, e com menor queima de combustível por causa dos motores menores, acaba sendo mais barato de operar do que o 757.

O alcance com 186 passageiros para o A321-100 é de 4,260 km (2,300 nm). É motorizado com dois motores CFM56-5 ou IAE V2531 com empuxo de 31,000 libras de força.

O A321-200 tem capacidade extra de carregar combustível trazendo alcance com 196 passageiros de 5,600 km (3,000 nm). O A321-200 é motorizado com dois motores CFM56-5 ou IAE V2533 com empuxo de 33,000 libras.

Concorrentes e aeronaves comparáveis

O concorrente é o Boeing 737-900 e Boeing 737-900ER, e pode ser comparado ao Boeing 757

Substituto do Boeing 757

O Airbus A321 e sua nova versão, A321neo, principalmente, foram consideradas as melhores aeronaves para substituir o Boeing 757, devido ao tamanho, capacidade de carga e alcance semelhantes. Atualmente, diversas companhias que operam o 757 escolheram o A321 como substituição à antiga aeronave, principalmente as companhias norte-americanas.

Operador brasileiro

O A321 no Brasil é utilizado pela TAM.[13]

Companhia Quantidade
TAM 16 + 35 encomendas
TOTAL 12
Operadores em Portugal

O A321 em Portugal é apenas utilizado pela TAP Portugal.

Companhia Quantidade
TAP 3
TOTAL 3

Encomendas e Entregas[editar | editar código-fonte]

Pedidos Entregas
Tipo Total Acumulado Total 2013 2012 2011 2010 2009 2008 2007 2006 2005 2004 2003 2002 2001 2000 1999 1998 1997 1996 1995 1994 1993 1992 1991 1990 1989 1988
A318 79 0 79 1 2 2 2 6 13 17 8 9 10 9
A319 1.521 155 1.366 9 38 47 51 88 98 105 137 142 87 72 85 89 112 88 53 47 18
A320 6.210 2.936 3.274 82 332 306 297 221 209 194 164 121 101 119 116 119 101 101 80 58 38 34 48 71 111 119 58 58 16
A321 1.595 802 797 22 83 66 51 87 66 51 30 17 35 33 35 49 28 33 35 22 16 22 16
Total 9.405 3.889 5.516 114 455 421 401 402 386 367 339 289 233 233 236 257 241 222 168 127 72 56 64 71 111 119 58 58 16

Dados do fim de Março/2013. Atualizado em 5 de Abril de 2013.[14] [15]

Características[editar | editar código-fonte]

A318-100 A319-100 A320-200 A321-200
Tripulação Técnica 2
Capacidade de Passageiros 117 (1-classe)
107 (2-classes)
144 (1-classe)
124 (2-classes)
180 (1-classe)
156 (2-classes)
220 (1-classe)
194 (2-classes)
Comprimento 31,45 m 33,84 m 37,57 m 44,51 m
Envergadura 34,10 m
Altura da Cauda 12,56 m 11,76 m
Largura da Cabine 3,70 m
Largura da Fuselagem 3,95 m
Peso Vazio 39,300 kg 40,600 kg 42,400 kg 48,200 kg
MTOW 68,000 kg (149,900 libras) 75,500 kg (166,500 libras) 77,000 kg (169,000 libras) 93,500 kg (206,100 libras)
Velocidade Cruzeiro .78 Mach
Velocidade Máxima de Cruzeiro .82 Mach
Tamanho Necessário da Pista em MTOW 1,355 m 1,950 m 2,090 m 2,180 m
Alcance Máximo em Carga Máxima 5,950 km 6,800 km 5,700 km 5,600 km
Capacidade Máxima de Combustível 23,860 L 29,840 L 29,680 L
Teto de Serviço 39,000 pés
Motores 2 × Pratt & Whitney PW6000
2 × CFM International CFM56
2 × International Aero Engines V2500
2 × CFM International CFM56

Motores[editar | editar código-fonte]

Motor e wingtip fence (Winglet) de um A320-200 da Virgin America.
Um dos motores IAE Model V2527-A5 do A320-232.
Modelo da Aeronave Data de Certificação Motores[16]
A318-111 23 Maio 2003 CFM56-5B8/P
A318-112 23 Maio 2003 CFM56-5B9/P
A318-121 21 Dezembro 2005 PW6122A
A318-122 21 Dezembro 2005 PW6124A
A319-111 10 Abril 1996 CFM56-5B5 or 5B5/P
A319-112 10 Abril1996 CFM56-5B6 or 5B6/P or 5B6/2P
A319-113 31 Maio 1996 CFM56-5A4 or 5A4/F
A319-114 31 Maio 1996 CFM56-5A5 or 5A5/F
A319-115 30 Julho 1999 CFM56-5B7 or 5B7/P
A319-131 18 Dezembro1996 IAE Model V2522-A5
A319-132 18 Dezembro 1996 IAE Model V2524-A5
A319-133 30 Julho 1999 IAE Model V2527M-A5
A320-111 26 Fevereiro 1988 CFM56-5A1 or 5A1/F
A320-211 8 Novembro 1988 CFM56-5A1 or 5A1/F
A320-212 20 November 1990 CFM56-5A3
A320-214 10 Março 1995 CFM56-5B4 or 5B4/P or 5B4/2P
A320-216 14 Junho 2006 CFM56-5B6
A320-231 20 Abril 1989 IAE Model V2500-A1
A320-232 28 Setembro 1993 IAE Model V2527-A5
A320-233 12 Junho 1996 IAE Model V2527E-A5
A321-111 27 Maio 1995 CFM56-5B1 or 5B1/P or 5B1/2P
A321-112 15 Fevereiro 1995 CFM56-5B2 or 5B2/P
A321-131 17 Dezembro 1993 IAE Model V2530-A5
A321-211 20 March 1997 CFM56-5B3 or 5B3/P or 5B3/2P
A321-212 31 Agosto 2001 CFM56-5B1 or 5B1/P or 5B1/2P
A321-213 31 Agosto 2001 CFM56-5B2 or 5B2/P
A321-231 20 Março 1997 IAE Model V2533-A5
A321-232 31 Agosto 2001 IAE Model V2530-A5

Principais acidentes[editar | editar código-fonte]

Nos primeiros cinco anos, quatro A320 se acidentaram. Em seguida alguns dos piores acidentes.

  • 26 de junho de 1988 - Voo Air France 296
  • 14 de fevereiro de 1990 - Indian Airlines - voo 605, modelo A320-231 com 146 pessoas, caiu ao aproximar-se do aeroporto de Bangalore. 88 passageiros e 4 tripulantes morreram.
  • 14 de setembro de 1993 - Lufthansa - voo 2904 (O co-piloto e um passageiro morreram).
  • 23 de agosto de 2000 - Gulf Air - voo 072, modelo A320-212 caiu no Golfo Pérsico ao aproximar-se do aeroporto do Bahrain. Todos os 143 passageiros morreram.
  • 3 de março de 2006 - Armavia - voo 967, modelo A320-211 caiu no Mar Negro na segunda aproximação do aeroporto de Sochi. Todos os 113 passageiros e tripulantes morreram.
  • 17 de julho de 2007 - TAM Linhas Aéreas - voo JJ 3054, modelo A320-233 no Aeroporto de Congonhas O Airbus que vinha da cidade de Porto Alegre derrapou da pista 35L/17R (cabeçeira 35L) do Aeroporto de Congonhas e logo em seguida se chocou contra o prédio do serviço de cargas da própria TAM, o TAM EXPRESS. Todas as 187 pessoas (180 passageiros e 7 tripulantes) morreram. Mais 12 pessoas que não estavam a bordo do avião também morreram (estavam no prédio no qual o avião colidiu), totalizando 199 mortos. Esse acidente foi considerado o pior acidente da aviação brasileira e da América Latina, além de ter sido considerado o pior do mundo nos últimos 5 anos, até o desaparecimento do Airbus A330 que servia o Voo Air France 447 Rio-Paris no dia 1 de junho de 2009.
  • 30 de maio de 2008 - Um airbus A320 da TACA derrapa na pista do aeroporto de Tegucigalpa, Honduras, saindo da pista e deixando em torno de cinco mortos, entre eles, a embaixatriz brasileira e o presidente do Banco de Integração da América Central.
  • 15 de janeiro de 2009 - Um airbus A320 da US Airways aterra de emergência no Rio Hudson em Manhattan, Nova Iorque, logo após ter acabado de levantar voo. O sucedido deveu-se a uma colisão com um bando de aves que afectou ambos os motores. Todos os seus 151 ocupantes escaparam com vida.
  • 27 de julho de 2010 - Um airbus A321 da Air Blue caiu em região montanhosa perto de Islamabad, no Paquistão, sob condições de chuva e pouca visibilidade. A aeronave levava 146 passageiros e 6 tripulantes. Não houve sobreviventes. Ver: Voo Airblue 202.
  • 28 de dezembro de 2014 - O avião modelo A320-200 e prefixo PK-AXC, do voo QZ 8501, da AirAsia caiu no Mar de Java com 155 passageiros e 7 tripulantes uma hora após a decolagem do Aeroporto Internacional de Juanda. Não houve sobreviventes.[17]
  • 24 de março de 2015 - Um airbus A320-200 e matrícula D-AIPX, da empresa alemã Germanwings (Pertencente ao grupo Lufthansa) caiu no sul da França devido a uma ação deliberada da parte do copiloto. A aeronave ia de Barcelona, em Espanha, para Duesseldorf, na Alemanha. O voo 4U9525 viajava com 150 pessoas a bordo (144 passageiros, dois pilotos e quatro tripulantes). Não houve sobreviventes. [18]

Aeronaves Compáraveis[editar | editar código-fonte]

Referências

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Ligações externas[editar | editar código-fonte]


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