Aeroporto Santos Dumont

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Aeroporto do Rio de Janeiro
Santos Dumont
Santos Dumont Apron (8787797356).jpg
IATA: SDU - ICAO: SBRJ
Tipo Público
Administração INFRAERO
Serve Rio de Janeiro
Localização
SDU está localizado em: Brasil
SDU
Inauguração 1936


Altitude 8 m (26 ft)
Movimento em 2014 9 924 977 passageiros
1 066 162 kg de carga
125 798 aeronaves
Capacidade anual 9,9 milhões de passageiros
Website oficial Página oficial
Pistas
Cabeceiras Comprimento Superfície
2L/20R 1 260 m (4 134 ft) Asfalto
2R/20L 1 323 m (4 341 ft) Asfalto

O Aeroporto Santos Dumont (IATA: SDU - ICAO: SBRJ) é um aeroporto central localizado bem no centro financeiro da cidade do Rio de Janeiro.[1] Construído na década de 30 sobre um aterro à beira da Baía de Guanabara, o Santos Dumont foi o primeiro aeroporto civil inaugurado no Brasil.[1] Atualmente, é o segundo aeroporto mais movimentado do estado do Rio de Janeiro depois do Aeroporto Internacional do Galeão e também é um dos mais movimentados do Brasil, ocupando a sétima colocação em 2014.

Um destaque do Aeroporto Santos Dumont é a moderna sala de embarque, a primeira no Brasil totalmente revestida material transparente, que dá uma ampla visão para a Baía de Guanabara, onde é possível observar pontos turísticos como a Ponte Rio-Niterói, a Ilha Fiscal, o Museu de Arte Contemporânea, a cidade de Niterói, a Escola Naval e o Pão de Açúcar.[2]

A principal atividade do aeroporto está na Ponte aérea Rio-São Paulo, que transporta passageiros entre o Santos Dumont e o Aeroporto de Congonhas em São Paulo, movimentando aproximadamente 4 milhões de passageiros por ano, o que representa quase a metade de todo o movimento do aeroporto. A segunda e a terceira rotas mais movimentadas são, respectivamente, com destino ao Aeroporto Internacional de Brasília e para o Aeroporto Internacional de Belo Horizonte-Confins, transportando cerca de 1 milhão de passageiros anualmente em cada uma. [3]

O complexo aeroportuário está instalado em uma área de 833 mil metros quadrados, contando com duas pistas de pousos e decolagens com capacidade para 29 operações por hora,[4] e dois terminais de passageiros, sendo um terminal de embarque e outro para desembarque. Essa estrutura oferece a capacidade para atendimento de 9,9 milhões de passageiros por ano, segundo a Infraero.[5]

História[editar | editar código-fonte]

No Rio de Janeiro, o transporte comercial utilizava o atracadouro da Ponta do Calabouço onde atracavam os hidroaviões de rotas nacionais e internacionais. A aviação de pouso e decolagem terrestre, ainda incipiente, aproveitava o Campo de Manguinhos e os aparelhos militares da Aeronáutica e Marinha usavam, respectivamente, o chamado Campo dos Afonsos e o do Galeão.[1]

Como grande cidade e, sobretudo, na condição de Capital Federal, o Rio de Janeiro precisava dispor de um Aeroporto condizente com suas necessidades. Duas áreas então foram estudadas para a construção do aeroporto da então capital do País: O Aterro do Calabouço, onde onde operavam os hidroaviões, e o Campo de Manguinhos, que recebia as aeronaves de pouso e decolagem.[1] A proposta de implantar o aeroporto no aterro do calabouço foi bem aceita por especialistas em aviação do mundo todo e com isso, no início dos anos 30, o urbanista francês Alfred Agache idealizou o Aeroporto Santos Dumont a ser construído no centro da cidade do Rio de Janeiro.[6]


Cronologia[editar | editar código-fonte]

1934 - Iniciaram-se as obras de construção do aeroporto com a ampliação do aterro em mais 370 mil metros quadrados, utilizando cerca de 2,7 milhões de metros cúbicos de areia, além da construção de uma muralha de contenção.[6]

Aterro onde foi construído o aeroporto
Antiga Estação de Hidroaviões do Calabouço

1935 - Pequenos aviões já começam a utilizar o aeroporto, ainda com uma pista de 400 metros.[6]

1936 - Inauguração do Aeroporto Santos Dumont, em 30 de novembro de 1936. O primeiro aeroporto civil do país começou a operar com uma pista de pousos e decolagens de 700 metros de comprimento.[6]

1937 - Inauguração da Estação de hidroaviões.[7]

1938 - Início da construção do terminal de passageiros.[6]

1938 - Em 1938 a pista foi ampliada de 700 para 1050 metros para atender a demanda maior de aviões baseados em terra. Sendo o Rio de Janeiro a capital do País e o com intenso movimento de turistas na cidade, o SDU detinha a primazia no transporte aéreo nacional e o tráfego de São Paulo ainda era menor que o do Rio.[8]

1945 - Inauguração do terminal de passageiros. A obra iniciada em 1938 foi interrompida durante a segunda guerra mundial.[6] [7]

1947 - A pista foi ampliada para 1350 metros e o aeroporto entra em seu auge de tráfego. Nessa ocasião os voos intercontinentais foram transferidos para o Aeroporto do Galeão que passou a operar com os DC-6, Boeing 377 e Constelation que poderiam então decolar mais pesados.[8]

1959 - É inaugurada a ponte aérea Rio-São Paulo: acordo firmado entre as companhias Varig, Vasp e Cruzeiro do Sul que operavam os Convair 240, Scandia e Convair 340, respectivamente, na ligação aérea entre as cidades do Rio de Janeiro e São Paulo.[9]

1960 - Brasília, a nova capital do Brasil é inaugurada e São Paulo assume o posto de cidade mais importante do país devido a sua industrialização. Com essas mudanças no contexto nacional o Aeroporto do Rio de Janeiro sofreu uma redução no tráfego e deixou de ser o único e principal hub nacional.[8]

1991 - Os aviões a jato, em particular os Boeings 737-300, passaram a a ser utilizados no aeroporto no serviços da Ponte Aérea a partir de novembro de 1991.[8]

1998 - O aeroporto foi destruído por um incêndio que durou 8 horas, no dia 13 de fevereiro de 1998, fazendo com que todas as operações fossem transferidas para o Aeroporto do Galeão. Em função do desastre, o terminal do Santos Dumont passou por uma rápida reforma e os voos só foram retornar por completo para o aeroporto em 15 de agosto daquele ano.[6]

Antigo terminal de passageiros inaugurado em 1945, atualmente usado para os desembarques.
Lockheed Electra da VARIG no Santos Dumont, avião usado na ponte-aérea de 62 a 92.

1998 - Tombamento da antiga Estação Central de Passageiros, pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural em 12 de dezembro de 1998. Nesse prédito, inaugurado em 1945, hoje funciona o terminal de desembarque do aeroporto.[7]

2004 - Início das reforma e ampliação do Aeroporto Santos Dumont.

2005 - Em 13 de março de 2005 entrou em vigor a determinação da Portaria nº 187 de 08/03/2005 do Departamento de Aviação Civil (DAC). Essa Portaria restringiu as operações no Aeroporto Santos Dumont a voos da ponte aérea e voos regionais, além de atender os voos das empresas de Táxi Aéreo e da Aviação Geral. Dentre outras, a principal limitação se dava na operação de aeronaves turbo-hélice, com capacidade máxima de 50 assentos nos voos regulares, com exceção dos voos para o aeroporto de Congonhas, que continuavam sendo operados com jatos.[10]

2007 - Inauguração do atual e moderno terminal de embarque com 8 pontes de embarque em 26 de maio de 2007.[1]

2009 - Revogação da Portaria nº 187 de 08/03/2005 do Departamento de Aviação Civil (DAC) por meio da Resolução nº75, de 3 de Março de 2009, da Agencia Nacional de Aviação Civil (Anac). Com isso, dado o limite da capacidade operacional no Aeroporto Santos Dumont, com base em critérios técnicos da ANAC, o aeroporto foi liberado para voos interestaduais e também para uso de aviões a jato em novas rotas, além da ponte-aérea.[11]


Ampliação e Modernização[editar | editar código-fonte]

No início dos anos 2000 o Aeroporto Santos Dumont operava com mais que o dobro de sua capacidade. Nos anos 2003 e 2004 passaram pelo aeroporto cerca de 5 milhões de pessoas em cada ano, quando sua capacidade operacional era de apenas 1,8 milhão de passageiros por ano. Nesse período houve uma intensa polêmica sobre o que seria feito diante da situação do aeroporto: De um lado a Infraero, companhias aéreas e habituais passageiros justificavam a emergência da ampliação do terminal sob a alegação de que o local era incapaz de comportar o fluxo atual de usuários; por outro lado, arquitetos, ambientalistas, pilotos, agentes de viagem e defensores do patrimônio histórico defendiam a preservação das características originais do aeroporto.[12]

Diante do impasse, a Infraero submeteu o projeto de ampliação ao Instituto Estadual do Patrimônio Artístico e Cultural (Inepac) e ao Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), realizou duas consultas públicas e atendeu a todas as exigências dos órgãos de controle ambiental e urbanístico. Após se arrastar por dois anos, a projeto finalmente foi aprovado e as obras se iniciaram no ano 2004.[12]

Obras incluídas no projeto:[13]

Nova Sala de Embarque revestida de material transparente.
Novo terminal de passageiros utilizado para os embarques.
  • Reforma do antigo terminal de passageiros, para ser usado somente como terminal de desembarques;
  • Reforma das pistas e dos pátios de aeronaves;
  • Construção de um novo terminal de passageiros, com 29 mil m², para funcionar exclusivamente como terminal de embarques;
  • Instalação de 8 pontes de embarque e desembarque;
  • Construção do conector de acesso às pontes, ocupando 8.177 m2, com estrutura metálica e uso intensivo de vidro;
  • Aumento do número de balcões de check-in de 33 para 50 posições;
  • Aumento do número de esteiras de bagagens de 2 para 5 esteiras;
  • Ampliação da quantidade de pontos comerciais de 50 para 153 lojas.

As obras foram concluídas e entregues em 26 de maio de 2007. Com isso, a área construída envolvendo os terminais de passageiros aumentou de 19 mil m² para 61 mil m²[13] e a capacidade de 1,8 milhão de passageiros por ano foi ampliada para 8,5 milhões.[12]

Complexo aeroportuário atual[editar | editar código-fonte]

Sítio Aeroportuário
Área: 833.703 m²[5]
Pátio de Aeronaves
Área: 95.800 m²[5]
Pontes de Embarque
8 pontes[5]
Estacionamento de aeronaves
13 remotas[5]
Pista (dimensões - comprimento x largura)

Principal: 1.323m x 42m Auxiliar: 1.260m x 30m[5]

Terminal de Passageiros
Área: 61.000 m²[13]
Balcões de Check-in
51 posições[14]
Esteiras de Bagagem
5 esteiras[15]
Capacidade/ano
9,9 milhões de passageiros[5]
Estacionamento de veículos
948 vagas[5]


Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Participação de cada tipo de aviação nas operações[editar | editar código-fonte]

Participação de cada tipo de aviação no Aeroporto Santos Dumont em 2013
Airbus A319 da TAM decolando no Santos Dumont.

Existem três tipos de aviação operando no Aeroporto Santos Dumont:[4]

  • A Aviação comercial, referente as companhias aéreas que comercializam passagens e mantém voos regulares em linhas aéreas partindo do aeroporto;
  • A Aviação geral, referente voos da aviação executiva, de pequenos aviões de propriedade particular, de helicópteros, voos de treinamento para pilotos iniciantes e outras atividades aéreas que não sejam voos regulares ou aeronaves militares;
  • E a Aviação militar, com a utilização de aviões para fins exclusivamente militares, incluindo o uso de outras aeronaves como helicópteros.

Segundo o Centro de Gerenciamento de Navegação Aérea (CGNA), em 2013 passaram pelo aeroporto 157.117 aeronaves, sendo 65% da aviação comercial, 31% da aviação geral e 4% da aviação militar.[4]

Evolução do movimento de passageiros[editar | editar código-fonte]

Histórico - Movimento Operacional[16] [17]
Ano Passageiros
2014 9.924.977 Aumento9%
2013 9.102.187 Aumento2%
2012 8.960.345 Aumento5%
2011 8.522.225 Aumento9%
2010 7.805.387 Aumento53%
2009 5.099.643 Aumento41%
2008 3.628.766 Aumento13%
2007 3.214.415 Baixa10%
2006 3.553.177 Baixa1%
2005 3.562.297 Baixa27%
2004 4.887.306 Baixa9%
2003 5.382.779 Aumento
Movimento Anual de Passageiros no Aeroporto Santos Dumont

Maiores Rotas[editar | editar código-fonte]

Maiores rotas do aeroporto Santos Dumont em 2010[18]

( Dados Mais Completos)

Rank Origem Passageiros

(desembarques)

Destino Passageiros

(embarques)

1
São Paulo São Paulo (Congonhas), São Paulo 1.802.915 São Paulo São Paulo (Congonhas), São Paulo 1.842.792
2
Distrito Federal (Brasil) Brasília, Distrito Federal 519.293 Distrito Federal (Brasil) Brasília, Distrito Federal 530.732
3
Minas Gerais Belo Horizonte (Confins), Minas Gerais 366.578 Minas Gerais Belo Horizonte (Confins), Minas Gerais 367.529
4
Espírito Santo (estado) Vitória, Espírito Santo 237.366 São Paulo Campinas, São Paulo 261.297
5
São Paulo São Paulo (Guarulhos), São Paulo 224.479 São Paulo São Paulo (Guarulhos), São Paulo 232.995
6
São Paulo Campinas, São Paulo 194.533 Espírito Santo (estado) Vitória, Espírito Santo 227.510
7
Rio Grande do Sul Porto Alegre, Rio Grande do Sul 101.308 Rio Grande do Sul Porto Alegre, Rio Grande do Sul 99.866
8
Paraná Curitiba, Paraná 87.656 Paraná Curitiba, Paraná 89.733
9
Pernambuco Recife, Pernambuco 61.029 Bahia Salvador, Bahia 61.720
10
Bahia Salvador, Bahia 59.843 São Paulo Ribeirão Preto, São Paulo 38.168


Maiores rotas do Santos Dumont em 2013[3]

( Números Mais Recentes )

Rank Aeroporto Passageiros

(embarques e desembarques)

Rotas Santos Dumont.jpg
1
São Paulo São Paulo (Congonhas), São Paulo 3.980.821
2
Distrito Federal (Brasil) Brasília, Distrito Federal 1.132.610
3
Minas Gerais Belo Horizonte (Confins), Minas Gerais 972.477

Companhias aéreas e destinos[editar | editar código-fonte]

Aeroporto Santos Dumont | Companhias Aéreas e Destinos
Companhias Aeronaves Voos regulares vigentes[19]

Avianca Brasil Airbus A319

Airbus A318

Fokker 100


Azul Linhas Aéreas Embraer 195

Embraer 190

ATR 42

ATR 72


Gol Linhas Aéreas Boeing 737-700

Boeing 737-800


Tam Linhas Aéreas Airbus A319

Ver também[editar | editar código-fonte]

Localização do aeroporto em relação ao centro da cidade. O Pão de Açúcar visto do pátio de aeronaves. Avião em manobra de pouso no Aeroporto Santos Dumont.
Localização do aeroporto em relação ao centro da cidade.
O Pão de Açúcar visto do pátio de aeronaves.
Avião em manobra de pouso no Aeroporto Santos Dumont.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Aeroporto Santos Dumont

Referências

  1. a b c d e Infraero. Aeroporto Santos Dumont. Visitado em 2 de Junho de 2015.
  2. Odebrecht. Miucha Andrade. Mudando sem perder o charme. Visitado em 4 de Junho de 2015.
  3. a b Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC. Anuário Estatístico do Transporte Aéreo 2013. Visitado em 2 de Junho de 2015.
  4. a b c CGNA - Centro de Gerenciamento de Navegação Aérea. Aeroportos Brasil - CGNA. Visitado em 2 de Junho de 2015.
  5. a b c d e f g h Infraero. Complexo Aeroportuário língua=. Visitado em 2 de Junho de 2015.
  6. a b c d e f g Jornal o Globo (02/07/13). Aeroporto Santos Dumont é inaugurado na Ponta do Calabouço, em 1936. Visitado em 2 de Junho de 2015.
  7. a b c INEPAC - Instituto Estadual do Patrimônio Cultural. Patrimônio Cultural/Bens Tombados. Visitado em 2 de Junho de 2015.
  8. a b c d Pabloaerobrasil. Aeroporto Santos Dumont (SDU). Visitado em 2 de Junho de 2015.
  9. Revista Flap. Beting, Gianfranco. Ponte Aérea. Visitado em 2 de Junho de 2015.
  10. Departamento de Aviação Civil (DAC). Portaria nº 187 de 08/03/2005. Visitado em 2 de Junho de 2015.
  11. Agencia Nacional de Aviação Civil (Anac). Resolução nº75, de 3 de Março de 2009. Visitado em 2 de Junho de 2015.
  12. a b c Revista Construir/AEERJ. Obras do Santos Dumont Decolam. Visitado em 3 de Junho de 2015.
  13. a b c Odebrecht. Começam as obras de ampliação do Aeroporto Santos Dumont. Visitado em 3 de Junho de 2015.
  14. Infraero. Aeroporto Santos Dumont recebe novos balcões de check-in. Visitado em 4 de Junho de 2015.
  15. Infraero. Notícias. Visitado em 4 de Junho de 2015.
  16. Infraero. Movimento Operacional da Rede Infraero de Janeiro a Dezembro de 2003 a 2013 Estatísticas. Visitado em 03 de Janeiro de 2014.
  17. Infraero. Movimento Operacional da Rede Infraero de Janeiro a Dezembro de 2012 a 2014 Estatísticas. Visitado em 4 de Junho de 2015.
  18. ANAC. Anuário do Transporte Aéreo 2013. Visitado em 02 de Junho de 2015.
  19. ANAC. Voos autorizados vigentes HOTRAN. Visitado em 12/06/2013.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Aeroporto Santos Dumont, 1936-1996, Rio de Janeiro, Brasil. São Paulo, SP, Brasil: Empresa das Artes, 1996. 105p. Vespucci, Ana Cândida ; Kühl, Beatriz Mugayar ; Mario, Marcelo. (Editora)

Ponte Aérea: Quarenta anos de história da maior invenção da aviação comercial brasileira. São Paulo: Revista Flap Internacional, 2007. p 52 - 72. Beting, Gianfranco. (Arquivo PDF)

Obras do Santos Dumont decolam. Rio de Janeiro, RJ, Brasil: Revista Contruir [Revista da AEERJ - Associação das Empresas de Engenharia do Rio de Janeiro], Ano XV - nº 43 - Novembro de 2004. p 5 - 7. (Arquivo PDF)