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Psittacidae

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Como ler uma infocaixa de taxonomiaPsittacidae

Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Psittaciformes
Superfamília: Psittacoidea
Família: Psittacidae
Illiger, 1811
Subfamílias

Psittacidae é uma família de aves pertencentes à ordem dos Psittaciformes, que compreende a espécies de papagaios e periquitos e as araras, entre outros. É uma das três famílias dos chamados "papagaios verdadeiros".[1] Compreende 37 gêneros e 175 espécies das subfamílias Psittacinae (os papagaios do Velho Mundo ou afrotropicais) e Arinae (papagaios do Novo Mundo ou neotropicais).[2][3]

Etimologia[editar | editar código-fonte]

A palavra "papagaio" tem provável origem do português arcaico "papá gayo" (papai contente).[4] "Ajuru", "ajeru", "jeru" e "juru" vêm do tupi ayu'ru, "boca de gente", devido à característica peculiar do animal de reproduzir sons humanos.[5][6]

Distribuição[editar | editar código-fonte]

Todas as espécies da família são encontradas em áreas tropicais e subtropicais do México, Américas do Sul e Central, Ilhas do Caribe, África subsariana, Madagascar, Península Arábica, Sudeste Asiático, Austrália e Oceania. Duas espécies, uma extinta e outra excluída, chegaram a habitar áreas inabitadas dos Estados Unidos.[7]

Descrição[editar | editar código-fonte]

A família Psittacidae inclui papagaios, araras, periquitos, maracanãs, jandaias e apuins. São aves longevas que podem viver até 80 anos em cativeiro e geralmente forma um casal para toda a vida. Suas características comuns são um bico curvo e penas de várias cores, variando muito entre as diferentes espécies. Algumas dessas espécies são capazes de imitar sons e, inclusive, a fala humana. Além disso, essas aves tem a perna curta e os pés zigodactilos (2º e 3º dedos para frente e 1º e 4º para trás), o que lhes permite "andar" pelos galhos das árvores e também segurar o alimento.[8]

São aves de tamanhos diversos, sendo os maiores as aves dos gêneros Anodorhynchus (araras-azuis) e Ara, enquanto os menores são do gênero Forpus(tuins).[9]

Longevidade[editar | editar código-fonte]

Há a expectativa de que papagaios domésticos vivam em média 60 anos, numa faixa de 30 a 80 anos.[10] Há o registro de um papagaio doméstico chamado Poncho, que chegou a estrelar filmes que em 2022 estava com 94 anos de vida.[11] Na natureza, por questões ambientais e adversas, essa expectativa chega a cair pela metade entre os papagaios, sendo que em seu habitat são as araras que vivem mais, chegando a viver até 60 anos.[12]

Inteligência[editar | editar código-fonte]

Os psitacídeos são considerados aves inteligentes a exemplo dos corvos, gaios e gralhas. Isso se deve a um desenvolvido prosencéfalo que garante elevada massa neuronal. Por conta desse desenvolvimento apresentam maior sociabilidade tendo interação com humanos similar a que se tem com os primatas.[13]

Muitos psitacídeos tem a capacidade de imitar a voz humana. A exemplo temos o papagaio-cinzento(Psittacus erithacus) que se mostrou capaz de aprender um vasto vocabulário além de apresentar grande desenvolvimento cognitivo.[14] Outras espécies que podemos citar que tem essa capacidade são o Papagaio-verdadeiro(Amazona aestiva) e Arara-azul-grande(Anodorhynchus hyacintinus).[15] Essa capacidade de imitar a voz humana deve se a uma região cerebral dos papagaios chamada de "concha" que controla e permite à siringe emitir sons mais articulados, reproduzindo as palavras que ouvem. A anatomia do bico e da língua reverberam o som e o fazem sair mais potente. Devido a sua inteligência acabam memorizando os sons para poder se comunicar com os humanos.[16]

Algumas situações destacam a inteligência dessas aves, como os exemplos:

  • Em 2012, no Japão, um papagaio de estimação fugiu de casa e acabou se perdendo. A ave depois acabou "falando" aos policiais o endereço de sua dona. A dona havia ensinado ele a falar o endereço para evitar que se perdesse.[17]
  • Na Grã-Bretanha, um papagaio de nome Ziggy teria causado uma separação. O animal costumava falar o nome do amante de sua dona na presença do marido dela. Certo dia, a dona, depois de mais uma situação com o papagaio, resolveu assumir que estava tendo um caso, o que levou à separação do casal.[18]
  • Em Belém do Pará, um papagaio aprendeu a cantar e assoviar o hino do Paysandu, se tornando popular entre os torcedores da referida agremiação. O papagaio ignorava o hino do rival Clube do Remo e isso levou a uma interpretação folclórica de que ele não gostava do adversário, assim como qualquer torcedor do "Bicolor".[19]

Reprodução[editar | editar código-fonte]

Os papagaios e araras são aves que não apresentam dimorfismo sexual e são monogâmicas, costumando ter um par por toda a vida. A partir daqui as situações tendem a ter suas diferenças para cada espécie mas, geralmente a formação do casal se dá com a chegada da maturidade sexual, por volta do 2º ano de vida da ave. O período reprodutivo dá-se de setembro a fevereiro. O casal passa a copular e costuma aninhar-se em cavidades dentro dos troncos de árvores. A fêmea posta os ovos a qual chocará por 14 a 30 dias, período em que passa a depender do macho para alimentar-se. Também caberá ao macho alimentar os filhotes por cerca de dois meses, quando estes terão desenvolvimento suficiente para deixar o ninho mas sem sair da presença dos pais.[9][20]

Alimentação[editar | editar código-fonte]

São aves frugívoras que se alimentam basicamente de frutas, folhas, sementes e também pequenos insetos. Possuem bico adaptado para sua dieta,[21] sendo curvo e forte, especializado na quebra de sementes e também para descascar frutos.[22]

Riscos[editar | editar código-fonte]

Perigo de extinção[editar | editar código-fonte]

Periquito-da-carolina (Conuropsis carolinensis), hoje extinto

A ordem dos psitacídeos é o grupo da fauna brasileira com maior número de espécies registradas como ameaçadas de extinção.[23] Essas espécies se encontram em vários níveis de risco: 24 espécies foram classificadas como quase ameaçadas, 37 se encontram vulneráveis, 24 estão em perigo eminente de extinção e 7 estão em situação crítica. Nos últimos 500 anos 5 espécies foram extintas. Os principais fatores que levam à redução de exemplares vivos dessas espécies são a destruição de habitat e a captura ilegal para comércio de diversos fins.[9] A espécie Pyrrhura subandina, originária da Colômbia, não é avistada desde 1949. A ararinha-azul não é mais encontrada em estado selvagem, sendo atualmente a espécie de psitacídeo mais ameaçada de ser extinta.[23]

Tráfico[editar | editar código-fonte]

As aves psitacídeas são um grande alvo do tráfico de animais, sendo que no mundo as aves da ordem perdem apenas para cães e gatos no que diz respeito à procura e comércio de animais de estimação. Além disso também são visadas por colecionadores de fauna silvestre e zoológicos. A prática levou a arara-azul-de-lear a um grave risco de extinção, enquanto que a arara-azul está criticamente ameaçada. A arara-azul-de-lear(Anodorhynchus leari) chegaria a valer 60 mil dólares enquanto a arara-azul (Anodorhynchus hyancinthinus) até U$25 mil.[23] Para cada filhote que chega a um comprador é estimado que outros nove tenham morrido no processo de armazenamento e transporte.[24]

Tomando a espécie Amazona aestiva (papagaio-verdadeiro) como exemplo, em 2020 a ONG SOS Fauna estimou que cerca de 12 mil filhotes entravam na Região Metropolitana de São Paulo para abastecer o comércio ilegal dessas aves. No Mato Grosso do Sul o Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (CRAS) havia recebido até 2019 cerca de 11 mil filhotes num período de três décadas, frutos de apreensões. De acordo com esses órgãos, os filhotes são retirados dos ninhos pelos criminosos e depois armazenados e transportados de forma nociva, o que acaba fazendo que grande maioria deles morra antes de chegar ao destino. Outra modalidade adotada pelos criminosos é o trafico de ovos, que é mais destinado ao exterior, uma vez que as viagens são mais longas e também exigem maior confidencialidade.[25]

Ao retirar os filhotes dos ninhos, os criminosos destroem a arvore que recebe o ninho ou o danificam, assim, criam um ciclo vicioso onde primeiro se perde o filhote e depois as gerações futuras, uma vez que o casal sempre retorna ao mesmo ninho para continuar sua vida reprodutiva. Tal situação favorece o risco de desaparecimento dessas aves de seu habitat. Pesquisadores reforçam que o único interesse dos traficantes é financeiro e não a intenção de criar os animais.[26]

Taxonomia[editar | editar código-fonte]

Arara-azul-grande (Anodorhynchus hyacinthinus)

A família foi introduzida em 1815 como Psittacea, pelo francês Rafinesque.[27][28] A mais recente revisão taxonômica da família Psittacidae, baseada em estudos moleculares, reconheceu uma profunda relação entre Psittacini, do Velho Mundo e Arini, do Novo Mundo, até então tribos da subfamília Psittacinae,[29] estas foram elevadas a subfamílias e renomeadas como Psittacinae e Arinae, fazendo parte agora de Psittacidae. A subfamília Loriinae e as outras tribos da subfamília Psittacinae são agora colocadas na superfamília Psittacoidea, com todos os papagaios verdadeiros, incluindo a família Psittacidae.[30]

Psittacinae[editar | editar código-fonte]

Corresponde às aves originárias da Africa.

Gênero Espécies
Psittacus
Linnaeus, 1758
Poicephalus
Swainson, 1837
  • Poicephalus robustus - Papagaio-de-bico-grosso
  • Poicephalus fuscicollis - Papagaio-de-pescoço-castanho
  • Poicephalus gulielmi - Papagaio-de-jardine
  • Poicephalus meyeri - Papagaio-de-meyer
  • Poicephalus rueppellii - Papagaio-de-rüppell
  • Poicephalus cryptoxanthus - Papagaio-de-cabeça-castanha
  • Poicephalus rufiventris - Papagaio-de-ventre-vermelho
  • Poicephalus senegalus - Periquito-massarongo
  • Poicephalus flavifrons - Papagaio-de-cara-amarela
  • Poicephalus crassus - Papagaio-dos-andes

Arinae[editar | editar código-fonte]

Curica(Amazona amazonica)

A subfamília Arinae corresponde aos papagaios e araras neotropicais, oriundos das Américas. A taxonomia desse grupo de aves ainda não é totalmente esclarecida, mas há uma subdivisão embasada em estudos sólidos.[31][32][33][34][35][36][37][38][39]

Classificação Gêneros
Tribo Arini
Tribo Androglossini
Clado - Proposta de Tribo Forpini
Clado - Proposta de tribo Amoropsittacini
Clado incluindo Arini
Clado incluindo Androglossini

Relação com Humanos[editar | editar código-fonte]

Papagaios e os nativos do Novo Mundo[editar | editar código-fonte]

Os nativos do Novo Mundo utilizavam os papagaios como animais de estimação, mas também o usavam como alimento e suas penas eram muito apreciadas como adornos corporais.[41] No século XVI, os portugueses aportaram no Brasil e tomaram para si este hábito de domesticar essas aves. Por um curto período da história o Brasil chegou a ser conhecido como "Terra dos papagaios" e nessa mesma época os papagaios chegaram a ser um dos principais "produtos de exportação" para as terras portuguesas.[25][23]

Algumas tribos venezuelanas tinham um modo peculiar de caçar papagaios. Amarravam um papagaio manso e treinado na copa de uma palmeira e o próprio índio se camuflava entre as folhas da planta. O papagaio começava a gritar bem alto pedindo ajuda e logo a copa estava cheia de companheiros solícitos. O índio ia simplesmente laçando as aves e quando estava satisfeito espantava o resto do bando, desamarrava seu papagaio e este parava de gritar.[42]

Zoonose[editar | editar código-fonte]

A domesticação de psitacídeos trouxe com ela a transmissão de uma zoonose, a Psitacose. Os psitacídeos são reservatórios naturais do agente etiológico da doença, a bactéria Chlamydia psittaci. Essas bactérias estão presentes nas fezes dessas aves que depois de secas acabam se transformando em poeira dissipada em aerossóis que acabam sendo inaladas pelas pessoas. Há também a possibilidade de infecção pelo contato direto com secreções e feridas das aves. A doença se manifesta com sintomas comuns como febre, dor de cabeça, tosse e calafrios, mas pode ainda apresentar sintomas mais agravados como sangramento nasal e esplenomegalia. É geralmente bem combatida por pessoas jovens mas pode se agravar em idosos que não a tratem de forma adequada.[43]

Na Cultura[editar | editar código-fonte]

Nos esportes[editar | editar código-fonte]

Cédula de 10 reais[editar | editar código-fonte]

Nota de 10 reais com a Arara-vermelha

A partir de 1º de Julho de 1994 a Casa da Moeda do Brasil passou a produzir cédulas de 10 reais com a presença da Arara-vermelha(Ara chloropterus).[47] Nela há a presença do busto de uma arara-vermelha e a imagem de um casal em voo.[48]

Galeria[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Ferreira, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.1 259
  2. Leo Joseph, Alicia Toon, Erin E. Schirtzinger, Timothy F. Wright & Richard Schodde. (2012) A revised nomenclature and classification for family-group taxa of parrots (Psittaciformes). Zootaxa 3205: 26–40 (em inglês)
  3. «Zoonomen: Zoological Nomenclature Resource» (em inglês)
  4. Ferreira, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.1 049
  5. FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.72
  6. http://www.fflch.usp.br/dlcv/tupi/vocabulario.htm
  7. Forshaw, J. (2000). Parrots of the World, 3rd Ed. Australia: Lansdowne. pp. 303, 385 (em inglês)
  8. Roney Souza (4 de maio de 2017). «As aves e seus pés. Classificação quanto à disposição de dedos». URU Ornitologia e Observação de Aves. Consultado em 12 de fevereiro de 2023 
  9. a b c D. W. Winkler, S. M. Billerman und I. J. Lovette (2020). New World and African Parrots (Psittacidae). version 1.0. In Birds of the World (S. M. Billerman, B. K. Keeney, P. G. Rodewald, and T. S. Schulenberg, Editors). Cornell Lab of Ornithology, Ithaca, NY, USA.doi: 10.2173/bow.psitta3.01(em inglês)
  10. Glaucia Seixas (janeiro de 2019). «A vida longa dos papagaios». Pesquisa Fapesp. Consultado em 12 de fevereiro de 2023 
  11. «Descubra quantos anos um papagaio viv». Petz. 27 de junho de 2022. Consultado em 12 de fevereiro de 2023 
  12. «QUANTOS ANOS VIVEM OS PAPAGAIOS?». Magazine Animal. 2022. Consultado em 12 de fevereiro de 2023 
  13. «O cérebro das aves é mais desenvolvido do que pensamos?». National Geographic/Portugal. 23 de abril de 2021. Consultado em 11 de fevereiro de 2023 
  14. Fernanda Drumond (9 de abril de 2022). «Conheça os 10 animais mais inteligentes do mundo». Revista Casa e Jardim. Consultado em 11 de fevereiro de 2023 
  15. Yuri Vasconcelos (4 de julho de 2018). «Por que os papagaios falam». Super Interessante. Consultado em 12 de fevereiro de 2023 
  16. Letícia Yazbek (18 de dezembro de 2020). «Por que os papagaios conseguem falar igual os humanos?». Recreio. Consultado em 12 de fevereiro de 2023 
  17. «Papagaio perdido 'revela' endereço à polícia». BBC. 3 de maio de 2012. Consultado em 13 de fevereiro de 2023 
  18. «Papagaio fofoqueiro denuncia amante e destrói casamento». UOL Tablóide. 18 de janeiro de 2006. Consultado em 13 de fevereiro de 2023 
  19. «Papagaio canta hino do Paysandu e tira onda com torcedor do Remo». Globo Esporte/PA. 15 de julho de 2011. Consultado em 13 de fevereiro de 2023 
  20. «Primavera: é tempo de reprodução dos papagaios». Papagaios do Brasil. 2 de outubro de 2019. Consultado em 12 de fevereiro de 2023 
  21. «Arara-azul». Fiocruz. 2022. Consultado em 12 de fevereiro de 2023 
  22. «O QUE SÃO PSITACÍDEOS – O MANUAL COMPLETO DESSES PETS». Agrosete. 30 de outubro de 2019. Consultado em 12 de fevereiro de 2023 
  23. a b c d «1º Relatório Nacional sobre o Tráfico de Fauna Silvestre» (PDF). Renctas - Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres. 2014. Consultado em 14 de fevereiro de 2023 
  24. Sabrina Rodrigues (26 de novembro de 2019). «Órgão alerta para o aumento do tráfico de papagaios em período de reprodução». O éco. Consultado em 14 de fevereiro de 2023 
  25. a b Dimas Marques; Fauna News; Mongabay (4 de setembro de 2020). «Como funciona o comércio ilegal que transforma papagaios livres em pets». Veja. Consultado em 14 de fevereiro de 2023 
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  47. Andréia Alvim (6 de agosto de 2020). «A biodiversidade brasileira estampada nas cédulas do Real». Universidade Federal de Juiz de Fora. Consultado em 14 de fevereiro de 2023 
  48. «Nota de 10 reais». Banco Central do Brasil. 2022. Consultado em 14 de fevereiro de 2023 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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