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Maracanã-guaçu

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Como ler uma infocaixa de taxonomiaMaracanã-guaçu
Maracanã-guaçu em zoológico em Mendon, em Massachussets, nos Estados Unidos
Maracanã-guaçu em zoológico em Mendon, em Massachussets, nos Estados Unidos
Estado de conservação
Espécie pouco preocupante
Pouco preocupante (IUCN 3.1) [1]
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Psittaciformes
Família: Psittacidae
Género: Ara
Espécie: A. severus
Nome binomial
Ara severus
(Linnaeus, 1758)
Distribuição geográfica

O Wikispecies tem informações relacionadas a Maracanã-guaçu.
Ovo de Ara severus - MHNT

O maracanã-guaçu[2] (Ara severus), também chamada maracanã-açu,[3] é a única arara verde que ocorre no Brasil, a distribuição dessa espécie ocorre do Panamá até a Bolívia, e no Brasil da Amazônia à Bahia e ao Mato Grosso, em matas ciliares e buritizais. A espécie chega a medir até cinquenta e um centímetros de comprimento, possui fronte castanha, bico negro, face branca com fileiras de pequenas penas negras, encontro e inferior das asas, calções e cauda vermelhos.

Etimologia

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"Maracanã-guaçu" significa "maracanã grande". Maracanã provém do tupi antigo marakanã, nome comum a diversas aves da família dos psitacídeos. Já -guaçu vem de -guasu, um sufixo aumentativo, que quer dizer "grande".[4] A presença de diversas aves desta espécie na cidade do Rio de Janeiro, vindas da Região Norte do Brasil, deram nome ao rio, ao bairro e ao estádio do Maracanã, todos localizados na capital do estado.

O nome maracanã-guaçu foi selecionado como nome vernáculo técnico para a espécie Ara severus pelo Comitê Brasileiro de Registros Ornitológicos (CBRO) em 2021.[5]

Referências

  1. Erro de citação: Etiqueta <ref> inválida; não foi fornecido texto para as "refs" nomeadas IUCN
  2. Paixão, Paulo (Verão de 2021). «Os Nomes Portugueses das Aves de Todo o Mundo» (PDF) 2.ª ed. A Folha — Boletim da língua portuguesa nas instituições europeias. ISSN 1830-7809. Consultado em 5 de abril de 2024. Cópia arquivada (PDF) em 23 de abril de 2022
  3. FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.1 088
  4. Navarro, Eduardo de Almeida (2013). Dicionário de tupi antigo: a língua indígena clássica do Brasil. São Paulo: Global. ISBN 978-85-260-1933-1 Informe a(s) página(s) que sustenta(m) a informação (ajuda)
  5. José Fernando Pacheco; Luís Fábio Silveira; Alexandre Aleixo; et al. (26 de julho de 2021), «Lista comentada das aves do Brasil pelo Comitê Brasileiro de Registros Ornitológicos – segunda edição», Zenodo, doi:10.5281/ZENODO.5138368, Wikidata Q108322590
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