Paysandu Sport Club

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Paysandu
Escudo-Paysandu Sport Club 2016.png
Nome Paysandu Sport Club
Alcunhas Alviceleste
Clube do Suíço
Papão da Curuzu
Papa Títulos do Norte
Esquadrão de Aço
Papão da Amazônia
Maior do Norte
Campeão dos Campeões
Torcedor/Adepto Papão
Bicolor
Mascote Lobo
Fundação 2 de fevereiro de 1914 (102 anos)
Estádio Curuzú
Mangueirão
Localização Coat of arms Belem do Para Brazil.jpg Belém, Pará Pará, Brasil Brasil
Mando de jogo em Curuzú
Capacidade (mando) 16.200 pessoas
Presidente Brasil Alberto Maia
Treinador Brasil Gilmar Dal Pozzo
Patrocinador Pará Governo do Estado do Pará
Pará Banpará
Pará Centrão Telecom
Brasil Brasil Kirin
Brasil Drogarias Big Ben
China Lifan Motors
Material esportivo Pará Lobo
Competição Pará Campeonato Paraense
Brasil Campeonato Brasileiro
Copa-Verde-de-Futebol.gif Copa Verde
Brasil Copa do Brasil
Divisão Pará Primeira Divisão
Brasil Série B
Ranking nacional Aumento (1) 30º lugar, 5.268 pontos[1]
Website Paysandu Sport Club
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Temporada atual
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Paysandu Sport Club (conhecido por Paysandu ou apenas Papão, cujo acrônimo é PSC) é uma agremiação poliesportiva brasileira, da cidade de Belém. Fundado em 2 de Fevereiro de 1914 por antigos membros do Nort Club, tornou-se ao longo dos anos um dos mais tradicionais e populares clube de futebol do Pará e da Região Norte do país, É também conhecido como "Papão da Curuzu", em referência ao Estádio Leônidas de Castro (Curuzu) ; seu mascote é o Lobo.

Seu principal Rival é o Remo,com quem disputa o clássico de futebol mais disputado da região Norte, o Re-Pa.

Em sua história, o clube conquistou 46 Campeonatos Paraenses. O Papão detém 2 títulos do Campeonato Brasileiro Série B, 1 título da Copa Norte, 1 título da Copa Verde - título que garantiu a participar da Copa Sul-Americana de 2017 - e uma Copa dos Campeões - título que lhe garantiu participar da Copa Libertadores da América de 2003, um feito jamais repetido por outra equipe da região.

Atualmente, o clube disputa a primeira divisão estadual, a Série B nacional, e periodicamente a Copa do Brasil e a Copa Verde. Seu retrospecto em competições nacionais inclui participações em 20 edições da Série A do Brasileiro (desde 1971) e 7 da extinta Taça Brasil. Também participou 18 vezes da Copa do Brasil, sendo que nunca ficou sem disputar uma divisão nacional. [2]

Índice

História[editar | editar código-fonte]

Fundação[editar | editar código-fonte]

Nome denominado, Paysandú, veio do ocorrido na cidade do Uruguai. Na Foto, tropas da marinha e exército brasileiro durante o cerco de Paysandú - Uruguai, 1865[3].

Por unanimidade, a assembleia escolheu Hugo Leão para presidir os trabalhos. Como líder do movimento, ele propôs a denominação de Paysandu Foot-Ball Club para a nova agremiação. O nome foi escolhido "como homenagem ao lamentável acontecimento no cidade uruguaia Paysandú que iria levar o início da guerra contra o Paraguai". O Paysandu Sport Club foi fundado no dia 2 de fevereiro de 1914 após um desentendimento com diretoria da Liga Paraense de Foot-Ball (atual Federação Paraense de Futebol). A briga foi ocasionada pela não-anulação da partida Norte Club 1 x 1 Guarany, realizada em 15 de novembro de 1913, cujo resultado deu ao Grupo do Remo (atual Clube do Remo) o título de campeão paraense de futebol.

Naquele ano, o Norte Club realizava uma boa campanha e precisava vencer o Guarany para forçar uma partida extra com o Grupo do Remo. Após o empate em 1 a 1, os integrantes do Norte Club, inconformados, solicitaram à Liga Paraense de Foot-Ball a anulação da partida, devido a diversas irregularidades. Porém, a diretoria da Liga Paraense de Foot-Ball julgou improcedente o recurso.

A decisão não agradou nem um pouco aos integrantes do Norte Club, que decidiram então criar um movimento, sob a liderança de Hugo Manoel de Abreu Leão, para a fundação de uma nova agremiação, mais forte, para poder enfrentar em igualdade de condições os seus adversários. Este movimento não agradava aos integrantes do Grupo do Remo, os quais tentaram persuadir Hugo Manoel a abandonar a ideia.

No dia 1º de fevereiro de 1914, o jornal "O Estado do Pará" fez a convocação para a reunião da fundação do novo clube. Assim se reportava o jornal sobre a fundação do novo Clube:

Amanhã, às 8 horas da noite, em casa n.º 22, à rua Pariquis, realizar-se-á importante reunião que terá por fim assentar as bases de uma nova sociedade esportiva, em Belém...
 
Jornal, O Estado do Pará 1914.
O Paysandu carrega no peito o Estado do Pará, como o clube que mais beneficiou o setor econômico no estado. Além de ser o mais lembrado da Região Norte é também visto fora do país, sendo o 30° melhor Ranqueado da CBF.

A convocação feita pelo jornal surtiu efeito, fazendo com que comparecessem à reunião 42 desportistas, muitos dos quais haviam integrado o Norte Club, além de outros de agremiações diferentes, como, por exemplo, do Internacional Sport Club, ou Recreativa. A reunião foi iniciada às 20h15 horas de uma segunda-feira, 2 de fevereiro de 1914, na residência de Abelardo Leão Conduru, localizada à rua do Pariquis, n.º 22, entre as travessas Apinagés e São Matheus (atual Padre Eutíquio).

Escolhido o nome, a assembleia elegeu o primeiro presidente, Deodoro de Mendonça, que encabeçou a diretoria durante o ano de 1914. Foi escolhida ainda a comissão destinada a redigir os Estatutos do Clube, recaindo a escolha nos nomes de Deodoro de Mendonça, Eurico Amanajás e Arnaldo Morais.Para redigir o estatuto do clube a assembleia escolheu a seguinte comissão: Deodoro de Mendonça, Eurico Amanajás e Arnaldo Moraes. A segunda reunião realizou-se na data marcada, 10 de fevereiro de 1914, no mesmo local da primeira e com a presença de elevado número de participantes. Foi empossada a diretoria eleita, aumentando o número de sócios para 100 e foram considerados sócios fundadores, mais de 15 novos sócios que se filiaram ao Paysandu. Na terceira reunião, dia 19 de fevereiro de 1914, que o Paysandu, de "FOOT-BALL CLUB" passou para “SPORT CLUB”. Ao ser lido, para a assembleia, um ofício pedindo a filiação do Paysandu à liga Paraense de Futebol, surgiu a ideia da mudança, que, após acirrados debates, posta em votação, foi aprovada por maioria de votos. E assim surgiu o nosso muito querido Paysandu Sport Club: Que foi “FOOT-BALL CLUB” por 17 dias.

No início da década de 1920 o Paysandu passou a ter hino oficial. A letra é do poeta José Simões, enquanto que a música foi feita pelo professor Manuel Luis de Paiva.

O primeiro time do Paysandu: Romariz; Bayma; Sylvio; Jaime; Moura Palha; Mittchel; Hugo Leão; Garcia; Guimarães; Mattheus (inglês autor do primeiro gol do Paysandu Sport Club); Arthur Morais.

O Paysandu foi quem inaugurou o Estádio Arena Verde. O jogo foi no dia 22 de janeiro de 2012, contra o time de Paragominas, vencido pelo papão por 1 a 0, com o primeiro gol da arena marcado pelo atacante ídolo bicolor Zé Augusto.

O Clube do Suíço[editar | editar código-fonte]

Belém no século XIX

O Paysandu já foi muito conhecido como "O Clube do Suíço". Ainda hoje, as vezes, assim é chamado. O "Suíço" em questão foi Antonio Barros Filho. Ele foi um dos grandes jogadores de futebol que o Pará já teve. Nascido na cidade de Soure, Ilha do Marajó, no Pará, foi estudar na Suíça, junto com seu irmão e daí o apelido de Irmãos Suiços, nasceu em 1899 e morreu, ainda moço, 23 anos, a 2 de julho de 1922. Jogava com eficiência em qualquer posição, mas destacava-se como lateral esquerdo ou centro-médio. Foi sempre o “capitão do time” no Paysandu, função que, na época, incluía a de treinador.

O Guarany Football Club, hoje extinto, que se localizava na Av. José Bonifácio, onde Suíço jogava em 1914 (no campeonato desse ano perdeu para o Paysandu por 4 x 1). Só em fins de 1914 que Suíço passou para o Paysandu, estreando em 31 de Janeiro de 1915, na meia-direita, contra o Clube do Remo, vitória do Paysandu, 2x0. Efetivo da seleção paraense, neste jogou de ponta-direita. Suíço amava o Paysandu que, para ele, era uma espécie de devoção. Havia na sede antiga do Paysandu, a que foi demolida para dar lugar a atual, carinhosamente guardado em armário envidraçado, o último uniforme do Paysandu que "Suíço" usou (camisa, calção, meias e chuteiras), e, na parede, pendurado por cima desse armário, o retrato emoldurado de Suíço.

Antônio Barros Filho, era O Suíço.

Dizem que num Paysandu x Remo, em 15 de julho de 1923, pelo Campeonato Paraense, no final do jogo, placar 0x0, pênalti contra o Paysandu. João Moraes, goleiro do Paysandu, disse depois, ter ouvido a voz de Suíço dizer: “te atira pro lado direito”. Não teve dúvida, fechou os olhos, ouviu o apito, e jogou-se para o lado direito e Defendeu o pênalti! Rápido, chutou a bola para frente, Vadico pegou e fez 1x0 para o Paysandu. Minutos depois o jogo acabou.[4]

Campeão Invicto[editar | editar código-fonte]

Treinado inicialmente por Alfredo Gama e nos jogos finais por Nagib Coelho Matni, o Paysandu conquistou o título de pentacampeão paraense de futebol, na temporada de 1947. O "Esquadrão de Aço" realizou esplêndida campanha, sagrando-se campeão invicto, e por antecipação, ao derrotar o Remo por 2x0 em seu penúltimo compromisso na competição, na data de 21 de dezembro de 1947.

O "Papão" jogou 8 partidas, com sete vitórias e um empate. Seu ataque marcou 27 gols e sua defesa deixou passar somente 7 gols, com saldo positivo de vinte gols. O centroavante Hélio foi o artilheiro do Paysandu e do campeonato com onze gols. Sóia fez 4, Rivas, 4, Dengoso, 2, Hosana, 2, Brias, Guimarães, Adimar e Conde (zagueiro da Tuna Luso), contra, 1 gol cada.

O time base da campanha e que jogou a penúltima partida: Aluísio, Bendelaque e Rafael Bria; Pedro, Manoel Pedro e Taco; Hosana, Dengoso, Hélio, Guimarães e Soiá. Tomaram parte na conquista do pentacampeonato outros atletas: Simeão (goleiro); Anthenagoras e Jesus (zagueiros); Adinamar (centro-médio); Farias, Aracati e Rivas (atacantes).

Na partida final, contra o Transviário, vitória do Paysandu por 9 a 1. A diretoria pagou, a cada atleta, o "bicho" de Cr$1.000,00, e, em campanha entre os torcedores, arrecadou-se uma boa soma, que rendeu a cada atleta mais Cr$500,00 de premiação.

Pela conquista do título, o Paysandu recebeu o Bronze "Belas Vitórias", oferta de uma firma de Belém do Pará.

  • Campanha do Paysandu no Campeonato Paraense de 1947:
18/05 - Paysandu 4-2 Tuna Luso
15/06 - Paysandu 6-1 Júlio César
20/07 - Paysandu 2-1 Transviário
14/09 - Paysandu 1-1 Remo
19/10 - Paysandu 3-1 Tuna Luso
09/11 - Paysandu 2-1 Júlio César
21/12 - Paysandu 2-0 Remo
27/12 - Paysandu 9-1 Transviário

Campeão Brasileiro da serie B de 1991[editar | editar código-fonte]

A Série B de 1991 contou com a participação de 64 clubes. Foram agrupados em 8 chaves de 8 equipes cada. Jogaram dentro dos grupos em turno e returno. Classificaram-se os 2 primeiros colocados de cada chave.

Fase Final (com Quartas de Final, Semifinais e Final): sistema eliminatório, com jogos de ida e volta. A decisão do campeonato ocorreu em dois jogos para se definir o campeão da série B de 1991, porém os dois finalistas do campeonato foram automaticamente promovidos para a Série A de 1992.

O Paysandu sagrou-se campeão da 2ª Divisão do Campeonato Brasileiro em 1991. O time tinha em seu elenco, dentre outros, os seguintes jogadores: Luís Carlos, César, Ari, Nadi, Paulo Cruz, Maurício, Gerson, Oberdan, Rogerinho, Cacaio, Fernando, Mazinho, Pedrinho, Léo, Jorginho Macapá e Dadinho. O técnico era Joel Martins. Disputaram aquele campeonato 64 equipes, que totalizaram 997 gols em 478 jogos, com uma média de 2,09 gols por partida. O artilheiro da competição foi Cacaio, do Paysandu, com 14 gols.

Estatísticas do Paysandu: • 22 Jogos • 14 Vitórias • 4 Empates • 4 Derrotas • 35 Gols Pró • 13 Gols Sofridos

Campanha:

1ª Fase 27/01, Paysandu 4x2 Maranhão 31/01, Sampaio Corrêa 0x1 Paysandu 07/02, Rio Negro 0x0 Paysandu 14/02, Paysandu 5x1 Rio Branco-AC 21/02, Paysandu 2x1 Tuna Luso 28/02, Independência-AC 0x3 Paysandu 07/03, Paysandu 3x0 Remo 14/03, Maranhão 1x0 Paysandu 17/03, Paysandu 1x0 Sampaio Corrêa 21/03, Paysandu 3x1 Rio Negro 28/03, Tuna Luso 1x1 Paysandu 05/04, Remo 1x1 Paysandu 09/04, Paysandu 2x0 Independência-AC 13/04, Rio Branco-AC 0x1 Paysandu

Oitavas de final 21/04, Paysandu 1x0 Ceará 28/04, Ceará 1x1 Paysandu

Quartas de final 01/05, ABC 1x0 Paysandu 05/05, Paysandu 3x1 ABC

Semifinais 08/05, Americano 1x0 Paysandu 14/05, Paysandu 1x0 Americano (pênaltis: 5x4)

Finais 09/05, Guarani 1x0 Paysandu 13/05, Paysandu 2x0 Guarani

Papão conquistando seu primeiro titulo nacional.

Campeão Brasileiro da serie B de 2001[editar | editar código-fonte]

A Série B de 2001 teve a participação de 28 equipes.

As equipes foram divididas regionalmente em dois grupos, nos quais jogavam em turno e returno dentro deles. As quatro melhores equipes de cada grupo se classificavam para as quartas-de-final, onde se enfrentavam no "sistema olímpico".

Os quatro classificados diputam a Fase Final em um quadrangular com jogos de ida e volta. Os dois primeiros colocados garantiam acesso para a Série A em 2002.

O Paysandu sagrou-se bi-campeão da Série B do Campeonato Brasileiro em 2001. Na última partida do quadrangular final, quando o Paysandu garantiu o acesso de volta à Série A, a equipe entrou em campo diante do Avaí com a seguinte formação: Marcão; Valentim, Gino, Sérgio e Lino; Sandro, Rogerinho, Luiz Carlos e Jóbson; Zé Augusto e Vandick. O técnico era Givanildo Oliveira. Disputaram aquele campeonato 28 equipes, que totalizaram 1.112 gols em 388 jogos, com uma média de 2,86 gols por partida. O artilheiro da competição foi Sérgio Alves, do Ceará, com 21 gols.

Estatísticas do Paysandu: • 34 Jogos • 14 Vitórias • 16 Empates • 4 Derrotas • 60 Gols Pró • 36 Gols Sofridos

Campanha:

1ª Fase 12/08, São Raimundo 1x1 Paysandu 19/08, Paysandu 1x0 CRB 22/08, Sampaio Corrêa 2x2 Paysandu 26/08, Paysandu 2x1 ABC 29/08, Paysandu 3x0 Sergipe 01/09, Náutico 1x1 Paysandu 09/09, Paysandu 3x1 Remo 12/09, Ceará 1x1 Paysandu 16/09, Paysandu 2x1 Nacional-AM 19/09, América-RN 1x1 Paysandu 23/09, Paysandu 2x2 Tuna Luso 26/09, Paysandu 2x0 Fortaleza 30/09, Anapolina 3x2 Paysandu 03/10, Paysandu 3x0 Sampaio Corrêa 06/10, Paysandu 1x0 São Raimundo 10/10, CRB 1x0 Paysandu 18/10, ABC 1x1 Paysandu 21/10, Sergipe 3x2 Paysandu 24/10, Paysandu 2x1 Náutico 27/10, Remo 1x1 Paysandu 04/11, Paysandu 1x1 Ceará 08/11, Nacional-AM 2x2 Paysandu 11/11, Paysandu 4x1 América-RN 14/11, Tuna Luso 0x2 Paysandu 18/11, Fortaleza 0x0 Paysandu 24/11, Paysandu 2x1 Anapolina

No jogo contra o fortaleza que o Papão ganhou por 2 a 0 na curuzu, o Paysandu conseguiu a maior invencibilidade de times paraenses em Campeonatos Brasileiros, 12 jogos invictos.

2ª Fase 27/11, União São João 0x0 Paysandu 30/11, Paysandu 0x0 União São João

Quadrangular Final 04/12, Avaí 3x3 Paysandu 07/12, Paysandu 0x0 Caxias 11/12, Figueirense 3x3 Paysandu 14/12, Paysandu 3x0 Figueirense 19/12, Caxias 4x3 Paysandu 22/12, Paysandu 4x0 Avaí

Papão bicampeão da serie B.

Campeão da Copa norte em 2002[editar | editar código-fonte]

Os 16 clubes se dividiriam em quatro grupos de quatro clubes cada e os dois melhores classificados de cada grupo avançariam para a fase seguinte, onde se dividiriam em duas chaves de quatro grupos. O melhor de cada grupo disputaria a final.

Todas as fases teriam jogos de ida e volta.

O Paysandu sagrou-se campeão da Copa Norte ao vencer o São Raimundo do Amazonas por 3 a 0, no lotado estádio da Curuzu, em Belém, e impediu que o rival ficasse com o título pelo quarto ano consecutivo.

O papão que já tinham ganhado o primeiro jogo por 1 a 0, no Vivaldão, abriu o placar logo aos 17min, com Lecheva. Sandro, aos 12min do segundo tempo, ampliou, e Lecheva, a dez minutos do final, fechou o placar.

Essa foi a primeira vez que o Paysandu conquista a Copa Norte. A primeira edição, em 1997, foi vencida pelo Rio Branco. O Sampaio Corrêa triunfou no ano seguinte e o São Raimundo faturou de 1999 a 2001.

Em 14 jogos no regional de 2002, o campeão alcançou 9 vitórias, 3 empates e sofreu apenas 2 derrotas. Marcou 26 gols (média de 1,8) e sofreu 9 (0,6). Com o titulo o Paysandu ganhou a vaga na copa dos campeões desse ano de 2002.

A Copa dos Campeões[editar | editar código-fonte]

Campeão brasileiro da Segunda Divisão em 2001, o Paysandu ganhou no ano seguinte a Copa dos Campeões, competição que reunia os melhores colocados nos torneios regionais. Na final, o Paysandu passou pelo Cruzeiro.

A conquista classificou o Paysandu para a Taça Libertadores da América de 2003.

Os 16 clubes se dividiriam em 4 grupos com 4 participantes cada. Os 2 melhores classificados de cada grupo avançariam para as quartas-de-final. Os vencedores destas para as semifinais e, por fim, para a grande final. Todas as fases seriam disputadas apenas em jogos de ida, com exceção da final.


A Campanha:

Primeira fase de grupos

3 de julho de 2002 - Corinthians 1-1 Paysandu;

A partida ficou complicada após o goleiro Robson falhar, deixando o atacante Gil sozinho contra o zagueiro Gino, que não conseguiu fazer o desarme. Gil mandou uma bomba e abriu o placar para os visitantes. O papão se recuperou quando Sandro roubou a bola da zaga do time paulista, tocou para Albertinho que chutou no canto esquerdo, empatando a partida e definindo placar final de 1 x 1.


7 de julho de 2002 - Paysandu 0-0 Fluminense;

O ataque bicolor estava entrosado, mas Albertinho e Vandick não conseguiam transformar as oportunidades em gols.


14 de julho de 2002 - Náutico 2-3 Paysandu;

Com dois empates, o papão precisava vencer para se classificar. Mas o adversário da partida era o Náutico, e estava disposto a estragar a festa do Paysandu no Mangueirão: aos 4 minutos, Kuki fez 1 a 0 para o time de Pernambuco, deixando o estádio em silêncio. 25 minutos depois, Marcos chutou forte da entrada da área deixou tudo igual. O mesmo Marcos serviu o Vandick, que bateu cruzado e deixou o Paysandu na dianteira. O Mangueirão explodiu quando Jobson marcou o terceiro gol bicolor após um bate-rebate na área. O Náutico ainda diminuiu com Cláudio após cobrança de escanteio nos acréscimos, mas não havia mais tempo para uma reação do Timbu.


Quartas de final

21 de julho de 2002 - Paysandu 2-1 Bahia;

O Paysandu teve a chance de abrir o placar logo aos 26 minutos, Jajá driblou o zagueiro Ramalho e foi derrubado dentro da área, sendo marcado o pênalti, batido pelo jogador Jóbson e defendido pelo goleiro Emerson, aos 29 minutos do primeiro tempo, após cobrança de lateral na área, Vandick tocou para trás e Jajá bateu cruzado em um belo chute e fez 1 a 0 para o os donos da casa. No final do primeiro tempo, em pênalti cobrado e convertido por Robson (Robgol), Que ano seguinte se tornaria ídolo do papão, jogando a libertadores e o Brasileiro. No segundo tempo, o jogador Jóbson no final do segundo tempo de pênalti fez o gol da classificação, 2 a 1 para o papão.


Semifinal

28 de julho de 2002 - Paysandu 3-1 Palmeiras

O palmeiras abriu o placar no primeiro tempo, com o jogador Nene. No segundo tempo o papão empatou com um gol de cabeça de Vandick, em um desvio de cabeça do jogador trindade ampliou a vantagem para 2 a 1 , sacramentando a vitoria em um belo gol de albertinho aos 46 minutos, driblando o zagueiro palmeirense e deslocando o marcos, finalizando o jogo em 3 a 1.


Grande decisão'

31 de julho de 2002 - Paysandu 1-2 Cruzeiro

O time mineiro saiu na frente ainda aos 14 do primeiro tempo, quando Jorge Wagner cruzou e Fábio Júnior marcou de cabeça. O papão não se deixou abalar e igualou tudo aos 31. Sandro pegou a sobra de uma bola na trave e acertou no canto direito do goleiro Jefferson. Porém, o dia não era bicolor. Após jogada pela esquerda, Leandro passou para Joãzinho e colocou o Cruzeiro, mais uma vez, na frente. O Paysandu ainda teve um pênalti ao seu favor , Albertinho cobrou e desperdiçou. A equipe paraense perdia a primeira final, em casa.


4 de agosto de 2002 - Cruzeiro 3-4 Paysandu (decisão por pênaltis: Paysandu 3 X 0).

Em um jogo eletrizante o papão ganhou por 4 a 3, levando a decisão para os pênaltis, empatando a serie em 6 a 6.

Logo aos 9 minutos Fabio Junior, o atacante abriu o placar para o Cruzeiro,em um rebote do goleiro Marcão. Em desvantagem o Paysandu foi para o ataque, empatando um minuto depois, com o gol do matador bicolor Vandick, ampliando também aos 22 minutos com uma falha do goleiro Jeferson, após cabeceada. Em vantagem, o Paysandu voltou a dar espaço para o Cruzeiro. Em um ataque pela esquerda, Leandro tocou para Joãozinho, que rolou para trás. Jorge Wagner furou e Cris completou para o gol, empatando o jogo. Mais uma vez,a reação não demorou, após a saída fez o seu terceiro gol, o terceiro de Vandick na partida. Depois de cruzamento da esquerda, ele voltou a vencer a defesa do cruzeiro em uma cabeçada.

No segundo tempo, o jogo continuou em ritmo acelerado e aos 4 minutos, Fábio Júnior marcou seu sexto gol na competição, assumindo a artilharia isolada. Jussiê fez boa jogada pelo meio e chutou. Marcão espalmou e a bola sobrou para o atacante, que só teve o trabalho de empurrar para o gol. Desta vez, no entanto, o papão teve mais trabalho para marcar. O quarto gol saiu aos 12 minutos, o goleiro do Cruzeiro saiu mal do gol em uma cobrança de escanteio e foi encoberto por uma cabeçada de Jóbson. no restante do segundo tempo o Cruzeiro levou um pouco mais de perigo, mas o Paysandu bem postado em campo, com sua marcação conseguiu segurar o placar em 4 a 3, em seu favor, levando a decisão para os pênaltis.

Nos pênaltis o papão venceu por 3 a 0, convertendo todos suas cobranças batidas, com Vélber, Jóbson, e luis Fernando por ultimo (3 a 0). Garantindo o titulo inédito ao Paysandu sport Club e a vaga na libertadores da America de 2003, feito inédito para o futebol do Norte e do Pará, até os dias de hoje, campanha reconhecida pelos outros clubes, deixando diversos campeões Brasileiros pelo caminho, como Corinthians, Bahia, Palmeiras e o Cruzeiro.


O maior campeão de 2002'´

'o Paysandu foi também nesse ano o Clube Brasileiro que mais ganhou títulos em 2002, sendo o campeonato paraense desse ano, copa do norte e copa dos campeões de 2002, ultrapassando nesse ano o Corinthians, Cruzeiro e Goias, esses com dois títulos cada.


A formação do campeão Marcão; Marcos, Gino, Sérgio e Luís Fernando; Sandro, Rogerinho, Jóbson e Vélber; Jajá e Vandick.

Técnico: Givanildo Oliveira

Na Copa Libertadores da América[editar | editar código-fonte]

Graças ao título da Copa dos Campeões em 2002, o bicolor paraense disputou o mais importante torneio de futebol das Américas, envolvendo os melhores clubes, da temporada anterior, de países como Argentina, Uruguai, Chile, Bolívia e Paraguai, sendo assim, o único clube do norte do Brasil a participar da competição.

O Brasil, nesta edição, estava representado, além do Paysandu, por Santos (campeão brasileiro de 2002), Corinthians (campeão da Copa do Brasil de 2002) e Grêmio (terceiro colocado no Campeonato Brasileiro de 2002, recebendo a vaga que seria do vice-campeão, o Corinthians, por este já ter se classificado com o título da Copa do Brasil).

O bicolor do Pará era treinado por Darío Pereyra, e tinha, em seu elenco, jogadores como o atacante Róbson "Robgol", Iarley, Sandro Goiano, e Vélber, dentre outros.

O Paysandu participou na primeira fase figurando no grupo 2, ao lado de Cerro Porteño, Sporting Cristal e Universidad Católica. Após 4 vitórias e 2 empates, o "Papão" terminou na liderança do grupo, com 14 pontos. Teve a terceira melhor campanha nesta fase, atrás apenas de Corinthians (15 pontos) e Santos (também com 14 pontos, mas com saldo de gols superior).

A Campanha 13 de fevereiro de 2003 - Lima, Peru - Sporting Cristal 0-2 Paysandu;

6 de março de 2003 - Belém do Pará - Paysandu 0-0 Cerro Porteño;

11 de março de 2003 - Belém do Pará - Paysandu 3-1 Universidad Católica;

18 de março de 2003 - Belém do Pará - Paysandu 2-1 Sporting Cristal;

27 de março de 2003 - Assunção, Paraguai - Cerro Porteño 2-6 Paysandu;

15 de abril de 2003 - Santiago, Chile - Universidad Católica 1-1 Paysandu.

Nas oitavas de final, enfrentou o Boca Juniors, tradicional clube argentino, até então dono de 4 títulos na Libertadores, e que terminou a primeira fase na segunda colocação do grupo 7, com 11 pontos.

Jogo Inesquecível. Em Plena LA BOMBONERA, Paysandu venceu, Boca Juniors 0 x 1 Paysandu .

Até 2003, apenas dois clubes brasileiros haviam conseguido derrotar os xeneizes na Argentina: o Santos de Pelé, em 1963, e o Cruzeiro de Ronaldo em 1994. Todos os outros que lá entraram ou perderam ou empataram. Só que a escrita foi quebrada na noite do dia 24 de abril de 2003. O Boca enfrentava um desconhecido clube brasileiro. Todos esperavam uma goleada inapelável dos comandados de Carlos Bianchi. A equipe nortista fez história ao derrotar o Boca, com quatro Libertadores e dois Mundiais no currículo na época (hoje são seis e três, respectivamente), por 1 a 0, gol de Iarley, porém, o ótimo resultado desta partida foi revertido pelos experientes argentinos, que venceram a partida de volta, realizada em Belém do Pará, por 2 x 4.

Com apenas 1 derrota, o Paysandu encerrou aquela que é, até hoje, sua única participação neste torneio. Na classificação final, ficou com a 9a. colocação. O atacante Róbson "Robgol" foi o terceiro maior goleador da competição, com 7 gols.

E o clube responsável por esta derrota e pela eliminação do "Papão", o Boca Juniors, acabou sagrando-se campeão da Libertadores naquele ano, eliminando, no decorrer do torneio, Cobreloa (quartas de final), América de Cáli (semifinal) e Santos (final).

O Paysandu na Copa Libertadores da América de 2003 Jogos: 8; Vitórias: 5; Empates: 2; Derrotas: 1; Gols Marcados: 17; Gols Sofridos: 9.

2005 - 2006[editar | editar código-fonte]

Após terminar na 21ª colocação na série A do Brasileirão (dentre 22 equipes) em 2005, o "Papão" acabou rebaixado, em 2006, para a Série B do Campeonato Brasileiro,Dentre 22 participantes, terminou na 21ª posição (à frente apenas do Brasiliense, com 41 pontos conquistados (12 vitórias, 5 empates e 25 derrotas) (40 pontos a menos do que o vencedor do torneio, o Corinthians, e 10 pontos a menos do que o último clube que se manteve na Série A, a Ponte Preta). Mesmo após ótimo desempenho do atacante Robgol, que perdeu a artilharia da Série A, para Romário (Vasco da Gama), por apenas 1 gol, sendo vice artilheiro com 21 gols o Robgol, entrando na seleção dos melhores do Campeonato Brasileiro de 2005.

Em 2006, era um dos times esperados a brilhar na Série B e favorito a ficar com uma das 4 vagas de retorno à primeira divisão, terminando em quarto lugar no campeonato, antes da parada para a copa do mundo de 2006, realizando no ultimo jogo antes da parada da copa o seu melhor jogo nesse campeonato, aplicando uma goleado de 6 a 2 na Portuguesa-SP, em pleno Canindé. Porém, formou uma equipe muito instável e com problemas de salários atrasados, no retorno do campeonato começou a entrar em declínio na tabela, tomando umas das maiores goleadas recentemente da Serie B, perdendo de 9 a 0 para o Paulista de Jundiaí, em Sp, após esse jogo alguns jogadores deixaram o elenco. No ultimo jogo do campeonato desse ano, no mangueirão contra o Marília-SP venceu por 4 a 1, mesmo assim não evitando o segundo rebaixamento consecutivo , pois precisava torcer para uma derrota da Portuguesa-SP contra o Sport-PE na ilha do retiro, fato que não ocorreu.

Sua campanha: 38 jogos, 12 vitórias, 8 empates e 18 derrotas; 51 gols marcados e 70 sofridos; 44 pontos, 27 pontos a menos do que o vencedor deste torneio, o Atlético Mineiro (que também havia sido rebaixado à Série B em 2005).

Na Série C (2007 - 2012)[editar | editar código-fonte]

2007[editar | editar código-fonte]

Em 2007, com uma campanha instável, o Paysandu começou mal a temporada, com o 4º lugar do estadual e sua participação na série C foi curta e desastrosa: em 6 jogos, somou apenas 1 ponto, fruto de um empate com o Ananindeua (clube também do Pará) em 3 X 3, em seu próprio estádio. Nos outros 5 jogos, o "Papão" saiu de campo derrotado pelas seguintes equipes: Imperatriz (Maranhão) (classificada em primeiro lugar no grupo), Ananindeua (2ª colocada) e Araguaína (Tocantins) (após perder 12 pontos, devido a escalação de um jogador de forma irregular, despencou da então liderança do grupo à lanterna, com 1 ponto negativo), o que ocasionou a vergonhosa desclassificação ainda na Primeira Fase.

2008[editar | editar código-fonte]

Em 2008, o Paysandu, teve uma participação mediana na série C, mas muito fraca pela tradição do clube. O Paysandu, passou da 1ª fase em segundo lugar com 9 pontos (2 vitórias, 3 empates e 1 derrota) atrás somente do Águia de Marabá. A 2ª fase foi mais tranquila, o Papão somou 10 pontos (3 vitórias, 1 empate e 2 derrotas), e em 2º lugar passou de fase. Porém, na 3ª fase, não conseguiu repetir o bom futebol e os 8 pontos não foram suficientes para passar de fase já que o Rio Branco e Águia de Marabá fizeram, 13 e 9, respectivamente. Porém, o Paysandu conquistou vaga para a Série C de 2009, que contou com 20 times (4 rebaixados da série B e do 5º ao 20º colocado da série C de 2008). Na classificação geral, o time ficou na 12ª colocação, com 27 pontos.

2009[editar | editar código-fonte]

O Paysandu começou o ano de 2009 com o pé direito, sendo Campeão da Taça Cidade de Belém (1º turno), vencendo na final o São Raimundo-PA, por 5x3 (3x0 e 2x3). Na final do Campeonato Paraense, encontrou novamente o São Raimundo, e venceu de novo por 9x3 (6x1 e 3x2), conquistando assim o 43º título estadual do time, o que fez do Paysandu o 2º maior Campeão Estadual do Brasil, perdendo somente para o ABC, de Natal (Rio Grande do Norte), que possuía 50 títulos na época). Assim o Paysandu ia para a Série C como um dos favoritos ao título da competição. Na 1ª fase, no grupo mais equilibrado, conseguiu com muita dificuldade, passar de fase, em 2º com 12 pontos, atrás somente do Rio Branco. Nas quartas de final, a equipe encarou o Icasa, mas foi derrotado por 7x3 (1x1 e 6x2). Terminando a competição na 8ª colocação, e mais uma vez, sem conseguir o acesso à série B.

2010[editar | editar código-fonte]

Em 2010 o Paysandu conseguiu conquistar pela segunda vez seguida a Taça Cidade de Belém, o 1º turno do Campeonato Paraense, vencendo o Remo na final por 7x5 no placar agregado (4x2 e 3x3), e garantiu sua vaga na final do Estadual. No segundo turno do Parazão, o Bicolor foi eliminado para seu rival, o Clube do Remo, por 2x2 na semifinal (o Remo passou, pois tinha vantagem do empate, pela campanha na fase classificatória). Na final do Estadual, o Papão mostrou sua força e venceu o Águia de Marabá por 3x2 (0x1 e 3x1), e conquistou pela 44º vez o Título do Campeonato Paraense. Na Série C o Paysandu, conseguiu passar da 1º fase como 1º colocado no grupo com 14 pontos (4 vitórias, 2 empates e 2 derrotas), dois a frente do segundo colocado, Águia de Marabá. O Papão então foi para o mata-mata, onde enfrentou Salgueiro, e mais uma vez, apesar do favoritismo, não conseguiu o acesso para a Série B, ao ser derrotado por 4x3 (1x1 e 3x2).

2011[editar | editar código-fonte]

Em 2011 o Paysandu não conseguiu o tri-campeonato paraense ao empatar com o Independente por 3x3, e perder para o mesmo na disputa de pênaltis por 3x0, terminando na primeira colocação geral, mas como vice-campeão. O Paysandu começou bem a Série C, venceu o Araguaína por 0x1 fora de casa e deu fim a um tabu de 5 anos sem vencer fora de seus domínios em campeonatos brasileiros. Ao fim da 1ª Fase, o Papão acabou na segunda colocação do grupo, com 14 pontos, atrás Rio Branco, após uma vitória de 5x0 sobre o Araguaína em casa. Na segunda fase, o Paysandu não conseguiu continuar seu caminho de volta para a Série B, e ficou em 3º lugar no grupo, com 7 pontos, atrás do CRB, com 12, e do América de Natal, com 9.

2012[editar | editar código-fonte]

O Paysandu formou um time aliando muitos jogadores da base a alguns reforços de nome para as competições nacionais. No Parazão o time não foi bem, sendo eliminado na primeira fase do primeiro turno, e no segundo, apesar de somente duas derrotas, foi eliminado nas semifinais, dependendo do ranking da CBF para se classificar a Copa do Brasil de 2013. Já na Copa do Brasil o Paysandu foi bem, no primeiro duelo frente ao Espigão, o Paysandu venceu por 1 a 3 na casa do adversário eliminando o jogo de volta e se classificando para enfrentar o Sport na 2° fase da competição. Mesmo desacreditado por boa parte do público, o Paysandu foi pra cima do Sport e venceu os dois jogos, o primeiro por 2 a 1 Mangueirão, e no segundo a vitória histórica em plena Ilha do Retiro por 4 a 1, quebrando o tabu de nunca ter se classificado para as oitavas de final da Copa do Brasil, e de 51 anos sem vencer o Sport e construindo um tabu de 2 jogos sem perder para o time pernambucano. Apesar da boa campanha contra o Sport, o Paysandu perdeu para o Coritiba, pelos placares de 4 a 1 no jogo de ida e de 1 a 0 no jogo de volta.

Na Série C, a equipe teve momento de altos e baixos. O pior momento foi, sem dúvida a sequência de oito jogos sem vitória. Em meio ao jejum, a torcida revoltou-se e atirou vários objetos no campo (no empate em 1 a 1 com o Icasa no Mangueirão, acarretando em punição imposta pelo STJD, com a perda de dois mandos de campo[5]). Porém, depois da fase ruim, a equipe engatou três partidas sem derrota, que praticamente selaram a classificação para a fase final da competição (destaque para goleadas sobre o Treze por 5 a 1 e contra o Salgueiro por 4 a 0, ambas em Belém). Na última rodada classificatória, perdeu para o Icasa no Ceará por 1 a 0, mas ainda assim se classificou[6], pois o Santa Cruz foi derrotado pelo Águia de Marabá no interior do Pará por 1 a 0[7]. Na fase final, o adversário do Papão foi o Macaé, do Rio de Janeiro. No jogo de ida, disputado em Paragominas (pela perda de mando imposta), o Paysandu venceu por 2 a 0[8] e na volta perdeu por 3 a 2, e mesmo assim, garantiu o acesso para a Série B de 2013, encerrando seis anos de ausência da segunda divisão.[9]

Novos Rumos em 2013[editar | editar código-fonte]

O ano de 2013 começa de maneira esperançosa para os bicolores. O Paysandu finalmente volta à Série B após seis anos. O ídolo do clube Vandick Lima torna-se presidente e realiza um sonho antigo do clube, um terreno para a construção de um centro de treinamento. A principal intenção do novo mandatário bicolor é profissionalizar o clube para uma boa Série B e manter o time forte para o centenário, que ocorre em 2014.

Logo no primeiro campeonato disputado, o Paysandu foi campeão. O título veio no Campeonato Paraense, onde o time alvi-celeste venceu o primeiro turno e a final de maneira indiscutível, com o melhor ataque (55 gols) e aproveitamento (71,2%) da competição. Na Copa do Brasil, o Paysandu foi eliminado na terceira fase, para o Atlético Paranaense, após passar por São Raimundo-RR e Naviraiense, após ser eliminado dentro de campo, mas foi classificado com a eliminação do time sul-mato-grossense da competição pelo STJD, por ter jogado com dois jogadores irregulares.

Campeão Paraense em 2013, conquistando seu 45º título estadual, vencendo o Paragominas Futebol Clube por 4 x 0 na primeira partida em Paragominas e ratificando a conquista com nova vitória, dessa feita por 3 x 1, em Belém.

O Paysandu disputa o Campeonato Brasileiro da Série B, pela 13ª vez. Apesar de todo o planejamento, não foi bem nessa disputa e terminou o certame na 18ª posição, com 40 pontos, sendo rebaixado para a Série C de 2014.

2014[editar | editar código-fonte]

Começou o ano sendo vice-campeão paraense, após o título de 2013. Foi campeão do segundo turno, mas perdeu a grande afinal para o seu arquirrival Clube do Remo, ficando 4x3 no placar agregado, vendo seu rival sair de um jejum de 6 anos sem títulos estaduais (2008).

No primeiro ano da volta aos campeonatos regionais, após 12 anos de ser o ultimo campeão da Copa norte em 2002, chegou a final da Copa verde, nesse ano de 2014, eliminando seu arquirrival Clube do Remo na semifinal do campeonato, após dois jogos disputados, ganho por 1 a 0 no placar agregado. Na final enfrentou o Brasília Futebol Clube perdendo nos pênaltis por 7 a 6, após ter ganho o primeiro jogo no Mangueirão por 2 a 1, sendo devolvido o placar de 2 a 1 pelo Brasília, no Estádio Nacional Mané Garrincha. Algumas semanas após a disputa da final, houve denúncias que jogadores do Brasília jogaram sem estar com o nome regularizado no BID, havendo denuncia da CBF, o caso passou ao STJD, mas No dia 28 de julho de 2014, o STJD retirou o título do Brasília devido à escalação irregular de quatro jogadores na final do torneio, concedendo o título ao Paysandu. No dia 1 de agosto, porém, o Brasília conseguiu um efeito suspensivo da decisão, retomando o título temporariamente. A resolução final do caso seria julgada pelo Tribunal Pleno do STJD no dia 14 de agosto, mas foi adiada por conta do mau tempo. Na sequência, o julgamento foi remarcado para o dia 2 de outubro, porém adiado outra vez devido a um pedido do Paysandu, uma vez que o relator do processo não poderia estar presente. No dia 7 de novembro, ficou definido que o julgamento final aconteceria no dia 13 de novembro, após mais de um mês de indefinição. Porém, mais uma vez o julgamento foi adiado, pois o Paysandu alegou que um de seus advogados não poderia comparecer. Assim, o pleito foi adiado para o dia 27 de novembro, quando finalmente o Pleno decidiu a favor do Brasília, que foi declarado campeão.

O Acesso à Série B em 2014

Após classificar-se em quarto colocado no grupo A da Série C, o Paysandu, no mata-mata, enfrentara o Tupi, time de melhor campanha no grupo B, que estava a 13 jogos invicto. A primeira partida foi realizada em Belém, no estádio do Mangueirão, com a presença de mais de 30 mil torcedores. Vitória bicolor por 2x1, com gols de Augusto Recife e Bruno Veiga para o Paysandu e Bruno Barros descontando para a equipe mineira. Precisando apenas de um empate para conseguir o acesso, o Papão foi até Juiz de Fora, MG. Sem o menor conhecimento dos mineiros, o Papão conseguiu outra vitória: 1x0 com direito a um golaço antológico de Ruan, por cobertura, aos 41 minutos da segunda etapa, calando os quase 16 mil torcedores presentes no Estádio Radialista Mário Helênio.

Semi - finais

No primeiro jogo da semifinal não tomou conhecimento do Mogi Mirim no Mangueirão e goleou o time paulista pelo placar de 4 a 1. No jogo de volta, em Mogi Mirim, o Papão perdeu pelo placar de 2 a 1, mas o Paysandu acabou se classificando para a final.

Finais

No primeiro jogo da final contra o Macaé, no Estádio Cláudio Moacyr, em Macaé no Rio de Janeiro, o jogo terminou em 1 a 1, gols de para o Macaé, mas Yago Pikachu empatou em uma cobrança de falta. No jogo de volta, no Mangueirão, diante de aproximadamente 38 mil torcedores, o jogo terminou empatado em 3 a 3, o que deu o título ao Macaé pelo critério do gol fora.

Rumos para 2015[editar | editar código-fonte]

O Paysandu começa a temporada 2015 com novos contratados e com a expectativa de fazer um bom Campeonato Paraense, Copa verde, uma boa Série B e uma boa Copa do Brasil. Mas começou o ruim no estadual, não se classificando para a fase decisiva do 1º turno do Campeonato Paraense, que o Independente Atlético Clube. Já no 2º turno, o Paysandu conseguiu se classificar.

Semi-final

O Paysandu iniciou a Semi-final contra o Parauapebas, de Parauapebas, no Mangueirão, em Belém. O jogo teve ótimas atuações de ambos, mas o placar ficou em 0 a 0, o que acabou levando o jogo para os pênaltis, onde o Paysandu venceu de 4 a 3, com gols de , Carlinhos para o Paysandu e gols de Juninho, , e perdas de para o Parauapebas ,cujo resultado levou o Papão para a final passando para a final.

Final

O Paysandu foi para a final contra o Clube do Remo, mas acabou perdendo por 2 a 1, gol de Aylon para o Paysandu e dois gols de Rafael Paty para o Remo, com o Remo se sagrando campeão e indo para a finalíssima contra o Independente.

Já na Copa Verde foi parecido.

Oitavas-de-Final

O Paysandu começou a Copa Verde empatando em 1 a 1 com o Santos Futebol Clube (Macapá), em Macapá no Estádio Municipal Glicério Marques, gol de Marlon, de cabeça, para o Papão, depois de uma cobrança de falta,e Raí, depois do passe de Acosta, faz o gol do Peixe. Já no jogo da volta, na Curuzu, o Paysandu se classificou pelo placar de 2 a 0, com gols de Yago Pikachu e de Carlinhos.

Quartas-de-Final

O Paysandu jogou na Curuzu goleando por 4 a 1, a equipe do Nacional, com gols de Aylon, dois de Bruno Veiga e um de Carlinhos para o Papão, e o Raylson descontando para o Naça. Já no jogo da volta no Colina, o Paysandu empatou por 1 a 1, o Leão de Manaus abriu o placar com gol de Leo, depois da cobrança de falta, mas a equipe bicolor empatou com gol de Jhonnatan, mas se classificou para a Semi-Final.

Semi-Finais

O Paysandu enfrentou o Remo, e venceu o 1º jogo por 2 a 0, com gols de Yago Pikachu e Bruno Veiga para a equipe bicolor. Já no 2º jogo, o Paysandu perdeu por 2 a 0, com gols de Dadá e de Sílvio para a equipe remista. Com o valor agregado em 2 a 2, o jogo foi para os pênaltis,vencido pelo Remo por 5 a 4, com gols de Augusto Recife, Radamés, Bruno Veiga e Leandro Canhoto e perda de Carlinhos para o Paysandu e de gols de Val Barreto, Dadá, Bismark, Max e Levy para o Remo, cujo resultado eliminou o Paysandu, e levou o Remo para a final contra o Cuiabá.

Série B

Na Série B de 2015 o Paysandu começou bem, brigando pelas primeiras posições da tabela, entretanto na reta final do campeonato, o clube acumulou tropeços e terminou sem conseguir o esperado acesso à primeira divisão.

O Paysandu terminou a competição em 7° colocado na tabela com 60 pontos conquistados, com uma campanha de 38 jogos, 17 vitórias, 9 empates e 12 derrotas.

As melhores partidas do Papão na Série B, foram a goleada sonora sobre o CRB por 5 a 1 no Mangueirão, e a vitória sobre o Botafogo em pleno Engenhão por 3 a 2. Apesar de grandes atuações na Série B, o papão também teve muitas partidas ruins, a pior delas foi também contra o CRB, no Estádio Rei Pelé, onde perdeu por 3 a 0 com hat-trick de Zé Carlos.

2016: A Volta da Hegemonia e ao resgate do "Papão da Curuzú"[editar | editar código-fonte]

O Título Estadual Invicto

Com um gol relâmpago, susto e redenção no segundo tempo, o Paysandu venceu o São Francisco por 2 a 1, no estádio Mangueirão, em Belém, e se sagrou campeão paraense de 2016 de maneira invicta. O título acabou com a série de duas conquistas seguidas do Remo. A partida reuniu os dois principais times do Campeonato Paraense. O campeão Paysandu, que bateu o arquirrival Remo na final do primeiro turno, ostentou a melhor campanha geral do torneio. Já o São Francisco - que superou o Cametá na decisão do segundo turno - foi derrotado pela primeira vez fora de casa e acabou com o vice.

A vitória do Paysandu começou com um gol logo no primeiro minuto de jogo no Mangueirão. Após cruzamento pelo lado esquerdo, Lombardi subiu mais alto que a zaga do São Francisco e testou forte para balançar as redes.

Ainda na primeira etapa, o São Francisco Futebol Clube buscou o empate. Aos 29 minutos, Andrelino foi lançado na grande área e com um toque de primeira, por cobertura, deixou tudo igual na decisão. Para evitar a decisão nos pênaltis, o Paysandu contou com a força de sua torcida e partiu para cima na segunda etapa. Aos nove minutos saiu o gol do título. Em cobrança de escanteio, Fabinho Alves aproveitou a sobra e garantindo vitória. Campeão Paraense 2016 de forma Invicta.

O Título Inédito: A Copa Verde é do Papão

O Paysandu é o campeão da Copa Verde 2016.

O Papão conquistou a competição pela primeira vez em sua história, em campanha que teve seis vitórias, um empate e uma derrota.

Apesar de estar jogando no Estádio do Bezerrão, no Gama (DF), o Paysandu entrou em campo com calma por conta da vitória por 2 a 0 no jogo de ida, no Mangueirão, na terça-feira passada. A situação da equipe ficou ainda mais tranquila quando Raí, logo aos dois minutos, recebeu na frente e bateu no canto direito, abrindo o placar. O Gama sentiu o gol e só conseguiu responder com uma boa chance aos 39 minutos, com chute de Grampola que passou muito perto. Quatro minutos depois, Leandro Cearense recebeu passe de Augusto Recife e quase ampliou para o Papão.

Na etapa final, o Paysandu voltou querendo deixar as coisas ainda mais tranquilas. Aos dois minutos, Lucas pegou rebote e quase marcou. No lance seguinte, Raphael Luz conseguiu boa cabeçada e obrigou o goleiro Pereira a fazer grande defesa. Já aos 27 minutos, Leandro Cearense puxou contra-ataque, ganhou da defesa e bateu para fora.

Após três chances desperdiçadas, o ditado "quem não faz, leva" foi justificado. Aos 28 minutos, Grampola ganhou de Lombardi no alto e deixou tudo igual, a bola ainda bateu na trave antes de entrar. Três minutos depois, o mesmo Grampola apareceu novamente, caiu na área e o árbitro marcou pênalti. Ele bateu e virou o placar para o Gama.

A equipe brasiliense tinha de fazer mais dois gols para ficar com o título, mas o Papão se defendeu bem e garantiu que a taça fosse para Belém.

Com a conquista do Campeonato Paraense no último sábado (7), a Copa Verde foi o segundo título do Paysandu neste curto período de tempo. O Papão vence a competição pela primeira vez em sua história após ficar "no quase" em duas edições anteriores, quando foi vice para o Brasília, em 2014, e terceiro colocado no ano passado. Os resultados do início da temporada deixaram torcedor e diretoria confiantes com o desempenho do clube para o Campeonato Brasileiro da Série B.

Serie B

Apesar de uma campanha vitoriosa do Paysandu no Estadual e pela Copa Verde de 2016, a qualidade técnica do elenco não havia se qualificado, o que obteve um inicio turbulento no inicio do Campeonato Brasileiro. Na série B 2016, o Paysandu começou empatando em 2x2 com o Ceará e depois empatou em casa com o Oeste por 1x1. O Papão da Curuzu começou muito mal a Série B, tendo ocupado a zona de rebaixamento. Último resultado ruim que teve sob comando de Dado Cavalcanti foi contra o Clube Náutico Capibaribe em plena Curuzu, pelo placar de 1x3. Com isso, a passagem vitoriosa de Dado Cavalcanti havia acabado, dando lugar ao novo Técnico do Paysandu: Gilmar Dal Pozzo.


A Partir da nona rodada, havia começado o seu trabalho inicial pelo Paysandu: vitória sobre o Avaí por 1 a 0, na rodada seguinte venceu o líder Vasco da Gama por 2 a 0 em São Januário com dois gols de Jhonatan e acaba com a invencibilidade de quase nove meses do time cruzmaltino dentro de casa. No jogo seguinte com mais um de Jhonatan o Papão venceu o Joinville na Curuzu por 1 a 0 e pula para 11° colocado.

Símbolos[editar | editar código-fonte]

Escudo[editar | editar código-fonte]

O escudo é azul e branco, com as iniciais PSC, em referência ao nome Paysandu Sport Club. Na parte inferior, existe um pé alado (com asas), criação de Mário Bayma que explicou o seu significado: “O objetivo da velocidade do ‘team’ jamais seria igualada ou superada por seus adversários, pois chegaria aos limites do voo”. Acima do escudo encontra-se três estrelas, duas prateadas simbolizando o bicampeonato brasileiro da Série B de 1991 (esquerda) e 2001 (direita), e uma dourada (central) referente à Copa dos Campeões de 2002.

Mascote[editar | editar código-fonte]

Lobo, Mascote do Paysandu.

O Paysandu é conhecido pela expressão “Papão da Curuzu”, criada no ano de 1948 pelo jornalista Everardo Guilhon, escritor do jornal A Vanguarda. Em uma de suas crônicas, Guilhon explicou que quando era criança, sua mãe, ao botá-lo na cama, amedrontava-o, dizendo: “dorme logo, pois lá vem o bicho-papão!”. O jornalista associou esse fato à grande equipe que o Paysandu possuía na época que metia medo em seus adversários, escrevendo a seguinte manchete no jornal A Vanguarda: “Hoje treina o bicho-papão”. Não demorou muito para o apelido se familiarizar entre os torcedores[10]. O codinome de "bicho-papão". A inspiração do jornalista baseou-se no temor que o esquadrão de aço, como era conhecido o time do Paysandu naquela época, passava aos seus adversários no campo de jogo. No decorrer do tempo, ficou conhecido como o famoso "Papão da Curuzu", o maior papão de títulos de futebol do Norte do País.

A mascote do Paysandu é representada por um lobo, chamado "Bicho Papão", vestindo o uniforme oficial do clube, segurando uma bola de futebol na mão esquerda e fazendo um sinal de “beleza” na mão direita.[11].

Hino[editar | editar código-fonte]

Assim como em muitos outros clubes, o Paysandu possui um hino popular e um oficial, porém, menos conhecido. O hino oficial do Paysandu foi composto em 1916 pelo poeta José Simões, enquanto que a música foi feita pelo professor Manuel Luis de Paiva[12]. Há também a marchinha ou o hino "popular", composta por Francisco Pires Cavalcanti, entusiasmado com a vitória do Paysandu sobre o Peñarol, em 1965, que é mais conhecido pela torcida do que o hino oficial do time.

Hino Oficial[editar | editar código-fonte]

De vitórias e louros coroado, Altivo, o Paysandu jamais temeu...

Tem um belo, honradíssimo passado, São nobres as batalhas que venceu; BIS

Cada um de nós guarda no peito, Valor e orgulho extraordinários;

Das nossas cores têm respeito. Os mais pujantes adversários.

"Lutar"! eis a divisa que trazemos!

"Vencer"! eis a esperança que nos guia!

Leais e destemidos seguiremos. A glória que o futuro nos confia! BIS

Cada um de nós guarda no peito... Somos jovens e ousados paladinos,

E sempre achar-nos-ão de gládio nu, Elevando nos prélios mais ferinos

Com honra o pavilhão do Paysandu BIS

Cada um de nós guarda no peito... Amamos os combates!

E na luta,Como antigos heróis nos comportamos, Por isso a voz do público se escuta,

Saudar o Paysandu com meus aclamos BIS

Cada um de nós guarda no peito...

Composição: José Simões

Marchinha[editar | editar código-fonte]

Uma listra branca, outra listra azul

Essas são as cores do papão da curuzu

O nosso time joga pra valer, até o Peñarol veio aqui pra padecer

O Paysandu topa qualquer parada, Quando perde é por descuido, mas depois vem a virada

Pintou o sete numa tela azul. Foi feito sem defeito do papão da curuzu.

Composição: Francisco Pires Cavalcanti

Hino da Torcida[editar | editar código-fonte]

"Sou apaixonado torcedor do paysandu

sou supercampeão, sou forte e vencedor

as cores do meu clube, defendo com vigor

na luta estamos juntos, com raça e amor

Vencer! É a palavra de ordem

Vencer! Em cada campeonato

Na coleção de glórias estamos sempre na frente

É a fiel torcida que no campo está presente

Meu clube onde joga eu tô lá

Aplaudir o meu time e você vai ganhar"

Uniforme[editar | editar código-fonte]

O uniforme do Paysandu foi proposto por Hugo Leão, primeiro presidente bicolor, na reunião realizada no dia 10 de fevereiro de 1914. A proposição só foi aprovada pela Assembleia Geral, por unanimidade dos votos dos associados, em 19 de fevereiro de 1914, dezessete dias depois da fundação do clube. O uniforme segue o mesmo modelo até os dias atuais[13].

Uniforme dos jogadores[editar | editar código-fonte]

  • O 1º uniforme é a tradicional camisa listrada em azul e branco, short e meiões azuis.
  • O 2º uniforme é composto por uma camisa branca com detalhes azuis, shorts e meiões brancos.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme

Uniformes de treino[editar | editar código-fonte]

  • Camisa laranja, calção e meias pretas;
  • Camisa branca, calção preto e meias brancas.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Jogadores
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Comissão Técnica

Patrocinadores[editar | editar código-fonte]

  • Material esportivo: Lobo[14]
  • Masters: Banpará e Governo do Pará
  • Secundário: Lifan, Brasil Kirin e Drogarias Big Ben

Histórico de fornecedores[editar | editar código-fonte]

Material esportivo
Período Fornecedor
2016- Brasil Lobo
2013-2015 Alemanha Puma
2009-2013 Itália Lotto
2007-2008 Brasil Finta
2005-2006 Estados Unidos Wilson
2001-2004 Brasil Finta
1997-2000 Brasil Penalty
1993-1996 Brasil Finta
1992 Inglaterra Umbro
1979-1991 Brasil Penalty

Títulos[editar | editar código-fonte]

  • Cscr-featured.png: Campeão Invicto
Nacionais
Competição Títulos Temporadas
TrofeuCopaDosCampeoesCBF.svg Copa dos Campeões 1 2002
B Series Brazilian Championship Trophy.png Campeonato Brasileiro - Série B 2 1991 e 2001
Regionais
Competição Títulos Temporadas
Copa-Verde-de-Futebol.gif Copa Verde 1 2016
Brazil Region Norte.svg Copa Norte 1 2002
Estaduais
Competição Títulos Temporadas
Pará Campeonato Paraense 46 1920, 1921, 1922, 1923, 1927, 1928, 1929, 1931, 1932, 1934, 1939, 1942, 1943, 1944, 1945, 1947Invicto, 1956, 1957, 1959, 1961, 1962, 1963, 1965, 1966Invicto, 1967, 1969, 1971, 1972, 1976Invicto, 1980, 1981, 1982, 1984, 1985, 1987Invicto, 1992, 1998Invicto, 2000, 2001, 2002Invicto, 2005, 2006, 2009, 2010, 2013 e 2016Invicto
Pará Taça Cidade de Belém 7 2005, 2006, 2009, 2010, 2011, 2013 e 2016Invicto
Pará Taça Estado do Pará 1 2014
Pará Torneio Início do Pará 20 1917, 1919, 1926, 1929, 1930, 1932, 1933, 1937, 1938, 1944, 1957, 1958, 1962, 1965, 1966, 1967, 1969, 1970, 1984 e 1998


Campanhas de destaque[editar | editar código-fonte]

Destaques
Competição Vezes Temporadas
Troféu Copa Libertadores.png 9º Lugar na Libertadores de 2003 1 2003
Cbf brazilian championship trophy 02.svg 10° Colocado no Campeonato Brasileiro 2 1963, 1967

Principais Torneios amistosos[editar | editar código-fonte]

Internacionais[editar | editar código-fonte]

Nacionais[editar | editar código-fonte]

  • Maranhão, Pará e Piauí Torneio Triangular Maranhão-Piauí-Pará: 1917
  • Pará São Paulo Torneio Triangular: 1986
  • Ceará, Maranhão, Pará e Piauí Torneio Pentagonal: 1975
  • Pará Bahia Torneio Quadrangular Rei dos Fogos: 1966

Estaduais[editar | editar código-fonte]

  • Belém Troféu Lúcia Penedo: 2007
  • Belém Torneio Seletivo a Copa Norte: 1998 e 1999
  • Belém Taça Cândido Neiva: 1990
  • Belém Torneio Jader Barbalho: 1985
  • Belém Taça Panorama XXI: 1971
  • Belém Taça Péricles Guedes de Oliveira: 1969
  • Belém Torneio Cidade de Belém: 1966 e 1976
  • Belém Taça da Paz "Gilberto Cardoso": 1953
  • Belém Taça Abelardo Conduru: 1939 e 1954
  • Belém Taça Soberano do Mundo: 1922
  • Pará Copa Mais TV: 2001

Categorias de Base[editar | editar código-fonte]

(1999, 2003, 2005, 2006, 2007 e 2009)

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Participações[editar | editar código-fonte]

Participações em 2016
Competição Temporadas Melhor campanha Estreia Última P Aumento R Baixa
Pará Campeonato Paraense 101 Campeão (46 vezes) 1914 2016
Copa-Verde-de-Futebol.gif Copa Verde 3 Campeão (2016) 2014 2016
Brasil Campeonato Brasileiro 27 10º colocado (1963 e 1967) 1960 2005 2
Série B 16 Campeão (1991 e 2001) 1971 2016 2 2
Série C 8 Vice-campeão (2014) 1990 2014 2
Copa do Brasil 19 Oitavas de final (4 vezes) 1989 2016
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Libertadores da América 1 Oitavas de final (2003) 2003 2003
Copa Sul-Americana 1 A definir (2017) 2017 2017

Últimas dez temporadas[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Temporadas do Paysandu
Brasil Brasil Flags of South American Conmebol Members.gif América do Sul Copa-Verde-de-Futebol.gif Regional Pará Pará
Ano Campeonato Brasileiro Copa do Brasil Continental Copa Verde Campeonato Paraense
Div. Pos. Pts J V E D GP GC Fase Máxima Competição Fase Máxima Fase Máxima Div. Pos.
2007 C 62º 1 6 0 1 5 3 9 2F 1D
2008 C 12º 28 18 7 6 5 24 21 1D
2009 C 13 10 3 4 3 14 19 1D
2010 C 15 10 4 3 3 18 13 2F 1D
2011 C 21 14 6 3 5 18 15 2F 1D
2012 C 30 22 7 9 6 34 26 R16 1D
2013 B 18º 40 38 10 10 18 40 56 3F 1D
2014 C 37 24 10 7 7 33 25 3F F 1D
2015 B 60 38 17 9 12 49 40 R16 SF 1D
2016 B Em disputa 3F C 1D


Legenda:
     Campeão.
     Vice-campeão.
     Eliminado na semifinal.
     Classificado à Copa Libertadores da América pela campanha no Campeonato Brasileiro.
     Classificado à Copa Libertadores da América pelo título da Copa do Brasil ou Copa Libertadores.
     Classificado à Copa Sul-Americana.
     Rebaixado à divisão inferior.
     Promovido à divisão superior.

Campanhas de destaque[editar | editar código-fonte]

Paysandu Sport Club
Torneio Campeão Vice-campeão Terceiro colocado Quarto colocado
Brasil Copa dos Campeões 1 (2002) 0 (não possui) 0 (não possui) 0 (não possui)
Brasil Campeonato Brasileiro – Série B 2 (1991, 2001) 1 (1987) 0 (não possui) 1 (2000)
Brasil Campeonato Brasileiro – Série C 0 (não possui) 1 (2014) 0 (não possui) 1 (2012)
Copa-Verde-de-Futebol.gif Copa Verde 1 (2016) 1 (2014) 1 (2015) 0 (não possui)
Brazil Region Norte.svg Copa Norte 1 (2002) 1 (2001) 1 (1970) 2 (1968, 1971)
Pará Campeonato Paraense 46 vezes 36 vezes 7 vezes 3 vezes
Pará Taça Cidade de Belém 7 vezes 2 (2004, 2014) 1 (2008) 1 (2007)
Pará Taça Estado do Pará 1 (2014) 0 (não possui) 0 (não possui) 1 (2013)
Pará Torneio Inicio do Pará 20 vezes 0 (não possui) 0 (não possui) 0 (não possui)

Maiores artilheiros[editar | editar código-fonte]

Jogadores que mais marcaram com a camisa do Paysandu[15]

 
Goleadores
Paysandu SC.png
Brasil 1. Bené 249
Brasil 2. Hélio 237
Brasil 3. Quarenta (Lêbrego) 208
Brasil 4. Carlos Alberto 130
Brasil 5. Cabinho 127
Guiana Britânica 6. Cacetão 123
Brasil 7. Zé Augusto 118
Brasil 8. Ércio 104
Brasil 9. Vila 100
Brasil 10. Edil Highlander 95
Brasil 11. Róbson (Robgol) 91
Brasil 12. Quarentinha 86
Brasil 13. Patrulheiro 79
Brasil 14. Roberto Bacurí 78
Brasil 15. Robilotta 70

Elenco atual[editar | editar código-fonte]

Atualizado em 20 de Junho de 2016[16][17]

Legenda
  • Capitão: Capitão
  • Lesionado: Jogador lesionado/contundido
  • Emprestado: Jogador por empréstimo
  • Prata da casa: Prata da casa
  • Suspenso: Jogador suspenso


Goleiros
Jogador
1 Brasil Emerson
12 Brasil Marcão
23 Brasil Paulo Ricardo Prata da casa
34 Brasil Léo Prata da casa
Defensores
Jogador Pos.
3 Brasil Fernando Lombardi Z
4 Brasil Gilvan Z
14 Brasil Pablo Prata da casa Z
26 Brasil Gualberto Z
38 Brasil Domingues Z
2 Brasil Roniery LD
13 Brasil Crystian LD
15 Brasil Edson Ratinho LD
6 Brasil Raí LE
38 Brasil Pablo Wallace Prata da casa LE
30 Brasil João Lucas Emprestado LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
5 Brasil Ricardo Capanema V
8 Brasil Augusto Recife Capitão V
18 Brasil Jhonnatan V
22 Brasil Ilaílson V
25 Brasil Lucas Emprestado V
32 Brasil Rodrigo Andrade Prata da casa V
10 Brasil Marcelo Costa Lesionado M
16 Brasil Raphael Luz M
17 Brasil Rafael Costa Emprestado M
20 Brasil Celsinho Emprestado M
31 Brasil Hiltinho M
39 Brasil André M
Atacantes
Jogador
9 Brasil Leandro Cearense
11 Brasil Fabinho Alves
19 Brasil Betinho
21 Brasil Ruan Emprestado
35 Brasil Bruno Veiga Lesionado
36 Brasil Leandro Carvalho Prata da casa
37 Brasil Mailson Emprestado
40 Brasil Alexandro EmprestadoLesionado
' Brasil Tiago Luís
Comissão técnica
Nome Pos.
Brasil Gilmar Dal Pozzo T
Brasil Rogerinho Gameleira AS
Brasil Lucianinho AS
Brasil Ronny Silva PF
Brasil Dante Pereira PF
Brasil Marquinhos TG
Brasil Ivan Menezes MA

Transferências para 2016[editar | editar código-fonte]

Legenda

Fairytale right.png: Jogador chegando
Fairytale left red.png: Jogador saindo
Volta de Empréstimo: Jogadores que voltam de empréstimo
Emprestado: Jogadores emprestados
Fim de contrato: Jogadores que saíram após o fim do contrato
Dispensado: Jogadores dispensados ou rescindiram o contrato

Categorias de base[editar | editar código-fonte]

Legenda
  • Aumento : Jogadores que integram o elenco profissional
Goleiros
Jogador
Brasil Gabriel
Brasil Marcus Vinicius
Brasil Paulo Eduardo
Brasil Rafael
Brasil Rodrigo da Costa
Defensores
Jogador Pos.
Brasil Augusto Z
Brasil Dedé Z
Brasil Diego Ourém Z
Brasil Eliélton Aumento Z
Brasil João Edgar Z
Brasil Kaê Z
Brasil Marquinhos Aumento Z
Brasil Roque Z
Brasil Tobias Z
Brasil Vinícius Matheus Z
Brasil Wendel Z
Brasil Carlão LD
Brasil Kléber LD
Brasil Márcio Aumento LD
Brasil Ronison Costa LD
Brasil Abaeté LE
Brasil Caio Aumento LE
Brasil Cleilson LE
Brasil Rodrigo Moraes Aumento LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
Brasil Chileno Aumento V
Brasil Danillo V
Brasil Murilo Aumento V
Brasil José Rodrigo V
Brasil Paulo Michael V
Brasil Patrick V
Brasil Pitbull V
Brasil Romário Aumento V
Brasil Alisson M
Brasil Araújo Aumento M
Brasil Augusto M
Brasil Daniel Thomazine M
Brasil Felipe Azevedo M
Brasil Fuinha M
Brasil Helisson Aumento M
Brasil Jefferson Aumento M
Brasil Luis Carlos Zu M
Brasil Marco Pinheiro M
Brasil Marquinhos Aumento M
Brasil Netinho M
Brasil Wellington M
Atacantes
Jogador
Brasil Adalton
Brasil Carioca
Brasil Clodoaldo Aumento
Brasil Eliélson Aumento
Brasil José Lucas
Brasil Luan
Brasil Leandro
Brasil Luís Carlos
Brasil Robgol Aumento
Brasil Matheus Proença
Brasil Thiago Silva Aumento
Brasil Welinton Junior
Comissão técnica
Nome Pos.
Brasil Vanderson T
Brasil Aílton Costa AS

Ídolos[editar | editar código-fonte]

Goleiros
Brasil Castilho
Brasil Ferreira
Brasil Jorge Matos
Brasil Matheus
Brasil Marcão
Brasil Ronaldo
Brasil Luis Carlos
Zagueiros
Brasil Abel
Brasil Ademílton
Brasil Gilvandro
Brasil Gino
Brasil João Tavares
Brasil Jorge Corrêa
Brasil Mauricio
Brasil Sérgio
Brasil Augusto
Laterais
Brasil Aldo
Brasil Caim
Brasil Édson Boaro
Brasil Luis Augusto
Brasil Luis Fernando
Brasil Oliveira
Brasil Paulo Róbson
Brasil Paulo Tavares
Brasil Sidoca
Brasil Yago Pikachu
Meio-Campistas
Brasil Beto
Brasil Carlinhos Maracanã
Brasil Leandro Rodrigues
Brasil Guimarães
Brasil Luís Augusto
Brasil Jorginho
Brasil Lecheva
Brasil Luis Carlos Trindade
Brasil Mangaba
Brasil Mazinho
Brasil Natividade
Brasil Nuno Valente
Brasil Oberdan
Brasil Ricardo Oliveira
Brasil Roberto Bacuri
Brasil Rogerinho Gameleira
Brasil Sandro Goiano
Brasil Suísso
Brasil Vanderson
Brasil Vélber
Atacantes
Brasil Albertinho
Brasil Bené
Brasil Cabinho
Brasil Cacaio
Guiana Britânica Cacetão
Brasil Chico Spina
Brasil Da Costa
Brasil Dadá Maravilha
Brasil Dadinho
Brasil Edil Highlander
Brasil Ércio
Brasil Heyder
Brasil Hélio
Brasil Ivair Ferreira
Brasil Jorge Costa
Brasil Manoel Maria
Brasil Nilson Diabo
Brasil Mirandinha
Brasil Lupercínio
Brasil Patrulheiro
Brasil Quarenta
Brasil Quarentinha
Brasil Quarentinha (Lebrêgo)
Brasil Robilotta
Brasil Robgol
Brasil Soiá
Brasil Vandick
Brasil Zé Augusto
Técnicos
Uruguai Darío Pereyra
Brasil Givanildo Oliveira
Brasil Dado Cavalcanti
Brasil João Avelino "71"
Brasil Lecheva

Treinadores[editar | editar código-fonte]

Dario Pereyra, Ex-Técnico e Ídolo do Paysandu em 2003, entre sua maneira espetacular de comandar o Papão na Libertadores.

Jogadores estrangeiros[editar | editar código-fonte]

[18]

  • Inglaterra Matheus – estudante de Direito, residente em Belém, entrou para a história do clube ao participar da primeira formação bicolor e a marcar o primeiro gol da história do Papão na derrota de 2 a 1 para o Clube do Remo, dia 14 de junho de 1914, no primeiro Re-Pa da história.
  • Guiana Britânica Cacetão – Norman Percival Joseph Davis foi o estrangeiro de maior destaque na história do Paysandu. Chegou ao clube no início dos anos 50, após uma excursão na Guiana Britânica. Tornou-se o 6º maior artilheiro da história do Papão com 123 gols marcados. Faleceu em 2009.
  • Suriname André Kamperveen – integrou-se ao Paysandu em 1952, após uma excursão internacional pelo seu país. Pelo Papão, o atleta participou de um torneio internacional, chegando a marcar um gol, além de jogar ao lado de Cacetão – única ocasião em que o clube teve dois estrangeiros atuando juntos. Apesar de ter atuado apenas dois anos com a camisa bicolor, é uma personalidade histórica no Suriname, onde foi jornalista, empresário e até ministro. O principal estádio surinamês leva seu nome.

Estrutura e Patrimônio[editar | editar código-fonte]

Estádio Leônidas Sodré de Castro (Curuzu)[editar | editar código-fonte]

Estadio da Curuzu, foto tirada em 2013.

Antes de adquirir o atual estádio, o time do Paysandu mandava seus jogos no campo da empresa Ferreira & Comandita, inaugurado no dia 14 de junho de 1914, e em seu primeiro campo de futebol localizado na Tv. São Matheus (atual Padre Eutiquio) nº 170, cuja inauguração de procedeu no dia 18 de outubro de 1915.

Em fins do mês de julho de 1918, o Paysandu adquiriu o campo da empresa Ferreira & Comandita por 12 contos de réis, que hoje é o estádio Leônidas Castro, a popular Curuzu. Localizado na Av. Almirante Barroso s/n, o estádio tem capacidade para 17.000 espectadores, com 40 camarotes refrigerados, 1.800 cadeiras cativas, tribunas de honra, e arquibancadas numeradas conforme preceitua o Estatuto do Torcedor.

Infra-estrutura do Estádio da Curuzu

Em 2010, fora modernizado o banco de reservas do Estádio Leônidas Sodré de Castro. Foram instaladas poltronas modernas para fornecer maior conforto aos atletas e árbitros que ali estiverem atuando. O toldo superior também foi trocado, antes era de metal e foi substituído por um de acrílico.

Banco de reservas do Estádio.

Sua estrutura é composta de:

  • Sala de Musculação;
  • Sala de Fisioterapia;
  • Departamento Médico;
  • Enfermaria;
  • Coordenação de Futebol Profissional;
  • Gerência de Futebol Profissional;
  • Vestiários com banheiras de relaxamento muscular e hidromassagem;
  • Salas para comissão técnica;
  • Sala de equipe multidisciplinar composta por médicos, fisiologistas, fisioterapeutas, preparador físico, nutricionista;
  • Sala de imprensa;
  • Área de entrevistas (com logomarcas dos patrocinadores);
  • 3 vestiários (2 para futebol profissional e um para árbitros);
  • Campo medindo 105m x 68m (padrão FIFA);
  • Cozinha;
  • Lavanderia;
  • 6 cabines de TV, 4 de rádio, 3 de jornais, 1 para clube visitante, 1 para diretoria, 6 bilheterias, 4 portões de acesso, 20.000 lugares entre arquibancadas, cadeiras cativas, camarotes e tribunas de honra;
  • Sistema de som

Hotel Antônio Diogo Couceiro

Em maio de 2016, foi marcada pela inauguração do hotel Antônio Diogo Couceiro, que será o local de hospedagem da delegação bicolor nos jogos em Belém. O hotel concentração do Paysandu é um dos grandes marcos do clube bicolor criada pela gestão do Presidente Alberto Maia, e contou com a colaboração dos engenheiros Tony Couceiro(filho do Homenageado) e Leonardo Maia, e do arquiteto Carlos Tadeu. A partir desta data, o futebol profissional do Paysandu terá a sua casa própria, literalmente, para realizar as concentrações antes dos jogos que serão disputados em Belém/Pará.

Em um tom de agradecimento ao clube, o ex-presidente da campanha vitoriosa do Papão que rendeu ao Título Brasileiro da Serie B de 1991 o benemérito Antônio Diogo Couceiro, disse:

Eu me sinto totalmente lisonjeado com toda essa homenagem que recebi. Na reunião onde foi definido qual seria o nome do hotel todos foram unânimes na escolha do meu nome. É uma alegria muito grande de ver todo esse trabalho sendo feito dentro do Paysandu, e me alegra bastante também toda essa juventude que carrega dentro de si o DNA bicolor.
 
Antônio Diogo Couceiro, ex-presidente do Paysandu, em 25 de maio 2016.

O imóvel conta com 19 quartos duplos, podendo comportar 38 pessoas. Foram construídos também uma recepção, a sala de refeições, uma cozinha industrial e uma sala de palestras com capacidade para 60 pessoas. O clube é o único do Norte do Brasil a compor de uma estrutura hoteleira dentro das suas dependências que fica atrás das arquibancadas do Estádio da Curuzu.

Centro de Treinamento Raul Aguilera[editar | editar código-fonte]

Lançado em 27 de julho de 2016, localizado no bairro de Águas Lindas em Belém, o Centro de Treinamento Raul Aguilera será um dos maiores Centros de Treinamento do Brasil, sendo referência na Região Norte do Brasil.

Ainda sendo analisado o novo projeto do Centro de Treinamento, o espaço contará com cinco campos de futebol, um meio campo para treinamento dos goleiros, um bloco de apoio, contando com a cozinha, lavanderia e refeitório, hotel, estacionamento, vestiário e área de imprensa, que terá também um estacionamento, além de uma portaria de controle.

Sede Náutica[editar | editar código-fonte]

A sede náutica do Paysandu está localizada no largo do Carmo nº 1, bairro da Cidade Velha, onde permanece até hoje. Sua inauguração se procedeu no dia 1º de agosto de 1920, data escolhida para o batismo da 1ª embarcação do clube, denominada "Paysandu", servindo de padrinho o menino Lauro, filho do então presidente bicolor, Benjamin de Almeida Sodré.

Atualmente a sede é composta de:

  • Área administrativa;
  • Tanque para treinamentos;
  • Oficina para manutenção de barcos;
  • Academia de ginástica;
  • Cozinha;

Em Belém, o Paysandu é o único clube que possui tanque para treinamento de esporte náutico.

Sede Social[editar | editar código-fonte]

Sede Social localizada na Avenida Nazaré, foto tirada em 2016.

Em reunião de Assembléia Geral Extraordinária, realizada em 19 de abril de 1927, a diretoria do Paysandu foi autorizada a adquirir o prédio de nº 66(na época) da Av. Nazaré onde vinha funcionando a sede social da Agremiação. O prédio, que foi demolido e hoje sede lugar a atual sede, foi comprado pela quantia de 50 contos de réis. A sede fica localizada na Avenida Nazaré, nº 404, CEP. 66035-170, no bairro de Nazaré em Belém do Pará, onde funciona a Presidência, Diretoria do Clube, Secretaria e Departamento Administrativo/Financeiro. Em 29 de abril de 2016, com projeto de estruturação e vendas, foi construído a Loja Lobo situado dentro da Sede Social do próprio Clube. A Loja Lobo contará com um amplo espaço para os seus frequentadores e de toda a linha esportiva da marca própria do Paysandu, além da linha casual da marca tanto masculino, quanto feminino e artigos de decoração da Marca do clube. A Loja Lobo também está ampliando sua Loja, planejando em diversos setores de Shoppings em Belém/Pará.

Sua estrutura física é composta de:

  • Sede Administrativa/Financeira;
  • Salão de Recepção refrigerado para 600 pessoas;
  • Loja Lobo (Artigos e produtos Oficiais da Marca Paysandu Sport Club);
  • Restaurante e lanchonete (Confraria Alviceleste Bar e Restô);
  • Salão de Troféus do Clube (Centro Cultural Abílio Couceiro);
  • 02 Quadras de esportes polivalentes (Adulto e infantil);
  • Estrutura de vestiários;
  • Estacionamento para 40 carros;
  • Área de piscina;

Rivalidades[editar | editar código-fonte]

Paysandu versus Remo ou Re-Pa[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Re-Pa

Paysandu versus Clube do Remo, ou Re-Pa, é o principal clássico de Belém e de toda a Amazônia. Estes dois clubes se confrontam desde 14 de junho de 1914 [19]. Nenhum outro clássico do Brasil foi jogado tantas vezes quanto este. O primeiro jogo, dos mais de 700 disputados entre Remo e Paysandu ao longo dos tempos, foi realizado no dia 14 de junho de 1914, pelo Campeonato Paraense de Futebol. O Leão venceu por 2 a 1, gols de Rubilar (o primeiro da história do clássico) e Bayma (contra), com Mateus marcando para os bicolores. Os clubes tiveram as seguintes escalações:

   Remo: Corintho; Lulu, Mustard; Galdinho, Aimée, Carlito; Macedo, Dudu, Antonico, Infante e Rubilar.
   Paysandu: Romariz; Bayma, Silvio; Jaime, Moura Palha, Mitchel; Hugo Leão, Garcia, Guimarães, Mateus e Arthur Morais.


Além de terem as maiores torcidas da região, os jogos entre Remo e Paysandu são conhecidos e admirados pelos grandes públicos mesmo quando os times não atravessam boa fase. A imagem do Mangueirão lotado pelo Fenômeno Azul, como é conhecida a torcida do Remo, e Fiel Bicolor, denominação dada à torcida do Paysandu, demonstra o fanatismo do torcedor paraense pelo futebol

Estatísticas do clássico[20]
  • Jogos: 737
  • Vitórias do Paysandu: 231
  • Vitórias do Remo: 256
  • Empates: 250
  • Gols do Paysandu: 936
  • Gols do Remo: 937
  • Maior goleada: Paysandu 7 x 0 Remo em 26 de julho de 1945
  • Último jogo: Paysandu 4 X 2 Remo, jogo válido pela semi-final da Copa Verde.

Artilheiros[5] [6] [7]

   Hélio (Paysandu): 47 gols.
   Itaguary (Remo/Paysandu): 30 gols.
   Quarenta (Paysandu) e Cacetão (Paysandu): 28 gols
   Bené (Paysandu): 26 gols.
   Quiba (Remo): 24 gols.
   Carlos Alberto (Paysandu): 23 gols.
   Jaime (Remo|Paysandu): 22 gols.
   Farias (Paysandu) e Jeju (Remo/Paysandu): 21 gols.
   Santo Antônio (Remo): 19 gols

Maior artilheiro em um só jogo

   Jango, do Clube do Remo, que marcou cinco gols na goleada azulina de 7 a 2 sobre o Paysandu em 1939.

Jogador que mais atuou

   Quarentinha, que disputou 135 clássicos pelo Papão entre 1955 e 1973.

Paysandu versus Tuna ou Pa-Tu[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Paysandu x Tuna

Além do Remo, o Paysandu tem como rival a Tuna. As duas equipes se confrontam desde 11 de dezembro de 1932, quando os bicolores venceram pelo placar de 2 a 0 em jogo válido pela Taça Concórdia. O primeiro duelo entre os dois clubes foi no dia 11 de dezembro de 1932 em um jogo amistoso realizado no Baenão, e o placar foi favorável ao Paysandu que venceu por 2 a 0.

O clássico já passou a marca dos 80 anos e ainda é reconhecido como um tradicional clássico paraense. Porém nos últimos anos, o Paysandu desequilibrou o confronto. A última vitória da Tuna Luso ocorreu em 7 de junho de 2008 em um jogo amistoso, e desde então o Paysandu mantém um tabu de 13 jogos sem perder. Em jogos oficiais, a última vitória do Tuna ocorreu em 31 de janeiro de 2007, em partida pelo Campeonato Paraense.Em campeonatos paraenses, foram 215 jogos e o Paysandu leva nítida vantagem sobre a Tuna Luso, somando 110 vitórias. Ocorreram 48 empates e a Tuna saiu-se vitoriosa em 57 ocasiões. No quesito gols, o Papão da Curuzu também também conta com a superioridade dos números, pois marcou ao longo desses oitenta anos de disputa oficial 332 gols, contra 253 da Lusa. A vantagem bicolor soma 79 gols.

Nos cenários regional e nacional, o Paysandu venceu uma Copa Norte em 2001, dois Campeonatos Brasileiros - Série B (1991 e 2001) e uma Copa dos Campeões em 2002. A Tuna Luso Brasileira possui dois títulos nacionais: a Série B de 1985 e uma Série C em 1992.

A maior goleada aplicada pelo Paysandu, pelo Campeonato Paraense, aconteceu em 2 de agosto de 1942: Paysandu 6 a 2 Tuna Luso. A Tuna Luso deu o troco em 7 de novembro de 1963, quando superou o Paysandu com a histórica goleada por 7 a 1, no estádio Francisco Vasques, em jogo válido pelo Campeonato Paraense.[1]

Estatísticas de Paysandu versus Tuna Luso
  • Jogos: 312
  • Vitórias do Paysandu: 134
  • Vitórias da Tuna: 109
  • Empates: 69
  • Último jogo: Paysandu 2 x 2 Tuna, 23 de março de 2013, 6ª rodada do 2º turno do Parazão 2013.

Partidas históricas[editar | editar código-fonte]

16 de abril de 1916 - Campo da Tv. São Matheus (primeiro campo de jogo), (Belém, PA)

Paysandu 4x1 Brazil Sport - Primeiro jogo em um campo de propriedade do Paysandu essa vitória foi no festival esportivo do Paysandu.

22 de julho de 1945 - Estádio Evandro Almeida (Baenão), (Belém, PA)

Paysandu 7x0 Clube do Remo - Vitória Histórica sobre o principal rival em uma partida sem igual do Paysandu pelo Campeonato Paraense.

18 de julho de 1965 - Estádio Leônidas Castro, (Belém, PA)

Paysandu 3x0 Peñarol - Vitória Histórica sobre o poderoso time do Peñarol, base da seleção uruguaia na época, e que tinha em seu elenco jogadores como Mazurkiewicz, Pedro Rocha, e Forlán.

28 de agosto de 1973 - Mangueirão, (Belém, PA)

Paysandu 2x1 Internacional - Primeiro jogo do Paysandu na Série A do Brasileirão, com uma vitória em cima do Inter de Falcão.

31 de março de 1976 - Estádio Evandro Almeida (Baenão), (Belém, PA)

Paysandu 3x1 Remo - Neste jogo, pela final do Torneio Cidade de Belém (Decisão do Primeiro Turno do Estadual) o jogo encerrou aos 28 minutos do segundo tempo quando o juiz Edson Chagas apitou pênalti a favor do Paysandu. O time do Remo não aceitou a marcação e a iminência da goleada e deixou o campo. O árbitro expulsou 7 jogadores do Remo por insultos. No mesmo ano, em 05 de agosto, em jogo pelo terceiro turno do Estadual, o Remo também não compareceu em campo (no Baenão) para jogar contra o Paysandu e perdeu por WO. Foram duas escapadas num só ano.

21 de abril de 1991 - Curuzu, (Belém, PA)

Paysandu 1x0 Ceara - Oitavas de Final do Campeonato Brasileiro da série B de 1991, jogando na curuzu, vencendo em placar apertado a equipe cearense no primeiro jogo.

28 de abril de 1991 - Presidente vargas, (Fortaleza, CE)

Ceara 1x1 Paysandu - Oitavas de Final do Campeonato Brasileiro da série B de 1991, jogando de volta no Ceará bastante disputado, terminando em 1 a 1, papão avançando as quartas.

01 de maio de 1991 - em Natal, (Natal, RN)

ABC 1x0 Paysandu - quartas de Final do Campeonato Brasileiro da série B de 1991, jogando em Natal o Paysandu perdeu.

05 de maio de 1991 - Curuzu, (Belém, PA)

Paysandu 3x1 ABC- quartas de Final do Campeonato Brasileiro da série B de 1991, jogo de volta, papão conseguiu vencer por 3 a 1, revertendo a vantagem do time potiguar, se classificando as semifinais.

08 de maio de 1991 - Americano, (Rio de Janeiro, RJ)

Americano 1x0 Paysandu- semifinal do Campeonato Brasileiro da série B de 1991, jogo de ida, papão perdendo.

14 de maio de 1991 - Curuzu, (Belém , PA)

Paysandu 1x0 Americano- semifinal do Campeonato Brasileiro da série B de 1991,diante de uma curuzu lotada, o papão pressionou o tempo todo, mas só conseguiu empatar nos últimos minutos de jogo, levando a decisão para os pênalti. nas cobranças o papão ganhou por 5 x 4.

18 de maio de 1991 - Brinco de ouro, (Campinas, SP)

Guarani 1x0 Paysandu- final do Campeonato Brasileiro da série B de 1991, jogo de ida.

21 de maio de 1991 - curuzu, (Belém, PA)

Paysandu 2x0 Guarani (SP) - Final do Campeonato Brasileiro da série B de 1991, no qual o Paysandu se sagrou campeão pela primeira Vez.

27 de julho de 1992 - Mangueirão, (Belém, PA)

Paysandu 4x0 Peñarol - Goleada da equipe bicolor sobre o Peñarol do Uruguai. Em dois jogos, o Paysandu nunca perdeu para o clube uruguaio.

04 de dezembro de 2001 - Estádio da Ressacada, (Florianópolis, SC)

Avaí (SC) 3x3 Paysandu - Primeiro jogo do Quadrangular final do Campeonato Brasileiro da Serie B, daquele ano.

07 de dezembro de 2001 - Estádio da curuzu, (Belém, PA)

Paysandu 0X0 Caxias (RS)- Segundo jogo do Quadrangular final.

11 de dezembro de 2001 - Estádio Orlando Scarpelli, (Florianópolis, SC)

Figueirense 3X3 Paysandu - terceiro jogo do Quadrangular final.

14 de dezembro de 2001 - Estádio da curuzu, (Belém, PA)

Paysandu 3x0 Figueirense- Quarto jogo do Quadrangular final

19 de dezembro de 2001 - Estádio do Caxias, (Caxias, RS)

Caxias 4x3 Paysandu-quinto jogo do Quadrangular final, Paysandu chegou a está ganhando de 3 a 0, já garantido o acesso a Seria A, mas levou uma virada impressionante.

21 de dezembro de 2001 - Estádio Leônidas Castro, (Belém, PA)

Paysandu 4x0 Avaí (SC) - Jogo Válido pela última rodada do Campeonato Brasileiro da Série B de 2001, no qual o Paysandu se sagrou Bicampeão Brasileiro da Série B.

3 de julho de 2002 - Mangueirão, (Belém, PA)

Corinthians 1x1 Paysandu - Estreia do Paysandu na Copa dos Campeões de 2002.

7 de julho de 2002 - Mangueirão, (Belém, PA)

Paysandu 0x0 Fluminense - Segunda partida do Paysandu na Copa dos Campeões de 2002. Empate sem gols contra a melhor defesa do torneio: apenas 1 gol sofrido.

14 de julho de 2002 - Mangueirão, (Belém, PA)

Náutico 2x3 Paysandu - Vitória bicolor no terceiro jogo do time na Copa dos Campeões de 2002. Este resultado garantiu a vaga para a segunda fase na liderança do grupo.

21 de julho de 2002 - Mangueirão, (Belém, PA)

Paysandu 2x1 Bahia - Mais uma vitória do Paysandu na Copa dos Campeões de 2002. Esta contra o Bahia, garantiu o clube nas semifinais do torneio.

28 de julho de 2002 - Mangueirão, (Belém, PA)

Paysandu 3x1 Palmeiras - Vitória histórica do Paysandu. Classificação para a final da Copa dos Campeões de 2002.

27 de julho de 2002 - Mangueirão, (Belém, PA)

Paysandu 1x2 Cruzeiro - O primeiro jogo da final da Copa dos Campeões de 2002. Jogando em casa, o "Papão da Curuzu" acabou perdendo para o Cruzeiro. Mais a esperança do time não acabou, ainda tinha o jogo de volta em Fortaleza.

4 de agosto de 2002 - Castelão, (Fortaleza, CE)

Paysandu 4x3 Cruzeiro - Vitória do Paysandu no jogo de volta da final da Copa dos Campeões de 2002. O resultado não era suficiente para o título, antes o Paysandu ainda teve que vencer nos pênaltis, e conseguiu, 3x0 Paysandu. A vitória nos pênaltis deu o título ao Papão e além de tudo, uma vaga na Copa Libertadores da América de 2003.

13 de fevereiro de 2003 - Estadio Monumental, (Lima, PER)

Sporting Cristal 0x2 Paysandu - Jogo de estreia do Paysandu na Copa Libertadores da América de 2003 com vitória em cima do Sporting Cristal, que havia conquistado o Campeonato Peruano do ano anterior.

6 de março de 2003 - Mangueirão, (Belém, PA)

Paysandu 0x0 Cerro Porteño - Segunda partida do Paysandu na Copa Libertadores da América de 2003. A equipe bicolor conseguiu segurar um empate contra a equipe paraguaia.

11 de março de 2003 - Mangueirão, (Belém, PA)

Paysandu 3x1 Universidad Católica - Jogo válido pela Copa Libertadores da América de 2003. Vitória bicolor sobre o Campeão do Torneio Apertura do Campeonato Chileno. O Paysandu estava fazendo uma campanha muito boa na Libertadores daquele ano.

18 de março de 2003 - Mangueirão, (Belém, PA)

Paysandu 2x1 Sporting Cristal - Mais uma vitória do Paysandu na bela campanha da Copa Libertadores da América de 2003.

27 de março de 2003 - Estádio General Pablo Rojas, (Assunção, PAR)

Cerro Porteño 2x6 Paysandu - Goleada do Paysandu sobre a equipe paraguaia do Cerro Porteño na casa do adversário pela Copa Libertadores da América de 2003.

15 de março de 2003 - Estádio San Carlos de Apoquindo, (Santiago, CHI)

Universidad Católica 1x1 Paysandu - Jogo válido pela Copa Libertadores da América de 2003. O Paysandu conseguiu um empate na casa do adversário chileno.

22 de abril de 2003 - La Bombonera, (Buenos Aires, ARG)

Boca Juniors 0x1 Paysandu - Vitória do Paysandu com gol de Iarley em plena La Bombonera lotada, em jogo válido pelas oitavas de final da Copa Libertadores da América de 2003.

15 de maio de 2003 - Mangueirão, (Belém, PA)

Paysandu 2x4 Boca Juniors - Jogo de volta das oitavas de final da Libertadores de 2003. O "Papão da Curuzu" perdeu em casa para o Boca Juniors. Foi a eliminação do Paysandu da Libertadores. A única participação do time na competição. A torcida bicolor nunca esquecerá essa campanha heroica realizada pelo Paysandu na Libertadores de 2003.

2 de novembro de 2012 - Estádio Arena Verde, (Paragominas, PA)

Paysandu 2x0 Macaé - Jogo de ida das quartas de final da Série C. Com o vitória o Paysandu podia perder por 1 gol de diferença que garantia o acesso.

10 de novembro de 2012 - Estádio Cláudio Moacyr, (Macaé, RJ)

Macaé 3x2 Paysandu - Jogo de volta das quartas de final da Série C. Com o resultado, o Paysandu garantiu o acesso à Série B após 6 anos.

10 de maio de 2016 - Estádio Walmir Campelo Bezerra, (Brasília, DF)

Gama 2x1 Paysandu - Jogo de volta da Final da Copa Verde. Como jogo anterior foi 2x0 para Paysandu, garantiu o Título da Copa Verde de 2016 e o direito de competir a Copa Sul-Americana de 2017.

Jogos internacionais[editar | editar código-fonte]

Data Local   Placar Adversário Ref.
1 20 de abril de 1952 Paramaribo, Suriname Paysandu 0 – 0 Flag of Suriname.svg Suriname
2 22 de abril de 1952 Paramaribo, Suriname Paysandu 0 – 1 Suriname Clube Militar de Futebol
3 25 de abril de 1952 Paramaribo, Suriname Paysandu 1 – 1 Flag of Suriname.svg Suriname
4 27 de abril de 1952 Paramaribo, Suriname Paysandu 1 – 1 Flag of Suriname.svg Suriname
5 29 de abril de 1952 Paramaribo, Suriname Paysandu 1 – 0 Suriname Robinhood
6 1 de maio de 1952 Caiena, Guiana Francesa Paysandu 5 – 0 Guiana Francesa Guiana Francesa
7 3 de maio de 1952 Caiena, Guiana Francesa Paysandu 5 – 2 Guiana Francesa Racing Club Cayenne
8 4 de maio de 1952 Caiena, Guiana Francesa Paysandu 8 – 3 Guiana Francesa Guiana Francesa
9 30 de agosto de 1953 Paramaribo, Suriname Paysandu 2 – 0 Aruba Aruba
10 1 de setembro de 1953 Paramaribo, Suriname Paysandu 4 – 5 Flag of Suriname.svg Suriname
11 5 de setembro de 1953 Paramaribo, Suriname Paysandu 1 – 1 Aruba Aruba
12 6 de setembro de 1953 Paramaribo, Suriname Paysandu 4 – 1 Flag of Suriname.svg Suriname
13 Maio de 1954 Paramaribo, Suriname Paysandu 1 – 3 Flag of Suriname.svg Suriname
14 Maio de 1954 Paramaribo, Suriname Paysandu 2 – 2 Flag of Suriname.svg Suriname
15 Maio de 1954 Paramaribo, Suriname Paysandu 1 – 3 Flag of Suriname.svg Suriname
16 Maio de 1954 Paramaribo, Suriname Paysandu 0 – 0 Suriname Robinhood
17 8 de outubro de 1954 Belém,  Brasil Paysandu 7 – 3 Guiana Francesa AJ Saint-Georges
18 6 de fevereiro de 1955 Belém,  Brasil Paysandu 3 – 3 Jugoslávia Beogradki
19 14 de abril de 1957 Belém,  Brasil Paysandu 3 – 0 Paraguai Cerro Porteño
20 13 de dezembro de 1957 Caiena, Guiana Francesa Paysandu 1 – 3 Flag of Suriname.svg Suriname
21 15 de dezembro de 1957 Caiena, Guiana Francesa Paysandu 2 – 1 Suriname Robinhood
22 17 de dezembro de 1957 Caiena, Guiana Francesa Paysandu 6 – 1 Suriname Transvaal
23 23 de agosto de 1960 Belém,  Brasil Paysandu 2 – 2 Flag of Suriname.svg Suriname
24 31 de maio de 1963 Caiena, Guiana Francesa Paysandu 3 – 3 Suriname Leo Victor
25 2 de junho de 1963 Caiena, Guiana Francesa Paysandu 2 – 0 Suriname Robinhood
26 4 de junho de 1963 Caiena, Guiana Francesa Paysandu 3 – 1 Suriname Robinhood
27 26 de fevereiro de 1964 Belém,  Brasil Paysandu 1 – 1 Suriname Robinhood
28 11 de abril de 1965 Belém,  Brasil Paysandu 3 – 1 Suriname Transvaal
29 18 de julho de 1965 Belém,  Brasil Paysandu 3 – 0 Uruguai Peñarol
30 31 de março de 1966 Belém,  Brasil Paysandu 3 – 0 Suriname Transvaal
31 22 de abril de 1967 Caiena, Guiana Francesa Paysandu 3 – 0 Guiana Francesa ASL Le Sport Guyanais
32 23 de abril de 1967 Belém,  Brasil Paysandu 6 – 1 Guiana Francesa AJ Saint-Georges
33 25 de abril de 1967 Paramaribo, Suriname Paysandu 3 – 3 Suriname Robinhood
34 27 de abril de 1967 Saint-Laurent-du-Maroni, Guiana Francesa Paysandu 4 – 0 Guiana Francesa Guiana Francesa
35 1 de maio de 1967 Porto de Espanha, Trinidad e Tobago Paysandu 2 – 1 Trinidad e Tobago Trinidad e Tobago
36 3 de maio de 1967 San Benedict, Trinidad e Tobago Paysandu 4 – 0 Trinidad e Tobago Trinidad e Tobago
37 6 de maio de 1967 Porto de Espanha, Trinidad e Tobago Paysandu 1 – 0 Trinidad e Tobago Trinidad e Tobago
38 8 de maio de 1967 San Fernando, Trinidad e Tobago Paysandu 4 – 0 Trinidad e Tobago Trinidad e Tobago
39 11 de dezembro de 1968 Belém,  Brasil Paysandu 1 – 0 Flag of Romania.svg Romênia
40 27 de junho de 1969 Belém,  Brasil Paysandu 3 – 2 Suriname Robinhood
41 30 de junho de 1969 Belém,  Brasil Paysandu 0 – 1 Suriname Transvaal
42 11 de agosto de 1970 Belém,  Brasil Paysandu 5 – 1 Guiana Francesa ASL Le Sport Guyanais
43 30 de janeiro de 1977 Paramaribo, Suriname Paysandu 0 – 1 Suriname Trasvaal
44 1 de fevereiro de 1977 Paramaribo, Suriname Paysandu 1 – 2 Suriname Robinhood
45 6 de maio de 1981 Belém,  Brasil Paysandu 0 – 0 Venezuela ULA Mérida
46 30 de março de 1984 Belém,  Brasil Paysandu 1 – 0 Suriname Robinhood
47 4 de maio de 1984 Paramaribo, Suriname Paysandu 4 – 3 Suriname Robinhood
48 27 de julho de 1985 Belém,  Brasil Paysandu 8 – 1 Guiana Francesa Union
49 5 de outubro de 1990 Belém,  Brasil Paysandu 3 – 2 Guiana Francesa Kourou Football Club
50 7 de outubro de 1990 Belém,  Brasil Paysandu 2 – 0 Haiti Haiti
51 27 de julho de 1992 Belém,  Brasil Paysandu 4 – 0 Uruguai Peñarol
52 10 de junho de 1994 Belém,  Brasil Paysandu 2 – 0 Portugal Boavista
53 13 de fevereiro de 2003 Lima,  Peru Paysandu 2 – 0 Peru Sporting Cristal
54 6 de março de 2003 Belém,  Brasil Paysandu 0 – 0 Paraguai Cerro Porteño
55 11 de março de 2003 Belém,  Brasil Paysandu 3 – 1 Chile Universidad Católica
56 18 de março de 2003 Belém,  Brasil Paysandu 2 – 1 Peru Sporting Cristal
57 27 de março de 2003 Ciudad del Este,  Paraguai Paysandu 6 – 2 Paraguai Cerro Porteño
58 15 de abril de 2003 Santiago,  Chile Paysandu 1 – 1 Chile Universidad Católica
59 24 de abril de 2003 Buenos Aires,  Argentina Paysandu 1 – 0 Argentina Boca Juniors
60 15 de maio de 2003 Belém,  Brasil Paysandu 2 – 4 Argentina Boca Juniors
61 5 de janeiro de 2011 Paramaribo, Suriname Paysandu 1 – 1 Suriname Inter Moengotapoe
Legenda:      Vitórias —      Empates —      Derrotas

Rankings[editar | editar código-fonte]

Ranking da CBF[editar | editar código-fonte]

  • Posição: 30º
  • Pontuação: 5268 pontos
  • Região Norte: 1º
  • Estadual: 1º

Ranking Placar[editar | editar código-fonte]

  • Posição: 16º
  • Pontuação: 102 pontos

O Ranking Placar é uma classificação feita pela Revista Placar sobre as competições conquistadas pelos clubes de futebol do Brasil.

Publicações sobre o Paysandu[editar | editar código-fonte]

Livros[editar | editar código-fonte]

  • COSTA, Ferreira da. A História do Paysandu Sport Club 1914-1995. Leitura, 1995.
  • COSTA, Ferreira da. Papão - 90 Anos de Paixão e Glórias. Leitura, 2004.
  • COSTA, Ferreira da. Almanaque do Paysandu. Leitura, 2010.

Filmes[editar | editar código-fonte]

  • Paysandú - 100 anos de Payxão (DVD): BANPARÁ e URCA Filmes, 2015, Direção Gustavo Godinho & Marco André[21].

Maiores Públicos[editar | editar código-fonte]

Dentre muitos jogos, o Mangueirão, foi que acolheu os maiores públicos do Paysandu.
  1. Paysandu 0x1 Remo, 65.000, 11/07/1999
  2. Paysandu 1x1 Remo, 64.010, 29/04/1979
  3. Paysandu 2x0 Fluminense, 60.000, 20/09/1998
  4. Paysandu 2x4 Boca Juniors, 57.330 Pagantes, 15/05/2003
  5. Paysandu 1x2 Cruzeiro, 53.615, 31/07/2002
  6. Paysandu 0x1 Remo, 52.973, 08/04/1979
  7. Paysandu 1x2 Remo, 51.304, 26/08/1979
  8. Paysandu 0x1 Remo, 48.141, 13/09/1992
  9. Paysandu 2x0 Flamengo, 45.164, 06/09/1995
  10. Paysandu 2x3 Flamengo, 42.770, 06/02/1983
  11. Paysandu 2x4 Flamengo, 42,350, 25/01/1981
  12. Paysandu 2x0 Remo, 41.932, 23/03/2003
  13. Paysandu 1x0 Remo, 41.891, 16/10/2005
  14. Paysandu 0x1 Remo, 41.869, 20/09/1981
  15. Paysandu 2x0 Remo, 41.700, 16/11/1980
  16. Paysandu 3x1 Palmeiras, 41.614, 28/07/2002
  17. Paysandu 0x2 Remo, 41.409, 22/01/2006
  18. Paysandu 2x1 Remo, 41.140, 30/01/2005
  19. Paysandu 0x2 Internacional, 40.749, 17/11/2002
  20. Paysandu 0x0 Cerro Porteño, 40.102, 06/03/2003

Notas

Referências

  1. «CBF: Ranking nacional (pdf)» (PDF). cbf.com.br. Consultado em 08 de dezembro de 2015. 
  2. Maiores clássicos do Brasil - Esporte Interativo, 12 de março de 2014
  3. "Guerra do Uruguai" (em pt). Wikipédia, a enciclopédia livre.
  4. http://nacaobicolor.com/paysandu/historia.php
  5. «STJD mantém perda de dois mandos de campo ao Paysandu». GloboEsporte.com. 25 de outubro de 2012. Consultado em 11 de novembro de 2012. 
  6. «Icasa vence Paysandu por 1 a 0, mas as duas equipes estão classificadas». GloboEsporte.com. 28 de outubro de 2012. Consultado em 11 de novembro de 2012. 
  7. «Águia vence, escapa da queda e dá fim à temporada do Santa Cruz». GloboEsporte.com. 28 de outubro de 2012. Consultado em 11 de novembro de 2012. 
  8. «Paysandu vence Macaé por 2 a 0 e fica mais perto da vaga para a Série B». GloboEsporte.com. 2 de novembro de 2012. Consultado em 11 de novembro de 2012. 
  9. «Paysandu perde para o Macaé, mas se classifica para a Série B 2013». GloboEsporte.com. 10 de novembro de 2012. Consultado em 11 de novembro de 2012. 
  10. COSTA, Ferreira da. Paysandu comemora os seus 98 anos. O Liberal, 2 fev. 2012. Esporte, página 4.
  11. «Mascote». 
  12. COSTA, Ferreira da. Enciclopédia do Futebol Paraense - 4ª edição, 2007. Página 190.
  13. «Uniforme». 
  14. Paysandu Cria Marca Lobo - Globoesporte.com, 28 de Janeiro de 2016
  15. Artilheiros do Paysandu
  16. [http:http://www.paysandu.com.br/futebol/?id_elenco_categoria=1
  17. [http:http://www.paysandu.com.br/futebol/?id_elenco_categoria=2
  18. «Hermano vira aposta». 
  19. COSTA, Ferreira da. Parazão Centenário - A História do Campeonato Paraense de Futebol, 2012, página 19.
  20. «Clássico é o mais disputado do mundo». 
  21. «Filme 100 anos de Payxão». 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Paysandu Sport Club