Ilha de Cotijuba

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Cotijuba é uma ilha pertencente ao município de Belém, saídas de barco a partir de Icoaraci, travessia está com duração de 45 minutos.

Possui uma área de cerca de 60 km² e uma costa com 20 km de praias praticamente inexploradas. Algumas apresentam infraestrutura de serviços – as do Farol, a do Cravo e da Saudade – e outras são completamente selvagens, como a praia do Vai-Quem-Quer. A ilha vem sofrendo inúmeros impactos ambientais principalmente em sua orla, com a ocupação desordenada e acúmulo de lixo e no interior várias áreas desmatadas.

Historicamente a ilha era denominada de "A Colônia Reformatória de Cotijuba", segundo informações locais e documentais , foi criada e construída no período de intervenção do Major Magalhães Barata, que se estendeu de 1930 a 1934, quando interventor indicado por Getúlio Vargas. Foi fundada em 24 de outubro de 1933, destinada aos “pequenos abandonados, pequenos delinquentes, degenerados por índole ou infelicidade que vão parar às vezes nos postos policiais” (COIMBRA, 1945: 471). Relatos orais informam, porém que o início da colônia correcional funcionou  bem,  mas  “depois  os  governantes  da  época  transformaram  a  colônia  em verdadeiro depósito de presos.
 Ainda é possível visitar as Ruínas  do "Educandário" Nogueira de Farias

Fundado em 1933, o educandário era na verdade um presídio para jovens infratores. O primeiro presídio do Pará. Altos índices de criminalidade na época fizeram com que se construísse esse prédio.

 Nesta ilha há mais dois prédios bem interessantes em ruínas. São eles: as ruínas da casa do antigo intendente do estado Magalhães Barata e as ruínas do "engenho velho".



DERGAN, J. M. B. Formação Histórica Das Ilhas Em Belém: A Relação Cultura E Natureza, ANPUH-XXIII SIMPÓSIO NACIONAL DE HISTÓRIA – Londrina, 2005.

COIMBRA, Cunha. Magalhães Barata e o Pará, 1ª Edição, Volume 1, RJ, 1945.


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