Ilha de Cotijuba

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Ilha de Cotijuba é uma das 42 ilhas que integram o arquipélago de Belém. O acesso à ilha de Cotijuba é possível por meio de embarcações que saem de Icoaraci. Desde 1990, através de Lei Municipal, a ilha foi transformada em Área de Proteção Ambiental, fato que obriga a preservação de seus ecossistemas.[1] Possui uma área de cerca de 60 km² e uma costa com 20 km de praias praticamente inexploradas. Algumas apresentam infraestrutura de serviços – as do Farol, a do Cravo e da Saudade – e outras são completamente selvagens, como a praia do Vai-Quem-Quer.

História[editar | editar código-fonte]

A ilha foi batizada pelos seus primeiros habitantes, os índios tupinambás, e seu nome significa "trilha dourada", uma referência ao solo argiloso do lugar.[2]

Cotijuba passou por grandes transformações no começo do século XX, período de maior desenvolvimento econômico e social, quando passou a abrigar a Colônia Reformatória de Cotijuba, também conhecida como Educandário Nogueira de Farias, destinada meninos e meninas abandonados ou delinquentes. Ainda é possível visitar as ruínas do Educandário. Nesta ilha há mais dois prédios bem interessantes em ruínas. São eles: as ruínas da casa do antigo intendente do estado Magalhães Barata e as ruínas do "engenho velho".[2]

Atividade econômica[editar | editar código-fonte]

A economia da ilha sustenta-se basicamente da pesca, agricultura subsistência, fruticultura e turismo.[3]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

  • DERGAN, J. M. B. Formação Histórica Das Ilhas Em Belém: A Relação Cultura E Natureza, ANPUH-XXIII SIMPÓSIO NACIONAL DE HISTÓRIA – Londrina, 2005.
  • COIMBRA, Cunha. Magalhães Barata e o Pará, 1ª Edição, Volume 1, RJ, 1945.