Lista de estrangeiros do Paysandu Sport Club

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Darío Pereyra em 2009. O uruguaio treinou o Paysandu na participação do clube na Taça Libertadores da América de 2003.

Este anexo lista todos os futebolistas e treinadores estrangeiros que já defenderam o Paysandu ao longo da história do clube.

Futebolistas[editar | editar código-fonte]

Estátua de André Kamperveen no André Kamperveen Stadion, principal estádio do Suriname.
Carlos Galván pela equipe peruana do Universitario, em 2008.

Contratados, sem jogar[editar | editar código-fonte]

  • Argentina Rodrigo Salomón. Defensor que acompanhou Cortés em 2011. Participou de treinamentos, mas sem defender o clube oficialmente.[1]
  • Colômbia Yilmar Filigrana. Atacante contratado no início de 2018 juntamente com Cáceres, deixou o clube ainda em janeiro, antes de estrear, em função de entraves burocráticos com o Deportes Quindío e na federação colombiana.[45]

Estrangeiros inverídicos[editar | editar código-fonte]

Suíço era na realidade paraense.
Itaparica só se naturalizou e virou jogador de Hong Kong após deixar o Paysandu, seu último clube no Brasil.

Treinadores[editar | editar código-fonte]

  • Paraguai Severo Rivas. Ex-jogador do clube, foi treinador no segundo semestre de 1951.[26]
  • Paraguai Rafael Bría. Ex-jogador do clube, venceu como técnico o estadual de 1957. Treinou o clube por oito jogos, com seis vitórias e dois empates.[1]
  • Uruguai Juan Álvarez. Chegou em 1965, sob indicação de Zezé Moreira, de quem havia sido assistente técnico no ano anterior do Nacional vice da Taça Libertadores da América de 1964. Havia substituído interinamente Zezé no fim daquele ano, sem ter êxito. Chegou desconhecido ao Pará e por isso criticado, superando com cinco títulos estaduais pelo clube,[53] bem como pela celebrada vitória sobre o "rival pessoal" Peñarol ainda em 1965. Era um treinador de estilo conciliador para gerar um ambiente de união familiar no grupo, sabendo trabalhar o lado psicológico, sem deixar de prezar pelo esforço.[54] Foram 78 partidas, com 56 vitórias, 15 empates e 7 derrotas no Paysandu,[1] ao longo de diversas passagens nas década de 1960 e 1970. Faleceu em 2008, deixando o pedido de que suas cinzas fossem espalhadas no estádio do clube.[53]
  • Uruguai Sergio Ramírez. Iniciou longa trajetória por clubes brasileiros como jogador, em especial no Flamengo, após célebre duelo entre Uruguai e Brasil em 1976 que brigou com Rivellino.[55] No Paysandu, treinou o clube em oito partidas da Série B de 1996, com duas vitórias, quatro empates e duas derrotas.[1]
  • Uruguai Darío Pereyra. Reconhecido no Brasil pelo brilho como jogador no São Paulo, reforçou o Paysandu para a disputa da Taça Libertadores da América de 2003. Como outros, foi técnico por oito partidas. Foram cinco vitórias, incluindo o recordado triunfo de 1-0 sobre o campeão Boca Juniors em La Bombonera, dois empates e uma derrota.[1]

Presidentes[editar | editar código-fonte]

  • Argentina Raúl Aguilera. Proveniente de Santo Tomé, província de Santa Fé,[56] seu nome batiza um salão nobre [57] e o Centro de Treinamento da equipe.[58] Filhos e netos seus também integraram setores diretivos alviazul.[59] Também fundou a Big Ben, rede de farmácias que era a maior da Região Norte do Brasil antes de ser vendida em 2011,[60] chegando a ser patrocinadora do clube.[61]

Referências

  1. a b c d e f g h i j k l m n o p q r LIMA, Nildo (7 jan 2018). Bienvenidos al Paysandu!. Bola. Belém: Diário do Pará, pp. 4-5
  2. a b DA COSTA, Ferreira (2015). 1914. Remo x Paysandu - Uma "Guerra" Centenária. Belém: Valmik Câmara, pp. 11-14
  3. a b «Primeiro jogo». Paysandu. Consultado em 4 de abril de 2018 
  4. DA COSTA, Ferreira (2002). Primeiro título de campeão. Papão - O Rei do Norte. Belém: Valmik Câmara, pp. 15-16
  5. DA COSTA, Ferreira (2015). 1915. Remo x Paysandu - Uma "Guerra" Centenária. Belém: Valmik Câmara, pp. 14-15
  6. a b DA COSTA, Ferreira (2018). 1915 - Irmãos Suíços reforçam o Bicolor. A Enciclopédia do Esporte Paraense. Belém: Valmik Câmara, p. 196
  7. DA COSTA, Ferreira (2015). 1916. Remo x Paysandu - Uma "Guerra" Centenária. Belém: Valmik Câmara, p. 15
  8. DA COSTA, Ferreira (2015). 1917. Remo x Paysandu - Uma "Guerra" Centenária. Belém: Valmik Câmara, pp. 15-16
  9. a b DA COSTA, Ferreira (2013). 1921 - Paysandu massacra adversários e conquista o bicampeonato. Parazão Centenário. Teresina: Halley S.A. Gráfica e Editora, pp. 31-32
  10. DA COSTA, Ferreira (2013). 1924 - Paysandu mostra força e chega ao Tetracampeonato. Parazão Centenário. Teresina: Halley S.A. Gráfica e Editora, pp. 35-36
  11. DA COSTA, Ferreira (2013). 1922 - Paysandu aplica goleada recorde e festeja o Tricampeonato. Parazão Centenário. Teresina: Halley S.A. Gráfica e Editora, pp. 33-34
  12. a b DA COSTA, Ferreira (2015). 1927. Remo x Paysandu - Uma "Guerra" Centenária. Belém: Valmik Câmara, pp. 24-27
  13. DA COSTA, Ferreira (2015). 1924. Remo x Paysandu - Uma "Guerra" Centenária. Belém: Valmik Câmara, pp. 21-22
  14. DA COSTA, Ferreira (2015). 1925. Remo x Paysandu - Uma "Guerra" Centenária. Belém: Valmik Câmara, pp. 22-23
  15. DA COSTA, Ferreira (2013). Quarenta - El Tigre, o terror dos goleiros. Gigantes do futebol paraense. Teresina: Halley S.A. Gráfica e Editora, pp. 238-242
  16. DA COSTA, Ferreira (2015). Eis os maiores artilheiros do Remo x Paysandu, em 101 anos de história. Remo x Paysandu - Uma "Guerra" Centenária. Belém: Valmik Câmara, pp. 221-223
  17. DA COSTA, Ferreira (2013). Quarentinha Lebrego - O artilheiro que não vibrava. Gigantes do futebol paraense. Teresina: Halley S.A. Gráfica e Editora, pp. 243-246
  18. PROCÓPIO, Vincenzo (26 de fevereiro de 2014). «Ah! É Zé Augusto». Paysandu. Consultado em 4 de abril de 2018 
  19. a b Chegaram mais dois jogadores paraguaios para o Flamengo (21 de março de 1945). Diário de Notícias, p. 12
  20. a b Dois contratos impugnados - Bria II e Rivas Não Poderão Jogar no Pará (14 de maio de 1947). Diário Carioca, p. 8
  21. DA COSTA, Ferreira (2015). 1947. Remo x Paysandu - Uma "Guerra" Centenária. Belém: Valmik Câmara, pp. 57-58
  22. «El Viejo Decano ante un joven Ciclón». ABC. 21 de abril de 2007. Consultado em 4 de maio de 2018 
  23. «Guillermo Beltrán alcanzó un récord histórico». D10. 13 de março de 2017. Consultado em 4 de maio de 2018 
  24. «Guillermo Beltrán alcanzó un récord histórico». D10. 13 de março de 2017. Consultado em 4 de maio de 2018 
  25. «Guillermo Beltrán alcanzó un récord histórico». D10. 13 de março de 2017. Consultado em 4 de maio de 2018 
  26. a b A novidade do Papão (7 set. 1951). O Liberal, p. 6
  27. a b DA COSTA, Ferreira (2002). 1952 - Excursão Vitoriosa. Papão - O Rei do Norte. Belém: Valmik Câmara, p. 52
  28. DA COSTA, Ferreira (2015). 1952. Remo x Paysandu - Uma "Guerra" Centenária. Belém: Valmik Câmara, pp. 67-68
  29. a b c d «Qual foi o jogo inesquecível do Paysandu para você? Nuno». Campeão dos Campeões - Revista Oficial do Paysandu Sport Club n. 33. 2018. Consultado em 29 de março de 2018 
  30. RAMALHO, Leonardo (11 de abril de 2005). «Gringos no Brasil». RSSSF Brasil. Consultado em 29 de março de 2018 
  31. Erratas (novembro de 2002). Placar n. 1250. São Paulo: Editora Abril, p. 97
  32. «Página 26 da Seção 1 do Diário Oficial da União (DOU) de 6 de junho de 2006». Diário Oficial da União. 6 de junho de 2006. Consultado em 29 de março de 2018 
  33. PÊNA, Gustavo (1 de janeiro de 2015). «De Nuno a Robgol: relembre as campanhas do Paysandu na Série A». RSSSF Brasil. Consultado em 4 de abril de 2018 
  34. BRANDÃO, Caio (27 de abril de 2016). «Elementos em comum entre Atlético Mineiro e Racing». Futebol Portenho. Consultado em 4 de abril de 2018 
  35. BRANDÃO, Caio (15 de dezembro de 2017). «Nos 15 anos "daquelas" pedaladas de Robinho, relembre os argentinos do Santos». Futebol Portenho. Consultado em 4 de abril de 2018 
  36. OLIVEIRA, Ricardo; RODRIGUES, Rodolfo (setembro de 2004). O mapa do Brasileirão. Placar n. 1274. São Paulo: Editora Abril, pp. 36-38
  37. «Paysandu enfrenta o Castanhal com sete mudanças». Futebol do Norte. 1 de abril de 2011. Consultado em 4 de abril de 2018 
  38. FERREIRA, Carlos (25 de novembro de 2011). «Veja a seleção dos piores importados de Remo e Paysandu». Futebol do Norte. Consultado em 4 de abril de 2018 
  39. CASTELO, Vitor (4 de janeiro de 2018). «Em sua chegada à Curuzu, Cáceres elogia estrutura do clube: "Estou impressionado"». Paysandu. Consultado em 4 de abril de 2018 
  40. «Paysandu vai anunciar contratação de meia inglês ex-Stoke City». Globo Esporte. 3 de fevereiro de 2018. Consultado em 4 de abril de 2018 
  41. PÊNA, Gustavo (20 de março de 2018). «Sem regularização, Ryan Williams só poderá disputar a Série B pelo Paysandu». Globo Esporte. Consultado em 4 de abril de 2018 
  42. TOTTI, Jorge Luís (19 de maio de 2018). «Empate com o São Bento-SP mantém invencibilidade bicolor». Paysandu. Consultado em 19 de maio de 2018 
  43. «Paysandu confirma desligamento de meia inglês, que explica saída em vídeo; veja». Globo Esporte. 15 de junho de 2018. Consultado em 16 de junho de 2018 
  44. LIMA, Nildo (6 maio 2018). Esse futebol é pra inglês ver?. Bola. Belém: Diário do Pará, p. 7
  45. «Atacante Filigrana deixa o Paysandu antes de jogar». Diário Online. 27 de janeiro de 2018. Consultado em 4 de abril de 2018 
  46. a b DA COSTA, Ferreira (2013). Suíço - Craque foi lembrado para a Seleção Brasileira. Gigantes do futebol paraense. Teresina: Halley S.A. Gráfica e Editora, pp. 284-288
  47. DA COSTA, Ferreira (2018). Antônio Manoel de Barros Filho. A Enciclopédia do Esporte Paraense. Belém: Valmik Câmara, pp. 331-332
  48. DA COSTA, Ferreira (2013). Cacetão - Se destinava ao Remo, mas foi para a Curuzu. Gigantes do futebol paraense. Teresina: Halley S.A. Gráfica e Editora, pp. 74-76
  49. MUNIZ, Kevin (21 de julho 2017). «O voo da gaivota». Joga de Terno. Consultado em 5 de abril de 2018 
  50. a b «Flamengo contrata meia Adrianinho». Estadão. 5 de janeiro de 2005. Consultado em 4 de maio de 2018 
  51. «Adrianinho fora da seleção austríaca». Estadão. 20 de março de 2003. Consultado em 4 de maio de 2018 
  52. «Papo com o Craque: Manoel "Itaparica" dos Santos». Futebol Lado B. 14 de novembro de 2015. Consultado em 8 de maio de 2019 
  53. a b DA COSTA, Ferreira (2009). Tributo a Juan Antonio Álvarez. Remo x Paysandu 700 Jogos - O Clássico mais disputado do futebol mundial. Belém: Valmik Câmara, p. 266
  54. LYNCH, Júlio (28 maio 1976). O Paissandu vive de mal de amor. Placar n. 320. São Paulo: Editora Abril
  55. BRANDÃO, Caio (6 de dezembro de 2017). «Elementos em comum entre Flamengo e Independiente». Futebol Portenho. Consultado em 4 de abril de 2018 
  56. GRABIA, Gustavo (25 de abril de 2003). «No hay peor cuña que del mismo palo». Olé. Consultado em 4 de abril de 2018 
  57. «Torcida do Paysandu presta última homenagem ao Conde da Curuzu». ORM. 27 de março de 2008. Consultado em 4 de abril de 2018 
  58. «Renan Gorne avisa que veio ao Paysandu disposto a mostrar serviço». Diário Online. 10 de janeiro de 2018. Consultado em 4 de abril de 2018 
  59. Assessoria de Comunicação (2 de fevereiro de 2015). «Nota de pesar à Família Aguilera». Paysandu. Consultado em 4 de abril de 2018 
  60. «Extrafarma negocia a compra da Big Ben». Diário Online. 20 de junho de 2016. Consultado em 4 de abril de 2018 
  61. Assessoria de Comunicação (21 de abril de 2011). «Por bobagem, Paysandu pode perder patrocinador». Futebol do Norte. Consultado em 4 de abril de 2018