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Esporte Clube Vitória

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
 Nota: Este artigo é sobre o clube de futebol. Para a equipe de basquetebol, veja Esporte Clube Vitória (basquetebol masculino).

Vitória
Nome Esporte Clube Vitória
Alcunhas Rubro-negro Baiano[1]
Leão da Barra[2]
Nêgo[3]
Fábrica de Talentos[4]
Guerreiros da Toca[5]
Colossal[6]
Time da Furança[7]
Torcedor(a)/Adepto(a) rubro-negro[8][9][10]
leonino[9]
Mascote Leão
Principal rival Bahia[11]
Fundação 13 de maio de 1899 (126 anos)
Estádio Barradão[12]
Capacidade 30 793 pessoas[13]
Localização Salvador, Bahia, Brasil
Presidente Fábio Mota
Treinador(a) Jair Ventura[14]
Patrocinador(a) 7K Bet
Fatal Model
Material (d)esportivo Volt Sport
Competição Baianão - Série A
Brasileirão - Série A
Copa do Brasil
Copa do Nordeste
Ranking nacional Aumento 20.º lugar, com 7 205 pontos[15]
Website www.ecvitoria.com.br
Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo

O Esporte Clube Vitória (conhecido como Vitória e cujo acrônimo é ECV) é um clube multiesportivo brasileiro, sediado na cidade de Salvador, no estado da Bahia. Foi fundado em 13 de maio de 1899 com o nome de Club de Cricket Victoria,[16][17] mudado para Sport Club Victoria, em 1902,[16] e, finalmente, para o atual nome em 1946. Sendo um dos clubes mais antigos do Brasil, suas cores são o vermelho e o preto, e seu mascote é o Leão.

Foi o primeiro clube nacional a ser fundado apenas por brasileiros[18] (antes dele, a grande maioria tinha sido fundado por estrangeiros residentes no Brasil) e um dos primeiros clubes do Brasil a praticar o futebol,[17][19][20] esporte no qual obtém maior destaque. O Club de Cricket Victoria, nome com o qual foi fundado, numa alusão à região em que seus fundadores moravam, o Corredor da Vitória,[21] também foi o pioneiro em diversos esportes na Bahia e no Nordeste, como o voleibol, a natação, o polo aquático, o basquetebol, o futsal e outros.[18][22]

Passado um longo período de estagnação, em especial a década de 1970, destaca-se a construção do seu estádio particular, o Barradão, no ano de 1986, fato que tornou-se um divisor de águas na história do clube, que passou a usar o local como um de seus grandes incentivadores, tanto para o time, como para a torcida.[23][24][25] Desde a inauguração do seu estádio, o Vitória rapidamente consolidou-se em âmbito estadual e regional, em especial nas últimas duas décadas, tanto em termos financeiros, quanto em conquistas esportivas.[26][27][28][29] Neste período, o clube rubro-negro conquistou quatro títulos da Copa do Nordeste, tornando-se tetracampeão e maior vencedor, empatado com o Esporte Clube Bahia, deste torneio regional,[30][31][32] e estabeleceu um amplo domínio no Campeonato Baiano, conquistando oito títulos nas últimas vinte edições do estadual,[33] contra sete do arquirrival Esporte Clube Bahia.

No total, o Vitória possui atualmente 30 títulos baianos, sendo o último deles conquistado na edição de 2024. Destacam-se também as campanhas do "Leão da Barra" nos Brasileirões da Série A de 1993 e 1999, competições em que terminou em 2° e 3° colocado, respectivamente,[33] na Série B de 1992 (vice-campeão) e 2023 (na qual conquistou seu primeiro título nacional), e nas edições da Copa do Brasil de 2004 e 2010, onde foi quarto colocado e vice-campeão, respectivamente, tornando-se o único clube do estado a avançar às semifinais e chegar à final deste torneio.[33] É importante destacar também que todas estas campanhas ocorreram após a construção do Barradão, evidenciando a importância do estádio na história recente do clube.

O Vitória é, ao lado do Bahia, os únicos clubes do estado que possui títulos internacionais que, embora fruto de amistosos ou torneios pré-temporada de clubes estrangeiros, são representativos dentre os troféus do clube. São os títulos do Torneio Senegal-Brasil de 1992 e do Troféu Cidade de Valladolid de 1997. Além disso, o Vitória também fez uma das melhores campanhas de um clube do Norte/Nordeste numa competição oficial da Conmebol, indo às quartas de final na Copa Conmebol de 1997. Na mais recente competição criada a partir dessa, a Copa Sul-Americana, o rubro-negro obteve seus melhores resultados nas edições de 2009 e 2014, alcançando as oitavas de final, um feito nunca igualado por nenhuma outra equipe nordestina até o Sport chegar às quartas de final em 2017 e o Fortaleza à final na edição de 2023.[34] Assim como no Campeonato Brasileiro de 2013, quando o Vitória terminou o campeonato em 5º lugar, a melhor colocação de um time nordestino desde a adoção dos pontos corridos, até 2021, quando o Fortaleza terminou em 4° lugar e garantiu vaga na Libertadores do ano seguinte.[35]

História

1899–1908: Fundação

O fundador e idealizador do clube, Artêmio Valente, também ocupou o cargo de primeiro presidente.[36]

O Esporte Clube Vitória foi fundado como um clube de críquete em 13 de maio de 1899, por um grupo de dezenove jovens residentes no bairro homônimo de Salvador, com o objetivo de praticar essa modalidade, então restrita aos ingleses.[37][38] A reunião inaugural, inicialmente agendada para seis dias antes, foi adiada devido a condições climáticas desfavoráveis[39] e, finalmente, ocorreu na residência dos irmãos Arthêmio e Arthur Valente.[37][38] Durante este encontro, deliberou-se sobre a denominação da nova instituição, que recebeu o nome inicial de Club de Cricket Victoria.[40] As cores preto e branco foram escolhidas por conveniência, uma vez que, a princípio, os fundadores optaram pelas cores verde e amarelo, mas enfrentaram dificuldades na aquisição de tecidos nessas tonalidades.[37][38]

Em outubro de 1901, José Ferreira Júnior, popularmente conhecido como Zuza, retornou da Inglaterra trazendo consigo uma bola de futebol e um livro de regras da modalidade, promovendo assim a primeira baba de futebol registrada na cidade.[37][38] No ano subsequente, o clube ampliou suas atividades, passando a praticar outras modalidades esportivas, como o futebol, o atletismo, a natação e o remo. Em decorrência dessa diversificação, a denominação foi alterada para Sport Club Victoria, e as cores passaram a ser o preto e o vermelho.[37][38] Ainda em 1902, os remadores do clube chamaram a atenção ao realizarem a travessia entre os portos da Barra e dos Tainheiros, em Itapagipe, o que originou o apelido "Leão da Barra".[37][38]

Em 22 de maio de 1901, o Vitória realizou sua primeira partida de futebol contra o International Sport Club, uma equipe formada por tripulantes de navios ingleses.[41][42] Contudo, o clube considera como sua primeira partida oficial na modalidade o confronto contra o São Paulo Bahia Football Club, ocorrido em 13 de setembro de 1902.[37] Em 1905, juntamente com o São Paulo, o Sport Club Bahiano e o Clube Internacional de Críquete, o Vitória foi um dos fundadores da Liga Baiana de Sports Terrestres, entidade responsável pela organização da primeira edição do Campeonato Baiano de Futebol, também em 1905. Foi nessa competição que o clube obteve sua primeira vitória oficial, em 30 de abril do mesmo ano.[37] O ano de 1908 marcou a conquista do primeiro título do Vitória na história do futebol, com a vitória no Campeonato Baiano, feito que se repetiu em 1909.[37]

1953–1966

Entre as décadas de 1910 e 1940, o Vitória manteve-se no futebol amador, alcançando um número limitado de conquistas e atravessando períodos de inatividade.[38][39][43] Em 1953, sob a presidência de Luiz Martins Catharino Gordilho, o departamento de futebol do clube iniciou seu processo de profissionalização, passando a disputar suas partidas no estádio Octávio Mangabeira, a Fonte Nova. Em março de 1954, o clube sagrou-se campeão baiano referente ao ano anterior, ao derrotar o Botafogo Sport Club por 3 a 0, título que voltaria a conquistar em 1955 e 1957.[38][43]

No início da década de 1960, o Vitória realizou suas primeiras excursões pela Europa, competindo em países como Alemanha e Bulgária.[44] Após seu retorno, o clube enfrentou um período de escassez de títulos, interrompido apenas pela conquista do bicampeonato baiano em 1965 e 1966. Tais feitos, entretanto, tiveram repercussão limitada na imprensa devido a divergências entre o clube, a Federação Bahiana e os meios de comunicação da época.[38]

1972–1976

Em 1972, o Vitória participou, pela primeira vez, do Campeonato Brasileiro,[45] encerrando a competição na 20ª colocação, com seis vitórias, dez empates e nove derrotas, não logrando avançar à segunda fase.[46] Nessa campanha, o atacante Osni Lopes destacou-se, sendo agraciado com a Bola de Prata.[47] Quatro anos mais tarde, em 1976, o clube conquistou o Torneio José Américo de Almeida Filho, título que motivou o Vitória a solicitar o reconhecimento oficial da competição como equivalente à Copa do Nordeste. A Confederação Brasileira, contudo, não se manifestou sobre o pedido,[48] embora alguns de seus documentos tenham reproduzido autodeclarações do clube que mencionavam tal equivalência.[49]

Década de 1980

A década de 1980 foi mais um período de escassez de títulos para o Vitória, mas, ainda assim, foi marcada por acontecimentos de grande relevância para a história do clube. Um dos episódios mais significativos ocorreu no dia 1.º de agosto de 1985, quando foi lançado o novo hino oficial da agremiação, de autoria do compositor Walter Queiroz Júnior. Esse evento também assinalou o encerramento da campanha intitulada "Este hino vai levantar o Estádio", cujo objetivo era arrecadar fundos para a conclusão do estádio Manoel Barradas.[37] A inauguração oficial do estádio ocorreu em 11 de novembro de 1986, com um amistoso contra a equipe do Santos, que terminou empatado em 1 a 1. O primeiro gol da história do estádio foi anotado por Dino, jogador da equipe paulista.[50] Nos primeiros anos de sua existência, o estádio teve sua utilização limitada, passando por diversas reformas e expansões. Foi apenas com a instalação do sistema de iluminação, em 1994, que o local consolidou seu status definitivo.[37]

Década de 1990: Independência e hegemonia estadual

A década de 1990 foi certamente uma reviravolta na história do Vitória. Uma nova diretoria havia tomado controle do time alguns anos antes com promessas de torná-lo um clube de ponta do Brasil. A primeira conquista foi a independência financeira, já que o clube ainda vivia de doações e favores de seus torcedores ilustres.[51] A gestão se caracterizou pelo alto investimento (ainda que baixo para os padrões do futebol brasileiro na época) nas categorias de base,[52] o que deu resultado: com seis conquistas do Campeonato Baiano de Futebol (1990, 1992, 1995, 1996 e 1997) contra quatro do rival, o Vitória consolidou uma hegemonia estadual e diminuiu a larga vantagem do arquirrival em títulos estaduais e confrontos diretos do clássico Ba-Vi, o maior clássico do Norte/Nordeste e um dos maiores do Brasil.[53][54]

Vice-campeonato brasileiro

A década começou promissora, com o terceiro bicampeonato da história do rubro-negro, em 1989-90.[55] Três anos depois, no seu retorno à Série A, o Vitória montou um elenco modesto com uma folha de pagamento extremamente pequeno, dando prioridade à sua divisão de base, que viria a ser sua principal arma para o futuro. Nomes como Dida, Paulo Isidoro, Alex Alves, Rodrigo, Giuliano foram incorporados ao elenco principal naquele mesmo ano, e foram peças fundamentais para a campanha do Leão no certame.[56]

Depois de eliminar times como Flamengo, Santos e Corinthians, o Vitória chegou à final contra o milionário Palmeiras. A diferença entre os dois clubes era gritante. Para se ter uma ideia, a folha salarial inteira do time baiano correspondia apenas ao salário de Edmundo, atacante do time paulista.[57] O Palmeiras acabou vencendo os dois jogos da final, levando o título e deixando o vice-campeonato para o rubro-negro.[53][58] No entanto, merece destaque o fato do rubro-negro ter levado quase 80 mil pagantes na primeira partida da final, disputada na Fonte Nova.[59]

Tricampeonato baiano e Nordestão

Só em 1997 o Vitória voltaria a fazer uma campanha satisfatória no Campeonato Brasileiro, ano em que terminou em 9° lugar, a 1 ponto da classificação à fase final. 1997 também foi o ano do primeiro Tricampeonato Baiano do time da Barra[60] e da sua primeira Copa do Nordeste, certame no qual obteve 5 triunfos, 2 empates e apenas 1 derrota, feitos conseguidos depois de bater o arquirrival Bahia nas finais de ambos campeonatos.[61]

Na campanha do tricampeonato, o Leão teve 17 vitórias, 3 empates e 2 derrotas. Somando-se os números das campanhas anteriores, 1995 e 1997, tem-se 93 jogos, 62 vitórias, 20 empates e 11 derrotas.[62]

O Vitória eliminou das semifinais o Ceará e após ter ganhado na partida de ida por 3 a 0 e derrotado na volta, por 2 a 1, foi o campeão.[53]

Centenário

O tetracampeonato não veio em 1998, mas em 1999, ano do centenário do rubro-negro baiano, outra "dobradinha" veio e mais uma ótima campanha no Brasileirão, quando ficou na 3ª colocação, sendo eliminado pelo Atlético Mineiro, nas semifinais. Depois de terminar a fase de classificação na 6ª posição, o Vitória, comandado por Toninho Cerezo, enfrentou, nas quartas de final, o Vasco da Gama, fazendo, logo no primeiro jogo, uma partida memorável, que é muitas vezes denominada o melhor jogo do time na Era Barradão, tendo vencido por 5 a 4 o time do Rio de Janeiro. Empatou os outros dois jogos e avançou às semifinais, onde enfrentaria o Atlético Mineiro. Depois de vencer um e perder outro jogo, sucumbiu na terceira partida e deu adeus à competição.[63]

A conquista do Baiano foi a mais polêmica da história do Vitória. Título dividido com seu rival tricolor, até hoje é motivo de discussões.[53] A Copa do Nordeste desse ano veio novamente numa final contra o mesmo Bahia, em dois jogos, tendo o rubro-negro vencido o primeiro jogo por 2 a 0 e o rival o segundo por 1 a 0.[53][64]

Década de 2000: amplo domínio estadual, rebaixamento e retorno

Começo de década promissor

A década de 2000 começou da mesma forma da anterior, com outro bicampeonato estadual e mais planos de manter a hegemonia que, pela primeira vez, depois de 80 anos, voltara do rubro-negro.

O ano de 2001 foi o único da década em que o Vitória não comemorou alguma conquista. Em todos os outros, o título estadual ou uma promoção foi motivo de orgulho para os torcedores, como aconteceu nos dois anos seguintes, quando venceu os Campeonatos Baianos de 2002 e 2003, além da Copa do Nordeste de 2003.

Série B após treze anos

O ano de 2004 foi um dos anos mais irregulares e estranhos pode-se dizer assim da história do clube. Com contratações de peso como os baianos recém campeões do mundo pela Seleção Brasileira em 2002, Vampeta e Edílson,[65] esperava-se muito do time no ano.[66] O começo foi empolgante, após ganhar o Baianão 2004, a Taça Estado da Bahia de 2004 e um início avassalador, ficando na ponta do Campeonato Brasileiro e chegando às semifinais da Copa do Brasil, diversos problemas, financeiros e sociais, abateram o elenco ainda no primeiro turno do Brasileirão e o Vitória entrou em queda livre e foi rebaixado para a Série B do ano seguinte.[67]

Tetracampeonato baiano e Série C

As promessas de retornar o time baiano à elite no ano seguinte da diretoria foram ajudadas pelo bicampeonato da Taça Estado da Bahia e o inédito e histórico tetracampeonato Baiano em 2005, de forma invicta, com nove vitórias e 5 empates em 14 jogos, consolidando de uma vez por todas o domínio rubro-negro no estado.[68]

Os números totais dos quatro campeonatos que conquistou são ainda mais expressivos. Em 54 jogos, o Vitória triunfou 35 vezes, empatou 13 e perdeu apenas 6 partidas, dando um aproveitamento total de mais de 72% ao time da Barra.

Apesar dessas conquistas, o time sofria com sua fraca defesa. Na Série B, apesar de ter lutado o campeonato inteiro por posições que o levariam à próxima fase do campeonato, o time entrou mais uma vez em queda livre e, das cinco últimas partidas disputadas, o rubro-negro só conquistou um ponto. Mesmo assim, as chances de cair ainda eram remotíssimas, era preciso uma combinação de, pelo menos, quatro resultados para fazer o Leão ser rebaixado. Mas o que parecia impossível aconteceu. Junto ao seu maior rival baiano, sucumbiu à vergonha de jogar a Série C pela primeira vez em sua história, terminando na 17ª posição na tabela.[69] A tragédia foi tão grande que a diretoria foi trocada, o elenco quase inteiro foi dispensado e ainda deixa suas marcas, como processos, dívidas e mágoas entre torcedores e/ou antigos funcionários do clube.[70]

A Série B daquele ano foi citada no escândalo da Máfia do Apito como tendo jogos manipulados, mas diferente da Série A, não teve jogos anulados. Se os jogos da Série B fossem anulados, o Vitória poderia não ser rebaixado.[71]

Retorno à Série A

Em 2006, o Vitória ainda sentia a tragédia e perdeu o Campeonato Baiano para o modesto e organizado Colo Colo em pleno Barradão, quebrando um tabu de quase 40 anos sem que um clube do interior conquistasse o campeonato.[72] Mas a volta por cima ainda estava por vir. Depois de ter conquistado o tricampeonato da Taça Estado da Bahia, o Vitória, com um elenco formado basicamente por apostas e revelações, conseguiu fazer uma campanha não tão brilhante, mas melhor do que todos esperavam, se tornando vice-campeão daquele ano do Brasileirão e ascendendo à Série B do ano seguinte.[73]

No ano de 2007, as promessas eram mais difíceis e a expectativa era de muita competitividade na tão disputada Série B daquele ano. Mas o clube conseguiu manter uma regularidade quase nunca vista na sua história, permanecendo nas primeiras posições do campeonato o ano inteiro e voltando à elite do futebol brasileiro quando terminou o campeonato na 4ª posição, o que significou muito para o clube, já que conseguiu subir à elite do futebol brasileiro em apenas dois anos. Até hoje, o Vitória é um dos únicos a conseguir esse feito (ser rebaixado para a Série C e voltar à Série A dentro de campo, sem precisar de viradas de mesa, como era comum no futebol brasileiro, e permanecer na elite).[73] Nesse ano, o ataque do Vitória foi o grande destaque, foram mais de 100 gols feitos na meta adversária, principalmente com Índio e Joãozinho.

Consistência na elite e Copa Sul-Americana

Em 2008, o time começou mal o Campeonato Baiano, terminando a primeira fase na terceira colocação. Mas graças a gratas surpresas no fim do certame, o Vitória conquistou mais um bicampeonato baiano.[74] Mas todos só tinham em mente o retorno do Leão à Série A, depois de três anos fora. A imprensa e público ficaram bastante surpresos com a campanha do rubro-negro. O time acabou terminando o primeiro turno em quinto lugar, a uma posição de uma vaga na Copa Libertadores.[75] No segundo turno, devido à saída de jogadores chave no esquema do time e a desentendimentos entre jogadores e comissão técnica, o clube acabou perdendo a chance de brigar pelo torneio continental, terminando o campeonato na décima colocação, garantindo vaga na Copa Sul-Americana.[76]

O tricampeonato estadual veio em 2009,[77] junto com a primeira participação na Copa Sul-Americana e o segundo ano de Série A após o inferno da Série C. O Vitória acabou não fazendo boa campanha no campeonato continental e foi eliminado nas oitavas-de final pelo River Plate, o então desconhecido time uruguaio.[78] Na Copa do Brasil, não passou pelo Vasco da Gama, nas quartas de final.[79] No Brasileirão, após um começo excelente, ficando no "G4" por 12 rodadas, acabou tendo a mesma queda livre do ano anterior, e terminou o certame em 13°, garantindo, ao menos, uma vaga na Copa Sul-Americana de 2010 pelo segundo ano consecutivo.[80]

Década de 2010

O ano de 2010 foi marcante para o Vitória, destacando-se pelas campanhas da equipe na Copa do Brasil, na qual o clube obteve o vice-campeonato, sendo superado na final pelo Santos,[81] e na Copa do Nordeste, competição na qual conquistou o título ao derrotar o ABC, com uma formação alternativa.[82] Esta escolha de escalação se deu em virtude de uma partida decisiva contra o Atlético Goianiense, pelo Campeonato Brasileiro, realizada poucos dias depois. O resultado desse confronto, entretanto, selou o rebaixamento para a Série B.[83] O clube permaneceu na segunda divisão nacional por duas temporadas, conquistando o acesso somente em 2012, ao finalizar a competição na quarta colocação, com 71 pontos, mesma pontuação alcançada pelo quinto colocado, o São Caetano.[84]

Em 2013, conquistou o título estadual, alcançando vitórias significativas sobre seu tradicional rival, o Bahia. A primeira dessas vitórias ocorreu em 7 de abril, data da inauguração da Arena Fonte Nova, e resultou em uma goleada por 5–1 a favor do Vitória.[85] O confronto entre as equipes se repetiu na decisão do campeonato, sendo novamente vitorioso para o rubro-negro, que aplicou um contundente 7–3 na partida de ida.[37] No Campeonato Brasileiro, obteve a quinta colocação, somando 59 pontos. Essa campanha, na época, representou a melhor classificação de um clube nordestino na história da competição,[39] feito que posteriormente foi superado pela performance do Fortaleza em 2024.[86]

A excelente campanha, no entanto, não foi repetida no ano subsequente, o que resultou em um novo rebaixamento à Série B, acompanhado de conflitos entre os torcedores durante a partida que selou o destino do clube.[83] Essa queda, contudo, foi superada de forma rápida, uma vez que, em 2015, o Vitória garantiu o acesso ao vencer o Luverdense na penúltima rodada.[84] No entanto, um novo rebaixamento ocorreu em 2018, após o clube ter conseguido evitar a queda em 2017.[83]

O primeiro título nacional

Após o rebaixamento no Campeonato Brasileiro de 2018, o Vitória participou da Série B por três anos seguidos, até que em 2021, o clube foi rebaixado para a terceira divisão do Campeonato Brasileiro e alcançou uma das piores épocas de sua história. Mesmo cheio de desconfianças e não fazendo uma campanha tão boa quanto o esperado, o Vitória conseguiu subir de divisão ficando na quarta posição geral. Na Série B do Campeonato Brasileiro de 2023, o rubro-negro chegava sob desconfianças novamente já que havia sido precocemente eliminado do Campeonato Baiano e da Copa do Nordeste no primeiro semestre, porém, com os investimentos do presidente Fábio Mota na contratação de jogadores e a pausa de jogos para o técnico Léo Condé trabalhar, o Vitória surpreendeu logo no início do campeonato vencendo cinco jogos seguidos sem levar um único gol.

Mesmo com esse ótimo começo, acreditava-se que com o passar do tempo, o clube iria decair, mas, ao manter a primeira colocação, vencer o primeiro turno e fazer um regular segundo turno, o Vitória acabou conquistando seu primeiro título nacional sem nem mesmo entrar em campo após o empate no jogo entre Guarani e Criciúma pela 36° rodada (na rodada anterior já havia garantido o acesso à elite do futebol brasileiro depois de longos cinco anos nas divisões inferiores). O jogo seguinte, contra o Sport num Barradão lotado – líder na média de público da competição com 22.842 torcedores –, foi a coroação da entrega da taça em uma temporada memorável.[87]

Símbolos

Hino

O hino antigo do Vitória foi criado por Albino Castro e Vivaldo Jesuino de Souza e foi nomeado de "Mostra o teu valor". O clube também possui um segundo hino, este composto por Walter Queiroz, sendo o hino oficial do clube, conhecido como "Leão da Barra". O hino antigo foi substituído pelo atual em 1985, na gestão do então presidente, Raimundo Rocha Pires, quando o Vitória foi campeão baiano (nesse mesmo ano). Especula-se que esse hino foi lançado com o objetivo de conseguir recursos para a construção do parque poliesportivo do Vitória, já que, com o novo hino, foi gravado um vinil compacto para ser vendido. O Vitória lançou vários discos com os seus hinos (tanto o antigo, quanto o atual, em épocas diferentes) e outras músicas feitas em homenagem ao time. O primeiro foi gravado na década de 70, o segundo em 1983 e em 1985, com o título de "Esse hino vai levantar o estádio" foi lançado o vinil com o hino oficial, e em 2000, foi lançado um CD em comemoração aos 100 anos do clube só com artistas que torcem pelo clube, como Ivete Sangalo (que no CD interpreta o hino oficial), Daniela Mercury (que posteriormente cantaria uma versão do hino em um álbum editado pela revista Placar em 2004),[88] Gilmelândia e Tatau. O hino oficial já foi também gravado pelo ator Chico Anysio para a Placar em 1996.[89] É frequentemente confundido com o hino antigo do clube (considerado não-oficial), apesar deste, atualmente, já ser considerado também um segundo hino alternativo.

O primeiro hino (não-oficial)[90]
O segundo hino (oficial)[90]
  • Letra: Walter Queiroz
  • Ano: 1985

Cores

Suas cores são o vermelho e preto, motivo este que é chamado de Rubro-Negro. Inicialmente, as cores do Vitória seriam verde e amarelo, mas devido a dificuldade de encontrar materiais nessa cor, optou-se por adotar o branco e preto que foi usada na estreia do clube no futebol diante do International Sport Club. Posteriormente, passou a adotar o vermelho e preto, as cores atuais.

Escudo

O escudo atual do clube é de fácil identificação contendo as iniciais do clube e a estrela do seu primeiro título nacional. Por algum tempo foi adotado seu ano de fundação abaixo do brasão mas que foi retirado posteriormente. Assemelha-se muito com o do Fluminense. O símbolo náutico, o antigo escudo do clube, foi criado em 1903 e fazia alusão aos esportes que o Vitória praticava até então. O destaque era o remo, o mais popular em Salvador e que organizava competições que literalmente paravam a cidade. As primeiras gerações de rubro-negros aprenderam a amar este símbolo que até hoje emociona a torcida.

O segundo escudo do clube foi nos moldes do atual, porém com diferenças, como o formato um pouco menos trabalhado e as iniciais "SCV", de Sport Club Victória. Esse escudo foi trocado em 1946 pelo atual, que ainda chegou a sofrer pequenas modificações, como o retiramento da linha branca no centro do escudo e a adição do ano de fundação sob o brasão do clube.

Mascote

O leão é o mascote oficial do Vitória.

O mascote do clube foi escolhido em 1902. O leão, símbolo da nobreza, saiu das casas dos fundadores, onde ornamentava as entradas, para representar o clube como símbolo. Até hoje carrega muito do que o clube é. O leão imperial, com traços de força e realeza, foi uma criação do publicitário baiano Nizan Guanaes.

O mascote-símbolo do clube foi apelidado de Lelê Leão e logo virou boneco visando atrair jovens torcedores para o Vitória.[91] O desenho do boneco foi criado pelo cartunista Ziraldo, autor de muitas obras famosas como O Menino Maluquinho.[92]

Estrutura e patrimônio

Estádio Manoel Barradas

O Barradão em 2011

A construção do Estádio Manoel Barradas, o "Barradão", como é agora popularmente chamado, foi uma reviravolta na história do futebol baiano e, principalmente, do Esporte Clube Vitória.[25] A hegemonia no estado, que era do rival Bahia, passou para o lado rubro-negro, com as conquistas do Tetracampeonato nordestino (1997, 1999, 2003 e 2010) e do Bi-tetra baiano (em 2002, 2003, 2004 e 2005 e novamente em 2007, 2008, 2009 e 2010).[55][93][94]

O estádio foi inaugurado em 11 de novembro de 1986, durante a gestão do presidente José Rocha,[96] sendo posteriormente ampliado na gestão do presidente Paulo Carneiro. Foi nessa segunda etapa que o Barradão ganhou sua iluminação, placar eletrônico e novo traçado das vias externas. O nome do estádio é uma homenagem ao ex-presidente do clube, o Sr. Manoel Barradas, que comandou pessoalmente as obras de construção.

Atualmente possui capacidade para 30.793 torcedores sentados,[13] gramado com dimensões de 105 x 70 m, iluminação artificial de 750 lux horizontal, placar eletrônico, e um estacionamento com cerca de 2.500 vagas, tudo dentro dos padrões exigidos pela FIFA para sediar jogos internacionais. No lado externo, possui um total de três bilheterias que somam 23 guichês, além de dez portões de entrada, seis de saída e mais 50 catracas eletrônicas para ingresso no estádio.[23] Há também uma loja e um memorial oficial do clube.

Centro de Treinamento

Até a década de 1970, os elencos que o Vitória tinha não tinham lugar fixo para treinos,[97] tendo a diretoria do clube que, habitualmente, pedir gentilmente locais emprestados para que seus jogadores pudessem treinar. Isso mudou quando, no mandato do então presidente Raimundo Rocha Pires, o clube comprou um terreno na chamada "Estrada Velha do Aeroporto" de Salvador, precisamente em 1972. Pouco tempo depois, foi cedido pela prefeitura da cidade um outro pedaço de terreno, no qual se construiria o Estádio do Barradão, anexo ao adquirido pelo clube.[98] Com o crescimento do Centro de Treinamento do Vitória (a Toca do Leao), em Canabrava, região carente da cidade, obteve notável desenvolvimento.

Complexo Esportivo Benedito Dourado da Luz[23]

Centro de Treinamento Manoel Pontes Tanajura, Estádio Manoel Barradas. Três campos oficiais para treinamento, todos nas dimensões de 105 x 70 m, prédio administrativo do futebol profissional, departamento médico e sala de musculação.

Concentração do Futebol Profissional Vidigal Guimarães[23]

O espaço destinado aos atletas profissionais de futebol do Vitória foi inaugurado em 2001 e reformulado em 2013[99][100] possuindo uma área de aproximadamente 9.000m² e é equipado com:

  • Piscina térmica, com adaptação para regenerativo e reabilitação
  • Dez apartamentos triplos com suíte
  • Dois apartamentos duplos com suíte
  • Dois apartamentos duplos para comissão técnica com suíte
  • Casa da Administração
  • Casa com refeitório
  • Salão de jogos
  • Sala de vídeo, TV e som com climatização
  • Sala de leitura e biblioteca com climatização
  • Salão para preleção
  • Sala de administração
  • Business Center com ambiente de computação e internet
  • Restaurante com climatização e dois ambientes
  • Capela interna
  • Enfermaria para dois ocupantes
  • Lavanderia
  • Almoxarifado
  • Rouparia
  • Farmácia
  • Copa cozinha
Concentração de Futebol Amador Raimundo Rocha Pires[23]

Espaço destinado ao jogadores da divisão de base do clube. Foi totalmente reformulado. O nome dá-se ao ex-presidente do Vitória, Raimundo Rocha Pires. Atualmente moram cerca de 100 atletas na concentração.

Sede Náutica Edgar Texeira

Localizada no bairro da Ribeira, na Avenida Men de Sá, 14, com 536m², conta com uma oficina de barcos e concentração dos atletas. É destino aos esportes náuticos do Vitória.

A marca Vitória

De acordo com a empresa de consultoria BDO RCS Auditores Independentes, no ano de 2012 a marca do clube tornou-se a décima sexta de maior valor no Brasil, ultrapassando os 42 milhões de reais.[101] Em 2013 alcançou 44 milhões na décima oitava posição, no ano seguinte, novamente na 16ª posição, com setenta milhões,[102] e na mais recente pesquisa em 2015, o clube aparece 17ª posição.[103] Já em outra pesquisa, realizada em março de 2013 pela Pluri Consultoria, o Vitória é elencado como o clube mais valioso do Norte/Nordeste, com valor de mercado superior a 60 milhões de reais.[104][105] Em termos de planejamento financeiro, é de se destacar também que o Vitória é o clube que acumula a 2ª menor dívida dentre os vinte principais do futebol nacional, cerca de 15 milhões de reais, em 2013.[106][107] Apenas o Atlético Paranaense possui um endividamento menor. E também o 3º clube que menos desembolsa com despesas financeiras[108] e como sendo uma das quatro melhores gestões financeiras do futebol brasileiro no período de 2007 a 2012,[109] e o segundo clube de gestão mais eficiente entre os anos de 2008 e 2013.[110] Além disso, foi o clube das Américas que teve uma maior valorização do elenco em 2013, segundo levantamento divulgado pela Pluri Consultoria, em janeiro de 2014.[111] Em março de 2015, o Vitória é elencado pelas consultorias Maksen Consulting e a Trevisan Escola de Negócios como o terceiro clube no ranking geral na pesquisa IDE 2014 - Clubes de Futebol, que avaliou os principais clubes brasileiros em relação a infraestrutura, recursos humanos, governança, organização, captação, desenvolvimento, marca, resultado financeiro, social e esportivo. O rubro-negro ainda foi considerado o primeiro do país no subíndice de gestão.[112]

Torcida

A torcida rubro-negra lotando o Barradão, casa do clube desde 1986.

A torcida do Vitória representa hoje uma das 15 maiores do futebol brasileiro, com mais de 1% na maioria das pesquisas, o que representa cerca de dois milhões e quinhentos mil torcedores no país. É também a que mais cresce na Região Nordeste, especialmente entre os mais jovens e, segundo levantamento mais recente das maiores torcidas do Brasil, realizado pelo instituto Datafolha em dezembro de 2012,[113] possui a segunda maior torcida da Bahia, segunda maior do Nordeste, a 14ª maior torcida do Brasil e a oitava maior torcida jovem do país.

Tal crescimento é nítido nas arquibancadas. Entre os anos de 1995 e 2005, a média de público no Estádio do Barradão rodeava os 220 mil torcedores/ano. De 2006 até 2011, essa média mais do que dobrou, atingindo 500 mil torcedores ao ano. No mês de outubro de 2012, a torcida rubro-negra já havia superado os 400 mil pagantes somente neste ano.[114] Também em 2012, o clube obteve a melhor média de público dentre os 20 participantes da Série B, com cerca de 16.192 pagantes por jogo, número que o fez alcançar também o posto de nona melhor média dentre todos os clubes brasileiros no ano.[115]

Crescimento

Na última década, sua torcida consolidou-se como uma das 15 maiores do futebol brasileiro, com mais de 1% na maioria das pesquisas, o que representa cerca de dois milhões e quinhentos mil torcedores em todo o país. Segundo pesquisa da empresa de consultoria Pluri, divulgada em março de 2012, o Vitória ocupou a 15ª colocação.[116][117][118] Em outro levantamento, divulgado em dezembro do mesmo ano pelo Datafolha, o rubro-negro ocupou a 14ª posição dentre as maiores torcidas do país, com 1,11% do total de torcedores.[113] E em um mais recente, realizado em junho de 2014 pelo instituto Datafolha, o rubro-negro ocupa agora a 13ª posição, com 1% do total de torcedores no país. A torcida do Vitória é também a que mais cresce no Nordeste do Brasil, tendo a segunda maior torcida da Bahia, segunda maior do Nordeste,[118] a 15ª maior torcida do Brasil e a oitava maior torcida jovem do país. É exatamente entre o mais jovens que nota-se um acentuado crescimento da torcida do "Leão", fato que pode ser explicado com a recente consolidação do clube em âmbito estadual e regional, em especial nas duas últimas décadas.

Numa escala de crescimento da torcida do Vitória, destaca-se uma curva crescente entre o final da década de 1980 e meados da década de 2000, devido aos vários fatores que destacaram o clube no cenário baiano e nordestino neste período. Dentre eles, podemos citar a construção do Estádio Manoel Barradas, o Barradão, o vice-campeonato brasileiro em 1993 e a hegemonia de títulos estaduais – foram 16 em pouco mais de 20 anos, entre as edições de 1989 e 2010. Num âmbito regional, podem ser citados também os quatro títulos nordestinos em nove edições disputadas neste período: em 1997, 1999, 2003 e 2010.

Devido a tudo isto, é mais destacável o crescimento da torcida rubro-negra dentre os mais jovens.

Décadas de 1980 e 1990

Para se ter uma ideia, na primeira pesquisa sobre torcidas de futebol que se tem conhecimento, em meados de 1983, o Vitória, que vivia uma das piores fases de toda sua história, sequer apareceu nos registros, e da mesma forma foi nas pesquisas seguintes. Já em 1993, como citado acima, ano em que o "Leão da Barra" foi finalista do Campeonato Brasileiro, começava a se notar um leve crescimento no número de torcedores do clube. A partir daí, a torcida rubro-negra começava então a atingir sua maior curva crescente e, no ano de 1998, aparecia pela primeira vez em uma pesquisa realizada pelo IBOPE em parceria com o Lance!, e segundo ela, de cada treze torcedores do arquirrival Bahia, já existiam oito do Vitória, o que significava que a torcida do Bahia era 63% superior à do rubro-negro.[114]

Década de 2000 e atualidade

Em 2002, uma nova pesquisa, agora realizada pelo Datafolha em parceria com a Revista Placar praticamente confirma os dados obtidos pelo Ibope, registrando oito torcedores do Bahia para cada cinco do Vitória (cerca de 60% maior).[114] Alguns anos mais tarde, em uma outra pesquisa realizada pelo IBOPE em parceria com o Lance!, em meados de 2010, a evolução da torcida rubro-negra passava a tomar contornos interessantes. Segundo os dados obtidos, para cada quatro torcedores tricolores, agora existiam três rubro-negros, mostrando que a torcida do Bahia era 33% maior que a do Vitória.[114]

Em 20 março de 2012, agora segundo levantamento da empresa de consultoria Pluri, o Vitória ocupa a 15ª colocação dentre todas as torcidas do Brasil,[116][117][118] com cerca de dois milhões de torcedores, o que representa 1% no total da pesquisa. O crescimento é ainda maior no duelo Ba-Vi, visto que agora, para cada seis tricolores, existem cinco rubro-negros, fazendo a superioridade, que no início das contagens era de cerca de 60%, ser reduzida para 20%. Considerando-se apenas os dois rivais, o Bahia possui 54,5% da torcida, contra 45,5% do Vitória.[116]

Em outro levantamento, divulgado em 15 de dezembro de 2012 pelo Datafolha, o rubro-negro ocupa a 14ª posição dentre as maiores torcidas do país, com 1,11% do total de torcedores.[113] Numa junção de todos estes levantamentos mais recentes, entre 2010 e 2012, o Vitória possui entre dois milhões e trezentos e dois milhões e oitocentos mil torcedores em todo o Brasil.[116] No entanto, esse percentual diminuiu com uma pesquisa divulgada, pela Pluri Consultoria, em 26 março de 2013, na qual a torcida rubro-negra aparece na 15ª posição, com 0,8% do total de torcedores - 2,6% da região Nordeste -, diferença esta, dentro da margem de erro da pesquisa.[119] Em nova pesquisa realizada em junho de 2014 e divulgada em agosto pelo Datafolha coloca o rubro-negro na 13ª posição entre as maiores torcidas do país, com acréscimo de 1% do total do país.[120] No mesmo mês, a Lance! em parceria com a Ibope divulgou nova pesquisa, que coloca o rubro-negro, junto com o arquirrival Bahia, como as maiores torcidas do Norte-Nordeste do Brasil. O Vitória ocupa a 14ª posição, ou 1,3% do total, com mais de 2,6 milhões de torcedores.[121]

Associados

O Vitória mantém um plano de sócio-torcedor, chamado de "Sou Mais Vitória" (SMV),[122] na qual vem se consolidando como um importante apoio para a gestão do clube. O plano consiste-se em 3 categorias: "Plano Bronze", "Plano Prata" e "Plano Ouro". Os torcedores que optam por essas categorias têm diferentes preferências na compra de ingressos. Além disso, os torcedores têm descontos na compra de produtos oficiais na loja do clube e também há a possibilidade de participarem de promoções.[122][123] Recentemente, o clube divulgou que iria renovar seu plano de sócio-torcedor, trazendo mais vantagens e benefícios, visando a atrair mais torcedores. Estes seriam, novas formas de pagamento, adesão e renovação pela internet do plano, comunicação direta com o clube e com empresas parceiras, loja exclusiva do sócio, entre outros.[123][124] O Vitória fechou parceria com a empresa especializada MICROTAG para a administração do plano.

O Vitória está, hoje, entre os vinte clubes com o maior programa sócio-torcedor do Brasil, com mais de 30 mil sócios.[125]

A cantora Ivete Sangalo é talvez a torcedora mais ilustre do clube, e costuma frequentar o Barradão.[126][127][128]

"Vitória na TV"

O "Vitória na TV" é um programa que mostra as principais informações do Vitória, bem como quadros especiais e imagens do clube ao torcedor.[129] É transmitido para toda a Bahia e, a partir de fevereiro de 2013, será transmitido para todo o Brasil, em parceria com a Globosat.[129] O Vitória foi um dos pioneiros a ter esse tipo de conteúdo exclusivo na televisão.

Torcedores ilustres

Entre os torcedores mais famosos do clube,[130][131] estão os cantores Ivete Sangalo,[126][127] Daniela Mercury, Pitty, Durval Lélys, Alinne Rosa, Compadre Washington, Pepeu Gomes, Emanuelle Araújo, Gilmelândia, Tatau, Xanddy, Léo Santana, Alexandre Peixe, Carla Perez e Carla Cristina; os atores Wagner Moura e Lázaro Ramos; a modelo Adriana Lima; o pugilista Acelino "Popó" Freitas; o escritor João Ubaldo Ribeiro;[132] o cineasta José Araripe Júnior; o guerrilheiro e militante político Carlos Marighella (falecido em 1969); os políticos Orlando Silva (ex-Ministro do Esporte), Antônio Imbassahy (deputado federal), João Henrique Carneiro (ex-prefeito de Salvador), seu pai João Durval Carneiro (ex-governador da Bahia) e Antônio Carlos Magalhães (também ex-governador, falecido em 2007), além de Fernando Baía, músico da banda Tihuana, que frequentemente vai ao seus shows com camisas do Vitória, além de ter o escudo do clube tatuado em seu braço.[133]

Futebolistas

Elenco atual

Última atualização: 18 de julho de 2025.[134][135]

Elenco atual do Vitória.
N.º Pos. Nome N.º Pos. Nome N.º Pos. Nome
1 G Lucas Arcanjo 17 M Aitor Cantalapiedra 44 V Gabriel Baralhas
2 LD Claudinho 19 A Kike Saverio 66 LE Maykon Jesus
3 Z Zé Marcos 20 M Rúben Rodrigues 76 M Felipe Cardoso
4 Z Camutanga 21 V Dudu 77 Z Neris
5 Z Lucas Halter 22 A Lucas Braga 79 A Renato Kayzer
6 M Pepê 23 A Fabri 83 LE Jamerson
7 A Romarinho 27 LD Raúl Cáceres 99 A Carlinhos
8 V Ronald 28 V Ricardo Ryller L Nathan Mendes
10 M Matheuzinho 29 V Willian Oliveira
11 A Osvaldo 31 A Renzo López
12 G Thiago Couto 33 A Erick
13 LE Ramon 35 G Fintelman
16 V Rúben Ismael 43 Z Edu

Técnico: Rodrigo Chagas


Rivalidades

Elencos de Bahia e Vitória juntos no primeiro Ba-Vi da história em 1932

A primeira rivalidade do Vitória foi com o São Salvador, um clube poliesportivo que, no início do século XX, figurava entre as principais forças do futebol baiano. O confronto entre as duas equipes ficou conhecido como "Ajuste de Contas".[136] No entanto, a principal rivalidade do clube é com o Bahia, com quem disputa o clássico "Ba-Vi". Esse confronto teve início em 10 de abril de 1932, durante uma partida válida pelo Torneio Início, competição que marcava a apresentação das equipes para a temporada que se aproximava.[137] A partida terminou com a vitória do Bahia por 3 a 0, em um jogo que, devido às peculiaridades do torneio, teve apenas 20 minutos de duração.[138][139] Desde então, Vitória e Bahia passaram a protagonizar um dos maiores clássicos do futebol brasileiro.[140][141] Em 2016, a revista inglesa FourFourTwo classificou essa rivalidade como a 42ª maior do mundo.[142] No dia 1º de fevereiro de 2025, os clubes se enfrentaram pela 500.ª vez, em partida válida pelo Campeonato Baiano.[143]

Títulos

Com a conquista do título em 2024, o Vitória alcançou seu 30.º Campeonato Baiano, consolidando-se como o segundo maior campeão da história da referida competição.[144] No âmbito regional, o clube acumula quatro títulos da Copa do Nordeste, além de uma edição do Torneio José Américo de Almeida Filho, competição de caráter regional organizada pela Federação Paraibana.[145] O Vitória tem buscado o reconhecimento desta competição como uma edição oficial da Copa do Nordeste, entretanto, ainda aguarda uma resposta da Confederação Brasileira sobre seu pedido.[145] De todo modo, o título de maior relevância foi obtido em 2023, com a conquista da Série B do Campeonato Brasileiro, o que conferiu ao clube o status de 72.ª equipe na história do futebol brasileiro a conquistar um título nacional, considerando que, até aquele momento, tal feito ainda não havia sido alcançado.[146]

Nacionais
Competição Títulos Temporadas
Campeonato Brasileiro - Série B 1 2023[147]
Regionais
Competição Títulos Temporadas
Copa do Nordeste 4 1997[148], 1999,[148] 2003[148] e 2010[148]
Torneio José Américo de Almeida Filho 1 1976[149]
Estaduais
Competição Títulos Temporadas
Campeonato Baiano 30 1908,[150] 1909,[150] 1953,[150] 1955,[150] 1957,[150] 1964,[150] 1965,[150] 1972,[150] 1980,[150] 1985,[150] 1989,[150] 1990,[150] 1992,[150] 1995,[150] 1996,[150] 1997,[150] 1999,[150] 2000,[150] 2002,[150] 2003,[150] 2004,[150] 2005,[150] 2007,[150] 2008,[150] 2009,[150] 2010,[150] 2013,[150] 2016,[150] 2017[150] e 2024[150]

Categorias de base

Durante a década de 1990, o Vitória consolidou suas categorias de base, assumindo um papel de destaque como um dos clubes pioneiros no futebol brasileiro a priorizar a formação de atletas profissionais.[151][152] Esse processo de desenvolvimento, que mais tarde ganharia o nome de "Fábrica de Talentos",[151][152] teve início com a contratação de Newton Motta, oriundo do Bahia. Apesar das limitações financeiras da época, o clube implementou uma série de medidas estratégicas, como a qualificação das atividades em campo e o aumento dos critérios de exigência no processo de formação dos jogadores. Os primeiros resultados concretos desse projeto tornaram-se visíveis na final do Campeonato Brasileiro de 1993, na qual cinco dos 11 jogadores titulares da equipe principal haviam sido formados nas categorias de base do clube.[151][152]

O período entre 1995 e 2000 representou o auge das conquistas esportivas das categorias de base do Vitória, com a obtenção de 21 títulos internacionais.[153] Além do sucesso dentro de campo, o projeto também proporcionou significativo retorno financeiro, viabilizando novos investimentos que continuaram a gerar benefícios ao clube até a década de 2010.[151] Nesse mesmo período, o Vitória revelou diversos atletas, entre eles os futuros campeões mundiais Dida, Júnior Nagata e Vampeta. Ao lado do São Paulo, foi o clube que mais formou jogadores integrantes da Seleção Brasileira na conquista do pentacampeonato mundial.[151]

Na década de 2010, o Vitória enfrentou uma grave crise política, que resultou em sucessivos rebaixamentos e na significativa redução do orçamento destinado ao futebol. Esse cenário impactou diretamente o trabalho de formação de atletas, comprometendo inclusive a infraestrutura física do clube. Em 2021, o então presidente Fábio Mota relatou que as categorias de base encontravam-se em situação precária, sem camas, ar-condicionados, alimentação adequada e bolsas-auxílio para os jovens atletas.[154] Ainda assim, o clube obteve algumas conquistas nas divisões de base, sagrando-se campeão da primeira edição da Copa do Brasil Sub-20, em 2012, e da Copa do Brasil Sub-17, em 2015.[154]

Outros esportes

Apesar de ser conhecido em todo Brasil pelo seu futebol, o Esporte Clube Vitória sempre teve uma forte ligação com outros esportes. Atualmente, além do futebol, o Rubro-Negro mantém equipes nas práticas de outros esportes, como os citados abaixo. Somando-se todas as modalidades esportivas, cerca de 250 atletas representam o clube.[155][156]

Remo

Fora o futebol, o remo é o esporte em que o "Leão" mais se destaca. Desde 1901, o Vitória mantém uma tradição de títulos, tendo conseguido vencer 24 das 30 competições que disputou entre 1943 e 1972, além de manter o recorde brasileiro de títulos consecutivos, quando conquistou 11 entre 1943 e 1953.[157]

Atualmente, as embarcações do Vitória ficam na Enseada dos Tainheiros, no bairro da Ribeira. A equipe é comandada por Antônio José da Silva, o Toinho. É o atual hexacampeão da Copa Norte-Nordeste e a impressionante marca de doze títulos consecutivos baiano.[158] Além também de ser vice-campeão do Campeonato Brasileiro Master de Remo.[159]

Jiu-Jitsu

No jiu-jitsu, o Vitória se destaca atualmente participando de diversos campeonatos, entre estaduais, regionais, nacionais e mundiais, tendo já conquistado medalhas.[160][161][162][163][164][165][166] A coordenação técnica do jiu jitsu é de Débora Cerqueira.[167]

Taekwondo

No taekwondo, o maior representante é Josyhenrique Cruz, o baiano com mais títulos nacionais na modalidade, campeão brasileiro em 2013.[168] Além de ter terminado a Copa do Mundo de Taekwondo de 2012 na quinta posição.[169]

Judô

No judô, o Vitória/Faculdade Social da Bahia[170] (antigo Vitória/Faculdade 2 de Julho) vem se destacando nas últimas competições disputadas, tanto nas estaduais quanto nas competições nacionais,[171] tendo ganhado a terceira etapa do Campeonato Baiano de Judô Sub-20, disputado em 2012.[172] O Vitória/Faculdade Social da Bahia é formado por equipes Sub-15, Sub-17,[173] Sub-20 e Sub-23.

Basquete

Na década de 1940, o Vitória era conhecido como "Academia", devido à refinada técnica dos seus atletas no basquetebol. Tempos depois atuou sob o nome de Vitória/Faculdade 2 de Julho (em parceria com a baiana Faculdade 2 de Julho),[174] sempre com times competitivos, senão ganhando os campeonatos, ficando entre os primeiros.[175]

Graças a parceria com a Universidade Salgado de Oliveira (UNIVERSO) em meados de 2015, ganhou uma vaga na elite do basquetebol brasileiro, o Novo Basquete Brasil (NBB).[176][177] Devido à parceria, é denominado agora preferencialmente por Universo/Vitória. Estreou na temporada 2015–16 do NBB, a liga de basquete mais importante do Brasil e tem como mando de jogo o Ginásio Poliesportivo de Cajazeiras, na capital baiana.[178][179] O Universo/Vitória é o primeiro representante do estado da Bahia no NBB e o segundo do Nordeste (após o Basquete Cearense). O time sucedeu a vaga do Unitri/Uberlândia, que saiu por problemas financeiros de Uberlândia.[180] A mudança foi repentina e um elenco completamente novo foi formado.[177][181] No primeiro ano no NBB, a equipe chegou aos playoffs.

Futsal

Assim como no futebol, o Vitória terminou a década de 1990 como o melhor da Bahia no futsal. Sempre formando times fortes, o Leão continua revelando craques para o futsal nacional, como Careca, Léo e Lalau, que foram campeões mundiais universitários pela Seleção Brasileira, em 2000.

Surfe

O maior representante no surfe do Vitória é Marco Fernandez, disputando várias competições nacionais e internacionais.

Futebol de 7

Equipe formada para a disputada de campeonatos de futebol society.[182]

Natação

A natação é mais um dos esportes que o Vitória se destaca. O clube, em 2004, criou a equipe Vitória/Marlyn para disputar as competições da Federação Baiana de Desportos Aquáticos e do calendário da Confederação Brasileira. O Vitória/Marlyn foi formado por cerca de 50 atletas que nadavam pelo Aeco, Clube dos Médicos, Mendel e Colégio São José.

Nos últimos, vem se destacando a multicampeã paraolímpica Mônica Veloso.

Vôlei

Apesar de já ter sua academia de voleibol há um bom tempo, só teve seu auge profissionalmente entre 2001 e 2003, quando dominou o esporte no cenário estadual e regional.[183] Em 2009, após cinco anos longe das quadras, retornou triunfante, vencendo todos os torneios disputados no ano.[184] O Vitória/Faculdade Social da Bahia também tem uma equipe de voleibol juvenil.[185]

Vôlei de Praia

No vôlei de praia, o Vitória é representado por Yuri e Álvaro Andrade. Os dois já disputaram o Circuito Nacional Banco do Brasil de Vôlei de Praia, que é o principal torneio realizado no Brasil e é considerado o mais forte do mundo, além de outros torneios nacionais como o Circuito Challenger Banco do Brasil de Vôlei de Praia, considerado o segundo circuito mais importante do Brasil.[186][187] Além destes, Paulo Frank e Jan também representam o clube.

Nas competições de base, o clube vem faturando títulos.[188]

Boliche

No boliche, a equipe do Vitória conquistou vários títulos, como o Brasileiro de Clubes, em Belo Horizonte, e venceu o Campeonato Baiano de Boliche Individual em 2011.[189]

Futebol Feminino

O futebol feminino disputou sua primeira competição em 2011, o Campeonato Baiano de Futebol Feminino, na qual acabou terminando na 3ª posição. É formado nas categorias sub-15, sub-17 e sub-20 sob coordenação de Francisco Cardoso, o Quinho.[190]

Futebol Americano

No futebol americano, o Vitória é representado pelo Vitória Futebol Americano.[191]

Handebol

No handebol, o Vitória mantém uma equipe masculina e feminina (Vitória/Faculdade Social da Bahia), sob coordenação de Antônio Marcos.[192]

Futevôlei

No futevôlei, o Vitória mantém uma equipe feminina, sob coordenação técnica de Many Gleise.[193] A equipe já conquistou a Copa Le Parc de Futevôlei e o Campeonato da Praia de Aleluia.

MMA

O maior representante no MMA é Leonardo Augusto Guimarães, o Leleco, tendo maior destaque nos últimos anos como ao participar do Imortal Fight Championship.[194][195] Em 2015, ganhou o Prêmio Osvaldo Paquetá, na categoria melhor virada de luta.[196] No mesmo ano, assinou contrato com a maior competição de MMA do mundo, o Ultimate Fighting Championship.[197]

Diretoria

Para o triênio 2023-2025.[198]

Conselho Diretor
  • Presidente: Fábio Rios Mota
  • Vice-presidente: Djalma Nunes Abreu
Conselho Deliberativo
  • Presidente: Nilton Gonçalves de Almeida Filho
  • 1º Vice-presidente: Luciano Patrício de Oliveira
  • 2º Vice-presidente: Vagner Reis Santana
  • Secretário do Conselho Deliberativo: Ralph Fernandes de Oliveira Neto
Conselho Fiscal
  • Presidente: Raimundo Dias Viana
  • Vice-presidente: Bruno Almeida Torres

Presidentes

Dentre os presidentes do Vitória, destacam-se três nomes. Manoel Pontes Tanajura, de 1951 a 1953, formulou o que viria a ser o profissionalismo do clube, fazendo com o que o mesmo tomasse os formatos atuais dos clubes brasileiros.

De 1983 a 1986, José Alves Rocha foi o responsável por liderar a construção do Estádio Manoel Barradas, maior patrimônio de um clube da Bahia e um dos maiores do Nordeste, e que seria o ponto em que a hegemonia estadual viria para o lado rubro-negro.[96]

Dando prosseguimento ao trabalho de José Rocha, Paulo Carneiro, que presidiu o clube (entre Vitória S/A e EC Vitória) de 1991 a 2005, comandou o Leão durante os momentos mais vencedores de sua história, trazendo mais títulos em quinze anos do que foram conquistados em oitenta.[199]

O ano de 2015 ficou marcado na história política do Vitória pela renúncia do presidente Carlos Falcão, indicado pelo seu antecessor Alexi Portela e eleito por aclamação pelo conselho, teria mandato até o final de 2016.

No dia 31 de março de 2015, exatos oito dias após a renúncia de Carlos Falcão, com 186 votos válidos, Raimundo Dias Viana é eleito o mais novo presidente do Vitória. Com Viana, Manoel Matos deixa a direção das divisões de base para ocupar a cadeira de vice-presidente do clube. Embora o mandato tenha validade até o dia 31 de dezembro de 2016, por se tratar da continuidade do pleito do renunciado Falcão,[200] Viana consegue ocupar o cargo mais importante da agremiação.[201]

Ver também

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Notas

Referências

  1. «Vitória x Avaí: Rubro-negro joga para se garantir no G-4». iBahia. Consultado em 20 de julho de 2023 
  2. Raphael Carneiro (2009). «BaVi - Uma paixão sem limites, pág. 124» (PDF). Editora Plus. Consultado em 8 de abril de 2010. Arquivado do original (PDF) em 22 de novembro de 2009 
  3. Luciano Santos. «Torcida errou e o grito pegou». BarradaoOnline.com.br. Consultado em 8 de abril de 2010. Arquivado do original em 4 de maio de 2008 
  4. «Fábrica de Talentos: Mais uma vez a base para ajudar o Vitória». AB Notícia News. Consultado em 20 de julho de 2023 
  5. «Com possível despedida, Vitória recebe Feirense em busca da 11ª final seguida». UOL. Consultado em 20 de julho de 2023 
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  7. Vitória acerta com patrocinador para maiores de 18 e torcida brinca ge.globo.com.
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  9. a b Pedro Werner (3 de fevereiro de 2011). «Nossa torcida mostra o lado rubro-negro da força». globoesporte.com. Consultado em 9 de maio de 2014. Arquivado do original em 12 de maio de 2014 
  10. Carlos Brandão (12 de abril de 2014). «VamosVirarNego: CARREATA RUMO AO TÍTULO». globoesporte.globo.com. Consultado em 9 de maio de 2014. Arquivado do original em 11 de outubro de 2014 
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Bibliografia

Ligações externas