Copa do Nordeste de Futebol

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Copa do Nordeste de Futebol
Nordestão
CopaNordeste2017.png
Logomarca atual
Dados gerais
Organização Liga do Nordeste (2010)[1]
FAF (1994)
CBF (1997–2003 e 2013–atualmente)
Edições 16
Outros nomes Nordestão
Campeonato do Nordeste
Lampions League
Local de disputa Nordeste do Brasil
Número de equipes 20
Sistema Fase Preliminar
Grupos (1ª fase)
Mata-mata (2ª fase)
Soccerball current event.svg Edição atual
editar

A Copa do Nordeste de Futebol (também conhecida como Nordestão, Campeonato do Nordeste e Lampions League) é uma competição de futebol disputada entre equipes da Região Nordeste do Brasil.

Considerado um dos campeonatos regionais mais importantes do país (por alguns, o mais importante), o "Nordestão" foi uma competição intermitente no calendário do futebol brasileiro em seus primeiros anos. Organizada oficialmente pela primeira vez em 1994, o torneio foi disputado continuamente entre 1997 e 2003, época em que passou a ser organizado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Teve quase todas suas edições canceladas entre 2004 e 2012, com exceção da edição de 2010. Retornou novamente ao calendário do futebol brasileiro em 2013.[nota 1]

Entre as edições de 1997 e 1999, o campeão garantiu também uma vaga na Copa Conmebol, mas a partir das edições de 2000 até 2013 o campeão não garantiu vaga porque a Copa Conmebol foi extinta. Entre as edições de 2014 a 2016, os campeões obtiveram vaga para a Copa Sul-Americana do mesmo ano.[2] A partir de 2017, o campeão garantia vaga direta nas oitavas de final da Copa do Brasil do ano seguinte.[3]

Nas 14 edições realizadas, houve oito clubes campeões. O Vitória é o maior vencedor do "Nordestão", com quatro títulos, seguido por Bahia e Sport, com três conquistas, e por América de Natal, Campinense, Ceará, Sampaio Corrêa e Santa Cruz, com uma conquista cada um.[nota 2]

O Campinense e o Sampaio Corrêa, campeões das edições de 2013 e 2018, respectivamente, foram os únicos a conquistarem o torneio sem levar nenhum gol em seus domínios. O confronto mais vezes repetido em toda a história da competição é entre Vitória e América de Natal, com 21 jogos. Foram 14 vitórias do rubro-negro baiano, 4 do alvirrubro potiguar, além de 3 empates.[5]

História

Origens

A possível origem do que é a atual Copa do Nordeste de Futebol é um assunto controverso,[4][6] historicamente a Copa do Nordeste sempre foi um torneio intermitente no calendário do futebol brasileiro. De fato, a gama de campeonatos deste porte seria bem mais ampla, algumas delas até com a chancela da Confederação Brasileira de Desportos (CBD, precursora da atual CBF).[7] De 1946, quando foi disputado um torneio quadrangular em Natal, vencido pelo Fortaleza, até 1994, quando foi realizada a primeira Copa do Nordeste reconhecida pela CBF, foram disputados vários torneios de futebol de amplitude regional no Nordeste – com pesos diferentes, naturalmente – onde alguns clubes se intitulam campeões da copa Nordeste. Porém, a antiga discussão sobre a chancela oficial dos títulos desses torneios permanece com a CBF, que evita tocar no assunto sobre as competições anteriores a 1994, data da primeira Copa do Nordeste, também denominada de "Taça Governador Geraldo Bulhões". Curiosamente, foi a única reconhecida posteriormente, quando a confederação passou a organizar o certame. Além disso, foram realizadas também muitas competições amistosas entre dois ou três estados, mas que não são e nem podem ser consideradas torneios regionais já que não houve a participação dos estados em sua maioria.[4][8]

Torneio José Américo de Almeida Filho

Em 1975, o certame foi organizado em homenagem ao estádio homônimo, o Almeidão, em João Pessoa, inaugurado no mesmo ano. Na temporada seguinte, o torneio foi ampliado, com direito à curiosa participação do Volta Redonda, do Rio de Janeiro.[4] Segundo a visão do presidente da Liga do Nordeste, Alexi Portela, o Torneio José Américo de Almeida Filho de 1975 foi a primeira competição realizada no Nordeste que representou o início da atual Copa do Nordeste de Futebol, em setembro de 2014, ele encaminhou à direção de competições da entidade máxima do futebol brasileiro uma nova lista de "campeões oficiais", que inclui as edições do Torneio José Américo de Almeida Filho de 1975 e 1976.[4][9] Porém, até hoje, a CBF não pronunciou sobre o assunto.[4]

O Torneio José Américo de Almeida Filho de 1975 contou com a participação de seis equipes de três estados: Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte.[6][10] Atualmente o CRB reivindica o reconhecimento dessa competição pela CBF como Copa do Nordeste.[11] O torneio de 1976, englobou campeões e vices de seis estados nordestinos: Alagoas, Bahia, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe, além do Volta Redonda, clube convidado do Rio de Janeiro. Após reivindicações do Vitória, essa competição chegou a ser reconhecida inicialmente pela CBF, em setembro de 2012, como a edição inaugural do que hoje é a Copa do Nordeste, através de seu guia anual, Guia do Campeonato Brasileiro de 2012. Porém, os títulos deste documento, foram anunciados pelos próprios clubes e não pela CBF em si,[12] cabe também observar que o reconhecimento de títulos pela CBF vem através de Resoluções de Presidência da mesma, não através do Guia do Campeonato Brasileiro. O referido Guia traz, inclusive, uma seção de bibliografia, em que constam fontes externas (diversos sites, inclusive a própria Wikipédia), que não são documentos oficiais da CBF.[6][13][14] Mas nas edições posteriores, esta decisão foi revista, como na edição do Guia do Brasileirão - CBF 2015.[15] Com outras competições nordestinas que foram realizadas anteriormente ignoradas, o título de 1976 tornou-se polêmico.[4]

Taça Governador Geraldo Bulhões

Após a edição do Torneio José Américo de Almeida Filho de 1976, somente no ano de 1994, foi novamente realizado um certame envolvendo os times do Nordeste, agora com um novo formato. Sob o nome de Taça Governador Geraldo Bulhões, à época governador do estado de Alagoas, a competição rapidamente se popularizou como "Copa do Nordeste". A organização foi da FAF, e o torneio foi inteiramente disputado no estado alagoano. A final aconteceu na capital, Maceió, no Estádio Rei Pelé, entre Sport e CRB. Após um empate em 0 a 0 no tempo normal, o time pernambucano foi campeão pelo placar de 3 a 2 na disputa de pênaltis.[16] Este torneio é reconhecido oficialmente pela CBF como a primeira edição do "Nordestão".[4][12]

Organização da CBF

Em 1997, o torneio passou então a ser organizado pela CBF, com os clubes entrando pelo critério de merecimento: participavam apenas os melhores classificados nas respectivas competições estaduais. Nos dois primeiros anos, assegurava ao campeão uma vaga na Copa Conmebol do mesmo ano.[17] O sistema de grupos foi deixado para trás e a primeira Copa dessa nova "era" foi disputada apenas em mata-mata. O Vitória chegou à final invicto, assim como seu arquirrival, Bahia, fazendo a primeira de três finais em que, até hoje, a dupla Ba-Vi decidiu o campeonato. O resultado foi 4 a 2 no agregado para o rubro-negro, se sagrando campeão pela primeira vez.[18]

Já em 1998, com o sistema de grupos de volta, mais uma vez o Vitória chegou à final, dessa vez tendo como adversário o América de Natal. Derrotado por 2 a 1 na partida de ida, o clube potiguar ficou com a obrigação de vencer em Natal, tarefa que cumpriu, fazendo 3 a 1 no time baiano e ficando com o título.[19][20]

No ano seguinte, o favoritismo era do Bahia, que havia terminado a fase de grupos invicto e passou por América de Natal e CSA com certa facilidade nas fases seguintes.[21] O adversário da final, mais uma vez, era o Vitória, dono de uma campanha razoável ao longo da competição. Porém, vencendo por 2 a 0 a partida de ida e perdendo por 1 a 0 a de volta, o "Leão da Barra" confirmou sua hegemonia no torneio, sagrando-se o primeiro bicampeão do Nordeste.[22][23] Este foi também um ano de muitos times estreantes na competição, num total de cinco: Baraúnas, Campinense, Juazeiro, Lagartense e Porto.[22]

Na sua quarta final consecutiva, em 2000, o Vitória agora enfrentaria o Sport, dono da melhor campanha até então. O fato acabou sendo determinante no título do clube pernambucano, já que, com dois empates em 2 a 2, foi considerado campeão por tê-lo feito.[24]

Regional de maior sucesso do país

Em 2001, uma nova fórmula para o certame foi designada, passando agora a ser disputado por 16 equipes no sistema de pontos corridos, com os quatro melhores pontuadores ao fim dos confrontos avançando às semifinais. Tal mudança gerou grande investimento no campeonato, e chegou a ser a competição com melhor média de público do país na época.[25][26][27] Nas duas edições em que foi disputada por pontos corridos, assim como em 2000, os primeiros colocados ganhavam vagas na Copa dos Campeões.[28]

Náutico, Bahia, Fortaleza e Sport avançaram à segunda fase, disputada em apenas um jogo eliminatório. O Bahia bateu o terceiro colocado Fortaleza e fez a segunda final seguida. Dessa vez enfrentando o Sport, o tricolor baiano se sagrou campeão ao vencer a equipe pernambucana por 3 a 1.[29]

Em 2002, o Vitória chegou à final contra o Bahia, a terceira vez em que o clássico Ba-Vi decidiu o maior torneio nordestino. O rubro-negro acabou não conseguindo reverter a vantagem que o tricolor impôs no jogo de ida, 3 a 1, e a partida de volta ficou apenas num empate em 2 a 2, dando ao Bahia o segundo título consecutivo.[30][31]

Cancelamento e retorno

Depois de uma última edição sem diversos dos principais clubes da região, que teve como campeão o Vitória, pela terceira vez, em cima do Fluminense de Feira, o torneio foi cancelado em 2004 pela CBF por falta de datas no calendário anual, apesar do notável crescimento e da importância que ganhava no cenário nacional, embora o contrato acertado com os clubes garantisse mais algumas edições.[32] Vários desses clubes processaram a entidade máxima do futebol brasileiro e ganharam a causa.[33] Um acordo foi feito no início de 2010 para a volta do campeonato, com a condição da extinção deste processo.[34] Esse acordo foi aceito e, assim, a Copa voltou no dia 9 de junho de 2010.[35][36]

Utilizando em sua maioria jogadores das categorias de base, o Vitória classificou-se em segundo lugar na primeira fase e venceu a final (disputada em jogo único) contra o estreante em decisões ABC. Por ter se classificado na primeira colocação, o ABC teve o direito de disputar a final em seu mando de campo, o Frasqueirão, em Natal, mas mesmo assim acabou derrotado por 2 a 1, após a virada do rubro-negro baiano. Assim, o Vitória levantou seu quarto troféu do torneio.[37]

Logo do retorno em 2013

Após mais dois anos sem a disputa do torneio, no dia 13 de setembro de 2012 a CBF oficializou o retorno da competição para o ano seguinte, com esta passando a ser disputada entre os meses de janeiro e março.[38] A partir de 2014, o torneio passará ao seu campeão uma vaga na Copa Sul-americana do mesmo ano.[39]

Maranhão e Piauí

Em 2015, clubes dos estados do Maranhão e do Piauí foram incluídos na competição da Copa do Nordeste. O motivo da não participação de ambos é devido à CBF incluí-los em competições com times da Região Norte do Brasil.[40]

Vagas por federação

Vagas Federação Classificação
3 Pernambuco FPF 1º, 2º e 3º colocados do Campeonato Pernambucano de Futebol
3 Bahia FBF 1°, 2° e 3° colocados do Campeonato Baiano de Futebol
2 Ceará FCF 1º e 2º colocados do Campeonato Cearense de Futebol
2 Alagoas FAF 1º e 2º colocados do Campeonato Alagoano de Futebol
2 Sergipe FSF 1º e 2º colocados do Campeonato Sergipano de Futebol
2 Paraíba FPF 1º e 2º colocados do Campeonato Paraibano de Futebol
2 Rio Grande do Norte FNF 1º e 2º colocados do Campeonato Potiguar de Futebol
2 Maranhão FMF 1º e 2º colocados do Campeonato Maranhense de Futebol
2 Piauí FFP 1º e 2º colocados do Campeonato Piauiense de Futebol

Edições

Ano Final Semifinalistas Número de participantes
Campeão Placar(es) Vice 3º lugar 4º lugar
1994
Detalhes
Pernambuco
Sport
0 – 0
3 – 2 (pen)
Alagoas
CRB
Bahia
Bahia
Alagoas
Cruzeiro-AL
16
19951996 Não houve disputa
1997
Detalhes
Bahia
Vitória
3 – 0
1 – 2
Bahia
Bahia
Ceará
Ceará
Pernambuco
Sport
17
1998
Detalhes
Rio Grande do Norte
América de Natal
1 – 2
3 – 1
Bahia
Vitória
Bahia
Bahia
Paraíba
Botafogo-PB
16
1999
Detalhes
Bahia
Vitória
2 – 0
0 – 1
Bahia
Bahia
Pernambuco
Sport
Alagoas
CSA
16
2000
Detalhes
Pernambuco
Sport
2 – 2
2 – 2
Bahia
Vitória
Sergipe
Sergipe
Bahia
Poções
16
2001
Detalhes
Bahia
Bahia
3 – 1 Pernambuco
Sport
Pernambuco
Náutico
Ceará
Fortaleza
16
2002
Detalhes
Bahia
Bahia
3 – 1
2 – 2
Bahia
Vitória
Pernambuco
Náutico
Pernambuco
Santa Cruz
16
2003
Detalhes
Bahia
Vitória
1 – 1
0 – 0

[nota 3]
Bahia
Fluminense de Feira
Rio Grande do Norte
ABC
Rio Grande do Norte
América de Natal
12
20042009 Não houve disputa
2010
Detalhes
Bahia
Vitória
2 – 1 Rio Grande do Norte
ABC
Alagoas
CSA
Paraíba
Treze
15
20112012 Não houve disputa
2013
Detalhes
Paraíba
Campinense
2 – 1
2 – 0
Alagoas
ASA
Ceará
Fortaleza
Ceará
Ceará
16
2014
Detalhes
Pernambuco
Sport
2 – 0
1 – 1
Ceará
Ceará
Rio Grande do Norte
América de Natal
Pernambuco
Santa Cruz
16
2015
Detalhes
Ceará
Ceará
1 – 0
2 – 1
Bahia
Bahia
Bahia
Vitória
Pernambuco
Sport
20
2016
Detalhes
Pernambuco
Santa Cruz
2 – 1
1 – 1
Paraíba
Campinense
Bahia
Bahia
Pernambuco
Sport
20
2017
Detalhes
Bahia
Bahia
1 – 1
1 – 0
Pernambuco
Sport
Pernambuco
Santa Cruz
Bahia
Vitória
20
2018
Detalhes
Maranhão
Sampaio Corrêa
1 – 0
0 – 0
Bahia
Bahia
Rio Grande do Norte
ABC
Ceará
Ceará
20
2019
Detalhes

20

Títulos

Por clube

Campeões do Nordeste
Clube Títulos Vices 3º lugar 4º lugar
Bahia Vitória 4 (1997, 1999, 2003 e 2010) 3 (1998, 2000 e 2002) 1 (2015) 1 (2017)
Bahia Bahia 3 (2001, 2002 e 2017) 4 (1997, 1999, 2015 e 2018) 3 (1994, 1998 e 2016) 0
Pernambuco Sport 3 (1994, 2000 e 2014) 2 (2001 e 2017) 1 (1999) 3 (1997, 2015 e 2016)
Ceará Ceará 1 (2015) 1 (2014) 1 (1997) 2 (2013 e 2018)
Paraíba Campinense 1 (2013) 1 (2016) 0 0
Pernambuco Santa Cruz 1 (2016) 0 1 (2017) 2 (2002 e 2014)
Rio Grande do Norte América de Natal 1 (1998) 0 1 (2014) 1 (2003)
Maranhão Sampaio Corrêa 1 (2018) 0 0 0
Rio Grande do Norte ABC 0 1 (2010) 2 (2003 e 2018) 0
Alagoas CRB 0 1 (1994) 0 0
Bahia Fluminense de Feira 0 1 (2003) 0 0
Alagoas ASA 0 1 (2013) 0 0
Pernambuco Náutico 0 0 2 (2001 e 2002) 0
Alagoas CSA 0 0 1 (2010) 1 (1999)
Ceará Fortaleza 0 0 1 (2013) 1 (2001)
Sergipe Sergipe 0 0 1 (2000) 0
Paraíba Botafogo-PB 0 0 0 1 (1998)
Alagoas Cruzeiro-AL 0 0 0 1 (1994)
Bahia Poções 0 0 0 1 (2000)
Paraíba Treze 0 0 0 1 (2010)

Por federação

Estado Títulos Vices 3º lugar 4º lugar
 Bahia 7 8 4 2
 Pernambuco 4 2 4 5
 Ceará 1 1 2 3
 Rio Grande do Norte 1 1 3 1
 Paraíba 1 1 0 2
 Maranhão 1 0 0 0
 Alagoas 0 2 1 2
 Sergipe 0 0 1 0

Treinadores campeões

Ano Treinador Time
1994 Givanildo Oliveira Pernambuco Sport
1997 Arturzinho Bahia Vitória
1998 Arturzinho Rio Grande do Norte América de Natal
1999 Ricardo Gomes Bahia Vitória
2000 Celso Roth Pernambuco Sport
2001 Evaristo de Macedo Bahia Bahia
2002 Bobô Bahia Bahia
2003 Joel Santana Bahia Vitória
2010 Ricardo Silva Bahia Vitória
2013 Oliveira Canindé Paraíba Campinense
2014 Eduardo Baptista Pernambuco Sport
2015 Silas Ceará Ceará
2016 Milton Mendes Pernambuco Santa Cruz
2017 Guto Ferreira Bahia Bahia
2018 Roberto Fonseca Maranhão Sampaio Corrêa

Estatísticas

Maiores públicos

Estes são os dez maiores públicos pagantes da história da Copa do Nordeste:

Público Mandante Placar Visitante Estádio Data Ano Ref.
1 65 834 Bahia Bahia 3–1 Pernambuco Sport Fonte Nova 28 de abril 2001 [41]
2 64 689 Bahia Bahia 3–1 Bahia Vitória Fonte Nova 5 de maio 2002 [42]
3 63 399 Ceará Ceará 2–1 Bahia Bahia Arena Castelão 29 de abril 2015 [43]
4 60 068 Ceará Ceará 1–1 Pernambuco Sport Arena Castelão 9 de abril 2014 [44]
5 54 774 Bahia Bahia 0–3 Bahia Vitória Fonte Nova 18 de maio 1997 [45]
6 52 207 Ceará Ceará 0–1 Alagoas ASA Arena Castelão 3 de março 2013 [46]
7 48 510 Vitória Bahia 3–1 Bahia Bahia Fonte Nova 19 de abril 1998 [47]
8 45 473 Bahia Bahia 0–0 Maranhão Sampaio Corrêa Arena Fonte Nova 7 de julho 2018 [48]
9 42 437 Bahia Bahia 2–1 Ceará Fortaleza Fonte Nova 21 de abril 2001 [41]
10 40 359 Bahia Bahia 1–0 Bahia Vitória Fonte Nova 27 de junho 1999 [49]

Médias anuais gerais

  • 2013: 8.350
  • 2014: 7.602
  • 2015: 7.819
  • 2016: 5.873
  • 2017: 5.973
  • 2018: 4.267

Melhores médias anuais

Campeões por aproveitamento

Até a edição de 2018

Pos Times % Ano
1 Pernambuco Sport 83.3% 1994
2 Bahia Bahia 80.4% 2001
3 Bahia Vitória 79.2% 1997
4 Bahia Bahia 75% 2017
5 Bahia Vitória 73.3% 2003
6 Ceará Ceará 72.2% 2015
7 Rio Grande do Norte América de Natal 66.7% 1998
Pernambuco Sport 66.7% 2000
Paraíba Campinense 66.7% 2013
Pernambuco Santa Cruz 66.7% 2016
11 Bahia Vitória 64.6% 2010
12 Bahia Bahia 61.4% 2002
13 Pernambuco Sport 58.3% 2014
Maranhão Sampaio Corrêa 58.3% 2018
14 Bahia Vitória 55.6% 1999

Artilheiros

Ano Artilheiro[50] Time Gols
1994 Fábio Sport 5
1997 Nildo Ceará 6
1998 Paulinho Kobayashi América de Natal 9
1999 Uéslei Bahia 10
2000 Leonardo
Pedro Costa
ABC
Sergipe
6
2001 Kuki Náutico 12
2002 Sérgio Alves Bahia 13
2003 Nadson Vitória 5
2010 Cristiano Alagoano Confiança 10
2013 Marcelo Nicácio
Rodrigo Silva
Vitória
ABC
5
2014 Magno Alves Ceará 8
2015 Max América de Natal 6
2016 Rodrigão Campinense 9
2017 Régis Bahia 6
2018 Yago
Arthur
Vitória
Ceará
5

Desempenho dos clubes

Clube 94 97 98 99 00 01 02 03 10 13 14 15 16 17 18 19
Rio Grande do Norte ABC 10º 11º - - 16º 12º C
Piauí Altos - - - - - - - - - - - - - 14º 14º C
Rio Grande do Norte América-RN 15º 15º 11º 11º 11º - 19º
Alagoas ASA 15º - - - - - - - - - - - - - -
Bahia Bahia - 10º C
Rio Grande do Norte Baraúnas - - - 13º - - - - - - - - - - - -
Paraíba Botafogo 16º 12º 16º 12º 12º - 13º 20º 15º 17º C
Alagoas Capela 14º - - - - - - - - - - - - - - -
Paraíba Campinense - - - 14º - - - - - - - 17º
Ceará Ceará - 11º 11º 14º - C
Sergipe Confiança - 12º 14º - - 14º 16º - 14º 15º 16º 18º - 12º C
Maranhão Cordino - - - - - - - - - - - - - - 18º -
Alagoas Corinthians-AL - - - - - - - 10º - - - - - - - -
Sergipe Coritiba-SE - - - - 14º - - - - - - - - - - -
Alagoas Coruripe - - - - - - - - - - - 11º 12º - - -
Alagoas CRB 14º 12º - 11º 12º 12º 10º C
Alagoas Cruzeiro-AL - - - - - - - - - - - - - - -
Alagoas CSA 11º 15º 10º - - - 15º 11º C
Sergipe Estanciano - - - - - - - - - - - - 14º - - -
Bahia Feirense - - - - - - - - - 16º - - - - - -
Ceará Ferroviário - 11º - 12º - - - - - - - - - - 16º -
Piauí Flamengo-PI - - - - - - - - - - - - 20º - - -
Ceará Fortaleza 13º 17º - - - 11º - 13º - C
Bahia Fluminense de Feira - 10º - - 13º 13º - - - - - 19º -
Rio Grande do Norte Globo - - - - - - - - - - - 15º - - 10º -
Ceará Guarany de Sobral - - - - - - - - - - - - - -
Maranhão Imperatriz - - - - - - - - - - - - 17º - - -
Sergipe Itabaiana - - - - - - - - - 14º - - - 17º -
Clube 94 97 98 99 00 01 02 03 10 13 14 15 16 17 18 19
Bahia Juazeirense - - - - - - - - - - - - 19º 18º - 18º
Bahia Juazeiro-BA - - - 15º 13º - - - - - - - - - - -
Ceará Juazeiro-CE - - - - 16º - - - - - - - - - - -
Sergipe Lagartense - - - 16º - - - - - - - - - - - -
Maranhão Moto Club - - - - - - - - - - - 13º - 19º - C
Alagoas Miguelense - - - - - - - - - - - - - - -
Pernambuco Náutico 12º 15º - - - 10º - 11º - C
Bahia Palmeiras-BA - - - - - - - 12º - - - - - - - -
Piauí Parnahyba - - - - - - - - - - - - - - 20º -
Piauí Piauí - - - - - - - - - - - 17º - - - -
Bahia Poções - - - - - - - - - - - - - - -
Rio Grande do Norte Potiguar de Mossoró - - - - - - - - - - 10º - - - - -
Pernambuco Porto - - - 10º - - - - - - - - - - - -
Piauí Ríver-PI - - - - - - - - - - - 10º 13º - 20º
Pernambuco Salgueiro - - - - - - - - - 13º - - 15º C
Maranhão Sampaio Corrêa - - - - - - - - - - - 14º 16º C
Pernambuco Santa Cruz - 10º - - C
Paraíba Santa Cruz-PB 11º 10º - - - - - - - - - - - - - -
Sergipe Sergipe - 13º 13º 12º 15º 15º - 12º - - - C
Bahia Serrano - - - - - - - - - - - 18º - - - -
Sergipe Socorrense - - - - - - - - - - - 19º - - - -
Paraíba Sousa - - - - - - - - - 15º - - - - - -
Pernambuco Sport 10º - - - -
Paraíba Treze - - 16º - 13º 11º - 14º - - - 13º -
Ceará Uniclinic - - - - - - - - - - - - - 20º - -
Bahia Vitória 16º - C
Bahia Vitória da Conquista - - - - - - - - - - 16º - 10º - - -
Clube 94 97 98 99 00 01 02 03 10 13 14 15 16 17 18 19

Número de participações

Atualizado até a edição de 2018.

Classificação geral

Até a edição de 2017

Pos Times Pts J V E D GP GC SG % P
1 Bahia Bahia 270 140 76 37 27 257 151 106 64.3% 13
2 Bahia Vitória 262 140 77 30 33 256 161 95 62.4% 13
3 Pernambuco Sport 220 124 62 33 29 214 117 97 59.1% 12
4 Pernambuco Santa Cruz 186 112 56 18 38 163 129 34 55.4% 11
5 Ceará Ceará 176 120 47 35 38 173 154 19 48.9% 12
6 Rio Grande do Norte América de Natal 173 120 49 26 45 166 156 10 48.1% 14
7 Rio Grande do Norte ABC 154 105 43 24 38 162 156 6 48.9% 12
8 Alagoas CRB 135 99 36 26 37 120 130 -10 45.5% 13
9 Ceará Fortaleza 131 94 34 27 33 118 128 –10 46.5% 10
10 Pernambuco Náutico 119 78 31 24 23 123 100 23 50.9% 9
11 Alagoas CSA 117 87 31 23 33 131 136 –5 44.8% 12
12 Paraíba Botafogo-PB 101 101 26 27 48 118 158 –42 33.3% 13
13 Sergipe Sergipe 94 86 25 19 42 114 150 –36 36.4% 10
14 Paraíba Treze 74 66 19 17 30 75 110 –35 37.4% 7
15 Paraíba Campinense 72 46 20 12 14 57 46 11 52.2% 5
16 Bahia Fluminense de Feira 71 59 19 14 26 67 76 –9 40.1% 6
17 Sergipe Confiança 53 76 12 17 47 77 152 –75 23.2% 9
18 Pernambuco Salgueiro 29 22 8 5 9 26 27 –1 43.9% 3
19 Piauí River-PI 27 20 7 6 7 24 25 –1 45% 3
20 Maranhão Sampaio Corrêa 21 18 8 3 7 25 25 0 38.9% 3
21 Alagoas ASA 19 15 5 3 7 18 22 -4 42.2% 2
22 Bahia Poções 16 10 4 4 2 13 11 2 53.3% 1
23 Sergipe Itabaiana 16 14 4 4 6 12 19 –7 38.1% 2
24 Ceará Guarany de Sobral 16 12 3 5 4 10 14 -4 44.4% 2
25 Alagoas Coruripe 15 12 3 6 3 12 14 –2 41.7% 1
26 Bahia Vitória da Conquista 11 12 3 2 7 12 15 -3 30.6% 2
27 Alagoas Cruzeiro-AL 9 6 3 0 3 10 15 –5 50% 1
28 Rio Grande do Norte Potiguar de Mossoró 9 6 2 3 1 8 7 1 50% 1
29 Pernambuco Porto 8 6 2 2 2 10 10 0 44.4% 1
30 Maranhão Moto Club 8 12 1 5 6 12 22 -10 22.2% 2
31 Piauí Altos 7 6 1 4 1 7 9 -2 38.9% 1
32 Alagoas Santa Cruz-PB 6 5 1 2 2 4 7 –3 40% 2
33 Ceará Ferroviário 6 8 1 3 4 8 14 -6 25% 2
34 Bahia Juazeiro-BA 6 12 1 3 8 13 25 –12 16.7% 2
35 Rio Grande do Norte Globo 5 6 1 2 3 2 4 –2 27.8% 1
36 Rio Grande do Norte Baraúnas 5 6 1 2 3 8 15 –7 27.8% 1
37 Bahia Juazeirense 5 12 1 2 9 8 21 –13 13.9% 2
38 Piauí Piauí 5 6 0 5 1 4 6 –2 27.8% 1
39 Sergipe Estanciano 5 6 0 1 5 4 11 –7 27.8% 1
40 Bahia Serrano 4 6 1 1 4 9 14 –5 22.2% 1
41 Maranhão Imperatriz 4 6 1 1 4 6 13 –7 22.2% 1
42 Sergipe Coritiba-SE 3 6 1 0 5 5 15 –10 16.7% 1
43 Sergipe Socorrense 3 6 0 3 3 6 12 –6 16.7% 1
44 Alagoas Capela 2 3 0 1 2 3 6 –3 22.2% 1
45 Paraíba Sousa 2 6 0 2 4 4 14 –10 11.1% 1
46 Bahia Feirense 1 6 0 1 5 4 11 –7 5.6% 1
47 Sergipe Lagartense 1 6 0 1 5 4 13 –9 5.6% 1
Alagoas Miguelense 1 6 0 1 5 4 13 –9 5.6% 1
49 Ceará Juazeiro-CE 1 6 0 1 5 4 13 –9 5.6% 1
50 Piauí Flamengo-PI 1 6 0 1 5 1 14 –13 5.6% 1
51 Alagoas Corinthians-AL 0 1 0 0 1 0 1 –1 0% 1
52 Bahia Palmeiras-BA 0 1 0 0 1 0 2 –2 0% 1
53 Ceará Uniclinic 0 6 0 0 6 0 24 –24 0% 1

Ver também

Notas

  1. Em 1994, a “1ª Copa do Nordeste”, como passou a ser chamada, foi organizada pela Federação Alagoana de Futebol. O sucesso do torneio acabou agradando a CBF, que assumiu sua organização no seu período seguinte.
  2. O Vitória reivindica o reconhecimento pela CBF do Torneio José Américo de Almeida Filho de 1976 como Copa do Nordeste de Futebol, mas a entidade não considera essa competição oficialmente como Nordestão.[4]
  3. Em 2003, o Vitória foi considerado campeão por ter realizado a melhor campanha durante a competição.

Referências

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  3. «Vaga nas oitavas da Copa do Brasil vira prêmio para campeões regionais». Estadão. 1 de dezembro de 2016. Consultado em 7 de julho de 2018. 
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Ligações externas