Fluminense de Feira Futebol Clube

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Disambig grey.svg Nota: Este artigo é sobre o clube de Feira de Santana, Bahia. Para outros significados, veja Fluminense.
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Fluminense de Feira
Fluminense de Feira FC.png
Nome Fluminense de Feira Futebol Clube
Alcunhas Fluzão
Flu de Feira
Touro do Sertão
Torcedor/Adepto Tricolor
Mascote Touro
Principal rival Bahia de Feira
Fundação 1 de janeiro de 1941 (78 anos)
Estádio Joia da Princesa
Capacidade 16 274 pessoas
Localização Feira de Santana, BA,Brasil
Presidente Gerinaldo Costa
Treinador Arnaldo Lira
Patrocinador Prefeitura de Feira de Santana
Indaiá
Sicoob
Dular
Guará Mix
Café 2 de Julho
Santana Ltda.
Vitalab
Produtos Tabajara
Casa Esportiva
Brahma
Material (d)esportivo WA Sport
Competição Campeonato Baiano - Série A
Campeonato Brasileiro - Série D
Ranking nacional Aumento 118.º lugar, 558 pontos[1]
Website www.fluminensedefeirafc.com.br
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Temporada atual
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Fluminense de Feira Futebol Clube é uma agremiação esportiva da cidade de Feira de Santana, estado da Bahia, fundada em 1 de janeiro de 1941.

Atualmente, o Fluminense de Feira tem como seus principais rivais o Bahia de Feira e o Vitória — este último, recentemente, chamado de Clássico dos Reis em alusão aos mascotes: o Vitória tendo o Leão como rei da selva e o Fluminense o Touro como rei do sertão.

História[editar | editar código-fonte]

O Fluminense foi fundado no dia 1 de janeiro de 1941, por um grupo de jovens feirenses que eram torcedores do Fluminense do Rio de Janeiro, mantendo as cores do homônimo carioca.[2]

Foi campeão amador em 1947, 1949, 1950 e 1953, profissionalizando-se em 1954, quando aconteceu o primeiro grande passo na história do clube. Convidado pela Federação Bahiana de Futebol, o Fluminense de Feira se tornou profissional e, em 6 de junho do mesmo ano, empatou com o Vitória no Estádio da Fonte Nova por 1–1 em sua estreia. O gol da equipe foi marcado por Alfredo. Este clube foi o primeiro do interior a disputar o Campeonato Baiano de Futebol e, com apenas dois anos no futebol profissional, em 1956, conquistou seu primeiro vice-campeonato baiano.

No ano de 1963, se tornaria, pela primeira vez, Campeão Baiano de futebol, conquistando o título em cima do Bahia. Essa história seria novamente escrita em 1969, contra o mesmo Bahia. Esse seria o último título do Touro do Sertão, e de um time interiorano no torneio. Somente em 2006, o Colo-Colo de Ilhéus quebraria o tabu de quase 40 anos sem que um clube do interior do estado vencesse o certame. Em 1998 e 2009, conquistou a Taça Estado da Bahia (atual Copa Governador do Estado da Bahia), que garantia uma vaga na Série D do Campeonato Brasileiro. Ganhou também a Copa SERBA em 2006, disputado apenas entre clubes dos estados da Bahia (exceto a dupla Ba-Vi) e Sergipe.[3]

O Touro chegou a ser vice-campeão baiano em seis oportunidades, nos anos de 1956, 1968, 1971, 1990, 1991 e 2002. Em 1991 e 2002, ganhou vaga na Copa do Brasil de Futebol com o vice-campeonato.

Nos tempos atuais, participou em 2010 da Série D nacional, pela segunda vez consecutiva, representando a Bahia.

No dia 28 de novembro de 2015, o Touro do Sertão sagrou-se campeão da Copa Governador do Estado, vencendo a Juazeirense pelo placar de 1–0, na Arena Fonte Nova, mesmo resultado do primeiro jogo da finalíssima, quando derrotou a equipe do norte do estado em Riachão do Jacuípe.

Campeonato Brasileiro – Taça Brasil, Séries A, B, C e D e Copa do Brasil[editar | editar código-fonte]

Com o título do Campeonato Baiano de 1963, ganhou o direito de disputar a Taça Brasil de 1964, sua primeira e única participação no Campeonato Brasileiro da época. O Touro foi eliminado pelo Ceará, nas quartas-de-final do torneio.

O Touro do Sertão participou em três ocasiões do primeiro Campeonato Brasileiro oficial, sendo: 1976, 1977 e 1979.

Na Série B do Campeonato Brasileiro, disputou por 6 vezes, nos anos de: 1972, 1983, 1986, 1988, 1989 e 1991.

Pela Série D do Campeonato Brasileiro, participou em 5 oportunidades, nas edições de 2009, 2010, 2016, 2017 e 2018. Em 2016, obteve sua melhor campanha no torneio, chegando às quartas-de-finais, sendo eliminado pelo Volta Redonda.

Participou da Copa do Brasil em três oportunidades (1991, 2003 e 2018), sendo que em 1991, conseguiu avançar até a fase oitavas-de-final, quando foi eliminado pelo Grêmio.

Vice-campeonato Brasileiro da Série C em 1992[editar | editar código-fonte]

O ano de 1992 ficou marcado na história do Touro, que ficou perto de conquistar o seu primeiro título nacional. Depois de eliminar times como ASA, Sergipe, Catuense, Matsubara e Rio Pardo, o Touro chegou na decisão contra o time da Tuna Luso. Venceu o primeiro jogo por 2–0 no Joia da Princesa, e perdeu o segundo por 3–1, em Belém. A Tuna Luso jogava por dois resultados iguais, por ter feito melhor campanha durante o campeonato.

Campanha

1° Fase[editar | editar código-fonte]

Fluminense 1–1 Catuense Bahia

Bahia Catuense 0–2 Fluminense

Fluminense 1–1 ASA Alagoas

Fluminense 5–0 Sergipe Sergipe

Sergipe Sergipe 2–2 Fluminense

Alagoas ASA 1–2 Fluminense

2° Fase[editar | editar código-fonte]

Fluminense 1–0 Rio Pardo Espírito Santo (estado)

Espírito Santo (estado) Rio Pardo 1–0 Fluminense

Decisão da 2° Fase[editar | editar código-fonte]

Fluminense 2–0 Matsubara Paraná

Paraná Matsubara 2–2 Fluminense

Final[editar | editar código-fonte]

Fluminense 2–0 Tuna Luso Pará

Pará Tuna Luso 3–1 Fluminense

Touro do Nordeste![editar | editar código-fonte]

Em 1997, a Copa do Nordeste voltou, desta vez com 16 clubes se enfrentando no sistema mata-mata, em jogos de ida e volta. O Fluminense chegou às quartas-de-final logo no primeiro ano, sendo eliminado pelo Bahia. Em 1998 , acabou sendo eliminado na fase de grupo pelo saldo de gols. Em 2001, após ficar dois anos sem disputar o campeonato, foi convidado pela Liga do Nordeste para participar do novo formato do Nordestão. Na primeira fase, os times se enfrentaram em sistema de pontos corridos, com vaga para os quatro primeiros colocados nas semifinais. O Fluminense acabou sendo eliminado na primeira fase com apenas três vitórias, quatro empates e oito derrotas.

No ano de 2002, o Nordestão foi patrocinado pela Coca-Cola e Sky Brasil. O torneio também aumentou sua premiação e forneceu três vagas para os melhores colocados a terceira edição da tão desejada Copa dos Campeões de 2002. Esse campeonato, realizado em alguns estados do nordeste, fornecia ao campeão um passaporte direto para a Copa Libertadores da América de 2003. No Nordestão, o Touro ficou faltando apenas dois pontos para se classificar para semifinal.

Em 2003, com o jovem atacante Obina, o Fluminense chegava pela primeira vez na decisão da competição. O adversário era nada menos que o maior ganhador do torneio, o Vitória. O rubro-negro, dono de melhor campanha, jogava por dois resultados iguais e o direito de decidir em casa o título. Em um domingo de chuva, após sair na frente com gol de Jean Michel, o Flu acabou tomando o gol de empate do jovem Nadson, artilheiro do campeonato. No segundo jogo, no Barradão, o Touro não teve força para mudar o placar de 0 a 0 e acabou amargando o vice-campeonato o Fluminense ficou com o vice-campeonato. Um ano antes, o mesmo Vitória tirou o título da equipe de Feira, esse, valendo pelo Campeonato Baiano de 2002.

Campanha

Quartas-de-Final[editar | editar código-fonte]

Fluminense 2–0 Ceará Ceará

Semifinal[editar | editar código-fonte]

Rio Grande do Norte ABC 2–1 Fluminense

Fluminense 1–0 ABC Rio Grande do Norte

Final[editar | editar código-fonte]

Fluminense 1–1 Vitória Bahia

Bahia Vitória 0–0 Fluminense

Pioneirismo no interior baiano[editar | editar código-fonte]

  • Primeira equipe do interior da Bahia a disputar uma final de campeonato nacional: a Série C em 1992.
  • Primeira equipe do interior da Bahia a conquistar o Campeonato Baiano.
  • Primeira equipe do interior da Bahia a disputar uma final de Copa do Nordeste.
  • Primeira equipe do interior da Bahia a disputar uma Copa do Brasil.
  • Primeira e única equipe do interior da Bahia a disputa às oitavas-de-final da Copa do Brasil.
  • Equipe do interior da Bahia com mais participações em competições nacionais, tendo disputado também o Campeonato Brasileiro em todas as suas divisões.

Primeira diretoria[editar | editar código-fonte]

  • Presidente: Dr. Wilson da Costa Falcão
  • Vice-presidente: Osvaldo Coelho Torres
  • Secretários: Laudelino Lacerda Pedreira e Otto Emanuel de Carvalho
  • Diretor-técnico: Ariston Carvalho
  • Assistente: Simônidas Carneiro
  • Diretor de Sede: Fernando Garcia
  • Orador: Dr. Colbert Martins da Silva
  • Depto. Médico: Dr. Adroaldo Dórea, Dr. Alberto Oliveira e Dr. Válter Mendonça
  • Depto. Jurídico: Dr. Humberto Luiz Portela e Dr. João da Costa Falcão
Um estabelecimento do time, em Feira de Santana.

Principais Títulos[editar | editar código-fonte]

REGIONAIS
Competição Títulos Temporadas
BandeirasNordesteBrasil.gif Copa SERBA 1 2006[4]
ESTADUAIS
Competição Títulos Temporadas
Bahia Campeonato Baiano 2 1963 e 1969
Bahia Taça Estado da Bahia 1 1998
Bahia Copa Governador do Estado da Bahia 2 2009 e 2015

Campanhas de destaques[editar | editar código-fonte]

Fluminense de Feira Futebol Clube
Torneio Campeão Vice-campeão Terceiro colocado Quarto colocado
Brasil Série C Não possui 1 (1992) Não possui Não possui
Estados Camp NE.gif Copa do Nordeste Não possui 1 (2003) Não possui Não possui
Bahia Campeonato Baiano 2 (1963 e 1969) 6 (1956, 1968, 1971, 1990, 1991 e 2002) Não possui Não possui
Bahia Campeonato Baiano - 2ª Divisão Não possui 2 (1999 e 2015) Não possui Não possui
Bahia Taça Estado da Bahia 1 (1998) 1 (2007) Não possui Não possui

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Estatísticas do Fluminense

Participações[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Temporadas do Fluminense
Participações em 2019
Competição Temporadas Melhor campanha Estreia Última P Aumento R Baixa
Bahia Campeonato Baiano 64 Campeão (2 vezes) 1954 2019 2
Segunda Divisão 3 Vice-Campeão (1999 e 2015) 1999 2015 2
Brasil Campeonato Brasileiro 4 6° colocado (1964) 1964 1979
Série B 6 10° colocado (1988) 1972 1991
Série C 6 Vice-Campeão (1992) 1990 2002
Série D 6 7° colocado (2016) 2009 2019
Copa do Brasil 3 Oitavas de final (1991) 1991 2018
BandeirasNordesteBrasil.gif Copa do Nordeste 7 Vice-Campeão (2003) 1997 2018

Jogadores famosos e Ídolos[editar | editar código-fonte]

Jogadores estrangeiros[editar | editar código-fonte]

Treinadores[editar | editar código-fonte]

Presidentes[editar | editar código-fonte]

  • Brasil Dr. Wilson da Costa Falcão (primeiro presidente)
  • Brasil Osvaldo Coelho Torres (1941)
  • Brasil Edson Pedreira Ramos (1985)
  • Brasil Balbino Barreto Santana (2005)
  • Brasil João Evangelista Falcão (1998)
  • Brasil Éverton Cerqueira (...)
  • Brasil Elmano Portugal (2009)
  • Brasil Luiz Paolilo Filho (2010-2012)
  • Brasil Rubens Cerqueira (2012 – 2014)
  • Brasil Gerinaldo Costa (2015 – atualmente)
Fachada do Estádio Municipal Alberto Oliveira, o Joia da Princesa

Estádio[editar | editar código-fonte]

O Estádio onde o Fluminense realiza seus jogos é o Estádio Alberto Oliveira, mais conhecido como Joia da Princesa, em Feira de Santana, com capacidade para 16 274 espectadores.

Elenco atual[editar | editar código-fonte]

Última atualização: 28 de fevereiro de 2017

Legenda
  • Capitão: Capitão
  • Vice-capitão: Vice-capitão
  • Destaque no elenco: Jogador de destaque no elenco
  • Prata da casa: Prata da casa
  • Suspenso: Jogador suspenso
  • Vindo de Empréstimo: Jogador emprestado


Goleiros
Jogador
Brasil Léo
Brasil Abílio
Brasil Jean Lucas
Brasil Diego
Defensores
Jogador Pos.
Brasil Marcelão Z
Brasil Alyson Z
Brasil Cristiano Z
Brasil Edson LD
Brasil Luquinhas LD
Brasil Chico Bala LE
Brasil Xande LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
Brasil Rodolfo Potiguar V
Brasil Moreilândia V
Brasil Maranhão V
Brasil Geovane Magno V
Brasil Alisson Tadei M
Brasil Jonnes M
Brasil Miqueias M
Brasil William Leandro M
Brasil Leandro Sobral M
Brasil Guto M
Brasil Ieures M
Atacantes
Jogador
Brasil João Neto
Brasil Bambam
Brasil Tiarinha
Brasil Elenilson
Brasil Lopeu
Brasil Julião
Comissão técnica
Nome Pos.
Brasil Chiquinho Lima T

Símbolos[editar | editar código-fonte]

O Touro, símbolo de força e poder, e mascote do Flu de Feira.

Escudo[editar | editar código-fonte]

O escudo do Fluminense de Feira é inspirado no time homônimo, o Fluminense, do Rio de Janeiro, com o acréscimo da letra "F", referente à cidade de Feira de Santana.

Mascote[editar | editar código-fonte]

O mascote oficial do Fluminense de Feira de Santana é o touro, símbolo da força e do poder que o clube possui. Foi por meio do seu mascote que o clube ganhou o apelido pelo qual é conhecido, o Touro do Sertão.[8]

Uniforme[editar | editar código-fonte]

1º - Camisa com listras em verde, vermelho e branco, calção verde e meias verdes.

2º - Camisa branca com detalhes verdes e vermelhos, calção branco e meias brancas.

Hino[editar | editar código-fonte]

Letra e música: Antônio Moreira

Patrocinadores e materiais esportivos[editar | editar código-fonte]

Material esportivo
Período Fornecedor
Anos 1990 Brasil CCS[9]
2010 Brasil Griz Sports
2011 Brasil Kanxa[10]
... – ... Itália Lotto
... – atualmente Brasil WA Sport
Patrocinador
Período Patrocinador
... Brasil LMarquezzo
2010 Brasil Perenne
2011 Brasil V!be
2011 Brasil União Médica
2011 Brasil Jonny Motos
2013 – atualmente Brasil Casa Esportiva

Torcidas organizadas[editar | editar código-fonte]

  • Torcida Força Jovem[11][12]
  • Torcida Uniformizada Falange Tricolor – TUFT[13]
  • Movimento Popular Loucura Tricolor – Portão 01[14]
  • Torcida Fúria Tricolor

Referências

  1. CBF (4 de dezembro de 2017). «RNC - Ranking Nacional dos Clubes 2018» (PDF). Cópia arquivada (PDF) em 4 de dezembro de 2017 
  2. História do Fluminense de Feira Site oficial
  3. http://www.rsssfbrasil.com/tablesae/crne2006.htm
  4. Regionais Arquivado em 2 de agosto de 2012, no Wayback Machine. RSSSFBrasil
  5. https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/fluminense-de-feira-contrata-o-meia-jorge-wagner/
  6. a b Folha do Estado (5 de agosto de 2015). «Flu de Feira volta a ter jogador estrangeiro depois de 13 anos». Bahia.ig.com. Consultado em 4 de junho de 2017 [ligação inativa]
  7. a b c MARTINS, Jucilene (2 de junho de 2010). «Estrangeiros deixam o Fluminense». FluminensedeFeira.com. Consultado em 4 de junho de 2017 
  8. Mascote Site Oficial
  9. Blogue Arquivado em 18 de dezembro de 2014, no Wayback Machine. Minhas Camisas
  10. Notícias Site do Clube
  11. Força jovem Página da Torcida Força Jovem
  12. Organizadas Site do Clube
  13. Blog da torcida Página da Torcida Uniformizada Falange Tricolor
  14. Torcida[ligação inativa] Página da Torcida Portão 01

Ligações externas[editar | editar código-fonte]