Grapiúna Atlético Clube

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Grapiúna
Grapiúna.jpg
Nome Grapiúna Atlético Clube
Fundação 11 de março de 1996
Estádio Luiz Viana Filho
Capacidade 14.000
Presidente Álvaro Castro
Treinador Gabriel
Competição Bahia Campeonato Baiano - 2ª Divisão
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
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O Grapiúna Atlético Clube é um clube de futebol brasileiro, da cidade de Itabuna, no estado da Bahia. Suas cores são amarelo e preto. Seu principal rival é o Itabuna Esporte Clube.

História[editar | editar código-fonte]

Após o rebaixamento do tradicional Itabuna Esporte Clube, que participou do Campeonato Baiano de Futebol ininterruptamente de 1967 a 1993, a direção da tradicional equipe grapiúna decidiu suspender suas atividades. Desta forma a cidade de Itabuna ficou sem um clube profissional. Assim foi formado em 11 de março de 1996 o Itabuna Atlético Clube, logo em sua primeira participação no Campeonato Baiano da Segunda Divisão conquistou o vice-campeonato ao ser derrotado na final pelo Juazeiro Social Clube e assim obteve o acesso a Primeira Divisão em 1997. O jogo de estreia na elite foi positivo, vitória em casa por 1 a 0 sobre o Eunápolis Esporte Clube, porém esta foi uma das poucas vitórias da equipe no campeonato, no total foram apenas três em 14 partidas, o que culminou com o rebaixamento do clube. [1] Em 1998 não disputou o Campeonato Baiano da Segunda Divisão, assim como em 1999.

Escudo do Grapiúna quando chamava-se Itabuna Atlético Clube

Retornou em 2000 com um novo nome: Grapiúna Atlético Clube. Disputou o Torneio Seletivo da Segunda Divisão onde obteve de forma polêmica o segundo lugar e o acesso a Segunda Divisão.[2] Após o encerramento da competição o Grapiúna Atlético Clube havia sido eliminado junto ao Associação Atlética Sisal Bonfinense e a ABB, haviam classificado o Barreiras Esporte Clube e o Salvador Esporte Clube Ltda., porém o Grapiúna entrou com uma reclamação junto ao TJD-BA devido a um equívoco de arbitragem em uma partida na qual havia sido derrotado por 2 a 0 pelo Associação Atlética Sisal Bonfinense, o tribunal lhe deu razão e uma nova partida foi marcada para depois do fim da competição. Sem nenhuma motivação, pois já estava eliminado, o Sisal Bonfinense foi presa fácil e foi derrotado em Senhor do Bonfim por 3 a 0, desta forma o Grapiúna obteve a classificação no lugar do Salvador Esporte Clube. Na Segunda Divisão o Grapiúna foi quarto colocado no primeiro turno em meio a dez participantes, no segundo turno sagrou-se vencedor, porém ironicamente o TJD-BA que havia lhe beneficiado anteriormente lhe foi prejudicial, o Esporte Clube Jacuipense conseguiu obter provar no tribunal irregularidade de atletas de dois times adversários e transformou um empate (0 a 0 com a Associação Atlética Teixeira de Freitas) e uma derrota (1 a 0 para o Esporte Clube Ypiranga) em seis pontos para a equipe de Riachão do Jacuípe. Desta forma venceu o turno e classificou-se para a final enquanto o Grapiúna ficou de fora.

Em 2001 o Grapiúna fez outro grande campeonato sagrando-se vice-campeão ao ser derrotado na final pelo Independente Esporte Clube, atual Palmeiras Nordeste Futebol Ltda., por 3 a 0 em Itabuna e empate em 1 a 1 em Feira de Santana. O ano de 2002 marcou o retorno definitivo do Itabuna Esporte Clube que obteve o título da Segunda Divisão e o acesso a Primeira Divisão, fato este que enfraqueceu o Grapiúna que mesmo assim em 2003 obteve um razoável terceiro lugar, em 2004, sem forças, não disputou o campeonato, em 2005 inscreveu-se na competição, porém a FBF não aceitou a inscrição de nenhum clube e decidiu não organizar a Segunda Divisão. O Grapiúna, na época comandado pelo ex-presidente do Clube de Regatas Flamengo, Edmundo Santos Silva,[3] abriu processo contra a FBF no TJD-BA sem obter sucesso. Após anos de inatividade retornou em 2008 quando não conseguiu completar a competição abandonando-a a faltar duas rodadas para eu término.[4] Tentou realizar inscrição em 2009 sem sucesso, e desde então, não mais voltou a figurar nos campos do futebol baiano.

Títulos[editar | editar código-fonte]

Estaduais[editar | editar código-fonte]

Referências gerais[editar | editar código-fonte]

Referências